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BruninhaSil

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Sobre BruninhaSil

  • Data de Nascimento 14-01-1985
  1. Oi pessoal, Pretendo fazer a travessia Alto Palácio - Serra dos Alves agora entre os dias 28 e 30 de dezembro, porém estou com um pouco de dificuldade para definir a logística. Sairei do Cipó no dia 28 e pretendo voltar para lá ao final da travessia. Alguém saberia me informar se é possível e como faço pra voltar da Serra dos Alves à Serra do Cipó? Obrigada!
  2. Oi pessoal, Pretendo fazer a travessia Alto Palácio - Serra dos Alves agora entre os dias 28 e 30 de dezembro, porém estou com um pouco de dificuldade para definir a logística. Sairei do Cipó no dia 28 e pretendo voltar para lá ao final da travessia. Alguém saberia me informar se é possível e como faço pra voltar da Serra dos Alves à Serra do Cipó? Obrigada!
  3. Valeu pela dica, Augusto! Acho que vou inverter o trajeto. Deixar o carro no estacionamento próximo a sede do parque, subir pela Ruy Braga e descer Pela Rebouças/Mauá. Aí tento um resgate da cachoeira do escorrega até a Sede pra pegar o carro!! Assim parece mais fácil!! Mas parece que terei que esperar o próximo feriado, a previsão não está das melhores agora no carnaval.
  4. Oi Renato, Estou indo para o Parna Itatiaia agora no carnaval. Pretendo fazer um circuito, mais ou menos como vc sugeriu. Vou descer da parte alta pela travessia Rebouças-Mauá e depois retornar pela Ruy Braga. O carro ficará no Posto do Marcão. Sei que a travessia Rebouças-Mauá pode acabar na cachoeira do escorrega e que a Ruy Braga começa no Complexo Maromba. Você saberia me dizer a distância entre estes dois pontos e qual a melhor forma de percorrê-la? Obrigada!!! Bruna
  5. Oi pessoal, Estou pensando em retornar ao parque neste carnaval. Pretendo descer da parte alta pela travessia Rebouças-Mauá e depois retornar pela Ruy Braga. Vou deixar o carro no Posto do Marcão. Sei que a travessia Rebouças-Mauá acaba na cachoeira do escorrega e a Ruy Braga começa no Complexo Maromba, sede do parque. Alguém saberia me dizer a distancia entre estes dois pontos? Obrigada!!! Bruna
  6. Depois de muitos anos usando o mochileiros, finalmente consegui escrever meu primeiro relato. O relato é da travessia que apelidamos de M&M (Milton/ Maeda), realizada em Abril deste ano. O trajeto foi o seguinte: Milton (Base do Marins) - Pico do Marins - Marinzinho – Maeda Data: 03 e 04 de Abril de 2015. Tempo do trajeto: 5h50 ida e 8h volta. Preparação A travessia Marins-Itaguaré já está há dois anos na minha lista de pretensões. Ainda não a arrisquei por um pouco de receio em relação à navegação e preparo físico. Resolvi então começar devagar e conhecer primeiro uma parte da trilha, o Pico dos Marins. A ideia era chegar na noite de véspera e dormir no acampamento base para iniciar a trilha bem cedo no dia seguinte, dormir no Cume do Marins e voltar ao acampamento base no dia seguinte. Porém, após ler relatos recentes descobri que o Milton que cuidava do acampamento base já não estava mais lá e que o local estava desativado, existindo inclusive relatos de roubos no estacionamento. Pensando nisso procurei lugares alternativos de pernoite e descobri o Camping e Pousada do seu Maeda. Imaginei que fosse próximo do acampamento base e assim decidimos pernoitar lá. Posteriormente descobrimos que o Maeda não fica assim tão perto do inicio da trilha, o que nos fez adaptar o roteiro. Decidimos então que subiríamos o Pico dos Marins e dormiríamos no cume e, no dia seguinte, já que o carro estaria no Maeda, desceríamos do Marinzinho pela trilha do Maeda. No fim foi a melhor opção, pois assim conhecemos mais uma parte do percurso da travessia. Percurso definido, agora era só arrumar as cargueiras e esperar o grande dia. De São Paulo até o Cume do Marins Saímos de São Paulo por volta das 18h. Combinamos de encontrar os outros integrantes do grupo no ultimo posto de gasolina da Carvalho Pinto, onde fizemos uma parada de uns 40 minutos e seguimos sentido Lorena. A estrada Lorena-Itajubá começa tranquila, mas logo fica sinuosa. Como não tem lugar para ultrapassar, acabamos ficando um bom tempo presos atrás de dois caminhões enormes que andavam muito devagar. Saindo em Delfin Moreira a estrada fica ainda mais sinuosa, e depois de Marmelópolis há um grande trecho em