Ir para conteúdo

lucasbeltrao

Membros
  • Total de itens

    68
  • Registro em

  • Última visita

Reputação

9 Neutra

Sobre lucasbeltrao

  • Data de Nascimento Maio 9

Bio

  • Ocupação
    Estudante (Engenharia civil)

Outras informações

Últimos Visitantes

O bloco dos últimos visitantes está desativado e não está sendo visualizado por outros usuários.

  1. cara, uma das mais legais é o Caminho do Itupava.... de uma olhada também sobre o Pico do Marumbi.

  2. Olá pessoal, estou aqui para deixar mais um breve relato de uma viagem que fiz para a Coréia do Sul, breve mesmo, porque a viagem foi apenas de 1 semana. Consegui as passagens em uma barbada de promoção pela Qatar Airlines, por apenas R$ 1500,00 ida-e-volta, com o vôo saindo de Florianópolis. O vôo segue para Buenos Aires, operado pela GOL, volta para São Paulo (parada técnica), e depois e são 18h até Doha no Qatar, e mais 8h até Seul. A viagem é puxada, nunca tinha ido “tão longe”. Vale a pena todas aquelas dicas para vôos longos, de se alongar, e exercitar nos corredores do avião. Sobre a Qatar Airlines, sem comentários, muito bom o serviço de bordo, refeições, e até o espaço nos assentos da econômica, para mim de 1,92m, foram o suficientes. Sempre fico de olho em promoções como esta no site MelhoresDestinos.com Chegando em Seul, pelo aeroporto de Incheon, a melhor forma de chegar até a cidade é pelo metrô. Sem dúvidas, um dos melhores sistemas de metrô do mundo. Logo na saída do aeroporto há maquinas onde você pode comprar o cartão do metrô, uma espécie de bilhete único, e na máquina ao lado já carrega-los com os créditos necessários. Para tanto, você precisará já estar em posse da moeda local, wons. Para facilitar nossas contas, aproximadamente 1000 wons = 1 dólar americano (em fevereiro 2018). As máquinas têm menu e inglês e são bem intuitivas para comprar o cartão e recarrega-lo. As tarifas do metrô são conforme o trecho que você anda, havendo “catracas” na entrada e na saída da estação, onde você deve encostar o seu cartão. Os trechos custam em média 1500 wons. O trecho do aeroporto até o “centro” da cidade, fica em média 4500 wons. Você pode considerar em média 4 passagens de 1500 wons por dia, para bater perna e turistar pela cidade. O cartão pode ser utilizado nos ônibus também e taxis. Porém só utilizei metrô por lá. Fiz uma simulação pra ver um preço de Uber lá um dia, mas absurdamente caro, sem chance para nós plebeus. Comprei a passagem em junho de 2017, para fevereiro de 2018, que seria o “auge do inverno”, tanto que estavam para começar os jogos olímpicos de inverno por lá. Portanto fui preparado para um frio e neve que chegaram a menos 20ºC. Comprei dois jogos de calça-térmica e blusa-térmica (chamada também de segunda-pele) na Decathlon, que foram muito úteis. Hospedagem: optei em ficar no bairro de Hongdae, que pelas minhas pesquisas era o bairro “noturno” da cidade, com vários bares, boates, restaurantes, além da proximidade com as universidades da cidade, que o torna frequentado por um público mais ‘hipster’. De fato, o bairro é muito movimentado e agitado, e quase tudo funciona 24h, desde o comércio, até as tradicionais lojas de conveniência, que há praticamente uma em cada esquina. Há muitos hostels concentrados por lá. Há outras pequenas concentrações em outros bairros da cidade. Entre as prioridades, o melhor é ficar próximo à uma estação de metrô. Por toda a Seul há muitas lojas de conveniência 24h, praticamente uma em cada esquina. Não ria do nome... Fiquei no Hostel chamado SEUL I GUESTHOUSE, fiz a escolha baseado no hostelworld, pois haviam mais avaliações para este hostel, e estava localizado há apenas 1 quadra da estação de metrô Hongnik University. Isso facilitou muito a minha vida por lá. O hostel não tem nada de mais, é muito simples, com todas as facilities funcionando bem (wi-fi, aquecimento....). É uma grande casa de 3 andares; o curioso é que não fica nenhum funcionário lá a partir das 19h; apenas os hóspedes. Quando cheguei, já havia sido informado por e-mail, para fazer um self check-in. Havia na porta um envelope colado com meu nome na porta do hostel, com as chaves e orientações para minha hospedagem. Na cama e quarto indicados estavam o enxoval (toalhas, lençóis, etc). Não tive problemas. No dia seguinte, compareci a recepção para fazer o pagamento e etc. Há muitos outros hosteis na região, vale a pena pesquisar bem, qual perfil você prefere mais. O importante é ficar próximo a uma estação de metrô. Este hostel é muito simples, porém esta peculiaridade de ficarem apenas os hóspedes a noite pode ser legal para ser fazer mais amizades e enturmar com os mochileiros. Visita a Zona Desmilitarizada (DMZ). Fronteira entre as Coréias do Sul e do Norte Sim, é possível visitar este local, apesar do clima tenso entre as duas coréias; vale muito a pena para quem gosta de História, Política e afins este passeio. Pelo que pesquisei só é possível fazê-lo por meio de agências de turismo. O passeio consiste em visitar o lado sul-coreano da fronteira entre os dois países, onde há uma linha de 4km de comprimento que se estende entre as coréias, servindo como uma fronteira. Tal “linha” existe desde o acordo de cessar-fogo entre os países, que teoricamente nunca terminaram a guerra iniciada entre eles anos 50. Visita a um dos museus na Zona Desmilitarizada No lado sul coreano, há uma base militar, administrada pela ONU, com militares de alguns países, como os EUA por exemplo, sul-coreanos, e etc. É possível visitar algumas instalações, e outros locais como por exemplo, a sala onde ocorrem as conferências entre as duas coréias, alguns museus e memoriais; tudo sob um clima meio tenso. Nosso passeio foi assistido por um guia, muito simpático da empresa de turismo, e um soldado norte-americano mal encarado. Lembrei um pouco meus tempos de quartel aqui no Brasil, andar em fila, e obedecendo ordens (como por exemplo, tirar fotos, só dos locais autorizados). Visita a uma das salas de conferência na DMZ. Sempre vigiados pelos soldados. Os pontos altos do passeio são uma visita a um mirante, onde pode-se avistar a primeira cidade Norte-Coreana, chamada de Peace Village, a alguns metros dali, e também a visita aos túneis de infiltração, construídos para uma provável invasão à Coreia do Sul pela Coréia do Norte. Os túneis foram descobertos nos anos 90, e é possível entrar em um deles para conhecer. Realmente é um passeio muito interessante para quem gosta deste tipo de assunto. O almoço ocorre por lá mesmo, vi outras pessoas dizendo que foram levadas à um restaurante lá na base. Estação de trem na zona desmilitarizada, rumo à Coreia do Norte. No nosso caso, nos levaram até um “refeitório”, desses de quartel mesmo, onde inclusive comiam os soldados. O almoço era pago a parte, por 10.000 wons, e estava muito bom, no estilo “bandeijão”, com comida (e Yakult, hehe) a vontade. Pode-se levar o próprio lanche também (para os mais muquiranas) e comer por lá mesmo. Você poderá encontrar várias informações em outros sites e blogs, inclusive com indicações das agências de turismo. Eu fiz pela KORIDOOR, e não tive problemas. Pelo menos com 2 semanas de antecedência, procure reservar o passeio, por meio do site deles, é bem simples, e todo em inglês; depois envie os documentos (cópia do passaporte e dados do seu cartão) para confirmar a reserva. Eu fiquei com algumas dúvidas, e fui enviando e-mails, demorava as vezes pouco mais de 24h, mas tive todas as dúvidas respondidas. Fiquei receoso de enviar os dados do cartão de crédito (incluindo o código CVV), mas deu tudo certo. A minha reserva do Hostel