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lucasbeltrao

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  1. cara, uma das mais legais é o Caminho do Itupava.... de uma olhada também sobre o Pico do Marumbi.

  2. Falae pessoal, blz Moro em Curitiba. Agora no verão estarei descendo pra floripa de bat-volta toda sexta até domingo. Quem quiser dar um alo ai pra umas parcerias de trilhas e umas praias diferentes, dá um alo ai, ou chama no nosso grupo do whats https://chat.whatsapp.com/LQkVWr6at7qK9h1xpVTsOn flw
  3. falae pessoal, criamos um grupo no whats da galera que estará em floripa em janeiro fevereiro, pra combinar os roles, e etc. da um alo la https://chat.whatsapp.com/LQkVWr6at7qK9h1xpVTsOn flw
  4. falae, criamos um grupo no whats da galera que estará em floripa em janeiro fevereiro, pra combinar os roles, e etc. da um alo la https://chat.whatsapp.com/LQkVWr6at7qK9h1xpVTsOn flw
  5. July, sou de ctba, agora em janeiro e fevereiro estarei descendo pra floripa nos fds, de sexta a domingo... da um alo ai, criamos um grupo no whatsapp até pessoal, criamos um grupo no whats para quem vai estar em floripa em janeiro, pra galera poder combinar os roles, praia, trilha, baladas, etc: https://chat.whatsapp.com/LQkVWr6at7qK9h1xpVTsOn entra ai
  6. Olá pessoal, estou aqui para deixar mais um breve relato de uma viagem que fiz para a Coréia do Sul, breve mesmo, porque a viagem foi apenas de 1 semana. Consegui as passagens em uma barbada de promoção pela Qatar Airlines, por apenas R$ 1500,00 ida-e-volta, com o vôo saindo de Florianópolis. O vôo segue para Buenos Aires, operado pela GOL, volta para São Paulo (parada técnica), e depois e são 18h até Doha no Qatar, e mais 8h até Seul. A viagem é puxada, nunca tinha ido “tão longe”. Vale a pena todas aquelas dicas para vôos longos, de se alongar, e exercitar nos corredores do avião. Sobre a Qatar Airlines, sem comentários, muito bom o serviço de bordo, refeições, e até o espaço nos assentos da econômica, para mim de 1,92m, foram o suficientes. Sempre fico de olho em promoções como esta no site MelhoresDestinos.com Chegando em Seul, pelo aeroporto de Incheon, a melhor forma de chegar até a cidade é pelo metrô. Sem dúvidas, um dos melhores sistemas de metrô do mundo. Logo na saída do aeroporto há maquinas onde você pode comprar o cartão do metrô, uma espécie de bilhete único, e na máquina ao lado já carrega-los com os créditos necessários. Para tanto, você precisará já estar em posse da moeda local, wons. Para facilitar nossas contas, aproximadamente 1000 wons = 1 dólar americano (em fevereiro 2018). As máquinas têm menu e inglês e são bem intuitivas para comprar o cartão e recarrega-lo. As tarifas do metrô são conforme o trecho que você anda, havendo “catracas” na entrada e na saída da estação, onde você deve encostar o seu cartão. Os trechos custam em média 1500 wons. O trecho do aeroporto até o “centro” da cidade, fica em média 4500 wons. Você pode considerar em média 4 passagens de 1500 wons por dia, para bater perna e turistar pela cidade. O cartão pode ser utilizado nos ônibus também e taxis. Porém só utilizei metrô por lá. Fiz uma simulação pra ver um preço de Uber lá um dia, mas absurdamente caro, sem chance para nós plebeus. Comprei a passagem em junho de 2017, para fevereiro de 2018, que seria o “auge do inverno”, tanto que estavam para começar os jogos olímpicos de inverno por lá. Portanto fui preparado para um frio e neve que chegaram a menos 20ºC. Comprei dois jogos de calça-térmica e blusa-térmica (chamada também de segunda-pele) na Decathlon, que foram muito úteis. Hospedagem: optei em ficar no bairro de Hongdae, que pelas minhas pesquisas era o bairro “noturno” da cidade, com vários bares, boates, restaurantes, além da proximidade com as universidades da cidade, que o torna frequentado por um público mais ‘hipster’. De fato, o bairro é muito movimentado e agitado, e quase tudo funciona 24h, desde o comércio, até as tradicionais lojas de conveniência, que há praticamente uma em cada esquina. Há muitos hostels concentrados por lá. Há outras pequenas concentrações em outros bairros da cidade. Entre as prioridades, o melhor é ficar próximo à uma estação de metrô. Por toda a Seul há muitas lojas de conveniência 24h, praticamente uma em cada esquina. Não ria do nome... Fiquei no Hostel chamado SEUL I GUESTHOUSE, fiz a escolha baseado no hostelworld, pois haviam mais avaliações para este hostel, e estava localizado há apenas 1 quadra da estação de metrô Hongnik University. Isso facilitou muito a minha vida por lá. O hostel não tem nada de mais, é muito simples, com todas as facilities funcionando bem (wi-fi, aquecimento....). É uma grande casa de 3 andares; o curioso é que não fica nenhum funcionário lá a partir das 19h; apenas os hóspedes. Quando cheguei, já havia sido informado por e-mail, para fazer um self check-in. Havia na porta um envelope colado com meu nome na porta do hostel, com as chaves e orientações para minha hospedagem. Na cama e quarto indicados estavam o enxoval (toalhas, lençóis, etc). Não tive problemas. No dia seguinte, compareci a recepção para fazer o pagamento e etc. Há muitos outros hosteis na região, vale a pena pesquisar bem, qual perfil você prefere mais. O importante é ficar próximo a uma estação de metrô. Este hostel é muito simples, porém esta peculiaridade de ficarem apenas