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13furlan

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Sobre 13furlan

  • Data de Nascimento 05-11-1990

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  1. A viagem foi ótima!! Fizemos algumas alterações no roteiro durante o percurso. Nesse post tem um resumão: http://queimandoasfalto.com.br/resumao-da-lua-de-mel-mochilao-e-tetra/ Abraços!
  2. Alteração no roteiro: Dia Data Itinerário 1º 21/12/14 DOM SBO > SP 2º 22/12/14 SEG SP > Santa Cruz > La Paz 3º 23/12/14 TER La Paz 4º 24/12/14 QUA La Paz > Uyuni 5º 25/12/14 QUI Uyuni 6º 26/12/14 SEX Uyuni > Copacabana 7º 27/12/14 SÁB Copacabana > Cusco > Água Caliente 8º 28/12/14 DOM Água Caliente > Cuzco 9º 29/12/14 SEG Cuzco 10º 30/12/14 TER Cuzco > Nasca 11º 31/12/14 QUA Nasca 12º 01/01/15 QUI Nasca > Lima 13º 02/01/15 SEX Lima 14º 03/01/15 SÁB Lima 15º 04/01/15 DOM Lima > Chiclayo > Piura 16º 05/01/15 SEG Piura > Loja 17º 06/01/15 TER Loja > Cuenca 18º 07/01/15 QUA Cuenca 19º 08/01/15 QUI Cuenca > Baños 20º 09/01/15 SEX Baños 21º 10/01/15 SÁB Baños > Quito 22º 11/01/15 DOM Quito 23º 12/01/15 SEG Quito 24º 13/01/15 TER Quito 25º 14/01/15 QUA Quito > Bogotá 26º 15/01/15 QUI Bogotá 27º 16/01/15 SEX Bogotá 28º 17/01/15 SÁB Bogotá 29º 18/01/15 DOM Bogotá > Santa Marta 30º 19/01/15 SEG Santa Marta 31º 20/01/15 TER Santa Marta 32º 21/01/15 QUA Santa Marta > Cartagena 33º 22/01/15 QUI Cartagena 34º 23/01/15 SEX Cartagena 35º 24/01/15 SÁB Cartagena > SP > SBO
  3. Valeu Callu! Aos poucos estamos relatando essa viagem... Vi o seu relato, muito bom! Parabéns pela viagem =D Abraços
  4. 6º Dia da viagem: 04/07/2013, quinta-feira Dia de pegar a estrada e seguir até Conceição do Mato Dentro, na Serra do Espinhaço. Planejamos passar pelas cidades históricas Mariana e Santa Bárbara, porém houve uma mistura de falta de sinalização com falta de paciência e o resultado: erramos caminho e só chegamos no Distrito de Tabuleiro, em Conceição do Mato Dentro, perto da meia noite. Acordamos, olhamos pela janela aquela visão das construções de Ouro Preto e deu uma tremenda vontade de ficar mais um dia. Mas roteiro é roteiro, se mudar o planejamento de um dia, é necessários mudar o restante e nosso tempo era curto. Saímos às 11 horas de Ouro Preto sentido Mariana. Mal entramos na cidade já ficamos nervosos com a falta de sinalização. Entramos em duas ruas na contramão e não vimos placas para a Praça de Minas Gerais, onde ficam os principais pontos turísticos da cidade. Em meio a confusão e sem GPS saímos da cidade por onde entramos e acabamos esquecendo que tínhamos que pegar outra estrada e ir sentido Santa Bárbara. Só depois de 70 quilômetros que percebemos a falha, nisso já estávamos perto de Ponte Nova. Voltar já não era opção. Traçamos um novo percurso indo por Itabira, a ideia era de lá seguir até Santa Maria de Itabira e Morro do Pilar, assim andaríamos 30 quilômetros na terra, todavia erramos novamente. Fomos sentido Bom Jesus do Amparo, aí não tinha mais como fugir da terra. De Bom Jesus do Amparo até Morro do Pilar foram cerca de 80 km pela Estrada Real (não pavimentada). Mas apesar de a estrada ser de terra e ter trechos com bastante buraco, valeu à pena! A região é emoldurada por lindas paisagens e com sonoridade de diversas espécies de pássaros. Se não tem sinalização nem nas cidades, em uma estrada de terra vai ter menos ainda, certo? Nem tanto! De vez em quando escolhíamos