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13furlan

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  1. A viagem foi ótima!! Fizemos algumas alterações no roteiro durante o percurso. Nesse post tem um resumão: http://queimandoasfalto.com.br/resumao-da-lua-de-mel-mochilao-e-tetra/ Abraços!
  2. Alteração no roteiro: Dia Data Itinerário 1º 21/12/14 DOM SBO > SP 2º 22/12/14 SEG SP > Santa Cruz > La Paz 3º 23/12/14 TER La Paz 4º 24/12/14 QUA La Paz > Uyuni 5º 25/12/14 QUI Uyuni 6º 26/12/14 SEX Uyuni > Copacabana 7º 27/12/14 SÁB Copacabana > Cusco > Água Caliente 8º 28/12/14 DOM Água Caliente > Cuzco 9º 29/12/14 SEG Cuzco 10º 30/12/14 TER Cuzco > Nasca 11º 31/12/14 QUA Nasca 12º 01/01/15 QUI Nasca > Lima 13º 02/01/15 SEX Lima 14º 03/01/15 SÁB Lima 15º 04/01/15 DOM Lima > Chiclayo > Piura 16º 05/01/15 SEG Piura > Loja 17º 06/01/15 TER Loja > Cuenca 18º 07/01/15 QUA Cuenca 19º 08/01/15 QUI Cuenca > Baños 20º 09/01/15 SEX Baños 21º 10/01/15 SÁB Baños > Quito 22º 11/01/15 DOM Quito 23º 12/01/15 SEG Quito 24º 13/01/15 TER Quito 25º 14/01/15 QUA Quito > Bogotá 26º 15/01/15 QUI Bogotá 27º 16/01/15 SEX Bogotá 28º 17/01/15 SÁB Bogotá 29º 18/01/15 DOM Bogotá > Santa Marta 30º 19/01/15 SEG Santa Marta 31º 20/01/15 TER Santa Marta 32º 21/01/15 QUA Santa Marta > Cartagena 33º 22/01/15 QUI Cartagena 34º 23/01/15 SEX Cartagena 35º 24/01/15 SÁB Cartagena > SP > SBO
  3. Valeu Callu! Aos poucos estamos relatando essa viagem... Vi o seu relato, muito bom! Parabéns pela viagem =D Abraços
  4. 6º Dia da viagem: 04/07/2013, quinta-feira Dia de pegar a estrada e seguir até Conceição do Mato Dentro, na Serra do Espinhaço. Planejamos passar pelas cidades históricas Mariana e Santa Bárbara, porém houve uma mistura de falta de sinalização com falta de paciência e o resultado: erramos caminho e só chegamos no Distrito de Tabuleiro, em Conceição do Mato Dentro, perto da meia noite. Acordamos, olhamos pela janela aquela visão das construções de Ouro Preto e deu uma tremenda vontade de ficar mais um dia. Mas roteiro é roteiro, se mudar o planejamento de um dia, é necessários mudar o restante e nosso tempo era curto. Saímos às 11 horas de Ouro Preto sentido Mariana. Mal entramos na cidade já ficamos nervosos com a falta de sinalização. Entramos em duas ruas na contramão e não vimos placas para a Praça de Minas Gerais, onde ficam os principais pontos turísticos da cidade. Em meio a confusão e sem GPS saímos da cidade por onde entramos e acabamos esquecendo que tínhamos que pegar outra estrada e ir sentido Santa Bárbara. Só depois de 70 quilômetros que percebemos a falha, nisso já estávamos perto de Ponte Nova. Voltar já não era opção. Traçamos um novo percurso indo por Itabira, a ideia era de lá seguir até Santa Maria de Itabira e Morro do Pilar, assim andaríamos 30 quilômetros na terra, todavia erramos novamente. Fomos sentido Bom Jesus do Amparo, aí não tinha mais como fugir da terra. De Bom Jesus do Amparo até Morro do Pilar foram cerca de 80 km pela Estrada Real (não pavimentada). Mas apesar de a estrada ser de terra e ter trechos com bastante buraco, valeu à pena! A região é emoldurada por lindas paisagens e com sonoridade de diversas espécies de pássaros. Se não tem sinalização nem nas cidades, em uma estrada de terra vai ter menos ainda, certo? Nem tanto! De vez em quando escolhíamos bifurcações na sorte, mas das diversas bifurcações, erramos somente duas. E logo percebíamos o erro ao notar a falta de marco às margens da Estrada Real - no site da estrada tem um texto que explica como se guiar na estrada usando os marcos. Assim ficava mais fácil saber o caminho correto. Quando chegamos a Morro do Pilar, já à noite, pedimos informações a um homem sobre como chegar a Conceição do Mato Dentro. Ele nos apresentou duas opções: pela estrada de terra com 28 km ou pelo asfalto com 58 km. Disse ainda que pela terra era mais rápido e que a estrada estava em boas condições. Cansados de tanta terra e por estar escuro fomos pelo asfalto. Este trecho de 58 km teve um imenso grau de dificuldade, pois além da escuridão, tinha muitas curvas e para variar na MG-010 era raro ver sinalização de solo e quando tinha placas eram poucas as visíveis, muitas estavam cobertas pelo mato. Quando chegamos a Conceição do Mato Dentro estávamos famintos. Paramos no primeiro lancheiro da cidade, o Rocha Lanches. Quando vimos o tamanho do pão pensamos que o lanche seria pequeno, mas nos enganamos, o lanche estava super-recheado vindo ao encontro da nossa fome. Depois de comer fomos ao Distrito de Tabuleiro, onde fica o hostel que reservamos. Seguimos as explicações enviadas por e-mail e não tivemos problemas para chegar. O hostel é logo no início do distrito. Chegamos e fomos recebidos pelo "Dog", um vira lata negro, lindo e atrevido, que não parava de pular em nós e morder nosso calcanhar, nos impedindo de andar até a cozinha, que também naquele momento funcionava como recepção. Fomos recebidos por uma moça, por sinal muito desinformada. Ela nos cobrou R$ 120,00, que é o preço de balcão da diária, porém na reserva por e-mail foi cobrado R$ 110,00. Batemos o pé, mostramos o comprovante do depósito da reserva, pagamos mais R$ 55,00 e ficou tudo certo. Depois de um deslocamento de quase 11 horas e de um bom banho, dormimos. [t3]Hospedagem em Conceição do Mato Dentro[/t3] Passamos uma noite no Tabuleiro Eco Hostel, não dá para gente falar muito dele, mas nos pareceu um lugar simples e agradável, em meio à natureza. Gostamos das comodidades do quarto, bem espaçoso e com uma cama muito confortável e a ducha era excelente. Porém no quarto tinha um pouco de poeira e "farelo" da parede no chão. Embora só tivesse a gente no hostel aquele dia, o café da manhã estava delicioso e tivemos um atendimento, digamos, VIP. O carro ficou dentro do hostel em local próximo do carro o que facilitou o embarque e desembarque dos nossos pertences. [t3]Mapa do dia[/t3] https://mapsengine.google.com/map/edit?mid=z5QBFh8ihmnU.kyweGw-EDdoU [t3]Investimentos do dia[/t3] Hospedagem: R$ 110,00* Alimentação: R$ 19,00* Combustível: R$ 70,00 * Valor para 2 pessoas Km rodados no dia: 426,8 Total de km rodados na viagem: 1.164,0[/b]
  5. mas por ser nosso primeiro mochilão vocês acham que é de boa esse roteiro ou que está muito "maluco"/fora da realidade?
  6. Caramba Paulo, os preços dessa cia é muito barato! Estou impressionado. Mas vc tem certeza que é isso mesmo? kkkkkkkk
  7. Boa galera! Eu e minha noiva estamos querendo fazer um mochilão de lua de mel, de 21/12/14 a 24/01/15. Será nosso primeiro mochilão, nossa primeira viagem internacional (sem ser de carro) e a primeira viagem de avião dela. Somos de Santa Bárbara d'Oeste-SP (conhecida como SBO), já compramos as passagens aéreas de ida e volta. Ida de SP para Santa Cruz de la Sierra e volta de Cartagena para SP. Esse é o desafio, sair de Santa Cruz e chegar a Cartagena em 35 dias, passando pela Peru e Equador. Nossos deslocamentos serão por terra, em ônibus e queremos fazer 3 trechos de avião. Queria saber se esse roteiro está de boas ou não? 1º 21/12/14 DOM SBO > SP > Santa Cruz > La Paz: Vamos chegar a Santa Cruz umas 2h da manhã do dia 22, a ideia é dar uma enrolada no aeroporto e pegar o busão para La Paz. 2º 22/12/14 SEG La Paz: esse dia está reservado para gente se adaptar com a altitude, a ideia é fazer um passeio a pé pelo centro da cidade. 3º 23/12/14 TER La Paz: queremos subir o Illimani e visitar o Valle de la luna. 4º 24/12/14 QUA La Paz > Copacabana: trajeto diurno de busão 5º 25/12/14 QUI Copacabana: Ilha do Sol e arredores 6º 26/12/14 SEX Copacabana > Cuzco: tarde livre e depois trajeto noturno de busão de Puno a Cuzco 7º 27/12/14 SÁB Cuzco: chegares a Cuzco por volta das 6h, a ideia é dar uma volta pelo centro histórico até o horário de check-in e depois de descansar um pouco dar uma volta a noite pelo centro. 8º 28/12/14 DOM Cuzco: Macchu Picchu VV (vai e volta), provavelmente vamos de trem - como a viagem é mto longa vamos gastar um pouco com trem para nos preservar para o resto da viagem. 9º 29/12/14 SEG Cuzco: dia livre (se não for mto caro queremos visitar algum lugar do vale sagrado) 10º 30/12/14 TER Cuzco > Lima: viagem para Lima, estamos em busca de parceiros para as passagens aéreas, se não conseguirmos vamos enfrentar as 24h de busão. 11º 31/12/14 QUA Lima: centro histórico 12º 01/01/15 QUI Lima: dia livre 13º 02/01/15 SEX Lima > Trujillo: viagem de busão 14º 03/01/15 SÁB Trujillo > Lambayeque: Manha: huacas del sol y de la luna; Tarde: viagem de busão para Lambayeque 15º 04/01/15 DOM Lambayeque > Máncora: Manhã Museum of the Royal Tombs of Sipan e Tarde viagem de busão para Máncora 16º 05/01/15 SEG Máncora: curtir a praia, pq ninguém é de ferro né hehehehe 17º 06/01/15 TER Máncora > Guayaquil: mais viagem de busão e mais um fronteira Peru - Equador 18º 07/01/15 QUA Guayaquil: dia livre 19º 08/01/15 QUI Guayaquil > Cuenca: viagem de busão 20º 09/01/15 SEX Cuenca: dia livre 21º 10/01/15 SÁB Cuenca > Baños de Agua Santa: viagem de busão, se der tempo visitar o "balanço do fim do mundo" 22º 11/01/15 DOM Baños de Agua Santa > Quito: viagem de busão 23º 12/01/15 SEG Quito: dia livre 24º 13/01/15 TER Quito: dia livre 25º 14/01/15 QUA Quito > Bogotá: Viagem para Bogotá e mais uma fronteira Equador - Colombia - estamos em busca de parceiros para as passagens aéreas, se não conseguirmos vamos enfrentar o busão e a fronteira terrestre que dizem ser tensa. 26º 15/01/15 QUI Bogotá: Catedral de Sal 27º 16/01/15 SEX Bogotá: dia livre 28º 17/01/15 SÁB Bogotá: dia livre 29º 18/01/15 DOM Bogotá > Medelin: viagem de busão 30º 19/01/15 SEG Medelin: dia livre 31º 20/01/15 TER Medelin: dia livre 32º 21/01/15 QUA Medelin > Cartagena: Viagem para Cartagena - estamos em busca de parceiros para as passagens aéreas, se não conseguirmos vamos enfrentar o busão. 33º 22/01/15 QUI Cartagena: dia livre (queremos fazer mergulho) 34º 23/01/15 SEX Cartagena: dia livre 35º 24/01/15 SÁB Cartagena > SP > SBO: Volta para SP de avião com escala em Bogotá e depois busão até SBO. Bom, o roteiro inicial é este. A gente não pesquisou muita coisa ainda, tá difícil a questão de tempo... mas digam o que acham e nos ajudem se possível Valeu galera!