os hóspedes a noite pode ser legal para ser fazer mais amizades e enturmar com os mochileiros. Visita a Zona Desmilitarizada (DMZ). Fronteira entre as Coréias do Sul e do Norte Sim, é possível visitar este local, apesar do clima tenso entre as duas coréias; vale muito a pena para quem gosta de História, Política e afins este passeio. Pelo que pesquisei só é possível fazê-lo por meio de agências de turismo. O passeio consiste em visitar o lado sul-coreano da fronteira entre os dois países, onde há uma linha de 4km de comprimento que se estende entre as coréias, servindo como uma fronteira. Tal “linha” existe desde o acordo de cessar-fogo entre os países, que teoricamente nunca terminaram a guerra iniciada entre eles anos 50. Visita a um dos museus na Zona Desmilitarizada No lado sul coreano, há uma base militar, administrada pela ONU, com militares de alguns países, como os EUA por exemplo, sul-coreanos, e etc. É possível visitar algumas instalações, e outros locais como por exemplo, a sala onde ocorrem as conferências entre as duas coréias, alguns museus e memoriais; tudo sob um clima meio tenso. Nosso passeio foi assistido por um guia, muito simpático da empresa de turismo, e um soldado norte-americano mal encarado. Lembrei um pouco meus tempos de quartel aqui no Brasil, andar em fila, e obedecendo ordens (como por exemplo, tirar fotos, só dos locais autorizados). Visita a uma das salas de conferência na DMZ. Sempre vigiados pelos soldados. Os pontos altos do passeio são uma visita a um mirante, onde pode-se avistar a primeira cidade Norte-Coreana, chamada de Peace Village, a alguns metros dali, e também a visita aos túneis de infiltração, construídos para uma provável invasão à Coreia do Sul pela Coréia do Norte. Os túneis foram descobertos nos anos 90, e é possível entrar em um deles para conhecer. Realmente é um passeio muito interessante para quem gosta deste tipo de assunto. O almoço ocorre por lá mesmo, vi outras pessoas dizendo que foram levadas à um restaurante lá na base. Estação de trem na zona desmilitarizada, rumo à Coreia do Norte. No nosso caso, nos levaram até um “refeitório”, desses de quartel mesmo, onde inclusive comiam os soldados. O almoço era pago a parte, por 10.000 wons, e estava muito bom, no estilo “bandeijão”, com comida (e Yakult, hehe) a vontade. Pode-se levar o próprio lanche também (para os mais muquiranas) e comer por lá mesmo. Você poderá encontrar várias informações em outros sites e blogs, inclusive com indicações das agências de turismo. Eu fiz pela KORIDOOR, e não tive problemas. Pelo menos com 2 semanas de antecedência, procure reservar o passeio, por meio do site deles, é bem simples, e todo em inglês; depois envie os documentos (cópia do passaporte e dados do seu cartão) para confirmar a reserva. Eu fiquei com algumas dúvidas, e fui enviando e-mails, demorava as vezes pouco mais de 24h, mas tive todas as dúvidas respondidas. Fiquei receoso de enviar os dados do cartão de crédito (incluindo o código CVV), mas deu tudo certo. A minha reserva do Hostel também foi desta forma. (É preciso estar na agência as 7h da manhã, os passeios saem geralmente as 7h30, e retornam por volta as 16h. É muito fácil chegar na agência, fica ao lado de uma Base Militar Norte-Americana em Seul. Há uma estação de metrô próxima. Como deveria estar lá cedo as 7h, sai de Hongdae as 6h15, e logo cheguei lá, com os metrôs vazios ainda. O passeio pela KORIDOOR saiu 92,00 dólares. Certifique-se que você está indo fazer o tour completo, que inclui a visita à DMZ, JSA e ao Terceiro Túnel de Infiltração. Existem passeios mais baratos e mais enxutos, que não visitam todos os pontos, mas na minha opnião não vale a pena. Noitada / Balada Como eu mencionei, o bairro onde me hospedei, Hongdae, é um centro de bares e baladas. A maioria delas têm entrada gratuita, e os bares, são pequenos e “charmosos”, onde você pode comer várias comidas típicas. Eu fui á um encontro do Couchsurfing (uma rede social de viajantes, que tem pessoas do mundo todo, procure pesquisar sobre...), que ocorre semanalmente em um bar. Era um barzinho simples, meio de subsolo, Platte Bar, imagino que eles possam eventualmente alterar o dia e local do encontro, neste caso, foi em uma sexta-feira. Tinham umas 30 pessoas, gente do mundo todo, mochileiros em geral, e alguns locais, sul-coreanos. Galera muito simpática e gente boa, o bar bem “barateza”, comparado à outros por ali. Lembro que o shot de tequila estava 1000 wons, aí já viu né. Lá pelas tantas, o pessoal animou de ir em uma balada, já deviam ser umas 2h00 da manhã, as ruas estavam cheias, apesar do frio de -10º C. Sei que a balada era perto, não tenho idéia onde, ou o nome do local. Como a maioria era de graça para entrar, e estava rolando em geral hip-hop e hits americanos. Ficamos lá até de manhã quase. Voltei para o hostel caminhando, lá pelas 5h00. Estava muito frio, e nevando; mas foi uma noite muito legal. Para quem gosta de agito, vale a pena informar-se sobre o Couchsurfing e seus encontros. Encontro (Meeting) com o pessoal do Couchsurfing Roteiro de passeios: Fiz o roteiro em Seul, baseado em vários sites que indicavam os pontos turísticos da cidade. A grande dica foi locar estes pontos no Google Maps, para dividir conforme os dias, quais pontos visitar, quais linhas de metro pegar e etc. Feito isso, imprimi os mapas, e salvei também