bifurcações na sorte, mas das diversas bifurcações, erramos somente duas. E logo percebíamos o erro ao notar a falta de marco às margens da Estrada Real - no site da estrada tem um texto que explica como se guiar na estrada usando os marcos. Assim ficava mais fácil saber o caminho correto. Quando chegamos a Morro do Pilar, já à noite, pedimos informações a um homem sobre como chegar a Conceição do Mato Dentro. Ele nos apresentou duas opções: pela estrada de terra com 28 km ou pelo asfalto com 58 km. Disse ainda que pela terra era mais rápido e que a estrada estava em boas condições. Cansados de tanta terra e por estar escuro fomos pelo asfalto. Este trecho de 58 km teve um imenso grau de dificuldade, pois além da escuridão, tinha muitas curvas e para variar na MG-010 era raro ver sinalização de solo e quando tinha placas eram poucas as visíveis, muitas estavam cobertas pelo mato. Quando chegamos a Conceição do Mato Dentro estávamos famintos. Paramos no primeiro lancheiro da cidade, o Rocha Lanches. Quando vimos o tamanho do pão pensamos que o lanche seria pequeno, mas nos enganamos, o lanche estava super-recheado vindo ao encontro da nossa fome. Depois de comer fomos ao Distrito de Tabuleiro, onde fica o hostel que reservamos. Seguimos as explicações enviadas por e-mail e não tivemos problemas para chegar. O hostel é logo no início do distrito. Chegamos e fomos recebidos pelo "Dog", um vira lata negro, lindo e atrevido, que não parava de pular em nós e morder nosso calcanhar, nos impedindo de andar até a cozinha, que também naquele momento funcionava como recepção. Fomos recebidos por uma moça, por sinal muito desinformada. Ela nos cobrou R$ 120,00, que é o preço de balcão da diária, porém na reserva por e-mail foi cobrado R$ 110,00. Batemos o pé, mostramos o comprovante do depósito da reserva, pagamos mais R$ 55,00 e ficou tudo certo. Depois de um deslocamento de quase 11 horas e de um bom banho, dormimos. [t3]Hospedagem em Conceição do Mato Dentro[/t3] Passamos uma noite no Tabuleiro Eco Hostel, não dá para gente falar muito dele, mas nos pareceu um lugar simples e agradável, em meio à natureza. Gostamos das comodidades do quarto, bem espaçoso e com uma cama muito confortável e a ducha era excelente. Porém no quarto tinha um pouco de poeira e "farelo" da parede no chão. Embora só tivesse a gente no hostel aquele dia, o café da manhã estava delicioso e tivemos um atendimento, digamos, VIP. O carro ficou dentro do hostel em local próximo do carro o que facilitou o embarque e desembarque dos nossos pertences. [t3]Mapa do dia[/t3] https://mapsengine.google.com/map/edit?mid=z5QBFh8ihmnU.kyweGw-EDdoU [t3]Investimentos do dia[/t3] Hospedagem: R$ 110,00* Alimentação: R$ 19,00* Combustível: R$ 70,00 * Valor para 2 pessoas Km rodados no dia: 426,8 Total de km rodados na viagem: 1.164,0[/b]
  5. mas por ser nosso primeiro mochilão vocês acham que é de boa esse roteiro ou que está muito "maluco"/fora da realidade?
  6. Caramba Paulo, os preços dessa cia é muito barato! Estou impressionado. Mas vc tem certeza que é isso mesmo? kkkkkkkk
