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Carlacor

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Tudo que Carlacor postou

  1. Estou indo morar em Maputo, estou ansiosa. Ótimo relato!
  2. Oi Grassico, realmente não sei. Pois, como fui no esquema couchsurfing fiquei num bairro mais afastado. Quando andei pelo bairro Candelária vi vários hostels que as pessoas indicam por aqui.
  3. Obrigada, queria voltar para San Blas, vale a pena ficar uns 3 dias lá. Sua foto é no Salar do Uyuni? Muito bonita, espero que seja meu próximo destino
  4. Oi Sil, o couchsurfing foi muito mais simples que imaginei. Pedi um sofá explicando bem sobre minha viagem e logo apareceram hosts. Fiquei com um pouco de receio pois só apareceram homens, mas colombianos são legais, prestativos e respeitosos Acho que o mais importante passar credibilidade, ou seja, preencher o perfil corretamente. Como não tinha amigos que usavam o couchsurfing coloquei com referência minha página no facebook, para demostrar que eu existo mesmo rs e adicionei uma pessoa que conheci no Mochileiros e me deu muitas dicas. Qualquer coisa é só pedir um help. Se quiser me add lá .
  5. Oi Juzinha, em relação ao seu roteiro na região de Medellin tem Guatapé, lindíssimo pelas fotos. Você pode reservar um dia ou dois dias para visitar lá. O Léo Ramalho já postou informações sobre a cidadezinha.
  6. Eu particularmente estou achando bem caro. Pois, eu gastei uns 600 dólares no Panamá me deslocando ainda para San Blas e Bocas del Toro e fazendo compras.Eu fui sozinha também e não sei espanhol (apesar que eles falam tão rápido que até gente que sabe é difícil compreender). Mas o que mais tem que pensar é se você vai se deslocar tanto assim, pois só em shopping imagino que vá ficar horas, o Allbrook é grande mesmo. Táxi não é caro no Panamá, só vc não se incomodar de as vezes dividir táxi com alguém. Mas também questão do conforto de ter alguém sempre a disposição. Tudo depende também de quanto tem para gastar...
  7. OI Cristina, que bom que gostou! Eu também demorei para tomar coragem e escrever relatos. Em relação a cartão, nenhum hostel que fiquei aceitava, é um bom alerta. Oi Carol, obrigada! Espero mais aventuras suas para inspirar as minhas rs! Bjs.
  8. Oi Juzinha, infelizmente não tenho nenhuma indicação não, na minha lista de hospedagem em Bogotá no bairro da Candelária, ouvi muitas pessoas falando bem do Crancky Croc e também tem o Destino Nomada. Caso faça cadastro no Couchsurfing me adiciona lá na sua lista de amigos. É sempre bom ter alguma referência. Eu vi que você quer ir para San Andres, o Alex meu couch em Medellin, me deu uma dica: se você procurar passagem uns 3 ou 4 meses antes acha por uns 100.000, na companhia chamada Viva Colômbia: http://www.vivacolombia.co/. O que de fato é verdade, acabei de ver preços para maio. Espero que sua viagem dê certo
  9. Alex, amei seu relato . Na próxima viagem quero ir para a Bolívia e já estou pegando as dicas. Realmente, você é muito bom escritor :'>
  10. Depois de ter planejado minhas últimas viagens através do Mochileiros, resolvi contribuir com o site e retribuir de certa forma a generosidade que muitos tiveram comigo para realizar esta trip. Depois de ter ido para o frio argentino em julho, resolvi ir para lugares bem quentes: Colômbia e Panamá, gostaria de ter ido a Costa Rica, mas o tempo disponível não permitiu, além de lá não ser um país caro. Estava um pouco receosa de ir sozinha mas, o relato da Marina aqui no Mochileiros e o da Carol Moreno, no seu blog (http://www.mochilaotrips.com.br) me ajudaram e me encorajaram bastante e já adianto que foi uma viagem bem tranquila no quesito segurança. As duas agradeço imensamente e também ao MCM, que tem um relato muito bom sobre sua viagem pela Colômbia. Tempo de viagem: 17 dias, do dia 17/01 até 02/02 Passagens: Comprei aqui no Brasil pela Copa, não tenho o que reclamar do serviço deles, os seguintes trechos: São Paulo-Bogotá Bogotá-Medellin Medellin-Cartagena Cartagena- Panamá Panamá- São Paulo Total= 3.200 reais Roteiro: Bogotá – 3 dias Medellin- 2 dias Santa Marta- 2 dias Cartagena- 3 dias Cidade do Panamá- 2 dias San Blas- 1 dias Bocas del Toro- 2 dias Hospedagem: Bogotá - Couchsurfing Medellin- Couchsurfing Santa Marta- Couchsurfing Cartagena- El Viajero Hostel Cidade do Panamá- Hostel Villa Vento Surf Bocas del Toro- Gran Kahuna Hostel Dinheiro Infelizmente a Colômbia não está sendo muito bom negocio em relação ao câmbio, pois enquanto aqui o dólar está em alta na Colômbia está em baixa. Quando cheguei em Bogotá (17/01) 1 dólar=1.800 COP, mas três dias depois em Medellin a melhor cotação era 1 dólar = 1.780 COP, mas a