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Koslinsky

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  1. Olá pessoal, Vocês fizeram a trilha para a Laguna Glacial?
  2. Obrigada edfine! Pena que não consegui terminar a tempo, mas, mesmo assim, que bom pela sua viagem. Agora falta um relato seu
  3. Olá Lrbgaucho, obrigada pelo comentário! Em Bajo Caracoles tem um posto de combustível. Porém, existe limite para abastecimento. Pelo que li, geralmente tem combustível lá. Mas, é um risco. Espero que vocês façam uma boa viagem!
  4. Koslinsky

    Caral

    Caral apareceu no Globo Reporter da semana passada: "Andes são o berço da batata cultivada pelo homem pré-histórico Arqueólogos descobriram quatro múmias nas cavernas. E, junto com elas, restos de um vegetal, provavelmente, batata, de dez mil anos." http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2016/01/andes-sao-o-berco-da-batata-cultivada-pelo-homem-pre-historico.html
  5. Oi Roberta! Não encontramos informações muito completas sobre este assunto. Muitos viajam sem seguro para o Chile e não têm problemas. Como não tínhamos certeza do que fazer, fizemos o seguro contra terceiros abrangendo o Chile, além do Uruguai e Argentina. Mas, em nenhum momento nos foi pedido documentação assim. Sobre a gasolina, eu não sei te responder Já li relatos que falam dos prejuízos, mas não constatamos nenhum no nosso carro (uma Zafira). O que é garantido é que o combustível vai render bem mais.
  6. Michael sjc, obrigada! Levamos tudo em espécie. Um pouco já trocado para as moedas locais. Fizemos isto por causa das taxas que encareceriam a viagem. Mas, acho bastante arriscado e hoje eu não faria dessa forma.
  7. Olá arnaldo danciuc, Para o Chile não é necessário ter Carta Verde. Nós incluímos o país na nossa na nossa Carta apenas por segurança, pois passaríamos alguns dias pelo Chile. :'>
  8. Olá hlirajunior, Muito obrigada! Acredito que tenha feito uns 11 por litro. Na cidade normalmente ele fazia 7 ou 8 km na gasolina. A próxima vai ser um pouco maior. Até a Colômbia ou Venezuela. Depois fazer o Atacama e se der certo, Patagônia de novo
  9. [t1]Para terminar![/t1] • No fim da viagem, levamos um dia a mais do que o planejado: 33 dias no total. Já tínhamos pensado que poderíamos precisar de mais tempo, por isso, tínhamos disponíveis dois dias para alguma eventualidade. É importante ter uma folga e não usar todos os dias no roteiro. • O gasto diário foi de R$ 342,87. Como o deslocamento foi grande, o gasto com combustível influenciou bastante. Em várias viagens de longa duração vi há algum tempo que a média de gasto era de 80 a 150 dólares por dia (hoje a palavra dólar já não é muito bem vinda ). Normalmente, quanto mais tempo se passa em um lugar menos se gasta na média diária. Numa viagem como essa o valor costuma ser maior porque os dias são mais intensos. Muito combustível, muitos passeios... • O câmbio não oficial pode baratear a viagem, como foi o nosso caso. Além disso não usar utilizar cartões de crédito ou pré-pagos (VTM), ajuda a não ter que pagar o IOF. Mas, sempre é preciso cuidado e atenção. É importante ter noção do risco corrido. • Foram 385 quilômetros em média por dia. E a maior quilometragem feita num dia foi de 1.189. Estes valores são altos. A sugestão é que uma viagem