  8. Passei por lá de carro, era uma segunda-feira. Não vi e desconheço esse tipo de transporte por lá. Relatei minha passagem pelo Parque no meu blog, se quiser ver as fotos e ler o relato o link é este: http://wp.me/p2Wczf-gO Abraços
  9. E aí, blz? Quando eu passei por lá, dormi em Córdoba apenas uma noite, mas achei a cidade bem legal, tenho vontade de voltar. Fiquei no Garden Hotel que fica bem na praça central de Córoba. O hotel era novo, gostei bastante da suíte e principalmente da cama. A suíte tem ar-condicionado, o chuveiro esquentava rápido e o wi-fi pegava muito bem no quarto. Porém, o café da manhã foi servido em uma padaria a um quarteirão do hotel e era no estilo à la carte, veio duas medialunas (croissant), um café ou café com leite, um copinho com água com gás e outro com suco concentrado de laranja, geléias e manteiga. E o estacionamento indicado pelo hotel era mais longe e mais caro que um outro. Deixei o carro no mais próximo, por AR$ 20,00 (R$ 8,93) por 1 hora + o pernoite. O relato completo desse dia dia você pode ler nesse link: http://wp.me/p2Wczf-Bd Abraços
  10. Oi Clayton, Acredito que mesmo você indo até BH e voltando para Ouro Preto pela BR-40 você vai ter que andar por trechos de pista simples/mão dupla do mesmo jeito. Tem uma serra entre Congonhas e Ouro Preto, a estrada é sinuosa e muito perigosa. Quando eu fui ano passado eu passei por São João del-Rei e não fui até BH para ir a Ouro Preto, fiz +/- essa rota: [googlemap]https://maps.google.com.br/maps?saddr=sao+paulo&daddr=-21.2429439,-44.4182569+to:ouro+preto&hl=pt-BR&sll=-21.097313,-44.041443&sspn=1.924362,2.90863&geocode=FXXCmP4dwH44_SmtWC9GfVnOlDEXfHvh4kFSHg%3BFcHbu_4dMDta_SkdNMYIlSygADFl1g4yIZdyew%3BFWkGyf4deA1o_SlbtVcsHQukADH81YMdE9GE2Q&mra=dpe&mrsp=1&sz=9&via=1&t=m&z=9[/googlemap] Tenha paciência pq tem trechos que a estrada passa por dentro de cidades. E leve GPS, a sinalização em Minas Gerais é péssima! Abraços
  11. Como esse era nosso último dia para aproveitar a cidade, e com certeza não daria para aproveitar todos os passeios, decidimos então fazer uma caminhada pelas ladeiras da cidade para conhecer algumas igrejas de Ouro Preto, já que no dia anterior priorizamos os museus. E ainda, acabamos visitando a Casa da Ópera e alguns museus religiosos. Mesmo com céu nublado e com momentos de garoa, fizemos o percurso ilustrado no mapa abaixo, começando pelo Santuário de Nossa Senhora da Conceição, logo após o café da manhã: [googlemap]https://mapsengine.google.com/map/u/1/embed?mid=z5QBFh8ihmnU.kzOH59XepTg4[/googlemap] Ouro Preto é uma cidade histórica, do tempo da colonização do Brasil, caminhar pela cidade é como se fizéssemos uma viagem ao passado. A cidade inteira é tombada, por isso não é permitida a construção de prédios com mais de três andares. Na parte central não existe asfalto, todas as ruas são de pedra e quando você não está subindo, está descendo. A maioria das igrejas não permitem filmagens nem fotografias em seu interior. Algumas vendem postais com fotos internas e externas. Por este motivo vamos utilizar algumas fotos de terceiros nesse post. Abaixo um pouco de informação de cada local que visitamos neste dia, por ordem de visitação: [t3]Santuário de Nossa Senhora da Conceição[/t3] Esse Santuário estava fechado para reformas. É nele que estão sepultados Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, e o seu pai, Manuel Francisco Lisboa, autor do projeto do Santuário que levou 19 anos (1727 a 1746) para conclusão das obras. Também é nesse local que fica o Museu do Aleijadinho, mas como a igreja está em reformas o museu foi transferido provisoriamente para a Igreja São Francisco de Assis - essa igreja e o museu a gente visitou no dia anterior, clique para ler o relato. [t3]Igreja Nossa Senhora das Mercês e Perdões[/t3] Essa igreja também estava em obras e por esse motivo não estava aberta para visitação. Por ter duas igrejas com o nome "Nossa Senhora das Mercês" em Ouro Preto, essa igreja também é conhecida como "Mercês de Baixo", por conta de sua localização. Foi edificada entre 1740 e 1772. [t3]Igreja Nossa Senhora do Carmo[/t3] Construída em estilo rococó, entre 1766 e 1772, provavelmente foi uma das últimas grandes obras do arquiteto Manuel Francisco Lisboa, pai de Aleijadinho, que veio a óbito poucos anos depois. É a única igreja do estado com painéis de azulejos portugueses, na capela-mor. O templo abriga várias obras de Aleijadinho, do Mestre Ataíde e de outros artistas de renome. [t3]Museu do Oratório[/t3] Inaugurado em 1998, hoje o Museu do Oratório conta com uma coleção de 162 oratórios e 300 imagens dos séculos XVII ao XX e são legitimamente brasileiras. As obras ficam dividas por categoria, no térreo ficam os Oratórios Populares, no 1º pavimento os Oratórios Eruditos e no subsolo os Oratórios Itinerantes. O museu fica no adro da Igreja Nossa Senhora do Carmo, em um prédio do século XIX, onde Aleijadinho morou por um tempo. [t3]Casa da Ópera[/t3] Essa é a casa de teatro mais antiga em funcionamento das Américas, foi inaugurada em junho de 1770. Servia para apresentações de espetáculos para elite local e para atos políticos, como o de Rui Barbosa. Quando nela entramos ficamos encantados com tanta beleza e magia. É como se você voltasse no tempo e imaginássemos uma apresentação de Orquestra ou um Musical. Tivemos o privilégio de fazer uma visita guiada, no nosso pequeno grupo estavam três rapazes, de Belém, e acabamos fazendo amizade com eles. O guia nos apresentou todos os âmbitos do local e falou sobre os mais importantes acontecimentos do local. Visitamos os três andares do auditório, vimos o camarote onde ficavam as autoridades, fomos ao palco e nos bastidores. O prédio sofreu poucas alterações em sua estrutura original, foram feitas obras apenas para reforçar a estrutura e melhorar a acústica do teatro. [t3]Igreja Matriz Basílica de Nossa Senhora do Pilar e Museu de Arte Sacra[/t3] Ficamos impressionados com a abundância de detalhes e de ouro do interior da Igreja Matriz Basílica de Nossa Senhora do Pilar, que é a mais rica em quantidade de ouro de Minas Gerais e segunda mais rica do Brasil, perdendo para a Igreja de São Francisco, em Salvador-BA. A Matriz do Pilar têm aproximadamente 400 quilos de ouro e 400 de prata. Como você pode imaginar é ouro e esculturas para todo lado, unidos a imponente pintura do teto. Essa é uma das igrejas de Ouro Preto mais antigas, a primeira Matriz do Pilar foi erguida entre 1700 e 1703, depois foi demolida e construída a atual, isso por volta de 1728. Anexo a Matriz do Pilar, na sacristia, fica o Museu de Arte Sacra, onde estão expostas mobiliárias, pratarias, obras de Aleijadinho e diversas imagens religiosas. [t3]Caminho da Matriz do Pilar à Igreja do Rosário[/t3] Nesse trecho passamos pela singela Capela do Nosso Senhor do Bonfim, construída no século XVIII, que estava aberta e pudemos entrar e ver a simplicidade do seu interior, totalmente oposto do que havíamos visto na Matriz do Pilar. Seguimos a caminhada e passamos pelo Chafariz da Glória, datado de 1752. Próximo a Igreja do Rosário passamos pela Ponte Seca, que tem esse nome pelo rio que passava sob ela ter sido canalizado. Antes de atravessar a ponte, tem o Passo da Ponte Seca que só é aberto no Domingo de Ramos e na Sexta-feira Santa. [t3]Igreja Nossa Senhora do Rosário[/t3] É uma igreja que nasceu do trabalho de escravos, para congregação dos negros que não podiam participar das mesmas missas que os brancos. A construção definitiva foi iniciada em 1765 e a peculiar fachada que chama atenção pela forma circular, é de autoria de Miguel Francisco de Araújo, e hoje é um raro exemplar na arquitetura barroca do Brasil. Ao entrarmos identificamos uma enorme diferença entre a estrutura das igrejas feitas para congregação dos brancos e para os negros. Os negros congregavam em igrejas com pouquíssimo, ou nenhum ouro, muito diferente por exemplo da Matriz do Pilar que carrega em sua estrutura 800 quilos de ouro e prata. Ao lado da igreja tem o Chafariz do Rosário. [t3]Capela de São José[/t3] A capela estava fechada, mas lemos na placa turística que no interior da igreja encontra-se o mausoléu com as cinzas do escritor Bernardo Guimarães, autor de "A Escrava Isaura". Ela foi construída entre 1753 e 1811 e teve seu altar-mor desenhado de graça pelo Aleijadinho. No fundo da capela tem um pequeno cemitério, do século XIX que remete à proibição oficial de sepultamentos dentro de templos religiosos. [t3]Igreja São Francisco de Paula[/t3] Para chegar a essa igreja precisamos subir uma ladeira de pedra, sob uma leve garoa. Quando chegamos no alto do Morro da Piedade, aparentemente a igreja estava fechada, cansados, resolvemos apenas observar a igreja por fora e seguir nosso trajeto. Sequer arriscamos subir as escadas da frente para ter certeza de que não havia entradas secundárias pelas laterais. Esta foi a última igreja erguida no período colonial, com execução iniciada em 1804. [t3]Igreja de Nossa Senhora das Mercês e Misericórdia[/t3] Esta igreja estava fechada. Por ter duas igrejas com o nome "Nossa Senhora das Mercês" em Ouro Preto, essa igreja também é conhecida como "Mercês de Cima", por conta de sua localização. Foi construída entre 1771 e 1793. A torre central é projeto de Manuel Francisco de Araújo. Do adro dessa igreja tem-se uma vista panorâmica de Ouro Preto, mas como estava nublado não conseguimos ver muita coisa. Depois de terminar nosso percurso pelas igrejas de Ouro Preto, já no final da tarde, fizemos uma merecida pausa para comer e beber na Satélite Lanchonete e Pizzaria, na Rua Direita. Pedimos uma porção de arroz, uma de picanha e a tradicional pinga mineira com mel. No auge da conversa, eis que surge o Raul e o Jhony, os belemenses que conhecemos na Casa da Ópera. Conversamos até altas horas e rimos muito. A Satélite Lanchonete e Pizzaria é um ponto de encontro de jovens e possui ótima culinária e bons preços. Depois de toda essa andança e de se divertir voltamos para a pousada já perto das 23 horas, tomamos banho e dormimos que nem "pedra". [t3]Hospedagem em Ouro Preto[/t3] [t3]Investimentos do dia[/t3] Hospedagem: R$ 100,00* Alimentação: R$ 40,00* Passeios: R$ 18,00* * Valor para 2 pessoas Km rodados no dia: 0 (zero) Total de km rodados na viagem: 737,2
  12. Valeu Fabio! Em Conceição do Mato Dentro, infelizmente, não deu tempo da gente visitar muita coisa, só fomos até a metade da trilha da Cachoeira do Tabuleiro, não tivemos tempo para ir até o final. Passamos só uma noite por lá =/ As dúvidas pode mandar aqui, por "Mensagem particular" ou comentando no blog que respondo aquilo que eu poder. Abraços.
