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victorsanb

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Sobre victorsanb

  • Data de Nascimento 01-11-1981

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  • Lugares que já visitei
    México, Espanha, Portugal, Itália, França, Alemanha, Holanda, Inglaterra.
  • Próximo Destino
    EUA
  1. Oiii!!! Que bom que gostou do relato! Só lembrando que essa viagem já tem 4 anos, então algumas informações provavelmente estão desatualizadas. De resto, boa viagem! Tenho certeza que será inesquecível!
  2. Oi, Lili, tudo bom? Olha, sobre a travessia eu sou suspeito pois gosto muito de cruzeirar. A verdade é que a travessia tem um ponto positivo e outro negativo em relação ao turismo em si. O ponto positivo é a oportunidade de conhecer muitos lugares com um "relativo" baixo custo", otimizando assim sua viagem e enriquecendo-a. Não consigo pensar em outra forma de conhecer Tenerife, Arrecife de Lanzarote, Funchal, Cádiz e outros lugares pitorescos (e, para ser sincero, lugares que eu nem sabia que existiam). O ponto negativo é o pouco tempo em cada destino. Vc chega em cada porto por voltar das 8h e sai às 17h. Mas existem paradas que chegam 10h e vão embora às 16h. Depende muito do porto e do país. É o que eu chamo de turismo fast food, Então, se quiser conhecer um lugar a fundo (como fizemos nesse relato), sugiro ou descartar a travessia ou fazer um pós-cruzeiro bom. Sobre o balançar do navio, depende muito do roteiro. Se vc fizer o Mediterrâneo, tranquilo. Se vc fizer mais pra cima, o Canal da Mancha, por exemplo, balança bem. Uma boa comparação é esse roteiro pelo nordeste que vc fez X o roteiro "rumo ao prata" que passa pela Argentina, Chile e Uruguai, se não me engano. Esse roteiro balança demais e minha mãe quando fez passou mal. Sobre a travessia em questão, a de 2013, meu roteiro foi o seguinte (se não me falha a memória): SANTOS NAVEGAÇÃO BÚZIOS NAVEGAÇÃO SALVADOR RECIFE 4 DIAS DE NAVEGAÇÃO RUMO À EUROPA ARRECIFE DE LANZAROTE (ILHAS CANÁRIAS) SEVILHA LA CORUNA DOVER (NESSE DIA FIZEMOS UM BATE E VOLTA PARA LONDRES) AMSTERDAM HAMBURGO Foram 17 noites, sendo que optamos por desembarcar em Amsterdam, onde esse relato teve início. Em algum lugar da Europa teve um dia de navegação tb, mas não me recordo em qual. Particularmente não curti muito essa travessia exatamente pelo que escrevi acima. O navio subiu, foi pelo Canal da Mancha e balançou consideravelmente. O que salvou nossa viagem foi o pós mesmo, que foi espetacular. Em 2012, a experiência foi bem diferente. Fizemos o seguinte roteiro: RIO DE JANEIRO NAVEGAÇÃO SALVADOR RECIFE 4 DIAS DE NAVEGAÇÃO TENERIFE (ILHAS CANÁRIAS) FUNCHAL (ILHA DA MADEIRA) NAVEGAÇÃO LISBOA CÁDIZ BARCELONA MARSELHA LIVORNO Nesse roteiro o navio foi suave, não balançou nada. Foi depois dessa experiência que decidimos repetir em 2013. Sobre a permanência dentro do navio (talvez o enjoo a que vc se referiu seja isso, não sei ao certo ), devo alertar que é uma viagem mais tranquila, ritmo lento. Principalmente os dias no mar. Não sei sua faixa etária, mas a média de idade a bordo é alta em travessia, na casa dos 60 anos, logo as programações são todas voltadas para atividades para esse público. Eu fui com minha esposa e com minha filha em 2012 e em 2013 fomos somente minha esposa e eu. Não curto bagunça, logo, prefiro mil vezes a travessia do que um cruzeiro pelo nordeste, por exemplo. O navio tb vai bem mais vazio do que em cruzeiros nacionais, o que também me agrada, já que quando fiz pelo nordeste tudo sempre estava lotado. Sobre o lado financeiro, um navio não é barato. Ele SE TORNA mais barato se colocarmos o mesmo período de tempo em uma viagem sem ele. Exemplo: o que é mais barato? Ir direto de avião, ficar 10 noites pela Europa e depois voltar OU fazer a travessia, ficar mais 10 noites pela Europa e voltar? Com certeza a primeira opção. Mas se vc colocar no papel os 16 , 17 ou 18 dias a mais que o navio te proporciona nesse cálculo por conta própria (trocando as 10 noites por 26, 27, ou 28 noites), aí o navio se torna atrativo pq lá vc tem hospedagem, serviço de quarto, alimentação e transporte incluso no preço que vc pagou pelo cruzeiro. Não sei se ficou claro o meu raciocínio . Bom, é isso, Lili. Qualquer dúvida não hesite em perguntar. É sempre um prazer voltar aqui no fórum e rever esse relato que me enche de saudades! Um abraço. Victor.
  3. Cancún e arredores: 10 dias!

    DIA 09 - 12/07/15 - DOMINGO. A ideia original era acordarmos bem cedo e aproveitar o domingão programado. Porém, os dois últimos dias foram puxados e acabamos dormindo até mais tarde. Isla Mujeres A escolha recaiu sobre Isla Mujeres, principalmente após nosso dia no Garrafon. O lugar é lindo e ficamos curiosos. Queríamos conhecer o resto da ilha. Saímos do apartamento por volta das 11h. Levei comigo minha mochila, contendo: duas máquinas, toalhas, protetor biodegradável e o pau de selfie. Pegamos um R-1 e seguimos novamente rumo a Playa Tortugas. Dessa vez, saltamos e permanecemos do mesmo lado da calçada, buscando o estande da Ultramar, que não foi difícil de achar. Compramos nossos tickets (US$ 19 round trip/ pessoa). A próxima saída era às 12h. Ainda tínhamos um tempinho e por isso ficamos passeando por ali e batendo algumas fotos, além de comprarmos água. O dia estava ensolarado e quente. Perfeito! No horário indicado, partimos de Playa e seguimos rumo ao nosso destino. Chegamos a Isla Mujeres antes de 12:30. O trajeto tem previsão de 22 minutos e foi por aí mesmo. O terminal marítimo da ilha é muito bem localizado, fica no centro. Para quem quer conhecer Playa Norte, por exemplo, não é necessário pegar nenhum transporte: em uma caminhada de 10 minutos você já estará lá. Estávamos famintos e decidimos almoçar antes de seguirmos com nossa programação. Ao sairmos do terminal, já nos encontramos na Rueda Medina, uma "avenida" com muitas lojas, restaurantes e autônomos, que oferecem aluguel de um tipo de carrinho de golfe, que é muito utilizado para rodar a ilha. Encontramos um restaurante chamado Miramar, que tinha uma bela vista e perguntei se eles aceitavam cartão de crédito. O rapaz da porta disse que sim e então nos decidimos por ele. Resolvemos nos sentar em uma das mesas que se encontravam já na areia e tivemos um almoço bem agradável. Nessa parte da praia, eles têm um píer com um visual bem bonito. O restaurante ficou dentro da média que encontramos nessa viagem. Não me recordo bem, porém deu algo em torno de US$ 30. O ponto negativo ficou por conta do garçom, que insistiu em não aceitar pagamento em cartão, querendo receber a conta em dinheiro. Eu bati o pé e disse que o rapaz da porta me garantiu que aceitavam e, após um breve debate entre os dois, consegui