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guilherme000

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  1. As outras fotos Muita neblina no inicio do caminho que vai até a fazenda. o cavalo da montanha A poucos metros do topo do P.P. Vista do ponto máximo. Acampamento no Cerro verde já nos últimos instantes do Por-do-Sol Camapuã Riachos da trilha que vai até a Fazenda da Bolinha
  2. Valeu Getulio, não precisa se encomodar com isso. kkkkkk Pior que eu perdi minha toca por la, e olha que não foi so a armação que eu achei pelo caminho, no taipa eu encontrei uma capa de chuva de mochila, que parecia mais uma borracha com elástico, e ainda na volta pra fazenda do Dilson eu encontrei um isolante térmico rsrsrr existe algo sobrenatural naquela serra! É Otavio, to pensando seriamente em aderir ao camelpet!! Mas to pensando em levar uma garrafa de 1,5l uma de 1 litro, e uma de 500 ml pra deixar pendurada no lado da mochila assim fica bem fácil de distribuir o peso.
  3. Essa foi a minha primeira experiência com montanhas, antes só havia andado pelas matas da região oeste do estado. Assim também foi com equipamentos próprios pra esse fim. Só no começo desse ano que comecei a abrir mão de bastante coisa pra começar a investir em equipamentos, pesquisei pra caramba, o tecido do anorak, as características de uma bota de trekking, a armação e o peso de uma barraca, os modelos de mochila cargueira, a melhor amarração dos cadarços entre outras coisas. Da pra sentir muito a diferença, assim da pra ir mais longe e mais tranquilo. Pra ter uma ideia, eu saia de casa com uma botina da bompel, calça jeans que esquentava pra caramba e ensopava, uma mochila de uns 20 litros cheia de ilhós, que coloquei no costado pra prender a garrava de agua com cordinhas, cheia de remendo, e usava uma polaina de litro descartável pra me proteger de possíveis picadas de cobras. Era metido a artesão hehe Realmente fiz a escolha certa, so tenho elogios pra dar a essa cargueira, bem robusta, ventilada no costado, distribuição de peso excelente, pena que não é mais fabricada. Quanto a fivela a gente sempre arranja um jeito, rsrs não tava prendendo bem ai eu fiz umas gambiarras que funcionaram perfeitamente. Só me decepcionei com a trilhas e rumos, pois fizeram um reservatório de péssima qualidade. Aonde se viu colocar apenas um siliconezinho pra vedar a junção da mangueira? Na primeira desrosqueada lá se foi o silicone. Dessa vez nem minhas gambiarras funcionaram rsrs e olha que eu tentei bastante coisa! No começo ele estava em um saquinho plástico, mas de tanto tirar pra olhar eu acabei relaxando e colocando no bolso da calça sem o saquinho. O resultado foi aquilo. já li algumas coisas sobre os saquinhos zip lock, na próxima eu vou providenciar alguns. Hehehe não ta sendo nada fácil, os sintomas da virose são constantes!! Logo o dono das varateas vai passar lá na fazenda bolinha. Valeu Getulio, as próximas travessias vão demorar um tempinho pra acontecer, mas pode deixar que eu vou relata-las aqui. As outras fotos vo posta amanha. Um abraço
  4. Valeu Otavio, Sem duvidas não teria feito nada se não tivesse recolhido bastante informação aqui do site, ha varios relatos, muito bem escritos que me deram uma boa base do que eu iria encontrar por lá. Por isso quem for, não leia apenas o meu, pesquise bastante, pois alguma coisa a gente sempre deixa passar. Vi que não coloquei os mapas da serra. Aqui esta: Serra do Ibitiraquire Pico do Paraná Quem planeja ir pela primeira vez sem a companhia de alguém que conheça bem a Serra é muito aconselhável ter em mãos o primeiro mapa. Sem ele eu provavelmente teria me perdido.