  13. [t1]19º Dia (09/01/13, qua): De Corrientes a Foz do Iguaçu[/t1] Total de Km percorridos (de carro) no dia: 636,8 Depois de uma boa noite de sono e um café da manhã super reforçado. Fomos ao banco fazer o último saque internacional da viagem, para depois seguirmos de Corrientes a Foz do Iguaçu e enfim chegarmos ao Brasil após 16 dias de viagem pelo Uruguai, Argentina e Chile. O clima estava propício para uma excelente viagem: sol, poucas nuvens e temperatura amena. Saímos de Corrientes, capital do departamento homônimo, por volta das 12h30, levamos lanches que fizemos com os ingredientes comprados no dia anterior no supermercado em Resistencia, com o propósito de não pararmos durante a viagem, para economizamos dinheiro e mais do que isso: tempo! E assim partimos pela Ruta Nacional 12, sentido Puerto Iguaçu, fronteira com o Brasil. Essa estrada é toda asfaltada, em pista simples e em alguns pontos duplicada. O asfalto é muito bom e passamos por três praças de pedágio: Ituzaingó (AR$ 6,50 - km 1.262), Santa Ana (AR$ 5,00 - km 1.375) e Colonia Victoria (AR$ 4,00 - km 1.551). Durante o percurso passamos por diversas lagoas. Na fronteira do departamento de Corrientes com Misiones apenas tivemos que reduzir a velocidade, mas em nenhum momento fomos parados pela polícia. Logo paramos para abastecer em Candelaria (cidade argentina de Misiones), num posto da rede YPF, enchemos o tanque com nafta Super, por AR$ 7,29 o litro. Com isso chegamos até Puerto Iguazú. Antes de chegar na cidade a estrada passa pelo Parque Nacional Iguazú são poucos quilômetros com paisagem muito bela. Na cidade fomos a um mercadinho na avenida principal e compramos alfajores para presentear amigos e familiares; e depois fizemos mais um abastecimento para acabar com nossos pesos argentinos, colocamos AR$ 66,50 que rendeu quase 9 litros de nafta Premium ao valor de AR$ 7,80 por litro. Passamos pela aduana argentina sem burocracia, apenas devolvemos o papel que recebemos na aduana em nossa volta a Argentina pela Cordilheira dos Andes, vindo do Chile, e fomos liberados rapidamente. Paramos na Ponte Internacional Tancredo Neves (ou "da Fraternidade"), com 72 metros de altura sobre o Rio Iguaçu e quase 500 metros de comprimento, ligando a Argentina ao Brasil. O Sol estava se pondo e tiramos algumas fotos. Era 21h30 quando chegamos ao Brasil e fomos procurar o Klein Hostel onde tínhamos reserva para nossas três noites em Foz do Iguaçu. No caminho vimos um shopping. Mortos de fome e com saudade do tradicional arroz e feijão - mesmo sujos e fedidos - paramos para comer. Fizemos nossa refeição no Griletto e dois pratos de comida saíram por R$ 25,40. Depois da comida tomamos um suco cada no Menta Limão, a conta ficou R$ 9,80. Alimentados seguimos a rota até o hostel e após 10 minutos chegamos. Depois de conhecer o hostel e tomar banho fizemos nossas reservas on-line para passeios pelas Cataratas do Iguaçu e pelo complexo turístico da Usina Hidrelétrica de Itaipu, em nossos 20º e 21º dia de viagem respectivamente. [t3]Mapa do dia[/t3] https://mapsengine.google.com/map/embed?mid=z5QBFh8ihmnU.kfN4kkjoBptk [t3]Hospedagem em Foz do Iguaçu[/t3] Passamos três noites no Klein Hostel, Foz do Iguaçu. Foi o lugar que mais nos sentimos em casa, o atendimento é excelente e as instalações nos deixam muito a vontade. O ambiente da piscina e bar foi onde mais ficamos em nosso tempo livre, ao lado do bar tem um videogame e mesa de bilhar. Ficamos em um quarto com banheiro privativo. O wi-fi tinha bom sinal. As toalhas de banho eram gratuitas, com uma troca a cada dois dias. Se houvesse a necessidade de trocar antes era cobrada uma taxa. A cama era confortável e o quarto espaçoso. O único problema é que ele fica encostado na sala e recepção, e isso pode gerar constrangimento se houver barulho por lá na hora de dormir, por exemplo. Mas nós não passamos por isso. A cozinha para uso dos hóspedes era equipada com o necessário para fazer refeições básicas. Fizemos algumas jantas lá, sem nenhum problema. O estacionamento é junto ao hostel e está incluso nos 80 reais da diária. [t3]Investimentos do dia[/t3] Hospedagem: R$ 80,00* Alimentação: R$ 52,48* Combustível: R$ 145,76 Pedágios: R$ 6,92 Estacionamento: R$ 4,00 * Valor para 2 pessoas Total de km rodados na viagem: 7.506,9
  14. [t1]18º Dia (08/01/13, ter): De Córdoba a Corrientes[/t1] Total de Km percorridos (de carro) no dia: 956,1 Acordamos às 9 horas já com as malas e o planejamento no jeito para gente ir de Córdoba a Corrientes, na segunda parte e a mais longa (956 km) da nossa viagem de volta ao Brasil de quatro dias, partindo de Santiago do Chile a Foz do Iguaçu. Nossa parada nesse dia foi na cidade de Corrientes, no norte da Argentina. Antes de partir pegamos os vales café e fomos até a padaria conveniada com o hotel, que fica a um quarteirão do hotel. Nos serviram dois cafés "à la carte" com duas medialunas (croissant), café com ou sem leite, um copinho com água com gás e outro com suco concentrado de laranja, geleias e manteiga. Voltamos ao hotel, pegamos nossas malas, fizemos o check out e fomos buscar o carro. Pagamos o estacionamento - AR$ 20,00 (R$ 8,93) por 1 hora mais o pernoite - e saímos de Córdoba às 10h50. Era uma manhã nublada e logo na saída de Córdoba pegamos um trecho com chuva fraca na Ruta 19, mas conforme a gente se distanciava da cidade a chuva foi passando e com ela a pista dupla, logo o sol apareceu firme e forte e a pista ficou simples. Rodamos poucos quilômetros nessa ruta, porém o suficiente para pagarmos um pedágio de AR$ 5,00 no km 306. Todas as estradas a partir daí são simples, sem trânsito, com asfalto bom, sem sinalização e sem postos, por isso, abastecemos com Nafta Super em um posto da rede YPF na saída de Córdoba, por AR$ 7,35 o litro. Enchemos o tanque, o total ficou em AR$ 280,00. Em Rio Primeiro entramos na Ruta 10, via de acesso à Ruta 17. Como nosso café foi fraco, ficamos com fome cedo. Entramos na pequena cidade Altos de Chipión para procurar algum lugar para comer, mas para nossa surpresa a cidade parecia fantasma. Além de ser muito pequena e ter algumas casas aparentemente abandonadas, ainda não havia ninguém nas ruas e tudo estava fechado. Era a hora da cesta argentina. Depois de rodar pela cidade, já desistindo, achamos uma sorveteria com a porta a meia altura. Paramos e perguntamos se havia algum lugar aberto e eles nos informaram que não íamos encontrar nada por lá. Com fome seguimos viagem. Na estrada tinha placas informando que o Nicolás Burdisso é natural da cidade. Ele é jogador de futebol, hoje aos 32 anos defende o Boca Juniors, mas já teve passagem pela seleção argentina. Em La Paquita, outra cidade pequena (menos de 1.000 habitantes), passamos devagar observando se havia algo aberto, e quase no último quarteirão da cidade achamos uma birosca aberta. Esse foi o único lugar da viagem que tivemos problema com o espanhol. A mulher que nos atendeu falava e a gente não entendia nada. Queríamos comer comida: arroz, se possível feijão e alguma carne com salada. Ela explicava o que ela tinha e a gente tentava explicar para ela o que a gente queria. Por fim pedimos que ela fizesse a tal "ensalada" que ela falava tanto. Ficamos imaginando o que viria, pensamos em uma salada com alface, tomate e palmito, ou algo do tipo. Demorou para ficar pronto e quando vimos o resultado eram empadas. Pedimos para embrulhar para viagem e comemos pela estrada. Tudo para economizar tempo nessa longa viagem. Logo chegamos à Ruta 23 e seguimos por ela até a Villa Trinidad, já na província de Santa Fé, onde entramos na Ruta 39 e seguimos até a Ruta 11, em Gobernador Crespo. Nesses trechos rodamos a 120 km/h, sem radar, polícia, trânsito e com asfalto bom e plano. Passamos por diversas fazendas e sítios, plantações de girassol e por alguns rios/lagos com várias pessoas pescando. Na Ruta 11 o trânsito é maior por isso a velocidade foi menor. Nela fomos até Resistência e pagamos dois pedágios um por AR$ 5,00 (km 777) e o segundo por AR$ 3,50 (km 929). Também paramos para abastecer em Reconquista, enchemos o tanque com a nafta "5000", em um posto Esso, por AR$ 7,27 o litro, totalizando AR$ 285,00. Aproveitamos e compramos um galão de água, por absurdos AR$ 21,00. Na divisa da província de Santa Fé com Chaco, policiais fiscalizavam caminhões e alguns carros, os relatos sobre policiais corruptos nessa região é grande, mas nós não fomos parados por eles. Logo a noite chegou e a estrada sem sinalização de solo ficou muito perigosa, tivemos que andar a 80 km/h, para nossa sorte logo chegamos a Resistência, a capital da província de Chaco e vizinha de Corrientes, separadas pelo Rio Paraná. Entramos na cidade e achamos um Carrefour, compramos algumas coisas para gente comer na viagem do próximo dia de Corrientes a Foz do Iguaçu, como pães, queijo, salame, suco, água, bolo e cervejas para levar para casa. Saímos do mercado e entramos na Ruta 16, que liga Resistencia a Corrientes. Depois de pagar pedágio (AR$ 3,00), passamos pela Ponte Gral. Belgrano, com seus 1,7 km de distância a 35 metros sobre o Rio Paraná. Como já era noite não deu para ver quase nada, nem fotos tiramos. Procuramos o hotel que a gente tinha reserva e fizemos o check-in às 23h30. Com as paradas foram 12h40 de viagem e 956,1 km percorridos. Tomamos banho, comemos uns lanches e dormimos. [t3]Mapa do dia[/t3] https://mapsengine.google.com/map/embed?mid=z5QBFh8ihmnU.k8yXq9wCw50g * No Google Maps a rota de Córdoba a Corrientes, no trecho de Vera a Resistencia, a Ruta 11 está incompleta e por isso tem um "desvio" pela Ruta 36 e 1. Desconsidere esse trecho do mapa, pois a Ruta 11 segue seu trajeto de Vera até Resistência normalmente, asfaltada e inclusive com uma praça de pedágio. [t3]Hospedagem em Corrientes[/t3] O Hotel Corrientes Plaza fica bem no centro de Corrientes, com entradas pela Plaza Juan Bautista Cabral e pelo estacionamento pala Calle San Lorenzo. O estacionamento é coberto e gratuito para os hóspedes. Na suíte tinha frigobar (algo raro pelos hotéis que passamos), ar condicionado, ventilador de teto, telefone, cama muito confortável com travesseiro e roupa de cama, toalhas e o banheiro era espaçoso com um bom chuveiro. O piso é de carpete, mas o cheiro dentro do quarto não era tão forte quanto o dos corredores. O hotel também oferece wi-fi, elevador, academia e piscina. O café da manhã foi muito gostoso e farto. Tinha opção de medialunas (croissant) salgada e doce, sucos naturais, manteiga e geleias, pão de forma e pão francês, bolos doces, café, leite, chá, bolachas, presunto, queijo, etc. Era muita coisa boa. Achamos o hotel muito chique e acima dos nossos padrões, e isso vale também para o preço: AR$ 351,00 a diária, para casal. [t3]Investimentos do dia[/t3] Hospedagem: R$ 156,70* Alimentação: R$ 39,01* Combustível: R$ 252,23 Pedágios: R$ 9,60 * Valor para 2 pessoas Total de km rodados na viagem: 6.870,1