cotação oficial já apontava 1 dólar = 1.770 até 1.760 COP, valor que algumas pessoas em Cartagena falaram que tinham achado, mas não fiz câmbio lá. No Panamá a moeda oficial é Balboa, mas a economia é dolarizada, sendo assim, balboa você encontra algumas moedas que recebe de troco, já as notas é tudo dólar e como já falaram por aqui as notas de 100 dólares são de difícil aceitação e trazem muita desconfiança, tanto que ao fazer saque por lá sempre vinha em notas de 20 e 5 dólares. COLOMBIA- 11 dias Bogotá- 3 dias Em Bogotá consegui hospedagem através do site http://www.couchsurfing.com, uma experiência muito legal que recomento a todos. Em Bogotá, meu couch foi o Carlos, que fala português me ensinou muito de cultura colombiana, adorei... Fiquei em um bairro chamado Mondelia, próximo ao aeroporto e um pouco afastado do centro, mas de fácil locomoção para o centro da cidade através do Transmilenio, que é o sistema oficial de transporte da cidade que inspirou o sistema de transporte da cidade de São Paulo, pois estes ônibus trafegam em faixas exclusivas através de corredores. Além dele, existe as chamadas "busetas" que são microônibus, muito antigos e caindo aos pedaços que param em qualquer lugar. Para andar de Transmilenio é necessário adquirir um cartão que vendem na entrada da plataforma por 1.750 COP. O que achei interessante é que a tarifa em horário de pico é 1.750 e em horários de baixo movimento é 1.400 COP. Na cidade me concentrei na região histórica, o bairro Candelária. Fui ao belo Museu do Ouroo (3.000COP), com um acervo impressionante, e depois segui andando para Candelária, com suas ruas estreitas, casa antigas e igrejas banhadas a ouro. Neste bairro fica o Museo Botero (entrada franca), meu favorito , com várias pinturas e esculturas do artista colombiano, além de conjugar no mesmo complexo de prédios outros museus de arte contemporânea e a Casa de la Moneda, que passei rapidamente. Segundo pela mesma rua encontramos o Centro Cultural Gabriel Garcia Marquez e ao final a Plaza Bolivar, onde estão o Palácio Presidencial e Catedral, com muitos mas muitos pombos mesmo. Reservei um dia para ir a Zipaquirá e conhecer a famosa Catedral do Sal, não tem erro para chegar lá. Se sair do centro basta pegar no ponto do Museo del Oro o Transmilenio (B74) até o Portal del Norte e do terminal procurar um ônibus até Zipaquirá (3.900), na placa do ônibus está escrito "Zipa" é só pedir para descer próximo a Catedral, até a Catedral são umas 2 horas. Para chegar na Catedral tem que fazer uma caminhada em que você passa pelo pequeno centro histórico da cidade e chega o lugar onde fica a Catedral, mas para chegar na Catedral mesmo é uma grande subida, que por isso, algumas pessoas pegam táxi. Chegando na bilheteria, há várias opções de passeios, desde o mais básico com uma visita guiada a Catedral até outros que incluem a Rota dos Mineiros, que tenta demonstrar a extração do sal pelos trabalhadores, e um museu. Eu escolhi o que incluía a Rota dos Mineiros, foi legal, mas não achei muita graça, na minha opinião conhecer somente a Catedral já é maravilhoso e suficiente e ao final tem filme 3D, que particularmente não gostei. Adorei conhecer Zipaquirá, mas por ser considerada primeira maravilha da Colômbia achei um pouco descuidado a parte externa. No último dia em Bogotá acordei mais tarde, aproveitei para ir no Cerro Monserrate, chegando lá você tem opção de subir e descer a pé, que já aviso é bem puxado, tanto que observei que os próprios moradores da cidade aproveitam a subida e/ou descida para fazer atividade física, ainda mais num dia de sábado, você também pode escolher subir funicular ou teleférico (7.700 ambos) e a descida pode ser a pé ou por teleférico (7.700). Lá de cima há uma bela vista da cidade. Observações: -Um lugar que indico é um restaurante chamado La Puerta Falsa, perto da Plaza Bolivar comida tipica da Colômbia uma graça e não é muito caro lá comi Ajiaco, uma espécie de sopa com mandioca, milho e creme de leite que vem acompanhado com abacate. -O porte de arma de fogo é permitido na Colômbia, então não estranhe se ver recados no sentido de "não traga armas de fogo", especialmente no ônibus, a principio fiquei assustada -Bogotá é muito policiada, a Colômbia em geral é, mas não como Bogotá, nunca vi! - E como aqui no Brasil é onipresente a figura do “DJ do ônibus”, com um gosto musical muito duvidoso, incluindo Michel Teló - Pelo que estamos acostumados aqui no Brasil em janeiro, Bogotá é frio sempre precisa de uma blusa meia estação e a noite esfria mesmo. Medellin- 2 dias Como muitos relatos que já li, a primeira impressão de Medellin não é nada boa. Ao chegar pensei que ia odiar