  7. Boa galera! Eu e minha noiva estamos querendo fazer um mochilão de lua de mel, de 21/12/14 a 24/01/15. Será nosso primeiro mochilão, nossa primeira viagem internacional (sem ser de carro) e a primeira viagem de avião dela. Somos de Santa Bárbara d'Oeste-SP (conhecida como SBO), já compramos as passagens aéreas de ida e volta. Ida de SP para Santa Cruz de la Sierra e volta de Cartagena para SP. Esse é o desafio, sair de Santa Cruz e chegar a Cartagena em 35 dias, passando pela Peru e Equador. Nossos deslocamentos serão por terra, em ônibus e queremos fazer 3 trechos de avião. Queria saber se esse roteiro está de boas ou não? 1º 21/12/14 DOM SBO > SP > Santa Cruz > La Paz: Vamos chegar a Santa Cruz umas 2h da manhã do dia 22, a ideia é dar uma enrolada no aeroporto e pegar o busão para La Paz. 2º 22/12/14 SEG La Paz: esse dia está reservado para gente se adaptar com a altitude, a ideia é fazer um passeio a pé pelo centro da cidade. 3º 23/12/14 TER La Paz: queremos subir o Illimani e visitar o Valle de la luna. 4º 24/12/14 QUA La Paz > Copacabana: trajeto diurno de busão 5º 25/12/14 QUI Copacabana: Ilha do Sol e arredores 6º 26/12/14 SEX Copacabana > Cuzco: tarde livre e depois trajeto noturno de busão de Puno a Cuzco 7º 27/12/14 SÁB Cuzco: chegares a Cuzco por volta das 6h, a ideia é dar uma volta pelo centro histórico até o horário de check-in e depois de descansar um pouco dar uma volta a noite pelo centro. 8º 28/12/14 DOM Cuzco: Macchu Picchu VV (vai e volta), provavelmente vamos de trem - como a viagem é mto longa vamos gastar um pouco com trem para nos preservar para o resto da viagem. 9º 29/12/14 SEG Cuzco: dia livre (se não for mto caro queremos visitar algum lugar do vale sagrado) 10º 30/12/14 TER Cuzco > Lima: viagem para Lima, estamos em busca de parceiros para as passagens aéreas, se não conseguirmos vamos enfrentar as 24h de busão. 11º 31/12/14 QUA Lima: centro histórico 12º 01/01/15 QUI Lima: dia livre 13º 02/01/15 SEX Lima > Trujillo: viagem de busão 14º 03/01/15 SÁB Trujillo > Lambayeque: Manha: huacas del sol y de la luna; Tarde: viagem de busão para Lambayeque 15º 04/01/15 DOM Lambayeque > Máncora: Manhã Museum of the Royal Tombs of Sipan e Tarde viagem de busão para Máncora 16º 05/01/15 SEG Máncora: curtir a praia, pq ninguém é de ferro né hehehehe 17º 06/01/15 TER Máncora > Guayaquil: mais viagem de busão e mais um fronteira Peru - Equador 18º 07/01/15 QUA Guayaquil: dia livre 19º 08/01/15 QUI Guayaquil > Cuenca: viagem de busão 20º 09/01/15 SEX Cuenca: dia livre 21º 10/01/15 SÁB Cuenca > Baños de Agua Santa: viagem de busão, se der tempo visitar o "balanço do fim do mundo" 22º 11/01/15 DOM Baños de Agua Santa > Quito: viagem de busão 23º 12/01/15 SEG Quito: dia livre 24º 13/01/15 TER Quito: dia livre 25º 14/01/15 QUA Quito > Bogotá: Viagem para Bogotá e mais uma fronteira Equador - Colombia - estamos em busca de parceiros para as passagens aéreas, se não conseguirmos vamos enfrentar o busão e a fronteira terrestre que dizem ser tensa. 26º 15/01/15 QUI Bogotá: Catedral de Sal 27º 16/01/15 SEX Bogotá: dia livre 28º 17/01/15 SÁB Bogotá: dia livre 29º 18/01/15 DOM Bogotá > Medelin: viagem de busão 30º 19/01/15 SEG Medelin: dia livre 31º 20/01/15 TER Medelin: dia livre 32º 21/01/15 QUA Medelin > Cartagena: Viagem para Cartagena - estamos em busca de parceiros para as passagens aéreas, se não conseguirmos vamos enfrentar o busão. 33º 22/01/15 QUI Cartagena: dia livre (queremos fazer mergulho) 34º 23/01/15 SEX Cartagena: dia livre 35º 24/01/15 SÁB Cartagena > SP > SBO: Volta para SP de avião com escala em Bogotá e depois busão até SBO. Bom, o roteiro inicial é este. A gente não pesquisou muita coisa ainda, tá difícil a questão de tempo... mas digam o que acham e nos ajudem se possível Valeu galera!
