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ines.vieira

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0 Neutra
  1. Galera, indicação de barraca pra comprar no Chile ou Brasil que dê pra usar na Patagônia?
  2. É, então o jeito é optar por refúgios ou trocar a mochila hehehehe. Mochilas boas tão caras pra caramba, R$ 800
  3. Galera, dúvida cruel! Tenho uma Black Diamond Astral 40 que é minha companheira há um tempinho. Tô planejando fazer uma trip para a Patagônia em Janeiro/17 e tô em dúvida se dá pra fazer só com ela + uma ataque de 10l da Quechua bem simples que eu tenho ou se vou ter que pegar uma mochila maior... Eu sou muito adepta de uma mochila leve e passei 35 dias com a minha num mochilão entre a Bolívia, Paraguai, Peru e Chile (apesar de não carregar constantemente nas costas e sim num travel bag) com uma porrada de roupas dos mais variados tipos (jeans e roupa de balada), secador de cabelo e afins... Testei a menina com os seguintes itens e esse volume atingiu a metade daquela estrutura mais rígida na parte de trás da mochila sem organização, só socando mesmo rsrsr. Esse é o vestuário que considero ideal, posso estar enganada: - 1 Anorak TNF e 1 calça impermeável TNF no bolso superior, aquele que é a tampa da mochila - 1 Fleece Pullover Arpenaz 100 da Quechua, que apesar do nome tem dizendo no site que é 240g/m2 (esse Fleece tem uma tecnologia que eles chamam de Stratermic, notei que ele corta um pouco o vento) - 1 calça fleece - 1 calça legging (82% poliamida e 18% elastano) pra servir como outra segunda pele - 1 blusa manga longa 90% poliamida e 10% elastano também pra servir como outra segunda pele - 3 camisas dry fit - 2 tops e 7 calcinhas, tudo poliester - 2 pares de meias Lorpen (1 Light e 1 Heavy) + 2 pares de meias liners - 1 toalha daquelas que secam rápido No meu corpo como ponto de partida estarão: - 1 Fleece com zíper Gonew (marca da Netshoes, é a mesma coisa do Nord da Centauro) fino, acho que 100g/m2 - 1 conjunto segunda pele polar Quechua - 1 calça de trekking em nylon/tactel Quechua - Roupa íntima - Bota impermeável Vento Finisterre - 1 par de meias Lorpen Light e 1 par de liners - Demais acessórios contra o frio (gorro, luva segunda pele, luva térmica, buff) Bem, contando que possivelmente (se não optar por refúgios) carregarei equipo de trekking pra fazer o W e tenho que adicionar na conta ainda as comidas (pretendo comprar tudo liofilizado por lá ou aqui antes de ir), 2 cameras (1 action e 1 canon superzoom), 1 headlamp, 1 canivete, farmácia, higiene e demais essenciais, vocês acham que dá? Ah, eu cogito cortar ali da mochila aquele par adicional de segunda pele. E tenho ainda um softshell TNF, mas não sei se deveria levar...
  4. ines.vieira

