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larissandradeps

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  1. FORTALEZA-CEARÁ Chegamos 07h30min na rodoviária de Fortaleza, depois de puxar malas em uma enorme rampa resolvemos guardar as malas no guarda-volumes. O preço por volume dependia do tamanho do volume (médio R$3,00), se fosse feita a opção de separar um bloco nas prateleiras dos armários saía mais em conta. Os preços valiam somente por 12 horas, para tempo maior deveria ser pago taxa adicional. :0 Tomamos um café em uma lanchonete ao lado do guarda-volumes, os preços dos salgados e dos sucos estavam bem em conta. Como ainda era cedo e o check in era só meio dia, optamos por ir de bus até o shopping Iguatemi. No ponto de ônibus da rodoviária nos disseram que a melhor opção era pegar qualquer ônibus que levasse ao terminal Papicu, porém este bus não passava em frente à rodoviária e tivemos que ir para a avenida que fica perpendicular à avenida da rodoviária. Lá pegamos o ônibus 053 (Messejana/Papicu/Washington Soares). O terminal de Papicu fica a muitos minutos da rodoviária e geralmente passa lotado, como são todos lotados subimos mesmo assim, a passagem era R$2,10. O bom de caminhos longos é que vc passa tanto pelo centro comercial da cidade quanto pela periferia, andar de bus dá uma excelente noção da cidade, do seu desenvolvimento e do seu cotidiano. Chegando ao terminal descemos e nos informamos sobre a linha de bus para o shopping, nos indicaram a plataforma e lá fomos nós. Foram cerca de 10 minutos de espera. O caminho para o shopping também é longo, mesmo assim quando chegamos estava fechado, mas com muita gente esperando. O shopping é até bacaninha, mas não achei tão grande e tão moderno como descrito nos relatos. Aproveitamos para sacar $$, encontramos caixas do Banco do Brasil e Itaú. Para almoçar não achamos uma boa ideia, além daquele ambiente horrível que são as praças de alimentação, o preço também estava bem salgado, o kg da comida custava de R$45 a R$60. Saímos do shopping, atravessamos a avenida e encontramos ao lado do banco Santander um restaurante (Shopping Pizza) com área aberta e bastante arejada, o kg da comida era R$29,90. Tinha muita opção de saladas, carnes, tudo muito quentinho e gostoso. Na parte da noite funciona como pizzaria. Depois do almoço atravessamos novamente a avenida e caminhamos até o ponto de ônibus para pegar um para o terminal de Papicu. Na volta não precisaríamos ir até o terminal, já que o bus passava pelo ponto (prédio da OI) da avenida próxima à rodoviária. Mas demoramos a reconhecer o ponto e depois da bandeira lá fomos nós por longos minutos ao terminal de Papicu e esperamos outro bus para a rodoviária, acontece rsrs. Depois de descer no ponto certo, fomos até o ponto de ônibus da rodoviária pesquisar qual a melhor maneira de chegar até o hostel. Não souberam nos informar se os ônibus que citamos passavam no local ou qual a frequência. Como foram muitas informações diferentes não pudemos chegar a nenhuma conclusão. Logo perguntamos o preço da corrida a um taxista do outro lado da rua (R$20,00) que sugeriu não pegar dentro da rodoviária, pois sairia mais caro. Do lado do guarda-volumes existe um ponto de táxi, quando lá cheguei sem as malas para perguntar quanto era a corrida até o hostel, um taxista passou a corrida para outro quando viu minha mochila pequena nas costas e outra senhora aguardando com enormes malas para o aeroporto. É claro que a corrida até o aeroporto foi a preferida do taxista que me passou para o próximo da fila. com a situação sai maldizendo a pilantragem em alto e bom tom. Encontrei com minha mãe que já havia pegado as malas, quando um taxista da cooperativa me abordou, já com raiva aproveitei para desabafar a pilantragem, mas Leonardo tinha ido até nós para pedir desculpas pela cooperativa e ofereceu-se para fazer a corrida por R$20,00. Disse também que esse problema (escolha de corridas) é recorrente no ponto e que parte principalmente dos mais velhos no ponto. Foi o caminho todo nos contando sobre a cidade e tirando a má impressão dos taxistas @$%&*. No ponto de táxi dentro da rodoviária procure pelo taxista Leonardo. O hostel: ficamos no Terra da Luz (não pertencente a rede HI, pertence a rede Ho La). O endereço é: Rua Rodrigues Júnior, 278, Centro e o telefone é 85 3082 2260. Nessa estadia optamos pelo quarto privativo sem banheiro. A diária para duas pessoas saiu R$100,00 por dia. O hostel foi adaptado na antiga casa da família da proprietária. Confesso que nas fotos do site do hostel, a casa parecia maior e bem mais cuidada. Apesar da EXCESSIVA simpatia e hospitalidade da dona Cáritas, a estadia só não foi pior porque passávamos o dia todo fora em passeios ou percorrendo a cidade. Havia um banheiro ao lado do quarto, a porta era fechada por uma corrente grande, logo se alguém puxasse desavisadamente a porta via tudo dentro do banheiro, o vaso sanitário e o local de banho. Quando liguei o chuveiro mais uma surpresa: o banho era gelado mais tarde entendi o motivo. Após o banho, o banheiro fica num calor insuportável, pois só tem um pequeno basculante que dá para o corredor. Para solucionar o problema a proprietária construiu 3 banheiros no andar de baixo com cada basculante voltado para dentro do outro banheiro e um banheiro sem basculante , os chuveiros eram na verdade duchas de piscina . O café da manhã na hora que era exposto era bom. Porém uma hora depois não havia reposição de itens, no último dia de estadia a mesa quebrou um pé e o café foi colocado sobre diferentes móveis. A portaria apesar de ser 24 h demorava a ser aberta para nós principalmente nos horários mais perigosos como na parte da noite. Francisco que ajudava a proprietária era muito educado e prestativo. O hostel fica próximo ao Mercado de Artesanato, da Catedral, do Centro Cultural Dragão do Mar e outras construções antigas. Na esquina do quarteirão há uma pequena padaria com preços bem acessíveis. A região do hostel vira um deserto na parte da noite e a maioria das casas, comércios, inclusive o hostel, tem suas entradas gradeadas, com câmeras e vigilância pesada. Mesmo perto do Centro cultural Dragão do Mar a presença de seguranças e policiamento é constante. Não escolheria novamente esse ponto para hospedar, é preferível ficar próximo a praia de Meireles onde acontecem as feiras e a vida noturna é bastante agitada com muitos turistas e moradores praticando atividade física. O Terra da Luz fica bem distante da praia de Iracema, de dia é de boa ir para a praia passando pela Avenida Monsenhor Tabosa (concentra muitas lojas) e descendo a Rua João Maurício, porém a noite quando o comércio fecha fica cheio de pivete, usuários de drogas e todo um público estranho. O calçadão da praia de Iracema fica até cheio, mas o movimento da Meireles é melhor para passear. Não tivemos vontade de tomar banho nas praias. Apesar de não ver nenhuma placa informando, não nos pareceu própria para banho o que mais tarde confirmei pela internet. Em Fortaleza só fomos à praia nessa única caminhada, vale mais a pena fazer os passeios para os municípios vizinhos. Além de mais tranquilos, são mais bonitos e próprios para banho. Conhecemos pessoas bacanas lá no hostel e aproveitamos para sair duas noites. Na primeira fomos com Ilson e Deja ao forró Arre égua, a entrada era R$25,00 revertida em consumação. Tinha uma banda de forró e gente de toda idade. Não curto muito forró, mas o pessoal se divertiu bastante, a decoração do lugar também é muito bacana. Na ida e na volta pagamos R$30,00 de táxi, bandeira 2 (Radio Taxi Cooperativa, telefone: 0800 280 4181 ou 3261 4181, taxistas bem educados e não aumentam o percurso). No segundo dia fomos a um lugar cheio de boates na lateral do Centro Cultural Dragão do Mar. Tinha boates para todos os gostos: rock, sertanejo, samba, forró. O pessoal optou por forró, entramos na boate Armazém (entrada R$15,00 revertida em consumação (R$10,00) ). A caipirinha custava R$7,50 e o refri R$4,50. A boate conta com dois espaços um aberto com algumas fontes, lagoas e outro fechado para música eletrônica. Estava