também foi desta forma. (É preciso estar na agência as 7h da manhã, os passeios saem geralmente as 7h30, e retornam por volta as 16h. É muito fácil chegar na agência, fica ao lado de uma Base Militar Norte-Americana em Seul. Há uma estação de metrô próxima. Como deveria estar lá cedo as 7h, sai de Hongdae as 6h15, e logo cheguei lá, com os metrôs vazios ainda. O passeio pela KORIDOOR saiu 92,00 dólares. Certifique-se que você está indo fazer o tour completo, que inclui a visita à DMZ, JSA e ao Terceiro Túnel de Infiltração. Existem passeios mais baratos e mais enxutos, que não visitam todos os pontos, mas na minha opnião não vale a pena. Noitada / Balada Como eu mencionei, o bairro onde me hospedei, Hongdae, é um centro de bares e baladas. A maioria delas têm entrada gratuita, e os bares, são pequenos e “charmosos”, onde você pode comer várias comidas típicas. Eu fui á um encontro do Couchsurfing (uma rede social de viajantes, que tem pessoas do mundo todo, procure pesquisar sobre...), que ocorre semanalmente em um bar. Era um barzinho simples, meio de subsolo, Platte Bar, imagino que eles possam eventualmente alterar o dia e local do encontro, neste caso, foi em uma sexta-feira. Tinham umas 30 pessoas, gente do mundo todo, mochileiros em geral, e alguns locais, sul-coreanos. Galera muito simpática e gente boa, o bar bem “barateza”, comparado à outros por ali. Lembro que o shot de tequila estava 1000 wons, aí já viu né. Lá pelas tantas, o pessoal animou de ir em uma balada, já deviam ser umas 2h00 da manhã, as ruas estavam cheias, apesar do frio de -10º C. Sei que a balada era perto, não tenho idéia onde, ou o nome do local. Como a maioria era de graça para entrar, e estava rolando em geral hip-hop e hits americanos. Ficamos lá até de manhã quase. Voltei para o hostel caminhando, lá pelas 5h00. Estava muito frio, e nevando; mas foi uma noite muito legal. Para quem gosta de agito, vale a pena informar-se sobre o Couchsurfing e seus encontros. Encontro (Meeting) com o pessoal do Couchsurfing Roteiro de passeios: Fiz o roteiro em Seul, baseado em vários sites que indicavam os pontos turísticos da cidade. A grande dica foi locar estes pontos no Google Maps, para dividir conforme os dias, quais pontos visitar, quais linhas de metro pegar e etc. Feito isso, imprimi os mapas, e salvei também no meu celular, já com os pontos marcados (no PaintBrush mesmo), isso foi muito útil para se localizar nas ruas, pegar algum senso de direção, e eventualmente pedir informações no meio da rua, mesmo sem falar coreano, apenas apontando no mapa para as pessoas. E sim, os coreanos no geral eram muito simpáticos e solícitos quanto à isso. Bastava tirar o mapa do bolso, no meio da rua e parava alguém perguntando se eu queria ajuda. Nem todos falam inglês por lá; mas sempre era possível entender algo. Primeiro pesquisei os pontos de interesse em outros sites e relatos. Depois fui juntando pelo Google maps e dando printscreen, os mais próximos e fiz meus roteiros. Verifique no Google Maps, qual a saída da estação de metrô mais próxima do ponto que você deseja ir. As estações são muito grandes, as vezes tinham até 16 saídas. Logicamente há placas em todas elas indicando, isso vai facilitar muito seu rolê. Locais próximos de interesse: 1º) Saindo da Estação de Metrô Anguk, pode-se seguir a pé até o Palácio CHANGDEOKGUNG, visitar ainda a ALDEIA HANOK DE BUKCHON (bairro e casas antigas). Se estiver disposto a andar um pouco mais, volte até o KWANGJANG MARKET (GWANGJANG) para almoçar aquelas comidas típicas dos mercados municipais. Pessoal almoçando no mercado, comidas típicas Neste mercado é um dos poucos lugares que você encontra lembrancinhas “pra turista” do tipo chaveiros, canetas e etc, aproveite. Depois ande pela região de MYEONDONG. Ao lado do mercado há o Rio CHEONGGYECHEON, que é totalmente despoluído e cristalino no meio da cidade, ótimo lugar para se caminhar. Almoço no mercado municipal NORYANGJIN. 2º) Na estação de metro City Hall, você pode conhecer o lugar de mesmo nome, uma enorme galeria de arte, com arquitetura bem peculiar, é lindo o local. Nas proximidades você ainda pode conhecer o Palácio GYEONGBOKGUNG, que é absurdamente enorme, um conjunto de vários palácios. Neste local é comum os turistas, sobretudo os coreanos alugarem roupas típicas dos antigos moradores da Coréia, os hanoks, para visitar o local tipicamente vestidos e tirar umas fotos legais. Turistas com roupas típicas Centro comercial proximo a MYEONDONG Fica a dica. No palácio GYEONGHOERY você pode ver a troca de guarda, conforme o horário. Digitando este nome no google você encontra o site, com os horários prévios. Ao final do dia, pode-se visitar o MONTEM NAMSAM (teleférico, SEOUL TOWER), pegando o metrô em JONGNO 2 GA e descer na estação MYEONG-DONG. Um outro roteiro muito legal, é visitar o MUSEU NACIONAL DA KOREIA. Museu Nacional da Coreia Um lugar de arquitetura espetacular, quando fomos, o espelho d’água à sua frente estava congelado, e a região cheio de neve, imagine a vista. A entrada é gratuita e você pode passear por toda a história da Coréia Sul e boa parte da Ásia, vale muito a pena. Na volta, próximo, aproveite para conhecer o mercado de frutos do mar. NORYANGJIN. O museu fica um pouco mais longe do eixo turístico, há uma estação bem na sua frente. Saindo de Hongdae você poderá gastar em média 1h30 para chegar até lá City Hall DICAS ÚTEIS - Não tem muitas casas de câmbio em Seul, nem nos pontos turísticos. Em Hongdae vi apenas 2, portanto planeje bem o seu câmbio. Obviamente no aeroporto a taxa era maior, troque apenas o suficiente. - Vale a pena comprar um SIM CARD, para dados, será muito útil para consultar o Google Maps, e outras coisas mais. Nas casas de câmbio em geral vendiam chips, paguei 15.000 wons em um chip 4G para 1 semana. No caso, era uma companhia da China, portanto tinha que mudar a configuração do celular para “usar dados em roaming”, para o chip funcionar. É possível “alugar” uma espécie de aparelhinho que transmite os dados em wi-fi, sei que tem no aeroporto, mas não fui atrás de pesquisar. Overdose de miojos - Alimentação no geral, muito cara em restaurantes, porém os lamens (miojo tipo cup nuddles salvaram o rolê, nas lojas de conveniência você verá muitos deles). - Para perguntar o preço dos produtos nas lojas, tenha sempre em mãos o seu celular, para digitar os números e entender o valor que eles estão dizendo. Tentei aprender os números em coreano, mas sem chance. - Os metrôs funcionam até em dia as 0h30, você pode conferir os horários nas estações, portanto planeje bem o seu rolê ou volta para o aeroporto. Se for pra balada, prefira uma no bairro do seu hostel, para voltar a pé, ou esteja disposto a virar a noite fora. - Fiz um seguro saúde pelo site do decolar.com, a epoca 120,00 reais. Não sabia se seria obrigatório. Na dúvida.... Na imigração um funcionário do Ministério da Saúde te examina rapidamente, e tira sua temperatura para poder entrar no país. - Não é obrigatório visto para Coréia do Sul, apenas o passaporte em dia. - A "média universal" de gastos para Seul, tirando a hospedagem, fica na casa dos 100 dolares com folga. Os estabelecimentos passam cartão de crédito, sem a necessidade de digitar a senha. Comprei estas passagens em junho de 2017, para viajar somente em fevereiro de 2018, devido a promoção da Qatar, então pude ler bastante e preparar um roteiro para aproveitar o máximo, pois tinha apenas 1 semana. Só pude escrever este relato agora (Maio), mas espero que possam ajudar nas informações e custos da viagem.
