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BruninhaSil

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Posts postados por BruninhaSil

  1. Oi pessoal,

    Pretendo fazer a travessia Alto Palácio - Serra dos Alves agora entre os dias 28 e 30 de dezembro, porém estou com um pouco de dificuldade para definir a logística. Sairei do Cipó no dia 28 e pretendo voltar para lá ao final da travessia.

    Alguém saberia me informar se é possível e como faço pra voltar da Serra dos Alves à Serra do Cipó?

    Obrigada!

  2. Valeu pela dica, Augusto!

    Acho que vou inverter o trajeto. Deixar o carro no estacionamento próximo a sede do parque, subir pela Ruy Braga e descer Pela Rebouças/Mauá.

    Aí tento um resgate da cachoeira do escorrega até a Sede pra pegar o carro!!

    Assim parece mais fácil!! ::otemo::

    Mas parece que terei que esperar o próximo feriado, a previsão não está das melhores agora no carnaval.

  3. Oi Renato,

    Estou indo para o Parna Itatiaia agora no carnaval.

    Pretendo fazer um circuito, mais ou menos como vc sugeriu. Vou descer da parte alta pela travessia Rebouças-Mauá e depois retornar pela Ruy Braga. O carro ficará no Posto do Marcão.

    Sei que a travessia Rebouças-Mauá pode acabar na cachoeira do escorrega e que a Ruy Braga começa no Complexo Maromba.

    Você saberia me dizer a distância entre estes dois pontos e qual a melhor forma de percorrê-la?

     

    Obrigada!!!

    Bruna

  4. Oi pessoal,

    Estou pensando em retornar ao parque neste carnaval.

    Pretendo descer da parte alta pela travessia Rebouças-Mauá e depois retornar pela Ruy Braga. Vou deixar o carro no Posto do Marcão.

    Sei que a travessia Rebouças-Mauá acaba na cachoeira do escorrega e a Ruy Braga começa no Complexo Maromba, sede do parque.

    Alguém saberia me dizer a distancia entre estes dois pontos?

     

    Obrigada!!!

    Bruna

  5. Depois de muitos anos usando o mochileiros, finalmente consegui escrever meu primeiro relato. :D

    O relato é da travessia que apelidamos de M&M (Milton/ Maeda), realizada em Abril deste ano.

     

    O trajeto foi o seguinte: Milton (Base do Marins) - Pico do Marins - Marinzinho – Maeda

    Data: 03 e 04 de Abril de 2015.

    Tempo do trajeto: 5h50 ida e 8h volta.

     

    Preparação

    A travessia Marins-Itaguaré já está há dois anos na minha lista de pretensões. Ainda não a arrisquei por um pouco de receio em relação à navegação e preparo físico. Resolvi então começar devagar e conhecer primeiro uma parte da trilha, o Pico dos Marins.

    A ideia era chegar na noite de véspera e dormir no acampamento base para iniciar a trilha bem cedo no dia seguinte, dormir no Cume do Marins e voltar ao acampamento base no dia seguinte. Porém, após ler relatos recentes descobri que o Milton que cuidava do acampamento base já não estava mais lá e que o local estava desativado, existindo inclusive relatos de roubos no estacionamento. Pensando nisso procurei lugares alternativos de pernoite e descobri o Camping e Pousada do seu Maeda. Imaginei que fosse próximo do acampamento base e assim decidimos pernoitar lá. Posteriormente descobrimos que o Maeda não fica assim tão perto do inicio da trilha, o que nos fez adaptar o roteiro. Decidimos então que subiríamos o Pico dos Marins e dormiríamos no cume e, no dia seguinte, já que o carro estaria no Maeda, desceríamos do Marinzinho pela trilha do Maeda. No fim foi a melhor opção, pois assim conhecemos mais uma parte do percurso da travessia.

    Percurso definido, agora era só arrumar as cargueiras e esperar o grande dia.

     

    De São Paulo até o Cume do Marins

    Saímos de São Paulo por volta das 18h. Combinamos de encontrar os outros integrantes do grupo no ultimo posto de gasolina da Carvalho Pinto, onde fizemos uma parada de uns 40 minutos e seguimos sentido Lorena.