  5. Passei muita vontade! Na próxima eles estarão no meu roteiro.
  6. Trajeto: Fazenda P. P. – Taipabuçu – Itapiroca – Pico do Paraná – Itapiroca –Cerro Verde – Tucum – Camapuã – Fazenda da Bolinha. Faço esse relato especialmente para incentivar os futuros visitantes a explorar mais essa serra, não apenas planejar visitar o Pico do Paraná. O caminho guarda visuais incriveis, vale muito a pena conhecer as outras montanhas do Ibitiraquire. Após um longo tempo planejando tudo, o tão esperado dia 19 de julho chegou. Mochila pronta, Parti de Toledo no ônibus das 22 horas, e cheguei na rodoviária de Curitiba às 6h da manhã. 1º Dia Pra chegar até o a estrada para a trilha peguei o ônibus registro Sp, que sai às 7h, com o valor da passagem em torno de 13 reais. Pedi para o motorista parar dois quilômetros a frente do posto tio doca, na ponte do rio Tucum. É bom ficar atento as placas com os nomes das pontes. Desembarquei e segui caminho pela estrada anterior a ponte, com uma placa da fazenda Rio das Pedras, que me deixou na duvida. liguei para o Dilson para confirmar, estava em Curitiba, disse que era aquela estrada mesmo e que já estava voltando para a fazenda, podendo me dar uma carona se me encontrasse. Seguindo em frente, a estrada possui algumas bifurcações, por isso é bom ter em mãos esses mapas http://www.fazendapicoparana.altamontanha.com/chegar.asp no site da fazenda. Não da pra informar o tempo correto de caminhada (acho que são mais ou menos 45 minutos), pois estava com sorte e ganhei carona de um pessoal de Guarapuava que ia visitar o Pico do Paraná. Chegamos as 8:30, passamos pela porteira da fazenda e não havia ninguém na casa, então descemos até a casa de apoio. Encontramos com o filho do Dilson, que nos recebeu com um livrinho na mão e nos cobrou 10 reais pela entrada. Preenchi o livro de registro e às 9h iniciei a travessia. O inicio da trilha é bem íngreme e batido, parecendo uma valeta. Existem duas grandes pedras que servem de mirante, e como se ganha altitude rapidamente, já proporciona um visual bacana. Bem à frente tive uma surpresa, topei com um cavalo! Sim, um cavalo montanhista no meio da trilha. Passei a mão nele, mas o bicho não estava pra muita conversa: me deu uma pescoçada!! Tentei passar do lado, e ele levantou a perna para me dar um coice..rsrsr Não queria dividir a trilha! O jeito foi contornar pelo mato fechado. Finalmente cheguei à pedra do Getúlio. Ali já da pra ver bem o Caratuva e o Itapiroca, a vegetação é rasteira e com arbustos, diferente do caminho anterior. Não estava sozinho, havia também um grupo de pessoas com sei lá o que embalado em uma sacola azul pendurado nas mochilas. Fiquei até o tempo de recuperar o folego e continuei a subida. Segui a trilha até chegar a bifurcação Pico do Paraná - Caratuva, então peguei a trilha do Caratuva. Metros a frente há um riacho e outra bifurcação, a Taipabuçu– caratuva. Antes de seguir pelo caminho do Taipabuçu reabasteci meu reservatório. A partir dali o trajeto começou a mostrar dificuldades. Trilha bem fechada, Muito bambu, sequencia de subidas e descidas, terra fofa e bem escorregadia, escalaminhada em vários pontos, nota 10! Nesse caminho existe bastante bambu cortado, ganhando um formato de lança. Um dos momentos mais tensos aconteceu quando eu enrosquei minha bota em uma raiz e cai de bruços em cima de uma dessas lanças pontiagudas, o peso da mochila nas minhas costas fez com que meu peito chegasse a poucos centímetros da ponta do bambu. Fiquei branco na hora. Imagina se não desse tempo de colocar as mãos no chão? Depois desse susto comecei a ter paranoia das raízes rsrsrsr não tirava o olho do chão. Mas esse não foi o único susto do trajeto, bem à frente escorreguei subindo um barranco