  3. Obrigado gente! é que vou passar por vários paises, fora as conexoes longas em alguns deles... estou vendo qual a melhor opcao.
  4. Olá pessoal, boa tarde. Alguém aqui já utilizou aqueles chips internacionais de dados pre-pagos? Funcionou legal? Estou vendo de comprar um da T-MOBILE, revendido no Brasil pela EasySim4U
  5. Em aeroportos em geral, sempre o cambio é mais caro...... mas vai ser necessário vc trocar um pouco de grana para pagar o taxi por exemplo. Eu estava de usando um cartão de débito pré pago de viagem, então quando cheguei, saquei um pouco de dinheiro num caixa eletronico lá.. No hostel a gente pagou só no dia seguinte, tem como dar uma "negociada", usamos cartão tambémm.
  6. Rezende o Tayrona é um parque muito bacana, quem gosta de camping, vale a pena passar 1 ou 2 noites lá, e se "perder" nas trilhas. Fora isso Santa Marta em si oferece pouca coisa, a praia de Bahia Concha, ali próximo é muito boa também.
  7. Olá pessoal. Sempre pego várias dicas com os relatos de viagens aqui para planejar as minhas, e como de costume, depois deixo o meu relato atualizado para auxiliar os próximos viajantes. Vamos lá, viajamos para a Colômbia (Cartagena, Bogotá e Santa Marta) entre os dias 17 a 31 de janeiro. Compramos as passagens ainda em setembro, pela Copa Airlines. O voo saindo de São Paulo dura 6h30 até Panamá City com conexão para Cartagena, mais 50 minutos. (R$ 1600,00). Sempre olho os preços das coisas no Free Shop de São Paulo, se possível anote o que deseja comprar. Veja os preços novamente no Free Shop de Panamá City, que é enorme. Algumas coisas são mais baratas aqui, outras lá. Na volta acabo decidindo o que levar e onde comprar. Chegamos em Cartagena as 22h. A única forma aparente de se sair do Aeroporto é de táxi. Os taxis por lá são pequenos carrinhos da Nissan (não sei o modelo), cabem pouca bagagem, porta malas minúsculo. Não existe taxímetro, os preços são dados por tabelas de bairro a bairro. Mas a primeira lição é negociar, chorar e pedir desconto. Se o primeiro taxista não der, espere outro, tem muitos táxis circulando na cidade. Conseguimos ir para a cidade amuralhada (El Viajero Hostel) por COPS 8800,00. O El Viajero Hostel era um dos mais caros em Cartagena, em média R$ 65,00 a diária de um quarto compartilhado, porém ele tem uma estrutura muito legal, quartos com ar condicionado, bar, um staff gente boa, café da manhã bom e fica bem localizado na parte antiga da cidade. Como chegamos muito tarde, para não perder tempo na manhã seguinte já pagamos no próprio hostel um passeio até as Isla Baru – Playa Blanca, COPS 50.000,00 pelo transporte, que passa no hostel as 8h da manhã e retorna as 15h da praia. Talvez se você andar pela cidade pode achar esse transporte mais barato, ou até combinar com um taxista esse bat-volta. A Playa Blanca é muito bonita, mar azulzinho. Logo na chegada, vem vários garotos encher o saco para você ir até a barraca deles, passar o dia e etc. Fuja desses caras, se for necessário seja meio grosso. Eles são chatos e insistentes. Escolha você mesmo qual barraca quer ficar na praia, negocie o preço com o dono. Em 4 pessoas, pagamos COPS 50.000,00 pelo uso da mesa cadeiras e guarda-sol. Essas barracas oferecem drinks, cerveja e almoço, porém tudo bem “salgado”. Não tem preço nos cardápios, ou seja, vai de acordo com a cara do gringo. Não vale a pena almoçar, leve lanchinhos, salgadinhos. A cerveja estava cara. COPS 8000,00 a latinha, choramos e ficou por 6000,00. Se você curte ficar isolado, lá nesta praia tem Hostels, não cheguei ver o preço, mas pode ser uma boa, passar a noite lá. A noite na cidade amuralhada é bem movimentada por suas ruas estreitas, tem gente pra cima e pra baixo, turistas. Na praça da torre do relógio se concentram alguns bares. É possível comprar cerveja nos ambulantes. Tem muitas mulheres (prostituição), e muitos caras oferecendo ‘otras cositas más’. Nessa praça fica o Hard Rock Café (nem entrei, mas quem pra quem gosta.....), do lado há um bar animado Donde Fidel, fica lotado, rola salsa, rumba, etc em som mecânico, vale a pena tomar umas ali e ‘rumbiar’ com o pessoal. No dia seguinte fomos até o Castillo de San Felipe, com o sol forte logo cedo, fomos de táxi, COPS 6000,00. A entrada custa COPS 40.000,00 mas vale a pena, é um lugar e tanto pra se conhecer, com uma visão legal da cidade. Vale a pena asssitir o filme em uma das salas para aprender um pouco da história do lugar e de Cartagena. Leve água, muito calor e sol. Atrás do Castillo fica a praça das Botas Viejas, no caminho há um shopping Center ao lado com bons banheiros, hehe. A tarde encontramos um casal de amigos que chegaria naquela manhã, combinamos de ir para uma das praias ‘urbanas’ de Cartagena. Seguimos de táxi até o Hospital de Boca Grande (ponto de referência), de lá você pode pegar lanchas para a praia de Isla de Tierra Bomba. Negociamos a travessia para o nosso grupo de 5 pessoas por COPS 60.000,00 ida e volta. São uns 15 minutos de barco até a ilha. O mar é escuro, não tem nada “de mais”, mas os preços das comidas, bebidas, barracas etc era mais barato, foi legal passar o dia por lá. Na manhã seguinte seguimos para Bogotá de avião. Compramos bilhetes com antecedência da empresa VIVA COLÔMBIA, e saiu bem barato, R$ 215,00 por pessoa na época. Melhor do que encarar esse trajeto de ônibus. Essa empresa não aparece no Decolar.com, procure direto no site deles; desbloqueie seu cartão (compra internacional) pra comprar as passagens, marque todas as opções (adicional de bagagem, ticket, etc), faça o check in online e imprima o bilhete na véspera da viagem, se não te cobram uma taxa a mais. No aeroporto de Bogotá, para conseguir um táxi barato seguimos para o andar de cima, no setor de Embarque, ali podíamos pechinchar com os motoristas que estavam deixando passageiros e iriam voltar “vazios”. Conseguimos um que topou levar os 5 (uma das meninas foi no colo, hehe), por COPS 40.000,00. Eram umas 10h, o trânsito na cidade estava bom, gastamos uns 30 minutos até o bairro da Candelária. Optamos ficar no Bogo Hostel, por indicação de uma amiga minha que já trabalhou lá inclusive. Foi uma boa, ele fica no alto da Candelária, é bem simpleszinho, com os espaços em comum bem pequenos, o que força o pessoal a conviver junto, fazer amizade, bacana. Tem um terraço legal com bar. Você mesmo pega a cerveja no freezer e anota na sua ficha pra pagar depois, na base da confiança. Tem uma vista legal da cidade, café da manhã bom e o dono gente boa. Ele fica no alto de uma ladeira na Calle #9 Num primeiro momento, até pode parecer que você está longe da cidade, mas basta descer a ladeira da Calle 9, e você já sai na Plaza Simon Bolivar, muito bonita por sinal. De lá, você circular todo o centro de Bogotá. Basta planejar com ajuda de um mapinha (pegue no hostel), os museus e locais de interesse que você pretende visitar, e fazer um circuito lógico. Em 2 dias, você visita com calma todos os museus do centro. Museu do Oro, Botero, Nacional, da Polícia entre outros. Alguns museus, como o nacional e o Do Oro têm entrada gratuita aos domingos. Ali no centro de Bogotá é possível almoçar vários PFs por preços bons, de COPS 7000,00 a 15000,00. Vale pena. Como eu falei, você faz tudo a pé por ali. Não deixe de pedir uma Bandeja Paisa ou uma Mojara. Antes da refeição eles sempre servem uma sopinha, muito bom! Para visitar a Igreja Montserrat, lá no alto do morro, também fomos a pé. Paga-se COPS 20000,00 para subir no trenzinho ou bondinho. A fila do bondinho é maior. O melhor horário para visitar seria de manhã pela posição do sol, lhe renderá várias fotos; porém fomos no final da tarde e foi legal