pagar a conta no cartão. A impressão que me passou foi que o garçom forçou a barra para receber em dinheiro pensando na gorjeta. Depois dessa atitude, não dei nada. Saímos do restaurante, buscando uma forma de conhecer a ilha. Havíamos descartado utilizar os carrinhos de golfe, já que pelas nossas pesquisas, lemos que eles exigiam a carteira de habilitação e nós não temos. Pensamos em utilizar um táxi, mas imaginamos que seria bem caro. Porém, enquanto caminhávamos pela Rueda Medina, fomos abordados por um dos autônomos que ficam com os carrinhos parados, oferecendo seus serviços. Primeiro, Carlos nos ofereceu o carrinho, ao preço de US$ 35. Não me recordo o período exato de tempo, mas acredito que era a diária. Eu informei que não tínhamos habilitação. Ele sorriu e disse que não era necessário. Mesmo assim, recusamos. Ele então se ofereceu para fazer o tour como nosso guia. Preço: US$ 50. Reclamei. Estava muito salgado. Depois de certa negociação, fechamos em US$ 40. Saímos de Rueda Medina e seguimos rumo a Punta Sur, a outra extremidade da ilha. É um passeio bem bacana, Isla Mujeres é bonita demais. Carlos guiou o carrinho e fomos na parte de trás, tirando muitas e muitas fotos. Fizemos algumas paradas e por fim alcançamos Punta Sur. Que lugar lindo! Na volta ainda passamos perto do Garrafon e pudemos vislumbrar aquele paraíso em um dia bem ensolarado. Fica ainda mais perfeito! Observação importante: durante o passeio, vimos policiais parando turistas nos carrinhos de golfe. Isso se repetiu três vezes. Não sei dizer o motivo. Por isso, atenção ao alugar o carrinho! E nosso tour chegou ao fim, assim que chegamos a Playa Norte. Carlos nos deixou bem no fim dela, uma parte paradisíaca. Acertei o pagamento e seguimos nosso passeio. Posso dizer, com toda a certeza, que Playa Norte é imperdível. Foi a praia mais bonita que já conhecemos. Apesar do sargaço (sim, eles estavam em todos os lugares.), a água é cristalina e a temperatura, perfeita! O mar estava bem calmo. Ficamos ali, o restante da tarde, aproveitando o lugar, sem a menor vontade de ir embora. Quando chegou o momento de partir (infelizmente), fomos caminhando pela orla, até chegarmos na altura da Rueda Medina. De lá, caminhamos para o terminal marítimo e pegamos o último ferry da Ultramar, que partia para Playa Tortugas. Saímos de Isla Mujeres às 17:30 h e chegamos em Cancún antes das 18 h. Vou deixar aqui também duas fotos do panfleto da Ultramar, com pequenos mapas de Isla Mujeres. Assim que chegamos em Playa Tortugas, o tumulto estava formado: muitas pessoas desembarcavam ao mesmo tempo, uma confusão só. Nós seguimos o fluxo, até a Boulevard Kukulcan, no intuito de pegarmos um ônibus. Existiam, também, muitos ônibus de excursões e vans de turismo. O primeiro ônibus passou e rapidamente encheu. Eu percebi que alguns mexicanos estavam na porta, deixando os turistas subirem. Eu desconfiei por um instante, mas estávamos cansados e cheios de sal no corpo, doidos por um banho. Deixei minha esposa subir na frente e subi logo atrás. Imediatamente dois deles pularam para dentro do veículo. Algumas poucas pessoas entraram depois, e o ônibus partiu abarrotado. Passados alguns segundos, lembrei da minha mochila. Ela estava nas minhas costas. Nossa, lembrando agora, vejo como fui verde na situação. Nunca que no RJ eu daria um mole desses. Mas, sabem como é: férias, descanso, relaxamento total. Sempre li que em Cancún era super tranquilo. Puxei a mochila para frente na mesma hora e a coloquei no meu peito. Abri e vi que ainda estava tudo ali. E então me lembrei do celular. Havia o deixado no bolso da bermuda! Comecei a caçá-lo pelos bolsos e nada. Olhei para minha esposa e disse: meu celular! Imediatamente deram sinal e o ônibus parou. No ponto seguinte. Dois dos caras desceram e atravessaram a avenida com pressa. Na hora me liguei. Mas, o que eu poderia fazer? Não dava para sair correndo e gritando "pega ladrão" em um país vizinho e sem ter a certeza absoluta de que estavam com o aparelho. Mas sabe quando você sabe? Chegamos em nosso ponto e descemos. Entrei no apartamento e revirei mais uma vez a mochila, naquele tipo de atitude inútil que você tem, mesmo sabendo que não estará ali. Tentei entrar em contato com a Vivo e nada. Apelei para a rede social deles e obtive resposta. Desativei meu celular todo. Mudei senha de tudo: e-mail, facebook, etc. Uma dor de cabeça inesperada e desnecessária. E o que mais me doeu na experiência: ainda nem tinha terminado de pagar o aparelho. Enfim, aconteceu, fazer o que? Por isso, deixo o alerta a todos para que evitem ônibus muito cheios e, se não tiverem alternativa, façam como no Brasil: mantenham seus pertences seguros. Shopping La Isla. Após toda essa dor de cabeça, não estava com vontade de sair para nenhum lugar. Porém, mais calmo, conversei com minha esposa e cheguei a conclusão de que não valia a pena estragar o restante da nossa viagem por causa desse evento. Dos males o menor: pelo menos as câmeras ainda estavam comigo. Pior do que perder o celular seria perder as fotos e os vídeos do dia. Decidimos manter a programação e rodar pelo La Isla. Já tínhamos ido lá, só que ficamos por um breve momento, enquanto esperávamos a condução para o Joyà. Pegamos novo ônibus e fomos passear. O shopping em si não tem nada demais. Não achamos os preços convidativos. Procuramos um lugar para jantar e escolhemos um japinha chamado "Ice Sushi" ou "Sushi Ice". . Foi uma escolha carinha (como japa costuma ser né) e a conta saiu a US$ 45. Dinheiro bem gasto, já que tudo estava delicioso. Ainda zanzamos por ali, sem rumo, só explorando. Por fim, encerramos a noite e voltamos para nosso apartamento, cansados. O dia seguinte seria nosso último dia.
  4. Cancún e arredores: 10 dias!

    Oi, Alexandra! Desculpe a demora em responder! Quase não tive tempo de passar aqui e somente hj consegui continuar o relato! Bom, em primeiro lugar, muito obrigado por acompanhar meu relato! Fico feliz em saber que ele é de alguma forma útil! Sua pergunta é complicada. R$ 3 mil para uma pessoa, para uma viagem de 10 dias, com o dólar valorizado como está, não sei. Depende muito do seu planejamento. Estou levando em consideração que sua pergunta se refere ao dinheiro para se gastar por lá e não o total com hospedagem. Nós gastamos mais do que isso pq fizemos todos os passeios possíveis dentro dos 10 dias que tínhamos. Não foi barato, em Cancún tudo é bem caro. Fora isso tem a questão da comida. Os restaurantes são caros. Para baratear nosso custo, muitas vezes fizemos lanches no apartamento ou no Mc Donalds. Todas as vezes que saímos para jantar, a média não ficava menor do que US$ 30. Minha opinião: esse valor é apertado. Espero ter ajudado! Qualquer coisa pode perguntar! Um abraço!