vazia nesse dia e com maior movimento na parte fechada. Na parte aberta tocava a banda de forró Os Mascarados, tocavam um forró no estilo tecnobrega, parecido com o som de Calypso até que rendeu boas risadas... Para a boate Armazém fomos a pé, mas em turma (7 pessoas), para chegar lá basta descer em direção ao Centro Dragão do Mar. Na volta os seguranças não aconselhavam ir a pé, mas assim fomos e não tivemos nenhum problema, até porque não era tão tarde. Não aconselho turmas menores voltarem a pé. PASSEIOS: • 3 praias em 1 dia: Canoa Quebrada, Praia das Fontes e Morro Branco juntos. Há opção de fazer separadamente esses passeios: em um dia faria Morro Branco e Praia das Fontes (R$35) e em outro dia faria Canoa Quebrada (R$40). Como não havíamos feito reserva em Canoa Quebrada e ela fica a 165 km de distância de Fortaleza, achamos viável encaixar esses dois passeios juntos, pois Morro Branco e a Praia das Fontes ficam a caminho de Canoa Quebrada. O passeio até os locais na Agência Girafa Tur custou R$50 por pessoa, o telefone da agência é 85 3094 1777 (falar com Dora). Já o buggy (R$50 por pessoa) é contratado na chegada a um restaurante no município de Beberibe onde todas as vans param, de lá o buggy parte primeiro para Morro Branco. Vc tanto pode optar por contratar o buggy quanto por seguir com a van. Mas aconselho contratar o buggy, pois quem segue de van só chega as partes em que a van pode ter acesso e deve caminhar o restante. A van também segue a maior parte do trecho por estrada enquanto o buggy vai pela areia com a brisa do mar! Capriche no protetor solar. Primeiro o buggy faz uma parada em Morro Branco para visitar o labirinto de falésias com suas areias coloridas. Na chegada um guia recepciona, passa pela feira de artesanatos para fazer encomendas e segue adiante para conhecer o labirinto. Na volta o guia pede uma contribuição e somos encaminhados ao buggy novamente, saímos da cidade e voltamos para a praia até a Praia das Fontes. Na Praia das Fontes encontramos bicas naturais que terminam no mar (não achei tão legal essa parte não, coisa para turista ver), achei mais empolgante o buggy esperando as ondas descerem para poder passar, dava uma ansiedade danada haha! Após parada para banho na bica seguimos rumo a Lagoa do Uruaú, bonita, mas por ser um lugar bem natural os quiosques não tinham banheiro e como a lagoa estava transbordando de gente resolvi não entrar no Piscinão de Ramos, nem foi frescura foi mais higiene rsrs. Detalhe: quem vai de van não conhece essa lagoa, apesar de lotada era de um azul marinho lindo, com areia fofa e branquinha, totalmente no meio do nada.  Depois da lagoa do Uruaú somos levados de volta a van para seguirmos até Canoa Quebrada. O tempo de permanência em Canoa Quebrada é cerca de 3hs. As 16h é feito o retorno. Chegando lá sentamos no restaurante Casqueiro, não acredito que seja o melhor e nem o mais em conta, mas a fome já estava grande e fomos com os coleguinhas de excursão haha no restaurante indicado pelo guia. Não gostamos de seguir a boiada porque sempre ocorre as famosas comissões, para o guia, para agência, para o bugueiro e a conta quase dobra no final. A comida estava insossa, mesmo para quem estava morrendo de fome como eu. O movimento já estava fraco, então me pareceu que juntaram tudo que tinha lá e colocaram no prato haha, tipo mexido. O peixe e o suco foram os únicos que salvaram, pelo menos né. Logo, não recomendo Casqueiro em Canoa Quebrada. Nosso mexido “gourmet” (salada, arroz e peixe), uma jarra de suco e um picolé (R$6) :0 totalizaram R$ 74. Na volta paramos em uma lanchonete que tinha a maior rapadura do mundo avaliada pelo Guiness. Lá vendem diversos tipos de rapadura: com goiaba, com ameixa, com caju todas em tabletes de 200g custavam em média R$5,00 (gostei muito da de caju), vendiam milho cozido por R$3,00. Continuamos a viagem e chegamos em Fortaleza por volta das 19h, com o trânsito intenso chegamos no hostel por volta das 20h. • Águas belas (R$ 40,00 por pessoa - Girafa Tur) Estávamos em dúvida se devíamos ir a Cumbuco ou Mundaú depois que li em um relato de viagem, de um blog, que um desses passeios era chatinho e o outro espetacular. Não lembrava o nome do blog e não conseguia lembrar em qual passeio não deveria ir. Então na pressão, deveríamos agendar até as 10 da noite, resolvemos não escolher nenhum dos dois kkkk. Escolhemos ir para um totalmente diferente: Águas Belas. No dia anterior, durante o passeio das 3 praias em 1 dia, sondamos o motorista da van sobre todos os passeios do folheto e ele nos falou muito bem de Águas Belas. Disse que era muito tranquilo, muito lindo e sem a multidão de Cumbuco (40 km de Fortaleza) e Mundaú (150 km de Fortaleza). Águas Belas fica a 65 km de Fortaleza, no litoral leste. A praia é muito bonita e tranquila, o movimento fica dentro das barracas, se andar um pouquinho da para encontrar um cantinho bem tranquilo. Ficamos no restaurante Delícias da Jangada e reservamos o almoço para a volta do passeio de buggy. Contratamos o buggy por R$45 e acredito ter valido a pena, apesar desse passeio ter sido o mais curto entre os outros de buggy. Atravessamos de balsa um trecho e depois percorremos praias belíssimas, mangues e uma lagoa enorme e muito bonita. As falésias no percurso iam de tons laranja-avermelhados aos tons marrom e branco. Em certa parte do trajeto é possível avistar duas cidades de um mirante. Passamos também por uma cidadezinha muito rústica para tomar sorvete, delicioso (uma bola R$3, duas bolas R$5) e retornamos à praia de Águas Belas. Para o almoço reservamos: filé grelhado com fritas, uma jarra de suco e uma água mineral que totalizaram R$88,90. A comida estava gostosa e farta, mas o preço salgado, pois depois do almoço sentamos em outra barraca para tomar sorvete e os preços no cardápio caiam pela metade em relação à barraca Delícias da Jangada. Um diferencial da Delícias da Jangada foi o show ao vivo da dupla Cláudio e Betânia, a moça tinha uma voz linda e cantava músicas boas de ouvir. A estrutura da barraca também era excelente, mas ao final do passeio os banheiros estavam imundos e a fila para pagar enorme e tumultuada. Lembre-se de pagar mais cedo. Após o almoço caminhamos pela praia de um azul belíssimo, pouquíssimas construções e um sossego enorme. Tomamos um banho e ficamos ali admirando até a hora de voltar para a van. • Centro histórico Não encontramos nenhum mapa turístico da cidade. Então usamos o aplicativo de mapa juntamente com o GPS do celular para encontrar pontos turísticos. Depois de um lanche no Mercado de Artesanato, descemos a rua e tiramos foto de algumas construções antigas e subimos a rua. Na lateral do comando da polícia Militar (em frente ao Mercado de Artesanato) pegamos uma avenida que dá no Passeio Público. Após um descanso para repor o protetor solar e um picolé para refrescar, sentadas em frente a Casa de Misericórdia, seguimos adiante na avenida. Nessa avenida encontramos algumas placas turísticas. No final da rua encontramos a antiga cadeia da cidade que hoje dá lugar a uma feira de artesanato e um museu. O museu fechado há um tempo. Viramos à direita dessa rua e encontramos a estação de trem. Seguindo na avenida andamos por uns cinco ou 6 quarteirões até cair em uma praça enorme. Em frente a praça ficava o Teatro José de Alencar. A partir das 14h há visitas guiadas ao interior do teatro. Muito bonito o teatro e jardim do teatro. Voltamos um quarteirão após a praça, viramos à direita e encontramos o Museu do Ceará aberto. Perto do museu encontramos muitos bancos: em frente na Rua Floriano Peixoto, 397 (Itaú e Brasil) ou nas ruas laterais (Santander e Caixa). Para chegar lá partindo do hostel, siga por 3 quarteirões na Rua Costa Barros, vire à esquerda e siga por um quarteirão na Rua Coronel Ferraz, vire à direita e siga por 5 quarteirões. O banco está na praça em frente ao Museu do Ceará. No mais passamos por algumas construções antigas no centro comercial como, por exemplo, o antigo casarão reformado pela Caixa Econômica. COMO CHEGAR: • No Shopping Iguatemi Vá até a Avenida Santos Dumont a duas quadras do