  15. [t1]17º Dia (07/01/13, seg): Sierras Grandes e Museo Casa del Che[/t1] Total de Km percorridos (de carro) no dia: 676,4 Continuando em nossa rota de retorno ao Brasil, acordamos cedo e logo após o café voltamos para a estrada rumo a Córdoba, a penúltima parada para dormir antes de chegarmos a Foz do Iguaçu, no Brasil. Saímos 15 para às 10 horas de Mendoza, pegamos uma rota alternativa utilizando rodovias vicinais, passando por Alta Gracia e chegando a Córdoba às 20 horas. Saindo de Mendoza pegamos a Ruta 7 (duplicado e com asfalto bom) até o trevo para a Ruta 47, uma estrada vicinal de pista simples com asfalto regular, depois pegamos a Ruta 142 também vicinal simples, mas com asfalto um pouco melhor, até chegarmos à Ruta 20 ainda pista simples, e com asfalto bom, seguimos até Alta Gracia por ela e em nenhuma dessas estradas teve pedágio. A vantagem de ir por essas estradas é que a fiscalização e o trânsito são menores o que possibilita andar em uma velocidade maior. Nossa velocidade média foi de 120 km/h o que encurtou o tempo da viagem. A desvantagem é que essas estradas passam no meio das cidades, obrigando a redução drástica da velocidade e algumas vezes por falta de sinalização a gente saiu da estrada, entrando na cidade. Em Vila Dolores paramos para abastecer em um posto da rede Sumi, colocamos a Nafta S a AR$ 7,83 (R$ 3,49) por litro. Como estava muito caro colocamos apenas AR$ 100,00. Logo chegamos a Mina Clavero, onde passamos pela Sierras Grandes. Na subida da serra tem-se uma visão ampla da região de Mina Clavero, uma região com vegetação rasteira e seca, inclusive na Ruta 20 passamos por algumas pontes sobre rios secos. Paramos para tirar algumas fotos. Paramos também na nascente do Rio Mina Clavero, que fica ao lado da estrada, ali venta bastante e a sensação térmica é de frio, mas mesmo assim tem quem se aventure em nadar na piscina natural formada pela nascente. Apenas tiramos fotos, "recarregamos" nossas baterias e seguimos viagem. Uma curiosidade é que do lado de Mina Clavero da Sierras Grandes o clima é seco, com vegetação rasteira e com rios sem água. E do lado de Córdoba o clima muda completamente a vegetação fica mais verde e mais intensa. Chegamos a Alta Gracia, onde as ruas da cidade não são mapeadas no GPS, e paramos no lago artificial El Tajamar, que foi construído pelos jesuítas em 1659. Em seu contorno tem pista de caminhada/corrida e gramado onde haviam algumas pessoas descansando. Do outro lado do lago fica o Reloj Público, a Parroquia Nuestra Señora de la Merced e o Museo Nacional Estancia Jesuítica de Alta Gracia y Casa del Virrey Liniers. De lá procuramos o lugar do motivo maior da nossa passagem em Alta Gracia: o Museo Casa del Che. Seguimos as placas e chegamos a Villa Nydia, a casa em que a família Guevara morou entre os anos de 1935 até 1937 e de 1939 a 1943, por causa do ar puro da cidade, na tentativa de amenizar os ataques de asma do ainda menino Che. A casa tem esse nome, pois Nydia era o nome da filha mais nova do primeiro proprietário da casa. A família Guevara mudou-se para Alta Gracia em busca de alívio para a asma do pequeno Ernesto Guevara de la Serna, na época chamado de "Ernestito". Após passarmos pela bilheteria e pagar AR$ 45,00 (R$ 20,00) por pessoa, no valor para estudantes, entramos pela varanda, onde há uma estátua do menino Che e alguns painéis mostrando as casas em que a família morou em Alta Gracia. Também tem uma chama. Ao entrarmos no museu fomos recepcionados por uma funcionária, que nos deu um folder-guia do museu em português e a pedido de outra visitante ela fez uma visita guiada e nos acompanhamos. Os painéis são em espanhol, assim como a guia. Ela falava devagar e deu para entender quase tudo. Passamos por todas as 11 salas do museu, incluindo a sala número 10, a "Korda" - Sala de projeção, onde assistimos um documentário que narra a infância do Che na cidade e a sala número 9, a biblioteca, onde folhamos alguns livros. MAIS FOTOS DO MUSEU Lá tem uma loja de souvenir, mas achamos tudo muito caro. Compramos apenas chaveiros que estava mais em conta, pagamos cerca de R$ 5,00 por chaveiro. Nossa visita ao Museo Casa del Che durou aproximadamente 2 horas. Saímos de lá e fomos ao centro de Alta Gracia passar pelos pontos turísticos e procurar algum lugar para comer. Estacionamos o carro perto da Plaza Manuel Solares e a pé passamos pela Parroquia Nuestra Señora de la Merced, com estilo barroco colonial e pelo Museo Nacional Estancia Jesuítica de Alta Gracia y Casa del Virrey Liniers, esse prédio foi residência jesuíta, é considerado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO e é o marco "zero" da cidade. Atravessamos a rua e fomos ao Reloj Público, onde funciona um Centro de Informações Turísticas de Alta Gracia. Pegamos um mapa da cidade, um material muito bem elaborado. Esse relógio foi construído em 1938, em comemoração ao 350º aniversário da cidade. Tiramos algumas fotos do relógio e do lago El Tajamar. Vimos alguns restaurantes por ali. Entramos em um deles e gostamos do cardápio. Comemos uma espécie de porção de lanches de presunto, queijo e tomate. A gente até ia pedir uma cerveja para acompanhar, mas achamos muito caro. Nossa conta ficou em aproximadamente AR$ 40,00 (R$ 17,86), para duas pessoas. Ainda tivemos tempo para dar uma volta pelo comércio da cidade que estava aberto e bem movimentado. Passamos por algumas fontes da água em ruas e na Plaza Manuel Solares. Registramos algumas delas: Depois seguimos para Córdoba pela Ruta 5, que é duplicada com asfalto muito bom e com pedágio no km 11 - AR$ 6,00 (R$ 2,70). Em 50 minutos chegamos em Córdoba e fomos direto ao hotel, no calçadão do centro da cidade. Até a gente estacionar o carro, ir procurar o hotel, levar o carro ao estacionamento, voltar ao hotel com as malas e fazer o check-in, demoramos cerca de 2 horas. Quando a gente foi procurar o estacionamento indicado pelo hotel, passamos por outro e anotamos o preço. O indicado pelo hotel era mais longe e mais caro, assim, voltamos ao outro estacionamento e deixamos o carro lá. Pagamos AR$ 20,00 (R$ 8,93) por 1 hora + o pernoite. Voltamos ao hotel com as malas e como o hotel fica no calçadão do centro da cidade, ficamos com medo ao passar por alguns elementos suspeitos, tinha uma senhora possivelmente maluca que gritava para o nada no meio do calçadão. Quando chegamos ao hotel, fizemos o check-in tomamos banho e fizemos a reserva para um hotel em Corrientes, pesquisando na internet e com a ajuda da recepcionista ligamos para alguns hotéis para verificar a disponibilidade, ela não cobrou nada por isso. Depois da reserva feita dormimos. [t3]Mapa do dia [/t3] https://mapsengine.google.com/map/embed?mid=z5QBFh8ihmnU.kybamTuzcHzU [t3]Hospedagem em Córdoba[/t3] As instalações do Garden Hotel são novas e muito confortáveis. Gostamos bastante da suíte e principalmente da cama. A suíte tem ar-condicionado, o chuveiro esquentava rápido e o wi-fi pegava muito bem no quarto. Tudo era novo. O café da manhã foi servido em uma padaria a um quarteirão do hotel e era no estilo à la carte, veio duas medialunas (croissant), um café ou café com leite, um copinho com água com gás e outro com suco concentrado de laranja, geléias e manteiga. A localização na é das melhores, fica no calçadão central de Córdoba e em como todo centro de cidade grande a concentração de usuários de drogas é maior. Também tinha algumas pessoas "loucas" e "flanelinhas" mal encarados pedindo dinheiro. O estacionamento indicado pelo hotel era mais longe e mais caro que um outro. Deixamos o carro no mais próximo. Pagamos AR$ 20,00 (R$ 8,93) por 1 hora + o pernoite. Uma dica válida para quem pensa em conhecer Córdoba, é acessar o site da trivago, lá você pode encontrar uma vasta opção de hotéis pelos melhores preços. [t3]Investimentos do dia[/t3] Hospedagem: R$ 154,02* Alimentação: R$ 17,86* Combustível: R$ 44,64 Pedágios: R$ 2,68 Passeios: R$ 40,18* Estacionamento: R$ 8,93 * Valor para 2 pessoas Total de km rodados na viagem: 5.914,0
  16. [t1]16º Dia (06/01/13, dom): Cristo Redentor de los Andes e nossa volta à Argentina[/t1] Total de Km percorridos (de carro) no dia: 398,1 Na nossa última madrugada em Santiago tiramos algumas fotos da sacada do apartamento e a vontade de ficar no Chile aumentava. O tom era de despedida, já que tínhamos que voltar a Mendoza, atravessando novamente a Cordilheira dos Andes, pelo Los Caracoles (Cuesta Juncal), na rota de volta ao Brasil. Pela manhã, após algumas horas de sono, tomamos banho, fizemos o café da manhã e logo levamos nossas malas para o carro. Saímos do apartamento em Santiago às 11 horas, com poucos pesos chilenos no bolso, já que evitamos fazer um saque extra e ter que pagar 10 reais de tarifa. Sabíamos da existência de três pedágios no Chile, mas não sabíamos quanto era cada um e fomos na torcida para o nosso dinheiro - cerca de CH$ 5.000 - ser o suficiente para pagar esses impostos. Mas não foi! Passamos por dois peajes (pedágios) na Ruta CH-57 (Autopista Los Libertadores), o primeiro foi CH$ 900 e quando chegamos ao segundo o valor duplicou: CH$ 1.800, levamos um susto já imaginando o valor do terceiro, que se fosse perto do dobro do segundo nosso dinheiro não seria suficiente. O terceiro, já na Ruta CH-60, era CH$ 3.300 e não tínhamos esse dinheiro. Perguntamos ao atendente o que poderia ser feito e ele disse que também aceitava reais e pesos argentinos. Aí bateu o desespero, a gente não tinha nenhuma reserva e faltavam 11 reais. Começamos a procurar moedas nas malas fomos achando e por sorte conseguimos juntar os 11 reais. Assim após aproximadamente 10 minutos tivemos a passagem liberada, porém estávamos zerados de dinheiro e tínhamos meio tanque de combustível para atravessar a Cordilheira dos Andes, passando pelo Cristo Redentor de los Andes. Quando nos aproximamos do Los Caracoles o fluxo no sentido Argentina (subida) parou. Por conta das obras que estavam sendo realizadas nesse trecho somente um sentido do tráfego estava liberado. Ficamos uns 15 minutos parados aguardando a liberação do trânsito para continuar a viagem. Passamos pelo Paso Los Libertadores (a aduana chilena) e na dúvida se precisava parar ou não, paramos. Mas fomos informados que não precisava fazer nenhum procedimento lá para deixar o Chile, somente teríamos que parar na aduana da Argentina. Depois arriscamos. Em vez de passarmos pelo Túnel Internacional Cristo Redentor, pegamos a via alternativa, de terra, e começamos a subir o Cerro Santa Elena em direção ao Cristo Redentor de los Andes. Não imaginávamos que eram 10 km de subida intensa com curvas estilo "cotovelo" e precipícios no melhor estilo Los Caracoles. O medo de a gasolina acabar era grande, mas voltar não constava em nossos planos. Subimos em 2ª e 3ª marcha, mas conforme nos aproximávamos do cume o motor ia sentindo a altitude, obrigando reduzir as marchas para 2ª nas retas e 1ª nas curvas. Quase na última curva aconteceu o batismo do nosso carro. Cansados de subir e com medo daquilo não ter fim e a gasolina acabar, vimos um carro argentino parado e resolvemos perguntar se faltava muito para chegar ao Cristo Redentor de los Andes. O argentino disse que ele estava logo ali, olhamos para