assim seja feita com mais calma, menos deslocamento, para que o cansaço seja menor e os lugares mais bem aproveitados. Em viagens mais longas já vi recomendações de se fazer uma média de apenas 100km por dia. Mas, se não tiver outra forma de ser, tá valendo também. • Nosso carro, uma Zafira 2008 automática, não era 4x4 (e não muito econômico), mas foi suficiente para fazer o percurso. Em algumas estradas, como partes em obra da Ruta 40 ou a Carretera Austral, carros mais baixos podem sofrer para passar, mas a Zafira foi muito bem. Além disso, o piloto automático foi útil nas inúmeras retas da Ruta 3. Já vi que carros baixos fazem todo esse percurso, mas é importante ter ciência que o carro vai voltar com vários barulhos novos. • Uma das maiores preocupações foi em relação ao combustível. A quantidade de postos nas rodovias é bem menor do que estamos acostumados. Por isso, é importante levar um galão para combustível extra e tomar como premissa que metade do tanque do carro é reserva. Sempre que tiver oportunidade, encha o tanque. • O combustível no Uruguai, Argentina e Chile é diferente do brasileiro. Ele é mais forte, com poder de octanagem muito maior (rico em chumbo). Não é próprio para carros brasileiros. Por isso, é importante estar ciente disso também. • Todos os lugares em que passamos, nos sentimos muito seguros. Isto é comum em relatos de outras pessoas que visitam a região. É claro que, mesmo com o sentimento de segurança, é imprescindível ficar atento. • Dormir em hotel ou camping é uma decisão particular ($ ). Na Argentina, principalmente, os campings são muito bons e os campistas conscientes e educados. Vale a pena experimentar. • Os documentos necessários são: RG com menos de 10 anos, CNH e documentos do carro (no nome do condutor). O único documento diferente do que estamos acostumados é o seguro Carta Verde para Argentina e Uruguai. Este seguro é facilmente contratado em seguradoras e é proporcional ao período da viagem. Se tiver passaporte (que não é obrigatório) o processo aduaneiro é mais fácil. Vale a pena. Falam da necessidade de possuir o PID – Permissão Internacional para Dirigir no Chile. Mas, para nós não foi requisitado. • Também é necessário possuir, além da documentação, triângulo extra e cambão. Não nos foi requisitado também. Mas, por garantia é melhor ter. • Algumas regras podem ser diferentes fora do Brasil. Um exemplo, é a obrigação de dirigir sempre com farol baixo ligado. É necessário pesquisar as diferenças e se atentar a elas. • Não falamos espanhol, mas não foi difícil nos comunicar. Em cidades mais turísticas como Ushuaia, El Calafate, Bariloche... muitos falam portunhol. Em outras, era só ir com calma, um pouquinho de mímica e usando sinônimos que entendíamos bem. Além disso, existe um breve Guia de conversação espanhol no Wikitravel que pode ajudar. • Não utilizamos nenhum guia de viagem (livro ou agência). Todas as informações são encontradas facilmente aqui no Mochileiros.com e em blogs de viagem. • Pode parecer muito trabalho (e é!) planejar uma viagem um pouco maior do que pequenas férias e feriados. Mas, basta pensar com antecedência e ter paciência para ler bastante, que o planejamento é feito. A etapa do planejamento é muita gostosa e também é uma forma de viajar. Um passo após o outro . Boas aventuras!