    A estrada Lorena-Itajubá começa tranquila, mas logo fica sinuosa. Como não tem lugar para ultrapassar, acabamos ficando um bom tempo presos atrás de dois caminhões enormes que andavam muito devagar. Saindo em Delfin Moreira a estrada fica ainda mais sinuosa, e depois de Marmelópolis há um grande trecho em estrada de terra. Acabamos chegando à Pousada por volta da meia noite.

    Apesar de ter muitas curvas e um trecho sem asfalto a estrada está em muito bom estado.

    O senhor Maeda nos recebeu muito bem, já nos esperava com pinhões e chá para nos aquecer. Nos falou sobre as trilhas, nos contou de quando abriu a travessia Marins-Itaguaré e também a Serra Fina. Este senhor é uma atração a parte e vale muito a pena conhecê-lo.

    Eu achava que a pousada dele ficava bem próxima ao acampamento base, mas me enganei. Ele está a 8km de lá, a estrada não é grande coisa para se percorrer com carros baixos e por isso acabamos fechando uns transfer até lá. Ele cobrou 35 por pessoa e as 8h partimos da pousada rumo ao acampamento base.

    Saímos do acampamento base as 8:40, a trilha começa no final do estacionamento à esquerda e segue com algumas subidas fortes até o primeiro ponto de referência que é o Morro do Careca, que fica há aproximadamente 1h30 do início da trilha. Pra chegar aqui foi sofrido, muito tempo sem fazer trilha com cargueira, meu corpo ainda estava lembrando de como era. Passando o Morro do Careca há uma bifurcação, à esquerda chega-se ao único ponto de água potável da travessia e à direita a trilha continua por mata fechada sentido Pico dos Marins. No início deste trecho há uma placa com indicação dos picos e mirantes e suas respectivas altitudes e após uns 10 minutos de caminhada a trilha se torna mais aberta em meio a arbustos e rochas. Até a base do Marins há dois maciços a serem superados. Logo na chegada do primeiro há uma rocha que chamam de Grande Totém (ela realmente lembra um totem gigante), neste momento deve-se seguir a esquerda em direção à Pedra da Andorinha (ou Golfinho) e seguir fazendo o seu contorno sempre pela esquerda. Finalizando esta volta haverá uma pedra grande e quadra que alguns costumam chamar de Dado, o nome é alto explicativo. Resolvemos parar aqui para comer e repor as energias. Neste ponto meu corpo já tinha entrado no ritmo e tudo parecia mais fácil! A paisagem durante todo esse trajeto é sensacional. De um lado fica as montanhas de Minas Gerais e em frente as formações rochosas. Esse complexo do Marins me lembra bastante o do Itatiaia, mas mesmo sendo parecido não deixei de me surpreender e me encantar.

     

    Continuamos antes que o corpo pudesse esfriar. A pedra que lembra um Dado marca o início da volta no segundo maciço, que também deve ser contornado pela esquerda. No entanto é necessário subi-lo quase até o topo e um pouco antes da crista pegar a trilha que seguirá à esquerda. Neste trecho não se avista mais o Pico dos Marins e a referência passa a ser o Marinzinho que ficará à esquerda. Depois desta volta a trilha continua pelo alto do maciço e é possível se orientar por totens e setas marcadas nas rochas. Como a vegetação é baixa não há uma trilha bem definida, mas sim uma série de caminhos possíveis desde que seguindo os pontos de orientação. Ao final deste maciço já é possível ver o Pico dos Marins mais a Direita (quase em frente) e o Marinzinho ficará ainda mais a esquerda com uma pequena montanha (o platô) a sua frente. Aqui será necessário cruzar a nascente do Ribeirão Passa Quatro e seguir até a base do Marins. Há uma placa indicando que esta água do Ribeirão é contaminada, portanto só a utilizem em extrema necessidade e com o uso de cloro.

    Após cruzar a água a trilha sobe a direita seguindo os totens e finalmente chega ao paredão que dá acesso ao cume. Pra esse paredão não há alternativa, tenha fé na sua bota e suba. Faltando uns 5 metros do cume dei uma bobeira, minha bota escorregou numa fenda e ralei meus dois antebraços. Ossos do ofício. Rs

    Chegamos ao Cume as 14:30 e fomos logo buscar um local pra montar as barracas, pois já tinha bastante gente lá em cima. Por sorte conseguimos montá-las todas próximas. Na hora seguinte muitos grupos chegaram e alguns deles tiveram que voltar à base por falta de lugar.