    Mendoza

    Galera, alguém viu preços ou esquiou em Los Penitentes por aqui? Tô indo agora em Julho pra o Uruguai, Argentina e Chile e quero dar uma esquiada de iniciante, mas Valle Nevado é caro demais!
  5. Uau! 4 mil? É a segunda pessoa que vejo falando nesses valores! Uma amiga foi pra lá agora no fim de Abril e gastou por volta daí, mas não foi no Krueger. Os 4 mil são sem o Safari?
  6. João Pessoa: 1 dia você dedica pra cidade e pras praias urbanas com facilidade. Bote mais 1 na conta e faça um passeio pro litoral sul, de Barra de Gramame até Tambaba. Em mais 1 dia você pega um catamarã e passa a manhã em Areia Vermelha e de lá vai curtir o Por do Sol
  7. Se liguem que em Julho pode chover bastante no Nordeste. Porto você pode fazer 3 dias: 1 dia dedicado pra Carneiros, 1 dia pra Muro Altoo + Pontal e 1 dia pra Porto em si, não acho um bom custo x benefício você fazer o ponta a ponta (que te leva em Muro Alto, Pontal e Porto), pega um carro e faz as praias com mais tranquilidade que é melhor.
  8. Na verdade isso é desnecessário e a maioria dos guias não dirige, senão todos. Com os caminhões é só ter paciência e fazer a ultrapassagem normalmente. E você, de carro, vai fazer um monte de passeios que não precisam de guia. Os passeios que contratamos um foram os que justamente são indispensáveis e você não pode fazer sem: Fumacinha, Buracão, Marimbus + Roncador.
  9. E aí, pessoal! Senti a necessidade de fazer esse post com algumas dicas quando estava na Chapada agora com quatro outros mochileiros aqui do fórum, Domingos (fiz Bolívia/Chile/Peru com ele, tem um relato em construção aqui no fórum feito por um de nossos amigos da viagem), Roberta (que conheci por aqui), Toshio e Talita (um casal mega simpático que dividiu conosco apenas custos de guia e alimentação, pois optaram por alugar um carro pra eles e ficar em pousadas onde tinham quarto para casal). Começamos o roteiro dia 18/set e acabamos dia 26/set, época seca (na Chapada isso quer dizer pouca coisa em termos de beleza, não se preocupe se estiver viajando em uma data nesse período). Algumas coisas bem pertinentes sobre o local: 1 - Sei que cansam de falar isso aqui, mas lá vou eu reforçar: ALUGUE UM CARRO, seja em Salvador (recomendado pelos custos) ou em Lençóis)! Quebra MUITO o galho e você pode dividir custos com outras pessoas (não esqueça de deixar uma vaga pro guia). A estrada tem alguns buracos e você vai inevitavelmente pegar trechos lentos devido aos caminhões, mas dá pra ir sem maiores problemas. 2 - Pessoal que tá indo sozinho: pode ir pra Lençóis e alugar um carro depois que juntar um pessoal por lá se estiver com receio de não ter companhia ao chegar. Se você estiver se hospedando em albergue isso será a menor das preocupações: a chance de ter alguém só em albergue é alta! Conheça uma galera no local e converse sobre as vantagens de fazer os passeios por conta própria (cortar custos). 3 - Sobre esses custos: o passeio pro Buracão (o mais caro, provavelmente) saia por incríveis R$ 350 da agência do albergue Chapada Hostel, que é um dos mais escolhidos pra hospedagem em Lençóis, normalmente a cidade base pra quem tá só. Pode até ser mais barato saindo das cidades mais próximas à atração, mas aí tem o problema de deslocamento entre os lugares dentro da Chapada. Nós pagamos R$ 35 pro guia pra fazer o Buracão em nossa ida... 4 - Buracão: vá! Se a grana tiver curta e estiver sem carro e fazendo sozinho os passeios, faça uma forcinha e pague até no cartão de crédito de forma parcelada! Não perca! Tem gente que chega lá e não quer ir nadando e sim ir pelas pedras, mas essa opção mais legal e emocionante de ver a cachoeira pela primeira vez. Fomos pelo cânion nadando e só pra garantir a experiência completa voltamos pelas pedras 5 - Considere seriamente Andaraí como uma de suas cidades bases e faça o passeio pelo rio Marimbus, culminando no Roncador, esse compete seriamente pela primeira posição no nosso ranking dos "melhores da Chapada". Fique no Don'anna Hostel, dos simpáticos Júlio e Carol: o local é um casarão colonial conservado até com os móveis de época (e me fez sentir saudades da casa da minha avó, que era no mesmo estilo) e os donos tem vários causos pra contar, os agraciando com as mais diversas histórias no café da manhã. Eles ainda nos indicaram um guia show de bola, Lu, que nos esperou o tempo que quisermos ficar no Roncador e ainda nos levou, ao fim do dia, para a Cachoeira do Segredo, ótimo lugar pra relaxar e esperar o anoitecer 6 - Poços Azul e Encantado: quer aproveitar melhor e passar mais do que apenas 5~15 minutos no Poço Azul? Vá em um dia de semana, preferencialmente uma segunda-feira, e chegue cedo (saímos de Andaraí para os poços). Observe a quantidade de carros no estacionamento antes do rio: se forem poucos, comemore! Como éramos os únicos por conta própria, entramos no poço e ficamos por lá enquanto os grupos com guia saiam. E terminamos passando algo como uns 45 minutos no lugar, saindo apenas porque literalmente quisemos. Não havia mais ninguém. E isso nos rendeu ainda ótimas fotos. 7 - Fumacinha: Era uma trilha de testes para a nossa próxima viagem à Chapada, onde iremos fazer a travessia do Pati. Ok, todos nos diziam que era um negócio praticamente de outro mundo, o bate volta era muito pesado e etc. Nosso grupo estava misto: eu, Domingos e Roberta já fizemos outras trilhas (e particularmente não vimos nada de outro mundo na trilha), mas Talita estava um pouco receosa e inclusive contratou um guia só pra ela no caso de querer desistir. Resultado: fizemos a trilha em um ritmo ótimo, bem tranquilo, parando pra lanchar, esperando o pessoal, até tempo pra tomar banho/dormir em uma das cachoeiras do caminho da volta tivemos. Quando voltamos à pousada em Ibicoara e fomos jantar, o dono comentou que estávamos bem animados pra quem tinha ido à Fumacinha e deu o veredito: o Pati pra vocês será bom. OU SEJA: faça na tranquilidade que DÁ! 8 - Por falar nela, TRANQUILIDADE é a palavra de ordem na Chapada: não desanime se algo sair do programado ou não tiver tempo pra visitar uma atração. Você VAI QUERER voltar. A Chapada é enorme e você jamais contemplaria tudo em uma viagem de 8, 15 ou 30 dias. Nosso grupo foi ótimo porque todos tinham uma mesma mentalidade: queríamos APROVEITAR! Deixamos de lado alguns passeios para aproveitar mais outros, já sabendo que temos que voltar lá, afinal queríamos curtir ao máximo os lugares que visitamos. Então, galera, entre no ritmo dos locais, desacelere e curta a vibe! Você estará na Chapada! Aproveito ao máximo os lugares, relaxe em alguma cachoeira por um bom tempo só pra curtir o lugar, seja CORDIAL com os guias e atendentes dos restaurantes (principalmente tenha paciência com o tempo de preparo da comida em restaurantes) e aproveite um dos lugares mais lindos do Brasil! Pense num país abençoado com tantas belezas! Algumas fotos: Poço Azul Fumacinha Buracão
  10. Forclaz pra fazer Aeroporto/ Rodoviária/ Hostel ou trilhas leves é ótima sim
  11. Só eu que não topo uma mochila de 40l+? Tenho uma Black Diamond Astral 40 e nisso de usar Aeroporto / Albergue e afins me serve muito bem. As vezes coloco até peso perto do limite (informado no manual), visto que raramente carrego a bichinha nas costas em viagens assim (tenho uma capa p/ transporte, melhor investimento pra esse tipo de viagem). Nas trilhas, me ajuda a não carregar peso desnecessário: sempre penso 3x antes de colocar o item na mochila pra não levar peso desnecessário. Pra 5 dias eu acho que tá bem demais, menos dias melhor ainda! Já fiz trilha de 3 dias com mochila de 20l... Menos é mais nesses casos... Aprendi isso com o tempo e carregando peso desnecessário pra lá e pra cá.
  12. Um amigo meu fez o Salar e todo o resto da trip Bolívia/Chile/Peru com um tênis, cara rsrsrs... A bota vai ajudar mesmo no Salar e se for fazer alguma trilha. Se tiver com as meias técnicas, manda bala. Sobre a bota, pede a grana de volta e compra uma na Bolívia, na Tatoo de La Paz, se quiser uma bota pra "vida toda".
  13. ines.vieira