e desci rolando de cargueira e tudo!! Cheguei ao topo do Taipa as 2 horas da tarde morrendo de fome. Só então foi que almocei. Assim que terminei de comer, fui dar uma olhada ao redor, e logo após alguns arbustos me deparei com um visual de tirar o folego. A minha frente havia um precipício coberto de arvores, com e paredões de rocha em alguns pontos e pássaros pairando logo abaixo. A minha direita se erguia o Caratuva, e logo a frente o gigante pico do paraná, com suas corcovas de rocha. Subi em uma pedra e fiquei ali deitado por um bom tempo observando tudo aquilo. La pelas 4 horas da tarde comecei a montar a barraca e organizar as coisas para a noite. Foi nesse processo que descobri que o meu reservatório havia estourado, na verdade estava vazando na parte onde se rosqueia a mangueira. Não dava mais pra voltar e pegar agua pois já estava anoitecendo, e o riacho mais próximo ficava a pelo menos 1 hora dali. Na litragem mostrava que eu tinha apenas 600 ml de agua, os quais eu teria que me virar para matar minha sede, fazer a janta e o café da manha. A janta me deixou com muita sede mas não dava pra desperdiçar mais agua, tomei alguns golinhos e só. Fui dormir com a boca sem saliva, amaldiçoando aquele reservatório. 2º dia Fiz o café da manha com o resto da agua e comecei a repensar meu trajeto. Meu plano era chegar até o Ferraria, mas tive que abandonar a ideia por causa do reservatório. O que me restava era fazer todo o caminho de volta até a fazenda e pegar alguma garrafa descartável. Desci rápido, pois queria chegar antes do meio dia, em alguns pontos até arrisquei dar uma corrida. Como era sábado, me deparei com bastante montanhista subindo. Em uma curva, quando ia descendo depressa, topei com uma senhora, levou um susto, pensou que era um cavalo descendo correndo kkk. Cheguei até a fazenda, armei meu fogareiro, almocei e depois tive a oportunidade de bater um papo com o Dilson. Me deu dicas valiosas. Peguei uma garrafa pet de 2 litros, e refiz todo o trajeto até a bifurcação Caratuva - Pico Paraná. Dali pra frente é só subida ora caminhando, ora se pendurando em galhos. Há uma bica com agua bem gelada, onde completei as garrafas. Metros a frente ha um barranco com uma corda para auxiliar na subida. Cheguei na bifurcação P.P. - Itapiroca sinalizada por uma plaquinha. Peguei o caminho do Itapiroca, com uma subida bem íngreme. Muita pedra, muito resbalão, até que comecei a avistar aquela vegetação típica dos topos. Parecia que estava saindo de um poço escuro para a luz. La em cima ventava muito, bem mais que no Taipabuçu. Acabei armando minha barraca atrás de uma grande pedra que serviu muito bem de corta vento. Antes de anoitecer eu ja tinha me deitado pra descansar. Em seguida comecei a ouvir vozes. Coloquei a cabeça pra fora do zíper da barraca e não vi nada, pensei que fosse o vento. Minutos depois ouvi novamente as vozes, dessa vez fui verificar e acabei encontrado um casal de montanhistas montando a barraca um pouco a cima de onde eu estava. Ficamos ali batendo papo. Me deram informações que foram bem uteis no dia seguinte. Papo vai, papo vem, de repente, não lembro quem, gritou: OLHAA!! Apontando pra cima. Um meteoro enorme rasgou o céu! Entramos em êxtase, nenhum de nos havia visto um tão grande antes. Em seguida pegamos as lanternas pra fazer sinal. Uma, duas, varias lanternas responderam. Uma no A1, outra no A2, outra lá no Caratuva. Já estava ficando tarde e nos despedimos, pois sairia antes do amanhecer rumo ao Pico do Paraná. 