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gabrielverinaud

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  1. E aí, cara! Então, eu iria para Cracóvia sim. A cidade é bem bonita e tem bastante coisa pra ver. Dá pra passar um dia inteiro e ver a maior parte e ir no segundo dia para Auschwitz. Acho que não tem como passar por Auschwitz sem ir na Cracóvia vindo da Alemanha. O que rola é, no máximo, chegar na Cracóvia e já ir direto pro campo de concentração, mas não acho que valha a pena... Deve ter algum trem que faz a linha Berlim-Cracóvia! Abraços!
  2. Fala, galera! Entre os dias 10/08 e 02/09 eu e mais dois amigos vivenciamos uma aventura irada pelo leste e norte europeu. Como estamos desde 04/08/14 em intercâmbio na espanha, onde moraremos até agosto do ano que vem, aproveitamos o fim das férias espanholas para dar uma volta por uma região pouco visitada por brasileiros. A ideia da viagem surgiu ainda no Brasil, mas com o foco na Rússia. Nisso, comecei com os meus devaneios e fui montando um roteiro bem aberto, mas que não incluía a Suécia e a Ucrânia. Mas calmaí, por que ir nesse bando de país que ninguém vai? Olha, um dos amigos que foram comigo, o João, já conhecia bastantes países europeus. Eu e a Thaís não conhecíamos nada, mas nós dois curtimos lugares exóticos e que se tem pouca informação (no caso, Ucrânia, Lituânia, Letônia e Estônia). Não é fácil, por exemplo, achar um roteiro aqui no mochileiros com esses países. Então, por que não?! =) Roteiro 10/08 21:30 - Barcelona -> Cracóvia 11/08 - Cracóvia 12/08 - Cracóvia - Òswieçim - Cracóvia 13/08 - Cracóvia; de noite trem noturno para Lviv, Ucrânia 14/08 - Lviv; de noite ônibus noturno para Varsóvia, Polônia 15/08 - Chegada em Varsóvia e baldeação para Vilnius, Lituânia; chegada às 16h 16/08 - Vilnius - Trakai - Vilnius 17/08 - Vilnius; ônibus para Riga, Letônia, às 14h 18/08 - Riga 19/08 - Riga; ônibus para Tallinn, Estônia, às 17h 20/08 - Tallinn 21/08 - Tallinn; cruzeiro para Estocolmo, Suécia, às 18h 22/08 - Estocolmo 23/08 - Estocolmo; cruzeiro para Helsinki, Finlândia, às 17h 24/08 - Helsinki 25/08 - Helsinki; ônibus para São Petersburgo, Rússia, às 21:30 26/08 - São Petersburgo 27/08 - São Petersburgo 28/08 - São Petersburgo 29/08 - São Petersburgo; trem noturno para Moscou 30/08 - Moscou 31/08 - Moscou 01/09 - Moscou 02/09 - voo para Barcelona às 06:30 Gastos Separamos 50 euros cada um para cada dia da viagem, que deveriam ser (e foram) minuciosamente respeitados. Houve países como a Polônia, a Ucrânia (principalmente) e a Lituânia em que essa quantia dava tranquilamente, mas em outros, como a Suécia, passamos perrengue! Quanto às passagens, compramos a ida de Barcelona para Cracóvia e a volta de Moscou para Barcelona pela Vueling, a low cost espanhola. Pagamos 267 euros, que poderia ter sido mais barato caso não quiséssemos, cada um, despachar um mochilão. O restante dos traslados foram comprados todos no dia que deveríamos nos locomover. Nesses países não tem vantagem comprar antes, o preço é o mesmo, mesmo para trens. Reservas Saímos de Barcelona somente com o 2 noites reservadas no nosso primeiro destino, a Cracóvia. Queríamos deixar o roteiro bastante aberto, para caso mudássemos de ideia (como ocorreu). Dia 01 - 11/08 Bom, chegamos no pequeno aeroporto de Cracóvia de madrugada e passamos a noite por lá mesmo, já que economizaríamos uma noite em albergue e porque, bem, não tinha transporte para a cidade! Quando amanheceu, pegamos o bus 292 em frente ao aero e fomos até o ponto final, que é na estação ferroviária Glowny, a principal da cidade. De lá, o tram 50 nos levou até a rua Jozefa Dietla, bem entre o Kazimierz (bairro judeu) e a old town, e fizemos o check in no hostel Atlantis. Super recomento, hein! O hostel fica num prédio soviético bastante decadente no exterior, mas os quartos e banheiros são bem ajeitados. O staff de lá foi muito receptivo co ma gente e dois, inclusive, falavam português, mesmo sendo poloneses! No dia 11, fomos pra main square, belíssima, e aproveitamos o free walking tour que tinha acabado de começar. Depois de já termos ouvido bastante no tour, procuramos um lugar pra comer e então tivemos nossa primeira refeição típica de várias que tivemos na viagem. Essa primeira foi pork chops (tipo um