no meu celular, já com os pontos marcados (no PaintBrush mesmo), isso foi muito útil para se localizar nas ruas, pegar algum senso de direção, e eventualmente pedir informações no meio da rua, mesmo sem falar coreano, apenas apontando no mapa para as pessoas. E sim, os coreanos no geral eram muito simpáticos e solícitos quanto à isso. Bastava tirar o mapa do bolso, no meio da rua e parava alguém perguntando se eu queria ajuda. Nem todos falam inglês por lá; mas sempre era possível entender algo. Primeiro pesquisei os pontos de interesse em outros sites e relatos. Depois fui juntando pelo Google maps e dando printscreen, os mais próximos e fiz meus roteiros. Verifique no Google Maps, qual a saída da estação de metrô mais próxima do ponto que você deseja ir. As estações são muito grandes, as vezes tinham até 16 saídas. Logicamente há placas em todas elas indicando, isso vai facilitar muito seu rolê. Locais próximos de interesse: 1º) Saindo da Estação de Metrô Anguk, pode-se seguir a pé até o Palácio CHANGDEOKGUNG, visitar ainda a ALDEIA HANOK DE BUKCHON (bairro e casas antigas). Se estiver disposto a andar um pouco mais, volte até o KWANGJANG MARKET (GWANGJANG) para almoçar aquelas comidas típicas dos mercados municipais. Pessoal almoçando no mercado, comidas típicas Neste mercado é um dos poucos lugares que você encontra lembrancinhas “pra turista” do tipo chaveiros, canetas e etc, aproveite. Depois ande pela região de MYEONDONG. Ao lado do mercado há o Rio CHEONGGYECHEON, que é totalmente despoluído e cristalino no meio da cidade, ótimo lugar para se caminhar. Almoço no mercado municipal NORYANGJIN. 2º) Na estação de metro City Hall, você pode conhecer o lugar de mesmo nome, uma enorme galeria de arte, com arquitetura bem peculiar, é lindo o local. Nas proximidades você ainda pode conhecer o Palácio GYEONGBOKGUNG, que é absurdamente enorme, um conjunto de vários palácios. Neste local é comum os turistas, sobretudo os coreanos alugarem roupas típicas dos antigos moradores da Coréia, os hanoks, para visitar o local tipicamente vestidos e tirar umas fotos legais. Turistas com roupas típicas Centro comercial proximo a MYEONDONG Fica a dica. No palácio GYEONGHOERY você pode ver a troca de guarda, conforme o horário. Digitando este nome no google você encontra o site, com os horários prévios. Ao final do dia, pode-se visitar o MONTEM NAMSAM (teleférico, SEOUL TOWER), pegando o metrô em JONGNO 2 GA e descer na estação MYEONG-DONG. Um outro roteiro muito legal, é visitar o MUSEU NACIONAL DA KOREIA. Museu Nacional da Coreia Um lugar de arquitetura espetacular, quando fomos, o espelho d’água à sua frente estava congelado, e a região cheio de neve, imagine a vista. A entrada é gratuita e você pode passear por toda a história da Coréia Sul e boa parte da Ásia, vale muito a pena. Na volta, próximo, aproveite para conhecer o mercado de frutos do mar. NORYANGJIN. O museu fica um pouco mais longe do eixo turístico, há uma estação bem na sua frente. Saindo de Hongdae você poderá gastar em média 1h30 para chegar até lá City Hall DICAS ÚTEIS - Não tem muitas casas de câmbio em Seul, nem nos pontos turísticos. Em Hongdae vi apenas 2, portanto planeje bem o seu câmbio. Obviamente no aeroporto a taxa era maior, troque apenas o suficiente. - Vale a pena comprar um SIM CARD, para dados, será muito útil para consultar o Google Maps, e outras coisas mais. Nas casas de câmbio em geral vendiam chips, paguei 15.000 wons em um chip 4G para 1 semana. No caso, era uma companhia da China, portanto tinha que mudar a configuração do celular para “usar dados em roaming”, para o chip funcionar. É possível “alugar” uma espécie de aparelhinho que transmite os dados em wi-fi, sei que tem no aeroporto, mas não fui atrás de pesquisar. Overdose de miojos - Alimentação no geral, muito cara em restaurantes, porém os lamens (miojo tipo cup nuddles salvaram o rolê, nas lojas de conveniência você verá muitos deles). - Para perguntar o preço dos produtos nas lojas, tenha sempre em mãos o seu celular, para digitar os números e entender o valor que eles estão dizendo. Tentei aprender os números em coreano, mas sem chance. - Os metrôs funcionam até em dia as 0h30, você pode conferir os horários nas estações, portanto planeje bem o seu rolê ou volta para o aeroporto. Se for pra balada, prefira uma no bairro do seu hostel, para voltar a pé, ou esteja disposto a virar a noite fora. - Fiz um seguro saúde pelo site do decolar.com, a epoca 120,00 reais. Não sabia se seria obrigatório. Na dúvida.... Na imigração um funcionário do Ministério da Saúde te examina rapidamente, e tira sua temperatura para poder entrar no país. - Não é obrigatório visto para Coréia do Sul, apenas o passaporte em dia. - A "média universal" de gastos para Seul, tirando a hospedagem, fica na casa dos 100 dolares com folga. Os estabelecimentos passam cartão de crédito, sem a necessidade de digitar a senha. Comprei estas passagens em junho de 2017, para viajar somente em fevereiro de 2018, devido a promoção da Qatar, então pude ler bastante e preparar um roteiro para aproveitar o máximo, pois tinha apenas 1 semana. Só pude escrever este relato agora (Maio), mas espero que possam ajudar nas informações e custos da viagem.
  7. Obrigado gente! é que vou passar por vários paises, fora as conexoes longas em alguns deles... estou vendo qual a melhor opcao.