    Ficamos lá apreciando a paisagem que e no final da tarde fomos agraciados com um Pôr do Sol sensacional de um lado a Lua quase cheia que nascia do outro.

    Com a noite o frio e o vento tomaram conta. Nos vestimos jantamos, apreciamos um pouco mais a lua e fomos dormir.

    Do Cume do Marins até o seu Maeda.

    Acordamos as 5:30 para assistir ao nascer do Sol e essa foi uma das decisões mais acertadas que tivemos. O cenário foi inverso ao que aconteceu no final da tarde anterior. Mas tínhamos de novo as duas atrações, de um lado a Lua quase cor de rosa se punha e do outro o Sol vermelho e imponente nascia.

    Depois desse espetáculo, tomamos nosso café da manhã dentro da barraca já que o frio estava de rachar, e logo arrumamos as coisas para iniciar a pernada que neste dia começou as 8 horas.

    Do Pico do Marins descemos o paredão em um ritmo bem lento, contrariando o ditado que diz que pra baixo todo santo ajuda. Fomos até a placa de água contaminada, cruzamos o Ribeirão Passa Quatro e seguimos a direita sentido a montanha mais baixa que leva ao platô que antecede o Marinzinho. No início da subida desta pequena montanha há a esquerda um aglomerado de mata um pouco mais alta e no meio dela, em algumas épocas do ano, é possível encontrar uma fonte de água potável. A trilha continua até o platô e de lá há uma pequena descida a esquerda até um charco que deve ser atravessado. Passando o charco a trilha continua com uma subida forte pela rocha em direção à crista. Havia aqui uma trilha que de início estava bem demarcada e parecia uma boa alternativa, pois dava a impressão de que chegava ao cume pelos arbustos, mas logo a trilha fica menos nítida deixando claro que a subida pela rocha é a opção correta, mas a rocha onde parece que essa trilha acaba é um paredão intransponível. Tínhamos dois tracklogs, um indicava o caminho pelo arbusto, o outro sugeria que deveríamos subir o paredão. Resolvemos tentar o paredão. Conseguimos passar por um primeiro patamar, quase nos arriscamos a escalar pra mais um segundo patamar, mas depois de refletirmos sobre as alternativas e os riscos sugeri ao grupo que voltássemos um pouco nessa trilha, pois estava perigoso, podíamos não conseguir descer novamente e eu tinha a impressão de ter visto um caminho mais acessível um pouco mais pra trás do ponto em que estávamos. Decisão certeira, ao voltarmos conseguimos ver alguns toténs que antes nos passaram despercebidos. Tirei a cargueira e subi mais um pouco para ter certeza e constatei que era mesmo o caminho correto.

    Aqui a trilha é sempre pra cima até o cume do Marinzinho, onde há uma placa e uma sinalização na rocha escrita em tinta amarela indicando a trilha do Maeda. Demoramos quase quatro horas até o cume do Marinzinho e em geral o tempo previsto é de duas horas, ou seja, se fossemos fazer a travessia para o Itaguaré creio que já estaríamos em apuros. Resolvermos parar no cume para um lanche e repor as energias.

    A trilha do Maeda é exageradamente demarcada, com muitas pedras sinalizadas com setas amarelas. As primeiras duas horas são de descida bem íngreme pelas pedras, tendo inclusive uma passagem que exige o auxilio de uma corda fixa deixada lá pelo seu Maeda.

    Depois deste trecho por rocha há uma subidinha até o Mirante Sto. Antônio e então a descida segue menos técnica, porém constante, até a estradinha que dá acesso à Pousada do Maeda. Desta trilha é possível pegar uma bifurcação que levará até a Pedra Montada e mais a frente uma outra que leva até a cachoeira.

    Nós ainda voltaríamos pra São Paulo neste dia e por isso optamos por não passar por estes pontos!