a cidade, mas acabei me apaixonando Primeiro ponto, o aeroporto fica na cidade vizinha de Rio Negro e o táxi é bem caro até Medellin. Minha sorte que na chegada já contei com a hospitalidade dos "paisas", como são chamadas as pessoas desta região da Colômbia, meu couch César e sua filha Valentina, foram me buscar no aeroporto e fizemos um caminho diferente, mais longo e bonito, até Medellin com direito a um típico café da manhã colombiano: ovos mexidos, pão e arepa (uma espécie de pão sem fermento feito de farinha de milho) e conhecer um pouco da cidade de carro, pois estava chovendo. Depois de acomodada, mesmo com uma chuvinha fina resolvi conhecer a cidade, afinal eram só 2 dias. Fiquei próximao a estação Floresta do Metro, que foi ótimo ! Pois, como havia lido aqui no mochileiros, o segredo da locomoção em Medellin é o metrô. Medellin dia de domingo é uma cidade fervilhante, parques e restaurantes lotados, lojas abertas, tudo muito animado e cheio de vida. Além da cidade ser super arborizada, o contribui para o clima agradável. Comprei um bilhete de metrô provisório, que você compra na própria estação e coloca o quanto de crédito quiser. A primeira parada foi no centro estação Berrio na Plaza Botero, cheia das esculturas do artista e onde se localiza o Museu Antioquia (10.000), neste museu há mais Botero e obras de outros artistas como Monet, Degas, Chagall. Adorei o acervo. Do centro peguei o metrô e segui para a Estação Universidade, onde se localiza o Parque Explora (20.000), que foi o que mais gostei em Medeliin, voltei a ser criança no parque com seu aquário e museu interativo. Do lado está o Jardim Botânico, o Planetário quando cheguei estava fechando infelizmente... No dia seguinte fui conhecer o Metrocable, estava super curiosa pois, já havia conhecido o modelo do Rio de Janeiro e de fato é bem parecido. Desci na estação de metrô Acevedo que faz integração com o Metrocable, através dele você vai subindo pela comunas como eles chamam as favelas, e no ponto final faz conexão com o Parque Arvi, que uma segunda-feira do mês é fechado para manutenção, justamente a que eu fui . Segui para o centro, conheci a Plaza Cisneros (que é incrivelmente linda a noite, com seus postes de luz), a Plaza Mayor e depois fui no Parque pés descalços, que também estava fechado para manutenção . Segui para o metrô e desci na estação El Poblado, bairro de mesmo nome e segui para o Parque Lleras, uma área nobre da cidade onde concentra mais turistas além, de contar com vários restaurante de todos os tipo, escolhi um restaurante cubano para comer pela primeira vez o PF da Colômbia que eles chamam de prato Corriente. No dia seguinte meu voo para Cartagena era 6 horas da manhã, tive que sair as 4h, Sendo assim, não escapei do táxi caro, 48.000 COP. Chegando no aeroporto meu primeiro perrengue, eu errei a data do voo . Era no dia seguinte, mas o agente gentilmente adiantou o voo. O que era só o começo...o avião teve problemas, isso era 6 horas da manhã, tive que esperar até as 9, mas pelo menos consegui um voo direito para Cartagena o anterior tinha escala em Bogotá. Observações: - Os colombianos em geral são simpáticos, mas os paisas, pessoas nascidas nesta região da Colômbia, são demais donos de uma simpatia ímpar e uma disposição fora do comum para te ajudar. É uma cidade que recebe muitos mochileiros europeus. - O Metro em Medellin é bilíngue, espanhol e inglês, além de informar a estação, informa todos os pontos turísticos próximos. Além de tocar só musica boa enquanto espera o trem (minha opinião) como Bob Dylan, Rolling Stones, Julieta Venegas. - Há o que eles chamam de "cultura Metro", que são recados transmitidos dentro do vagão e na estação, como aqui no Brasil, o mais interessante é o conteúdo dos recados, por exemplo: "seja gentil com as mulheres", e o que achei mais engraçado "ceda o seu lugar: para as pessoas mais velhas ou para aqueles que aparentarem mais cansaço". - Medellin concorre a "cidade do ano", junto com Nova York e Tel Aviv. Minha torcida é por Medellin quem conhece a historia da cidade sabe que ela merece, pois na década de 90 era uma das cidades mais violentas do mundo vitima da violência gerada pelo tráfico de drogas o famigerado "Cartel de Medellin", apesar de não ter superado absolutamente seus problemas Medellin serve de exemplo de urbanização hoje em dia para o Rio de Janeiro. Santa Marta - 2 dias Enfim, cheguei ao Caribe Minha ideia inicial era passar 6 dias em Cartagena, mas depois pensei que era muito para uma cidade só e vendo relatos sobre Santa Marta resolvi conhecer a cidade, especialmente o Parque Tayrona. Assim, cheguei em Cartagena por voltas das 11 da manhã e fui