  8. Olá pessoal, boa tarde. Alguém aqui já utilizou aqueles chips internacionais de dados pre-pagos? Funcionou legal? Estou vendo de comprar um da T-MOBILE, revendido no Brasil pela EasySim4U
  9. Em aeroportos em geral, sempre o cambio é mais caro...... mas vai ser necessário vc trocar um pouco de grana para pagar o taxi por exemplo. Eu estava de usando um cartão de débito pré pago de viagem, então quando cheguei, saquei um pouco de dinheiro num caixa eletronico lá.. No hostel a gente pagou só no dia seguinte, tem como dar uma "negociada", usamos cartão tambémm.
  10. Rezende o Tayrona é um parque muito bacana, quem gosta de camping, vale a pena passar 1 ou 2 noites lá, e se "perder" nas trilhas. Fora isso Santa Marta em si oferece pouca coisa, a praia de Bahia Concha, ali próximo é muito boa também.
  11. Olá pessoal. Sempre pego várias dicas com os relatos de viagens aqui para planejar as minhas, e como de costume, depois deixo o meu relato atualizado para auxiliar os próximos viajantes. Vamos lá, viajamos para a Colômbia (Cartagena, Bogotá e Santa Marta) entre os dias 17 a 31 de janeiro. Compramos as passagens ainda em setembro, pela Copa Airlines. O voo saindo de São Paulo dura 6h30 até Panamá City com conexão para Cartagena, mais 50 minutos. (R$ 1600,00). Sempre olho os preços das coisas no Free Shop de São Paulo, se possível anote o que deseja comprar. Veja os preços novamente no Free Shop de Panamá City, que é enorme. Algumas coisas são mais baratas aqui, outras lá. Na volta acabo decidindo o que levar e onde comprar. Chegamos em Cartagena as 22h. A única forma aparente de se sair do Aeroporto é de táxi. Os taxis por lá são pequenos carrinhos da Nissan (não sei o modelo), cabem pouca bagagem, porta malas minúsculo. Não existe taxímetro, os preços são dados por tabelas de bairro a bairro. Mas a primeira lição é negociar, chorar e pedir desconto. Se o primeiro taxista não der, espere outro, tem muitos táxis circulando na cidade. Conseguimos ir para a cidade amuralhada (El Viajero Hostel) por COPS 8800,00. O El Viajero Hostel era um dos mais caros em Cartagena, em média R$ 65,00 a diária de um quarto compartilhado, porém ele tem uma estrutura muito legal, quartos com ar condicionado, bar, um staff gente boa, café da manhã bom e fica bem localizado na parte antiga da cidade. Como chegamos muito tarde, para não perder tempo na manhã seguinte já pagamos no próprio hostel um passeio até as Isla Baru – Playa Blanca, COPS 50.000,00 pelo transporte, que passa no hostel as 8h da manhã e retorna as 15h da praia. Talvez se você andar pela cidade pode achar esse transporte mais barato, ou até combinar com um taxista esse bat-volta. A Playa Blanca é muito bonita, mar azulzinho. Logo na chegada, vem vários garotos encher o saco para você ir até a barraca deles, passar o dia e etc. Fuja desses caras, se for necessário seja meio grosso. Eles são chatos e insistentes. Escolha você mesmo qual barraca quer ficar na praia, negocie o preço com o dono. Em 4 pessoas, pagamos COPS 50.000,00 pelo uso da mesa cadeiras e guarda-sol. Essas barracas oferecem drinks, cerveja e almoço, porém tudo bem “salgado”. Não tem preço nos cardápios, ou seja, vai de acordo com a cara do gringo. Não vale a pena almoçar, leve lanchinhos, salgadinhos. A cerveja estava cara. COPS 8000,00 a latinha, choramos e ficou por 6000,00. Se você curte ficar isolado, lá nesta praia tem Hostels, não cheguei ver o preço, mas pode ser uma boa, passar a noite lá. A noite na cidade amuralhada é bem movimentada por suas ruas estreitas, tem gente pra cima e pra baixo, turistas. Na praça da torre do relógio se concentram alguns bares. É possível comprar cerveja nos ambulantes. Tem muitas mulheres (prostituição), e muitos caras oferecendo ‘otras cositas más’. Nessa praça fica o Hard Rock Café (nem entrei, mas quem pra quem gosta.....), do lado há um bar animado Donde Fidel, fica lotado, rola salsa, rumba, etc em som mecânico, vale a pena tomar umas ali e ‘rumbiar’ com o pessoal. No dia seguinte fomos até o Castillo de San Felipe, com o sol forte logo cedo, fomos de táxi, COPS 6000,00. A entrada custa COPS 40.000,00 mas vale a pena, é um lugar e tanto pra se conhecer, com uma visão legal da cidade. Vale a pena asssitir o filme em uma das salas para aprender um pouco da história do lugar e de Cartagena. Leve água, muito calor e sol. Atrás do Castillo fica a praça das Botas Viejas, no caminho há um shopping Center ao lado com bons banheiros, hehe. A tarde encontramos um casal de amigos que chegaria naquela manhã, combinamos de ir para uma das praias ‘urbanas’ de Cartagena. Seguimos de táxi até o Hospital de Boca Grande (ponto de referência), de lá você pode pegar lanchas para a praia de Isla de Tierra Bomba. Negociamos a travessia para o nosso grupo de 5 pessoas por COPS 60.000,00 ida e volta. São uns 15 minutos de barco até a ilha. O mar é escuro, não tem nada “de mais”, mas os preços das comidas, bebidas, barracas etc era mais barato, foi legal passar o dia por lá. Na manhã seguinte seguimos para Bogotá de avião. Compramos bilhetes com antecedência da empresa VIVA COLÔMBIA, e saiu bem barato, R$ 215,00 por pessoa na época. Melhor do que encarar esse trajeto de ônibus. Essa empresa não aparece no Decolar.com, procure direto no site deles; desbloqueie