    Anorak

    Relatos de uso e minha opinião aqui sobre o The North Face Venture. Usei meu anorak em várias condições, as que lembro agora: • Ilha de Páscoa: protegeu bem do vento na Ilha durante os passeios, caminhadas e quando fui tomar um vinho com a galera na beira do Rano Kau à noite Ah, em um dos dias me serviu bem na chuva e ainda permitiu que a parte de cima do meu corpo ficasse seca em um tombo que levei, caindo em uma poça de lama • Camping e rapel em Venturosa/PE: como assim utilizou o anorak no meio do sertão nordestino? Bem, faz frio no interior de Pernambuco sim Temos até Festival de Inverno! Voltando, usei apenas em uma subida à pedra que fizemos para curtir o visual lá de cima à noite como corta-vento. • Subida à Pedra do Cachorro, São Caetano/PE: também fica no sertão, mas nesse dia estava quente. No entanto, a neblina lá em cima da pedra à noite/madrugada fez com que fizesse muito frio, mais do que o costumeiro no local. Tinha levado em caso de chuva, mas aí usei como 3 camada pra ajudar contra o frio. No dia seguinte, na descida, me manteve seca por causa da chuva, mas soei muito devido ao calor intenso e cheguei à conclusão que Anorak + Chuva + Calor = melhor se molhar se não estiver em uma região fria ou se tiver destino certo. • Mochilão Paraguai/Peru/Bolívia/Chile: resumindo, usei pra tudo na trip, apesar de já precisar reaplicar a camada DWR. Corta vento, chuva, 3° camada... Uso mais hard foi no Chacaltaya, pois subimos o pico em meio à uma chegada de uma nevasca. Descemos até apressados pra não pegarmos a tempestade. Cortou legal o vento, provou sua impermeabilidade. No Salar também ajudaria para cortar o vento, mas preferi usar o softshell, já que o clima era seco. Me protegi também da chuva na trilha à Águas Calientes pela hidrelétrica, apesar do problema de local quente = suor. No Atacama usei como corta vento, alternando com meu softshell. 1 - Ganhei um pequeno rasgo na "barra" onde passa o cordão de ajuste de cintura (?) do meu anorak na descida da Pedra do Cachorro. Como a vegetação é de caatinga, apesar do cuidado, acabou acontecendo isso. No entanto, me protegeu de vários arranhões nesse mesmo dia. 2 - Apesar de ser respirável, você vai ficar obviamente ensopado utilizando o equipo em locais quentes. 3 - Já não repele tão bem a água, o que me faz estar à procura de um spray DWR pra comprar aqui no Brasil ou importando, já que não tenho viagem planejada pro exterior esse ano. Comprei o anorak em 2013 e em 2014 (antes do mochilão) a camada DWR já não atuava tão bem. Nota final: 8.0. Receberia nota maior se a atuação da DWR durasse pelo menos 1,5 ~ 2 anos.
  14. Andresa, tem vários que aceitam sim, Porto tem Subway também pra quem quiser economizar mais ainda Vê no site do teu cartão de refeição os estabelecimentos, eu geralmente escolho um self service onde você paga caros R$ 35, mas é à vontade (acho que o nome é Churrasco Gaúcho, não lembro) e como é no Sodexo, né... Porto também tem locais que vendem sem balança por vários preços (os mais afastados da praia, logo no fim da PE-60), desde R$ 9,90 a R$ 24,90.
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