  5. Cancún e arredores: 10 dias!

    DIA 08 - 11/07/15 - SÁBADO. Xplor. Dia do último parque da viagem! Ficamos entre ele e Xel-ha, mas acabamos optando pelo Xplor e não nos arrependemos! Por volta de 07:25 h, o ônibus chegou ao Solymar. Não tenho reclamações a fazer sobre o serviço deles: foram pontuais e o transporte feito de forma tranquila. O guia nos recebeu de maneira simpática e verificou nossas pulseiras (que a essa altura já estavam só o bagaço, nos pulsos desde o dia 02, em Xcaret ). Após essa verificação, ele as retirou e ficamos livres. Fomos encaminhados para o mesmo "ponto de encontro" do dia de Xcaret, um lugar de onde partem os ônibus para as atrações. Chegamos e procuramos nossa linha pintada no chão. Era a de cor laranja. Depois de embarcarmos, começamos o trajeto rumo ao Xplor, que fica um pouco distante da zona hoteleira. Durante o trajeto, um guia foi nos explicando o parque e distribuindo uma formulário, um tipo de termo de responsabilidade, que tivemos que assinar e entregá-lo. O Xplor é um parque bem diferente do Xcaret. Ele é todo voltado para atividades físicas e suas principais atrações são: os circuitos de zipline (as tirolesas), os veículos anfíbios, os rios subterrâneos e as balsas (rafts). Então, para escolher essa atração, deve-se estar disposto a se exercitar pq o condicionamento é bem exigido por lá. Eu achei melhor ressaltar esse aspecto pq eu fui bem despreparado, acima do meu peso, e senti um cansaço miserável logo no ínício... Assim que vc chega, passa por um caminho de túneis que é longo pra caramba! Andamos, andamos e andamos até chegarmos aos guichês de atendimento. Lá recebemos o capacete e uma pulseira bem interessante, onde existe um pequeno compartimento para guardarmos a chave dos armários. Muito útil! Logo que achamos a área de lockers, escutamos o bater de um coração por todo o parque: é o ponto de referência do local, um enorme coração, bem disputado por turistas para fotos. E aqui deixo registrado o meu vacilo em não tirar fotos do local: queria aproveitar o parque e acabei não tendo paciência para esperar o tumulto de gente querendo o mesmo. O parque é muito bem sinalizado e também bem menor do que o Xcaret, eu achei. Por isso, não vi dificuldades em me localizar e acho bem difícil se perder. Deixei no locker a minha mochila (óculos, protetor, repelente, celular e uma segunda câmera) e fui somente com a TS5 , um pau de selfie e nossos water shoes. Outro ponto a se destacar: tenha uma dessas sapatilhas, todo mundo usava por lá e quem não usava acabava perdendo as sandálias. Conforme eu descrevi no relato do dia 2 em Xcaret, compramos os nossos lá. Excelente investimento. Nossa escolha foi começar pelas tirolesas. Pelo que eu entendi, eram dois circuitos de tirolesa. A altura varia entre 8 e 45 metros. Escolhemos a menor e nossa altura máxima foi algo em torno de 26 metros. Tava bom demais! Entramos na fila, mas logo tive que abandoná-la por um instante: existia uma placa bem grande, PROIBIDO O USO DE PAU DE SELFIE. Corri até o locker e guardei o objeto, enquanto minha esposa ficou na fila. Tudo tranquilo. Os armários ficavam bem perto do local. Quando chegou nossa vez, os funcionários nos vestiram com os equipamentos de segurança e seguimos o caminho indicado. Ali também havia uma divisão, dentro do próprio circuito: tivemos a opção de fazê-lo inteiro (mais puxado fisicamente e mais demorado) ou fazer um caminho mais curto. Escolhemos fazer tudo, completo. Já começamos subindo uma escadaria de respeito. Lá em cima, pelo menos pra mim, a altura impressionou. De lá, somos lançados para a próxima tirolesa e assim por diante, até o fim do caminho escolhido. Senti um frio na barriga, mas achei que valeu muito a pena a experiência. Sensacional mesmo! :'> Vou deixar um vídeo que minha esposa gravou na nossa primeira descida. Destaque para os gritos... Durante o trajeto, temos que subir bastante escada, por isso disse que o condicionamento é exigido. Aqui um exemplo (nessa foto também dá pra ver como é a pulseira que nos dão logo na entrada, onde guardamos a chave do locker): A altura vai diminuindo e chegamos a um toboágua que deságua em uma caverna, mas ali não foi o fim. O último trajeto também termina numa caverna, mas passamos por uma pequena cachoeira antes. Bem legal! Registrei nossas descidas no toboágua e na tirolesa final. Uma observação antes desse vídeo: nós não controlamos o movimento durante a descida. Por isso, eu girei antes do fim. Depois, seguimos para os veículos anfíbios. A fila estava grande, mas a quantidade de carros fazia com que ela andasse rápido. É outra atividade bem interessante, e que vale a pena. Ela também é composta por dois circuitos. Achamos o caminho tranquilo e a parte mais trabalhosa foi quando o veículo passa pela caverna, que é ligeiramente estreita. Fora isso, tranquilo. Segue um pequeno vídeo: Quando terminamos, estávamos FAMINTOS! Decidimos parar para almoçar. No Xplor o esquema é diferente do Xcaret: aqui é all inclusive mesmo. Pode-se repetir o almoço quantas vezes quiser. Mas, de verdade, não tem necessidade. Nosso tour terminaria no fim da tarde, bem diferente do Xcaret, quando saímos de lá quase às 22h. Sentamos e comemos bem. Um detalhe: achei a comida do Xplor superior. Maior variedade, melhor qualidade. Valeu a pena! Ainda fizemos amizade com um casal de mexicanos e ficamos de papo por uma boa meia hora depois do almoço. Acabamos nos despedindo do casal e seguimos para a próxima atividade: as balsas. E aqui fica um conselho: NÃO FAÇAM ESSA ATIVIDADE APÓS O ALMOÇO! Explico: achamos que por ser uma atividade dentro de uma espécie de caiaque para duas pessoas, seria uma atividade que exigisse menos fisicamente. Ledo engano. O esforço dentro delas é imenso, vc recebe uma espécie de espátula, um mini-remo que se encaixa nas mãos. E toma-lhe esforço! Tivemos que seguir a trilha iluminada por lâmpadas azuis, por dentro de uma caverna. E nem tinha como parar pq havia uma galera atrás e na frente da gente. Eu não curti muito, mas acho que o motivo principal foi esse. Tinha acabado de almoçar e não me senti muito bem fazendo um esforço daquele tamanho. Para fechar o dia no Xplor, fomos para o rio subterrâneo. Essa sim deveria ter sido nossa escolha pós-almoço. Entramos nele e a água estava bem gelada, atenção. Logo no início, vc se depara com a opção entre fazer o caminho completo ou pegar um atalho. Decidimos pelo caminho completo e fomos devagar, passeando e tirando fotos. Pena que, por ser escuro, muitas não ficaram boas. Quando usávamos o flash, acabava perdendo a magia do lugar. No fim, passamos por uma queda d'água bem bonita. Valeu a pena. E acabou! Depois disso, ainda passeamos um pouquinho e esperamos alguns minutos até dar a hora indicada pelo guia. Seguimos as instruções e encontramos nosso ônibus. Partimos rumo a Cancun, apertados pelo horário. Cirque du Soleil Joyà. Chegamos em nosso apartamento por volta das 18:30h. Tomamos banho, escolhemos nossas roupas e falamos com nossa filhota e com os vovós pela internet . Até pensamos em comer alguma coisa, mas a fartura do almoço foi tanta que não tinha condições... Conforme escrevi nos dias anteriores, alteramos nossa data do espetáculo Joyà, com a ajuda do pessoal da Álvaro Tours. Decidimos encaixá-la nesse dia, pq mesmo apertados, achávamos que daria tempo. E deu. Super tranquilo. A tensão ficou por conta de não saber de onde sairia o ônibus do transfer. Nós adquirimos o pacote com direito a transfer Cancún - teatro - Cancún, porém, o voucher não dava instruções muito detalhadas do local exato. Só sabíamos que ficava no shopping La Isla, "em frente a Lacoste". O horário também não estava muito bem definido: nosso show começaria às 22h, porém o aviso do voucher nos dizia que a entrada para os que tivessem adquirido o pacote 'Show Only" começaria 30 minutos após o horário das pessoas que adquiriram o pacote com jantar incluso. Então entraríamos a partir das 21:45. Joguei no google maps a distância do lugar e dava coisa de 37 minutos de trajeto. Logo, deveríamos pegar nosso ônibus por volta das 20:30 no máximo, já que ainda teríamos que trocar o voucher pelas entradas na bilheteria. Então saímos do nosso apartamento e pegamos um R-1 rumo ao shopping. Chegamos ao La Isla e achamos a Lacoste. Só que havia uma espécie de estande do Cirque du Soleil , vazio. Achamos que ali seria o ponto de encontro e ficamos esperando. Mais uma vez, no nosso voucher não vinha nada detalhado. Passaram uns 15 minutos e nada. Estranhei e perguntei para um segurança. Ele disse que o local não era ali e sim do lado de fora. Saímos do shopping e não vimos placa alguma. Até que um ônibus do Joyà encostou em frente ao shopping. Só que não era em frente à Lacoste. Era em frente à outra loja, um pouco distante, até. Não me recordo com certeza qual loja que era, infelizmente, mas tenho a impressão que era uma loja Ishop. Achei essa organização muito ruim e confusa. Enfim, embarcamos e fomos rumo ao espetáculo. O trajeto foi tranquilo e chegamos no horário previsto. Lá dentro não pegamos muita fila. Apresentamos o voucher e nossos passaportes e tudo certo. Trocamos pelos tickets e nos dirigimos para a