procurar o transporte "puerta-a-puerta" ou "door to door", que são vans que que te pegam na porta de casa de te deixam exatamente onde você quer em Santa Marta. O aeroporto de Cartagena está em reforma um caos...sai e fui perguntando onde poderia encontrar este serviço que é bem próximo do aeroporto e dá para ir a pé enquanto esperava, havia um táxi de Santa Marta que estava procurando pessoas para retornar e logo depois chegou uma família. Fomos de táxi até Santa Marta (40.000 COP cada), a viagem foi tranquila de 4 horas e até paramos para almoçar numa vila de pescadores bem pobre, mas que serve peixe pescado na hora, uma delicia... Praticamente passei o dia viajando, cheguei em Santa Marta quase a noite e decidi o roteiro da cidade com meu couch, o Andres. Como no dia seguinte ia no Parque Tayrona (37.000 COP), saímos para comprar algumas coisas para passar o dia seguinte que como ele me avisou é tudo caro dentro do parque. No dia seguinte acordei bem cedo e peguei um ônibus (5.000 COP) que te deixa na frente do Parque, na entrada principal El Zaino. Cheguei no ParqueTayrona antes das 8:00, hora que abre. Fiquei esperando o parque abrir e conheci um pessoal de Medellin, simpáticos como sempre. Mas, como a fila de comprar ingresso para quem tem desconto é diferente e mais demorada, pois eles verificam detalhadamente e tiram xerox dos documentos, acabei me perdendo deles . Na fila, ouvi uma pessoa falando português e acabei conhecendo uma galera do Brasil que faziam um mochilão pela Colômbia e que foram meus companheiros de aventura no Tayrona. Como estava chovendo, pegamos uma van até a entrada da trilha (2.000), o bom que durante a trilha não choveu mais e também o sol não estava muito forte. Fizemos a bela trilha tradicional que não difícil, pelas praias de Canaveral, Arrecifes e Cabo de San Juan, gastamos umas 2 horas. Os meninos estavam em dúvida se iriam acampar no Tayrona ou seguir até Palomino, uma cidade próxima de Santa Marta, que dizem ter praias muito boas. Como não havia barracas disponíveis na hora que passamos pelo posto, eles decidiram seguir para Palomino, só que na volta fazer por um caminho diferente passando por Pueblito, onde se localiza algumas ruínas do povo Tayrona. Resolvi acompanhá-los, mas pense numa trilha super difícil , de Cabo de San Juan até lá são 7 km basicamente só subida por pedras e alguns obstáculos quase intransponíveis e escorregadios. Para completar quando estávamos tentando passar por uma pedra de uns 3 metros que estava super escorregadia e não estávamos conseguindo passar, eu me esfolei toda ãã2::'>. Tentamos um caminho alternativo pelo lado da grande pedra, quando encontramos um guia retornando com um grupo e falou que era arriscado porque tinha muitas cobras por ali, mas passamos mesmo assim afinal, era a única maneira de continuar a trilha. Chegamos mortos em Pueblito, eu mais ainda : , mas valeu a pena. Assim, chegamos na metade do caminho da saída. O resto do caminho foi mais tranquilo, mas com muita lama pelo caminho onde encontramos belas paisagens e algumas moradias de alguns remanescentes do povo indígena Kogi, descendentes dos Tayronas, que ficam um pouco tímidos com sua presença, mas são agradáveis e conversam quando pergunta algo. Depois de quase 3 horas de Pueblito, saímos do parque por Calabazo, 10km antes da entrada principal El Zaino. Depois de descansar um pouco e tomar a Coca cola mais gostosa da minha vida , os meninos seguiram para Palomino e eu retornei para Santa Marta. No dia seguinte pela manhã fui com Andres o centro histórico de Santa Marta e a tarde segui para Cartagena, naquele mesmo sistema puerta-a-puerta (42.000) oferecido pela empresa Mar y Sol, que tem este serviço em vários horários diferentes. Compensa, porque apesar do ônibus ser mais barato a rodoviária é afastada do centro histórico de Cartagena saindo o preço quase a mesma coisa. Observações: - Santa Marta é a primeira cidade da América do Sul, foi lá que Cristovão Colombo chegou no dia do “descobrimento”. - Para entrar no Parque Tayrona há desconto para estudantes, alias um ótimo desconto paga só 8.700 COP. Mas tem um porém, tem que ter menos de 26 anos. Eu tinha carteira de estudante e mais de 26, paguei os 37.000 COP mesmo. - Dá para entrar no Parque Tayrona por Calabazo de graça, mas a trilha é mais difícil e tem que sair por Calabazo também. - Como a trilha para Pueblito é em mata fechada eles não recomendam iniciar depois da 12:00 hs. Cartagena- 3 dias Cheguei em Cartagena a noite o motorista filha da mãe , não me deixou na porta mas próximo do hostel porque estava com pressa. Aliás, ele estava com tanta pressa de ir para casa que até pagou taxi para outro