cima e vimos a estátua. Nisso ele comentou algo assim, em espanhol: "carro atrevido, subiu acá". Assim o carro foi batizado: Atrevido! Enfim chegamos com o Atrevido bem perto do cume do Cerro Santa Elena, onde fica o Monumento Histórico Binacional Cristo Redentor de los Andes, que marca a divisa do Chile com a Argentina. Segundo uma placa em uma construção do lado argentino aquele local está a 4.000 metros de altitude, estava ventando muito forte e um frio de "rachar". O monumento foi inaugurado em 13 de março de 1904, para simbolizar a paz entre os dois países que viviam em constantes disputas por terras. A obra foi realizada pelo escultor argentino Mateo Alonso. Foi feita em bronze, pesa 3.600 quilos e atinge 12 metros de altura. No alto e em meio da Cordilheira dos Andes é possível ver muita montanha, algumas delas com o pico nevado, mesmo sendo janeiro e verão. Não podemos afirmar, não temos certeza, mas uma delas deve ser o Aconcágua, o ponto mais alto do hemisfério sul. Após passar pelo marco da fronteira, dizer até logo ao Chile e acertar os relógios para o horário argentino: +1 hora, passamos ao lado do Parque Provincial Aconcágua, dessa vez não entramos (no 12º dia da viagem visitamos o mirante), somente paramos no acostamento da Ruta 7 para tirar fotos do Aconcágua que estava sem nuvens. Logo chegou a aduana argentina. A fila estava grande, demoramos cerca de 1 hora para passar por ela, mas o trâmite foi tranquilo, sem burocracia e rápido. Oficialmente estávamos de volta à Argentina! Com pouco menos de 1/4 do tanque, sabendo que o próximo posto para abastecimento seria em Uspallata e sem dinheiro, ficamos com medo da gasolina acabar e também do nosso cartão não passar. A gasolina não acabou, chegamos a Uspallata e paramos para abastecer no posto da rede YPF. Pedimos para encher o tanque e na hora de pagar o cartão de débito do Santander não passou! Isso porque tínhamos desbloqueado para até o dia 20/01/2013. Não teve jeito tivemos que recorrer ao cartão de crédito internacional (levamos somente para emergências) e pagar 6,5% de IOF. Pagamos AR$ 6,33 (R$ 2,82) por litro da Nafta Super - um dos preços mais baixos que vimos na Argentina, 36 litros ficou em AR$ 230,00 (R$ 102,67), que depois ficou um pouco mais caro por causa do IOF e da taxa de conversão do cartão de crédito. Chegamos a Mendoza às 21 horas - 9 horas após sairmos de Santiago do Chile - e fomos direto ao banco tentar sacar dinheiro. Para nosso desespero em nenhum caixa eletrônico deu certo. Detalhe: já tínhamos feito saques em duas agências do Santander em Mendoza e em nenhuma vez havia dado algum problema. Fomos ao hotel e lá tinha wi-fi, acessamos o internet banking para checar o que estava acontecendo com o nosso cartão. Comprovamos que ele estava bloqueado para uso internacional desde o dia 05/01/2013, por isso, a gente não conseguiu usá-lo. Para nossa sorte e alívio, nos mesmos conseguimos desbloqueá-lo para uso internacional pelo internet banking. Imediatamente fomos ao banco, mesmo sem tomar banho. Afinal também estávamos morrendo de fome. Fomos à agência do Santander na Av. Villanueva Arístides. Era 22h20 quando conseguimos sacar AR$ 1.000,00 (R$ 437,00). Finalmente com dinheiro fomos nos alimentar em um dos restaurantes daquela avenida, comemos empadas e não gostamos. A conta ficou em AR$ 28,80 (R$ 12,86) para duas pessoas, sem bebida. O local aproximado do restaurante está no "Mapa do dia". Voltamos ao hotel, guardamos o carro no estacionamento e dormimos após um dia de alguns apuros ao atravessar a Cordilheira dos Andes. [t3]Rota[/t3] Saindo de Santiago pegamos a Ruta 57 "Autopista Los Libertadores": duplicada, asfalto excelente e dois pedágios até Los Andes. Ruta 60, no Chile com um pedágio, que depois na Argentina torna-se a Ruta 7, que também é pista simples com asfalto muito bom, mas sem pedágios no trecho até a Ruta 40, que é duplicada com asfalto bom e sem pedágio até Mendoza. [t3]Mapa do dia [/t3] https://mapsengine.google.com/map/edit?mid=z5QBFh8ihmnU.kdcYnzkFChp8 [t3]Hospedagem em Mendoza[/t3] Em nosso retorno a Mendoza ficamos hospedados no Hotel Sol Andino. O hotel fica em uma esquina e tem elevador, também oferece wi-fi. O quarto para duas pessoas era grande, a cama confortável, ar-condicionado, ventilador de teto, aquecedor, banheiro espaçoso, TV, enfim várias comodidades. O estacionamento gratuito para hóspedes fica a 2 quarteirões do hotel, em um prédio perto da Plaza San Martín. O café da manhã foi razoável, havia opções de medialunas (croissant) - para variar, algumas frutas, sucos de "saquinho", frios e bolo. Nada tão especial. Esse foi o único hotel argentino a cobrar 21% de imposto sobre a tarifa. A gente acredita que eles agiram de má-fé, já que havíamos feito a reserva por um preço possivelmente antigo e eles quiseram acertar o valor cobrando o suposto imposto. No balcão havia um aviso sobre a alteração do valor da diária, que passou a valer alguns dias antes da nossa chegada. [t3]Investimentos do dia[/t3] Hospedagem: R$ 133,93* Alimentação: R$ 12,86* Combustível: R$ 102,68 Pedágios: R$ 25,38 * Valor para 2 pessoas Total de km rodados na viagem: 5.237,6
  17. Bem observado, esqueci do valor do barco. Foi 50 reais por pessoa e demorou pouco mais de 1 hora. Valeu Leonardo88!
  18. Post completo com mais fotos, no blog: http://wp.me/p2Wczf-DV 4º Dia da viagem: 02/07/2013, terça-feira Acordamos tarde e tomamos um desjejum reforçado, pois sabíamos que o dia seria longo. Começamos o passeio pela Igreja São Francisco de Assis, que é uma das 7 Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo e conta com obras do período rococó no Brasil, de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho (arquitetura, escultura, talha e ornamentação) e Manuel da Costa Ataíde (pintura e douramentos). No fundo dessa igreja está temporariamente o Museu Aleijadinho, que originalmente fica na Igreja Nossa Senhora da Conceição, mas como ela passa por obras de restauração o museu foi transferido para a Igreja São Francisco de Assis. No museu pudemos apreciar várias obras do escultor. Nossa visita durou aproximadamente 40 minutos, na igreja e no museu. Na frete da igreja tem a Feira de Artesanato, se você for comprar algo negocie! Compramos algumas lembrancinhas, negociamos e levamos quatro peças pelo preço de uma. Conhecemos a Casa dos Contos que preserva a história do Ciclo do Ouro, com objetos como: artefatos da senzala, documentos de compra e venda de escravos, moedas e notas antigas, etc. Dentro do espaço também tem uma área com a cronologia do dinheiro no Brasil. A Casa dos Contos também dá acesso ao Vale dos Contos, que é uma ótima opção de área verde dentro da cidade, mas naquele momento ele parecia cenário de filme de terror, estava frio e sem uma "alma penada". Em 1h30 visitamos a Casa dos Contos e demos uma volta pelo Vale dos Contos. Subimos até a antiga Escola de Minas, onde funciona o Museu de Ciência e Técnica. Ficamos 2 horas “tomando um verdadeiro banho” de informação sobre a formação do universo, de história, geografia, ciências, etc. Quando chegamos lá nos juntamos a um grupo que estava fazendo visita monitorada. Os monitores são alunos dos cursos de graduação da UFOP Bolsas da PROEX/Fundação Gorceix. Nosso monitor percorreu conosco todos os espaços do museu, proporcionando um conhecimento que jamais teríamos tido se estivéssemos sós. Uma das atrações mais incríveis foi a coleção de pedras preciosas. É uma das maiores coleções de minerais do mundo, abrigando mais de 20.000 amostras de pedras. Do outro lado da Praça Tiradentes fica o Museu da Inconfidência, estava quase fechando, mas deu tempo da gente entrar para visitar. O Museu da Inconfidência também é uma atração "imperdível" para quem visita Ouro Preto. Ele ocupa a antiga Casa de Câmara e Cadeia de Vila Rica e mais quatro prédios auxiliares, seu acervo conta com mais de quatro mil peças de autoria de Antônio Francisco Lisboa (Aleijadinho), Francisco Vieira Servas, Francisco Xavier de Brito, Manoel da Costa Athaide, João Nepomuceno, Armand Julien Pallière, entre outros. Sua principal função é preservar a memória da Inconfidência Mineira, movimento pela Independência do Brasil que não teve sucesso. Assim, entre as obras, estão exemplares de praticamente todas as esferas da vida sociocultural mineira dos séculos XVIII e XIX. É possível verificar vestígios dos sistemas construtivos de caráter religioso e profano, além de objetos de uso pessoal, destinados à vestimenta, à ornamentação, à proteção e à guerra. EM 1h30 visitamos todas as salas do museu. Na maioria dos espaços abertos a visitação em Ouro Preto não é permitido tirar fotos na parte interna, por isso não temos fotos de dentro de alguns lugares visitados nesse dia. À medida que o céu foi escurecendo a temperatura foi caindo e os museus já estavam fechados. Decidimos jantar. Na "Rua Direita", umas das ruas principais ruas da cidade, encontramos vários barzinhos, restaurantes e um Subway, onde matamos nossa fome. No caminho de volta à pousada aproveitamos para registrar algumas fotografias noturnas. [t3]Galeria de fotos[/t3] Mais fotografias registradas nesse dia em Ouro Preto, em nosso blog: http://wp.me/p2Wczf-DV [t3]Mapa do dia[/t3] [googlemap]https://www.google.com/maps/ms?msid=211817074823829532138.0004e866df375e466cc0c&msa=0[/googlemap] [t3]Hospedagem em Ouro Preto[/t3] [t3]Investimentos do dia[/t3] Hospedagem: R$ 100,00* Alimentação: R$ 30,00* Passeios: R$ 20,00* * Valor para 2 pessoas Km rodados no dia: 0 (zero) Total de km rodados na viagem: 737,2