  8. Passei por lá de carro, era uma segunda-feira. Não vi e desconheço esse tipo de transporte por lá. Relatei minha passagem pelo Parque no meu blog, se quiser ver as fotos e ler o relato o link é este: http://wp.me/p2Wczf-gO Abraços
  9. E aí, blz? Quando eu passei por lá, dormi em Córdoba apenas uma noite, mas achei a cidade bem legal, tenho vontade de voltar. Fiquei no Garden Hotel que fica bem na praça central de Córoba. O hotel era novo, gostei bastante da suíte e principalmente da cama. A suíte tem ar-condicionado, o chuveiro esquentava rápido e o wi-fi pegava muito bem no quarto. Porém, o café da manhã foi servido em uma padaria a um quarteirão do hotel e era no estilo à la carte, veio duas medialunas (croissant), um café ou café com leite, um copinho com água com gás e outro com suco concentrado de laranja, geléias e manteiga. E o estacionamento indicado pelo hotel era mais longe e mais caro que um outro. Deixei o carro no mais próximo, por AR$ 20,00 (R$ 8,93) por 1 hora + o pernoite. O relato completo desse dia dia você pode ler nesse link: http://wp.me/p2Wczf-Bd Abraços
  10. Oi Clayton, Acredito que mesmo você indo até BH e voltando para Ouro Preto pela BR-40 você vai ter que andar por trechos de pista simples/mão dupla do mesmo jeito. Tem uma serra entre Congonhas e Ouro Preto, a estrada é sinuosa e muito perigosa. Quando eu fui ano passado eu passei por São João del-Rei e não fui até BH para ir a Ouro Preto, fiz +/- essa rota: [googlemap]https://maps.google.com.br/maps?saddr=sao+paulo&daddr=-21.2429439,-44.4182569+to:ouro+preto&hl=pt-BR&sll=-21.097313,-44.041443&sspn=1.924362,2.90863&geocode=FXXCmP4dwH44_SmtWC9GfVnOlDEXfHvh4kFSHg%3BFcHbu_4dMDta_SkdNMYIlSygADFl1g4yIZdyew%3BFWkGyf4deA1o_SlbtVcsHQukADH81YMdE9GE2Q&mra=dpe&mrsp=1&sz=9&via=1&t=m&z=9[/googlemap] Tenha paciência pq tem trechos que a estrada passa por dentro de cidades. E leve GPS, a sinalização em Minas Gerais é péssima! Abraços
  11. Como esse era nosso último dia para aproveitar a cidade, e com certeza não daria para aproveitar todos os passeios, decidimos então fazer uma caminhada pelas ladeiras da cidade para conhecer algumas igrejas de Ouro Preto, já que no dia anterior priorizamos os museus. E ainda, acabamos visitando a Casa da Ópera e alguns museus religiosos. Mesmo com céu nublado e com momentos de garoa, fizemos o percurso ilustrado no mapa abaixo, começando pelo Santuário de Nossa Senhora da Conceição, logo após o café da manhã: [googlemap]https://mapsengine.google.com/map/u/1/embed?mid=z5QBFh8ihmnU.kzOH59XepTg4[/googlemap] Ouro Preto é uma cidade histórica, do tempo da colonização do Brasil, caminhar pela cidade é como se fizéssemos uma viagem ao passado. A cidade inteira é tombada, por isso não é permitida a construção de prédios com mais de três andares. Na parte central não existe asfalto, todas as ruas são de pedra e quando você não está subindo, está descendo. A maioria das igrejas não permitem filmagens nem fotografias em seu interior. Algumas vendem postais com fotos internas e externas. Por este motivo vamos utilizar algumas fotos de terceiros nesse post. Abaixo um pouco de informação de cada local que visitamos neste dia, por ordem de visitação: [t3]Santuário de Nossa Senhora da Conceição[/t3] Esse Santuário estava fechado para reformas. É nele que estão sepultados Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, e o seu pai, Manuel Francisco Lisboa, autor do projeto do Santuário que levou 19 anos (1727 a 1746) para conclusão das obras. Também é nesse local que fica o Museu do Aleijadinho, mas como a igreja está em reformas o museu foi transferido provisoriamente para a Igreja São Francisco de Assis - essa igreja e o museu a gente visitou no dia anterior, clique para ler o relato. [t3]Igreja Nossa Senhora das Mercês e Perdões[/t3] Essa igreja também estava em obras e por esse motivo não estava aberta para visitação. Por ter duas igrejas com o nome "Nossa Senhora das Mercês" em Ouro Preto, essa igreja também é conhecida como "Mercês de Baixo", por conta de sua localização. Foi edificada entre 1740 e 1772. [t3]Igreja Nossa Senhora do Carmo[/t3] Construída em estilo rococó, entre 1766 e 1772, provavelmente foi uma das últimas grandes obras do arquiteto Manuel Francisco Lisboa, pai de Aleijadinho, que veio a óbito poucos anos depois. É a única