bife de porco à milanesa) e repolho refogado. E, claro, cerveja. De tarde fomos ao outro lado da cidade, ao castelo Wawel. É gratuito pra entrar e há uma igreja bem interessante e merece a visita. Esse dia foi um dos poucos que pegamos calor por toda a viagem, de forma que o "chafariz" pra galera se refrescar no jardim do castelo nos aliviou muito! hahah Continuamos nosso trajeto e passamos por uma praça com uma fonte onde as crianças se refrescavam. Foi bem bacana de ver e fotografar. Depois, seguimos para o hostel pra dar uma cochilada, tomar um banho e sair de noite. Lá pras 23h, fomos ao bar Alchemia, no Kazimierz, e nós 3 concordamos que foi o melhor bar que já estivemos! A decoração interna é toda decadente, com velas derretidas, móveis antigos, teias e lamparinas fracas que pouco iluminam o ambiente. Tomamos umas Tyskies (cerveja polonesa) e, do lado de fora, conhecemos 3 poloneses e fizemos amizade. Infelizmente não tiramos fotos com eles, mas fica o abraço pro Tomasz, pro Radoslaw e pro Krzysztof! Dia 02 - 12/08 Fomos ao tão famoso, por razões erradas, campo de concentração de Auschwitz. Aviso a vocês que todos os hostels na Cracóvia fazem esse passeio, mas se você for por conta sai muito mais barato. Sendo assim, fomos à estação de trem e compramos passagens para Óswieçim (Auschwitz é a escrita dessa mesma cidade em alemão). A ida e volta do trem custa 19 zlótys, ou 4,5 euros, a viagem leva uns 75 minutos e da estação de trem de Óswieçim chega-se a pé ao campo. Sugiro que essa daytrip comece cedo, já que as filas para entrar no campo são grandes. Ficamos mais ou menos uma hora esperando e não foi ruim, pois do lado de fora há placas que contam histórias das famílias que sobreviveram ao holocausto e te prendem a atenção o suficiente pro tempo passar rápido. Entrando no campo/museu até às 15h é obrigatória a contratação de um guia (8 euros), que nós julgamos muito necessária pra saber de tudo com detalhes. Após às 15h, pode-se entrar livremente, sem pagar nada, mas não recomendamos. Esse passeio começa em Auschwitz I, nos blocos de tijolos, e depois há um transfer gratuito que leva até Aushwitz II - Birkenau, que é aquele campo aberto com o barracões horrorosos que a gente está acostumado a ver nos filmes. Em Auschwitz I, como vocês imaginam, é pior do que a gente vê nos filmes. O lugar pra sempre vai inspirar sofrimento e desespero. As salas com objetos deixados pelas vítimas como malas, óculos, sapatos e brinquedos sã ode arrepiar. Pior mesmo é a sala com cabelos de mulheres, que tinham suas cabeças raspadas para que seus cabelos servissem de enchimento de colchões e para a confecção de juta. Seguimos pelos blocos, passamos por um onde se encontravam as celas escuras e as de inanição (algumas delas realmente tem marcas de unha do lado de dentro da porta, como eu tinha ouvido falar antes de ir), e também pelo muro de fuzilamento. Achou pesado? No fim do tour em Auschwitz I você ainda entra numa câmara de gás. Nem dá pra ficar muito tempo, a atmosfera é extremamente pesada! Voltamos para a entrada do museu com a guia e fomos para Auschwitz II com o shuttle bus do museu. Acho que o II, de certa forma, é mais chocante do que o I. O primeiro é mais um museu, com salas que mostram os dados de quantos morreram e de onde vinham, mas o II é o campo mais sofrido, com barracões extremamente frios e insalubres, e também onde a maioria dos presos foram mortos. Essas ferrovias, hoje felizmente desativadas, eram a parada final dos trens que chegavam com centenas de pessoas de diversas partes da europa. Algumas padeciam durante a viagem, que podia levar até duas semanas! Logo após saírem dos vagões, os oficiais da SS faziam a seleção. Jovens de menos de 14 anos, idosos e deficientes eram mortos no mesmo dia e o restante ia trabalhar no campo. No fim da linha do trem há as principais câmaras de gás, aquelas que foram explodidas pelos alemães no término da guerra. As ruínas ainda estão lá. Eu sinceramente prefiro deixar só a foto acima pra ilustrar Auschwitz II, por duas razões: 1) as fotos não vão mostrar nem 10% do que é esse lugar e; 2) não quero que vocês vejam as fotos e se deem pro satisfeitos. É preciso, sim, ir e conhecer esses lugares e saber do que o ser humano é capaz. Essa daytrip leva praticamente o dia