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Evandro Sanches

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Sobre Evandro Sanches

  • Data de Nascimento 21-12-1971

Bio

  • Ocupação
    Professor de Geografia

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  1. Tudo bem, Érica? Estou pensando em ir em julho e queria saber de você que imagino que já esteja por aí como é que está o nível das represas. Dizem que tem ano que elas não enchem, o que diminui o impacto da sua beleza.
  2. Olá, D. Fabiano! Então, ao contrário de outros países árabes em que entrar em uma mesquita não é proibido, no Marrocos é assim, menos nessa, ou seja, só é possível participar das visitas-guiadas, pagas e nos horários estipulados. Mas, como eu escrevi, acabei não visitando por dentro pois o tempo foi curto e eu durmo muuuito, o que restringe alguns passeios.
  3. 15-11: Cansadíssimo de toda atividade acumulada até aqui mas muito feliz mesmo, dormi até mais tarde do que o previsto e só fui chegar na mesquita Hassan II (é a maior do Marrocos, terceira maior do mundo, porém a mais alta) às 10:30 da manhã (10 dirhans de taxi, só aceitei veículo com taxímetro; fiquem de olho nisso), perdendo os dois primeiros passeios guiados (iniciaram-se às 9:00 e às 10:00) de uma hora de duração. Pra esperar o próximo, corria o risco de chegar ao hotel depois do horário do check out e até de ir pro aeroporto muito tarde, então, infelizmente, cancelei a visita ao interior
  4. De tudo que vivi em Portugal, acredito que algumas das experiências imperdíveis foram: 1 - Lisboa: que linda, que agradável, que gostoso andar por ali, se perder naquelas ruas, comer em qualquer lugar, parar pra contemplar o Tejo e deixar a vida passar. E tão mais barata que a maioria das outras metrópoles europeias. Sem falar que tem Sintra logo ali, e o mar do outro lado, com as praias da Caparica e Cascais a um "pulinho", e o Oceanário. É um "pacote" meio imbatível! Por tantas e tão empolgantes opções (e tão integrada à natureza), tornou-se, junto de Londres, minha metrópole favorita n
  5. Olá, D FABIANO! Então, paguei 5 dirhans (uns 2,50 reais) pela mala, que é sempre cobrada à parte ao se deslocar de ônibus. Fiz dois trechos com ônibus: Tânger-Chefchaouen e Chefchaouen-Fez. Em Tânger quase todo mundo entende espanhol (é muto próximo da Espanha) e em Chefchaouen me comuniquei em inglês, numa boa. Nos demais trechos, usei trem (comunicando-me em inglês, tanto nos guichês quanto com os conferentes nos vagôes) e durante sete dias com uma van em um tour, com todo o pessoal falando português e o guia espanhol. Comigo foi tudo muito tranquilo, o povo marroquino é muito solícito, dá
  6. 14-11: Muita gente não vê graça em Casablanca. Claro, é uma questão de gosto. E acho que a maioria vem cheio de expectativas para o passeio no deserto ou às mais tradicionais “cidades imperiais” (Rabat, Fez, Méknes, Marraqueche...). Particularmente, apesar de serem cidades diferentíssimas, depois de Chefchaouen (desses lugares em que passaria semanas, se possível), foi o lugar que mais gostei no Marrocos. Muito mesmo. E o que fiz ali de tão incrível assim? Quando comecei esta longa viagem, passei um dia em Casablanca pra baratear a passagem pra Lisboa, bem mais em conta com essa parada. Isso s
  7. 13-11: Com o check out no hotel se encerrou a responsabilidade da agência que organizou o tour. Despedi-me dos participantes, alguns pegariam voo já de manhãzinha e outros continuariam um outro passeio pelas “cidades imperiais” e Chefchauen; ensaiei um bate-volta pra Essaouira mas resolvi ficar por Marraqueche mesmo, principalmente pra comprar lembrancinhas pra família e pros “parças” e, quem sabe, conhecer mais alguma coisa. Muita enrolação e dúvida sobre presentinhos depois e resolvi abolir o passeio, almoçar, ir pra estação de trem e dali pra Casablanca onde meu voo para o Brasil sairia dia