passageiro que ia para um lugar mais longe. Enfim, cheguei no hostel El Viajero (34.000 COP) que fica dentro da cidade murada. Gostei muito do hostel e da localização, não é um hostel de festa mas é animado com direito a aulas de salsa. Lá conheci uma brasileira, Janaína, e fomos caminhar pela Muralha a noite foi quando comecei a me apaixonar pela cidade. Nesta mesma época estava acontecendo um festival chamado Hay Cartagena de literatura, em que o homenageado era o escritor Mario Varga Llosa. Estava acontecendo vários shows e palestras na cidade. No dia seguinte, fui conhecer o encantador Centro Histórico da cidade com suas ruas estreitas e confusas e prédios coloridos. Apesar de tentar fugir do rótulo de turista mas em Cartagena no teve jeito, tive que andar com mapa na mão, pois a ruas mudam de nome a cada quarteirão . No mesmo dia ao fim de tarde aproveitei para ver o pôr do sol nas muralhas, lindo mesmo. No outro dia estava a fim de aproveitar a praia. Na noite anterior comprei o passeio para Isla Baru para conhecer a Playa Blanca (40.000 com almoço incluso) e ainda há uma taxa de 12.000 para imposto. Havia a opção de ir de lancha ou de catamarã. Como eu queira curtir a praia fui direto para Playa Blanca de lancha que também é mais rápida, este mesmo passeio dá direito a conhecer a Isla del Rosario, onde tem aquário e dá para fazer snorkeling mas, quase não sobra tempo para curtir a praia. Antes de chegar na praia eles param num dos fortes construídos para proteger a cidade dos invasores, enquanto o guia está explicando a historia aparece um meninos moradores locais, alguns turistas jogam moedas no mar e esses os garotos mergulham para pegar estas moedas, numa agilidade! Segundo o capitão do barco a profundidade do mar naquele lugar chega a 20 metros ! Quando eu vi aquele mar verdinho e calmo com areia branca quase morri de emoção de tão lindo . No barco conheci um argentino que me deu uma dica valiosa, ficar afastado da muvuca. Como era um sábado, a praia estava cheia de colombianos e é só de chegar o assédio é grande além, do espaço entre a praia e as barracas ser pequeno sobrando pouca areia. Andei por volta de meia hora pela praia até achar um lugar tranquilo para ficar, perdi o almoço do pacote, mas valeu a pena, uma tranquilidade. Tranquilidade que infelizmente vai acabar, pois os locais estão construindo barracas na praia inteira. No último dia deixei para conhecer o Castillo de San Felippe Barajas (17.000), um belo castelo que dá uma bela vista da cidade e ainda dentro do castelo há labirintos que você se perde dentro dele, muito show Saindo de Cartagena, segui para o Panamá, pertinho 50 minutos apenas de vôo. Mas minha saída da Colômbia não foi nada tranquila, a guarda cismou comigo. Fui levada para uma sala reservada, fizeram raio-X e várias perguntas, revistaram tudo tiraram tudo da mochila e quase perdi o vôo. Observações: - Diferente de Santa Marta que é uma cidade mochileira, Cartagena é bem turística com pessoas endinheiradas. Você encontra vários velhinhos norte-americanos passeando em grupo pela cidade. Outro tipo muito comum, são as pessoas que chegam em Cartagena por cruzeiro e ficam um dia na cidade . - Por este motivo, a cidade é mais cara em relação as outras da Colômbia em cada esquina aparece uma pessoa te oferecendo algo e algumas vezes passando do limite do bom senso de tanta insistência Alguns cobram inclusive para dar informação, todo cuidado é pouco! - Apesar de haver relatos que o retorno é entre 15h30 e 16h, no dia que fui o retorno da Playa Blanca foi entre 14h30 e 15h, devido a maré alta. - Em Playa Blanca é bom levar água, pois lá não tem água corrente. PANAMA - 6 dias Cheguei na Cidade do Panamá no começo da tarde, o aeroporto de Tocumen é afastado do centro. O táxi do aeroporto até o centro custa 28 dólares e se você está sozinho o sistema de táxi do aeroporto procura alguém para compartilhar com você, algo comum no país. Me hospedei no hostel Villa Vento Surf (15 dólares), apesar de ter ficado pouco tempo achei bem legal, ele fica num bairro chamado Marbella, centro financeiro da cidade. Na rua do hostel fica o escritório de vários bancos nacionais e internacionais e é fácil a locomoção para vários pontos da cidade. Depois de acomodada fui shopping Multicentro, do hostel uns 10 minutos a pé, para comer depois peguei um ônibus até terminal Allbrook, que fica do lado do famoso e enorme shopping Allbrook Mall. Fui tentar comprar a passagem para Almirante, mas estava com problemas para sacar dinheiro não consegui comprar a passagem e além de tudo havia deixado meu passaporte no hostel . Os ônibus são um capítulo a parte na cidade, há um sistema de transporte