seu cartão (compra internacional) pra comprar as passagens, marque todas as opções (adicional de bagagem, ticket, etc), faça o check in online e imprima o bilhete na véspera da viagem, se não te cobram uma taxa a mais. No aeroporto de Bogotá, para conseguir um táxi barato seguimos para o andar de cima, no setor de Embarque, ali podíamos pechinchar com os motoristas que estavam deixando passageiros e iriam voltar “vazios”. Conseguimos um que topou levar os 5 (uma das meninas foi no colo, hehe), por COPS 40.000,00. Eram umas 10h, o trânsito na cidade estava bom, gastamos uns 30 minutos até o bairro da Candelária. Optamos ficar no Bogo Hostel, por indicação de uma amiga minha que já trabalhou lá inclusive. Foi uma boa, ele fica no alto da Candelária, é bem simpleszinho, com os espaços em comum bem pequenos, o que força o pessoal a conviver junto, fazer amizade, bacana. Tem um terraço legal com bar. Você mesmo pega a cerveja no freezer e anota na sua ficha pra pagar depois, na base da confiança. Tem uma vista legal da cidade, café da manhã bom e o dono gente boa. Ele fica no alto de uma ladeira na Calle #9 Num primeiro momento, até pode parecer que você está longe da cidade, mas basta descer a ladeira da Calle 9, e você já sai na Plaza Simon Bolivar, muito bonita por sinal. De lá, você circular todo o centro de Bogotá. Basta planejar com ajuda de um mapinha (pegue no hostel), os museus e locais de interesse que você pretende visitar, e fazer um circuito lógico. Em 2 dias, você visita com calma todos os museus do centro. Museu do Oro, Botero, Nacional, da Polícia entre outros. Alguns museus, como o nacional e o Do Oro têm entrada gratuita aos domingos. Ali no centro de Bogotá é possível almoçar vários PFs por preços bons, de COPS 7000,00 a 15000,00. Vale pena. Como eu falei, você faz tudo a pé por ali. Não deixe de pedir uma Bandeja Paisa ou uma Mojara. Antes da refeição eles sempre servem uma sopinha, muito bom! Para visitar a Igreja Montserrat, lá no alto do morro, também fomos a pé. Paga-se COPS 20000,00 para subir no trenzinho ou bondinho. A fila do bondinho é maior. O melhor horário para visitar seria de manhã pela posição do sol, lhe renderá várias fotos; porém fomos no final da tarde e foi legal também. Lá em cima há uma feirinha de lembrancinhas e outras comidinhas. Descemos no bondinho, mas foi 1h de espera na fila. Legal que deu pra ver o por do sol lá do alto. Programa-se para visitar a Quinta de Bolivar que fica logo ali do lado também. Catedral de Sal em Zipaquirá. É outra atração que vale a pena visitar. Fica na cidadezinha de Zipaquirá, a cerca de 50km de Bogotá. Para chegar até você deve ir até o terminal Norte, pode ser de ônibus BRT que você pega ali no centro, é bem simples. (Basta se informar o número). Porém, como esse terminal fica meio longe (20 km), optamos ir de Uber, foi COPS 20.000,00 até lá. Uma vez no terminal, você pode pegar dentro do terminal um ônibus regular, ou sair do terminal e ali fora pegar uma Van pirata, os caras ficam gritando anunciando o destino: “Zipa! Zipa!”, ambas pelo preço de COPS 5000,00. Chegando na cidade, da para ir a pé até a catedral, cobra-se COPS 50000,00 pelo tour (salgado, hehe, em se tratando de uma igreja em uma mina de sal, hehe), mas vale a pena é muito interessante a visita. Almoçamos na cidadezinha de Zipaquira mesmo, e ainda andamos um pouco por lá, para voltar, eu não me recordo bem, mas pedimos informação onde pegaríamos ônibus para Bogotá (terminal Norte). Quando chegamos ao terminal, voltamos de ônibus BRT (empresa Transmilênio), você deve comprar um cartão e carrega-lo com as passagens. O ônibus não para assim muito perto do Hostel na candelária, então uma boa ideia é voltar de táxi do terminal até a Candelária. Mas o ônibus em si é bem tranquilo, limpo e relativamente seguro e não muito cheio. Na sexta a noite, ali na região da candelária, fomos em um Bar, Dona Ceci. Tem uma entradinha pequena, mas por dentro é enorme. Lembra os bares do Brasil, mesas cheias, cerveja barata (long neck), eles vem na mesa te servir e você paga na hora. Pode pedir porções ainda (batata frita). Ótima opção para esquenta. O bar estava cheio, bom para ver jogos também, várias TVs. Ficamos lá até umas 23h, e depois fomos para uma “balada” na frente, o nome era “Cubanatinga” ou algo assim, não lembro. No segundo andar, um lugar meio pequeno, e só tinha gente local. Toca rumba e ritmos locais a noite toda, som mecânico, ótimo Mojito por COPS 5000,00. Num primeiro momento parecia um local mal encarado, mas o pessoal foi super gente boa com a gente, o pessoal gosta mesmo é de dançar (rumbiar); claro, fique atento aos seus objetos pessoais, não deixe nada dando mole na mesa, o garçom mesmo vinha nos alertar sobre isso toda hora. No sábado fomos a uma balada chamada Theatron, era meio longe de onde estávamos, fomos de Uber COPS 8000,00. Vale muito a pena, eu tinha lido sobre ela no TripAdvisor, é sensacional. É um prédio de 5 andares, com 13 ambientes, desde rock, a musica latina, reagetton, etc e ainda é open bar de vodka, whisky e rum com refrigerantes diversos (das 22h as 2h). Para quem curte night, vale a pena. COPS 40.000,00 para entrar. Ela é meio voltada para o público GLS, mas ao sábado lota, e dá de tudo, gostei. Seguimos para Santa