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Evandro Sanches

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Tudo que Evandro Sanches postou

  1. Tudo bem, Érica? Estou pensando em ir em julho e queria saber de você que imagino que já esteja por aí como é que está o nível das represas. Dizem que tem ano que elas não enchem, o que diminui o impacto da sua beleza.
  2. Olá, D. Fabiano! Então, ao contrário de outros países árabes em que entrar em uma mesquita não é proibido, no Marrocos é assim, menos nessa, ou seja, só é possível participar das visitas-guiadas, pagas e nos horários estipulados. Mas, como eu escrevi, acabei não visitando por dentro pois o tempo foi curto e eu durmo muuuito, o que restringe alguns passeios.
  3. 15-11: Cansadíssimo de toda atividade acumulada até aqui mas muito feliz mesmo, dormi até mais tarde do que o previsto e só fui chegar na mesquita Hassan II (é a maior do Marrocos, terceira maior do mundo, porém a mais alta) às 10:30 da manhã (10 dirhans de taxi, só aceitei veículo com taxímetro; fiquem de olho nisso), perdendo os dois primeiros passeios guiados (iniciaram-se às 9:00 e às 10:00) de uma hora de duração. Pra esperar o próximo, corria o risco de chegar ao hotel depois do horário do check out e até de ir pro aeroporto muito tarde, então, infelizmente, cancelei a visita ao interior
  4. De tudo que vivi em Portugal, acredito que algumas das experiências imperdíveis foram: 1 - Lisboa: que linda, que agradável, que gostoso andar por ali, se perder naquelas ruas, comer em qualquer lugar, parar pra contemplar o Tejo e deixar a vida passar. E tão mais barata que a maioria das outras metrópoles europeias. Sem falar que tem Sintra logo ali, e o mar do outro lado, com as praias da Caparica e Cascais a um "pulinho", e o Oceanário. É um "pacote" meio imbatível! Por tantas e tão empolgantes opções (e tão integrada à natureza), tornou-se, junto de Londres, minha metrópole favorita n
  5. Olá, D FABIANO! Então, paguei 5 dirhans (uns 2,50 reais) pela mala, que é sempre cobrada à parte ao se deslocar de ônibus. Fiz dois trechos com ônibus: Tânger-Chefchaouen e Chefchaouen-Fez. Em Tânger quase todo mundo entende espanhol (é muto próximo da Espanha) e em Chefchaouen me comuniquei em inglês, numa boa. Nos demais trechos, usei trem (comunicando-me em inglês, tanto nos guichês quanto com os conferentes nos vagôes) e durante sete dias com uma van em um tour, com todo o pessoal falando português e o guia espanhol. Comigo foi tudo muito tranquilo, o povo marroquino é muito solícito, dá
  6. 14-11: Muita gente não vê graça em Casablanca. Claro, é uma questão de gosto. E acho que a maioria vem cheio de expectativas para o passeio no deserto ou às mais tradicionais “cidades imperiais” (Rabat, Fez, Méknes, Marraqueche...). Particularmente, apesar de serem cidades diferentíssimas, depois de Chefchaouen (desses lugares em que passaria semanas, se possível), foi o lugar que mais gostei no Marrocos. Muito mesmo. E o que fiz ali de tão incrível assim? Quando comecei esta longa viagem, passei um dia em Casablanca pra baratear a passagem pra Lisboa, bem mais em conta com essa parada. Isso s
  7. 13-11: Com o check out no hotel se encerrou a responsabilidade da agência que organizou o tour. Despedi-me dos participantes, alguns pegariam voo já de manhãzinha e outros continuariam um outro passeio pelas “cidades imperiais” e Chefchauen; ensaiei um bate-volta pra Essaouira mas resolvi ficar por Marraqueche mesmo, principalmente pra comprar lembrancinhas pra família e pros “parças” e, quem sabe, conhecer mais alguma coisa. Muita enrolação e dúvida sobre presentinhos depois e resolvi abolir o passeio, almoçar, ir pra estação de trem e dali pra Casablanca onde meu voo para o Brasil sairia dia
  8. 12-11: Assim seria o sexto dia do tour: visita cultural da medina de Marraqueche com guia oficial local falando português. Bom, Além do hotel e do guia ao longo do dia, o roteiro do passeio vinculado ainda ao tour da agência incluía uma caminhada com as seguintes visitas: - Escola corânica Ben Youssef; - Museu de Marrakech; - Souks (mercados) e Praça Jema El Fna; - Palácio Bahia; - Bairro Judeu; - Túmulos Saadianos. Entretanto, as entradas pros monumentos são por conta de cada turista, e se visitados todos, totalizariam cerca de 10 a 12 €.