público que eles também chamam de Transmilenio, mas que não é tão organizado quando o de Bogotá, e um outro que são ônibus tipo aqueles escolares norte americano que vemos nos filmes, mas muito velhos com buracos e no chão e remendado e alguns tem umas luzes coloridas enfeitando a parte de fora o que acaba iluminando a parte de dentro, o bus fica parecendo uma boate (Eu só usei este tipo que custa 0,25 cents) e nele vivi altas emoções : eles buzinam e dirigem que nem uns loucos além de tersua própria trilha sonora, muito reggaeton e Michel Teló também San Blas No dia seguinte resolvi ir para San Blas, a recepcionista do hostel reservou para mim sem cobrar nada adicional. Acordei as 4h30 da manhã, pois a van para San Blas passa as 5, mas o carro que leva até lá atrasou. Alias, a única coisa que me incomodou no hostel é que quando você deixa a mochila para seguir para San Blas ela fica num canto da recepção um lugar aberto o que achei um pouco inseguro, mas quando voltei a mochila estava do mesmo jeito que deixei. O motorista apareceu umas 6 da manhã e foi super grosso , a empresa que me transportou até San Blas é de um tal de Manuel que também é um grosso e cobra 60 dólares ida+volta o trajeto até o barco dura umas 2 horas. Para entrar na reserva dos Kunas você paga 6 dólares e depois outros 2 dólares também para os Kunas de taxa de embarque . Fiquei na ilha Franklin, que como já foi contado por aqui é uma ilha é dividida, inclusive com tela de proteção de arame, pela metade com seu irmão Robinson. Chegando na ilha quem faz a divisão dos quartos é o próprio Franklin, dono da ilha . Ele é bem sério e às vezes até grosso, até que descobriu que eu era brasileira ele não podia me ver que gritava “BRASIL” até o pessoal que trabalha na ilha viraram uma simpatia de pessoa e conversei muito com eles . A diária na ilha custa 26 dólares e está incluso café da manhã, almoço e jantar, a comida achei até boa mas, é bom levar água, eles vendem mas é caro, e alguns petiscos para comer pois a janta lá é as 17h. O esquema é roots, a água para o banho é liberada a partir das 17h30 até 19h30 e a luz elétrica quando escurece umas 18h30 até umas 23hs. Chegando lá não há muito que fazer a não ser curtir a paz e tranqüilidade e se tiver mais tempo conhecer as outras ilhas. Como queria conhecer Bocas Del Toro, fiquei 1 dia só em San Blas. Valeu a pena, mas queria ter ficado mais . Na volta a Cidade do Panamá, demoramos muito para sair da reserva dos Kuna, pois ao passar pelo posto policial estavam revistando tudo e todos, inclusive as mochilas e os índios moradores da ilha, num controle ao tráfico de drogas. Se era para chegar 12h na Cidade do Panamá chegamos as 14 horas. Para minha surpresa quando foram revistar minhas coisas a primeira coisa que a guarda olhou foi a capa do passaporte ela me disse: Brasil? Eu respondi: Sim. Eu já pensei: Pronto, ferrou tudo. Ela respondeu: Que triste! Sinto muito com que aconteceu em Santa Maria e disse tudo nos mínimos detalhes que nem eu sabia, pois já estava viajando. Nem olhou meu passaporte direito e nem revistou minha mochila, fiquei chocada... Cidade do Panamá Chegando ao hostel me arrumei e segui para o Allbrook Terminal, para comprar minha passagem para Bocas del Toro e lá tive sorte muita sorte, pois entrei na fila a moça fechou o caixa (vai entender porque? era 16h30 ) e assim comprei minha passagem para Almirante para o dia seguinte. No dia seguinte, fui conhecer Casco Viejo, a parte histórica da Cidade do Panamá, que particularmente não acho que vale muito a pena já que é uma parte da cidade bastante degradada e com muitos prédios em reforma. O que compensou foi a bela caminhada que fiz pela Cinta Costeira da “nova” Panamá até Casco Viejo, de um lado só prédios altos suntuosos e do outro prédios históricos, tudo a beira mar. De Casco Viejo segui para o terminal de ônibus, como não achei um ponto que tinha ônibus direto, peguei um táxi com uma senhora foi bem barato uns 2 dólares e nem era tão perto. Minha ideia era ir de ônibus até o Canal do Panamá, pois do Terminal sai um ônibus que passa próximo ao Canal, mas como tinha que pegar o ônibus a noite para Almirante resolvi adiantar e peguei outro táxi até o Canal que custou 10 dólares (acho que se tiver em grupo sai mais barato). A entrada do Canal do Panamá tem dois preços, 5 dólares o básico que é ver o funcionamento ou 8 dólares um pacote completo que dá direito a ver um filme. Escolhi o primeiro e na hora que cheguei estava passando um navio e logo depois passou outro, muito interessante tem uma narração em inglês e espanhol sobre o que está acontecendo. Na volta passei pelo Allbrook para conhecer melhor e fazer