3º dia Dez pras quatro da manha já estava de pé. Organizei as coisas, e parti de ataque para o P.P. Passei pela bifurcação Iitapiroca - Pico do Paraná, começando a descer contornando a encosta do Caratuva. A parte difícil é encontrar agua potável nesse trajeto, pois os córregos simplesmente viram banheira, com muita espuma, e sem duvidas não arriscaria reabastecer minha garrafa com aquela agua. Boa parte do caminho é constituída por mata fechada. Chegando no A1 a vegetação começa a diminuir de tamanho, podendo observar melhor a paisagem. O caminho começa a ficar penoso após o paredão de escalada, onde foram postos clipes. Dali pra frente boa parte do caminho é bem íngreme. Cheguei no A2 já com a garrafa vazia. Conversei com o pessoal e um deles foi comigo buscar agua em uma bica perto dali. Sabia que existia uma bica próxima do A2, mas não fazia ideia onde era e acabaria passando por lá sem reabastecer. O caminho até a bica é uma trilha estreita, na encosta esquerda da montanha. Com a garrafinha cheia, voltei ate a trilha rumo ao pp. Justamente ali topei de novo com a senhora que me confundiu com um cavalo desgovernado. Ela também estava subindo para o pico, resolvemos então ir juntos até lá. Chegamos às 11 e meia, o tempo estava limpo . Via-se a baia de Paranaguá bem longe e até mesmo os prédio de Curitiba em tamanho minusculo, mas o que chamava a atenção era a beleza das montanhas ao redor. Pico Paraná. Ao fundo o Itapiroca, Caratuva e o Ferraria. Na descida tive outro momento tenso. Pisei em falso e cai entre duas pedras. O resultado foi um roxão na coxa e outro nas costas. Descemos ate o A2. Lá almoçamos junto com um grupo que estava fazendo um bate e volta ate o P.P. e depois nos despedimos. Precisava voltar para desmontar a barraca e pegar minhas coisas. Levei duas horas para chegar ate o Topo. Abri a minha barraca e lá estava um saquinho com bisnaguinhas, achocolatado, biscoitos entre outras guloseimas! Rsrs valeu Clebson, valeu mesmo! Você não imagina minha felicidade quando vi tudo aquilo! Já com todas as tralhas nas costas, segui em frente, agora rumo ao Cerro verde. Dali pra frente às trilhas começam a ficar fechadas, com descida e muito arbusto obstruindo o caminho. Bem a baixo ha uma pequena gruta com agua. Ali por perto eu acabei seguindo uma trilha falsa e andei um bom tempo à toa, mas consegui encontrar a verdadeira novamente. Há varias dessas pelo caminho, e é bem fácil se enganar, pois a verdadeira não é tão evidente. Iniciando a subida do Cerro Verde, encontrei muita bromélia e plantas semelhantes, com bastante espinhos. Nesse trajeto encontrei um adesivo do Alpha Crucis colado em um galho, (Pra quem não ouviu falar da Travessia Alpha Crucis ai esta o link http://altamontanha.com/Colunas/3475/alfa-crucis-uma-baita-travessia ) e metros a frente um saco com varetas de barraca, que imaginei ser deles. Peguei e guardei na minha mochila, o destino delas seria a fazenda Bolinha. Cheguei no pico do cerro verde as 5 horas da tarde, com tempo de sobra pra organizar as coisas antes de escurecer. Quando terminei de montar a barraca e arrumar as tralhas, o Sol já estava se pondo. Fiquei ali por um bom tempo observando o espetáculo. O astro estava bem atrás do Tucum, dando ao Pico do Paraná e o Ciririca um tom laranja. Na hora da janta recebi uma visita inesperada de um Prea, que até pousou para a foto. Sai pra fora da barraca pra fazer sinal com a minha lanterna. fiquei um bom tempo tentando, mas ninguém respondeu. Provavelmente estava sozinho na serra. 