    Demoramos 4 horas do cume do Marinzinho até o Maeda chegando lá por volta das 16h. Tomamos um bom banho (ele cobra R$10,00), contamos os causos da trilha, comemos alguns pinhões e voltamos esgotados e felizes para São Paulo.

     

    Algumas fotos pra deixar o pessoal com vontate!! ::otemo::

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  6. Quando fui tive o mesmo problema, era feriado e o parque estava cheio. O que acontece é que o parque abre diariamente 5 vagas para quem chegar na hora. Tem um equema de chegar primeiro e conseguir a vaga no camping. Não lembro direito como funciona, mas dá uma ligadinha lá que eles te explicam. Pra mim deu super certo, consegui as vagas e acampei lá dentro.

  7. Olá, pessoal.

    saberiam me dizer se tem área de camping próximo a portaria da parte alta do parque? Se possível, contato seria fino. ::otemo::::otemo::::otemo::

    valeu!!!

     

    Oi Samucabh,

    fui até a parte alta do parque no ano passado e como eu dependia das vagas que são disponibilizadas diariamente (por ordem de chegada) para entrar no parque acabei indo um dia antes para Itatiaia e dormindo em um abrigo próximo a portaria.

    O lugar que fiquei é um abrigo de montanha e chama Picus, ele fica à aproximadamente 5km da entrada do parque.

    Ao meu ver não há melhor opção que acampar dentro do parque no abrigo rebolças mesmo, mas se tiver afim de ficar fora acho que esse lugar que eu fiquei vale a pena.

    O site deles é este:

    http://www.picus.com.br/

    Cuba

    Valeu Bruninha, era isso que queria saber.

    Vi comentários aqui no fórum que normalmente não é pedido, e que se pedirem, é possível comprar na chegada.

    Vou arriscar. De qualquer forma, acho que é melhor comprar um seguro cubano do que com a Mondial ou Alliance

    Vc viu caixas para saque em Havana?

    Outra coisa, alguém tem info da cubana de aviación? O vôo é mais rápido e mais barato, mas tenho medo da questão de atrasos...

    às vezes o barato sai caro.

     

     

    André,

    Em Havana eu vi caixas pra saque, mas só em Havana. Eu realmente acho melhor vc levar tudo em dinheiro, eles mal tem internet, não lembro de nenhum lugar que aceitava cartão, por exemplo. E até para trocar dinheiro nos deparamos com cadegas (casa de cambios) sem Cuc. E lá num rola essas coisas de assalto, então pode levar tudo em grana tranquilamente.

     

    Sobre a Cubana de aviación eu não sei te falar pq fui de Copa.

    Cuba

    André,

    Como disse antes, fui agora em agosto,fomos em 3 pessoas e não pediram pra ninguém.

    Eu acabei fazendo, pq fiquei com receio de precisar e não ter. Os três tiveram "piriri" rsrs. Nada muito forte a ponto de precisar do seguro, mas se fosse um pouquinho mais sério precisaríamos.. rs

     

    Fiz um seguro muito barato do Banco do Brasil que eu nem sabia que existia, é um seguro apenas para correntistas e que cada módulo custa mais ou menos 6,00 reais. Contratei 2 módulos. Não sei se é bom, mas pelo menos estava segurada! rs

     

    Acho que deve ser raro eles pedirem, não vi ninguém relatar aqui que pediram.

    Agora vai de você ponderar se vale correr o risco!

    Cuba

    galera, alguém foi recentemente sabe me dizer se a COPA ainda esta vendendo o cartão de turista, no Panama???

     

    grato!

     

     

    Olá Itamar,

    Fui em agosto com a Copa e comprei na hora do check-in, aqui no aeroporto de Guarulhos(SP) mesmo. Eles não aceitam cartão, tem que comprar em reias e em dinheiro.

     

    Abç

    Cuba

    Déia, Ana e Pedrada eu super usei o relato de vocês pra definir meu roteiro, não sei o que seria de mim sem as informações fornecidas por vocês! rs

    Diego, vou pensar melhor sobre usar os pesos cubanos, mas de qualquer forma vi que não conseguirei usá-los na grande maioria dos lugares, então estou considerando os meus custos em CUCs mesmo.