Marta em outro voo da Viva Colômbia, pagamos R$ 215,00 pela passagem também. Do aeroporto até o centro de Santa Marta foi cobrado COPS 28.000,00 (com choro), é meio longe da cidade de fato. Reservei o Masaya Hostel. Fica bem localizado, próximo a praia. Na mesma rua fica o La Brisa Loca Hostel (tentei reservar lá 2 meses antes, estava lotado.... parece ser legal, rola altas festas). O Masaya Hostel é muito bom em estrutura, quartos, piscina (tem 2), bar, tinha muito tiozão hospedado, casais, não era muito agitado. Sem querer reservei as datas erradas, e o hostel já estava todo cheio, mesmo assim a menina da recepção foi super gente boa e desenrolou pra gente, ficamos em quartos separados no final das contas, mas foi legal. No próprio Masaya há uma agencia de turismo que vende pacotes de passeios. Há outras ali perto, e como sempre, há os taxis e ônibus, para você fazer por conta própria. Fechamos com um táxi uma ida a praia de Bahia Concha, muito linda por sinal! Ele cobrou COPS 90.000,00, a gente acetrtou o horário de saída (as 9h) e de retorno (as 17h), fica próximo, meia hora de carro. Paga-se ainda COPS 30.000,00 pelo carro, para ter acesso a estrada, que fica em propriedade particular. Chegando em Bahia Concha, dica boa, vá para direita da praia, lá fica mais vazio e o mar é sensacional, se você tiver cangas, pode ficar na sombra das árvores e nem gastar com barracas. A direita ficam as barracas e cadeiras para alugar. Cobraram COPS 30.000,00 por nos 4, pela barraca e cadeira, eles ainda vendem bebidas, etc, trazem o isopor cheio pra você e só paga o que consumir (cerveja, água), preços razoáveis. Tem almoço também, mas como sempre caro, acho que não vale a pena, a gente sempre leva salgadinhos e etc. Alguns vendedores passam com outras coisas, tipo Arepas, hummm. Nossa ideia era acampar no Parque Tayrona, na praia de Cabo San Juan, há um camping. Porém mudamos de ideia, resolvemos fazer um bat volta. Pagamos COPS 90.000,00 por pessoa, por um transporte de ônibus (ida e volta) já incluso a entrada no parque e um guia para o grupo. Há outras formas de chegar lá, talvez mais barata, mas acho que valeu a pena, pois os guias já desenrolam a entrada (há uma fila grande) e ônibus te leva bem até o início da trilha. Leve água e comidinhas. A caminhada até Cabo San Juan leva umas 2h30 a 3h. Sobram 2h pra você aproveitar o mar lá, e depois as mesmas 2h30 pra voltar. As outras praias não são banháveis, devido a força do mar. Notei que o camping é meio fraco de estrutura, foi bom não acampar lá, mas pra quem curte.... há outro camping na primeira praia , Arrecifes. Não verifiquei preços. (Obs.. o parque tayrona fecha eventualmente alguma época do ano a pedido das comunidades indígenas locais para realização de rituais, não há uma data fixa, tente verificar com antecedência em portais de noticia da Colômbia). A noite de sexta, saímos pra baladinha em Santa Marta, o lugar mais famoso é o La Puerta, ou algo assim o nome, entrada free, cervejas com preço razoável, som mecânico de reagetton, e etc. Há outras balaldinhas ali nos arredores. A Calle 3 e o Parque dos Noivos são redutos cheio de restaurantes e barzinhos. Voltamos para Cartagena no sábado de manhã, seguimos de táxi até a rodoviária. Lá quando você chega já vem oferecendo Vans pirata, mas optei ir de ônibus, devido a viagem ser longa, 400km. E os preços de ambas estavam iguais. Fomos pela empresa Brasília, a viagem durou 6h, devido a obras na pista, e uma entrada em Barranquilla para pegar passageiros. Chegando em Cartagena, a rodoviária fica longe da cidade. Pegamos um Taxi até Bocagrande, por COPS 28000,00 (preço da tabela), e levou 1h pra chegar até o local, transito infernal, mesmo sendo sábado as 18h, portanto se programe. Para os 3 últimos dias de viagem, pegamos um Air B n B, e locamos um apartamento. Era um condomínio de flats, de frente pro par, com piscina, etc, apto todo mobiliado, para até 6 pessoas, muito legal. Edificio Palmetto 1. Saiu mais barato que hostel até, na média de R$ 55,00 por pessoa do nosso grupo a diária. No primeiro dia ficamos de boa, na piscina, sauna e praia na frente do apto, enqto os amigos que chegaram depois na viagem foram conhecer o Castillo San Felipe e e a parte antiga da cidade. A noite, fizemos um esquenta bacana no prédio e fomos para torre do Reloj (de taxi, porque é meio longe – COPS 6000,00) curtir a night. Fomos no Havana Club, muito famoso. Tipo o Rio Scenarium no Rio, balada pra turista. Mas a única com som ao vivo, COPS 25000,00 pra entrar; se você curte esse som, vale a pena. Antes de entrar, claro, vale a pena beber nas vendinhas próximo cerveja barata, por que lá dentro tudo caro. No dia seguinte fomos conhecer as Islas Rosário. Nestas ilhas existem vários ‘resorts’, onde você paga um Day use para visitar. Você pode comprar esse passeio antecipado nas agências, se for alta temporada por exemplo, porque cada uma comporta até 50 pessoas, ou na hora, no próprio porto. Você deve ir até a Muelle de La Bodeguita, de lá partem os barcos. Você deve pesquisar, qual lhe interessa mais visitar. A mais bem falada é a Gente Del Mar, saia por COPS 190000,00 o passeio, mais as taxas (COPS 15.000,00 de visitação e uso do porto), de fato as fotos são bem legais de La e é a única que tem faixa de