  9. 11-11: Ouarzazate - casbah Taourirt - casbah Tifoultoute - estúdio de cinema - Alto Atlas – Marraqueche. Depois de pernoitar no Dar Rita (Ouarzazate), o destaque nesta volta pra Marraqueche, foi o Atlas Studio (bem próximo a Ouarzazate), onde vários filmes hollywoodianos foram rodados (Gladiador, O Segredo da Múmia, a versão recente de Bem Hur, Noé, Kundun etc.). Muito legal, pois visita-se o que sobrou dos cenários, que se tornam uma fonte de renda (ingresso a 40 dirhans), mas dá pra dizer que tudo é infinitamente menos imponente do que se torna no cinema. Os cenários que representam a “Arábi
  10. Olá, D Fabiano! Então, o Marrocos é um país bastante tolerante quanto à indumentária, principalmente em relação a estrangeiros. Vi de tudo por ali, até garotas com camisetas cavadas, mangas curtas, blusa de alcinha, e quanto aos homens só não vi gente sem camisa ou de bermudas. Mas entre estrangeiros é comum usar bermuda. Mesmo entre eles, há uma grande parcela que já não usa vestes tradicionais.
  11. Valeu, Adriana, obrigado! É que são experiências extremamente inspiradoras. Daí, tudo ganha uma cor, um jeito, um sentimento.
  12. Moçada, resolvi postar também algo que tive a ideia há um tempo atrás mas depois esqueci completamente, mas que gosto quando vejo outros participantes do mochileiros fazendo coisa parecida: elencar quais as experiências mais incríveis da viagem. Aqui vão: 1. Indescritível passeio por Roma tarde da noite, a pé e quase solitariamente. Coliseu, Foro Romano, monumento a Vitorio Emanuele II, Fontana de Trevi... vão se sucedendo como se fosse natural tanta história e monumentalidade prum lugar só, mas que jamais alguém lamentará! Conciliar isso com um vinhozinho pra encerrar então...
  13. 10-11: neste quarto dia de viagem programada, o roteiro informado pela organização foi esse: “Acampamento nas dunas de Erg Chebbi - Merzouga - Erfoud - Tinjdad - Gargantas do Todra - Boulmane - Kelaa Mgouna - Skoura - Ouarzazate. Nascer do sol no deserto, passeio de dromedário de volta ao transporte. Partida em direção às gargantas do Todra e passagem por Erfoud. Passagem por Boulmane do Dades e o Vale das Rosas. Passagem por Skoura pela Rota das 1000 kasbahs - jantar e dormida em Ouarzazate no Riad Dar Rita http://www.darrita.com/hotel-marrocos/.” Ou seja, muitos des
  14. Valeu, RPN, obrigado! Eu amo o "mochileiros.com", tinha também que colaborar de alguma forma.
  15. 09-11: Ida pro Erg Chebbi, o mítico passeio ao deserto do Saara. Roteiro: Ouarzazate – Agdz - Vale do Draa, o maior rio do Marrocos – Nkob - Tazzarine - Alnif - Rissani - Merzouga. O que eu não esperava era que a maioria das localidades citadas no roteiro seriam apenas avistadas ao longe. De fato, pelo tempo que dispúnhamos e a grande distância a ser percorrida, não daria mesmo para um detalhamento de cada lugar. Apenas em Rissani é que houve uma parada mais demorada para se visitar um mercado local, interessante para adentrar melhor no cotidiano do Marrocos profundo. De qualquer forma, não ha
  16. 08-11: O roteiro deste dia foi o seguinte: Marraqueche - Talouet - Ait Benhaddou - Ouarzazate, passando pelo vale do Ounila, pelas montanhas do Alto Atlas e em uma cooperativa de fabricantes de óleo de argan, entre outros produtos locais. Já nesse trecho ficaram claríssimos o ponto alto e o ponto fraco do passeio. Como os irmãos organizadores Rita e João são portugueses, é com falantes da nossa língua que se viaja, no caso, 14 pessoas numa van, com 4 portugueses e os demais, brasileiros, mais o motorista e o guia marroquinos. E isso facilita a integração. Demos sorte pois a harmonia que
  17. 05-11: Visita a Rabat. Fui parar na capital do Marrocos devido a um erro bisonho. Comprei uma passagem de trem pra visitar Meknes (22 dirhans), próxima a Fez. Mas, ali, temos duas estações de trem. Me sentindo na Suíça, deixei passar a primeira e esperei pela segunda, mais próxima da medina, isso segundo o google maps. Que passou sem que o trem parasse. E lá fui eu à procura do fiscal ou um funcionário que soubesse inglês ou espanhol e me esclarecesse pra onde o trem estava indo agora e como fazer pra voltar. Esclarecido tudo, mudei de planos. Fui à Rabat, capital do Marrocos (mais 80 dirhans)