igreja do estado com painéis de azulejos portugueses, na capela-mor. O templo abriga várias obras de Aleijadinho, do Mestre Ataíde e de outros artistas de renome. [t3]Museu do Oratório[/t3] Inaugurado em 1998, hoje o Museu do Oratório conta com uma coleção de 162 oratórios e 300 imagens dos séculos XVII ao XX e são legitimamente brasileiras. As obras ficam dividas por categoria, no térreo ficam os Oratórios Populares, no 1º pavimento os Oratórios Eruditos e no subsolo os Oratórios Itinerantes. O museu fica no adro da Igreja Nossa Senhora do Carmo, em um prédio do século XIX, onde Aleijadinho morou por um tempo. [t3]Casa da Ópera[/t3] Essa é a casa de teatro mais antiga em funcionamento das Américas, foi inaugurada em junho de 1770. Servia para apresentações de espetáculos para elite local e para atos políticos, como o de Rui Barbosa. Quando nela entramos ficamos encantados com tanta beleza e magia. É como se você voltasse no tempo e imaginássemos uma apresentação de Orquestra ou um Musical. Tivemos o privilégio de fazer uma visita guiada, no nosso pequeno grupo estavam três rapazes, de Belém, e acabamos fazendo amizade com eles. O guia nos apresentou todos os âmbitos do local e falou sobre os mais importantes acontecimentos do local. Visitamos os três andares do auditório, vimos o camarote onde ficavam as autoridades, fomos ao palco e nos bastidores. O prédio sofreu poucas alterações em sua estrutura original, foram feitas obras apenas para reforçar a estrutura e melhorar a acústica do teatro. [t3]Igreja Matriz Basílica de Nossa Senhora do Pilar e Museu de Arte Sacra[/t3] Ficamos impressionados com a abundância de detalhes e de ouro do interior da Igreja Matriz Basílica de Nossa Senhora do Pilar, que é a mais rica em quantidade de ouro de Minas Gerais e segunda mais rica do Brasil, perdendo para a Igreja de São Francisco, em Salvador-BA. A Matriz do Pilar têm aproximadamente 400 quilos de ouro e 400 de prata. Como você pode imaginar é ouro e esculturas para todo lado, unidos a imponente pintura do teto. Essa é uma das igrejas de Ouro Preto mais antigas, a primeira Matriz do Pilar foi erguida entre 1700 e 1703, depois foi demolida e construída a atual, isso por volta de 1728. Anexo a Matriz do Pilar, na sacristia, fica o Museu de Arte Sacra, onde estão expostas mobiliárias, pratarias, obras de Aleijadinho e diversas imagens religiosas. [t3]Caminho da Matriz do Pilar à Igreja do Rosário[/t3] Nesse trecho passamos pela singela Capela do Nosso Senhor do Bonfim, construída no século XVIII, que estava aberta e pudemos entrar e ver a simplicidade do seu interior, totalmente oposto do que havíamos visto na Matriz do Pilar. Seguimos a caminhada e passamos pelo Chafariz da Glória, datado de 1752. Próximo a Igreja do Rosário passamos pela Ponte Seca, que tem esse nome pelo rio que passava sob ela ter sido canalizado. Antes de atravessar a ponte, tem o Passo da Ponte Seca que só é aberto no Domingo de Ramos e na Sexta-feira Santa. [t3]Igreja Nossa Senhora do Rosário[/t3] É uma igreja que nasceu do trabalho de escravos, para congregação dos negros que não podiam participar das mesmas missas que os brancos. A construção definitiva foi iniciada em 1765 e a peculiar fachada que chama atenção pela forma circular, é de autoria de Miguel Francisco de Araújo, e hoje é um raro exemplar na arquitetura barroca do Brasil. Ao entrarmos identificamos uma enorme diferença entre a estrutura das igrejas feitas para congregação dos brancos e para os negros. Os negros congregavam em igrejas com pouquíssimo, ou nenhum ouro, muito diferente por exemplo da Matriz do Pilar que carrega em sua estrutura 800 quilos de ouro e prata. Ao lado da igreja tem o Chafariz do Rosário. [t3]Capela de São José[/t3] A capela estava fechada, mas lemos na placa turística que no interior da igreja encontra-se o mausoléu com as cinzas do escritor Bernardo Guimarães, autor de "A Escrava Isaura". Ela foi construída entre 1753 e 1811 e teve seu altar-mor desenhado de graça pelo Aleijadinho. No fundo da capela tem um pequeno cemitério, do século XIX que remete à proibição oficial de sepultamentos dentro de templos religiosos. [t3]Igreja São Francisco de Paula[/t3] Para chegar a essa igreja precisamos subir uma ladeira de pedra, sob uma leve garoa. Quando chegamos no alto do Morro da