hostel e pegue qualquer ônibus que vá até ao terminal urbano de ônibus Papicu. Opções: 021 (Luciano Cavalcante/Papicu), 032 (Av. Borges de Melo II), 038 (Parangaba/Papicu). Ao chegar ao terminal desça e troque de ônibus, não precisa pagar outra passagem. Confira o número nas plataformas e peça informação sobre qual ônibus é melhor para ir até o shopping, pegamos o 053 (Messejana/Papicu) Para voltar pegue qualquer ônibus para o terminal de Papicu e de lá para o centro. • No Mercado Central de Artesanato [fecha as 18hs] Dobre na esquina da Rua Costa Barros a esquerda, caminhe 4 quadras em linha reta. Ao avistar as torres da igreja catedral dobre a sua direita, o mercado está ao lado da igreja. • Bares do Centro Cultural Dragão do Mar Dobre na esquina da Rua Pereira Filgueiras à esquerda e em seguida a direita na Av. Dom Manoel. Desça 2 quadras, o Centro Cultural está em frente a Praça do Cristo Redentor. • Supermercado Quando íamos à praia de Meireles (táxi R$15 a R$25 dependendo do horário e do dia da semana- existe um ponto bem na esquina do supermercado para a volta) subíamos uma quadra na altura da gelateria Italiana e aproveitávamos para sacar dinheiro no caixa 24h do supermercado da rede Pão de Açúcar. Algumas vezes lanchamos no café do próprio supermercado. Tapioca de carne seca R$6,00 e suco R$5,00. ONDE COMER: Shopping Pizza, em frente ao Shopping Iguatemi Av. Washington Soares, 300 De dia funciona como restaurante e de noite como pizzaria. A comida é variada, gostosa e de qualidade. R$ 29,90 o Kg. Gelato italiano Sorveteria na beira mar bem próxima a feira de artesanatos da praia. No quarteirão de cima encontra-se o supermercado da rede Pão de Açúcar. Crepe de queijo, manjericão e tomate seco (R$15) farto e gostoso. Além de sorveteria, é também café e tem muitas opções de lanche. Fica bem localizado e tem um ambiente agradável. Lanchonete do supermercado da rede Pão de Açúcar Um quarteirão acima da Gelato Italiano, na praia de Meireles. Tapioca de carne seca R$6,00 e suco R$5,00. Mercado de Artesanato Próximo ao hostel, há vários restaurantes no 2º andar do mercado. Almoçamos em um à direita da rampa, a comida estava gostosa mas o atendimento não é tão bom mesmo estando com médio movimento. O kg era R$29,90 e o suco R$ 4,00. À esquerda da rampa, no final do corredor tem um restaurante que após o almoço vira tapiocaria e café. Pedi uma de coco com chocolate R$7,00 e um suco R$4,00. O atendimento foi até rápido e a tapioca era bem farta apesar de ter achado a massa muito grossa e com um gostinho de sal. Delícias de Jangada Fica na praia de Águas Belas, com show ao vivo. No dia quem se apresentou foi uma dupla Cláudio e Betânia, a moça tem uma voz linda e o som deles é gostoso de ouvir, não me incomodou. Porém a barraca é enorme e muito agitada, me dá fobia. Pedimos filé de peixe grelhado com fritas, veio acompanhado de salada e arroz (R$64,90). A jarra de suco era R$10,00 e a água mineral R$3. Skina 7 (pizzaria, restaurante, lanches) Av. Dom Manuel, 48, Centro. Telefone: 3219 1824 Tele-entrega. Pedimos um x-bacon R$6,60 e um hambúrguer R$5,10 mais refri R$3,50 a lata. Por ser perto do hostel chegou rapidinho. O Casqueiro em Canoa Quebrada. Nosso mexido “gourmet” (salada, arroz e peixe), uma jarra de suco e um picolé (R$6) totalizaram R$ 74. Comida mal combinada, fria, insossa e cara. Não recomendo. FORTALEZA PARA JERICOACOARA Fretcar: (trecho de Fortaleza a Jijoca de Jericoacoara, depois deve se procurar uma vaga nas D-20 por conta própria) http://www.fretcar.com.br Saída Chegada Valor $ 07h50min 14h35min 67,00 15h45min 22h35min 52,60 18h30min 01h35min 52,60 Quando chegamos de João Pessoa na rodoviária de Fortaleza aproveitamos para pesquisar os preços e horários de ônibus para Jijoca de Jericoacoara, de lá teríamos que arrumar transporte para Jericoacoara nas D-20. Com medo de imprevistos na estrada e nos horários, optamos por fechar um pacote com a empresa dos passeios que fizemos em Fortaleza, a Girafa Tur (Dora: 85 3094 1777). Como fizemos todos os passeios com a empresa ganhamos um desconto de R$20,00 nas duas passagens. As duas passagens para Jericoacoara saíram por R$100,00. Uma van nos buscou 07h30min da manhã e nos levou até um ponto de concentração dos ônibus em Jijoca de Jericoacoara, de lá fomos transferidos para as D-20 e seguimos para Jericoacoara. Se der escolha ir dentro da D-20 pois o trecho dura em média uma hora e é bastante desconfortável, balança muito. Principalmente depois de 6h aproximadamente de viagem de van (a van faz uma parada para almoço). Nas D-20 não há muito espaço para malas, reduza a bagagem e tente colocar o máximo possível dentro das malas, pois as bagagens menores não são amarradas em cima, devem ir embaixo tirando o espaço dos pés.
  2. JOÃO PESSOA – PARAÍBA Chegamos a João Pessoa às 14hs, o sol estava rachando. Prefira roupas leves para a viagem. Hospedamos-nos no hostel Manaíra (Av. Major Ciraulo, 380, Manaíra. Telefone: 83 3247 1962. Diária: 45,00 por pessoa no quarto coletivo com ar condicionado), a rua do hostel é de calçamento, com o calor vira um transtorno puxar as malas. Fizemos check-in, colocamos short e fomos logo andar nos arredores e na praia de Manaíra. A praia de Manaíra no final da tarde concentra muitas pessoas no calçadão fazendo atividade física ou conversando. À esquerda da praia encontramos um pequeno shopping, Mag, que conta com caixas eletrônicos, lan house, praça de alimentação e outras lojas. Um pouco atrás do shopping encontramos a rede Pão de Açúcar, mas fica muito distante do hostel e inviável para fazer compras de lanches e água por lá. Para essas compras recomendo andar 2-3 quadras atrás do hostel, vc vai encontrar supermercado (IOB, rua do hostel nº 703), padaria, pizzaria, e um barzinho chamado Boteco do Arroz onde comemos um arrumadinho de carne seca delicioso. Já a direita do hostel caminhamos por muitas quadras até a feira da praia de Tambaú, onde encontramos artesanatos, mais lojas e também maior concentração de turistas. Senti falta de caixas eletrônicos ou mesmo o 24 horas. Na lateral do shopping Mag e próximo à feira de Tambaú encontramos as agências Itaú e Banco do Brasil. Como os dois pontos eram distantes do hostel, optamos por sacar sempre que íamos ao terminal do centro ( desça no parque Sólon de Lucena e caminhe até o elevado do centro, lá peça informação da agência bancária desejada). O hostel pertence à rede HI e conta com excelente infraestrutura, higiene, atendimento e localização. O quarto em que ficamos dispunha de oito camas, oito armários e um banheiro. Os armários ficavam muito espremidos entre as camas, mas comportavam toda a nossa bagagem (mala de 12 kg mais mochila pequena). Podiam-se lavar roupas no hostel e utilizar uma geladeira compartilhada pelos hóspedes. Gostei bastante da localização (farmácia, supermercado, padaria, dois quarteirões da praia, um quarteirão do ponto de ônibus). Conhecemos pessoas de diferentes regiões no hostel. COMO CHEGAR: • No Hostel Há bus (passam a partir das 05hs - Wilson R$2,00) AEROPORTO-DIRETO até a parada da rodoviária (atrás dela). Porém resolvemos no ponto de ônibus dividir um táxi com mais duas pessoas até a rodoviária, para cada pessoa saiu R$ 7,50. Compensou dividir o táxi, pois o ônibus estava demorando para passar e não teríamos desgaste de carregar as malas de lá pra cá. Caminhe até a frente da rodoviária pegue o bus 510 ou 513 até a praia de Manaíra e desça na 1ª parada após a ANTIGA quadra de esportes (Quadra de Manaíra). Lembre-se de pedir ao cobrador para avisar quando deve descer e dê um jeito de ficar perto dele, pois eles “esquecem” frequentemente rs. Pegue a próxima rua de nome Jacinto Dantas, siga até a Rua Major Ciraulo (continuação da Rua Jacinto Dantas), há uma placa do hostel bem na esquina. • No Por do Sol ao som de Bolero de Ravel (com o músico Jurandir do Sax na praia do Jacaré em Cabedelo) Na orla de Manaíra, pegue a linha 513 que vai até o TERMINAL DO BESSA (R$2,20). Desse terminal pegue a linha 5104/Jacaré. Um dia antes havíamos feito parte do mesmo trecho, só que para ir até o Forte de Santa Catarina. O