  18. 04-11: Passeio por Fez. Saí de manhã do hostel com a intenção de conhecer a medina, no que foi um dia, digamos, teeeenso! Já li trocentos relatos de gente que se viu ou em maus lençóis pelo assédio ou mal entendidos com pretensos guias ou gente “querendo” ajudar. Estava vacinadíssimo pra essas situações. E lá fui eu seguindo meu guia Lonely Planet, melhor do que qualquer outro de carne e osso competente ou não. É um caminho linear, mas com desvios pra atrações próximas, onde se passa por um portal lindão, depois pelo bairro judeu, onde havia uma sinagoga e um cemitério em evidência (este estav
  19. 02-11: Cortei a barba em um barbeiro da medina (15 dirhans); comi um doce que eu não consigo entender o nome quando o carinha vende (2 dirhans cada, geralmente compro uns 3 cada vez que passo ali – fica na rua da praça principal da medina). Se eu disser que é muito bom, não dá ainda a dimensão real da coisa. É divino. Antes, tentei uma atividade sugerida pelo Lonely Planet, que é acompanhar o leito do rio Ras El Maa, a partir do portão Bab Onsar da medina, até a Avenida Melilla, mas, contrariando o guia, já não é possível fazer esse percurso integralmente pois acredito que algumas mudanças ao
  20. Olá, pessoal que frequenta o site “Mochileiros.com”. Depois de muita enrolação, segue aqui o meu relato de uma viagem de 16 dias pelo Marrocos, a partir da Espanha, de 31 de outubro a 15 de novembro de 2017. Fez parte de uma viagem maior que começou em 30 de agosto e em que percorri Portugal, Suíça, Itália, Londres, Paris, Madri, e que finalizei com o Marrocos. Por sua vez, essa viagem “maior” fez parte de um 2017 semi-sabático e que me trouxe muuuita realização. As informações que obtive neste site nessa e em praticamente todas minhas viagens recentes sempre foram muito relevantes. Então, est
  21. Depois de muito enrolar, aqui vai meu relato para o mochileiros.com, site que tanto me ajudou em praticamente todas minhas viagens. Espero que possa ajudar a quem se interessar, é meu único propósito, retribuir de alguma forma. Essa viagem foi longa (83 dias), passando por Marrocos (um dia), Portugal (19 dias), Suíça (8 dias), Itália (19 dias), Londres (seis dias), Paris (cinco dias), Espanha (cinco dias), Marrocos novamente (15 dias) e cidade de São Paulo no restante dos dias. Faz parte de um projeto bacana que transformou 2017 em um ano semi-sabático. Sou professor de geografia, moro em Nhan
  22. Olá, Rick Wakeman! Eu não passei pela imigração pois tenho cidadania espanhola, então fui direto para a fila dos cidadãos da União Europeia,além do que o meu passaporte espanhol é o "eletrônico", ou seja, desses novos que tem um logotipo na capa que parece um olho (o meu passaporte brasileiro também é assim), o que significou somente parar em frente a uma máquina que te fotografa e passar o passaporte na leitura ótica. Nem vi nem falei com ninguém, é tudo muito prático.
  23. Fotos, pela ordem: 1 - Castelo de São Jorge, Lisboa 2 -Quinta de Regaleira, Sintra 3 - Palácio da Pena - Sintra 4 - Praça em frente ao Padrão do Descobrimento, vista do alto do monumento 5 - Lagos, Algarve 6 - Lagos, Algarve 7 - Restaurante Pintos, em Lagos, pra se ter uma ideia dos preços ali praticados 8 - Monsaraz, 9 - "Revestimento" da Capela dos Ossos, Évora 10 - Museu do Presépio, lindão, Évora 11 - Praça principal de Tomar 12 - Paisagem recorrente vista do trem, no vale do Douro 13 - Santuário de Bom Jesus, Braga
  24. Olá, D Fabiano! Obrigado pela informação! Então, eu já tinha passado antes por Portugal, o relato já está postado. Resolvi que postaria por país pois sabia que ia ficar muito longo e talvez desanimaria pra ler. Depois da Suíça eu fui pra Itália, o relato tá quase pronto. Só vou dar uma revisadinha e já boto ele no tópico "Itália". Neste momento, estou no Marrocos. Então, eu tenho cidadania espanhola, então é só parar na frente de um equipamento, passar o passaporte em outro e tá tudo certo, nem precisa conversar com ninguém nem mostrar nada. Nem fila tinha.
  25. Percebi esses dias que tinha colocado meu “relato de viagem” pela Suíça no tópico “roteiros de viagem”. Agora sim, aqui está no lugar certo! Depois de muito enrolar, aqui vai meu primeiro relato para o mochileiros.com, site que tanto me ajudou em praticamente todas minhas viagens. Espero que possa ajudar a quem se interessar, é meu único propósito, retribuir de alguma forma. Essa viagem está sendo longa (83 dias), passando por Marrocos (um dia), Portugal (19 dias), Suíça (8 dias), Itália (19 dias), Londres (seis dias), Paris (seis dias), Espanha (cinco dias), Marrocos novamente (15 dias)
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