entrada. O lugar é muito bonito. No horário previsto, a entrada foi liberada e fomos recepcionados por uma funcionária muito simpática, que nos encaminhou até nossos lugares. O teatro é belíssimo, climatizado e organizado. A visão que se tem do palco é perfeita, não importa a localização do seu assento. Tinha tudo para ser uma noite perfeita. Mas não foi. O espetáculo é muito bom e não tenho ressalvas a fazer. Só que assim que chegamos, uma garçonete nos ofereceu o cardápio. Estávamos com sede e decidimos pedir bebidas. Pedi uma coca e um suco de laranja para minha esposa. Fomos servidos rapidamente. A garçonete me trouxe a conta: US$ 8. Achei carinho, mas tranquilo, sabia que seria. Só que eu, infelizmente, só estava com uma nota de US$ 50. Entreguei para ela. Passaram 10 minutos e nada do meu troco. Desconfiado, peguei meu celular e abri o aplicativo de conversão de moedas. Joguei os valores e fiz um cálculo rápido, por baixo: meu troco deveria vir algo em torno de MXN 660. Eu sabia que não viria esse valor exato, já que a cotação nesses lugares é extremamente desfavorável ao turista. Ok, pensei que viria algo em torno de 600 ou por aí. E nada dela. Foi então que as luzes se apagaram e o espetáculo teve início. Então ela surgiu, mágica, com meu dinheiro: MXN 150. . Aquilo me deixou muito chateado. Eu olhei pra ela e disse que estava errado, que eu tinha dado uma nota de US$ 50. Ela sorriu e disse algo como: "A nota era de US$ 50?" . Quando ela voltou, me trouxe MXN 560. Como eu estava querendo aproveitar pelo menos alguma coisa daquela noite, acabei pegando o dinheiro, pq a outra opção seria levantar e discutir e jogar o resto do meu investimento no show no lixo. Conduta inaceitável, que não condiz com o nível de serviço que deveria ser oferecido pelo Cirque du Soleil. Pagamos caro pelos ingressos (MXN 2.925,00) e passamos por uma situação desse tipo. Ficamos muito chateados e nem consegui aproveitar tanto quanto eu queria. Uma pena, mas eu não recomendo o espetáculo Joyà. Caso resolvam ir, estejam atentos aos trocos e, se possível, levem pesos ou notas pequenas. Eu vacilei em levar uma nota de US$ 50. Triste isso. No final, pegamos o ônibus do transfer de volta e, antes de partirmos, o motorista veio nos oferecendo o transfer até o hotel. O pacote incluía o transfer de volta para o La Isla. É claro que ele queria uma propina. O pessoal foi se acertando com ele e fechando o trajeto. Estava tarde e decidimos também fechar. Só não me lembro quanto demos, mas não foi muito. Pouco depois da meia-noite, chegávamos ao Solymar. Estávamos famintos e ainda fizemos um lanche caprichado, antes de encerramos o dia. Na manhã seguinte iríamos retornar a Isla Mujeres por conta própria, dessa vez para explorarmos a ilha. Seria o melhor e o pior dia da viagem, simultaneamente.
  6. Fala, rkoerich, tudo bom? Meu amigo, que fotos SENSACIONAIS!!! Mais uma vez, parabéns pelo relato e pelo registro! Também usei pela primeira vez o airbnb esse ano, só que em Cancún. Tudo perfeito, vista pro mar e o melhor...ridiculamente mais barato do que os resorts! Não quero outra vida! Sem dúvidas quando eu fizer uma nova eurotrip vou usá-lo novamente! Um abraço!!! :'>
  7. Cancún e arredores: 10 dias!

    Opa, Dihel, tudo bom? Obrigado pelo elogio! Acabo de postar o dia de Cozumel. Espero que goste, meu amigo! Um abraço!
  8. Cancún e arredores: 10 dias!

    DIA 07 - 10/07/15 - SEXTA-FEIRA. Dia puxado! No dia 01 do relato eu mencionei a nossa escolha entre o passeio feito pela Álvaro Tours ou ir por conta própria para Cozumel. Acabamos decidindo pela segunda opção. Entrei no Tripadvisor e encontrei uma empresa muito bem avaliada, chamada Cozumel H20. Atualmente está na posição número 2 de 174 empresas avaliadas na região. Segue o link: http://www.tripadvisor.com.br/Attraction_Review-g150809-d1909761-Reviews-Cozumel_H2O-Cozumel_Yucatan_Peninsula.html#REVIEWS Apelei ao Google e encontrei o site da empresa ( http://www.cozumelh2o.com/ ). Lá, obtive informações mais detalhadas sobre os tipos de passeios oferecidos. A ideia original era fazer somente o "Cozumel Snorkeling Tour", mas fiquei bem tentado pela descrição do "Discover Scuba Experience". O problema: minha esposa é asmática. E tinha bastante receio em mergulhar. Resolvi me comunicar com a empresa através do email fornecido no site ([email protected]). De primeira preenchi o formulário do site e enviei a mensagem através da própria página, mas não obtive retorno. Decidi enviar a mensagem a partir do meu próprio email mesmo. No dia seguinte obtive resposta. Na primeira comunicação, pedi informações sobre o snorkeling e sobre o scuba. Lóes foi a pessoa que se comunicou comigo durante toda a negociação. Ela me deu um resumo das atividades, tempo de duração e valor do snorkeling ( à época: US$ 65/pessoa). E também sobre o Discover Scuba Experience (que no email ela chamou de Discover Scuba Course). Sobre este último, nos informou que aprenderíamos os princípios básicos, procedimentos de segurança e tudo que fosse necessário para um primeiro mergulho. Estaríamos nas mãos de um mergulhador- instrutor com o PADI (uma credencial ou certificado. Se eu estiver errado, por favor me corrijam). Teríamos três paradas para mergulho: a primeira, El Cielo, seria um local para praticarmos. A segunda e terceira (Colombia Shallow e Santa Rosa Wall) onde realmente faríamos o mergulho, limitados a 40 ft. (+- 12 m) de profundidade ( que, de acordo com o que ela escreveu no email, é o limite para mergulhadores não certificados). O preço ficava em US$ 140/ pessoa e incluía: taxa da marina, todos os equipamentos de mergulho, frutas, snacks e água. A primeira coisa que ela me perguntou é se existia algum problema de saúde que eles deveriam saber. Em minha resposta, deixei bem claro que sim, a asma da minha esposa. Eles não fizeram objeção alguma. Conversei bastante com minha esposa e decidimos arriscar o scuba. Cozumel é um dos melhores lugares do mundo para a prática do mergulho e não queria perder essa oportunidade. E então o martelo foi batido. Enviei novo email e fechei o passeio. Queríamos a data de 10/07, o que não foi um problema. Lóes me respondeu com as instruções de pagamento: teríamos que pagar via PayPal o valor de US$ 50 antecipadamente e no dia do mergulho acertar os outros US$ 230. Fiz o pagamento e confirmei. O problema agora era o horário do mergulho. Ela me informou que o grupo sairia às 9h da manhã. Achei muito cedo, já que partiríamos da zona hoteleira. Perguntei se não poderia ser mais tarde. Ela acabou cedendo, mas disse que o limite era 10h. Não entendi muito bem na hora, mas depois percebi: os passeios saem em função dos turistas que atracam com os cruzeiros vindos dos EUA. Loés também me passou toda a instrução de como chegar ao local e encontrá-los. No dia 10, sexta-feira, acordamos por volta das 6h e tomamos um novo café reforçado. Saímos do apartamento 25 minutos depois e acabamos entrando em um R-2. Antes de embarcar, perguntei ao motorista se passava no terminal ADO. Ele me informou que deixava a 2 quadras de lá. Como estávamos em cima do laço, decidimos seguir com ele. O trajeto demorou mais do que o esperado: algo em torno de 25 a 30 minutos. O plano original era pegarmos o ônibus ADO das 7h. Saltamos do R-2 e realmente o terminal ficava um pouco distante. Por isso, talvez o mais indicado não seja pegar o R-2. Digo talvez pq não sei se o R-1 deixa mais perto. Assim que chegamos ao terminal, procuramos a fila e a encontramos com facilidade. O valor da passagem: MXN 60/pessoa. Não achamos caro. A ida e a volta davam algo em torno de US$ 15 para nós dois. Conseguimos pegar o ônibus das 7:15h. Ele não foi cheio e saiu pontualmente. O trajeto até Playa Del Carmen demora em torno de 1h20m. Cansativo. Chegamos em Playa del Carmen às 8:35h e saímos apressados, já que não poderíamos, de jeito nenhum, perder o ferry das 9h. Mas, foi tudo super tranquilo, o terminal fica bem perto do porto de onde saem as embarcações. Infelizmente não tivemos tempo de explorar a cidade. Nem na ida e nem na volta. Na volta mais por causa do cansaço e de uma pequena dor de ouvido minha. Saímos em direção ao porto e fomos abordados algumas dezenas de vezes por ambulantes querendo vender passagens de ferry. Ignoramos e seguimos até o guichê (inconfundível) da Ultramar. A funcionária nos ofereceu a opção de compra da passagem "redondo", que é a ida e volta e acabamos fechando. Aqui cabe uma observação importante: antes de fechar ida e volta, que sai alguma coisa mais barata, atente-se para o fato de que a volta fica condicionada aos horários pré-determinados do dia. Por exemplo: no nosso dia, as opções eram 13h, 15h, 16h, 18h até o último do dia, que, salvo engano, era às 20h. Então, por exemplo, se quiser voltar às 14h, não dá. Tem que voltar em um dos horários pré-determinados do dia. Então se você desejar flexibilidade, o mais indicado é comprar só a ida e fechar a volta lá no porto com a outra cia. Os horários das saídas PDC - Cozumel e Cozumel - PDC você pode encontrar aqui: http://www.granpuerto.com.mx/en . O valor das passagens ficou em torno de US$ 40, talvez um pouco mais. A cotação deles é sempre desvantajosa