areia, praia. Optamos visitar Isla Del Pirata, por COPS 140.000,00 já incluído as taxas (na base do choro), o barco leva 50 minutos até lá, a ilha é legal, oferece estrutura, cadeiras, guarda sol, banheiros, café e frutas na chegada e está incluído um almoço (muito bom por sinal, foi peixe frito, arroz com coco, salada...) você pode curtir o mar das 10h as 15h, o acesso a água é por escadas, ou seja, parece uma piscina, bacana. Tem passeios complementares, que você pagar La na hora pra visitar um aquário, corais, etc. Parece ser legal, mas estávamos no último dia de viagem, e sem grana já. Bem, escrevi esse relato quase 10 dias depois que cheguei, creio que não lembro de todos os detalhes, mas já da pra ter uma ideia sobretudo de preços x tempo das coisas La na Colômbia. De maneira geral achei o custo-de-vida do turista semelhante a moeda do Brasil. Leve REAIS. A melhor cotação para se trocar é em Bogotá. R$ 1,00 = COPS 800,00. O dólar estava USS 1,00 = COPS 2850,00 no centro de Bogotá. Quanto à segurança nas cidades, vi muito policiamento, dizem que é perigoso e violento e talz, mas como um bom brasileiro que conhece São Paulo, Recife, Rio de Janeiro, basta você tomar os cuidados de praxe que provavelmente não terá problema. Os colombianos de maneira geral eram muito simpáticos e solícitos, seja no comércio, taxi, hostel, não tenho nada a reclamar. Eles pensam que a gente é gringo (europeu, norte americano), diga logo que é brasileiro pra criar empatia. É isso aí gente, não deixem de saborear umas arepas por lá, sobretudo as de Cartagena. Cervejas boas: Poker, Aquilla, Club Colômbia, Costeña, nessa ordem Qualquer coisa, só mandar mensagem ai, se eu lembrar ou puder ajudar, tamos taí!
  12. Julie, eu viajei pra lá sozinho 2x.. se vc arranha um ingles... vai ser bom, pois o clima é festivo o tempo todo, e fica fácil de se enturmar com o pessoal. Há sempre brasileiros perdidos por lá também.
  13. Pessoal o rado Hostel é meio caro para casais... as vezes compensa ficar num hotel mesmo. Mas as instalações são muito boas, recomendo mesmo. As vezes se vc quer se enturmar mais, memso estando em casal, vale a pena. A média de gasto, pra vc almoçar, jantar, tomar umas cervejinhas, etc, etc.. taxi e outras eventualidades fica na casa duns 100 dolares o dia. Isso com muita folga. Exceto os passeios ai, a parte. Vina del Mar e Valparaiso vale a pena conhecer sim, é muito bonito. Mas o bat-volta de um dia é o suficiente. Como eu falei, se vc for por conta, pode acabar gastando o mesmo que por agencia, por ter de usar taxis e etc, pra andar nos diversos pontos da cidade. Entao, faça as contas. Boa viagem pessoal.
  14. Olá pessoal. Bem, há um número absurdo de brasileiros no Chile.. então, há também muitas dicas, roteiros e etc aqui na internet. Mas como sempre, o pessoal viaja na maionese falando bem de restaurantes, etc, e esquece de dar aquelas dicas práticas, para quem, como eu, gosta de viajar e fazer tudo “por conta própria”. Voltei essa semana de Santiago, e pretendo ir lá mais algumas vezes, gostei muito, e claro, deixei de ver e fazer muita coisa ainda. Vamos lá Free-Shops (São Paulo, Buenos Aires, Santiago): são bem semelhantes, tanto na ida, quanto na volta, os preços praticamente estão tabelados. Eu sempre deixo para comprar as coisas em São Paulo na volta, mas se quiser algo muito específico, dê uma boa olhada nos três e não hesite em comprar. Aeroporto de Santiago: fica bem distante do centro da cidade, cerca de 30 minutos. Se você optar por ir de táxi até o centro gastará em torno de R$ 100,00. As outras opções são pegar um transfer compartilhado. Você pode reservar pelo whatsapp (ou no site) o da empresa Delfos. Eu usei esse transfer na volta, e gostei, passaram pontualmente na hora marcada no hostel, e fiz pelo whatsapp. Me mandaram um número de reserva (tipo localizador), véspera pedi para recepção do hostel ligar la, e ver se estava tudo ok (desconfiado sempre), mas foi sem problemas. Na ida, até o centro, como só tinha uma mochila, fui de ônibus e metro. Pegue ônibus da TURBUS (azul) que sai da frente do aeroporto, por CH$ 1500,00. E desca na estação final (San Pablo), ou desca na penúltima (Pajaritos), ambas têm metro. Ai é só fazer a conexão com o metro mais próximo do seu hostel/hotel. O metro nos horários intermediários é tranquilo, não cheio. Custa CH$ 630,00. Hospedagem: Optei em ficar no Rado Hostel, e foi uma escolha acertada. Ele é padrão hotel, com instalações muito boas. Fiquei no quarto compartilhado para 8 pessoas. Possui uns armários enormes, muito bom para guardar as coisas (cadeado). Fica próximo ao metrô Baquedano, e fica no “coração” da vida noturna de Santiago (Bella Vista). No hostel haviam praticamente só brasileiros. Uma área de convivência bem legal e grande, com um terraço bacana, rolou até churrasco da galera por lá. Um amigo nosso estava no Kombi Hostel, ai próximo, mas alegou que o lugar era meio sujo, e com gente estranha, hehe. Acabou migrando para nosso Hostel. Nights: A rua Pio Nono é cheia de bares (estilo de galera universitária) e na outra rua paralela há alguns bares mais “chics”. Fora o pátio Bella Vista, que é uma espécie de shopping de bares e barzinhos. Uma long neck sai por uns R$ 12,00. Mas a cerveja de litrão no lado universitário sai por