trecho é longo e cansativo. Como havíamos lido que é bom chegar cedo para garantir um lugar bacana nos bares e já estava tarde decidimos ir de táxi, saiu R$ 35,00 para duas pessoas. Na volta fique esperto, pois os taxistas preferem ir com o taxímetro ligado. Depois de muita discussão conosco e troca troca entre eles um taxista aceitou fazer por R$ 35,00, mas disse que iria com o taxímetro ligado. Dadas as circunstâncias não me fiz de rogada e ativei o meu GPS do celular [risadas malignas]. Enquanto ele dispunha do taxímetro eu dispunha do meu GPS conferindo a rota e pasmem na chegada o taxímetro acusou quase R$30,00 por arredondamento humano hehe. GPS neles minha gente! O taxista de Cabedelo era muito grosseiro e estressado no trânsito como a maioria que encontramos em João Pessoa. O nome dele, segundo ele, é Francisco. Se apresentou dizendo que não podia dar muitas referências pois era um tipo ESPECIAL de polícia [risos curiosos], quando questionado por mim da incoerência entre dois empregos diferentes quando devia ser exclusivo da polícia Especial nos apresentou esse nome, sem mais informações pois eram sigilosas. Cuidado minha gente, antes de optar pelo serviço verifique as cooperativas! • Cabo Branco (Niemeyer-Farol) Pegue um bus para o TERMINAL DO CENTRO e de lá a linha 507 para CABO BRANCO. Peça para descer na Estação de Ciência e Arte. Os ônibus passam de uma em uma hora na Estação. Para ir ate o farol de Cabo Branco basta manter-se à esquerda da cerca beirando à estação e subir um pequeno morro, de lá se pode avistar também a Ponta do Seixas, o ponto mais oriental das Américas. A região da Estação e do Farol costuma concentrar turistas nos finais de semana, é uma região deserta. Organize-se para ir em datas de exposições, espetáculos e de preferência de tarde. A maioria dos visitantes vão em seus veículos. No dia éramos as únicas no ponto de ônibus que fica bem na entrada da estação, porém deserto. • Cabedelo (Forte Santa Catarina) Pegue um bus para o TERMINAL DO CENTRO. Depois pegue a linha 601 do centro para o TERMINAL DO BESSA. No TERMINAL DO BESSA pegue a linha 5101 para CABEDELO. ONDE COMER: Lanchonete Tartarugas: 3 quarteirões do hostel no sentido praia de Tambaú. Os lanches imitam os combos do McDonald’s, são gostosos, fartos e fica pronto rápido. Com suco gastamos em média 15,00 por pessoa. Boteco do Arroz: na rua atrás do hostel. O arrumadinho de carne seca ou camarão saiu por R$9,00 e o suco por R$4,00. O atendimento é excelente e a comida deliciosa. Shopping Manaíra: tem uma cafeteria no shopping com deliciosas tapiocas (doce ou salgada), em média R$6,00 a tapioca e R$4,00 o suco. Fica na Av. Flávio Ribeiro Coutinho, 805 Manaíra - João Pessoa - PB | 83 2106 6000. Em Cabedelo: almoçamos no restaurante Meio Quilo, a comida é caseira, gostosa e o pessoal é atencioso. Fica na rua perpendicular ao ponto final do ônibus. R$ 23 o kg. Rua Aderbal Piragibe, 13, Centro. Telefone: 83 3228 8464 PASSEIOS: Em qualquer época do ano, prepare-se para acordar cedo: o sol nasce antes das 5 da manhã, e às 8 já está praticamente a pino. No começo da tarde, coqueiros e falésias já fazem sombra aos banhistas. Por do sol entre 17:10 e 17:20h. • POR DO SOL AO SOM DE BOLERO DE RAVEL (com o músico Jurandir do Sax na praia de Jacaré em Cabedelo) Vá por volta das 16h, pois às 17h20min o sol já se põe. Optamos pelo bar Maria Bonita achamos acertada a escolha, pois nos primeiros bares da rua param muitos barcos e lanchas particulares e poluem o espetáculo tanto para os olhos quanto para as fotos. Logo escolha um bar próximo à saída do barco do Jurandir do sax. Pedimos uma porção de batata com carne e uma jarra de suco totalizando 36,00, aceita cartões. É cobrado couvert artístico, R$ 5,00, já na entrada. No final do espetáculo a energia caiu e não conseguimos usar o banheiro do bar :0 não entendi na hora e nem depois pois desconheço privada elétrica. Há um banheiro público no final da rua, este tinha privada convencional. Aproveite o fim do espetáculo e vá conferir as lojas de artesanato e doces locais. Compramos coisas lindas para mulheres na loja Fulo Filó no início da rua. Próximo ficava a loja de doces da região, levamos o doce Carolina e um biscoito parecido com casquinha de sorvete delicioso (em média R$ 5,00 cada pacote). • LITORAL SUL (R$100 para 4 pessoas de táxi) Praias: Praia do Sol, muito tranquila paisagens bonitas, falésias lindas, barracas de concreto mas de higiene duvidosas, então seguimos em frente. Barra de Gramame: muito linda, da vontade de ficar o dia todo, médio movimento, almoçamos no restaurante O Mexicano, tiramos fotos, uma pausa para banho e seguimos em frente. Praia do Amor: muito bonita mas com muitas pedras, não convidativa para um banho. Tambaba: tiramos fotos do mirante, é belíssima com suas falésias e tem uma parte nudista, na hora amarelamos e não fomos conhecer a parte nudista. Seguimos mais uma vez adiante para a praia Bela. Praia Bela: como era sábado a praia Bela estava lotado o que estragou em grande parte sua beleza. De cima avista-se o mar e uma lagoa de água doce mas era tamanho o formigueiro de pessoas que gerou certa fobia no grupo. O taxista Xavier insistiu bastante para que ficássemos nessa praia e nos assegurou que não daria tempo de conhecer Coqueirinho, que lá era perigoso, que talvez não pudesse descer a ladeira conosco, pois o policiamento não permitiria e blá blá blá, mas mulheres são, em geral, seres muito decididos. Pagamos pelo passeio, pagamos pela praia de Coqueirinhos e depois de tanta grosseria do taxista metido a piadas, e que eram no fim muito sem graças, não sairíamos do passeio sem a praia de Coqueirinhos. parte sem barraca e sem muvuca Praia de Coqueirinhos: no final das contas a praia mostrou-se uma das mais lindas da região, tranquila e excelente para banho. Valeu a pena! Essa foi nossa primeira má impressão do povo paraibano. Já no início do passeio o taxista nos alertou para NUNCA chamar um local de paraíba, tentou todo o momento nos dizer que quando uma pessoa vai viajar ela deve viajar já conhecendo a história do estado e do povo a qual vai visitar. Já fiquei com a pulga atrás da orelha e revidei dizendo que viajei justamente para conhecer o povo e suas histórias. Disse também que história e cultura de um povo se aprendem no local, se guarda com os olhos, com o coração e não com um monte de decoreba com prazo de validade determinado. Fim da lista de exigências do taxista, só que não. Ele forrou todos os bancos com plástico e repetidas vezes nos dizia que se sujássemos de areia ele teria que aspirar ao final do dia achei até que era mais uma piada já que era a função dele como taxista. Entretanto após um amigo colocar o pé de pato sujo d areia e ele se aborrecer vi que não era piada. O retorno a João Pessoa foi feito ao som de buzina. Xavier é apaixonado por buzina e apaixonado por grosserias. Nesse momento sinceramente quis me despedir: “Adeus Paraíba”. Mas evitei que ele surtasse e preferi acreditar que ele era uma exceção no povo paraibano. • LITORAL NORTE (R$2,20 o bus) O ônibus 601, que vai para o TERMINAL DO BESSA, circulou na avenida beira-mar na maior parte do tempo quando íamos para Cabedelo. De dentro do bus avistamos as praias: Intermares, Poço, Camboinha, Areia Dourada, Formosa todas de um azul intenso, como era final de semana havia muitos carros de passeios estacionados e muita gente circulando, optamos por não descer em nenhuma porque o tempo estava curto para ir até o farol de Cabedelo, para quem vai à essas praias acho uma boa ir de bus. Fique atento na volta, pois os ônibus passam voando e os motoristas não gostam muito de atender ao chamado dos passageiros, certifique-se do lugar correto de embarque. • FORTALEZA DE SANTA CATARINA Próximo à Fortaleza encontramos a praça com o marco zero da Transamazônica em Cabedelo. É cobrada uma taxa de R$2,00 de visitação da Fortaleza. O lugar parece estar abandonado e ma administrado, pouquíssimas peças no museu, sem guais e uma loja de artesanato com pouquíssima variedade. Do alto do museu dá para se avistar o encontro da foz do rio Paraíba com o mar. Tomamos