também. Lá em cima há uma feirinha de lembrancinhas e outras comidinhas. Descemos no bondinho, mas foi 1h de espera na fila. Legal que deu pra ver o por do sol lá do alto. Programa-se para visitar a Quinta de Bolivar que fica logo ali do lado também. Catedral de Sal em Zipaquirá. É outra atração que vale a pena visitar. Fica na cidadezinha de Zipaquirá, a cerca de 50km de Bogotá. Para chegar até você deve ir até o terminal Norte, pode ser de ônibus BRT que você pega ali no centro, é bem simples. (Basta se informar o número). Porém, como esse terminal fica meio longe (20 km), optamos ir de Uber, foi COPS 20.000,00 até lá. Uma vez no terminal, você pode pegar dentro do terminal um ônibus regular, ou sair do terminal e ali fora pegar uma Van pirata, os caras ficam gritando anunciando o destino: “Zipa! Zipa!”, ambas pelo preço de COPS 5000,00. Chegando na cidade, da para ir a pé até a catedral, cobra-se COPS 50000,00 pelo tour (salgado, hehe, em se tratando de uma igreja em uma mina de sal, hehe), mas vale a pena é muito interessante a visita. Almoçamos na cidadezinha de Zipaquira mesmo, e ainda andamos um pouco por lá, para voltar, eu não me recordo bem, mas pedimos informação onde pegaríamos ônibus para Bogotá (terminal Norte). Quando chegamos ao terminal, voltamos de ônibus BRT (empresa Transmilênio), você deve comprar um cartão e carrega-lo com as passagens. O ônibus não para assim muito perto do Hostel na candelária, então uma boa ideia é voltar de táxi do terminal até a Candelária. Mas o ônibus em si é bem tranquilo, limpo e relativamente seguro e não muito cheio. Na sexta a noite, ali na região da candelária, fomos em um Bar, Dona Ceci. Tem uma entradinha pequena, mas por dentro é enorme. Lembra os bares do Brasil, mesas cheias, cerveja barata (long neck), eles vem na mesa te servir e você paga na hora. Pode pedir porções ainda (batata frita). Ótima opção para esquenta. O bar estava cheio, bom para ver jogos também, várias TVs. Ficamos lá até umas 23h, e depois fomos para uma “balada” na frente, o nome era “Cubanatinga” ou algo assim, não lembro. No segundo andar, um lugar meio pequeno, e só tinha gente local. Toca rumba e ritmos locais a noite toda, som mecânico, ótimo Mojito por COPS 5000,00. Num primeiro momento parecia um local mal encarado, mas o pessoal foi super gente boa com a gente, o pessoal gosta mesmo é de dançar (rumbiar); claro, fique atento aos seus objetos pessoais, não deixe nada dando mole na mesa, o garçom mesmo vinha nos alertar sobre isso toda hora. No sábado fomos a uma balada chamada Theatron, era meio longe de onde estávamos, fomos de Uber COPS 8000,00. Vale muito a pena, eu tinha lido sobre ela no TripAdvisor, é sensacional. É um prédio de 5 andares, com 13 ambientes, desde rock, a musica latina, reagetton, etc e ainda é open bar de vodka, whisky e rum com refrigerantes diversos (das 22h as 2h). Para quem curte night, vale a pena. COPS 40.000,00 para entrar. Ela é meio voltada para o público GLS, mas ao sábado lota, e dá de tudo, gostei. Seguimos para Santa Marta em outro voo da Viva Colômbia, pagamos R$ 215,00 pela passagem também. Do aeroporto até o centro de Santa Marta foi cobrado COPS 28.000,00 (com choro), é meio longe da cidade de fato. Reservei o Masaya Hostel. Fica bem localizado, próximo a praia. Na mesma rua fica o La Brisa Loca Hostel (tentei reservar lá 2 meses antes, estava lotado.... parece ser legal, rola altas festas). O Masaya Hostel é muito bom em estrutura, quartos, piscina (tem 2), bar, tinha muito tiozão hospedado, casais, não era muito agitado. Sem querer reservei as datas erradas, e o hostel já estava todo cheio, mesmo assim a menina da recepção foi super gente boa e desenrolou pra gente, ficamos em quartos separados no final das contas, mas foi legal. No próprio Masaya há uma agencia de turismo que vende pacotes de passeios. Há outras ali perto, e como sempre, há os taxis e ônibus, para você fazer por conta própria. Fechamos com um táxi uma ida a praia de Bahia Concha, muito linda por sinal! Ele cobrou COPS 90.000,00, a gente acetrtou o horário de saída (as 9h) e de retorno (as 17h), fica próximo, meia hora de carro. Paga-se ainda COPS 30.000,00 pelo carro, para ter acesso a estrada, que fica em propriedade particular. Chegando em Bahia Concha, dica boa, vá para direita da praia, lá fica mais vazio e o mar é sensacional, se você tiver cangas, pode ficar na sombra das árvores e nem gastar com barracas. A direita ficam as barracas e cadeiras para alugar. Cobraram COPS 30.000,00 por nos 4, pela barraca e cadeira, eles ainda vendem bebidas, etc, trazem o isopor cheio pra você e só paga o que consumir (cerveja, água), preços razoáveis. Tem almoço também, mas como sempre caro, acho que não vale a pena, a gente sempre leva salgadinhos e etc. Alguns vendedores passam com outras coisas, tipo Arepas, hummm. Nossa ideia era acampar no Parque Tayrona, na praia de Cabo San Juan, há um camping. Porém mudamos de ideia, resolvemos fazer um bat volta. Pagamos COPS 90.000,00 por pessoa, por um transporte de ônibus (ida e volta) já incluso a entrada no parque e um guia para o grupo. Há outras formas de chegar lá, talvez mais barata, mas acho que valeu a pena, pois os guias já desenrolam a entrada (há uma fila grande) e ônibus te leva bem até o início da trilha. Leve água e comidinhas. A caminhada até Cabo San Juan leva umas 2h30 a 3h. Sobram 2h pra você aproveitar o mar lá, e depois as mesmas 2h30 pra voltar. As outras praias não são banháveis, devido a força do mar. Notei que o camping é meio fraco de estrutura, foi bom não acampar lá, mas pra quem curte.... há outro camping na primeira praia , Arrecifes. Não verifiquei preços. (Obs.. o parque tayrona fecha eventualmente alguma época do ano a pedido das comunidades indígenas locais para realização de rituais, não há uma data fixa, tente verificar com antecedência em portais de noticia da Colômbia). A noite de sexta, saímos pra baladinha em Santa Marta, o lugar mais famoso é o La Puerta, ou algo assim o nome, entrada free, cervejas com preço razoável, som mecânico de reagetton, e etc. Há outras balaldinhas ali nos arredores. A Calle 3 e o Parque dos Noivos são redutos cheio de restaurantes e barzinhos. Voltamos para Cartagena no sábado de manhã, seguimos de táxi até a rodoviária. Lá quando você chega já vem oferecendo Vans pirata, mas optei ir de ônibus, devido a viagem ser longa, 400km. E os preços de ambas estavam iguais. Fomos pela empresa Brasília, a viagem durou 6h, devido a obras na pista, e uma entrada em Barranquilla para pegar passageiros. Chegando em Cartagena, a rodoviária fica longe da cidade. Pegamos um Taxi até Bocagrande, por COPS 28000,00 (preço da tabela), e levou 1h pra chegar até o local, transito infernal, mesmo sendo sábado as 18h, portanto se programe. Para os 3 últimos dias de viagem, pegamos um Air B n B, e locamos um apartamento. Era um condomínio de flats, de frente pro par, com piscina, etc, apto todo mobiliado, para até 6 pessoas, muito legal. Edificio Palmetto 1. Saiu mais barato que hostel até, na média de R$ 55,00 por pessoa do nosso grupo a diária. No primeiro dia ficamos de boa, na piscina, sauna e praia na frente do apto, enqto os amigos que chegaram depois na viagem foram conhecer o Castillo San Felipe e e a parte antiga da cidade. A noite, fizemos um esquenta bacana no prédio e fomos para torre do Reloj (de taxi, porque é meio longe – COPS 6000,00) curtir a night. Fomos no Havana Club, muito famoso. Tipo o Rio Scenarium no Rio, balada pra turista. Mas a única com som ao vivo, COPS 25000,00 pra entrar; se você curte esse som, vale a pena. Antes de