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Anaramos

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  1. Ola Caio, existe onibus todos os dias de Zagreb para Plitvice. Muitos deles sao como destino final Split, mas vc desembarca em frente ao parque. A viagem dura em torno de 1h30 a 2 horas. Dentro do parque ha um local onde vc pode deixar sua mala ou mochila. Acho que se vc sair cedo de Zagreb, chegando no meio da manha no parque, ate o final da tarde da pra vc ver bastante coisa. Vc pega o onibus na estrada em frente ao parque em direcao a Split. Na verdade eu fiz o caminho contrario, sai de split, saltei na estrada em Plitvice e depois peguei o onibus pra Zagreb. A rodoviaria de Split e em frente a marina onde vc pega o ferry pra Hvar. E bem facil e tranquilo. Com certeza tem ferry de hora em hora. Nao lembro exatamente o valor, mas a Croacia nao e exatamente um pais barato. Espero ter ajudado. Olá, Kiev Fiquei com uma dúvida. Vc precisou comprar uma passagem até os Lagos e outra até Zagreb ou é possível utilizar apenas uma Split-Zagreb, com desdobramento nos Lagos? Nos Lagos é possível comprar passagens para um destino 'seguinte'? Como é feito esse trânsito? Obrigada desde já.
  2. O Ceará é lindo. Fato. E qdo se tem pouco tempo para conhecer tantos lugares, organização faz diferença. Saí em voo noturno de São Paulo e cheguei de madrugada em Fortaleza. Embora o hotel não oferecesse traslado, não tive problema em tomar um taxi no aeroporto. Achei muito legal que já na sala de desembarque, há cartazes indicando o local de onde saem os taxis oficiais. Embora eu já soubesse – consultei no site do aeroporto -, achei importante essa preocupação das autoridades locais. Em 20 min estava no Hotel Pousada Três Caravelas, por R$ 40 em bandeira dois, onde passaria a noite. O hotel, que ainda não tem elevador e possui três andares, é bem agradável, limpo, novo, com ar, cofre, frigobar, wifi grátis, TV, Box de vidro, etc. O atendimento foi muito bom – a Mazé é uma simpatia – e em tudo o que precisei fui atendida prontamente. O café da manhã também é bom – leite, achocolatado, café, sucos, iogurtes, frutas, pães, bolachas, ovos, etc. - e fica a uma quadra da Beira Mar – de 20 a 30 min da feirinha - e a uma quadra e meia da rua Monsenhor Tabosa – que conta com diversas lojas e leva ao mercado, ao Centro Cultural Dragão do Mar e à catedral. Bem, às 8h15 chegou o micro ônibus da Ceará Rotas, que me levaria a Jericoacoara (R$ 60). Foram 15 min de atraso que, a princípio não fizeram diferença, mas até chegar lá, sim. Tentei fazer o trajeto pela praia, mas nenhuma agência que consultei reunia pessoas para dividirem o custo do veículo. Para fazer sozinha, ficaria caro. Mas correu tudo bem. O micro ônibus tinha até filme....rs. Fez uma parada para lanche e demorou mais do que o necessário. Seguimos até Jijoca, num ponto em que pegaríamos a Toyota para Jeri. A espera pelo carro também foi um pouco longa. Um dos guias da empresa explicava os passeios, mas preferi ver isso quando chegasse. A ida até Jeri não é sacrificada. Ainda que o veículo balance, passar entre as dunas já dá uma ideia de quanto lugar bonito a gente vai ver. A agência nos deixou diretamente na pousada, o que foi ótimo. *comentário: Todos sabem o quanto o Brasil é um país rico, rico e mal explorado. Não precisa muito para perceber que aquela região precisa muito mais do que o dinheiro distribuído pelo Bolsa Família. Precisa de Educação, formação, informação, atenção. É triste e impressionante ver a quantidade de lixo jogada na estrada junto às comunidades que vivem à beira da rodovia. Muito lixo, muito plástico.... Me recuso a acreditar que haja serviços de coleta de lixo. Mas também não acredito que aquelas pessoas tenham opção ou conheçam as consequências de jogar lixo daquela forma. Fiquei na Pousada Aqua. Embora não fosse a mais barata e não tivesse piscina (tinha cofre, wifi,ar condicionado, ventilador de teto, TV...), fui por recomendação, por garantia, uma vez que reservei antecipadamente e estava indo sozinha. O quarto (Seriguela) é agradável e limpo. Mas se puder evitá-lo, acho melhor, pois fica próximo à