     

    Ana, adorei o seu blog, me ajudou demais e me deu vontade de passar em todos os lugares que você passou. Pensei que iria para lá sem conseguir ler sobre seus últimos dias em Havana, mas deu tempo e já peguei mais algumas dicas!!

    Com certeza farei o possível para aumentar os dias em Baracoa, deve ser um lugar sensacional mesmo.

     

    Não vejo a hora de partir!! rs

    Valeu demais pessoal!! ::otemo::

  8. Pessoal,

    Estou indo pra Cuba dia 02 de agosto, vamos percorrer a Ilha até Baracoa no seguinte roteiro:

     

    Havana - 4 dias

    Havana/ Santa Clara

    Santa Clara/ Remédios

    Remédios- 1 dia

    Remédios/ Cienfuegos - neste dia eu gostaria de fazer o Rancho Querete.

    Cienfuegos - 1 dia

    Cienfuegos/ Trinidad

    Trinidad - 3 dias

    Trinidad/ Santiago de Cuba

    Santiago - 1 dia

    Santiago/ Baracoa

    Baracoa - 3 dias

    Baracoa/ Havana - 2 dias

    Havana - 1 dia

    Havana/ Panamá/ Brasil

     

    Serão 22 dias, e deixamos dois dias no final para tentar voltar de Baracoa até Havana de carro. Fiz uma cotação no site da transtur.cu e o aluguel para 4 noites da por volta de 180 cuc, consegui a info de que tem um seguro diário no valor de 15 cuc, mas estou com dificuldades de encontrar o valor da taxa para entregar em local diferente de onde retirei, mandei e-mail mas ninguém respondeu até agora. Alguém saberia o valor aproximado dessa taxa?

    Além disso, vocês acham que devo reservar o carro aqui do Brasil?

     

    Valeu!

     

    Bruna

    Cuba

    Olá Pessoal,

    Estou indo para Cuba daqui duas semanas, esse tópico me ajudou muito, minha programação foi praticamente feita por aqui e pelos relatos, mas ainda fiquei com algumas dúvidas.

     

    O roteiro será mais ou menos assim:

    Havana - 4 dias

    Havana/ Santa Clara

    Santa Clara/ Remédios

    Remédios- 1 dia

    Remédios/ Cienfuegos - neste dia eu gostaria de fazer o Rancho Querete.

    Cienfuegos - 1 dia

    Cienfuegos/ Trinidad

    Trinidad - 3 dias

    Trinidad/ Santiago de Cuba

    Santiago - 1 dia

    Santiago/ Baracoa

    Baracoa - 3 dias

    Baracoa/ Havana - 2 dias

    Havana - 1 dia

    Havana/ Panamá/ Brasil

     

    Em relação ao dinheiro ví que "teoricamente" não podemos utilizar o CUB, mas em alguns relatos pessoas disseram q usaram. Como faço para comprá-los? as casas oficiais de cambio vendem para nós estrangeiros?

     

    Pretendo alugar um carro em Baracoa e voltar em dois dias dirigindo até Havana. Consegui simular os valores de locação nos sites da cubacar, rex e outros, descobri tb que existe um seguro diário de 15 cuc, mas não descobri o valor que se paga para entregar o carro em Havana. Alguém sabe qual o valor aproximado dessa taxa e se existem outras taxas além dessas?

     

    Por último, estou com um problema de logística entre sair de Remédios e de lá ir para Cienfuegos. Em alguns relatos disseram q existe um ônibus da via azul que sai de remédios e passa por Cienfuegos,mas não encontro mais infos sobre isso. Será que compensaria voltar para Santa Clara e de lá pegar outro ônibus ou tentar um táxi coletivo?

     

    Valeu!!

     

    Bruna

  9. Otávio, imaginei que nossas médias montanhas fossem altas!! rsrs agora aprendi, não me confundo mais, valeu!

    Fiquei convencida q pro frio do Brasil uma barraca de tela não prejudica muito. Essa era uma das minhas maiores apreensões...

    Mas aí conversando com uma amiga fiquei cabreira por outro motivo! rs Ela tem uma Zephyr da Alps Mountaineering que é inteira de tela, e na praia toda vez que entrava e saia da barraca a enchia de areia, pois a areia passava facilmente pela tela....rs Além disso, ela pegou uma chuva e a água respingou na tela e acabou molhando dentro.