água de coco em uma barraca na entrada e fomos até o ponto final do ônibus, como o ônibus iria demorar resolvemos almoçar no restaurante Meio Quilo. Pela grande distância, pelo grande tempo levado para chegar até lá e pela precariedade na conservação eu descartaria o passeio caso o tempo de viagem fosse reduzido. • CITY TOUR O city tour pela terceira cidade mais antiga do Brasil começa no centro da capital Paraibana, terminando nos arredores da praia de Tambaú. Visitam-se lugares que são cartões-postais da cidade, além de conhecer as riquezas do artesanato paraibano. Como exemplos podem ser citados os seguintes pontos turísticos: • Parque Sólon de Lucena [Fica mais bonito quando iluminado de noite] • Praça Antenor Navarro • Teatro Santa Rosa [fechado para obras] • Igreja São Francisco [visita guiada R$ 4,00] • Praça dos Três Poderes • Basílica N. Senhora Das Neves. • Mosteiro de São Bento • Igreja de N. Senhora Do Carmo. • Casa do Artista Popular • Farol do Cabo Branco – Ponta do Seixas • Estação Ciência • Mercado de Artesanato Paraibano As operadoras de turismo como a Luck cobram R$40,00 por pessoa, o city tour é feito em ônibus, mas depende de fechamento de grupos. Decidimos explorar a pé, pegamos um ônibus para o terminal do centro e de lá saímos pelas ruas munidas de um mapa-guia de turismo. Os pontos turísticos não são tão pertos um dos outros. Há quadras em que tem concentração de dois ou mais três pontos turísticos. Dava um trabalhão localizar no sol quente os pontos, e tínhamos que andar muito. Pés inchados e pouquíssimas eram as informações que conseguíamos das pessoas que circulavam. Achei estranho o fato que em João Pessoa as pessoas não saberem dar informação e nem ter vontade de procurar saber. A cada abordagem a resposta foi praticamente a mesma: NÃO SEI e um semblante carrancudo. E o mais assustador é que geralmente estávamos a uma quadra do ponto turístico, ou atrás. Nem a Igreja com sua enorme torre era percebida pelos funcionários das lojas. O jeito foi enxergar o enorme mapa com seus minúsculos pontos turísticos identificados. Uma vantagem de não ter fechado com a agência foi encontrar os lugares vazios antes da chegada dela, podíamos aprender e tirar fotos com maior liberdade no espaço. Sempre encontrava com a empresa na saída dos pontos turísticos, em alguns na verdade, pois parece não abranger aqueles pontos em que só se chega a pé. De João Pessoa para Fortaleza A passagem aérea para este trecho pela Azul estava R$200,00 com as despesas de táxi até o aeroporto e meio-diária até a hora do voo optamos por fazer o trecho de ônibus durante a madrugada. Fizemos check out no hostel no horário do almoço, pois não havia guarda-volumes. Pegamos uma carona dentro do hostel até a rodoviária (menos R$30,00 ). Chegando a rodoviária guardamos nossas malas no guarda-volumes, R$3,00 por volume) e fomos andar pelo centro. Almoçamos em um restaurante a três ou quatro quarteirões da rodoviária, vire à direita siga por mais dois quarteirões e depois vire á esquerda. O restaurante fica na rua Silera Jardim próximo ao Shopping Popular 4400. R$29,90 o Kg, comida gostosa e diversificada. Próximo às 17hs retornamos à rodoviária, retiramos as malas do guarda volume e trocamos de roupa para a longa viagem. O ônibus saiu 20hs da rodoviária e chegou por volta das 7:30 na rodoviária de Fortaleza. A viagem foi bastante tranquila e dormimos em todo o trecho. A empresa que faz a linha é a Viação Nordeste, são 740 km de distância, o preço da passagem é R$114,00 e não aceitam cartões nem débito, nem crédito. Os funcionários do guichê da empresa na rodoviária não dão informações oralmente, para toda pergunta batem a unha no vidro e dizem que é para vc ler. Sorte que sou alfabetizada e enxergo perfeitamente, né não?! Lembrei-me do taxista Xavier [risos de adeus]. Obs.: algumas fotos como no Km 0 da Transamazônica ou centro histórico serão melhores visualizadas se abertas em novas guias.
  3. Sensacional o relato! Se eu já tinha vontade de ir lá, agora tenho que me apressar!! As fotos estão lindass, apesar do perrengue a chuva deu aquele toque!
  4. Pra quem tem facebook vale a pena dar uma olhada no grupo 'carona Diamantina <-> BH', todo final de semana tem alunos da Universidade ou pessoas da cidade que moram fora fazendo esse trajeto, a carona paga sai em média R$ 45. página do grupo: https://www.facebook.com/groups/244139378947119/?fref=ts
  5. Oii, sem problemas. O intuito é esse mesmo compartilhar informações! Vou acompanhar o blog também. Um abraço, Larissa Andrade.
  6. 1º dia – trecho Belo Horizonte à Cariacica Compramos a passagem de trem pelo site da Vale por R$56,00 cada, nas terças os bilhetes saem com desconto de 10% ida ou 20% ida e volta, vagão econômico. Os assentos da classe econômica estavam quase esgotados, achamos somente duas vagas em poltronas distantes e no último vagão. Por isso vale a pena comprar com antecedência. Chegamos à estação ferroviária às 7 da manhã de terça-feira. Com o comprovante de compra do bilhete pela internet pudemos nos dirigir diretamente ao vagão sem precisar trocar o comprovante pelo bilhete. O trem saiu no tempo previsto, às 7h30min. A primeira parte do trajeto é muito bonita, passa-se por áreas com mata super preservada, por pontes altíssimas e também pelas áreas de exploração de minério, que apesar da degradação ambiental forma um abismo espetacular, com diversos tons! No início os banheiros estão limpos, porém com o decorrer da viagem toda vez que se abre a porta de acesso do vagão sente-se um cheiro de urina. Logo, apesar de mais espaçosas, as poltronas da frente não são uma boa opção de compra. Além do mais fica um vai e vem de pessoas. Funcionários da lanchonete passam com um carrinho vendendo salgados, bolachas, refrigerante e água, sem que seja necessário ir até o vagão restaurante. Porém dependendo do vagão em que se está demora muito ou chega quase sem opção de produtos. Perto do horário do almoço também dão a opção de reservar o almoço, que é entregue posteriormente em marmitex à R$ 10,00. A comida cheira deliciosamente, o vagão vira um farofão sobre trilhos haha. Acho mais viável lanchar, almoçar no próprio vagão restaurante, que de quebra tem ar condicionado também. Durante a viagem são avisados os horários de funcionamento do vagão restaurante e do vagão lanchonete. Apesar do nosso vagão ser o último e portanto longe dos vagões lanchonete e restaurante e do vagão disponível para computadores e leitura, foi por último uma sábia escolha. A partir da estação de Governador Valadares o nosso vagão esvaziou consideravelmente, o que não aconteceu com os primeiros vagões econômicos. E essa retirada veio acalhar em um trecho em que o calor se torna insuportável na classe econômica. Escolham poltronas do lado esquerdo, pois tem as imagens mais bonitas da ida e também à tarde o sol não bate diretamente deste lado, ajudando a dar uma refrescada, mesmo que pouca rssr. Como o vagão estava quase vazio, trocamos rapidamente de poltrona. Escolham roupas transpiráveis para a viagem, assim como os sapatos. Meus pés mal cabiam mais dentro do tênis. Peguei logo o havaianas na mochila! Apesar do calor insuportável gostei muito de ter ido de classe econômica, não suportaria muito tempo o ar condicionado e acho muito sem graça não ter o contato com o vento ou poder ver toda a paisagem debruçada sobre a janela. Entre os vagões existem varandas que permitem tirar belas fotos. Não tirei quase nenhuma pois estava cansada e sem durmir há dois dias. Mas as paisagens são belíssimas. Os tunéis também são bem interessantes, abertos nas montanhas, e um pouco claustrofóbicos também no início da viagem. A viagem vale muito a pena, parece uma volta ao tempo. Chegamos na estação de cariaciaca por volta de 22h40min, houve sucessivos atrasos na viagem e até falta de energia para comunicação na ferrovia. Mesmo com atrasos rotineiros, as previsões de chegada não passavam de 21h30, o que não aconteceu conosco, excedendo ainda mais o limite. Descendo na estação de Pedro Nolasco, atravessamos a avenida em frente e pegamos um ônibus (R$2,50) até o terminal de Vila