todo, pois só o passeio nos campos consome em torno de 6 horas, fora as pouco mais de duas horas de ida e volta (juntas) de e para Cracóvia, então reservem um dia inteiro. Dia 03 - 13/08 Nos restava pouco a explorar na Cracóvia, então fomos na famosa fábrica do filme "A Lista de Schindler" (sim, fica na Cracóvia ), que fica do outro lado do rio. Por dentro a fábrica virou um museu, e não achamos muito interessante entrar pois parece que está bem mudada desde a época do filme. Voltamos pro lado da old town, almoçamos e fizemos hora no hostel até o nosso trem noturno para Lviv, Ucrânia. Inicialmente, sairíamos da Cracóvia e iríamos para Varsóvia, sem passar pela Ucrânia. No entanto, vimos que Varsóvia isso tudo e ficamos na dúvida se íamos para Gdansk, litoral polônes, ou Lviv, grande cidade ucraniana próxima da fronteira com a Polônia. Por causa da chuva e do frio que começaram repentinamente, achamos melhor ir para a Ucrânia do que para uma cidade com mar sem poder aproveitar. Além disso, era um carimbo a mais no passaporte. Decididos, compramos a passagem do único trem diário que conecta as duas cidades por 42 euros em cabine com triliche. Não sei se havia como ir em uma cabine mai simples ou em poltronas, porque a vendedora do guichê, apesar de super solícita, pouco falava inglês! hahaha Bom, entramos no trem e tivemos umas garrafas de água e uns croissants gratuitos. Achamos um super luxo, pois eu e a Thaís nunca havíamos viajado de trem e o João já, mas nunca em cabine. Beleza, "jantamos" e caímos no sono. Na nossa cabine, além de termos girado o trinco na porta, havíamos colocado aquele "pega-ladrão" pra garantir, pois ouvimos que há muitos roubos nos trens noturnos desse canto da europa. Acontece que quando o trem parou na imigração polonesa, dois guardas gigantes abriram o trinco com a chave deles (eles sempre tem uma chave mestra) e abriram a porta com tanta força que arrombaram o pega-ladrão! Acordamos num pulo e entregamos os nossos passaportes. O da Thaís foi rapidinho, um dos guardas olhou e carimbou. Já o do João, não sei por que motivo, ele ficou olhando um tempaço, daí carimbou e devolveu. Enquanto isso, o outro guarda carimbou o meu. O trem voltou a se mover e logo depois parou na imigração ucraniana. Eis que chega uma guarda loira, pega nossos passaportes azuis, sai futucando tudo e fala "ohhh, no visa??"! Acho incrível como eles nunca sabem quais países precisam e quais não precisam de visto! A louca não falava nada em inglês e simplesmente sumiu com os nossos passaportes por uns 10 minutos. Da nossa cabine, escutamos ela e outros guardas falando "braziliens" e rindo, mas não sabemos do que exatamente. Minutos depois aparece um outro guarda, que parecia ser o comandante, e pergunta onde estavam as nossas malas (era só ver que estavam do lado da triliche, a cabine era pequena). Apontamos e ele desapareceu. Chega um terceiro guarda, que sabia um pouco - bem pouco - de inglês, e pergunta o que faríamos e quanto tempo ficaríamos na Ucrânia. Respondemos tudo e pronto, a loira voltou com os passaportes, perguntou pela "menina brasileira" e entregou os 3 para a Thaís. O trem voltou a se mover e nós continuamos em silêncio até a tensão passar. Foi foda, mas enfim estávamos na Ucrânia! Dia 04 - 14/08 A dificuldade de comunicação começou assim que botamos o pé fora do trem. Na estação de Lviv, fomos ao guichê de informação internacional e queríamos saber se havia transporte direto para Vilnius, nosso próximo destino. A amada não entendeu nada, falou "no english" e continuou sentada. Eu, claro, falei em inglês que se era o guichê internacional, tinha que ter alguém que falasse inglês. Ela saiu e voltou com uma mulher que sabia marromenos inglês. Falou que não sabia se tinha transporte. Nesse meio tempo, o guichê turístico abriu e a mulher de lá, super fofa e atenciosa, nos informou de tudo. Assim sendo, deixamos as mochilas no locker e fomos de tram pro centro. Eu e João achamos Lviv uma bela surpresa, muito interiorana, apesar de ser uma das maiores cidades da Ucrânia. As pessoas, no geral, foram bem solícitas e utilizavam mímica pra gente se entender, hahaha! Rodamos pelo centro, vimos um casal fazendo book de casamento e outro muito bêbado numa rua (mal sabíamos que veríamos muitos no decorrer da viagem) e