     

    Bullseye, meu marido é grande e gordo! rsrs... mas faz sentido, em trekking praticamente só usamos a barraca pra dormir... Olhei as Ferrinos de 2 pessoas, mas não tem nenhuma que caiba no bolso e pese menos de 2kg.

     

    To pensando em comprar a Chaos 3 mesmo, na verdade adoramos ela ::love:: ..rsrsrsrs

    Aí usaremos ela para substituir a que temos, usando mais em camping e em trekkings curtos ou onde sabemos que terá uma certa estrutura com espaço para uma barraca de 3 pessoas... é mais pesada, mas aumenta o conforto...

    Futuramente, qdo estivermos mais profissas e com mais dinheiro no bolso.. rs... aí compramos uma de duas pessoas, com no máximo 1,7 kg. como disse o Bullseye...

     

    Valeu demais as dicas, gente!! ::otemo::

  10. Olá Pessoal!

     

    Eu e meu marido começamos a fazer trilhas a dois anos, utilizamos atualmente uma Guepardo Vênus 3 que quebrou bem o galho até aqui, mas agora pretendemos nos aventurar em travessias mais longas. A próxima será a travessia Petrópolis-Teresópolis em Junho.

    Como meu marido é um cara grande precisamos de uma barraca para três pessoas, gostaríamos que ela aguentasse bem o frio de alta montanha e ao mesmo tempo nos servisse para acampar na praia no verão. Um amigo trará pra gente da Europa, e analisando o custo benefício decidimos pela marca Ferrino. Porém ainda estamos na dúvida sobre esses modelos:

     

    Migale 3 - http://www.ferrino.it/catalog/tende/91170-tenda-migale-3

    Chaos 3 - http://www.ferrino.it/catalog/tende/91158-tenda-chaos-3

    Lightent 3 - http://www.ferrino.it/catalog/tende/91136-tenda-lightent-3

    Phantom 3 - http://www.ferrino.it/catalog/tende/91173-tenda-phantom-3

    Aerial 3 - http://www.trekkinn.com/montanha/ferrino-phantom-3-blue/597591/p

     

    A lightent, a Aerial e a Phantom possuem muita tela, isso é bom pq as tornam mais leves, mas ao mesmo tempo tenho a impressão de que elas protegem menos do frio.

     

    Alguém mais entendido poderia me ajudar?? :D

  11. BruninhaSil,

    Não é que seja impossível subir as Agulhas sem guia -- não é impossível.

     

    Só que não é recomendável. Menos (MUITO MENOS) ainda se vc for sozinha. Não faça isso.

     

    Prateleiras até a base não tem segredo, pode ir sem guia. Aiuruoca e Pedra do Altar tb são relativamente tranquilas de ir sem guia. Em todos os casos, desde que não haja nevoeiro, que vc tenha bom senso de direção e/ou um mapa nas mãos.

     

    Faz tempo que não vou lá, mas eu gostava muito de descer parte da travessia para Itatiaia, parando no (que restou do) primeiro abrigo (Macenas? Macieiras? não lembro). Era uma caminhada tranquila, sem erro.

     

     

    Obrigada pela dica, MCM!

     

    Vou com meu marido, já fizemos algumas trilhas, vou com um aplicativo de gps no celular. Levarei tracklog, mapa e os relatos aqui do mochileiros.

    O Agulhas farei com um guia e as outras vou decidir lá. Só faremos sem o guia se nos sentirmos confiantes!! ::otemo::

     

    Sandro! seguirei as dicas do MCM.

     

    Valeu, pessoal!!!

  12. Pessoal,

    Estou super tentada a ir para a parte alta do PNI agora na Páscoa. Sairei de São Paulo no dia 16 e pretendo pernoitar na pousada dos lírios para chegar antes do parque abrir no dia 17(quinta-feira). Acredito que desse jeito consiga garantir uma das cinco vagas que ficam disponíveis pra quem chega sem reserva no campinng Rebouças.

     

    Gostaria de fazer em cada dia o seguinte:

    1º - Couto/Prateleiras

    2º - Agulhas Negras

    3º - Pedra do Altar/Cachoeira do Aiuruoca

    4º - Asa de Hermes.