estrada de terra. Acabamos chegando à Pousada por volta da meia noite. Apesar de ter muitas curvas e um trecho sem asfalto a estrada está em muito bom estado. O senhor Maeda nos recebeu muito bem, já nos esperava com pinhões e chá para nos aquecer. Nos falou sobre as trilhas, nos contou de quando abriu a travessia Marins-Itaguaré e também a Serra Fina. Este senhor é uma atração a parte e vale muito a pena conhecê-lo. Eu achava que a pousada dele ficava bem próxima ao acampamento base, mas me enganei. Ele está a 8km de lá, a estrada não é grande coisa para se percorrer com carros baixos e por isso acabamos fechando uns transfer até lá. Ele cobrou 35 por pessoa e as 8h partimos da pousada rumo ao acampamento base. Saímos do acampamento base as 8:40, a trilha começa no final do estacionamento à esquerda e segue com algumas subidas fortes até o primeiro ponto de referência que é o Morro do Careca, que fica há aproximadamente 1h30 do início da trilha. Pra chegar aqui foi sofrido, muito tempo sem fazer trilha com cargueira, meu corpo ainda estava lembrando de como era. Passando o Morro do Careca há uma bifurcação, à esquerda chega-se ao único ponto de água potável da travessia e à direita a trilha continua por mata fechada sentido Pico dos Marins. No início deste trecho há uma placa com indicação dos picos e mirantes e suas respectivas altitudes e após uns 10 minutos de caminhada a trilha se torna mais aberta em meio a arbustos e rochas. Até a base do Marins há dois maciços a serem superados. Logo na chegada do primeiro há uma rocha que chamam de Grande Totém (ela realmente lembra um totem gigante), neste momento deve-se seguir a esquerda em direção à Pedra da Andorinha (ou Golfinho) e seguir fazendo o seu contorno sempre pela esquerda. Finalizando esta volta haverá uma pedra grande e quadra que alguns costumam chamar de Dado, o nome é alto explicativo. Resolvemos parar aqui para comer e repor as energias. Neste ponto meu corpo já tinha entrado no ritmo e tudo parecia mais fácil! A paisagem durante todo esse trajeto é sensacional. De um lado fica as montanhas de Minas Gerais e em frente as formações rochosas. Esse complexo do Marins me lembra bastante o do Itatiaia, mas mesmo sendo parecido não deixei de me surpreender e me encantar. Continuamos antes que o corpo pudesse esfriar. A pedra que lembra um Dado marca o início da volta no segundo maciço, que também deve ser contornado pela esquerda. No entanto é necessário subi-lo quase até o topo e um pouco antes da crista pegar a trilha que seguirá à esquerda. Neste trecho não se avista mais o Pico dos Marins e a referência passa a ser o Marinzinho que ficará à esquerda. Depois desta volta a trilha continua pelo alto do maciço e é possível se orientar por totens e setas marcadas nas rochas. Como a vegetação é baixa não há uma trilha bem definida, mas sim uma série de caminhos possíveis desde que seguindo os pontos de orientação. Ao final deste maciço já é possível ver o Pico dos Marins mais a Direita (quase em frente) e o Marinzinho ficará ainda mais a esquerda com uma pequena montanha (o platô) a sua frente. Aqui será necessário cruzar a nascente do Ribeirão Passa Quatro e seguir até a base do Marins. Há uma placa indicando que esta água do Ribeirão é contaminada, portanto só a utilizem em extrema necessidade e com o uso de cloro. Após cruzar a água a trilha sobe a direita seguindo os totens e finalmente chega ao paredão que dá acesso ao cume. Pra esse paredão não há alternativa, tenha fé na sua bota e suba. Faltando uns 5 metros do cume dei uma bobeira, minha bota escorregou numa fenda e ralei meus dois antebraços. Ossos do ofício. Rs Chegamos ao Cume as 14:30 e fomos logo buscar um local pra montar as barracas, pois já tinha bastante gente lá em cima. Por sorte conseguimos montá-las todas próximas. Na hora seguinte muitos grupos chegaram e alguns deles tiveram que voltar à base por falta de lugar. Ficamos lá apreciando a paisagem que e no final da tarde fomos agraciados com um Pôr do Sol sensacional de um lado a Lua quase cheia que nascia do outro. Com a noite o frio e o vento tomaram conta. Nos vestimos jantamos, apreciamos um pouco mais a lua e fomos dormir. Do Cume do Marins até o seu Maeda. Acordamos as 5:30 para assistir ao nascer do Sol e essa foi uma das decisões mais acertadas que tivemos. O cenário foi inverso ao que aconteceu no final da