almoçamos por apenas 4 euros com prato principal e 1 litro de cerveja cada um!!! Num determinado momento fomos abordados por uma nativa de meia idade, que poderia ser a mãe de qualquer um de nós três, que começou a falar ucraniano conosco. Falamos que não entendíamos e logo nso desconfiamos de algum golpe. Ela não sabia inglês, mas de alguma forma entendemos que o filho dela falava inglês e ela do nada pegou o celular dela, ligou pra ele e passou pra eu conversar! hahahahahaha! Eu falei com o filho que não sabia o que ela queria com a gente pois não a entendíamos, mas que ela era muito simpática, e ele respondeu que ela adorava falar com estrangeiros fofa! hahaha Uma palavra que ela falou muito na conversa foi algo como "shurushukaita", mas acabamos não descobrindo o que significa. Voltamos pra estação de trem, pegamos as coisas e fomos de ônibus para a rodoviária, onde pegamos o ônibus para Varsóvia. A amadíssima vendedora não sabia UMA PALAVRA em inglês e foi super grossa com a gente porque não nos entendia. Foda-se, compramos a passagem (23 euros) e partimos. A viagem foi horrorosa, o ônibus não era ruim, mas era fraco, e houve um imprevisto entre o João e o motorista! Como todo ônibus de viagem, havia banheiro para os passageiros e o João o utilizou. De repente o motorista para o ônibus e desce uma bronca no João por ter usado o banheiro (oi??????). Beleza, eu nem percebi nada porque estava dopado, tinha tomado dois dramins. Pelo que os dois me contaram, o ônibus voltou a se mover e minutos depois o motorista parou novamente e veio falando que o João teria que limpar (mas era só xixi, pra que isso? heheh) e daí a confusão começou: era o cara dando ordem em polonês, joão respondendo em português e eu acordando nesse meio tempo e xingando o motorista sem nem saber de nada hahahaha! Enfim, após isso tudo e mais uma rodada de imigração, chegamos a Varsóvia na manhã do dia 15 e buscamos informação de como ir a Vilnius. Por sorte, meia hora depois passou um ônibus que fazia a linha Berlin - Riga e que servia pra gente. Esse, sim, era bom, com wifi, tomada, monitor individual, café e banheiro que podia ser usado! continua!
  3. E aí, cara! Essa viagem foi meu primeiro mochilão, feita entre 24/08 e 05/09. Fiz assim: 24/08: Rio-São João Del Rei (chegada de noite) 25/08: Tiradentes 26/08: São João Del Rei 27/08: Congonhas (os ônibus que fazem SJDR-BH sempre param em Congonhas, aí basta comprar o trecho). Fiquei umas 3h em Congonhas, fui só pra basílica mesmo. É tipo uns 2km da rodoviária, fui a pé mesmo! Os 500m finais são a subida pro morro, pesadíssimo! Leve água! Aproveite a igreja, é incrível!!!!! Depois desci de volta pra rodo e não tinha ônibus direto pra Ouro Preto. Peguei um pra Ouro Branco (30 min de Cong.) e de lá um para Ouro Preto (1h de Ouro Branco). Cheguei em OP umas 21h. 28/08: Ouro Preto 29/08: Ouro Preto 30/08: Mariana - fui de trem, mas não achei que valeu tanto a pena, a vista é bem normalzona. Mariana é bem diferente de OP, e a ida valeu mais por eu ter esticado e ido até a Mina da Passagem! Voltei pra OP às 16h de trem de novo. 31/08: OP - subida ao Pico do Itacolomi (indico muito!!!). Peguei o bus das 18h pra BH (2h de OP). 01/09: BH 02/09: BH 03/09: Diamantina (5h de ônibus a partir de BH, mas passou rápido!) 04/09: Diamantina 05/09: Diamantina-BH de manhã-voo pro Rio no fim da tarde Sobre o seu roteiro, achei muito tempo pra Diamantina... o transporte pras cachoeiras e parques não é bom pra quem tá sem carro, e a cidade é pequena, apesar de adorável. Ouro Preto é incrível, tem uma energia que só quem vai compreende, mas acho que 3 dias bastam. BH eu colocaria mais 1 dia pelo menos! E Tiradentes e Congonhas é papo de um dia tb, no máximo!! Eu fui sem pressa alguma, sempre sentava/deitava em algum lugar de cada cidade e admirava as pessoas, o dia-a-dia, e só achei que o tempo foi curto pra BH. Qualquer ajuda to aí! Abraços
  4. Farei uma viagem parecida em janeiro! Pretendo sair no dia 02/01. Meu roteiro, até então, é: Rio-Foz-Assunção-Encarnación (passar apenas o dia nas missões jesuíticas)-Córdoba-Bs As-Colônia-Montevideu-Punta (Del Este e Ballena)-POA-Floripa-Curitiba-Rio Mas ainda não fechei. Queria muito ir ao Chile, mas acho que depois vai ficar ruim pra voltar pra cá via terrestre.