     

    Percebi nos relatos e aqui no fórum que praticamente ninguém vai sem guia, mas teimosa que sou e com esperança de uma resposta positiva que contrarie os indícios vou perguntar de novo...rs

    Todas essas trilhas realmente precisam da contratação de um guia. Agulhas negras já entendi q é impossível sem um guia. Mas será que pra fazer prateleiras até a base e as demais trilhas eu realmente preciso do guia?

    Isso tornaria a viagem bem mais cara e a situação não tá fácil...rs

     

    Se alguém puder indicar outros atrativos na parte alta do parque que eu possa fazer sem guia tb ficarei muito feliz!!! :D

     

    Valeu!

  13. Muitíssimo obrigada pelas informações Perla e Marcelo,

     

    aumentaram minhas possibilidades e me deram tranquilidade para deixar o roteiro mais flexível. Quando chegar me informarei sobre o estado da Serra Branca e aí decidirei sobre a parte alta do PN Serra da Canastra. Quem sabe eu dou sorte e consigo atravessar de carro. :D

     

    Falei com a Vanda da Mata do Engenho e ela disse que para acampar, incluindo o café da manhã e janta é R$50,00. Achei o preço bem bom. Se eu quisesse ficar na pousada sairia 90 por pessoa. Acabei decidindo por acampar lá mesmo.

     

    Quando eu voltar deixo aqui as infos atualizadas!

     

    Valeu!

  14. Olá Pessoal!

    Muito bom o tópico, estou partindo para a Serra da Canastra na próxima segunda-feira (02/09) e consegui muitas informações aqui. Porém, ainda estou um pouco insegura sobre o meu roteiro. Será que vocês poderiam me ajudar?

    A princípio o meu roteiro seria mais ou menos o seguinte:

     

    02/09 Segunda-feira - São paulo/Glória - Fazer Cachoeira Maria Augusta

    Neste dia pensei em ficar na pousada Mata do Engenho, já que fica próxima a cachoeira Maria Augusta

    03/09 Terça-feira - Glória - Cachoeira do Quilombo/ Vale da Babilônia/ Serra Branca

    Não sei se é possível fazer tudo isso no mesmo dia. Não tenho um 4x4 mas pelos relatos fiquei louca pra conhecer a Serra Branca, na verdade adoro caminhadas e queria mesmo fazer a travessia Glória/São Roque de Minas, mas como vou com um carro baixo a logística ficou complicada. Pensei então em fazer a pé a Serra Branca. Seria possível ir da pousada da Vanda até a igrejinha e voltar no mesmo dia?

    Se isso for possível abriria mão da cachoeira do quilombo. Neste dia pensei em me hospedar na Babilônia, ou mesmo na Vanda se meu carro chegar até lá.

    04/09 Quarta-feira - Glória/ São Roque de Minas - Paraíso Perdido ou Vale do Céu ou Quilombo

    Neste dia estou em dúvida de qual das atrações é a mais interessante. Pretendo já partir no final do dia para São Roque de Minas e ficar no Camping Picareta.

    05/09 Quinta-feira - São Roque de Minas - Cerradão/ Capão Forro

    06/09 Sexta-feira - São Roque de Minas - Fundão

    07/09 Sábado - São Roque de Minas - Casca d'anta Alta e Baixa

    08/09 Domingo - Neste dia eu partirei pra Belo Horizonte, ainda não sei se de manhã ou no fim do dia. se tiver algo interessante ainda pra fazer de manhã partirei só a tarde.

     

    Ouvi dizer que as pousadas que ficam na Babilônia oferecem passeios a cavalo que vão até a parte alta da Casca D'anta. Isso confere? será que o percurso é pela Serra Branca.

     

    Valeu pessoas!

  15. Obrigada pela dica Augusto!

     

    Realmente, acho que não compensa ir até o camping, tentarei acampar na crista mesmo.

    De qualquer maneira estamos pensando em fazer o caminho inverso. Chegaremos em SFX e iniciaremos a trilha pela Fazenda Monte Verde, pois queremos subir o Mirante da Onça e se fizermos o caminho vindo de Monte Verde tenho receio de chegar muito tarde e não dar tempo de subir.