para o turista, claro. Saímos de Playa Del Carmen pontualmente às 9h. O trajeto dura cerca de 40-45 minutos. Vou deixar aqui um vídeo do interior do ferry. Ele balança um pouco, mas não é muita coisa. De qualquer forma, todas as vezes que viajava de ferry eu tomava um Meclin. Esqueci de mencionar isso nos outros dias do relato, mas fica aqui a dica: substituir o Dramin pelo Meclin. A diferença é que ele não dá sono. De qualquer forma, antes de tomar, é sempre bom consultar seu médico. Chegando no porto de Cozumel, fomos direto para o lado de fora, ignorando os vendedores de excursões e os guichês de táxis. Aqui funciona como em qualquer outro porto ou aeroporto do mundo: do lado de fora sempre é mais barato. De acordo com as instruções de Lóes, deveríamos pegar um táxi e pedir ao motorista para nos levar até um local chamado La Caleta. Uma corrida de aproximadamente 15 minutos. Sem perder tempo, abordamos um dos taxistas do local e partimos. Aqui, outra observação é bem válida: SEMPRE, SEMPRE perguntar aos taxistas da região QUANTO custa a corrida até o local desejado. Não deixe para perguntar quando já tiver dentro e em movimento. Ouvimos muitas reclamações de outros turistas sobre isso. No nosso caso, a corrida ficou estipulada em US$ 8. Já em La Caleta (uma espécie de cais), as instruções diziam para pedir ao motorista que, após passarmos pela segurança, seguisse à direita, rumo aos banheiros. Quando chegamos ao local indicado, lá estava toda a equipe nos aguardando. Junto com a gente, iria mergulha uma família de americanos (pai, mãe e 2 filhos adolescentes). Uma das funcionárias nos abordou e preenchemos os formulários. Ela entrevistou minha esposa, pedindo mais informações sobre a asma (intensidade, períodos de manifestação, etc.). Lá descobrimos que o instrutor principal, Miguel, ficaria o tempo todo ao lado dela, o que foi uma notícia excelente. Minha mulher estava muito nervosa, chegava a tremer. Preenchidos os formulários, fomos todos para a lancha. O grupo se dividiu em dois: nós, os brasileiros, ficamos com uma instrutora que nos deu a primeira aula em espanhol. O outro grupo ficou com Miguel, cuja aula seria em inglês. Paramos, após cerca de 20 minutos, no local que eles chamam de El Cielo. Infelizmente o dia não estava bonito, muito pelo contrário, estava bem nublado. Mas, mesmo assim, a cor daquela água me impressionou. Naquele lugar, teríamos a primeira aula prática: mergulhamos da lancha, caindo de costas, totalmente equipados. O que foi bem estranho para nós dois que nunca tínhamos feito isso. O local é bem raso (2 ou 3 metros talvez) e a visibilidade é impressionante. Só não tenho vídeos, infelizmente, pois na hora meu foco era aprender ao máximo para não correr riscos desnecessários quando fosse mergulhar no fundo. Mas no Google mesmo você consegue ter ideia da beleza do lugar. Após um bom treino, fomos para o mergulho pra valer: Columbia Shallows. E aí veio a surpresa do dia: minha esposa estava muito nervosa mesmo, com medo. Fiquei conversando com ela, acalmando. Na hora do mergulho, não é que ela desceu com extrema facilidade? Foi seguindo Miguel, parecia um peixe. E o marido aqui? Fui descer e senti uma pressão violenta nos ouvidos. Fiz os exercícios que eles ensinaram, mas mesmo assim tive muita dificuldade. Passei um bom tempo descendo aos poucos, me agarrando a uma corda que o Miguel segurava que ia do fundo até a superfície. Que dor miserável! Fui descendo bem devagar, encarando aquela dor e fazendo o exercício. De pouco em pouco consegui chegar ao fundo. E lá estava a patroa, nadando calma, linda e tranquila... A câmera que eu estava (TS5) é relativamente grande e acabei me atrapalhando um pouco com ela. Ainda mais quando estava com dificuldades em descer. A instrutora a amarrou em meu colete, mas mesmo assim não ficou muito bom, principalmente para filmar. Um dos filhos americanos estava com uma gopro presa à cabeça, o que deve ter sido bem melhor, com um resultado mais positivo. Eu tinha que me preocupar com o respirador, o ouvido, a proximidade com os corais e a vida marinha (não podemos tocar em nada), enfim, tudo contribuiu para não conseguir vídeos de muita qualidade. Após esse mergulho, fomos para uma praia, que INFELIZMENTE não sei o nome. O lugar era muito bonito e a água cristalina! Lá demos uma pausa para o lanche e comemos frutas, bolos e biscoitos. Minha esposa entrou na água e Miguel jogou algumas frutas perto dela, o que gerou uma disputa entre os peixinhos que ali estavam. Após esse período de descanso, partimos para nossa última parada: Santa Rosa Wall. Novo mergulho. Mesma dificuldade. Desci aos poucos, sofrendo muito pela pressão nos ouvidos e na cabeça como um todo. Minha esposa foi lá e...mergulhou com extrema facilidade. . Fiquei muito feliz por ela! Venceu um medo antigo. O lugar é muito bonito e com bastante vida marinha. Quando finalmente desci, fiquei focado em tentar filmar e consegui fazer alguns vídeos com alguma estabilidade. Em compensação, não vi outras coisas que minha esposa viu: tartarugas e até um tubarão (nurse shark)! Ele estava mais afastado e não vi pq estava virado em outra direção. Obs: Nessa última parada, meu respirador fazia um barulho esquisito quando eu puxava ar. Ao escutar, dá até certa agonia. Infelizmente não tive tempo ainda de editar os vídeos e colocar alguma música. Vou deixar aqui os originais e quando tiver tempo eu substituo. O melhor é vê-los sem áudio. :'> E nosso mergulho chegou ao fim. Mesmo sofrendo para mergulhar, gostei bastante da experiência. Minha esposa amou! Saiu encantada com tudo. O tempo total ficou em mais de 3h de atividades. Voltamos para La Caleta, nos despedimos de todos e pegamos um táxi (US$ 9 a volta. Pra vocês verem: o mesmo trajeto, us$ 1 mais caro. Como estávamos cansados e famintos, nem argumentamos. ). Eu recomendo a H2O de olhos fechados. Foi uma empresa correta com a gente. Cumpriu todo o combinado. Miguel ficou sempre ao lado da minha esposa e ela se sentiu segura durante todo o tempo. Excelentes profissionais!. Voltamos para o porto e decidimos almoçar em um restaurante bem em frente. O nome é Palmeras. Vista bonita, comida gostosa e wifi liberado. Recomendo. Pagamos US$ 30 e achamos até um preço surpreendente, dentro da média geral da região. Já que o ferry que queríamos saía somente às 16h, tínhamos tempo. Terminamos de almoçar e decidimos passear pelo pequeno centro comercial que existe ali perto. Dá pra fazer tudo a pé. Fomos andando e explorando o local (que no tripadvisor é identificado como "The Plaza"). É bonito, porém inflacionado. Tudo ali é voltado para o turista americano e o preço vai nas nuvens. Ali encontramos alguns objetos que também vimos em Chichén Itzá por quase o dobro. Simplesmente não vale a pena. Para completar, tivemos o desprazer de entrar em uma loja e perguntar o preço de um artesanato. A vendedora nos passou um preço bem salgado e eu comentei, em voz baixa, com minha esposa: " nossa, caro". A vendedora entendeu o que eu disse e falou em alto e bom tom: " Aqui é o México, não a China". Na hora fiquei bem irritado com a infeliz, olhei pra ela e larguei o produto. Saí da loja, puxado pela minha esposa. Esse é um daqueles momentos em que você tem que contar até 10 antes de perder a cabeça, bater boca e estragar seu dia. Mas, felizmente, eu consegui sair de lá sem me estressar. Passeamos mais alguns minutos, tomamos um sorvete e voltamos para o porto. Retornamos às 16h em ponto. Chegamos em Playa del Carmen perto das 17h. Não tinha disposição de passear pela cidade. Como já disse, além do cansaço, herdei uma pequena dor de ouvido depois da experiência no mergulho. Pelo menos ganhei chamego da esposa! . Antes de pegarmos o ônibus ADO para Cancún, ainda vimos uma espécie de procissão passando. Foi bem interessante. Depois, pegamos o ônibus e chegamos no terminal rodoviário. Cansados, decidimos comprar um lanche no Mc Donalds que fica perto do lugar. Atravessamos a passarela e pedimos pra viagem. A região me lembrou muito a Avenida Brasil aqui do Rio de Janeiro. Bem diferente da zona hoteleira. Pegamos um R-1 e voltamos para nosso apartamento. Jantamos e decidimos encerrar o dia. Estávamos destruídos. Observações finais sobre o dia: * O bate e volta até Cozumel, saindo da zona hoteleira, é cansativo. Prepare-se para um dia puxado! Mas valeu a pena. * Evite casar o bate e volta com passeios noturnos. Mais uma vez: foi bem cansativo. Eu não faria, por exemplo, Coco Bongo nesse dia nem a pau!!! * Ir com a Álvaro Tours ou outra agência pode ter seus benefícios: o transporte até Playa Del Carmen em uma van confortável e com ar condicionado, que faria o trajeto em menos tempo e ainda te deixaria na porta do hotel. Não me arrependo de ter ido por conta própria pois a experiência valeu a pena e nos deu liberdade de horários, mas caso vocês tenham preços bem próximos, talvez, TALVEZ valha a pena pensar no caso. * O pessoal da H2O não pediu propina, mas ao final todos deram uma média de US$ 10 pra equipe. Nós fizemos o mesmo. É isso, pessoal! Assim que der, o dia 8: Xplor + Joyá, onde eu contarei como quase tomamos uma tremenda volta de uma garçonete com nosso troco! Aquele abraço!