Piedade, aparentemente a igreja estava fechada, cansados, resolvemos apenas observar a igreja por fora e seguir nosso trajeto. Sequer arriscamos subir as escadas da frente para ter certeza de que não havia entradas secundárias pelas laterais. Esta foi a última igreja erguida no período colonial, com execução iniciada em 1804. [t3]Igreja de Nossa Senhora das Mercês e Misericórdia[/t3] Esta igreja estava fechada. Por ter duas igrejas com o nome "Nossa Senhora das Mercês" em Ouro Preto, essa igreja também é conhecida como "Mercês de Cima", por conta de sua localização. Foi construída entre 1771 e 1793. A torre central é projeto de Manuel Francisco de Araújo. Do adro dessa igreja tem-se uma vista panorâmica de Ouro Preto, mas como estava nublado não conseguimos ver muita coisa. Depois de terminar nosso percurso pelas igrejas de Ouro Preto, já no final da tarde, fizemos uma merecida pausa para comer e beber na Satélite Lanchonete e Pizzaria, na Rua Direita. Pedimos uma porção de arroz, uma de picanha e a tradicional pinga mineira com mel. No auge da conversa, eis que surge o Raul e o Jhony, os belemenses que conhecemos na Casa da Ópera. Conversamos até altas horas e rimos muito. A Satélite Lanchonete e Pizzaria é um ponto de encontro de jovens e possui ótima culinária e bons preços. Depois de toda essa andança e de se divertir voltamos para a pousada já perto das 23 horas, tomamos banho e dormimos que nem "pedra". [t3]Hospedagem em Ouro Preto[/t3] [t3]Investimentos do dia[/t3] Hospedagem: R$ 100,00* Alimentação: R$ 40,00* Passeios: R$ 18,00* * Valor para 2 pessoas Km rodados no dia: 0 (zero) Total de km rodados na viagem: 737,2
  12. Valeu Fabio! Em Conceição do Mato Dentro, infelizmente, não deu tempo da gente visitar muita coisa, só fomos até a metade da trilha da Cachoeira do Tabuleiro, não tivemos tempo para ir até o final. Passamos só uma noite por lá =/ As dúvidas pode mandar aqui, por "Mensagem particular" ou comentando no blog que respondo aquilo que eu poder. Abraços.
  13. [t1]19º Dia (09/01/13, qua): De Corrientes a Foz do Iguaçu[/t1] Total de Km percorridos (de carro) no dia: 636,8 Depois de uma boa noite de sono e um café da manhã super reforçado. Fomos ao banco fazer o último saque internacional da viagem, para depois seguirmos de Corrientes a Foz do Iguaçu e enfim chegarmos ao Brasil após 16 dias de viagem pelo Uruguai, Argentina e Chile. O clima estava propício para uma excelente viagem: sol, poucas nuvens e temperatura amena. Saímos de Corrientes, capital do departamento homônimo, por volta das 12h30, levamos lanches que fizemos com os ingredientes comprados no dia anterior no supermercado em Resistencia, com o propósito de não pararmos durante a viagem, para economizamos dinheiro e mais do que isso: tempo! E assim partimos pela Ruta Nacional 12, sentido Puerto Iguaçu, fronteira com o Brasil. Essa estrada é toda asfaltada, em pista simples e em alguns pontos duplicada. O asfalto é muito bom e passamos por três praças de pedágio: Ituzaingó (AR$ 6,50 - km 1.262), Santa Ana (AR$ 5,00 - km 1.375) e Colonia Victoria (AR$ 4,00 - km 1.551). Durante o percurso passamos por diversas lagoas. Na fronteira do departamento de Corrientes com Misiones apenas tivemos que reduzir a velocidade, mas em nenhum momento fomos parados pela polícia. Logo paramos para abastecer em Candelaria (cidade argentina de Misiones), num posto da rede YPF, enchemos o tanque com nafta Super, por AR$ 7,29 o litro. Com isso chegamos até Puerto Iguazú. Antes de chegar na cidade a estrada passa pelo Parque Nacional Iguazú são poucos quilômetros com paisagem muito bela. Na cidade fomos a um mercadinho na avenida principal e compramos alfajores para presentear amigos e familiares; e depois fizemos mais um abastecimento para acabar com nossos pesos argentinos, colocamos AR$ 66,50 que rendeu quase 9 litros de nafta Premium ao valor de AR$ 7,80 por litro. Passamos pela aduana argentina sem burocracia, apenas devolvemos o papel que recebemos na aduana em nossa volta a Argentina pela Cordilheira dos Andes, vindo do Chile, e fomos liberados rapidamente. Paramos na Ponte Internacional Tancredo Neves (ou "da Fraternidade"), com 72 metros de altura sobre o Rio Iguaçu e quase 500 metros de comprimento, ligando a Argentina ao Brasil. O Sol estava se pondo e tiramos algumas fotos. Era 21h30 