recepção e o barulho externo invade o quarto, não tem jeito. Tem inclusive um banheiro próximo e a gente acaba ouvindo quando é usado. Acredito que o Graviola também passe por problema semelhante. Fica na parte frontal da pousada, entre a rua e as mesas de café da manhã. Enfim, o pessoal é simpático, o café da manhã é bom. Não me arrependi de me hospedar lá, mas escolheria outro quarto. Na mesma tarde em que cheguei, já fui passear. Conheci a praia principal e a pedra furada. Fui pelo morro, uma caminhada longa, mas possível. Se preferir por ir de charrete, mas não sei o preço. O cansaço se deu pelo vento contra na ida, mas a volta foi mais tranquila. A pedra é uma formação muito bonita. O cenário é lindo, pois a beleza do mar não desaponta. Não posso dar detalhes sobre a gastronomia, pois como pouco e não ligo muito para este aspecto. O entanto, há escolha para todos os bolsos e gostos. Há um mercado na rua principal que vende água pela metade do preço do hotel, pode valer a pena. E Tb uma padaria 24 horas (fora a Sto Antonio que só abre de madrugada). De qq forma, na Casa de Pedra, há sorvetes muito bons (experimente Tamarindo e Cupuaçu, maravilhosos), e sanduiches bem servidos a preço justo. No dia seguinte, a pousada me ajudou a encontrar um passeio, isto porque eu não tinha com quem dividir o bugue. Fui parar numa jardineira da JeriEcoturismo. Fomos para as Lagoas Azul e Paraíso e nada desabonou (R$40). Apesar de não ter a emoção do bugue, tem a vantagem de ser coberto, o que pode ser muito útil sob aquele sol escaldante. A jardineira vai pela praia do Preá, passa pela Árvore da Preguiça e segue até a Lagoa Azul. Somos deixados num ponto onde temos de pegar uma balsa a vela para levar até o outro lado, onde há um bar e as conhecidas redes dentro dágua. A balsa custa R$ 2,5 (ida e volta) e uma água no bar, R$ 3,30 (um roubo). A água é morna e o lugar é bonito, mas eu esperava mais. Ficamos pouco para irmos para a outra lagoa. A Paraiso (que é somente uma outra parte da mesma lagoa) é bem mais bonita. Ficamos no restaurante do Paulo, que fica separado da muvuca e foi ótimo. Também tinha redinhas, mesas com ombrelones, bom atendimento. Valeu. Não espere a agilidade que encontramos e exigimos em São Paulo, não vai encontrar e só vai se estressar. No dia seguinte, segui com a mesma jardineira para Tatajuba (R$40). O caminho é muito bonito, entre mar e dunas. Passamos pelo mangue dos cavalos marinhos (R$10), que eu não quis ver, pelo mangue aterrado e pela velha tatajuba e a duna do Funil, onde há o esquibunda – é bem alto. O cenário é deslumbrante e contrasta com a lagoa Tatajuba que, diferente da Paraíso que é azul - , tem água acinzentada. É agradável, mas não tão bonita. Na volta, o por do sol na duna do por do sol é indispensável. Um espetáculo imperdível e que não cansa de ser visto todos os dias (ás 17h30). Voltei para Fortaleza no dia seguinte, de ônibus da Fretcar (R$ 58). A jardineira saiu pontualmente às 8h. Em Jijoca, tomamos o ônibus. Novo, com ar condicionado, agradável, sem paradas. Por volta das 13h30 estava na capital. Eles vendem antecipadamente por meio de agências. A do aeroporto me pediu R$ 65 pela passagem....não comprei. Observe que o ônibus faz várias paradas em Fortaleza. Procure saber qual é o melhor para seu caso. Como voltei ao 3 Caravelas, o ônibus me deixou a três quarteirões do hotel, na Monsenhor Tabosa. Mais perto que eu imaginava. Passei a tarde caminhando pela cidade. Fui ao mercado – dá para achar lembranças de todos os preços - , ao Centro Cultural Dragão do Mar e conheci toda a beira mar. Não difere mto de outras capitais nordestinas, a cor do mar, os belos edifícios, restaurantes e bares, mas é uma orla bonita, cheia de gente passeando, se exercitando. Vale a pena conhecer. E tem a feirinha, com tudo o que tem no mercado e preços semelhantes. Logo que cheguei ao hotel, já marquei meu passeio para o dia seguinte. A Mazé me ajudou e marcou tudo para mim. Fui pela OceanView e foi ótimo. Da pontualidade ao guia. Como não tinha mto tempo, fiz o 3 praias em um dia, até Canoa Quebrada (R$50). O melhor deste passeio é um trajeto em bugue, que não