umas comprinhas. Tomei cuidado pra sair do shopping com quase três horas de antecedência pois, meu ônibus para Almirante era as 20h30. Peguei o ônibus, mas imagine o que aconteceu? A cidade estava travada, como a Marginal Tietê em dia de chuva e véspera de feriado, até então não tinha chovido na cidade, a chover fiquei parada 1 hora no mesmo lugar . Pronto, achei que ia perder meu ônibus para Almirante até que em cena digna de filme vi um taxi e um homem que havia saído dele. Desci no meio da rua na chuva e comecei a bater na janela do táxi que nem uma louca , o taxista ia levar uma família até o outro lado da cidade e convenci ele me levar junto e depois seguir para Marbella (detalhe: ele nem sabia direito onde era o bairro) fez altas manobras e ainda me esperou na frente do hostel eu me trocar para me levar até a rodoviária, um anjo.... Novas manobras muito loucas novamente, mas consegui chegar a tempo. Bocas del Toro O ônibus até Almirante custou 28 dólares, e demorou exatamente 10 horas para chegar, apesar de me dizerem que era perto, estava chovendo torrencialmente, então resolvi pegar um táxi (2 dólares) até onde pega barcos até Bocas. O transporte até Bocas custa 4 dólares e demora 30 minutos até a Isla Colon, a principal de Bocal del Toro. Nunca havia tanta gente louca na minha vida em tão pouco tempo! No barco para Bocas conheci um agente que me ofereceu um passeio, eu aceitei pois não tinha tempo a perder afinal eram só 2 dias na cidade. Mas antes de fechar o passeio fui ao escritório da Bocas Marines Tours, que vende passagens para a Cidade do Panamá, o local tem uma gerente ou dona, sei lá, muito louca que fica gritando com todo mundo (mas que passou a me tratar bem e chamar de “mi corazón” quando descobriu que eu era do Brasil, pois ela adora Carnaval ), assim comprei a passagem de retorno por 33 dólares (incluído o barco até Almirante e o taxi da marina de almirante até a rodoviária). Fechei o passeio e fui para o hostel Gran Kahuna (15 dólares, quarto com 6 camas e banheiro privado) para deixar minhas coisas, indicação do hostel da Panamá. Este hostel que fica na Ilha Carenero logo em frente a ilha principal menos de 5 minutos, mas que não tem muita estrutura, por exemplo, se precisar de supermercado e farmácia tem que ir para Ilha Colon (o braço para chegar em Colon custa 1 dólar). Acho que para ficar poucos dias como eu, não é um problema. O hostel em si não foi meu lugar favorito, a vista de frente para o mar e o contato com a natureza é legal, mas o quarto é apertado e o sistema de reservas deles é bem limitado tudo no papel apesar de ter computador além do cheiro de maconha constante me incomodar. As 10h fui para um passeio que custou 25 dólares e incluía a Baia de Delfines, onde dá pra vimos os golfinhos, Cayos Corales, onde fizemos snorkeling para ver os corais e a praia Red Frog , linda :'> que fica na Ilha Bastimentos e tem que pagar 3 dólares para entrar, pois fica em área privada, inclusive há um hostel na ilha. No dia seguinte, como ia para cidade do Panamá a noite resolvi não fechar nenhum passeio. Fui pra Boca del Dragon e na Playa Estrellas. Para ir para estes lugares, na praça principal da Isla Colon tem um microônibus as 10:00, 12:00 e 14:00, do contrario pode juntar um grupo e ir com alguma van de turismo. Cheguei as 10 e o ônibus já estava lotado, um cara muito bêbado administrava quem entrava e quem saia do ônibus, me falou que dali 15 minutos saia outro eu tonta acreditei , não sabia que havia este esquema de lotação. O mais engraçado que ele arranjava banco, entenda-se caixote de cerveja rs, para sentar enquanto eu e algumas pessoas esperavam e ainda xingava pra caramba quem não queria levar a gente pouco se ferrando para lotação, detalhe: ele não ganha nem um centavo pelo "serviço" O preço, independente ser van ou ônibus, é mesmo 5 dólares ida e volta, compensa pois é bem afastado quase 1 hora até chegar Bocas del Dragon e chegando lá você pode fazer uma caminhada de uns 15 minutos até a Playa Estrellas ou pegar um barco 1,25 dólares por pessoa. As duas praias são lindas, especialmente a da Estrela onde dá para ver várias estrelas- do-mar e o mar é super calmo quase uma piscina, tanto que é uma das preferidas dos moradores de Bocas. Voltei para o hostel pegar minhas coisas e para Bocas Marine onde passei o último perrengue da viagem, a volta da gerente louca . Primeiro a fila estava super longa e não andava, eu e mais uma argentina, a Lucia, e um mexicano que tínhamos ônibus em Almirante ficamos esperando para embarcar. Ia barco, voltava barco e nunca era o nosso. Eu e Lucia estávamos esperando nosso barco e o mexicano ainda fila, começamos a reclamar e