  9. Fala, casal! Quanto tempo! Não tinha visto que estavam fazendo um novo relato! Vou acompanhar! Em 2012 estivemos pelo sul da Alemanha e conhecemos Munique e Füssen. Que região belíssima! Neuschwanstein é de outro mundo! Excelente roteiro, meus amigos! Curioso para ler o restante! Espero que vocês estejam bem!
  10. Cancún e arredores: 10 dias!

    DIA 06 - 09/07/15 - QUINTA FEIRA. O passeio do dia: Chichén Itzá Especial ! No pacote estavam inclusas as visitas à cidade arqueológica maia, ao Cenote-Ik-Kil e também à cidade de Valladolid. Nesse dia, às 8h já estávamos no transporte da Álvaro Tours, guiados pelo Cristian. O grupo era menor: nós dois, um outro casal e um rapaz. Todos brasileiros. A excursão também foi mais animada nesse dia, a sintonia do grupo foi maior, ficamos todos juntos e conversamos bastante. Chichén Itzá. O caminho para a cidade arqueológica não é curto. Demoramos um pouco mais de 2h. Durante o percurso, tivemos a oportunidade de observar mais do cotidiano mexicano longe de toda a pompa da zona hoteleira. São um povo simples e trabalhador. Já na entrada de Chichén, também vimos muito comércio, principalmente barracas vendendo artesanatos e roupas típicas. A entrada estava disputada, mas não achei tão lotado como Tulum. O calor também não era o mesmo. Sempre li que Chichén era mais quente e com mais mosquitos, porém não tivemos a mesma impressão. De qualquer forma, estávamos com protetor solar e repelente. Cristian nos cedeu garrafas de água e sombrinhas para utilizarmos durante o passeio. Também nos deu os tickets de acesso (incluídos no pacote). Não pegamos fila e entramos com facilidade. O local é imenso. Existem muitos e muitos nativos que vendem do lado de dentro também. Fiquei em dúvida se comprava alguma lembrança lá ou deixava pra pesquisar em outro lugar. Achei melhor passear primeiro e decidir durante. É algo de maravilhoso estar de frente para a Pirâmide de Kukulcán. O templo, datado do século XII, é imponente e lindo. A arquitetura envolvida e sua história são de arrepiar. Assim que chegamos, vimos grupos inteiros parando de frente para ela e batendo palmas. Não entendemos muito bem, mas logo Cristian nos explicou que, quando estamos virados para seus degraus e batemos as mãos, um som idêntico ao de um pássaro local, o Quetzal, é emitido. Mais um fato curioso e que me deixou de boca aberta. Maravilhas da acústica envolvida. Acústica que também está presente no Campo de Jogos dos Prisioneiros, onde a nobreza se comunicava, a uma distância considerável, sem a necessidade de sair de seus assentos. Devo dizer que o fato do passeio ter sido guiado foi de vital importância para entendermos a história local e suas controvérsias. Se estivéssemos sozinhos, não teríamos uma experiência tão rica. Meu conselho é que não abram mão dessa possibilidade. Não importa qual agência, façam o máximo para conseguir um bom guia. Após certo tempo investido em nos explicar um pouco da história e suas curiosidades, Cristian nos deu tempo livre, o qual aproveitamos para tirar muitas fotos. Aqui deixo um vídeo que fiz no Campo de Jogos dos Prisioneiros. O áudio não ficou muito bom, ao vivo é impressionante. Mas, de qualquer forma, dá pra se ter alguma noção. Antes de partirmos, acabei me decidindo por comprar algumas lembrancinhas no local. Os preços não são baratos, todos em dólar. Os ambulantes ficam anunciando que os produtos custam US$ 1, mas não é bem assim. Quando vc se aproxima da barraca, percebe que os que valem a pena são bem mais caros. Compramos uma pequena estátua que simbolizava a família, um artesanato em forma de pássaro que, ao soprar, imita o som do animal(pra nossa filha) e uma pirâmide miniatura. Tudo saiu por US$ 20, após certa negociação. No dia seguinte, em Cozumel, e até mesmo na zona hoteleira de Cancún, vimos que fizemos um bom negócio, pois produtos idênticos saíam a mais de US$ 35 (no total). Não tenho como afirmar que ali conseguimos o melhor preço, mas DOS LUGARES QUE VISITAMOS, com certeza foi o mais barato. Cenote Ik Kil Saindo de Chichén, fomos para o cenote em questão. O local é próximo e não demoramos muito no transporte. Diferente do Cenote dos Ojos, Ik Kil possui uma estrutura bem legal. Assim que chegamos somos encaminhados para uma área de lockers, onde é necessário alugar um para deixar suas coisas, já que não há garantias de que não mexerão em suas coisas durante o mergulho nas águas do lugar. Não me recordo exatamente o valor cobrado, mas tenho quase certeza que foi MXN 70. E foi super tranquilo dividir, fechamos um locker somente para todo o grupo (5 pessoas). Obs: tome cuidado com a chave que eles te dão. Ela vem com uma corda ajustável. Prenda-a bem em seu pescoço ao mergulhar no cenote. Se perder, existe multa. Saí de lá somente com a câmera à prova d'água e toalha. Antes de descermos para o cenote, ainda passamos por um chuveiro, onde nos molhamos para tirar um pouco do suor. O cenote em si é bem diferente do Cenote dos Ojos. Ele também é muito profundo (+ de 60 metros), mas não apresenta visibilidade quase nenhuma. Algumas pessoas subiam por uma escadinha e pulavam. Especificamente em Ik KIl, acho que é interessante ter um colete. Tentei ficar um tempo na água com o pessoal, conversando, mas logo me cansei. Já que não há o atrativo de mergulhar e tirar fotos, o colete pode ser uma boa. Mesmo assim, Ik Kil é belíssimo. Eu achei que valeu bem a visita. Após mais essa atividade, parada pro almoço. Dentro do local onde fica o cenote, existe um restaurante. Nosso almoço estava incluso no pacote, logo não sei dizer seu valor. Só gastamos com bebidas e também propina, é claro. Valladolid Última parada do dia. Saímos de Ik Kil e fomos em direção à antiga cidade, fundada em 1540 por espanhóis. Não há muita coisa para se ver. A impressão que me deu é que a cidade se torna interessante quando casada com outros passeios. Lembro-me de pensar no dia que, se tivesse que me deslocar de Cancún até lá só para conhecê-la, não o faria. Isso não significa que a cidade é feia. Não mesmo. Sua arquitetura me lembrou vagamente outra cidade que conhecemos, Cádiz, no sul da Espanha. Visitamos sua praça e a igreja, bonita por sinal. Ao final do tempo estipulado, Cristian nos buscou e voltamos para Cancún. Chegamos no Solymar por volta das 18:30h. Decidimos sair para jantar. Lembramos de um restaurante mexicano, perto do Mc Donalds onde havíamos comido. Era noite de experimentarmos uma nova culinária . Infelizmente não tenho fotos da experiência. Estavam todas em meu celular. O que posso dizer é que valeu a pena a ida até lá. Fácil acesso, ônibus na porta. Jantamos ao ar livre, ao som dos mariachis. O serviço estava um pouco lento, mas não por causa da garçonete. A coitada estava sobrecarregada com muitas mesas. Só deixo o alerta sobre a quantidade de comida e o que chamo de "armadilha do ambiente". Assim que chegamos, a impressão foi de que era um lugar despojado e barato. Ledo engano. Pedimos umas bebidas, curtimos o lugar e começamos com uma entrada. Como demorou, assim que chegou já pedi logo um prato principal, uma versão mexicana da "caldeirada". Rapaz, mas como vem comida! Passamos mal de comer e mesmo assim ainda sobrou. Aquele prato servia 3 adultos tranquilamente. Acabamos herdando uma conta beeem salgada: US$ 60 !!! . Aqui a gente não converteu e...se ferrou. Restaurante Mextreme https://goo.gl/maps/J4du5WsCZrv Saímos de lá (rolando ) e fomos para nosso apartamento, encerrando mais um dia espetacular dessa viagem! O dia seguinte seria bem puxado, pois teríamos que ir por conta própria até Cozumel. :'>