  8. 12-11: Assim seria o sexto dia do tour: visita cultural da medina de Marraqueche com guia oficial local falando português. Bom, Além do hotel e do guia ao longo do dia, o roteiro do passeio vinculado ainda ao tour da agência incluía uma caminhada com as seguintes visitas: - Escola corânica Ben Youssef; - Museu de Marrakech; - Souks (mercados) e Praça Jema El Fna; - Palácio Bahia; - Bairro Judeu; - Túmulos Saadianos. Entretanto, as entradas pros monumentos são por conta de cada turista, e se visitados todos, totalizariam cerca de 10 a 12 €.
  9. 11-11: Ouarzazate - casbah Taourirt - casbah Tifoultoute - estúdio de cinema - Alto Atlas – Marraqueche. Depois de pernoitar no Dar Rita (Ouarzazate), o destaque nesta volta pra Marraqueche, foi o Atlas Studio (bem próximo a Ouarzazate), onde vários filmes hollywoodianos foram rodados (Gladiador, O Segredo da Múmia, a versão recente de Bem Hur, Noé, Kundun etc.). Muito legal, pois visita-se o que sobrou dos cenários, que se tornam uma fonte de renda (ingresso a 40 dirhans), mas dá pra dizer que tudo é infinitamente menos imponente do que se torna no cinema. Os cenários que representam a “Arábi
  10. Olá, D Fabiano! Então, o Marrocos é um país bastante tolerante quanto à indumentária, principalmente em relação a estrangeiros. Vi de tudo por ali, até garotas com camisetas cavadas, mangas curtas, blusa de alcinha, e quanto aos homens só não vi gente sem camisa ou de bermudas. Mas entre estrangeiros é comum usar bermuda. Mesmo entre eles, há uma grande parcela que já não usa vestes tradicionais.
  11. Valeu, Adriana, obrigado! É que são experiências extremamente inspiradoras. Daí, tudo ganha uma cor, um jeito, um sentimento.
  12. Moçada, resolvi postar também algo que tive a ideia há um tempo atrás mas depois esqueci completamente, mas que gosto quando vejo outros participantes do mochileiros fazendo coisa parecida: elencar quais as experiências mais incríveis da viagem. Aqui vão: 1. Indescritível passeio por Roma tarde da noite, a pé e quase solitariamente. Coliseu, Foro Romano, monumento a Vitorio Emanuele II, Fontana de Trevi... vão se sucedendo como se fosse natural tanta história e monumentalidade prum lugar só, mas que jamais alguém lamentará! Conciliar isso com um vinhozinho pra encerrar então...
  13. 10-11: neste quarto dia de viagem programada, o roteiro informado pela organização foi esse: “Acampamento nas dunas de Erg Chebbi - Merzouga - Erfoud - Tinjdad - Gargantas do Todra - Boulmane - Kelaa Mgouna - Skoura - Ouarzazate. Nascer do sol no deserto, passeio de dromedário de volta ao transporte. Partida em direção às gargantas do Todra e passagem por Erfoud. Passagem por Boulmane do Dades e o Vale das Rosas. Passagem por Skoura pela Rota das 1000 kasbahs - jantar e dormida em Ouarzazate no Riad Dar Rita http://www.darrita.com/hotel-marrocos/.” Ou seja, muitos des
  14. Valeu, RPN, obrigado! Eu amo o "mochileiros.com", tinha também que colaborar de alguma forma.
  15. 09-11: Ida pro Erg Chebbi, o mítico passeio ao deserto do Saara. Roteiro: Ouarzazate – Agdz - Vale do Draa, o maior rio do Marrocos – Nkob - Tazzarine - Alnif - Rissani - Merzouga. O que eu não esperava era que a maioria das localidades citadas no roteiro seriam apenas avistadas ao longe. De fato, pelo tempo que dispúnhamos e a grande distância a ser percorrida, não daria mesmo para um detalhamento de cada lugar. Apenas em Rissani é que houve uma parada mais demorada para se visitar um mercado local, interessante para adentrar melhor no cotidiano do Marrocos profundo. De qualquer forma, não ha
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