está incluso (R$ 40), vai pela praia, com paisagens lindas. Inclui Morro Branco, com uma passagem rápida pelas falésias e um guia que não esperava as pessoas e agia como se os turistas não tivessem o direito de admirar o lugar sem pressa. Enfim... Esse guia não era o que nos acompanhava no ônibus. Passamos pela praia das Fontes – as chamadas fontes são duas quedas d’água canalizadas, como reservatório de água e tudo, o que tirou totalmente o charme da coisa. Nem desci do bugue de tão sem graça que era aquilo. Houve quem tomasse banho, mas não me animei. Como a maré estava baixa, passamos Tb por uma gruta muito bonitinha. A região conta com formações bem interessantes. Canoa Quebrada me decepcionou, acho que fui com expectativas elevadas e quando cheguei, vi que aquela paisagem não me era estranha, ainda que nunca tivesse ido lá. Ficamos no Bar Antonio Coco, que tem comida boa e atendimento regular. Dividi um trio (peixe, camarão e lagosta) com uma outra pessoa e com bebida, gastamos R$ 40 cada uma. Não achei caro. Só o prato era R$ 66 (duas lagostas, duas postas de peixe e camarões). A maré subiu rapidamente e então já era hora de voltar. Não aproveitamos nada. A tal Broadway (rua principal), pelo menos à tarde, deixou a desejar. No final achei que poderia ter ido a Morro Branco e/ou Fontes somente, e aproveitado para passar no centro das rendeiras. As rendas e bordados que encontramos lá são lindos. No último dia que tinha no Ceará, eu queria parar numa praia e ficar, sem passeio, bugues, jardineiras, etc. As praias da capital são poluídas e os guias recomendam que não tomemos banho lá. E avisam da questão da segurança. Não vi nada, mas acho que cuidado nunca é pouco. Recomendam, ainda, que não se faça passeio de quadriciclo, pois são de particulares e não contam com estrutura em caso de acidentes. Fui para Lagoinha com a mesma agência (R$35). Muito bonita Tb. Ficamos numa barraca e esqueci da vida. A área de mesas na areia é grande e não ficou lotada em nenhum momento e o atendimento bom. Tudo ótimo. Bem, para ir para o aeroporto, mais R$ 40 de taxi. Em três horas, depois de meia hora de atraso, chegava em SP. Espero ter ajudado.
  3. Oi, RC Eu sempre prefiro garantir tudo com antecedência tb. Mas obrigada pela tua ajuda, vou entrar em contato com eles. Caso não nos falarmos mais...rsss....Boa viagem. Ana
  4. Demorei para te responder, né? Desculpe, não tive nenhuma notificação...enfim. Precisando de alguma dica, ajudo no que puder. E vá mesmo que é linnnndo.
  5. Muito bom o seu relato, bte informativo. Só uma dúvida. Foi fácil encontrar passagem de Jeri para Fortaleza? Acha que é preciso adquirir com antecedência? obg e boa sorte.
  6. Como este site ajudou muito em minha viagem, volto para colocar um relato sobre minha estada na Patagonia argentina. Como não tinha muito tempo, optei por dar uma 'pincelada' nos destinos que mais me interessavam - e confesso, foi pouco. Saí de SP no dia 25/12/11 à noite rumo a Buenos Aires. Acabei passando a noite no aeroporto, para pegar voo das 5h30 rumo a Ushuaia - o que eu sabia que não seria fácil, mas que foi mais pesado do que imaginei. Depois descobri que o primeiro andar do aeroporto era como um acampamento para vitimas de tragédias, cheio de gente dormindo no chão, até com lençois estendidos - enfim, cada um opta pelo que é melhor para si. Bem, cheguei em Ushuaia perto das 8h da manhã e já havia um transfer da pousada me esperando. Fiquei na Hosteria Valle Frio e fui super bem recebida. O Jeremias e sua equipe foram muito atenciosos. O hotel é bem simpático, limpo, quentinho, não tive o que reclamar. Ushuaia tem de tudo um pouco. Bancos (o que fui nao trabalhava com reais), casas de câmbio, mercados, cassinos e muitas lojas e restaurantes. Os preços nem sempre são vantajosos para nós, aliás, chequei a ver imãs de geladeira por R$24 !!!! ãã2::'> Infelizmente, o tempo estava nublado, mas não foi impedimento para conhecer a cidade. Passei logo na Pira Tour para acertar meu passeio a Estância Herberton, que leva os turistas para uma caminhada entre os pinguins, que ocorreria no dia seguinte (370 pesos pelo passeio + 45 pesos pelo