4º dia Acordei de manhã ouvindo pingos de chuva na barraca. Já estava começando a prever a dificuldade que iria passar fazendo o resto do trajeto na lama, mas tive sorte, era apenas uma nuvem passageira. Sai cedo do cerro verde, andei um pouco em trilha aberta e logo me embrenhei no mato. Um verdadeiro enrosca-enrosca. Acabei perdendo nos galhos a minha toca que estava presa na cintura. Recomendo deixar a tampa da mochila abaixo da cabeça, pois caí algumas vezes por te-la enroscado em galhos. Tucum e sua leve subida. Peguei uma trilha recente, ao invés da original, que descia até um riacho. A subida do Tucum começa a partir dali, bem tímida no inicio, leve, beem tranquila, e de uma hora pra outra vai ficando cada vez mais inclinada, tanto que já não andava mais, praticamente escalava, tendo ate corda em um ponto pra auxiliar na subida. Cansa pra caramba.!! O Camapuã estava próximo, a trilha foi bem fácil. Cheguei lá às 9 horas da manha. Vendo o Ciririca daquele ângulo, veio o arrependimento de não ter passado por lá também, e quem sabe o Agudo da Cutia logo à frente! rsrsr mas ai eu precisaria de mais um ou dois dias e mais mantimentos. Olhei para o mapa e havia um borrão bem na parte onde estava a demarcação do caminho depois do Camapuã, causado pelo suor que umedeceu o bolso da calça. O jeito foi seguir as informações que recebi: ir na direção de uma estradinha que pode ser vista de cima do Camapuã. O problema é que avistei duas, uma na minha frente e outra logo a esquerda. A da frente me pareceu mais confiável, pois vi até uma fazendinha ali perto, que imaginei ser a da bolinha. Desci e ora a trilha sumia, ora reaparecia bem pequena, em momentos havia só rocha e nenhuma trilha, andava para direita e só via rocha, voltava pra onde estava, seguia enfrente e nada. Peguei um caminho que levava a lugar nenhum! O que me confortava era que tinha 1 litro e meio de agua ainda. Olhei ao redor e avistei a outra estrada lá em baixo das montanhas, bem longe, a esquerda. Só podia ser aquela. Tanto esforço pra nada. Refiz o trajeto de volta ao Camapuã. Cheguei lá em cima e finalmente encontrei a trilha correta, bem batida, a esquerda de quem vem do Tucum. Dali pra frente é só descida com muito riacho pra atravessar. Cheguei na fazenda da bolinha 1 hora da tarde, já com as pernas latejando devido a longa trilha que andei quase sem pausa pra descanso. Não havia ninguém na fazenda e acabei fazendo meu almoço ao lado de um riacho ali perto. Só depois de devorar a comida que o pessoal da fazenda chegou. Bati um papo com eles e entreguei as varetas que encontrei. Estava terminando minha travessia. Fui andando da fazenda bolinha até o posto do Tio Doca, em torno de uma hora de caminhada, relembrando tudo que aconteceu. Ficou aquela vontade de continuar explorando aquela serra, subir nos picos que deixei pra trás, mas já não tinha mais tempo nem mantimentos, só me restava voltar pra casa. Digo sem duvidas que foi um dos lugares mais bonitos que já visitei. Ainda vou voltar lá não só uma, mas várias vezes, a beleza daquele lugar é indescritível. Espero ter ensinado alguma coisa a vocês com meus perrengues rsrsrs e quem sabe ter mudado a ideia de muitos que vão a serra do Ibitiraquire só pra subir o Pico do Paraná.
  7. Fala Otavio, obrigado pela ajuda Sua altura é de 1,10 m, lagura 1,34 , comprimento 2,12 Com certeza!! depois não seria nada facil achar os restos dela lá no PP!
  8. Olá, gostaria de tirar algumas duvidas quanto a resistência da minha barraca a ventos fortes Tenho uma ferrino wing, que resiste muito bem , mas estou querendo poupa-la pra coisas mais hard. Recentemente comprei uma MEC Camper 2, que com os dois avances fica em um formato similar a uma pirâmide. Segue aqui a foto da MEC Camper 2, Gostei muito dela, tem um bom peso 2,3 kg, bom espaço interno, duas portas, impermeabilização do piso de 10.000 ml coluna d'agua, sobre teto de 2.000. Sua estrutura é formada por duas varetas cruzadas de alumínio, e com o seu formato, acredito que de mais resistencia ao vento, porém estou em duvida se ela aguenta bem ventos fortes como os que fazem no PP, por exemplo.
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