uns 8 a 10 reais. Vale a pena. Cerveja Escudo não gostei, muito doce. Tome a Crystal. Fui numa balada chamada Chocolate, CH$ 4000,00 para entrar. Era até legal, grande... uma banda ao vivo, fazendo altas performances, e depois DJ. Baladinha light, sem pegação igual no Brasil, as chilenas são bonitas, mas recatadas. Procure ir a uma festa chamada “Miercoles Po”, ela é intinerante, ocorre ás quartas-feiras, voltada principalmente para turistas, estrangeiros entram de graça. Na semana em que eu estava, ela ocorreu nessa boate Chocolate, e lotou, mais de 1000 pessoas. Bacana. Outra balada legal la é o Bar Constituicion, atrás do Pátio Bella Vista. Fui um dia ainda numa balada chamada X Factory. Um pouco mais longe do Bela Vista, ela ocorre no quarto andar de uma velha fábrica, o estilo é psy-trance, rave, sei lá o que. Balada mais de molecada jovem, pessoal dançando feito uns doidos (balinha?). Meio estranho, não recomendo. Câmbio: essa semana estava em torno de 220 a 230 o peso chileno. O melhor lugar para trocar é na Rua Augustina, centro. Há várias casas de câmbio uma do lado da outra. No Pátio Bela Vista há uma também, só que com cotação menor. Ônibus e metrô: para andar de ônibus por Santiago, você precisa comprar um cartão magnético (Bip Bop) nas estações de metro, e recarrega-lo. Quando for embora, pode devolver o cartão e resgatar seu dinheiro, ou vender a outro turista que está chegando, ou trazer de recordação, hehe. Vale a pena, porque nem todos os pontos turisticos as vezes são servidos por metrô, e táxi em Santiago é caro. Para andar de metrô, não é necessário, voce pode pagar em dinheiro nas estações, mas se tiver o cartão, basta encosta-lo na catraca do metrô, fica mais fácil. O metro, como eu falei, achei tranquilo, Não peguei hora do Rush feroz, mas um dia, pegamos a torcida do Universidad do Chile indo pro jogo.. nada de mais, apenas alguns gritos e cantos. Não tão perigoso quanto topar a Gaviões da Fiel em São Paulo. Passeios: Walk city tour. Há um grupo em Santiago que oferece um tour a pé de graça pelo centro da cidade e os seus principais pontos. O tour todo leva cerca de 4h. As saídas são diárias as 10h e as 15h da Plaza das Armas, basta procurar por um pessoal com camisetas vermelhas, que serão os guias do passeio. São quase 15 pontos visitados, com direito á explicações em ingles e espanhol. Como não existe “almoço grátis” ao término do passeio os guias pedem alguma contribuiçãozinha. Mas se voce, como eu, não tem muita paciencia para andar em grupos grandes, e parar toda hora para explicações, você pode apenas pegar o mapinha do centro (disponivel na portaria dos Hosteis) e seguir o mesmo trajeto do walk tour por conta própria, é moleza. Assim você pode ir no seu ritmo, visitar apenas o que interessa, etc etc. Concha Y Toro. É outro passeio que você não precisa fazer por agência. Basta reservar ela internet antes (ou pelo telefone, como eu fiz, na recepçao do hostel). E seguir para lá. Desca na estação Mercedes, você irá sair em frente há um shopping center, de lá peque um micro onibus até a vinicola. Basta perguntar aos populares, é fácil. O ônibus custa 600 pesos. Saindo do centro até a vinicola, você gasta 1h30 mais ou menos. Faça o tour mais barato, de 9000 pesos. A vinicola é muito bonita, dá direito a degustação de 4 vinhos, e no final você ainda ganha uma taça de presente. Os panfletos disponiveis na recepção do hostel dão desconto de 10% nesse tour. Há outras vinícolas que o pessoal disse ser mais interessante, mas não pude conhecer, Concha Y Toro é a mais “clássica”, só tinham brasileiros lá, praticamente. Vina del Mar e Valparaíso: Eu ia fazer esse passeio por conta própria, metro + Onibus, porem, no hostel fechamos um grupo de 11 pessoas e acertamos com uma van, ficou 25000 pesos por cabeça, incluindo um guia. Foi bem melhor, pois sozinho, teria que andar ambas as cidades a pé, talvez não veria tudo em um dia só. Sem contar que Valparaíso é toda de inclinações e montanhas, não iria conseguir subir tudo em um dia. Portanto se tiver um grupo, vá de van, procure uma agencia, negocie.... o preço normal desse passeio é 35000 pesos. Na hora do almoço eles levam todos os grupos a um restaurante chamado Castillo del Mar, muito bonito, vista linda, porém um pratinho de nada sai lá por 60 reais. Fique atento. Neve! Bem, o orçamento dessa viagem ficou curto, numa próxima pretendo ir esquiar e etc. O dia de esqui, incluindo tudão, roupas, equipamento, aula, entrada, van.. estava saindo em media 350 reais por pessoa em Valle Nevado. Farelones estava fechado, pouca neve. Mas é mais barato. Há uma outra chamada Portillo, pelas fotos, lindo, lindo lugar, pesquise, vale a pena ir la. É isso pessoal espero ter ajudado um pouco. Quero voltar ao Chile em Janeiro, pra curtir as praias em Vina del Mar, e julho novamente para finalmente curtir uma neve. Qq coisa me procurem no Facebook: /lucasbirigui
  15. Zeca, Bocas del Toro é um ótimo lugar para mergulhos. Tem várias agências que fazem isso lá.. honestamente não vi muito sobre preços. Como eu disse no meu relato, fiz um passeio só com "deep boarding" e achei ótimo pela http://underseapanama.com/. Eles fazem mergulhos tbm.... talvez nesse site tenha alguma informação.
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