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  1. Galera, tem os vídeos que o Ciro e o Caio foram gravando da nossa viagem e depois editaram. tá bem editado, separado em episódios com partes da viagem, dicas, etc. tem também uma trilha sonora muito legal: é da banda Covil do Lobo, que o Caio faz parte. Segue o link com a parte de vídeos: http://mundosussa.com/category/videos/page/2/
  2. Eu tenho o VIajante Independente da América do Sul. Mas ele é bem limitado no número de cidades, tem destinos interessantes na Bolivia e Peru que ele não lista; não lista muitos hostels, sempre acabo achando um melhor. Eu tive a oportunidade de ver o Frommers, o Routh Guide, o RG on a budget, o lonely p. e o Lonely Planet on a Shoestring. Esse último é sem dúvidas o melhor e mais completo, tem boas dicas de hostels e muitas dicas de como economizar. As dicas não se limitam a hostels, eles falam de almoço, de como conseguir mais barato transporte, etc.
  3. E ae!! Foi bem irada a viagem - eu jah voltei-, podem curtir o blog que tá cheio de dicas dos lugares, preços atualizados, etc. Nos fizemos uma parte da viagem bem economica, com caronas e dando infos dos barbadas. Aqui do Rio eu desejo boa viagem pro Ciro e Caio que continuam na estrada! Até
  4. Po, o Peru é um país muito irado! Pra quem vai mochilar no jeito mais econômico: quase todas as cidades do Peru tem CouchSurfers pra receber a gente, em Lima tem um em cada bairro. Já fiquei em hotel de graça via CS em Arequipa, em duas casas diferentes em Lima, em Trujillo, ... e aí vai. Sempre figuras que recebem muitas pessoas. (http://www.couchsurfing.org) E alguns lugares imperdíveis: Mais pro Norte: Huaraz e a Cordilheira Branca: um lugar cheio de trilhas, com montanhismo, agências, ruínas. Perto tem até algumas termas naturais. Huaraz é uma vilazinha bem irada, tem como ir numa geleira sem muito sacrifício. Fizemos uma ascensão em montanha com mais de 5.000 mts com agência sem gastar muito. Trujillo e Chan Chan: Trujillo é cheia de prédios coloniais e tem uma praça de armas gigante. É um das maiores cidades do Peru, e tem bastante CouchSurfing. De lá também dá pra ir pra praias (pegando uma van), onde se diz que nasceu o surf sulamericano (com aquelas canoas de junco). Além disso é famosa pelas janelas dos casarões. Tem ainda várias ruínas iradas. De civilizações diferentes das incaicas, apesar de terem um histórico de serem subjulgadas pelos incas. Eles por exemplo adoram a água, os animais do mar, etc. A simbologia não tem referencias a terra ou montanha, mas sempre ondas, etc. Além disso, eram mais desenvolvidos em navegação e tinham contato com asiáticos. É outra face do país, as ruínas são de barro e a paisagem bem amarela. Tem a Huaca de La Luna (mto irada!), Huaca del Sol, etc. E por fim, tem as ruínas de Chan Chan que são gigantes. Pra todas as ruínas tem como pegar transporte urbano, e com o bilhete pra Chan Chan você tem direito a vários museus e outras huacas (piramides). É uma cidade que vale muito a pena! Tem ainda Chavin de Huantar que eu mando algumas coisas depois. O melhor site de info: http://peru.info/ e em todas as cidades tem o guiche da infoperu dando mapas, dicas, e informações de transporte, horários... abraços
  5. Uma Nova Abolição - Renato Cinco Na Proclamação do Anhangabaú da Felicidade, manifesto do Teatro Oficina, Zé Celso lançou um desafio para o Brasil: “Ser o primeiro país do mundo a promover a grandeza da Abolição da Escravidão do século 21 através da descriminalização Total das Drogas, tirando da Polícia sua administração e passando para o Ministério da Saúde, Cultura e evidentemente da Fazenda… tornando-a uma questão totalmente Cultural, que livrará o país deste Genocídio praticado diariamente principalmente contra as crianças de todos os Canudos-Favelas de todo País”. À primeira vista pode parecer descabido comparar a legalização das drogas no século XXI com a abolição da escravidão no século XIX, mas estas palavras do Zé Celso são muito sábias e lúcidas, revelando sua capacidade de perceber a realidade muito além dos discursos oficiais. A criminalização das drogas é uma estratégia de controle social e não uma política de proteção da saúde pública, como proclamam os defensores da “War on Drugs” de Richard Nixon. A realidade demonstra claramente a total incapacidade da política proibicionista de proteger a saúde pública, e os próprios Estados Unidos – país que mais gasta com a Guerra às Drogas em todo o mundo -, têm a maior taxa de usuários de drogas ilícitas do mundo. Cerca de 40% da população dos EUA já utilizou drogas ilícitas, inclusive Barack Obama, Bush filho e Bill Clinton. Por outro lado, a Guerra às Drogas é extremamente eficiente como instrumento de criminalização e perseguição de grupos socais, de movimentos políticos e até mesmo de países. Recentemente, em palestras no