  11. Oi, Carol! Olha, muito obrigado por acompanhar meu relato! Lá se vão mais de dois anos, caminhando para o terceiro. Fico muito feliz em saber que ele ainda é útil! Belo roteiro hein! Um conselho que te dou sobre os restaurantes: dê uma olhada nas recentes avaliações dos mesmos, no Tripadvisor. Muita coisa pode mudar nesse tempo. Alguns até podem ter fechado ou mudado de nome. Um exemplo é o Le Fournil du Village, em Montmartre. Ele agora se chama Café Montmartre e só descobri outro dia, fuçando minhas avaliações antigas. Sobre o aplicativo, pelo que vi da última vez, sofreu alteração. Agora você não faz download de cada cidade separadamente. Você baixa o app do próprio Tripadvisor, escolhe a cidade e verifica se existe o mapa dele disponível. Você faz o download, mas fica tudo condensado no mesmo app. O bom do antigo era que funcionava offline, além de nos dar uma espécie de gps com os mapas disponíveis nele. Fora isso, podíamos ler as avaliações de restaurantes e de pontos turísticos e também saber as estações de metrô mais próximas. No novo, eu sei que o "gps" continua funcionando e as avaliações também. Mas as dicas de metrô eu acho que não. Estive em Cancún agora em julho e baixei o mapa, só que a cidade não tem metrô. Meu antigo celular foi furtado por lá e o que estou agora é temporário e uma porcaria, por isso não fiz o download de mais nada. Enfim, se for isso mesmo, é uma pena, pq as dicas de estações foram essenciais em Paris e Roma, por exemplo. De qualquer forma, dê uma pesquisada aqui pelo fórum. Em muitos relatos há dicas de outros aplicativos. É pq eu nunca usei outro mesmo, não tenho como dar minha opinião. :'> Espero que você faça uma excelente viagem, Carol! Qualquer coisa pode perguntar!
  12. Cancún e arredores: 10 dias!

    DIA 05 - 08/07/15 - QUARTA-FEIRA. Dia de uma leve ressaca! Desde o início do nosso planejamento, tínhamos em mente que o dia seguinte ao Coco Bongo seria um dia light. Nada de acordar cedo ou fazer longos percursos de van, ônibus ou qualquer meio de transporte. Seguindo essa linha de raciocínio, jogamos as duas atividades feitas pela zona hoteleira para o dia 05: Parasailing e Jungle Tour. Parasailing Acordamos eram 11:30 h. Tomamos um café reforçado, já que não sabíamos nem se iríamos almoçar. Tínhamos planos de jantar no Outback e dependendo do horário em que as duas atividades terminassem, só lancharíamos mesmo. Dei uma olhada em nossa varanda e o visual do dia era esse: Perfeito! Perto das 13h, Cristian nos pegou no Solymar. Eu levei novamente a minha mochila, que continha toalha, protetor solar biodegradável e as duas máquinas. Levei também algo em torno de US$ 100 comigo. O trajeto não demorou muito e em menos de 10 minutos estávamos novamente em Playa Tortugas, local de onde saíam os passeios de Parasailing. Cristian nos deixou na entrada com o voucher e combinou de nos pegar novamente em 1h. Logo na entrada, os funcionários locais nos ofereceram um pacote de fotos + filmagens por US$ 30. Na hora, apesar das duas câmeras, ficamos receosos de não conseguirmos filmar e tirar fotos. Os motivos variavam desde o meu medo de altura à chance do paraquedas trepidar muito lá em cima. E é claro que os funcionários colocam um terror nos turistas, dizendo que muitos perdiam suas câmeras, deixando-as cair em alto-mar. Não querendo perder o registro, acabei decidindo com minha esposa por comprar o bendito pacote. Uma gopro vai instalada no paraquedas e um fotógrafo ficava na lancha tirando fotografias. Aqui vai um conselho: ESSE PACOTE NÃO É NECESSÁRIO! O voo é super estável, deu tranquilamente para filmar e tirar fotos. Por isso, não caia na armadilha que caímos. Assim que terminamos de pagar o pacote, fomos encaminhados até o deck de onde saíam as lanchas. Fomos levados até outra lancha, que já se encontrava com o paraquedas. Mudamos de embarcação e recebemos as primeiras instruções. A equipe foi simpática e profissional. O senhor que era o responsável novamente nos avisou sobre a câmera e que estávamos por nossa conta e risco em caso de queda do aparelho. Sentamos, minha esposa e eu, em nossos lugares. O senhor disse que não era necessário segurar em lugar nenhum, poderíamos ficar com as mãos livres. Mas, fala sério, eu não tive a menor coragem de fazer isso! O negócio começou a subir e subir e subir...não sei a altura ao certo, me disseram 100 metros, mas não tenho certeza. Quanto mais subia mais eu me agarrava às cordas... Só que lá em cima é super tranquilo! Uma estabilidade impressionante e um show de tons de azul! Que experiência fantástica! A lancha se movia lá embaixo e passeávamos pelos céus de Cancún. Tirei muitas e muitas fotos, até cansar, e filmei também. Só que ainda não tive tempo de editar os vídeos e o barulho do vento lá em cima tornou o vídeo insuportável de se assistir em seu formato original. Assim que eu conseguir tempo para fazê-lo, atualizo a postagem. Um aviso para quem vai fazer esse passeio: quando ele está terminando e o pessoal do barco começa a puxar o cordão do paraquedas, o negócio dá uma rangida e treme um pouco. Nessa hora nós nos assustamos. A impressão que deu era de que algo estava se rompendo, sei lá... . Imagina você ter medo de altura e acontece isso lá no alto...foi tenso. Mas logo depois percebemos que eram eles puxando. A descida foi tranquila. O tempo lá em cima também não é muito grande não, acho que ficamos algo em torno de uns 20 a 25 minutos. Talvez menos. De qualquer forma, foi uma experiência fantástica, inesquecível. Valeu muito a pena e recomendo de olhos fechados! Assim que mudamos novamente de lancha, o senhor nos abordou e pediu a famosa propina, dizendo que todos os funcionários dependiam dela para implementar o salário e etc. Não estipulou nenhum valor. Demos US$ 10. De volta ao deck, esperamos pelo CD com as fotos e o vídeo e logo depois Cristian nos pegou. Jungle Tour. Saímos de Playa Tortugas e fomos até outra marina, onde se localizava a Blue Ray, empresa responsável pelo passeio. Fomos muito bem atendidos pela menina da recepção. Pagamos a taxa ambiental de US$ 10 por pessoa. Também paramos e batemos um longo papo com o fotógrafo do local, que era muito interessado no Brasil. Ele me fez uma tonelada de perguntas, era encantado com nosso país e nosso povo. Também repetia toda hora 'Vai, Corinthians!"