Velha (existem vários, passam em média de 20 em 20 min, por exemplo o 500) num percurso de 15 min, ônibus vazio. O ponto fica cheio de gente quando o trem chega, mas fique atento pra subir no primeiro ônibus que passar, pois rapidamente o ponto de ônibus esvazia. Há táxis também na estação mas cobram em média R$30,00 pra Itaparica. Depois que descemos no terminal de Vila Velha pegamos outro ônibus(sem pagar-terminais interligados) para o terminal de Itaparica (na plataforma tem placas com os números dos ônibus, 501, 656). O ônibus dessa vez estava lotado e foi difícil subir com nossas malas mesmo que pequenas. Mas subimos de qualquer jeito haha. Pedimos informações para descer na Rodovia do Sol entre a Citroen e o Motel Pop, o que nos deixava perto do Hotel Marlin Azul (3339 3302). Descendo a surpresa: hotel lotado, as outras opções ou estavam lotadas ou muito caras. Enquanto no Marlin a diária estava R$130 nos demais como Plaza Mar, Itaparica Praia, Santorini, não saíam por menos de R$230,00. O atendente do Marlin foi muito prestativo, nos ajudando na busca de outros hotéis próximos. Aí lembramos que no caminho do ônibus, tinha uma parada no Hotel Faraoh, então resolvemos depois de puxar muita mala pelas ruas quase vazias ligar para lá e por sorte havia vaga. O Hotel Faraoh (Rodovia do Sol, 1516, Itaparica, 27 3339 2289) fica há umas 3 quadras do Marlin Azul, nos dirigimos pra lá e resolvemos nos hospedar. O quarto com banheiro, ventilador de teto, e TV saiu por R$81,00. Estávamos um caco, e a aparência do quarto, lençóis, banheiro e uma pia! não ajudaram a melhorar nosso ânimo. MG ao ES por larissandradeps, no Flickr MG ao ES por larissandradeps, no Flickr MG ao ES por larissandradeps, no Flickr MG ao ES por larissandradeps, no Flickr 2º dia: Praia de Itaparica No outro dia, um pouco mais descansadas fomos tomar o café da manhã. Ainda estávamos cismadas com o hotel. Café da manhã era bem simples mas tinha o necessário. Frutas, café, leite, Nescau, pão, bolo, presunto. Liguei para outros hotéis mas continuavam lotados os mais em conta. Por fim decidimos sair para reconhecer a região. E então descobrimos que o Faraoh tinha a melhor localização, um quarteirão da praia, um quarteirão de supermercados, drogarias, restaurantes, lojas e de tudo o que precisávamos. Com ponto de ônibus na rua do hotel, era também uma região bastante movimentada e que não ficava deserta como observamos perto dos outros hotéis. Decidimos então encarar mais uns dias no Faraoh, já que gostamos bastante da localização. O hotel estava bastante cheio também, pois no final de semana ia ter um show gospel na praia. O público do hotel é bem diversificado, desde jovens mochileiros, famílias, turistas até trabalhadores. Luciana que atende na recepção é uma pessoa super atenciosa, discreta e prestativa. Porém na nossa estadia ficamos horrorizada com uma faxineira, desaforada, porca. Fica a dica para conferirem a limpeza no check in, no nosso quarto havia bitucas de cigarro, pedaços de espuma debaixo da cama que por lá ficaram até o fim de nossa estadia. A troca de lençóis e toalhas só foram feitas à nosso pedido e depois de resmungos dessa faxineira. Vale o preço se o intuito é economizar no que puder e se você não é do tipo que adora ficar no hotel kkkk. Eu e minha mãe ficamos pouquíssimo tempo nos hotéis. Só para banho e dormir mesmo. Depois de termos andadado pela região procuramos um lugar para almoçar. Encontramos um restaurante self service sem balança (R$8,50), acho que o nome era Maria na rua Itaunas à dois quarteirões do hotel Faraoh. Comida simples mas gostosa, atendimento rápido. Saindo do Faraoh, depois de um quarteirão saímos na avenida da praia, mais dois quarteirões à esquerda tem uma farmácia Santa Luzia com banco 24hs(funcionamento 8 às 10 da noite). No quarteirão de trás do hotel também encontramos caixa 24 hs (no supermercado- tem uns 3 supermercados nessa região), bancas de revista, farmácias, sorveterias, bares e restaurantes. Depois fomos curtir o dia na praia. Sentamos na barraca Amoricana, o pessoal de lá atende bem mas não fica o tempo inteirinho incomodando. Não acumula muita gente e a música é de excelente qualidade. MG ao ES por larissandradeps, no Flickr MG ao ES por larissandradeps, no Flickr 3º dia Praia de Itaparica e Convento da penha Pela manhã passamos o dia, caminhando e aproveitando a praia. Depois de almoçarmos decidimos ir até o Convento da Penha. Para ir até lá pegamos um ônibus pro terminal de Vila Velha, descemos e pegamos um ônibus para Prainha (por exemplo o 635). Peça ao cobrador para te informar pra descer na rua que dá acesso ao Convento da Penha. Na volta basta andar dois quarteirões e esperar qualquer ônibus pro terminal de Vila Velha em uma praça à direita. Nesta praça você pode visitar também a Igreja do Rosário que é considerada hoje a mais antiga do Brasil. Subimos até o Convento da Penha a pé e tiramos várias fotos, a imagem lá de cima é espetacular. Quando chegamos lá estava tendo missa. Fique atento ao horário de funcionamento ( seg a Sab, das 5h30 às 16h45. Dom, das 4h30 às 16h45). De lá se avista o Morro do Moreno, não tivemos coragem de subir por falta de guias e informações de assaltos por lá. Mas do alto desse morro tem-se uma vista 360graus, ficou pra próxima . Chegando de volta à Itaparica fomos à Vila do Açaí (3534 9994) em frente ao posto Ipiranga, pertinho do Faraoh. Recomendado pelo guia da revista Veja, tem deliciosas combinações e disk entrega. R$9,00 uma taça gigantesca de açaí com cupuaçu. Aprovado!! De noitinha resolvemos ir andando até a praia de Itapõa pra ver o tal show gospel, multidão logo fobia, depois de muito andar batemos em retirada, sentamos em um quiosque comemos uma pamonha com coco eu, e com queijo minha mãe. E voltamos, percorrendo inúmera quadras até nosso hotel, voltamos mortas. Mas foi legal observar o movimento na orla, crianças com inúmeras pipas na areia. Parecia até um campeonato pela quantidade. Nunca vi tanta pipa empinada à noite, tava lindo. As academias ao ar livre lotadas e bastante policiamento na região. MG ao ES por larissandradeps, no Flickr MG ao ES por larissandradeps, no Flickr MG ao ES por larissandradeps, no Flickr MG ao ES por larissandradeps, no Flickr 4º dia: Praias( Canto, Camburi, Ponta da Sereia) De manhã fomos para a praia mas o tempo não ajudou então decidimos ir de ônibus até as praias de Vitória. Pegamos um ônibus para o terminal de Laranjeiras (508), cruzamos a 3ª ponte (tanto na ida quanto na volta da terceira ponte se tem uma belíssima imagem do Convento da Penha e do Morro do Moreno), e rapidamente chegamos a praia do Canto, passamos pela ponta da Sereia e resolvemos descer na praia de Camburi próximo ao posto da Petrobrás. Passiamos um pouco por lá onde estava sendo realizada feiras, competições de vôlei de areia e shows. Muito movimentada a praia de Camburi tem boa infra-estrutura mas não é do tipo de praia que eu passaria um dia todo, não dispõe quiosques, duchas, sombra e é muito movimentada, pedestres, bicicletas, patins, skates ...além de ficar em uma avenida com intenso trânsito. Além do mais como a praia da Costa, a sensação que dá é que os navios cargueiros estão muito próximos. Sem dúvida optar pela praia de Itaparica foi a melhor opção, mais sossegada, mais rústica e menos popular como a da Costa (apesar da excelente infra estrutura da praia da Costa). Com o mormaço logo procuramos um restaurante para almoçar e encontramos o Shateau (R Comissário Octávio Queiroz, 2º quarteirão, próximo ao posto da Petrobrás) self service R$40 o Kg, marmitex R$11 e marmitinha R$9. O self service estava delicioso, com muitas opções e apesar de caro valia pela qualidade e variedade. De lá avistamos uma placa indicando o Parque da Cebola, Vitória tem vários outros parques mas com o tempo curto visitamos somente este, no final da rua Aristóbulo Barbosa Leão basta ir até o final dela e virar à direita, mais dois quarteirões vire à esquerda na esquina de uma academia e terá acesso à uma das portarias do parque. Pesquise o horário de funcionamento na net. O parque é super bem cuidado, cheio de