tarde anterior. Mas tínhamos de novo as duas atrações, de um lado a Lua quase cor de rosa se punha e do outro o Sol vermelho e imponente nascia. Depois desse espetáculo, tomamos nosso café da manhã dentro da barraca já que o frio estava de rachar, e logo arrumamos as coisas para iniciar a pernada que neste dia começou as 8 horas. Do Pico do Marins descemos o paredão em um ritmo bem lento, contrariando o ditado que diz que pra baixo todo santo ajuda. Fomos até a placa de água contaminada, cruzamos o Ribeirão Passa Quatro e seguimos a direita sentido a montanha mais baixa que leva ao platô que antecede o Marinzinho. No início da subida desta pequena montanha há a esquerda um aglomerado de mata um pouco mais alta e no meio dela, em algumas épocas do ano, é possível encontrar uma fonte de água potável. A trilha continua até o platô e de lá há uma pequena descida a esquerda até um charco que deve ser atravessado. Passando o charco a trilha continua com uma subida forte pela rocha em direção à crista. Havia aqui uma trilha que de início estava bem demarcada e parecia uma boa alternativa, pois dava a impressão de que chegava ao cume pelos arbustos, mas logo a trilha fica menos nítida deixando claro que a subida pela rocha é a opção correta, mas a rocha onde parece que essa trilha acaba é um paredão intransponível. Tínhamos dois tracklogs, um indicava o caminho pelo arbusto, o outro sugeria que deveríamos subir o paredão. Resolvemos tentar o paredão. Conseguimos passar por um primeiro patamar, quase nos arriscamos a escalar pra mais um segundo patamar, mas depois de refletirmos sobre as alternativas e os riscos sugeri ao grupo que voltássemos um pouco nessa trilha, pois estava perigoso, podíamos não conseguir descer novamente e eu tinha a impressão de ter visto um caminho mais acessível um pouco mais pra trás do ponto em que estávamos. Decisão certeira, ao voltarmos conseguimos ver alguns toténs que antes nos passaram despercebidos. Tirei a cargueira e subi mais um pouco para ter certeza e constatei que era mesmo o caminho correto. Aqui a trilha é sempre pra cima até o cume do Marinzinho, onde há uma placa e uma sinalização na rocha escrita em tinta amarela indicando a trilha do Maeda. Demoramos quase quatro horas até o cume do Marinzinho e em geral o tempo previsto é de duas horas, ou seja, se fossemos fazer a travessia para o Itaguaré creio que já estaríamos em apuros. Resolvermos parar no cume para um lanche e repor as energias. A trilha do Maeda é exageradamente demarcada, com muitas pedras sinalizadas com setas amarelas. As primeiras duas horas são de descida bem íngreme pelas pedras, tendo inclusive uma passagem que exige o auxilio de uma corda fixa deixada lá pelo seu Maeda. Depois deste trecho por rocha há uma subidinha até o Mirante Sto. Antônio e então a descida segue menos técnica, porém constante, até a estradinha que dá acesso à Pousada do Maeda. Desta trilha é possível pegar uma bifurcação que levará até a Pedra Montada e mais a frente uma outra que leva até a cachoeira. Nós ainda voltaríamos pra São Paulo neste dia e por isso optamos por não passar por estes pontos! Demoramos 4 horas do cume do Marinzinho até o Maeda chegando lá por volta das 16h. Tomamos um bom banho (ele cobra R$10,00), contamos os causos da trilha, comemos alguns pinhões e voltamos esgotados e felizes para São Paulo. Algumas fotos pra deixar o pessoal com vontate!!
  7. Quando fui tive o mesmo problema, era feriado e o parque estava cheio. O que acontece é que o parque abre diariamente 5 vagas para quem chegar na hora. Tem um equema de chegar primeiro e conseguir a vaga no camping. Não lembro direito como funciona, mas dá uma ligadinha lá que eles te explicam. Pra mim deu super certo, consegui as vagas e acampei lá dentro.
  8. Oi Samucabh, fui até a parte alta do parque no ano passado e como eu dependia das vagas que são disponibilizadas diariamente (por ordem de chegada) para entrar no parque acabei indo um dia antes para Itatiaia e dormindo em um abrigo próximo a portaria. O lugar que fiquei é um abrigo de montanha e chama Picus, ele fica à aproximadamente 5km da entrada do parque. Ao meu ver não há melhor opção que acampar dentro do parque no abrigo rebolças mesmo, mas se tiver afim de ficar fora acho que esse lugar que eu fiquei vale a pena. O site deles é este: http://www.picus.com.br/
  9. BruninhaSil