quando chegamos ao Brasil e fomos procurar o Klein Hostel onde tínhamos reserva para nossas três noites em Foz do Iguaçu. No caminho vimos um shopping. Mortos de fome e com saudade do tradicional arroz e feijão - mesmo sujos e fedidos - paramos para comer. Fizemos nossa refeição no Griletto e dois pratos de comida saíram por R$ 25,40. Depois da comida tomamos um suco cada no Menta Limão, a conta ficou R$ 9,80. Alimentados seguimos a rota até o hostel e após 10 minutos chegamos. Depois de conhecer o hostel e tomar banho fizemos nossas reservas on-line para passeios pelas Cataratas do Iguaçu e pelo complexo turístico da Usina Hidrelétrica de Itaipu, em nossos 20º e 21º dia de viagem respectivamente. [t3]Mapa do dia[/t3] https://mapsengine.google.com/map/embed?mid=z5QBFh8ihmnU.kfN4kkjoBptk [t3]Hospedagem em Foz do Iguaçu[/t3] Passamos três noites no Klein Hostel, Foz do Iguaçu. Foi o lugar que mais nos sentimos em casa, o atendimento é excelente e as instalações nos deixam muito a vontade. O ambiente da piscina e bar foi onde mais ficamos em nosso tempo livre, ao lado do bar tem um videogame e mesa de bilhar. Ficamos em um quarto com banheiro privativo. O wi-fi tinha bom sinal. As toalhas de banho eram gratuitas, com uma troca a cada dois dias. Se houvesse a necessidade de trocar antes era cobrada uma taxa. A cama era confortável e o quarto espaçoso. O único problema é que ele fica encostado na sala e recepção, e isso pode gerar constrangimento se houver barulho por lá na hora de dormir, por exemplo. Mas nós não passamos por isso. A cozinha para uso dos hóspedes era equipada com o necessário para fazer refeições básicas. Fizemos algumas jantas lá, sem nenhum problema. O estacionamento é junto ao hostel e está incluso nos 80 reais da diária. [t3]Investimentos do dia[/t3] Hospedagem: R$ 80,00* Alimentação: R$ 52,48* Combustível: R$ 145,76 Pedágios: R$ 6,92 Estacionamento: R$ 4,00 * Valor para 2 pessoas Total de km rodados na viagem: 7.506,9
  14. [t1]18º Dia (08/01/13, ter): De Córdoba a Corrientes[/t1] Total de Km percorridos (de carro) no dia: 956,1 Acordamos às 9 horas já com as malas e o planejamento no jeito para gente ir de Córdoba a Corrientes, na segunda parte e a mais longa (956 km) da nossa viagem de volta ao Brasil de quatro dias, partindo de Santiago do Chile a Foz do Iguaçu. Nossa parada nesse dia foi na cidade de Corrientes, no norte da Argentina. Antes de partir pegamos os vales café e fomos até a padaria conveniada com o hotel, que fica a um quarteirão do hotel. Nos serviram dois cafés "à la carte" com duas medialunas (croissant), café com ou sem leite, um copinho com água com gás e outro com suco concentrado de laranja, geleias e manteiga. Voltamos ao hotel, pegamos nossas malas, fizemos o check out e fomos buscar o carro. Pagamos o estacionamento - AR$ 20,00 (R$ 8,93) por 1 hora mais o pernoite - e saímos de Córdoba às 10h50. Era uma manhã nublada e logo na saída de Córdoba pegamos um trecho com chuva fraca na Ruta 19, mas conforme a gente se distanciava da cidade a chuva foi passando e com ela a pista dupla, logo o sol apareceu firme e forte e a pista ficou simples. Rodamos poucos quilômetros nessa ruta, porém o suficiente para pagarmos um pedágio de AR$ 5,00 no km 306. Todas as estradas a partir daí são simples, sem trânsito, com asfalto bom, sem sinalização e sem postos, por isso, abastecemos com Nafta Super em um posto da rede YPF na saída de Córdoba, por AR$ 7,35 o litro. Enchemos o tanque, o total ficou em AR$ 280,00. Em Rio Primeiro entramos na Ruta 10, via de acesso à Ruta 17. Como nosso café foi fraco, ficamos com fome cedo. Entramos na pequena cidade Altos de Chipión para procurar algum lugar para comer, mas para nossa surpresa a cidade parecia fantasma. Além de ser muito pequena e ter algumas casas aparentemente abandonadas, ainda não havia ninguém nas ruas e tudo estava fechado. Era a hora da cesta argentina. Depois de rodar pela cidade, já desistindo, achamos uma sorveteria com a porta a meia altura. Paramos e perguntamos se havia algum lugar aberto e eles nos informaram que não íamos encontrar nada por lá. Com fome seguimos viagem. Na estrada tinha placas informando que o Nicolás Burdisso é natural da cidade. Ele é jogador de futebol, hoje aos 32 anos defende o Boca Juniors, mas já teve passagem pela seleção