animais e tem uma vista muito bonita da cidade. Sossego total, tem pistas para corrida, bicicleta, quadra de futebol, vestiários e de lá se avista o aeroporto. Cansadas voltamos ao hotel pegando o ônibus Terminal Itaparica na avenida da praia. Mais tarde fizemos o mesmo trajeto da tarde até Camburi no intuito de achar artesanatos locais na feira que estava tendo na praia. Não achamos nada de diferente, compramos alguns bombons caseiros, e chovendo pegamos um ônibus lotado para retornar. No meio do trajeto achamos outra feirinha na praça dos Namorados e descemos, nada de diferente das outras feiras também. Atravessamos a avenida e pegamos outro bus com direção ao terminal de Itaparica e descemos em frente ao Hotel Faraoh. MG ao ES por larissandradeps, no Flickr MG ao ES por larissandradeps, no Flickr MG ao ES por larissandradeps, no Flickr MG ao ES por larissandradeps, no Flickr MG ao ES por larissandradeps, no Flickr MG ao ES por larissandradeps, no Flickr MG ao ES por larissandradeps, no Flickr quero-quero MG ao ES por larissandradeps, no Flickr 5º dia Passeio de carretão e restaurante Caranguejo Assis Depois de curtir a manhã e a tarde de sol na praia tomamos um sorvete na sorveteria Ajjelson rsrs com deliciosos sabores e dando uma volta pela praça lá perto vimos um trenzinho da alegria que lá chamam de “carretão” crianças felizes que somos corremos até hotel para tomar banho, dispostas a pegar o próximo carretão. Sete horas e as duas crianças ansiosas pela voltinha, música animada, Mickey e lá fomos nós. O carretão foi outro meio de transporte que nos ajudou a ter uma visão ampla da cidade. Passou pelas praias de Itaparica, Itapuã e da Costa nos dispensando de longas caminhadas. Passou também dentro dos bairros, centros comerciais e assim como os ônibus permitiu ver um pouco do dia a dia da cidade, das coisas boas e das ruins como o cheiro insuportável de esgoto por longos trechos típico das grandes cidades. Depois de uma hora de percurso R$5 retornamos à praça e do hotel fomos jantar no restaurante Caranguejo Assis I, preferimos pegar um táxi até lá R$10, estava bem cheio. Pedimos uma muqueca de camarão, bem servida (sobrou bastante comida – pra duas pessoas a porção) mas não tão gostosa como as que já comi, gosto forte de azeite. Quase despencando na mesa pedimos a conta (R$118, com sucos), chamamos o táxi e caímos mortas na cama. 6º e último dia: praia de Itaparica e voo de volta Decidimos pagar mais uma diária e ficar até quase a hora do vôo em Itaparica. Ficamos na praia até o começo da tarde, onde almoçamos na barraca Amoricana, dourado com camarão, batata frita, salada e refris R$55. Retornamos ao hotel, arrumamos as malas e depois do acerto pedimos um táxi para o aeroporto pois estavamos de calça jeans num calor do cão. Até o próximo relato!
  7. oi gente, diamantina tem hostel tbm: http://www.diamantinahostel.com.br/, do hostel para o centro histórico é só descida, mas na volta só subida! dependendo do preço, melhor optar por pousada ou república de estudantes. Há também a vesperata, um concerto de musica com os musicos nas sacadas das casas antigas e o maestro regendo em baixo na rua, no meio dos turistas. Acontece várias vezes ao ano em frente o café A baiúca.
  8. Obs: gente no passeio de Morro de São Paulo, almoçamos no restaurante Sambass Café na segunda praia, indicado pela CVC. Estavamos um caco e não queríamos procurar outro. Não sei como a CVC teve coragem de indicar este restaurante. Apesar de badalado, música ao vivo, o atendimento é simplismente péssimo e vc divide seu prato com um milhão de moscas. Não tenho frescura não. Mas foi o pior almoço que já tive. Muito nojento. Quem também tinha feito pedido ficou assustado ao ver nossa mesa cheia de moscas. Decidi pedir um açaí pra vendedores de uma lanchonete e estava delicioso e o melhor: sem moscas! Fujam desse restaurante, é so estampa. No 5º dia fizemos o passeio para Maraú (R$ 65 por pessoa): depois de sacolejar dentro de um Land Rover com os vidros fechados, estava chovendo e voando barro em todas as direções. Chegando à praia, chuva, ventos fortes o sol firmou o bastante para uma pequena caminhada somente, restaurantes com os preços mais puxados. Não compensava passar o dia lá por causa do tempo, como não era maré cheia não formaram as piscinas naturais. Resolvemos acelerar o passeio e ir ver as bromélias gigantes. Lembre-se de verificar as marés para aproveitar o passeio. Visitamos também a lagoa e praia de mesmo nome: Cassange. Lindas! Lagoa do Cassange Praia do Cassange De noite, assistimos a roda de capoeira no bar Jungle e, na Praça dos Cachorros, fomos comer tapioca na Tapiocaria Bem Brasil, diversos sabores, sucos fartos. Valores de R$7-15, deliciosas. Tempo de espera pequeno. No 6º dia fizemos o passeio Baía de Camamu (R$ 60). Faz jus ao título de 3º maior baía do mundo. Nunca tinha visto aquela quantidade de água! Fiquei boquiaberta com a dimensão desta baía. A escuna em si foi um tormento, muito estruturada, nova, mas passeio pra “turista ver”, pessoal dançando ao som das músicas da moda “eu quero tchu, eu quero tcha”, guias em seus momentos pop star ao microfone, altíssimo por sinal. A vontade que tinha era de empurrar a escuna. Se tivesse alugado uma lancha rápida com um grupo menor teria sido mais válido. Naquela imensidão toda, natureza maravilhosa eu preferia o silêncio às músicas de boate brega. Baía de Camamu Parada para Ilha da pedra furada, paga-se R$5 para ver uma pedra furada haha muita gente não desceu, mas também não tem graça ir até lá e não descer certo?! Desci rsrsr. Ilha da pedra furada Parada em Barra Grande, muito rápida só deu tempo de almoçar (almoçamos no Forte dos Frades- é um camping e serve refeições no modelo PF e executivo, muito bem servido, em toda viagem meu almoço que teve mais salada adoro! E por um preço minha gente de R$14, quem sentou nos quiosques da chegada: que dó!). O mar lá não era tão bacana para banho. Como almoçamos bem tarde, ao chegar em Itacaré optamos por repetir a tapioca da Tapiocaria Bem Brasil e fomos no Mar e Mel restaurante ouvir um forró! Ouvir porque não sou muito de dançar srrsr. No 7º dia, parecíamos estar a uma vida la em Itacaré, já estava me sentindo uma nativa. Conhecendo os caminhos, atalhos..rsrs. Resolvemos nesse dia fazer o Rafting no distrito de Taboquinhas. No caminho vários pés de Cacau, lindo e também de cravo da índia. Recebemos as instruções dos instrutores da Ativa rafting e aventuras (R$70 por pessoa com van até Taboquinhas) coletes e remo na mão começou a descida, a primeira a ser empurrada do bote pelo instrutor fui eu, que morro de medo de água, é morro de medo de altura e água srrs .. Com água meu medo é pior ainda. Srrs Passada o susto entrei na onda e o percurso do rio de Contas foi só aventura e risadas. O lugar é maravilhoso quando acaba da vontade de ir novamente. Pra finalizar uma tirolesa caindo na água. Voltamos felizes e com os braços moídos de tanto remar rsrsr. Almoçamos no restaurante Casa de Taipa, self service (R$16,90), com bastante variedade e comida gostosa. Para jantar decidimos ir à bem falada Creperia do Tio Gu, crepes deliciosos e todos com nome de praia. Tanto o crepe doce como o salgado (R$20 grande) estavam deliciosos, atendimento excelente. Realmente vale a babação de ovo aqui no Mochileiros.com. No 8º dia a vida em Itacaré estava tão boa, estávamos com tanto TALENTO que acordamos para tomar café da manha mais tarde, minha mãe foi até a praia logo pela manhã. Quando tomava café da manhã o guia da CVC me pergunta sobre minha mãe e minhas malas, nosso translado esperando na porta da pousada. Tínhamos simplesmente nos esquecido que o horário do voo sofreu alteração srrsrs. Arrumamos (amassamos) tudo dentro da mala que ainda não estava arrumada srrs. Pedi um taxi as 10 da manha para chegar a tempo (uma hora e meia de viagem) no aeroporto de Ilhéus meio dia. Sorte que Ney ((73) 9195 9089 – R$100 translado) é bom no volante minha gente, conhece muitos caminhos alternativos, pois devido ao feriado itacaré-ilhéus estava fervendo. Sufoco, despedidas e a vontade de ficar por lá! Até a próxima!