    Cuba

    André, Em Havana eu vi caixas pra saque, mas só em Havana. Eu realmente acho melhor vc levar tudo em dinheiro, eles mal tem internet, não lembro de nenhum lugar que aceitava cartão, por exemplo. E até para trocar dinheiro nos deparamos com cadegas (casa de cambios) sem Cuc. E lá num rola essas coisas de assalto, então pode levar tudo em grana tranquilamente. Sobre a Cubana de aviación eu não sei te falar pq fui de Copa.
  10. BruninhaSil

    Cuba

    André, Como disse antes, fui agora em agosto,fomos em 3 pessoas e não pediram pra ninguém. Eu acabei fazendo, pq fiquei com receio de precisar e não ter. Os três tiveram "piriri" rsrs. Nada muito forte a ponto de precisar do seguro, mas se fosse um pouquinho mais sério precisaríamos.. rs Fiz um seguro muito barato do Banco do Brasil que eu nem sabia que existia, é um seguro apenas para correntistas e que cada módulo custa mais ou menos 6,00 reais. Contratei 2 módulos. Não sei se é bom, mas pelo menos estava segurada! rs Acho que deve ser raro eles pedirem, não vi ninguém relatar aqui que pediram. Agora vai de você ponderar se vale correr o risco!
  11. BruninhaSil

    Cuba

    Olá Itamar, Fui em agosto com a Copa e comprei na hora do check-in, aqui no aeroporto de Guarulhos(SP) mesmo. Eles não aceitam cartão, tem que comprar em reias e em dinheiro. Abç
  12. BruninhaSil

    Cuba

    Déia, Ana e Pedrada eu super usei o relato de vocês pra definir meu roteiro, não sei o que seria de mim sem as informações fornecidas por vocês! rs Diego, vou pensar melhor sobre usar os pesos cubanos, mas de qualquer forma vi que não conseguirei usá-los na grande maioria dos lugares, então estou considerando os meus custos em CUCs mesmo. Ana, adorei o seu blog, me ajudou demais e me deu vontade de passar em todos os lugares que você passou. Pensei que iria para lá sem conseguir ler sobre seus últimos dias em Havana, mas deu tempo e já peguei mais algumas dicas!! Com certeza farei o possível para aumentar os dias em Baracoa, deve ser um lugar sensacional mesmo. Não vejo a hora de partir!! rs Valeu demais pessoal!!
  13. Pessoal, Estou indo pra Cuba dia 02 de agosto, vamos percorrer a Ilha até Baracoa no seguinte roteiro: Havana - 4 dias Havana/ Santa Clara Santa Clara/ Remédios Remédios- 1 dia Remédios/ Cienfuegos - neste dia eu gostaria de fazer o Rancho Querete. Cienfuegos - 1 dia Cienfuegos/ Trinidad Trinidad - 3 dias Trinidad/ Santiago de Cuba Santiago - 1 dia Santiago/ Baracoa Baracoa - 3 dias Baracoa/ Havana - 2 dias Havana - 1 dia Havana/ Panamá/ Brasil Serão 22 dias, e deixamos dois dias no final para tentar voltar de Baracoa até Havana de carro. Fiz uma cotação no site da transtur.cu e o aluguel para 4 noites da por volta de 180 cuc, consegui a info de que tem um seguro diário no valor de 15 cuc, mas estou com dificuldades de encontrar o valor da taxa para entregar em local diferente de onde retirei, mandei e-mail mas ninguém respondeu até agora. Alguém saberia o valor aproximado dessa taxa? Além disso, vocês acham que devo reservar o carro aqui do Brasil? Valeu! Bruna
  14. BruninhaSil

