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Paulo Ricardo Aiello

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Sobre Paulo Ricardo Aiello

  • Data de Nascimento 03-11-1986
  1. Além dessas já citadas, eu acho que vale a pena conferir Choroní e Chuao também. Sao praias que ficam perto de Maracay, que é perto de Caracas. Pega-se um ônibus em Maracay que cruza uma estradinha por montanhas e dá de cara no povoado com as praias. O curioso é que há uma mistura do clima de montanha com o clima de praia: há rios de água doce pertinho das praias, de onde se vê as lindas montanhas de muito verde! Eu dei a sorte de ir na data em que se comemora o dia de Sán Juán na Venezuela e a festa que curti todo o final de semana em Choroní foi absurdamente boa em termos culturais. A músic
  2. Em Mochima eu fiquei com os pescadores que vivem na playa Manare. Foi uma experiência incrível! A praia fica deserta durante a semana e o único restaurante fica fechado. Me disseram que no final de semana, a comecar por Sexta, a praia fica cheinha e o restaurante abre para atender ao povo. No canto esquerdo há uns três abrigos grandes aonde os pescadores, uns trinta, cozinham e descansam em redes, dormem e conversam e se sacaneiam o tempo todo, num espanhol muito rápido e difícil de ser compreendido. Na noite anterior eu cheguei ao pueblo de Mochima aonde passei a noite numa barraca ao lado do
  3. Boa noite! Acabei de fazer essa viagem e preciso dizer que é incrível! O barco saiu Sábado uma da tarde e chegamos na Terça sete da manhã. Paguei 150 reais mas soube de gente que pagou 130 ou até 120. Viajei num barco pequeno, carregado com toneladas de tomates, soja e batatas nos dois andares de baixo e fomos umas trinta e cinco pessoas muito apertadas em redes na área de cima. Não há conforto! A rede eu comprei por vinte reais na agência aonde comprei a passagem no porto mas pode-se comprá-la por uns doze reais em mercados mais afastados do porto. Achei a viagem incrível primeiro pelo vi
  4. Juliano, talvez eu possa ajudar: Fui de La Paz para Copacabana às três da tarde pagando quinze bolivianos pela passagem num mini ônibus que sai do cemitério. Peguei uma van no terminal de ônibus por um e cinquenta que me deixou no cemitério. De Copacabana até a parte norte da Isla de Sol eu paguei vinte bolivianos. Dá para chorar um pouco esse preço e ouvi que a passagem para o lado sul é cinco bolivianos mais barata (mas na minha humilde opinião o lado norte é muito mais legal). Para voltar os preços dos barcos costumam ser cinco bolivianos mais caros que na ida, por isso, paguei vinte
  5. mrcsmkt, bem confiável é difícil, mas tem outras no mesmo nível dessas duas. O que eu tentava fazer era julgar um pouco a empresa pela tienda de venda de passagens no terminal. Olhava as mais limpas, com computadores (algumas não tem) e às vezes pedia até para ver o ônibus, o que nem sempre era possível. Na verdade, para mim, as empresas e os ônibus eram sempre uma incógnita. Numa viagem de Cochabamba a Santa Cruz pela Trans Copacabana por exemplo, convivi a noite inteira com baratinhas num ônibus velho. Mas há ônibus novos na mesma empresa. Então, na hora de comprar a passagem, além de
  6. Boa noite! Só é possível ver a catarata contratando um passeio através de uma agência? Li por aí que se pode ir de barco por dois rios até um mirador e dali caminhar uma hora até a catarata. Alguém sabe mais a respeito disso? Não queria contratar agência. Queria ir no esquema povão, esquema barato do mochileiro duro! Obrigado!
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