  9. Relato Itacaré 6 a 13 de outubro de 2012 Primeira parte: Dia 6 saímos de BH com direção ao aeroporto de Ilhéus, chegando lá chuva. Por sorte foi autorizado o pouso, senão demoraríamos muito tempo para chegar a Itacaré. Com mais uma hora e meia de van chegamos à Itacaré. Ficamos na pousada Villa N’Kara, fechamos pacote de hospedagem + passagem aérea + translado. Sim, poderíamos fazer duas viagens com o preço do pacote. Mas quando descobri o Mochileiros.com o pacote já estava pago. Depois da descoberta, CVC “aquele abraço”, rsrrs. Na própria pousada resolvi fechar os passeios com a própria CVC, pois já havia pesquisado preços aqui no site e com o desconto que a CVC deu ficou na faixa do preço das outras agências. Logo foi mais cômodo fechar para mim e minha mãe. Sobre a hospedagem: gostei muito da pousada, pessoal atencioso, discreto, tudo limpo, bem decorado, dá a impressão que estamos em um sítio com tanto sossego, café da manhã farto e variado. A pousada fica em um condomínio próximo à praia da Concha. Nesse condomínio há inúmeras opções de pousadas. As ruas são todas de barro, e com uma chuvinha enormes poças d'água se formam. Achei um barato pois levei havaianas e tênis somente. Mas para quem levou sandálias meia-pata, salto agulha kkk a diversão acabou ali Gostei muito da localização da pousada, fácil acesso ao centrinho, rua da pituba e também às praias. Sobre os passeios: Fiz diversos passeios, aproveitando relativamente pouco as praias de Itacaré. Mas particularmente não gosto muito de ficar o dia todo na praia, prefiro trilhas e coisas diferentes para fazer. Já minha mãe adora ficar na água. No 1º dia só conhecemos as redondezas, centro comercial de Itacaré. Rua Pedro Longo, que reúne restaurantes, lanchonetes, farmácias e Rua da Pituba onde se localizam mais restaurantes, hostels e lojinhas. Almoçamos no restaurante Flor de Cacau, bem servido, deliciosa farofa de banana e um enorme e delicioso suco de cupuaçu.Demorou um pouco porque estava lotado. Dizem que baiano tem TALENTO, e no primeiro dia já sentimos na pele esse tá lento, ta lento pra comer, ta lento pra andar, rsrsr. No 2º dia, domingo fizemos o “passeio” praias urbanas, incluso no pacote de viagem da CVC. Nada mais do que andar nas 4 praias Rezende, Tiririca, Costa, Ribeira. Passeio simples, percurso pequeno em uns 15 min se faz tudo e tirando foto haha. Tédio. rezende tiririca costa ribeira Para ficar mais emocionante, na última praia que paramos (Ribeira) que conta com a maior infraestrutura conversamos com um guia nativo e pedimos que nos levasse à trilha da Prainha. O percurso em si até que não é dos mais difíceis, mas depois dos inúmeros relatos de assaltos colhidos por mim aqui no Mochileiros.com resolvemos, eu e mãe, não arriscar. Pagamos R$20 por pessoa, meio salgado para o trajeto curto. Mas quero destacar que um guia nativo faz até mais do que guiar no caminho, conta sobre os costumes, histórias locais. Nenhum valor paga as histórias, gírias e as coisas novas que aprendemos com eles. O nosso guia tem até nome artístico haha Zé Bob. Zé Bob Geralmente esse passeio vai até a Prainha (conhecida pelo fato do dono da Hang Loose ter uma casa lá, e ser considerada umas das mais belas praias..blá, blá, blá), mas Zé Bob entendido como é, sabia que nossas perninhas aguentavam um pouco mais e nos levou à praia de São José a trilha dessa praia passa por dentro de um condomínio particular. Muito bonita por sinal essa praia. E a maioria anda, anda e morre na Prainha hahah não conhece a de São José que é logo do lado. Poderíamos ficar o dia todo por lá, mas depois de uma água de coco e uma cocada de cacau, decidimos por o pé na trilha e retornar à praia da Ribeira. Trilha para Prainha Prainha mirante São José São José Pensa que acabou? Voltamos à pousada para tomar banho, e retornamos à Praia da Ribeira. De novo? Sim, porque decidimos que iríamos fazer o arvorismo e tirolesas que tem no parque do Conduru. A empresa tem uma base ali mesmo na praia da ribeira, chama conduru ecoturismo. Um jovem chamado Alessandro ficou responsável por duas loucas que MORREM de medo de altura. E de quebra ainda tirou fotos e fez vídeos muito bacanas dessa loucura que cometemos. Alessandro Antes de começarmos o arvorismo sentamos nas mesas e pedimos uma tapioca de frango, quando o pedido chegou o susto: um pastel ensopado em óleo! Olhamos pra barraca e descobrimos que com o cansaço acabamos sentando na barraca de pastel e não na de tapioca. Risos engordurados. O arvorismo com tirolesas no circuito e sobre a praia saiu R$ 70 por pessoa, :'> muitoo bomm!! Até pra quem tem medo de altura srrsrsrs! arvorismo Parque Conduru tirolesa Mortas de cansaço retornamos à praia da concha e pedimos o prato do dia: moqueca de peixe no restaurante Malagueta, R$ 38 para duas pessoas. O peixe estava ótimo, porém os acompanhamentos horríveis, arroz duro... farofa estranha, etc. Não recomendaria, esta impressão não foi só nossa dentro da pousada. Do lado do Malagueta há um armazém, bom para comprar água, lanches para os passeios... No 3º dia fizemos o passeio 4 trilhas (R$35 por pessoa). De van seguimos até a entrada da trilha para a praia da Engenhoca. Muito bacana a mata e bem preservada, tirando os restolhos da obra embargada do Pestana. Engenhoca Passamos pela praia Hawaizinho, Camboinha a partir dessas praias a trilha começa a ficar em um nível mais pesado, a maioria do trajeto é feito em encostas e como tinha chovido fica escorregadio dificultando para quem esta acima do peso, tem problemas no joelho ou simplesmente para quem não está acostumado com trilhas. Tinha muita gente de chinelo, vixi!De tênis eu já estava escorregando! Hawaizinho Itacarezinho Disseram que os preços do resort lá na praia de Itacarezinho eram caríssimos, mas dessa vez que fui o preço tava R$30,00 por pessoa, revertido em consumação. Nos relatos muitos diziam ser R$80-120. Na volta descemos na rodoviária e surpresa: o banco 24hs não tinha um real para saque. Depois de tomar banho na pousada resolvemos pegar um táxi na rodoviária e ir à Ilhéus tirar dinheiro (em itacaré muitos lugares aceitam cartão, mas nos passeios fora de itacaré é difícil encontrar quem aceite cartão). Fomos no táxi de Junior, rapaz novo e muito bacana. Como era noite nos acompanho nas ruas de Ilhéus, mostrou o Bataclan, casa de Jorge Amado, Bar do Vesúvio sem pressa. Super indico, ele também faz passeios guiados a esses lugares durante o dia e translados entre itacaré-ilhéus (Júnior (73)9971 8415). Bar do Vesúvio Casa de Jorge Amado Quando chegamos a Itacaré jantamos no Manga Rosa: filé mignon, arroz, salada ao vapor nada surpreendente por um valor de R$32,00. Paguei foi pela decoração kkk. Ah! Mas adorei o banheiro, limpo, com fio dental disponível rsrsrs. No 4º dia fomos para Morro de São Paulo (R$150 por pessoa): trajeto longo de van e depois de barco. Muito bonito muito diferente o transporte de mercadorias e malas de turistas em carrinhos de mão, remete ao tempo da escravidão, negros malhados empurrando os carrinhos pesados ladeira acima. Estacionamento de carrinhos de mão Diferente ver mulas transportando cimento, tijolos para as construções. Interessante estar em um lugar sem carro. Morro de São Paulo é bastante movimentado, bonito, mas o passeio de um dia é muito cansativo, tiraria pelo menos dois dias pra ficar lá. O cansaço foi tamanho que não saímos nem para jantar em Itacaré. mirante da tirolesa Em breve a Segunda parte...
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