    Cuba

    Olá Pessoal, Estou indo para Cuba daqui duas semanas, esse tópico me ajudou muito, minha programação foi praticamente feita por aqui e pelos relatos, mas ainda fiquei com algumas dúvidas. O roteiro será mais ou menos assim: Havana - 4 dias Havana/ Santa Clara Santa Clara/ Remédios Remédios- 1 dia Remédios/ Cienfuegos - neste dia eu gostaria de fazer o Rancho Querete. Cienfuegos - 1 dia Cienfuegos/ Trinidad Trinidad - 3 dias Trinidad/ Santiago de Cuba Santiago - 1 dia Santiago/ Baracoa Baracoa - 3 dias Baracoa/ Havana - 2 dias Havana - 1 dia Havana/ Panamá/ Brasil Em relação ao dinheiro ví que "teoricamente" não podemos utilizar o CUB, mas em alguns relatos pessoas disseram q usaram. Como faço para comprá-los? as casas oficiais de cambio vendem para nós estrangeiros? Pretendo alugar um carro em Baracoa e voltar em dois dias dirigindo até Havana. Consegui simular os valores de locação nos sites da cubacar, rex e outros, descobri tb que existe um seguro diário de 15 cuc, mas não descobri o valor que se paga para entregar o carro em Havana. Alguém sabe qual o valor aproximado dessa taxa e se existem outras taxas além dessas? Por último, estou com um problema de logística entre sair de Remédios e de lá ir para Cienfuegos. Em alguns relatos disseram q existe um ônibus da via azul que sai de remédios e passa por Cienfuegos,mas não encontro mais infos sobre isso. Será que compensaria voltar para Santa Clara e de lá pegar outro ônibus ou tentar um táxi coletivo? Valeu!! Bruna
  15. Otávio, imaginei que nossas médias montanhas fossem altas!! rsrs agora aprendi, não me confundo mais, valeu! Fiquei convencida q pro frio do Brasil uma barraca de tela não prejudica muito. Essa era uma das minhas maiores apreensões... Mas aí conversando com uma amiga fiquei cabreira por outro motivo! rs Ela tem uma Zephyr da Alps Mountaineering que é inteira de tela, e na praia toda vez que entrava e saia da barraca a enchia de areia, pois a areia passava facilmente pela tela....rs Além disso, ela pegou uma chuva e a água respingou na tela e acabou molhando dentro. Bullseye, meu marido é grande e gordo! rsrs... mas faz sentido, em trekking praticamente só usamos a barraca pra dormir... Olhei as Ferrinos de 2 pessoas, mas não tem nenhuma que caiba no bolso e pese menos de 2kg. To pensando em comprar a Chaos 3 mesmo, na verdade adoramos ela ..rsrsrsrs Aí usaremos ela para substituir a que temos, usando mais em camping e em trekkings curtos ou onde sabemos que terá uma certa estrutura com espaço para uma barraca de 3 pessoas... é mais pesada, mas aumenta o conforto... Futuramente, qdo estivermos mais profissas e com mais dinheiro no bolso.. rs... aí compramos uma de duas pessoas, com no máximo 1,7 kg. como disse o Bullseye... Valeu demais as dicas, gente!!
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