argentina. Em La Paquita, outra cidade pequena (menos de 1.000 habitantes), passamos devagar observando se havia algo aberto, e quase no último quarteirão da cidade achamos uma birosca aberta. Esse foi o único lugar da viagem que tivemos problema com o espanhol. A mulher que nos atendeu falava e a gente não entendia nada. Queríamos comer comida: arroz, se possível feijão e alguma carne com salada. Ela explicava o que ela tinha e a gente tentava explicar para ela o que a gente queria. Por fim pedimos que ela fizesse a tal "ensalada" que ela falava tanto. Ficamos imaginando o que viria, pensamos em uma salada com alface, tomate e palmito, ou algo do tipo. Demorou para ficar pronto e quando vimos o resultado eram empadas. Pedimos para embrulhar para viagem e comemos pela estrada. Tudo para economizar tempo nessa longa viagem. Logo chegamos à Ruta 23 e seguimos por ela até a Villa Trinidad, já na província de Santa Fé, onde entramos na Ruta 39 e seguimos até a Ruta 11, em Gobernador Crespo. Nesses trechos rodamos a 120 km/h, sem radar, polícia, trânsito e com asfalto bom e plano. Passamos por diversas fazendas e sítios, plantações de girassol e por alguns rios/lagos com várias pessoas pescando. Na Ruta 11 o trânsito é maior por isso a velocidade foi menor. Nela fomos até Resistência e pagamos dois pedágios um por AR$ 5,00 (km 777) e o segundo por AR$ 3,50 (km 929). Também paramos para abastecer em Reconquista, enchemos o tanque com a nafta "5000", em um posto Esso, por AR$ 7,27 o litro, totalizando AR$ 285,00. Aproveitamos e compramos um galão de água, por absurdos AR$ 21,00. Na divisa da província de Santa Fé com Chaco, policiais fiscalizavam caminhões e alguns carros, os relatos sobre policiais corruptos nessa região é grande, mas nós não fomos parados por eles. Logo a noite chegou e a estrada sem sinalização de solo ficou muito perigosa, tivemos que andar a 80 km/h, para nossa sorte logo chegamos a Resistência, a capital da província de Chaco e vizinha de Corrientes, separadas pelo Rio Paraná. Entramos na cidade e achamos um Carrefour, compramos algumas coisas para gente comer na viagem do próximo dia de Corrientes a Foz do Iguaçu, como pães, queijo, salame, suco, água, bolo e cervejas para levar para casa. Saímos do mercado e entramos na Ruta 16, que liga Resistencia a Corrientes. Depois de pagar pedágio (AR$ 3,00), passamos pela Ponte Gral. Belgrano, com seus 1,7 km de distância a 35 metros sobre o Rio Paraná. Como já era noite não deu para ver quase nada, nem fotos tiramos. Procuramos o hotel que a gente tinha reserva e fizemos o check-in às 23h30. Com as paradas foram 12h40 de viagem e 956,1 km percorridos. Tomamos banho, comemos uns lanches e dormimos. [t3]Mapa do dia[/t3] https://mapsengine.google.com/map/embed?mid=z5QBFh8ihmnU.k8yXq9wCw50g * No Google Maps a rota de Córdoba a Corrientes, no trecho de Vera a Resistencia, a Ruta 11 está incompleta e por isso tem um "desvio" pela Ruta 36 e 1. Desconsidere esse trecho do mapa, pois a Ruta 11 segue seu trajeto de Vera até Resistência normalmente, asfaltada e inclusive com uma praça de pedágio. [t3]Hospedagem em Corrientes[/t3] O Hotel Corrientes Plaza fica bem no centro de Corrientes, com entradas pela Plaza Juan Bautista Cabral e pelo estacionamento pala Calle San Lorenzo. O estacionamento é coberto e gratuito para os hóspedes. Na suíte tinha frigobar (algo raro pelos hotéis que passamos), ar condicionado, ventilador de teto, telefone, cama muito confortável com travesseiro e roupa de cama, toalhas e o banheiro era espaçoso com um bom chuveiro. O piso é de carpete, mas o cheiro dentro do quarto não era tão forte quanto o dos corredores. O hotel também oferece wi-fi, elevador, academia e piscina. O café da manhã foi muito gostoso e farto. Tinha opção de medialunas (croissant) salgada e doce, sucos naturais, manteiga e geleias, pão de forma e pão francês, bolos doces, café, leite, chá, bolachas, presunto, queijo, etc. Era muita coisa boa. Achamos o hotel muito chique e acima dos nossos padrões, e isso vale também para o preço: AR$ 351,00 a diária, para casal. [t3]Investimentos do dia[/t3] Hospedagem: R$ 156,70* Alimentação: R$ 39,01* Combustível: R$ 252,23 Pedágios: R$ 9,60 * Valor para 2 pessoas Total de km rodados na viagem: 6.870,1
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