  19. O Bonete é uma vila caiçara afastada do centro de Ilhabela e para chegar lá é preciso fazer a Trilha do Bonete, que tem pouco mais de 10 km, começando na Ponta da Sepituba e passando por algumas cachoeiras, mirantes, em meio a Mata Atlântica, sendo possível a observação da fauna e flora. Essa trilha foi feita "sem querer", a ideia original na década de 1980 era abrir uma estrada para os carros chegarem lá. Assim, começaram a abrir o trajeto em meio a Mata Atlântica às pressas e sem planejamento adequado, e logo a natureza acabou com o pífio projeto: a erosão destruiu barreiras e a mata invadiu parte da futura estrada. Um adendo: Essa "obra" tem a assinatura do então governador do estado de São Paulo, José Maria Marin, um dos queridinhos do regime militar brasileiro, e que hoje é o Presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e do COL (Comitê Organizador Local da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014), pois é minha gente: Deus tenha piedade de nós! O resultado é uma trilha bem marcada e que permanece larga na maioria dos trechos, graças aos pouco mais de 300 moradores do Bonete que a utilizam como opção para chegar ao centro de Ilhabela. Além disso, existem várias placas do Parque Estadual Ilhabela, por onde a trilha passa, indicando o caminho para o Bonete e para as cachoeiras. É praticamente impossível errar o caminho e/ou se perder nela. Por isso, a gente não a considera de nível difícil, apesar disso, têm pequenos empecilhos naturais como subidas íngremes (não chega a ter "escalaminhada"), travessia do Rio Areado e a distância. Outra dificuldade para quem pretende acampar no Bonete é o peso da mochila. Pense nisso na hora de fazer as mochilas e leve somente o essencial. A Cachoeira da Laje foi a primeira a cruzar a trilha, ela fica a aproximadamente 3 km da Ponta da Sepituba e muitas pessoas fazem a trilha só até a cachoeira. Para atravessar o rio/cachoeira da Laje não é preciso ir pela água já que existe uma ponte de madeira e aço, passamos por ela e seguimos esperando o momento de encontrar a próxima cachoeira. Demorou. Andamos mais de 1h30 na trilha sem sinal de água até que após uma descida mais estreita e ao som de água corrente nos deparamos com o Rio do Areado e suas longas quedas da água. Aí tivemos que atravessar o rio pela água, não tinha ponte. A água batia na altura da cocha, mas não tinha correnteza, e as pedras do fundo eram escorregadias. Tiramos nossos tênis, erguemos as mochilas e passamos sem pisar nas pedras. Logo que passamos o rio começou o ataque dos "porvinhas" (borrachudos) e imediatamente passamos um repelente caseiro que compramos no estacionamento do Sepituba, após sentimos o ataque desses insetos já na chegada. Aproveitamos para encher nossas garrafas e seguimos a trilha sem subir o rio, onde dizem ter as melhores quedas da água, mas com acesso muito difícil. Depois de algumas paradas para tomar água e duas horas depois de sairmos da Cachoeira do Areado, saímos da trilha principal e entramos em uma para um mirante da Praia do Bonete, de lá tivemos uma visão - de longe - de toda a praia e vila do Bonete. Ali também tem uma bica, sem saber a proveniência da água não a bebemos. Faltava pouco para terminar a trilha, mas ainda passamos pela pequena Cachoeira do Saquinho que tem um poço bom para banho, e 30 minutos depois chegamos à Praia do Bonete. Com barraca, colchão, edredom e mais alguns itens fizemos a Trilha do Bonete em 5 horas, sem parar para tomar banho nas cachoeiras, apenas parando para apreciar a beleza delas, ouvir os sons da Mata Atlântica e descansar. Otimistas dizem que dá para fazer a trilha em 3 horas. Começamos o percurso às 9 horas e terminamos às 14 horas. Por causa do tamanho da trilha não é indicado começar após às 12 horas. Na Praia do Bonete demos um mergulho no mar gelado como uma recompensa pela longa caminhada. A praia é linda, em toda sua orla tem árvores Chapéu-de-sol que fazem boas sombras, a água é uma das mais cristalinas que já vimos, a faixa de areia é grande e no canto esquerdo desemboca o Rio Nema, onde se concentram os barcos dos pescadores. Procurando um camping para passar a noite encontramos o Camping da Vargem (popularmente conhecido como Camping do Eugênio), que fica em uma "rua" paralela a praia. Uma senhora nos atendeu e mostrou as instalações (no fundo de uma casa). O valor por noite foi de R$20/pessoa. Lugar legal, barato e já tinha algumas barracas armadas. Arrumamos nosso canto, tomamos um banho e passamos repelente logo em seguida. Depois de um breve descanso demos uma volta pela Praia do Bonete. Seguimos até o Rio Nema onde tinha uma grande movimentação de pescadores, tiramos algumas fotos e brincamos com os cachorros. Não tinha - ou pelo menos não vimos - outra opção para comer a não ser um quiosque em frente à capela. Comemos por lá mesmo. Pegamos uma porção de iscas de peixe por 30 reais e cada cerveja saiu por 5 reais a lata. A porção serviu bem duas pessoas e estava suculenta, uma delícia! Já a cerveja deixou a desejar, só tinha Itaipava e estava meio quente. Foi cobrado 10% do Bob, o garçom. Dormimos cedo e acordamos no meio da noite com muita sede e já que estávamos acordados fomos até a praia ver como era a noite por lá. Pegamos nossa lanterninha - que mal iluminava nossos pés - e logo que saímos do camping fomos recebidos pela escuridão da noite, lá não têm postes de iluminação nas "ruas", a única fonte de luz é a lua. A orla da praia também estava toda escura. O céu estava estrelado e com poucas nuvens indicando que o próximo dia seria de muito sol. Voltamos a dormir e acordamos cedinho, pouco antes da alvorada. Fomos à praia, enquanto amanhecia observávamos as aves e os cantos dos passarinhos. Logo apareceram dois cachorros para nos fazer companhia. Depois veio a maior surpresa do dia: um pinguim! Ele estava na areia, no canto direito da praia, bastante debilitado com sinais de machucados nas costas e mal conseguia ficar em pé. Segundo alguns moradores pinguins como aquele aparecem com certa frequência no Bonete. Um pessoal colocou ele em uma prancha e deixou ele no mar, mas não teve jeito ele voltou para areia. Nos apressamos para desmontar a barraca e voltar para o centro de Ilhabela, pois tínhamos um mergulho marcado na Ilha das Cabras (Praia Pedras Miúdas). Mas antes, passamos na Cachoeiras do Poço Fundo, no Rio Nema, que fica a 10 minutos do camping. São pequenas quedas da água e um poço excelente para banho e águas cristalinas. Voltamos ao acampamento. Tomamos banho, desarmamos a barraca e fomos até o canto esquerdo da praia procurar alguém para levar a gente até a Ponta da Sepituba de barco. Encontramos o Totó que iria partir às 10 horas. Faltava meia hora e enquanto aguardávamos vimos que o pinguim permanecia na areia, mais debilitado e com tomando um Sol forte. Infelizmente não tinha o que fazer e já havia alguns urubus o rodeando. É a natureza! Às 10 horas partimos daquele paraíso que já na saída deixou saudade, foram poucas horas ali, mas o suficiente para gente se apaixonar por ele. A viagem de barco foi uma verdadeira aventura, naquela região o mar é bravo e inclusive têm vários barcos naufragados ali, mesmo assim o Totó não reduziu a velocidade e a adrenalina foi comparável a andar de montanha russa. Chegamos na Ponta da Sepituba, um lugar muito diferente do que imaginávamos: não tinha píer nem faixa de areia para o desembarque. Fomos deixados nas pedras, o assistente do Totó pulou em uma pedra, segurou o barco com uma corda e nos ajudou a sair junto com nossas mochilas. Nisso esquecemos nossa barraca no barco e com isso aprendemos que nessas ocasiões devemos deixar todos nossos pertences amarrados uns aos outros para não perder nada. Tivemos que fazer uma trilha das pedras/mar até o estacionamento. É uma trilha estreita e muito inclinada para subir. Tava muito calor e foi difícil chegar ao estacionamento, parecia que a trilha não tinha fim. Saímos da Ponta da Sepituba e fomos fazer mergulho com snorkel na Ilha das Cabras (Praia Pedras Miúdas). Isso relataremos em outra oportunidade. Data dessa viagem: 12/10/2013 [t3]Como chegar?[/t3] De carro, após sair da balsa, siga pela SP-131 (avenida principal de Ilhabela) sentido sul (Praia do Curral, Veloso, Feiticeira) até o final da rodovia que é asfaltada, até 2 km antes do começo da Trilha do Bonete, você chegará em uma porteira com placas indicando o começo da trilha, lá é a Ponta da Sepituba e tem um estacionamento do lado direito. Deixamos o carro lá e o senhor que nos atendeu cobrou R$30,00 o pernoite. Daí é seguir a trilha até a Praia do Bonete. [t3]O que levar?[/t3] Leve somente o necessário, essa é a palavra de ordem. A trilha é longa, tem subidas íngremes e travessia de um rio. Nós levamos até mais coisa que o necessário e literalmente sentimos o peso do equívoco. Também não esqueça nada, pois na vila só tem um mercadinho e ele pode estar fechado, como aconteceu em nossa estada. Levamos os seguintes itens: Repelente (indispensável); Alguns lanches, frutas e água; Protetor solar; Barraca; Colchão inflável e bomba de ar (se você tiver colchonete é melhor = menos peso); Lanterna; Produtos de higiene pessoal (shampoo, sabonete, bucha, escova e pasta de dente); Duas trocas de roupa, cada um, e duas toalhas (tudo enrolado para economizar espaço); Chinelos; Edredom; e Dinheiro. [t3]Quando ir?[/t3] A melhor época para visitar o Bonete é no verão, assim aproveita-se melhor a praia e as cachoeiras. Em julho tem a tradicional festa em devoção a Santa Verônica (conhecida também por Úrsula, seu nome verídico). Mas ir em outras épocas também vale a pena, o Bonete é um lugar muito bom para curtir a natureza e se distanciar da agitação da cidade. [t3]Galeria de fotos[/t3] Mais de 80 fotos nesse link: http://queimandoasfalto.com.br/2013/11/18/o-que-fazer-3-trilha-praia-do-bonete-ilhabela/ [t3]Mapa[/t3] [googlemap]https://mapsengine.google.com/map/edit?mid=z5QBFh8ihmnU.k3npPtEHLahI[/googlemap] [t3]Investimentos[/t3] Estacionamento: R$ 30,00 Alimentação: R$ 44,00* Camping: R$ 40,00* Repelente caseiro: R$ 8,00 * Valor para 2 pessoas Total: R$ 114,00
  20. [t1]15º Dia (05/01/13, sáb): La Chascona, Cerro San Cristóban e Concha y Toro[/t1] Total de Km percorridos (de carro) no dia: 62,7 No dia 03/01/2013 reservamos a visita à vinícola Concha y Toro pela internet, marcamos para às 17 horas. Com isso ficamos com a tarde livre para fazermos outros passeios em Santiago do Chile. Nesse tempo decidimos visitar a Casa Museo La Chascona e o Cerro San Cristóban, ambos no boêmio bairro Bellavista, e de lá fomos direto à Concha y Toro, localizada no Pirque, uma pequena cidade na Região Metropolitana de Santiago. Saímos do apartamento às 13 horas e em menos de 20 minutos estávamos com o carro estacionado perto da entrada principal do Parque Metropolitano de Santiago, local de acesso ao Cerro San Cristóban, e a pé fomos à Casa Museo La Chascona, antiga casa de Pablo Neruda, poeta chileno ganhador do Nobel de Literatura de 1971, onde hoje funciona um museu com móveis e objetos originais, vários quadros e livros, mantido pela Fundación Pablo Neruda. Fizemos a visita guiada, com o guia "hablando" espanhol devagar - o que facilitou o entendimento - e em um grupo que tinha chilenos, argentinos e peruanos. O guia conduziu a visita passando muita informação, de forma descontraída ele tirou todas as dúvidas do grupo e mostrou domínio sobre os diversos assuntos relativos a casa e ao poeta Pablo Neruda. Neruda gostava muito do mar e por isso os traços e decoração dos cômodos da casa lembram um barco. "La Chascona" foi construída na década de 1950, aos pés do Cerro San Cristóban, para abrigar sua amante Matilde Urrutia, apelidada "La Chascona" (a descabelada) por Neruda, por causa de seus longos cabelos avermelhados. A casa herdou esse nome em homenagem a Matilde. Que morou na residência até o final da década de 1980. Pagamos CH$ 8.000 (R$ 35,61) por pessoa pela visita guiada na Casa Museo La Chascona. Lá também funciona um café e uma loja de souvenir, onde compramos canecas por CH$ 1.500 (R$ 6,68) cada. Saímos do museu e fomos conhecer o Parque Metropolitano de Santiago. A entrada é gratuita e para chegar ao cume do Cerro San Cristóban existem três opções: pela rua (a pé ou de bicicleta), de funicular ou de ônibus. Como o funicular estava fechado para manutenção fomos de ônibus, que também é grátis! No topo do Cerro San Cristóban fica o Santuario Inmaculada Concepción, dele tem-se uma visão panorâmica da cidade de Santiago e fica visível a grande quantidade de poluição no ar da capital