entrar, claro, vale a pena beber nas vendinhas próximo cerveja barata, por que lá dentro tudo caro. No dia seguinte fomos conhecer as Islas Rosário. Nestas ilhas existem vários ‘resorts’, onde você paga um Day use para visitar. Você pode comprar esse passeio antecipado nas agências, se for alta temporada por exemplo, porque cada uma comporta até 50 pessoas, ou na hora, no próprio porto. Você deve ir até a Muelle de La Bodeguita, de lá partem os barcos. Você deve pesquisar, qual lhe interessa mais visitar. A mais bem falada é a Gente Del Mar, saia por COPS 190000,00 o passeio, mais as taxas (COPS 15.000,00 de visitação e uso do porto), de fato as fotos são bem legais de La e é a única que tem faixa de areia, praia. Optamos visitar Isla Del Pirata, por COPS 140.000,00 já incluído as taxas (na base do choro), o barco leva 50 minutos até lá, a ilha é legal, oferece estrutura, cadeiras, guarda sol, banheiros, café e frutas na chegada e está incluído um almoço (muito bom por sinal, foi peixe frito, arroz com coco, salada...) você pode curtir o mar das 10h as 15h, o acesso a água é por escadas, ou seja, parece uma piscina, bacana. Tem passeios complementares, que você pagar La na hora pra visitar um aquário, corais, etc. Parece ser legal, mas estávamos no último dia de viagem, e sem grana já. Bem, escrevi esse relato quase 10 dias depois que cheguei, creio que não lembro de todos os detalhes, mas já da pra ter uma ideia sobretudo de preços x tempo das coisas La na Colômbia. De maneira geral achei o custo-de-vida do turista semelhante a moeda do Brasil. Leve REAIS. A melhor cotação para se trocar é em Bogotá. R$ 1,00 = COPS 800,00. O dólar estava USS 1,00 = COPS 2850,00 no centro de Bogotá. Quanto à segurança nas cidades, vi muito policiamento, dizem que é perigoso e violento e talz, mas como um bom brasileiro que conhece São Paulo, Recife, Rio de Janeiro, basta você tomar os cuidados de praxe que provavelmente não terá problema. Os colombianos de maneira geral eram muito simpáticos e solícitos, seja no comércio, taxi, hostel, não tenho nada a reclamar. Eles pensam que a gente é gringo (europeu, norte americano), diga logo que é brasileiro pra criar empatia. É isso aí gente, não deixem de saborear umas arepas por lá, sobretudo as de Cartagena. Cervejas boas: Poker, Aquilla, Club Colômbia, Costeña, nessa ordem Qualquer coisa, só mandar mensagem ai, se eu lembrar ou puder ajudar, tamos taí!
  8. Julie, eu viajei pra lá sozinho 2x.. se vc arranha um ingles... vai ser bom, pois o clima é festivo o tempo todo, e fica fácil de se enturmar com o pessoal. Há sempre brasileiros perdidos por lá também.
  9. Pessoal o rado Hostel é meio caro para casais... as vezes compensa ficar num hotel mesmo. Mas as instalações são muito boas, recomendo mesmo. As vezes se vc quer se enturmar mais, memso estando em casal, vale a pena. A média de gasto, pra vc almoçar, jantar, tomar umas cervejinhas, etc, etc.. taxi e outras eventualidades fica na casa duns 100 dolares o dia. Isso com muita folga. Exceto os passeios ai, a parte. Vina del Mar e Valparaiso vale a pena conhecer sim, é muito bonito. Mas o bat-volta de um dia é o suficiente. Como eu falei, se vc for por conta, pode acabar gastando o mesmo que por agencia, por ter de usar taxis e etc, pra andar nos diversos pontos da cidade. Entao, faça as contas. Boa viagem pessoal.
  10. Olá pessoal. Bem, há um número absurdo de brasileiros no Chile.. então, há também muitas dicas, roteiros e etc aqui na internet. Mas como sempre, o pessoal viaja na maionese falando bem de restaurantes, etc, e esquece de dar aquelas dicas práticas, para quem, como eu, gosta de viajar e fazer tudo “por conta própria”. Voltei essa semana de Santiago, e pretendo ir lá mais algumas vezes, gostei muito, e claro, deixei de ver e fazer muita coisa ainda. Vamos lá Free-Shops (São Paulo, Buenos Aires, Santiago): são bem semelhantes, tanto na ida, quanto na volta, os preços praticamente estão tabelados. Eu sempre deixo para comprar as coisas em São Paulo na volta, mas se quiser algo muito específico, dê uma boa olhada nos três e não hesite em comprar. Aeroporto de Santiago: fica bem distante do centro da cidade, cerca de 30 minutos. Se você optar por ir de táxi até o centro gastará em torno de R$ 100,00. As outras opções são pegar um transfer compartilhado. Você pode reservar pelo whatsapp (ou no site) o da empresa Delfos. Eu usei esse transfer na volta, e gostei, passaram pontualmente na hora marcada no hostel, e fiz pelo whatsapp. Me mandaram um número de reserva (tipo localizador), véspera pedi para recepção do hostel ligar la, e ver se estava tudo ok (desconfiado sempre), mas foi sem problemas. Na ida, até o centro, como só tinha uma mochila, fui de ônibus e metro. Pegue ônibus da TURBUS (azul) que sai da frente do aeroporto, por CH$ 1500,00. E desca na estação final (San Pablo), ou desca na penúltima (Pajaritos), ambas têm metro. Ai é só fazer a conexão com o metro mais próximo do seu hostel/hotel. O metro nos horários intermediários é tranquilo, não cheio. Custa CH$ 630,00. Hospedagem: Optei em ficar no Rado Hostel, e foi uma escolha acertada. Ele é padrão hotel, com instalações muito boas. Fiquei no quarto compartilhado para 8 pessoas. Possui uns armários enormes, muito bom para guardar as coisas (cadeado). Fica próximo ao metrô Baquedano, e fica no “coração” da vida noturna de Santiago (Bella Vista). No hostel haviam praticamente só brasileiros. Uma área de convivência bem legal e grande, com um terraço bacana, rolou até churrasco da galera por lá. Um amigo nosso estava no Kombi Hostel, ai próximo, mas alegou que o lugar era meio sujo, e com gente estranha, hehe. Acabou migrando para nosso Hostel. Nights: A rua Pio Nono é cheia de bares (estilo de galera universitária) e na outra rua paralela há alguns bares mais “chics”. Fora o pátio Bella Vista, que é uma espécie de shopping de bares e barzinhos. Uma long neck sai por uns R$ 12,00. Mas a cerveja de litrão no lado universitário sai por uns 8 a 10 reais. Vale a pena. Cerveja Escudo não gostei, muito doce. Tome a Crystal. Fui numa balada chamada Chocolate, CH$ 4000,00 para entrar. Era até legal, grande... uma banda ao vivo, fazendo altas performances, e depois DJ. Baladinha light, sem pegação igual no Brasil, as chilenas são bonitas, mas recatadas. Procure ir a uma festa chamada “Miercoles Po”, ela é intinerante, ocorre ás quartas-feiras, voltada principalmente para turistas, estrangeiros entram de graça. Na semana em que eu estava, ela ocorreu nessa boate Chocolate, e lotou, mais de 1000 pessoas. Bacana. Outra balada legal la é o Bar Constituicion, atrás do Pátio Bella Vista. Fui um dia ainda numa balada chamada X Factory. Um pouco mais longe do Bela Vista, ela ocorre no quarto andar de uma velha fábrica, o estilo é psy-trance, rave, sei lá o que. Balada mais de molecada jovem, pessoal dançando feito uns doidos (balinha?). Meio estranho, não recomendo. Câmbio: essa semana estava em torno de 220 a 230 o peso chileno. O melhor lugar para trocar é na Rua Augustina, centro. Há várias casas de câmbio uma do lado da outra. No Pátio Bela Vista há uma também, só que com cotação menor. Ônibus e metrô: para andar de ônibus por Santiago, você precisa comprar um cartão magnético (Bip Bop) nas estações de metro, e recarrega-lo. Quando for embora, pode devolver o cartão e resgatar seu dinheiro, ou vender a outro turista que está chegando, ou trazer de recordação, hehe. Vale a pena, porque nem todos os pontos turisticos as vezes são servidos por metrô, e táxi em Santiago é caro. Para andar de metrô, não é necessário, voce pode pagar em