     

    O Roteiro ficou assim:

     

    1º Dia: Ínicio em SFX subimos o Mirante da Onça, seguimos pela Trilha do Jorge e subimos no platô para dormir lá.

    2º Dia: Vamos ao Pico Selado e acampamos lá, ou então voltamos para acampar novamente no platô ou ainda em algum lugar da trilha sentido as Pedras Redonda e Partida.

    3º Dia: Faremos Pedra Redonda e Pedra Partida e voltamos a Monte Verde para pegar o Onibus das 15h para Camanducaia e de lá para São Paulo.

     

    Eu ví no seu relato que uns 5 minutos antes do cume da Pedra Partida tem lugares que dá para acampar, talvez eu tente chegar até a trilha da pedra Partida no segundo dia e acampar lá mesmo e no terceiro dia subo até o cume. Na volta passo pela Pedra Redonda e sigo para Monte Verde. Acho que assim consigo pegar o onibus das 15h, neh?!

     

    Valeu pelas informações!!! me ajudaram muito!!

  16. Olá Alessandra,

    Não sou super conhecedora de mochilas, mas uns meses atrás precisei comprar uma para um mochilão de 20 dias Peru/ Bolivia/ Chile e também fiquei numa super dúvida. Acabei comprando uma Aircontact PRO 55 + 15 SL e achei maravilhosa.

    Eu super aconselho a Deuter, minha irmã comprou uma Bergaus, marca inglesa bastante recomendada, e no final da viagem algumas fitas já estavam rasgando e as alças e barrigueiras não distribuiam tão bem o peso quanto a minha.

    Um fator que achei indispensável é o ziper frontal em "U". Ele é muito prático e facilita muito o manuseio, a mochila fica muito mais arrumada e quase não precisei mecher nela pela abertura superior, é uma cargueira, mas que dá pra manusear como mochila de viagem, excelente!

     

    Além do mochilão fui acampar durante 6 dias na Ilha grande com ela e mais uma vez ela surpreendeu, coube tudo (saco de dormir, barraca, isolante térmico, comida e tudo o mais) e apesar de ter ficado extremamente pesada eu consegui carragá-la sem muita dificuldade, justamente pela qualidade das alças e barrigueiras e os trezentos mil ajustes que ela possui!

     

    Enfim, fiquei apaixonada pela Deuter. Super recomendo!! :D

     

    Bruna Silveira

  17. Oi Bruno!!

    Vou pela trilha do Jorge mesmo, chegarei em São Francisco Xavier e de lá vou a monte verde, durmo no camping e no dia seguinte faço os picos.

     

    Valeu pela informação!!!

  18. Olá pessoal,

    Estou pensando em ir para Monte Verde no Carnaval e gostaria de fazer todas as trilhas que eu conseguir. rs

    Na verdade eu gostaria de fazer a travessia de Monte Verde a São Francisco Xavier, mas estou com algumas dúvidas.

    A primeira é em relação a este Camping dos Bambus, iremos sem carro e gostaria de saber se ele fica próximo ao inicio das trilhas.

    Pensei em fazer, Pico do Selado, Platô e Chapéu do Bispo em um dia e no dia seguinte fazer Pedra Redonda, Pedra Partida e seguir para São Francisco Xavier.

    Alguém sabe se isso é possível????? Vi em vários relatos que a trilha do Jorge que leva de São Francisco Xavier até Monte verde não é a mesma que leva aos picos. Fiquei confusa. Dessa trilha que leva a Pedra Redonda e a Pedra Partida podemos seguir direto a São Francisco ou devemos voltar à Monte Verde e daí então pegar outra trilha??

     

    Estou bastante confusa, se alguém puder me ajudar ficarei muito grata!! ::otemo::

     

    Valeu,

     

    Bruna Silveira

  19. Oi Sandro!

    Acabei optanto pela PRO mesmo. Estava com um preço muito bom e apesar de ser um pouco maior tem essa abertura frontal que vai ajudar na minha "falta de organização"... rs...

    Além disso ela paerece encaixar melhor no corpo permitindo uma movimentação maior.

     

    Muitíssimo obrigada pelas dicas!!

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