chilena. Além do grande "auditório" a céu aberto, com a cidade ao fundo, também tem uma grande estátua da Imaculada Conceição, uma capela e uma loja de lembrancinhas e livros. Não deu para gente ficar muito tempo lá, pois tínhamos que ir à vinícola Concha y Toro no horário marcado, às 17 horas. Na descida do Cerro San Cristóban, sentamos do lado direito do ônibus e podemos ver a Gran Torre Santiago, o edifício mais alto da América Latina com 300 metros de altura. [/img] Panorámica de Santiago por GONZALO BAEZA, no Flickr Após 3 horas de passeios pela Casa Museo La Chascona e pelo Parque Metropolitano de Santiago, partimos ao Pirque. Do Parque Metropolitano de Santiago até a viña Concha y Toro foram 26 km, em 50 minutos. Na vinícola tem um estacionamento gratuito aos visitantes. Com nossos números dos pedidos da visita gerados no site da Concha y Toro em mãos, tivemos CH$ 600 (R$ 2,67) de desconto, assim, pagamos, na hora, CH$ 8.000 (R$ 35,61) por pessoa pelo "Tour Tradicional". O tour foi guiado em espanhol (um pouco mais rápido que o da Casa Museo La Chascona) e teve início pelo antigo casarão de verão da família Concha y Toro, ali a guia contou um pouco da história dessa família e do casarão ao nosso grupo, que tinha colombianos, argentinos e chilenos. Em seguida passamos em uma parte do pomar de videiras, com várias espécies diferentes e a guia deu informações sobre algumas delas: onde e como são plantadas, aroma, sabor, etc. O que mais marcou nessa parte foi saber que o tipo Carménère, original da França, só é cultivado naturalmente, ou seja, sem interferências genéticas, no Chile, já que na Europa as videiras dessa variedade pegaram praga não sendo mais possível plantá-la naturalmente. No Chile a variedade resistiu graças à geografia do país, que tem ao norte o Deserto do Atacama, ao sul a Patagônia, a leste a Cordilheira dos Andes e a oeste o Oceano Pacífico, que formam barreiras naturais contra pragas, aliado a política adotada pelo governo nas fronteiras, que não permite a entrada de frutas e verduras. Fizemos a primeira degustação, que foi do vinho Trio Reserva Chardonnay, com dicas. A gente não botava muita fé que "chacoalhar" a taça alterava o sabor da bebida, mas lá aprendemos e pudemos comprovar que realmente isso altera o sabor e o aroma do vinho, já que esse ato oxigena o precioso líquido. Visitamos uma das bodegas que é revestida de madeira e climatizada, tudo para melhorar o sabor e o aroma dos vinhos. Depois veio a parte alta da visita: conhecemos a centenária bodega Casillero del Diablo, que fica no subsolo e é climatizada naturalmente. Leva esse nome graças a uma lenda espalhada por Don Melchor, o fundador da vinícola, que ao perceber o sumiço de vinhos daquela adega espalhou que ali morava um diabo. Diz a lenda que depois disso nunca mais roubaram vinhos de lá. Dentro daquela bodega acontece um espetáculo de imagem, som e luz que conta essa lenda. Em um canto mais reservado, no final de um corredor fechado com grade, tem a figura de um diabo em efeito de luz. Não recomendamos esse passeio a fanáticos religiosos. Esse vídeo conta um pouco da lenda do Casillero del Diablo: Fizemos outra degustação, dessa vez de um vinho tinto Casillero del Diablo, aí bebemos certinho, oxigenando o vinho para melhorar o sabor e o aroma. Por fim, ganhamos uma taça escrita "Concha y Toro" e encerrou o tour. Antes de ir embora passamos pelo Wine Bar e compramos dois vinhos Casillero del Diablo, da Concha y Toro, um tinto e outro Shiraz Rose. Pagamos CH$ 3.790 (R$ 16,87) por vinho. Saímos da viña Concha y Toro às 19 horas, mesmo com GPS erramos caminho e chegamos no apartamento às 20h10. [t3]Mapa do dia[/t3] [googlemap]https://www.google.com.br/maps/ms?msid=211817074823829532138.0004ea705a75e8600fbc3&msa=0[/googlemap] [t3]Hospedagem em Santiago[/t3] [t3]Investimentos do dia[/t3] Hospedagem: R$ 126,36* Alimentação: R$ 22,80* Passeios: R$ 142,48* * Valor para 2 pessoas Total de km rodados na viagem: 4.839,5
  21. [t1]14º Dia (04/01/13, sex): Bate-volta de Santiago a Valparaíso e Viña del Mar[/t1] Total de Km percorridos (de carro) no dia: 304,6 Tiramos o dia para conhecer Valparaíso e Viña del Mar - cidades do litoral chileno próximas a Santiago. Após o café pegamos a estrada sentido Valparaíso, às 13h15. Fomos pela Ruta CH-68, uma rodovia em excelente estado, com faixas duplas e triplas, com boa sinalização e com pedágios. Paramos para abastecer em um Posto Petrobras/BR, na beira da pista, pagamos CH$ 751,00/litro (R$ 3,35) da gasolina "93". A viagem demorou aproximadamente 2h30, assim que chegamos a Valparaíso fomos a região portuária, ao Ascensor Artillería, que é um meio de transporte que sobe e desce o morro por trilhos, uma mistura de bondinho com teleférico. Ele nos levou ao topo do Cerro Artillería, onde tem o Paseo 21 de Mayo e o Museo Naval y Marítimo. Lá em cima existem mirantes com vista privilegiada para Valparaíso e Viña del Mar. Como chegamos tarde na cidade não tivemos tempo para visitar o museu. Esse Ascensor é um dos vários existentes em Valparaíso, talvez ele seja o mais turístico, por causa do museu e da visão da cidade do alto do morro. Tiramos algumas fotos e logo descemos e aproveitamos para passear pelas proximidades da Plaza Echaurren, diz a história que essa foi a primeira praça da cidade e que ela existe desde a época colonial. No entorno dela tem vários prédios antigos e no centro dela há uma fonte. Assim como muitas cidades brasileiras, lá também têm muitas pombas. Seguimos até a Iglesia de la Matriz. Antes de voltarmos ao carro passamos em uma lojinha e compramos DVDs para backup das fotos da viagem, lá o DVD estava mais barato que em Santiago. Dali fomos direto ao Museo Fonck, pois ele estava para fechar. O Museo Fonck fica a aproximadamente 10km (30min) da Plaza Echaurren, em Viña del Mar. Esse museu é famoso pelo moai exposto em sua fachada e pelo grande acervo sobre a Ilha de Páscoa. Visitamos o seu interior que é bem interessante e suas várias salas de exposição contam o surgimento geográfico e dos povos do Chile, cada sala mostra uma região, incluindo a Ilha de Páscoa, e todas são ilustradas com objetos e painéis explicativos em espanhol - mesmo sem conhecer a língua dá para entender sem muita dificuldade. No primeiro andar fica a Area Ciencias Naturales, onde ficam expostas diversas espécies de animais empalhados. A entrada custa CH$ 2.000,00 (R$ 8,90) por adulto. Vimos uma torre em estilo gótico, isso despertou nossa curiosidade. Atravessamos a rua e fomos até ela, é a Iglesia de Nuestra Señora del Carmen, ela estava fechada e só observamos sua arquitetura peculiar. Pegamos o carro e demos uma contribuição ao flanelinha. Sem muita noção de quanto valia CH$ 1.000,00 acabamos dando mais do que isso aos flanelinhas, que eram gentis, não falaram um preço e não exigiram em nenhum momento o pagamento. Diga-se de passagem, bem diferente da maioria dos flanelinhas brasileiros. Vimos como eles ficaram surpresos ao receber mais de CH$ 1.000,00 só depois fazendo as contas fomos entender o motivo. Em seguida fomos conhecer uma das praias mais famosas e badaladas do Chile, o Balneário de Reñaca, que também fica em Viña del Mar. Lá não tinha flanelinhas. Paramos o carro bem em frente da areia. A praia estava lotada e vimos carros de vários países da América do Sul. Nos aventuramos a molhar os pés no Oceano Pacífico, mesmo com placas dizendo que a água estava imprópria para banho. Comprovamos o que lemos em livros escolares e ouvimos em programas de TV: aquele oceano tem mesmo águas frias, e põe fria nisso! Não é exagero, até a areia estava gelada. Mesmo assim tinha crianças nadando. Incrível! Ficamos só 20 minutos na praia, pois a tarde ia caindo e ainda tínhamos que conhecer outro ponto turístico famoso de Viña del Mar, o Reloj de Flores. Esse relojo foi importado da Suíça em 1962, para deixar a cidade mais bonita para a Copa do Mundo FIFA do mesmo ano, já que Viña del Mar foi uma das cedes da Copa que aconteceu no Chile e que deu o bicampeonato ao Brasil. Deixamos o carro no estacionamento em frente ao Reloj de Flores, pagamos CH$ 600,00 (R$ 2,60) a hora. Além do relojo deu tempo da gente conhecer o Balneario Caleta Abarca e comprar alguns alfajores. Ainda com Sol voltamos para Valparaíso e passeamos pela Plaza Sotomayor e pelos arredores dela onde fica a Dirección General del Cuerpo de Bomberos de Valparaíso, o Edificio CSAV, o Hotel Rainha Victória, a Comandancia en Jefe de la Armada de Chile e o Monumento Héroes de Iquique y Mausoleo de Arturo Prat. No Bombeiro tinha um caminhão antigo da marca Ford que podia ser fotografado, ao lado havia uma caixinha de contribuição. O Edificio CSAV parecia um cubo da água, suas janelas de vidro refletiam o céu e se confundiam com ele. Ao lado tem o Hotel Rainha Victória que ocupa um prédio antigo bem charmoso. Em frente a Comandancia en Jefe de la Armada de Chile fica o imponente Monumento Héroes de Iquique y Mausoleo de Arturo Prat. As nuvens pareciam de desenho, favorecendo belas fotografias. Voltamos a Santiago e chegamos a noite. Não tivemos problemas em dirigir a noite na Ruta CH-68 nem nas ruas de Santiago, com o GPS foi tudo tranquilo. A volta foi mais rápida que a ida, saímos de Valparaíso às 20h25 e chegamos em Santiago às 22h10, fizemos o percurso em 1h45. [t3]- Mapa do dia[/t3] [googlemap]https://www.google.com/maps/ms?msid=211817074823829532138.0004e7aba42dc5ac7b1fe&msa=0[/googlemap] [t3]- Hospedagem em Santiago[/t3] [t3]- Investimentos do dia[/t3] Hospedagem: R$ 126,36* Combustível: R$ 89,30 Pedágios: R$ 35,62 Passeios: R$ 35,62* Estacionamento: R$ 2,67 * Valor para 2 pessoas Total de km rodados na viagem: 4.776,8