dinheiro nas estações, mas se tiver o cartão, basta encosta-lo na catraca do metrô, fica mais fácil. O metro, como eu falei, achei tranquilo, Não peguei hora do Rush feroz, mas um dia, pegamos a torcida do Universidad do Chile indo pro jogo.. nada de mais, apenas alguns gritos e cantos. Não tão perigoso quanto topar a Gaviões da Fiel em São Paulo. Passeios: Walk city tour. Há um grupo em Santiago que oferece um tour a pé de graça pelo centro da cidade e os seus principais pontos. O tour todo leva cerca de 4h. As saídas são diárias as 10h e as 15h da Plaza das Armas, basta procurar por um pessoal com camisetas vermelhas, que serão os guias do passeio. São quase 15 pontos visitados, com direito á explicações em ingles e espanhol. Como não existe “almoço grátis” ao término do passeio os guias pedem alguma contribuiçãozinha. Mas se voce, como eu, não tem muita paciencia para andar em grupos grandes, e parar toda hora para explicações, você pode apenas pegar o mapinha do centro (disponivel na portaria dos Hosteis) e seguir o mesmo trajeto do walk tour por conta própria, é moleza. Assim você pode ir no seu ritmo, visitar apenas o que interessa, etc etc. Concha Y Toro. É outro passeio que você não precisa fazer por agência. Basta reservar ela internet antes (ou pelo telefone, como eu fiz, na recepçao do hostel). E seguir para lá. Desca na estação Mercedes, você irá sair em frente há um shopping center, de lá peque um micro onibus até a vinicola. Basta perguntar aos populares, é fácil. O ônibus custa 600 pesos. Saindo do centro até a vinicola, você gasta 1h30 mais ou menos. Faça o tour mais barato, de 9000 pesos. A vinicola é muito bonita, dá direito a degustação de 4 vinhos, e no final você ainda ganha uma taça de presente. Os panfletos disponiveis na recepção do hostel dão desconto de 10% nesse tour. Há outras vinícolas que o pessoal disse ser mais interessante, mas não pude conhecer, Concha Y Toro é a mais “clássica”, só tinham brasileiros lá, praticamente. Vina del Mar e Valparaíso: Eu ia fazer esse passeio por conta própria, metro + Onibus, porem, no hostel fechamos um grupo de 11 pessoas e acertamos com uma van, ficou 25000 pesos por cabeça, incluindo um guia. Foi bem melhor, pois sozinho, teria que andar ambas as cidades a pé, talvez não veria tudo em um dia só. Sem contar que Valparaíso é toda de inclinações e montanhas, não iria conseguir subir tudo em um dia. Portanto se tiver um grupo, vá de van, procure uma agencia, negocie.... o preço normal desse passeio é 35000 pesos. Na hora do almoço eles levam todos os grupos a um restaurante chamado Castillo del Mar, muito bonito, vista linda, porém um pratinho de nada sai lá por 60 reais. Fique atento. Neve! Bem, o orçamento dessa viagem ficou curto, numa próxima pretendo ir esquiar e etc. O dia de esqui, incluindo tudão, roupas, equipamento, aula, entrada, van.. estava saindo em media 350 reais por pessoa em Valle Nevado. Farelones estava fechado, pouca neve. Mas é mais barato. Há uma outra chamada Portillo, pelas fotos, lindo, lindo lugar, pesquise, vale a pena ir la. É isso pessoal espero ter ajudado um pouco. Quero voltar ao Chile em Janeiro, pra curtir as praias em Vina del Mar, e julho novamente para finalmente curtir uma neve. Qq coisa me procurem no Facebook: /lucasbirigui
  11. Zeca, Bocas del Toro é um ótimo lugar para mergulhos. Tem várias agências que fazem isso lá.. honestamente não vi muito sobre preços. Como eu disse no meu relato, fiz um passeio só com "deep boarding" e achei ótimo pela http://underseapanama.com/. Eles fazem mergulhos tbm.... talvez nesse site tenha alguma informação.
  12. Cara, me procure no Face. Terei o maior prazer em ajudar. Realmente é um roteiro muito massa o Panamá, e em 11 dias, seguramente vc pode explorar tanto San Blas, Panamá City e Bocas del Toro, vale a pena. https://www.facebook.com/lucasbirigui
  13. Olá amigos mochileiros, acabei de chegar de mais uma viagem muito boa, e vou deixar aqui o meu relato, e algumas informações pontuais, para que vocês possam se programar e planejar a sua viagem. Tem muitos relatos aqui sobre o Panamá e a Costa Rica, mas é sempre bom atualizar as informações e dar outros pontos de vista. Viajei sozinho entre os dias 13 a 27 de Fevereiro, a partir aqui do Haiti. Cheguei no aeroporto de Tocumem por volta as 19h. O “hub das Américas” é bem grande e movimentado, a área de free shops é enorme, um shopping center. Mas não se anime, os preços não são lá essas coisas. Vale a pena dar uma olhada rápida. Mas em Panamá City você encontrará preços melhores (no Albrook Mall por ex). A imigração é demorada, quase 2h na fila. Seguindo para o centro de Panamá City: os táxis cobram na casa dos USS 30,00. Uma van, estava saindo por USS 20,00, mas tinha que esperar encher. Esperei 15 min, e o cara não arranjou mais ninguém. Outra opção é pegar um táxi compartilhado (com desconhecidos). Vim espremido com uma famila panamenha, 7 pessoas no total! Saiu por USS 10,00 a aventura. Se for se hospedar no centro, imprima no Google Maps a localização do hotel/hostel para ajudar os taxistas. Eles não usam GPS e ficam meio perdidos ali naquela região. Hospedagem: fiquei em 3 hosteis diferentes porque não havia feito reserva antes. Villa Vento Surf, Siriri e Los Mostros. Todos os três são bem semelhantes, e próximos um do outro. Em Marbella. Próximo ao Multicentro (shopping), e Hard Rock Hotel. Dormitórios por 15 dolares com ar-condicionado a noite, piscina e um simbólico café da manhã. Gostei mais do Villa Vento: staff legal, cerveja a USS 1,00. Quartos e banheiros mais limpos. Na cidade antiga (C asco Viejo) há o Luna Castle Hostel, estive lá.... mas estava cheio. Vi que é muito grande, e “agitado”. Se você quiser curtir a night panamenha (só sexta e sábado) fique no Lunas Castle. Coisas para fazer em Panamá City: 1) compras: fui ao Shopping Albrook Mall, é absurdamente enorme, tem desde lojas de grifes famosas ás mais populares. Uma camiseta ali Tommy, Hurley, etc, na casa dos USS 50,00. Como viajei “pelado” precisei comprar roupas por lá, mas comprei nas populares. Umas camisas polo genéricas por USS 8,00! Comprei uma máquina fotográfica digital por USS 120,00 da Panasonic (Lumix), se você for a Bocas del Toro, San Blas, compre uma! Lhe renderá boas fotos. (A mesma máquina no free shop vi por USS 199,00). Existem ainda os Shoppings Multicentro e Multiplaza, com lojas semelhantes. Tem várias lojas da Cásio (relógios) chamadas Casiolandia, pude comprar uns relógios bacanas por bom preço lá. 2) Canal do Panamá (Panamá Locks). Saindo de táxi do bairro Marbella, me cobraram USS 10,00 até lá. De fato é meio longe. Você pode pegar aqueles ônibus de turismo abertos de city-tour, custa USS 29,00 e vai em vários pontos da cidade, inclusive no Canal do Panamá. Para entrar no canal são mais USS 15,00. Você tem acesso á um museu (bem bacana), um mirante do canal, onde há até uma arquibancada para você sentar e ver o “show” (os navios passando nas eclusas). E depois um cinema onde exibem um filmete 3D de uns 20 minutos com a história do canal. Pra quem curte coisas tipo Discovery Channel vale muito a pena. 3) Casco Viejo: é a parte da cidade antiga do panamá, bem charmosinha, com vários casarões em recuperação. Nas noites de sexta e sábado “bomba” com várias baladinhas e barzinhos. É bem policiada por ser zona turística. Garimpe nas lojinhas o seu autêntico chapéu panamá (made in Equador, da marca Montecristi) consegui o meu por USS 20,00. Proximo ali, há o mercado de mariscos, você pode descer apé e comer peixe frito, ceviches, etc. Era um local mais “panamenho” não vi turistas ali, e estava cheio. 