Rio de Janeiro, o policial estadunidense e fundador da Law Enforcement Against Prohibition (LEAP), Jack Cole, denunciou o caráter racista da War on Drugs nos EUA, revelando que hoje seu país encarcera cerca de 6,9% da população negra contra 0,9% da branca. O regime do Apartheid da África do Sul encarcerou 0,8% da população negra. No Brasil o caráter racista da proibição das drogas também está presente e a perseguição e criminalização da maconha ocorreu no contexto de estigmatização da cultura negra. Porém, em nosso país a Guerra às Drogas atinge a pobreza de maneira geral, e apesar da pouca importância para o mercado ilícito, são os pequenos e miseráveis varejistas do tráfico os que lotam as cadeias, necrotérios e microondas. De um ponto de vista antiproibicionista a lei 11343/2006 tem o mérito do fim da pena de prisão para o usuário de drogas, incluindo os que cultivam para consumo próprio. Ao não estabelecer, porém, critérios objetivos para a diferenciação de usuários e traficantes, a lei permite que usuários pobres e sem acesso a advogados sejam enquadrados como traficantes. Além disso, ao manter na ilegalidade o comércio de drogas e ainda ao aumentar a pena mínima de prisão para os traficantes, a lei 11343 contribui para a dinâmica de acumulação da violência nas cidades brasileiras. Nos últimos anos, vimos no Rio de Janeiro o surgimento da criminalidade policial organizada na forma das milícias. Muito mais poderosas do que as quadrilhas de varejistas do tráfico, os milicianos vêm aumentando cada vez mais sua base territorial e já estão se infiltrando no poder legislativo. Se não conseguirmos romper com este círculo vicioso de corrupção e violência, a própria democratização da sociedade fica ameaçada. Nossa sociedade precisa romper com os velhos esquemas de controle social através da violência do Estado e finalmente aceitar que a paz é fruto da justiça.
  6. Galera, faz tempo que não apareço aqui. Mas queria dividir com a galera mochileira um debate que temos feito aqui na UFF. sobre a política de drogas, os impactos de sua proibição e as consequencias da legalização. quem quiser conferir, contribuir, etc aparece no site http://www.culturaverde.uff.br e quem quiser ajuda no debate aqui no Mochileiros.com abração
  7. usei qse todas as noites na bolivia.. e durmi em albergue mais que acampei faz frio em muitos lugares, em uyuni principalmente. mas é bom até pra durmir em ônibus, fugir do frio da madrugada e tal o meu é da Trilhas e Rumos: o micro pluma, serve muito pro frio apesar de ser pouco macio. mas ele é extremamente compacto quando fecha.. então não enche a mochila... ele é idel pra bolivia abraços
  8. eu fiquei um dia todo... de choquequirao pra Machu Picchu andando leva mais 4 dias... eu não tenho planilha, tenho um mapa errado que me ajudou muito, mas não digitalizado... vou tentar passar comida, fogareiro (eu fiz fogueiras, mas isso é ruim...e dps que choveu não consegui mais comer direito), uma barraca que resista à chuva (isso é essencial..=/) lembrando de tentar não fazer a mochila pesar muito.. vou tentar escanear os mapas e passo pra cá! Abraços
  9. reforçando.. no peru só em Lima tem cartão com facilidade nos outros lugares tem um ou outro restaurante, sempre caro.. e na bolivia é pior ainda..
  10. saco de dormir, como disse a galera, é a melhor opção cctza procura no forum as dicas sobre sacos e tal ele serve com travesseiro (+-), cobertor e roupa de cama, pode ser barato (se procurar bem),..e dependendo do modelo aguenta frio de -15, -10..etc Abraços
  11. eu fui com um broder, fui sem guia, sem mula, sem cozinheiros, etc foi uma dificuldade a mais...mas tem como fazer facilmente e vale MTO pena.. quando fui não tinha mais ninguém além da gente (enquanto Machu Picchu tem mais gente que a Disney...) o caminho todo sai de Cachorra (cidade próxima de Cusco) e tem como chegar até Machu Picchu andando..foi oq eu fiz vc sai de cusco e pega um onibus pra abancay pedindo pra te soltar proximo à Cachorra. Da parte onde vc soltar, vc pega um taxi até a cidade em si. E ae começa a trilha... a trilha é bem marcada, e tem uns mapas (que só mostram até Choquequirao) nas agencias de Informação. - mas não acredite neles quanto à KM e tempo. tem que levar bastante coisa pra comer, se for sem guia, pq geralmente só há vilazinhas (leia-se 2 casas, etc) no fim do dia qlqr coisa pode perguntar mais, quanto ao tempo...tinha mta vontade de ir durante o 3º ano tbm..mas optei por entrar na faculdade antes. acabou que passei, e no fim do período fui viajar com um broder da facul 3 semanas é pouca coisa se vc quer conhecer algo além de Choquequirao..eu viajei 2 meses pq quis ir conhecendo mais cidades na bolivia e no peru..mas acho que se vc guardar 1 mês e pouco vc conhece mto mais e vale mto a pena Abraços
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