ingresso). Saí do Brasil com alguns programas reservados, o que me deixou mais garantida. Estava frio, 10°C no termômetro, mas a sensação térmica era mais baixa, devido ao vento intenso. A cidade acompanha a inclinação da montanha, e embora simpática, o visual vulcânico ao redor é marcante. Marcante também é a imagem vista do avião. Mesmo nesta época, os picos das montanhas estão cobertos de neve, entre eles o Glaciar Martial, a cerca de 6km do centro da cidade, onde estive durante a tarde. Fui de taxi: 36pesos + 50pesos para subir e descer de teleférico. Achei meio caro, mas como não tinha muito tempo e não tinha muitas referências do caminho de subida, optei por ele. Se tiver tempo e disposição, suba a pé, o visual vale a pena. No entanto, não é possível subir a pé e descer de teleférico, por ex. O Glaciar tem várias trilhas. Fiz uma das mais tranquilas para quem está fora de forma...rs... Foi possível chegar ao gelo e se quisesse daria para fazer 'esquibunda', como outros brasileiros que estavam lá.... O visual é ao mesmo tempo bonito e melancólico. A aridez vulcânica convive com algumas manifestações de vida da natureza, como flores bem coloridas e o bosque que cerca o Martial. Na entrada/saída do Glaciar tem um café, onde é possível comer e beber algo. Os preços não são dos mais baixos, mas para um lugar turístico... Paguei por um chocolate quente 11 pesos. Na volta, taxi é meio difícil se vc não tiver combinado previamente com algum. Vale pegar o telefone de algum taxista para chamá-lo caso precise. Estava começando a chover e eu resolvi ir descendo a estrada ao invés de esperar indefinidamente por algum na porta do parque. No final, um deles parou para mim, mesmo com passageiro dentro. Parei na cidade para ‘almojantar’, mas não me lembro o nome do lugar. Vendia sanduíches e massas a preço interessante. Tinha até 7Up, alguém se lembra? Rsrs... Gastei 33 pesos. E wi fi gratis, algo que encontrei em vários locais e foi ótimo. Ainda mais porque, pude consultar meus e-mails e vi que a Aerolineas Argentinas tinha mudado o horário do meu voo. Mas há diversas opções na cidade. Ushuaia tb conta com um centro de informações para turista, com wifi e pontos de energia elétrica, mapas e indicações de programas. É lá que vc pode carimbar o passaporte com um selo de Ushuaia. Eu preferi carimbar um cartão postal. No dia seguinte...pinguineira. Antes das 7h, o café já foi servido para mim, o que achei bem atencioso por parte do pessoal, já que eu tinha que sair logo por conta do passeio. Fomos de microonibus, com guia bilingue (espanhol/inglês). O trajeto até a estância dura cerca de 2h e é muuito bonito. Paramos numa lagoa para ver as árvores 'tortas', que crescem para o lado em função da direção do vento. Aliás, ventava tanto, que foi difícil tirar fotos com foco. Na Estância, pega-se um barco para chegar à praia dos pinguins, mtttos deles, super dóceis (não é permitido tocá-los), tranquilos, cuidadores de seus ninhos e filhotes, mas se assustam com movimentos bruscos. É possível chegar bem perto deles, mas o percurso para a caminhada é predeterminada para a proteção dos ninhos. Para quem gosta destes animais, vale a pena. Findo o dia, rumo a El Calafate. Para isso, 1h30 de fila de check-in. Aerolinas Argentinas aculumou 4 voos quase no mesmo horário. Mais cerca de 30 min para passar pelo detector. Não esqueçam de pagar a taxa de embarque no aeroporto, que varia conforme o voo (nacional, internacional, se for estrangeiro ou argentino). A minha foi de 28 pesos. Em El Calafate, eu não tinha transfer. O que o hostel me ofereceu era mto caro (90 pesos, para um trajeto de 18 km). Arrisquei e acabei tendo sorte. O aeroporto tem um guichê de taxi (que cobrava 100 pesos) e um de vans, que cobrava 35 pesos e também deixava na porta do hotel. Para minha alegria, consegui um lugar - e um desconto para a volta. Chama-se Ves Pat Tour (tel 02902-494355; [email protected]). Fiquei no Hostel Los Pioneros e não tinha um argentino que se preocupasse em ser simpático no atendimento. Afffff..... Fiquei num quarto privativo e o pagamento é na chegada. Tem um restaurante com cardápio e horários meio restritos, tendo