4) Night: próximo a Marbella fica a Calle Uruguai, rua das baladinhas e barzinhos. Fui na SI6X, uma balada meio teen. Numa quinta-feira, USS 15,00 pra entrar com open bar de vodka e refri. Músicas meio Jovem Pan. Em Casco Viejo como eu falei há outras com um mixto de turistas e locais nas sextas e sábados. É tipo a “Rua da Moeda”no Recife. Ou em proporções bem menores a Lapa no Rio. Sábado a noite fui na Chil Out Zone, é uma balada da galera jovem também, mais “panamenha”. Não vi turistas por lá. Seguindo para Bocas del Toro: na própria recepção do hostel eles te vendem a passagem. Compre com antecedência, pelo menos um dia. USS 35,00, comprei no Los Mostros Hostel. Se você for ao vivo na rodoviária ela te sai por USS 26,00. A rodoviária fica ao lado do Albrook Shopping, portanto, se você for lá, aproveite e compre sua passagem. Os ônibus saem a partir das 19h. Chegam em Almirante as 5h, 6h. Há uma parada para jantar lá pelas 22h. Leve uma blusa de frio! É sério! Essa empresa é conhecida pelo seu ar condicionado super-gelado. Quando for embarcar, é necessário passar por uma catraca com um cartão magnético, tipo no metrô. Só que você não tem esse cartão, certo? Dê 0,50 ou 1 dolar a um panamenho que estiver passando na fila, e peça pra ele passar o cartão dele pra você. (Se não compre o cartão por USS 3,00, e recarregue-o – é o mesmo cartão que eles usam nos ônibus coletivos da cidade). O ônibus para em Almirante no meio do nada, mas já estão lá os táxis te esperando para levar até o porto. USS 1,00 pelo táxi. As lanchas correm para a Isla Colon a partir das 6h, de meia em meia hora, até as 16h se não me engano. USS 5,00 pela travessia. A Isla Colon é a maior de todas do arquipélago, Há uma pequena cidade, ruas, carros, táxis, supermercados, baladinhas. De lá, você pode seguir para hospedar-se nas demais ilhas, mais isoladas. Optei por ficar na Isla Colon. Tinha reservado ficar no Hostel Mar e Iguana (cacofonia para Marijuana?), cheguei lá as 7h, tudo fechado. Dei uns berros, e nada. Esperei 10 min, e fui pro centro. Fiquei no Hostel Heike, é pequeno, mas com um staff (de locais) bem simpático, USS 12,00 o quarto com ar. Fica bem no centrinho (o anterior ficava mais longe da cidade um pouco). O Heike não faz reservas, tinha mandado um email pra lá. É na sorte você chegar e ter cama livre. Mais sorte ainda ficar num quarto de 6, com 4 argentinas e 1 chilena A tarde aluguei uma bicicleta (USS 2,00 por hora) e segui pro norte da ilha pedalando. Por 1h30, fui parar numa praia deserta, muito legal. Cansativo, mas valeu a pena. No meio do caminho há uma lanchonete, point de surfistas. Com cerveja e água a USS 1,50. Nesse mesmo dia, fechei um passeio com a empresa Under Sea Tours, ali no centro. A noite, baladinha num outro hostel Mondo Taitu e depois na baladinha Iguana. A noite lá é bem agitado, com uns 3, ou 4 points de balada. Os surfistas devem ir dormir cedo, porque tinha muita menina na night. Bocas del Toro, de bike! Você pode conhecer as outras ilhas próximo, pegando as lanchas que saem em horários estipulados, ou fechar um passeio em alguma empresa, com algum grupo. Fiz a segunda opção. Pesquisei uns 3 lugares e achei esse o melhor. USS 49,00. Incluia: tour pela Isla Colon (num ponto que dava pra ver golfinhos, e vimos mesmo). Mais uns bichos preguiça, etc na mata. Depois seguimos pra Isla Zapatilla (quase 1h de barco). Incluso durante todo o passeio cerveja, agua, refri e um almoço. Em Zapatila ainda, fizemos o Deep Surfing, foi por isso que fechei esse passeio. É bem legal. Consiste numa corda amarrada ao barco, presa á uma pequena prancha. Você se agarra a prancha com as duas mãos, tipo o superman voando, e controla ela, pra cima ou para baixo, você vai acima ou pro fundo do mar, enquanto o barco te arrasta, por 20 minutos. Cansa o braço, mas você vai “voando” pelo fundo do mar, sensacional. Nunca tinha feito mergulho, ou coisa do tipo, achei legal. Meninas usem blusinha e short nessa modalidade. Tinha uma brasileira muito linda, que foi na minha vez (vao 5 pessoas no total), e o biquíni dela dava umas escapadas, o que me atrapalhava bastante, pois não conseguia prestar atenção no fundo do mar. Não tente filmar ou fotografar com sua câmera a prova d’agua. Você não consegue, o empuxo é forte. Dê ela ao instrutor que vai junto, que ele consegue tirar umas fotos legais sua. Enquanto os demais turistas fazem o deep surfing, você pode ficar lá “brincando” na praia com seu snorkell e óculos. O aluguel já está incluído no preço. Ou ir conhecer a ilha. O almoço vem nuns tupperwares, uma macarronada, uns “doritos”, nada de mais. Bebi demais, e a volta de barco, foi doída, 1h com a bexiga cheia! ãã2::'> Isla Zapatilla A noite fomos no AcquaLounge, balada famosinha lá. Pega-se um barco, USS 1,00 para atravessar. É uma balada mais “insana”, reaggae, reggeaton, etc. Divertido, gente do mundo todo curtindo. Seguindo para Costa Rica: segui no outro dia cedo para Puerto Viejo de Talamanca. USS 25,00 pelo transfer da Caribe Tours, que você agenda no dia anterior no próprio hostel. Eles passam as 8h pra te pegar. Você chega em Puerto Viejo por volta das 12h. Ir de ônibus regionais de linha, deve ser mais complicado os horários não batem, além do que você tem que transpor a fronteira, enfim, vai perder tempo. O preço já inclui o barco de volta até Almirante, lá as vans estão esperando o pessoal pra ir até San José, Boquete (!) e Puerto Viejo... é bem confuso, certifique-se certinho qual é a sua van, e se colocaram a bagagem lá. Segue-se até a fronteira, lá você atravessa a pé, e pega outra van, que já está lá esperando. Paga-se USS 3,00 para se entrar na Costa Rica. Puerto Viejo: a van te deixa no hostel que você quiser lá, se não tiver reserva, fica no centro. Fiquei no Rocking Js. Muito legal! Fica na praia praticamente, uma “vibe” bem surfista. Você pode ficar em dormitórios, barracas ou redes! Fiquei na barraca, por USS 8,00. Fica numa área coberta. Enfim uma noite privada de sono (dormir pelado!). Chegando lá, alugue uma bike! Aluguei uma do lado de onde sai o ônibus pra San José, assim, no dia de devolver, fui pra “rodoviária” de bike, sem glamour nenhum. USS 8,00 uma diária. Lá eles pedem um documento ou $$ de calção. Deixei meu RG. De bike, você vai no centrinho, e nas praias. Playa La Chiquita, ali perto. Punta Uva e Manzanillo 10 e 15km. Você pode ir de ônibus pra essas duas últimas, pegando o ônibus cedo ali no centrinho da cidade. As praias são desertas, então ensinei as gringas a serem farofeiras. Enchemos as mochilas de cerveja e gelo e pedalamos até La Chiquita. Muito bom! Puerto Viejo é um vilarejo bem simpático, cheio de barzinhos e restaurantes tranquilos e aconchegantes. A cultura reaggae domina ali, muito reaggae e outras coisas mais De lá você pode contratar os passeios pelas agências no centro, pra Isla Tortuga por ex. Mas optei em ficar nas praias locais mesmo. De farofeiro em Playa Chiquita Seguindo pra San José: você pode ir com transfer da Caribe Tours (USS 47,00), contrata no hostel mesmo, ou ir com o ônibus de linha (USS 12,00) obvio que fui de ônibus. As saídas são as 7h, 9h, 11h. 16h. Saí as 11h, cheguei em San José as 16h. Parada para almoço. Ah! Atenção para o fuso horário, na Costa Rica menos 1h do Panamá! Fiquei no Hostel Pangea, próximo ao centro da cidade. É bem próximo de onde o ônibus para, da até para ir apé se sua mochila for pequena. USS 4,00 num táxi até lá. O Hostel é “sofisticado”, não tem cozinha, mas um restaurante (caro). San José o clima era um pouquinho mais frio. A cidade serve apenas de dormitório, não oferece muitas atrações. Você pode contratar passeios nas proximidades em agências. O forte lá é o ecoturismo, rafiting, rapel, canopy, trilhas em Vulcões, etc. Muitos seguem pras cidades de Arenal, La Fortuna... Fui numa baladinha com uma turma do Hostel (La Concha de la Lora), defrente a outras 2 baladinhas. Nada demais. Baladinha popular. Tem outras mais “top” como a Vertigo, mas muito caro. No domingo, ia rolar um “clássico” do campeonato costariquenho: LDA x Saprissa. Ingresso caro, USS 20,00. Isso que comprei na bilheteria mesmo. Apesar disso, encheu, 35 mil pessoas. Tão perigoso ou seguro quanto ver um jogo no Brasil. Para seguir até o aeroporto o Hostel oferece um transfer, com alguns horários disponiveis, USS 12,00 (se for só você no horário USS 20,00). Retornei a Panamá City de avião (Air Panamá USS 120,00). 