  10. [t1]Dia 33 – 05/03/2014 – De Rivera no Uruguai a Joinville no Brasil[/t1] • Quilometragem do dia: 1.100 • Quilometragem acumulada da viagem: 12.715 • Gasto aproximado do dia: R$ 295,10 Neste último dia de viagem, ainda tínhamos 1.100 km até em casa. Por isso, saímos cedo mais uma vez. Às 4h40 já estávamos na estrada. Em Rosário do Sul – RS, abastecemos (R$ 3,05 o litro) e tomamos um café. Depois disso alguns pedágios e uma nova abastecida (R$ 2,89 o litro). Por ser uma quilometragem grande, já conhecermos boa parte da paisagem e estarmos chegando próximos de casa, foi um dia bastante comprido e difícil. Os últimos quilômetros foram os piores, além da chuva forte e trânsito intenso comum na região de Itajaí. Chegamos em Joinville às 17 horas com 12.715 km, muitas fotos e já com planos para uma próxima viagem! [t3]Mais informações[/t3] Gastos do dia
  11. [t1]Dia 32 – 04/03/2014 – De Rosário na Argentina a Santana do Livramento no Brasil, divisa com Rivera no Uruguai[/t1] • Quilometragem do dia: 686 • Quilometragem acumulada da viagem: 11.615 • Gasto aproximado do dia: R$ 681,27 Saímos cedo mais uma vez, queríamos estar em Rivera, cidade fronteiriça de Brasil e Uruguai, para que tivéssemos tempo para fazer algumas compras. Logo na saída de Rosário vimos a paisagem mais bonita do dia: o nascer do sol sobre o rio Paraná e a região alagada cortada pela Ruta 174 Rosário - Victoria. Próximo das 10h30 estávamos na Ponte General José G Artigas. Antes de atravessarmos da Argentina (cidade de Colon) para o Uruguai (cidade de Paysandú), passamos por um pedágio de 70 pesos argentinos (~ 17,50 reais). O maior pedágio da viagem. O processo aduaneiro foi rápido e simples. Já no Uruguai, trocamos os últimos pesos argentinos por pesos uruguaios. Mesmo que não ficássemos no país, precisávamos de moeda local para os próximos pedágios. Foram dois: um saindo de Paysandú de 55 pesos uruguaios, e outro na RN5 de 45 pesos. O caminho que fizemos de Paysandú a Rivera passou pelo interior do Uruguai. As estradas são estreitas, com um pavimento não muito bom, mas com paisagens bastante bonitas. Muito campo, propriedades rurais e bois. Chegamos em Rivera às 14h30. A fronteira de Rivera com Santana do Livramento é seca, delimitada apenas por uma rua. Nesta rua, e outras próximas do lado uruguaio, existem diversas lojas de produtos eletrônicos, bebidas, perfumes e cosméticos. Mas antes de irmos às compras, ou menos almoçar, fomos legalizar nossa entrada no Brasil. A Aduana fica algumas quadras antes da fronteira, do lago uruguaio. O processo também foi rápido e simples. As lojas e as ruas estavam lotadas de pessoas fazendo compras e vendedores fazendo ofertas. Mas, numa intensidade menor do que a fronteira Ciudad Del Este, Paraguai com Foz do Iguaçu. Apesar de tudo lotado, os preços compensavam. Amanhã, volta pra casa e fim da viagem. Felicidade e tristeza. [t3]Mais informações[/t3] Atrações e pontos interessantes • Ruta 174 Rosário – Victoria: que corta a região alagada do Rio Paraná. As paisagens são muito bonitas. Muitos pássaros e campos. Hospedagem Hotel Estrela Palace – Bom :'> :: Endereço: Rua Vasco Alves - Centro, Santana do Livramento - RS Página: http://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g775225-d2626113-Reviews-Hotel_Estrela_Palace-Santana_do_Livramento_State_of_Rio_Grande_do_Sul.html Preço: 95 reais para diária de casal + 15 reais de estacionamento, uma quadra do hotel. Gastos do dia
  12. [t1]Dia 31 – 03/03/2014 – De Neuquén a Rosário[/t1] • Quilometragem do dia: 1.189 • Quilometragem acumulada da viagem: 10.929 • Gasto aproximado do dia: R$ 411,25 Saímos antes das 7 da manhã e iniciamos o dia de estrada. Abastecemos em General Acha, em Santa Rosa e em General Villegas. Todos os postos com o preço de $10,79 o litro. Pegamos também 2 pedágios de 5 pesos cada, um em Venado Tuerto e outro em Casilda. Chegamos às 20h15 em Rosário. O dia foi todo na estrada, quase 1.200 quilômetros. [t3]Mais informações[/t3] Hospedagem Hotel Cristal – Muito Bom :'> :: Endereço: San Juan 4065 Preço: 480 pesos a diária. Um hotel muito bom. Gastos do dia
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