  22. [t1]Santuário do Bom Jesus de Matosinhos[/t1] 3º Dia da viagem: 01/07/2013, segunda-feira Não levantamos tão cedo, e até desarmar a barraca e arrumar as malas fomos sair do camping às 10h. Como já estava tarde preferimos nem tomar café e fomos direto à Congonhas, antes de ir para Ouro Preto. Passamos por São João del-Rei para abastecer, já que lá o combustível estava muito mais barato que em Tiradentes. Chegamos ao Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, considerado Patrimônio Mundial da Unesco, em Congonhas, às 12h20. Visitamos a Basílica somente por fora, pois ela estava fechada. Enfrente a basílica ficam 12 esculturas dos apóstolos feitas em pedra sabão por Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho. Ladeira a baixo tem seis capelas com cenas da Paixão de Cristo com obras de Aleijadinho, Francisco Xavier Carneiro e Manuel da Costa Ataíde. A quantidade e a qualidade das obras impressionam. Na região também tem lojinhas de artesanato, alguns restaurantes e lógico, não poderia faltar: guias turísticos. Na sequência fomos na Igreja Matriz da Conceição, antes passamos pela Romaria que fica no final da Alameda Cidade Matosinhos de Portugal, que por sua vez é repleta de palmeiras nas duas margens. A Igreja Matriz da Conceição estava fechada, só tiramos algumas fotos por fora. Descemos a rua até o centro onde procuramos por um restaurante com bom preço. Encontramos o Restaurante do Tio, a comida era boa e tinha várias opções de salada e mistura. Comemos a vontade por R$ 12,90 cada. Depois do almoço subimos longos e íngremes quarteirões até chegar onde estacionamos o carro, afinal, subidas e descidas são características marcantes dessa e de outras cidades históricas de Minas Gerais. Saímos de Congonhas e partimos para Ouro Preto. E só após passar pela Serra de Ouro Branco, chegamos ao nosso destino. Cometemos alguns erros ao encontrar a pousada, o que foi péssimo, pois andar de carro nessa cidade é uma verdadeira tortura devido às intensas subidas, descidas, pedras, buracos e ruas estreitíssimas. Quando enfim chegamos à pousada foi um alívio. Neste dia não saímos, preferimos descansar e planejar um roteiro dos lugares a conhecer nos próximos dois dias em Ouro Preto. Mas tiramos algumas fotos da janela do quarto: [t3]Mapa do dia[/t3] [googlemap]https://www.google.com/maps/ms?msid=211817074823829532138.0004e70b370fb141147b1&msa=0[/googlemap] [t3]- Hospedagem em Ouro Preto[/t3] Ficamos na Pousada Vila Rica que é uma casa colonial no Centro Histórico, em boa localização. O quarto, assim como as dependências, é rústico. O atendimento é excelente, o quarto espaçoso, o colchão confortável e na recepção tem wi-fi, jogos de tabuleiro, revistas e guias de viagem. O café da manhã é bom e tem várias opções de pães, inclusive o tradicional pão de queijo. Além de suco natural, café, leite, bolo e frutas. O problema da arquitetura rústica, é que a gente sente as pessoas passando pelo corredor quando a gente deita na cama, já que o piso é de madeira - grandes e soltas. A pressão da água do chuveiro é muito forte e se reduzida a água esfria e demora a esquentar. A garagem não é no local, por isso, optamos em deixar o carro na rua. [t3]Investimentos do dia[/t3] Hospedagem: R$ 100,00* Combustível: R$ 89,31 Alimentação: R$ 25,80* * Valor para 2 pessoas Km rodados no dia: 191,1 Total de km rodados na viagem: 737,2
  23. [t1]Calçada dos Escravos em Tiradentes (2º dia #MG13)[/t1] 2º Dia da viagem: 30/06/2013, domingo Dormimos bem e estávamos dispostos e curiosos para conhecer a Serra de São José. Tomamos café na Panificação Padre Toledo, no centro de Tiradentes, e percebemos aos poucos os muitos hóspedes deixando as pousadas de Tiradentes, com o fim do Bike Fest. Após o desjejum passamos em duas agências de turismos no centro da cidade, pois queríamos fazer a Trilha do Carteiro, para conhecer a Calçada dos Escravos, e no folheto informava que para percorrer a trilha era recomendável a contratação de um guia, devido a falta de sinalização na trilha. Uma agência estava fechada, e a outra não tinha guia disponível no momento. Então decidimos fazer a trilha por conta própria, seguindo informações do mapa contido no folheto que pegamos na pousada. Ainda na cidade erramos o caminho e pedimos orientação a um atendente de uma pousada, que explicou o caminho correto e também nos animou a continuar. Seguimos as orientações e chegamos na entrada da trilha. " width="570" height="379" /> Entrada da Trilha do Carteiro[/caption] A trilha é bem marcada e em alguns momentos tem degraus íngremes. O solo varia entre pedra, areia e terra. Em alguns trechos os caminhos ficam bem estreitos, mas o grau de dificuldade é fácil. A Calçada dos Escravos fica a mais de mil metros de altitude, ela foi construída no período das explorações do ouro para facilitar o transporte de alimentos e escoamento do ouro. Seguindo por ela chegamos ao topo da Serra de São José. Depois de passar pela Calçada dos Escravos chegamos a uma planície, onde podemos avistar a cidade de Tiradentes e região, dos dois lados da serra. Depois fizemos uma "escalaminhada", passamos por diversas pedras que formam um cenário muito bonito, por fim chegamos ao mirante onde tivemos uma visão mais ampla da cidade de Tiradentes. Demoramos 1 hora e 40 minutos para chegar ao mirante. Ficamos no alto do cerro por uns 10 minutos, contemplando a paisagem, descansando e aproveitamos para nos hidratar. Assista o vídeo que fizemos na trilha: A descida foi mais fácil e mais rápida, em 50 minutos descemos até o inicio da trilha. Chegamos ao camping e tomamos um longo banho para tirar o suor e o cansaço do corpo. Mais tarde, fomos procurar um lugar para comer e assistir o jogo da final da Copa das Confederações: Brasil x Espanha. E depois de várias voltas achamos um barzinho muito legal: Sapore D'Itália. Antes paramos para abastecer no posto da entrada da cidade, porém só colocamos R$ 10, pois certamente o combustível lá é banhado a ouro, muito caro! R$ 2,32 o litro do etanol!! Colocamos somente o suficiente para chegarmos em São João del-Rei, onde o preço estava mais aceitável. Naquela noite demos muitas risadas, pois tudo foi uma surpresa: a pizza comum chegou do tamanho de um prato, a porção de fritas que era para ser pequena veio em grande quantidade, e por fim, o Brasil (leia-se CBF) derrotou a Espanha por 3 a 0, em um dos maiores atos terroristas já visto contra o povo brasileiro. [t3]Mapa do dia[/t3] [googlemap]https://www.google.com.br/maps/ms?msid=211817074823829532138.0004e34608b96da75abf4&msa=0[/googlemap] [t3]Hospedagem/camping em Tiradentes[/t3] [t3]Investimentos do dia[/t3] Hospedagem: R$ 50,00* Combustível: R$ 10,00 Alimentação: R$ 78,00* * Valor para 2 pessoas Km rodados no dia: 2,9 Total de km rodados na viagem: 546,1
  24. [t1]São João del-Rei e Tiradentes (1º dia #MG13)[/t1] 1º Dia da viagem: 29/06/2013, sábado De madrugada (5h) saímos de Santa Bárbara d’Oeste e à medida que foi amanhecendo, já podíamos prever um dia com sol intenso. A viagem foi tranquila e depois de 6 horas, por volta das 12 horas, chegamos a São João del-Rei. Mesmo sendo inverno, estava muito calor e por ser sábado a cidade estava bem movimentada. Estacione o carro perto da Igreja de São Francisco de Assis e do Memorial Tancredo Neves. É um lugar mais afastado do centro comercial, no meio do caminho entre as principais atrações. O primeiro lugar que visitamos foi a Igreja de São Francisco de Assis e depois o cemitério que fica atrás dela. Na Praça, em frente a igreja, tem uma concentração de “guias turísticos”. Um deles nos abordou e começou a explicar várias coisas, mesmo sem a gente pedir. Não queríamos guia, queríamos apenas curtir o passeio. Tentamos desvencilhar dele até conseguir. Além disso, o guia pediu uma colaboração financeira pela explicação, não demos nada e ele ficou visivelmente alterado. Para adentrar a igreja é preciso pagar R$ 3,00/pessoa. No seu interior tem muito ouro, alguns lustres de cristal, altares laterais e obras de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho. O estilo da igreja é rococó. Uma das coisas que chamam atenção, não só nessa, mas em várias igrejas históricas de Minas Gerais, é a espessura das paredes. Seguimos ao cemitério. Nele está sepultado o ex-presidente eleito do Brasil, Tancredo de Almeida Neves e sua esposa Risoleta Guimarães Tolentino. A visita ao cemitério é gratuita. Fomos em direção ao centro comercial procurando algum lugar para almoçar. No caminho passamos pelo Passo "Cristo com Cruz às Costas", Memorial Tancredo Neves e pela Ponte do Rosário, da onde avistamos a Ponte da Cadeia. Procurando um restaurante passamos pela Rua Getúlio Vargas onde há vários monumentos históricos. Passamos pela Igreja de Nossa Senhora do Carmo e pelo Solar da Baronesa de Itaverava, que ficam no começo da rua. Encontramos o Restaurante 611, no estilo "self service" com forno a lenha e comida a vontade a R$ 12,90 por pessoa. Valeu a pena, a comida estava excelente. Ainda na Rua Getúlio Vargas passamos pela Catedral Basílica Nossa Senhora do Pilar e pela Capela de Nossa Senhora da Piedade. Depois seguimos até a Igreja Nossa Senhora do Rosário, onde ao lado fica o Solar dos Neves - local onde viveu o ex-presidente Tancredo Neves e sua família. Voltamos ao carro e partimos para Tiradentes, que fica a pouco mais de 15 km de São João del-Rei. No caminho passamos pelo Monumento ao Expedicionário e pela Igreja de São Gonçalo Garcia. Antes de chegar a Tiradentes notamos a intensa movimentação de motocicletas de vários estilos rumo à cidade. Neste dia estava acontecendo o Bike Fest (encontro de motocicletas). Tínhamos conhecimento do encontro, porém não imaginávamos que era tão grande. E também, devido ao evento, decidimos acampar, pois os preços dos hotéis e pousadas estavam muito acima do aceitável. Conversando com um funcionário da Pousada Toro Real, ficamos sabendo que o valor da diária para esse evento é o segundo mais caro no ano, ficando atrás do carnaval. Desde a entrada da cidade até a pousada tivemos que ir devagar quase parando, devido ao grande número de motos, carros e pedestres que cruzavam as ruas. Chegamos a pousada e ocupamos o último lugar da área de camping, que só estava lá porque tínhamos feito a reserva com antecedência. Após armar a barraca fomos dar uma volta pela cidade, a pé é lógico, pois dirigir em meio aquela “muvuca” seria praticamente impossível. Caminhamos pelas ruas do centro que estavam tomadas pelas motocicletas e por barracas. O Largo das Forras estava praticamente intransitável, tinha muita gente! Subimos em direção a Matriz de Santo Antônio, passando pelo Monumento a Tiradentes e pela Capela de São João Evangelista. Da Matriz de Santo Antônio tem-se uma bela vista da Serra de São José. Para fechar nossa caminhada por Tiradentes, passamos pela Igreja Nossa Senhora do Rosário, em seu largo tem vários barzinhos que também estavam lotados. Conforme anoitecia o frio dava as caras. Retornamos à pousada e como tinha fila para tomar banho saímos para procurar alguma lanchonete. Pela indicação de um funcionário do camping fomos de carro até o Duan Lanches que além de possuir bom preço faz lanches saborosos, sem contar o quentão (forte!) que saiu por conta da casa. Ao chegarmos ao camping, tivemos uma surpresa nada agradável: tinha acabado a energia! Mas logo a energia voltou e pudemos então tomar um bom banho. Dormimos por volta das 22 horas, estava muito frio, e mesmo com o camping cheio, não tivemos problemas com barulho. [t3]Mapa do dia[/t3] [googlemap]https://www.google.com.br/maps/ms?msid=211817074823829532138.0004e3788c1ca91bdb533&msa=0&ll=-21.123736,-44.215508&spn=0.114811,0.132351[/googlemap] [t3]Hospedagem em Tiradentes[/t3] Acampamos na Pousada Toro Real, que fica próxima do centro histórico e o atendimento é bom. A estrutura de camping é ótima, os chuveiros são bons, tem iluminação na área de camping que é toda gramada e ainda tem uma piscina a disposição dos hóspedes da pousada e camping. Porém, o camping dispõe apenas um banheiro para cada sexo, se alguém estiver tomando banho e você precisar usar não tem opção e tem somente uma tomada na área de camping. [t3]Investimentos do dia[/t3] Pedágio: R$ 24,00 Combustível: R$ 60,00 Alimentação: R$ 52,00* Hospedagem: R$ 50,00* Passeios: R$ 6,00* * Valor para 2 pessoas Km rodados no dia: 543,2 Total de km rodados na viagem: 543,2
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