2h de vôo. Tem o ônibus da TICA Bus por USS 56,00. Mas são umas 13h de viagem. Com 115kg e 1,92m, eu sofro! Deu 0 x 0. Sou pé frio, Mick Jagger. Fiquei novamente no Villa Vento Surf, antes mandei um email do Daniel (staff) pedindo pra ele agendar meu passeio á San Blas já pra manhã seguinte. San Blas: VÁ! Sim, é lindo, vale a pena. Nas recepções dos hosteis você agenda o transfer até o porto. São 3h30 de viagem. Eles passam as 5h pra te apanhar. Você paga diretamente ao motorista, e ele te dá uma pulseirinha, para você regressar com ele, um ou dois dias depois. Paga-se ainda 10+2 de taxas de visitação, e 10+10 do barco ida e volta, até a ilha desejada. São 365 ilhas! As mais “famosas” são Franklin, Robison, Coco Blanco. Fiquei em Franklin, USS 26 o pernoite, com três refeições incluídas. Em barraca compartilhada, para até 6 pessoas, dei sorte, 2 gringuinhas simpáticas. Você pode levar água, comida, etc pra passar o(s) dia(s) lá. Cup Noodles, Club Social, umas frutas, e principalmente Água! Um galão de 5 L safa a onça. Por lá eles vendem cerveja, água, 1,5. Coco 1,0 e comidas complementares também. Achei os preços justos. Fiquei 1 só noite. Honestamente, depois de um certo tempo bate um marasmo. Esqueça da vida em San Blas San Blas Waterproof O lugar é lindo, se for um casal, 2 ou 3 noites podem ser legais. Uma idéia seria ficar cada dia em uma ilha diferente. Na prática elas são iguais, mudam no tamanho. A minha eu gostei, em 3 minutos você andava ela toda. Muitos corais e piscinais naturais ao redor, Por 1 dolar você aluga o óculos e snorkel e pode ficar com eles até a hora de ir embora. Vale a pena! Por lá tem banheiro, e agua doce pra ducha (3 pra toda ilha usar), luz elétrica até as 22h. Certifique-se que o seu transfer é da empresa Mrs Manuela (algo assim o nome). Vi uns holandeses na volta, enrolados, queriam passar a perna neles, cobrando 200 pelo transfer, fui lá ajudar, porque eles não falavam espanhol . Acabou que a minha pick up chegou, e eles ficaram lá. Não sei o que virou. Cocos, cocos, cocos..... Voltando a Panamá City, night de saideira, fomos ao Hard Rock, lá você pode subir até o 65º andar, onde tem restaurantes, piscina, etc. Fomos tarde, e estava vazio já. Só tirar fotos mesmo e “charlar”. Hard Rock Hotel, 65º vale a pena subir até lá. Para regressar ao aeroporto de Tocumen, não tem jeito, USS 30 dolares o taxi. Não tem transfer nem ônibus pra lá. Pelo menos não descobri. Chegue cedo, e aproveite o free shopp. Compare os preços que você viu em Panamá City. Algumas coisas podem ser mais baratas, outras não. Aproveite para degustar di grátis whiskys caríssimos. Considerações finais: Taxis em Panamá City: negocie e peça preço mais baixo. Eles querem enfiar a faca no turista. O mesmo trecho me pediram 10,00. Fiz por 2,5 com outro motorista (Multicentro a Casco Viejo). Tem muito táxi por lá. Nem dava conversa, virava as costas, dizendo um VTNC em português, e pegava outro táxi. Não pague mais do que 10,00 numa corrida. Inclusive de madrugada. A mais cara mesmo foi até o Canal do Panamá. Comida: só vi fast food por lá e na Costa Rica também. Dificil achar comidas típicas. Passei a maior parte dos dias a base de cup noodles nos hostels. Em frente ao Villa Vento Surf é possível comer um PF por 3,5! Arroz e feijão! Cambio: No panamá, a moeda Balboa está em paridade com o dólar. Ou seja, lá corre dólar normal. Na Costa Rica USS 1,00 = 500 colones em média. Para deixar a Costa Rica se paga USS 29,00 de “imposto”. Dinheiro ou cartão. Gastos: ficam na casa de uns USS 100,00 por dia. Depende da pessoa. Isso considerando diária de hostel (em média 12 a 18 dolares), almoço e janta. Night, cerveja. Ônibus, táxis Não comprei presentinhos pra ninguém! Eu tenho cara de panamenho. Em todo lugar me perguntavam isso. Levei um baculejo da policia na Costa Rica, foram logo perguntando se eu era panamenho. Depois de mostrar os documentos e passagens, foram bem simpáticos, pediram desculpas e foram bem cordiais. No canal do Panamá, na bilheteria dei 20,00 me voltaram 10,00. Pensaram que eu era panamenho (se cobram 15 do estrangeiro). Em San Blas, um índio Kuna Yala perguntou se eu era panamenho. As meninas que foram na pick up comigo, pensaram que eu era o guia turístico daquele passeio. Enfin, soy panameño. Meninas colombianas na balada: cuidado, provavelmente elas estão lá a trabalho ($). Panamenhas gostam dos brasileiros. Costariquenhas são mais marrentas. Costariquenhos adoram futebol, estão super animados com a Copa do Mundo. Conheci um carinha que trabalha no mercado municipal de San Jose, super humilde, trabalha na limpeza. Me viu com a camisa do Corinthians e puxou papo. Conversamos por 1h, chorou de alegria por ter feito um “amigo brasileiro”. O sonho dele era ir ver a Copa, tadinho.... se alguém for lá, mande um abraço á ele, Rigoberto. :'> Foram 13 dias viajando. A costa rica é um país onde os tours são caros. Vale a pena mais curtir as praias. Esse roteiro, ou semelhante, o ideal são 2 semanas mesmo. Vocês viram que eu só falo em bebidas e festas. Haha, mas sou uma boa pessoa. Gosto de viagens assim, curtir locais “incríveis”durante o dia, e festinhas bacanas a noite. São viagens cansativas, mas legais. As empresas o outros nomes que mencionei, você acha no Google, Hostelworld e etc. Era mais para terem uma idéia de preços e horários aqui... Pesquise! É uma fase legal da viagem: a preparação.... Se tiver tempo, não tenha um roteiro tão rígido, principalmente se viaja sozinho. Você pode ir conhecendo mochileiros(as) bacanas no caminho, e mudar um pouco os planos, pra lá, ou pra cá mais uns dias. Procurando sugestões e companhia para a próxima viagem. Abraços!
  14. Ola Gabriela. Aqui na base militar há alguns haitianos que nos prestam serviço, acompanhando as patrulhas como guia e intérprete. Creio que possa ser uma boa solução. Eles falam portugues muito bem, aliás. Se virar por aqui sozinho, realmente é dificil. Se desejar posso verificar com algum deles, e passar os contatos para que voces acertem algo.
  15. Cara, honestamente não recomendo que você venha. É perigoso circular pela cidade de Porto Principe, sobretudo para "turistas" viajando sozinhos. Como eu falei, há poucas coisas interessantes de se ver aqui. A cidade pouco possui energia elétrica, ou rede de esgoto. Há vários pontos perigosos de criminalidade. Mas caso esteja disposto... vindo de Santo Domingo, você deve pegar o ônibus da Empresa Capital Coach Line (saída diária as 08h e 10h). USS 35 (ou 65 ida e volta). O ônibus te deixa aqui ao lado da Embaixada Americana, não há táxis no local. Apenas moto-taxi. E sobre dicas de hospedagem, também não sei infomar, há aquelas opções de "hoteis"no litoral aqui próximo (Kaliko e Indigo) dê uma olhada na internet e facebook. Falou.
×
×
  • Criar Novo...