  5. Nossa, esse MegaBus é confiável? tô vendo os preços do trecho Glasgow-Inverness e eles variam de 1 a 20 libras. Não entendi qual é a diferença. E assim, uma libra????
  6. excelente relato!! vc anotou o que foi feito nos dias de viagem em algum caderno? pq nossa, os detalhes são muitos. parabéns! no aguardo pelo restante.
  7. Obrigado, Fatima! Não conhecia esse Megabus, só a Eurolines, vou pesquisar. Existe algum outro modo de ir para as Irlandas sem ser low cost? queria evitar ao máximo pegar avião, mas se for o melhor transporte então que seja! Ah, e dentro da Irlanda, por exemplo, vc só ficou na cidade que vc foi de low cost ou circulou por lá por trem/ônibus? Por que está nos meus planos fazer Dublin-Galway, daí não sei se existe vôo Londres-Galway, de modo que eu faça Galway-Dublin de trem ou ônibus, e depois parta para Belfast. Não sei qual ordem fazer ainda, se é melhor ir para Belfast e ir descendo, ou se é melhor fazer a Irlanda e depois subir pra do Norte.
  8. Fala, galera! tô planejando uma viagem pro ano que vem, sem mês certo ainda pq dependo da faculdade, mas seria para depois de abril, no mínimo. Tenho dúvidas sobre o deslocamento no Reino Unido. Como tenho tios em Londres, pretendo fazer algumas daytrips pras cidades que ficam mais perto (Brighton, Oxford, Cambridge, Windsor...), mas ainda não sei se como fazer pras que ficam mais longe, tipo Liverpool, Edinburgh, Inverness. Não sei se vale mais a pena fazer tudo por ônibus ou comprar o passe da britrail, que achei meio caro, o mesmo preço do eurail global pass praticamente. Acho que via ônibus seria mais barato, mas a logística do trem valeria mais a pena, pq queria conhecer as Irlandas, Escócia, Gales e a Inglaterra. O que acham que é melhor? Obrigado!
  9. Galera, tem ônibus de Annecy para Chamonix?
  10. Fala, Robson! Desistiu de Nice? A cidade vai ser um ponto certo na minha trip, quase tanto quanto Paris hahahaha! Cara, já pensou em ir a Chamonix? Dá pra fazer um daytrip fácil a partir de Genebra, pelo que pesquisei. Pretendo fazer essa rota na minha trip também. Na verdade, pretendo ficar em Genebra só por causa de Chamonix, já que ouvi falar que os albergues de lá são meio caros (os de Chamonix). Não sei, ainda vou decidir isso, pq se eu ficar em Genebra gastarei mais um país (Suíça) no passe de trem e nem vou aproveitá-lo.
  11. Pois é, Lucas, vi que dá pra conhecer Cardiff em um dia só, mas o problema é o tempo de deslocamento. Nossa, é mesmo, o preço do BritRail completo é quase a mesma coisa que o Eurail Global! que coisa!!
  12. Pra quem já foi a Cardiff a partir de Londres, fica a minha dúvida: é possível fazer esse trajeto e conhecer a cidade em um daytrip?
  13. Olha, pesquisa bastante sobre a Escandinávia, porque lá é bem caro. Sobre Innsbruck, que bom que gostou! hahaha e depois do bondinho dá pra subir mais a pé, pelo que li. Vou só em jan/fev/mar de 2014, mas tô planejando as coisas desde já.
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