quanto mais a gente falava mais ela gritava que era para esperar que o problema era nosso enfim ...até que o mexicano a bater boca com ela e chamou o Panamá de país de terceiro mundo, para que? Ela quase pulou no pescoço dele Isso já era 18 h e ônibus para Cidade do Panamá era as 19h, até que em fim ela embarcou a gente mas, não sem antes ela ficar debochando da gente com outra funcionaria enquanto embarcávamos... Mas enfim, deu tudo certo pegamos o ônibus e chegamos na Cidade do Panamá de lá fui direito para o aeroporto e retornei ao Brasil. Observações: - Os panamenhos não são dos povos mais simpáticos, mas quando você fala Brasil parece que uma porta se abre eles são loucos por Carnaval, uma festa que tem lá mas, querem conhecer o daqui! - O espanhol do Panamá é bem diferente eles falam bem rápido é bem difícil a compreensão. - Atravessar a rua na cidade do Panamá é uma aventura a parte, quase não há semáforos ou faixa de pedestres ou qualquer outra sinalização, o melhor é você acompanhar os locais para conseguir atravessar. - Alguns aqui no site falaram que eles entregam um cartão de seguro saúde seguro assim que você chega no aeroporto. Não é mais assim, pelo menos quando cheguei não havia nada disso. - A estrada até San Blas apesar de asfaltada não é das melhores tem algumas partes bem acidentadas. - No barco para San Blas tomamos um verdadeiro banho, só a ida, a volta é mais tranquila, não é recomendado levar mochila grande, mas tem gente que leva. Na hora que entra no barco os kunas cobrem sua bagagem com plásticos, mas não é suficiente é bom levar sua bagagem envolta com algum plástico. - Para Almirante a passagem tem que ser comprada com antecedência, quando estava lá saiam três ônibus diários (20h, 20h30 e 21h) todos lotados. - Em Bocas Del Toro as melhores praias são longe e a maioria tem que pegar algum barco para chegar. - Chegando em Bocas del Toro você logo observa que é uma cidade bem pobre. Em todo lugar que eu sentava vinha crianças pedindo moeda ou comida - A Playa Estrellas não tem muita estrutura, não tem banheiro ou ducha e nem muitas opções para comer. Enfim, valeu a pena! Recomendo a todos esta viagem e espero ansiosamente pela próxima aventura!
  11. Olha, eu fiquei em hostel num bairro chamado Marbella que é o centro financeiro da cidade, gostei bastante e apesar do pouco tempo me pareceu um bairro bem seguro com vários hoteis naquela região e transporte é fácil (basicamente só andei de ônibus). Para conhecer na cidade tem isso mesmo que vc falou. Shopping só fui no Allbrook que é imenso e tem lojas de vários tipos das mais populares até marcas um pouco mais caras e o Multicentro que é mais elitizado. Mas ouvi falar que este Metromall tem mais lojas de grife mesmo, mais até que o Multicentro.
  12. Oi rockabilly. Dá tempo sim, vc não será o único que fará isto é bem comum isto lá no Panamá, tanto que quando vc chega na migração ele pergunta se está só de passagem e quando cheguei a maioria estava n esta situação. Aliás, os proprio taxi no aeroporto oferece este serviço de ir até o Canal. O Canal fica aberto das 9:00 as 16:00 horas. Já conhecer a cidade dá até tempo, mas não tem nada de muito interessante....
  13. Muito legal! Daqui 10 dias para para a Colômbia, com um roteiro muito próximo do seu com exceção de San Andres que troquei pelo Panamá. Estou anotando tudo
  14. Obrigada Fábio, é sempre bom ficar alerta com estas coisa. Likalessa, estarei no Panamá na última semana de janeiro entre dia 28/01 e 03/02 (acho que não estará mais por lá).
  15. Pessoal, chegarei em Cartagena dia 26/01 vocês acham que tem necessidade de reservar o hostel antes? Pelos posts vejo que é uma cidade bem turistica e ela e Santa Marta são as cidades que estão preocupada em reserva antes.
  16. Este tópico tem isso e muito mais: buenos-aires-perguntas-e-respostas-t5611-525.html Qualquer outra dúvida o pessoal responde lá, tem uma galera muito prestativa.
  17. Principe, preciso de mais uma sugestão. Este é meu roteiro: 1º dia: Circuito Chico e Cerro Otto 2º dia: Piedras Blancas e Cerro Catedral 3º dia: Villa La Angostura e Bosque de Arrayanes 4º dia: San Martin de los Andes por Siete Lagos 5º dia: Puerto Blest y Cascada lós Cantaros Vc acha que daria para trocar o Tronador pelo 1 ou 2 dia. Estaria perdendo muita coisa? No caso vou chegar em Bariloche umas 15:20 no dia 08/07. A volta seria dia 15h30 dia 14/07.
  18. Deixa fazer uma correção. Consegui comparar pela Via Bariloche pela internet, inclusive com mais um mês antecedência. O ônibus da volta, por exemplo, já está lotado. Achei que vale a pena, pois o tempo de viagem é menor.
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