em vista que os passeios acabam tarde. Um ponto positivo era o wifi grátis. O atendimento no centro de informações da cidade tb deixou a desejar. El Calafate está num vale (da lua...rs), coberto por uma vegetação bastante rasteira e sem cor. Para nós que temos uma natureza exuberante em todo o lugar, é bem contrastante. O centro da cidade limita-se a uma avenida de uns três kms, onde ficam bancos, ag de câmbio, lojas, bares, mercado, cassino, igreja, enfim. É bonitinha, mas cara. Bom, dia seguinte....mini trekking no Perito Moreno, com passagem pelas passarelas, pela Yelo y Aventura. Não foi barato ( 540 pesos). Mas é uma experiência bem interessante. Ainda mais pra quem não tem contato com a neve. Ficamos uma hora nas passarelas....a visão é exuberante, maravilhoso, que lugar é aquele??!!!!!! Mas foi pouco tempo. Aquilo é para andar por horas, observar todos os ângulos, admirar e fotografar muito.. Pegamos um barco e seguimos para o trekking. Cansativo, mas vale a pena pelo ineditismo. As pessoas são divididas em grupos de mais ou menos 20 pessoas, todas com luvas e grampos nos pés. Procure um grupo que não tenha turminha querendo fazer graça ou 'aparecer', certamente eles irão atrapalhar suas fotos, achando que podem mais do que os outros (juro que não é papo de velho, mas é que tá cheio de 'fotochato' por aí...rs). Na volta, tempo para um lanche e depois passeio de barco próximo à geleira. Vá para o lado externo do barco, pois é outro espetáculo. A gente não cansa de olhar. Para quem sente falta de fruta durante o dia, pode passar no mercado de El Calafate. Os preços são compatíveis com os de SP e a variedade não é diferente. Dia seguinte: El Chaltén. Um ônibus me pegou no hostel. Quase ninguém a bordo e uma estrada sem fim. Sem carros, sem postos de gasolina, sem nada. Ao longe, via a cadeia de montanhas cobertas de neve, que se aproximavam a cada km. Algumas paradas para fotos e uma para um café. O lugar é simples e recebe outros ônibus e carros de turistas. Conheci aqui dois casais de brasileiros, que depois foram minhas companhias na trilha da Laguna Capri. A viagem é também bem bonita e a cidade - ou povoado - um ovo. Tem 1500 habitantes. O centro de turismo tenta ajudar a todos. A sede do parque nacional fica bem na entrada da cidade, mas se vc for seguir os caminhos do Fitz Roy, terá de atravessar a cidade. Fui a pé e com o vento contra, o trajeto parecia mais longo. Como estava fazendo bate e volta, optei pela Laguna Capri, seguindo o conselho de algumas pessoas que conversei. As trilhas são demarcadas, não tem como errar e tem muitas pessoas pelo caminho. O começo dela é pesado, só subida, mas não desista, isso muda logo. E não deixe de olhar para trás e admirar a paisagem que vai ficando. Por acaso, reencontrei os dois casais de brasileiro e acabou sendo bem legal. Chegamos ao mirante do Fitz Roy e como um presente de Deus, o tempo ficou aberto o tempo todo. Aquela montanha linda, imponente...valeu a pena. Queria até chegar mais perto, mas não era o caso. Dali, fomos para a lagoa e só relaxamento. A volta também foi tranquila. No dia seguinte, minha intenção era ir a Torres del Paine, mas com o incêndio no parque, o passeio foi cancelado. Aproveitei para dar uma volta pela cidade, já que não houve tempo para marcar um passeio substituto, fazer comprinhas, conhecer a baía Redonda e relaxar nos bancos do jardim. Em El Calafate a taxa de embarque tb é paga separadamente. No meu caso, 38 pesos. Infelizmente, não tenho dicas de restaurante. Como saía cedo e voltava tarde, minha alimentação não foi das melhores em termos gastronômicos. Sucos, frutas e água, que são mais a minha preferência. O câmbio estava melhor lá do que aqui. Mas fique atento aos horários de funcionamento das casas. Sempre leve lanche e água na mochila e não esqueça um gorro, que fará falta. O vento não dá trégua. Leve tb filtro solar. Ah. Aproveitei uma promoção da Assist Card e fiz o seguro viagem, com direito a 1000km Lan. Até hoje não recebi. A operadora lavou as mãos, jogou o problema para a Lan, que simplesmente ignora. Boa viagem !!!
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