... . Queria saber como era a melhor forma de cumprimentar os grupos de brasileiros, dizendo que escutava muito a expressão "né" e querendo saber se significava alguma saudação. Disse a ele que cumprimentasse a todos os brasileiros com um "e aí, beleza?" , que todos entenderiam. Enfim, um papo muito divertido e agradável. Infelizmente o lado positivo da experiência acabou aí. Esperamos por um certo tempo até o guia aparecer. Um mexicano bem grosseiro, com um inglês sofrível. Ele reuniu o grupo (éramos nós dois, uma família de americanos e um casal de sul-coreanos, totalizando quatro lanchas), passou as instruções iniciais (como os sinais de comunicação e funcionamento da embarcação) , entrou em sua lancha e seguiu. A gente que se virasse! Bizarro! Eu entrei na lancha com minha esposa sem muitas dificuldades e acabei me enrolando de primeira com o acelerador. Nunca tinha guiado uma. Acabei batendo em uma das madeiras que ficam dentro da água. Foi apenas um susto, nada grave, o que gerou reclamações de alguns funcionários da marina que ali ainda estavam. Ali já comecei a me irritar pq não tínhamos ninguém na água, em outra lancha, para nos guiar com mais calma. Minha esposa ficou um pouco assustada de início, mas conseguimos contornar o primeiro susto e partimos para encontrar as outras lanchas. Achei melhor ficar por último, ser a quinta lancha (contando com a do guia). Não queria atrapalhar ninguém em caso de algum problema. O trajeto é feito em alto-mar mesmo, seguimos o guia (que disparou feito um louco na frente), em fila, sempre respeitando uma distância considerável, para evitar acidentes feios. Ps: coloquei minha mochila dentro da lancha. Não façam isso! Ela balança muito e entra bastante água durante o passeio. A mochila ficou bem molhada. Após uns 15 minutos de percurso, paramos para realizar um snorkeling. O local realmente era muito lindo e de uma visibilidade impressionante! Porém, o guia mais uma vez estragou a experiência com sua grosseria. A mulher sul-coreana estava com dificuldades de utilizar a máscara e o respirador. Fora isso estava com medo, não nadava muito bem. O guia tentava explicar para ela, mas ela não entendia o inglês dele e o cara começou a perder a paciência. O marido ainda tentou interceder, mas tomou uma patada que só fiquei imaginando o que aconteceria se ele fizesse isso comigo. Ia sair um tumulto ali mesmo. Não ia prestar. Quando todos subiram em suas respectivas lanchas, ele tirou um tempo para pedir propina. Pedir não, estabelecer. Deu a mesma explicação do pessoal do parasiling, dizendo que no fim do dia eles dividem com todos os funcionários, igualmente. No fim, disse algo do tipo: " Algo em torno de US$ 15 a US$ 20 por lancha está de bom tamanho". Ninguém teria que dar ali, somente no fim do passeio. Naquele momento eu estava determinado a não dar um centavo. Saímos do lugar e seguimos rumo a uma espécie de mangue, onde fizemos pequenas manobras em baixa velocidade. No final, ainda passamos pelas embarcações do Captain Hook. Bem legal. Minha esposa filmou vários trechos, mas não ficaram bons. A lancha é muito rápida e sacode bem. Vou deixar aqui a única que ficou boa, pq nessa parte do "mangue" a lancha está devagar. No fim do passeio, enquanto estávamos atracando, acabei conversando com minha esposa, que me convenceu a dar a gorjeta, pensando nos outros funcionários e na menina que nos recebeu muito bem. Fora isso, estávamos de férias, em uma belíssima viagem, e me esforcei ao máximo para não discutir com o cidadão e não estragá-la. Entreguei US$ 15 para outro rapaz, mas ainda escutei o guia soltar uma gracinha para outro funcionário, em espanhol, se referindo ao casal de sul-coreanos, algo mais ou menos do tipo: " esses aqui ainda têm salvação", provavelmente se referindo ao valor da gorjeta dada por eles. Quanta babaquice. O fotógrafo estava mostrando as fotografias e cobrando uma média de US$ 25 por casal pelo pacote. O pessoal foi pagando sem reclamar, eu pensei que teria que negociar o valor, mas ele foi mais uma vez simpático e nos cobrou US$ 15 "por sermos brasileiros". Decidimos pegar. Ele ainda me enviou cópias das fotos por email. Depois de uns 15 minutos de espera, Cristian apareceu e partimos do lugar. Eu estava faminto, já eram umas 16h ou mais. Pedi ainda que ele não nos deixasse no hotel e sim em Playa Delfines, local onde fica o letreiro "Cancún". Ele nos deixou ali e nos despedimos. Playa Delfines é uma praia pública, bem bonita. Não queríamos parar e curtí-la, apenas tirar umas fotos. Ainda pegamos uma fila para tirar fotos com o letreiro. Encontramos uma família de brasileiros e ficamos trocando impressões sobre os passeios. Após mais essa parada, voltamos andando até o Solymar. Não ficava muito longe, coisa de uns 10 minutos. Já no apartamento, lanchamos umas besteiras e mais tarde, por volta das 21h, saímos para jantar no Outback. Tivemos uma agradável experiência, sem filas e nem tumultos, algo inconcebível nos restaurantes da rede no Rio de Janeiro. Por aqui, é fila de, no mínimo, uma hora. Dependendo do dia, são 40 mesas na sua frente . O valor do jantar saiu a MXN 396 (ou US$ 26, aproximadamente). Fomos e voltamos do Outback de ônibus, ao custo de MXN 10,50 por pessoa cada passagem. Super tranquilo. Chegamos no apartamento, falamos com nossa família pelo skype e fomos dormir. No dia seguinte teríamos Chichén Itzá pela frente.
  13. Cancún e arredores: 10 dias!

    DIA 04 - 07/07/15 - TERÇA-FEIRA. Dia de fazer o primeiro passeio diretamente com a equipe da Álvaro Tours! O pacote era o Tulum Especial e incluía: transporte, visita às ruínas de Tulum + mergulho no Cenote dos Ojos + snorkel e nado com tartarugas em Akumal. À noite ainda teríamos a Coco Bongo, mas a boate fazia parte de outro pacote. Por volta das 8h, após tomarmos um café reforçado, estávamos em frente à recepção do Solymar. Dez minutos depois, o transporte chegou . O responsável pela excursão era Cristian, o mesmo que nos buscou no aeroporto e que no decorrer dos próximos dias estaria com a gente nos outros passeios. A van (se é que era mesmo uma van, não entendo muito de carro, pessoal... ) era bem confortável e espaçosa. Ar condicionado e música. Dentro, três meninas já nos esperavam. Dali ainda iríamos a um último hotel buscar mais um casal, totalizando 7 pessoas. Todo mundo brasuca! . Coisa de 10 minutos depois, já estávamos em direção ao primeiro destino. Tulum. Intensidade do calor: Alta. Nível de mosquitos: Hard. Tulum fica distante de Cancún. De carro, algo entre 1h30m e 2h. O caminho foi tranquilo, Cristian nos deu algumas explicações iniciais, cobrou o dinheiro da taxa ambiental da praia de Akumal (US$ 9 por pessoa - taxa não inclusa e que já estava prevista no ato da contratação do passeio), a ordem do roteiro a ser realizado e também avisou sobre os protetores. Em Akumal, não poderíamos passar nem protetor biodegradável. O intuito era preservar a vida marinha, principalmente as tartarugas. Eu agora só não me recordo se ele aconselhou a passar enquanto estivéssemos em Tulum ou se antes dos cenotes também poderíamos, mas acredito que o limite era mesmo até as ruínas. Quando chegamos em Tulum já percebemos o desafio que seria: um calor infernal e muita gente! . Fora isso, Cristian nos aconselhou a fazer uso do repelente e ele estava mais do que certo! Pessoal, isso é importante: LEVEM REPELENTE! . Saímos da van e recebemos dele garrafinhas de água e sombrinhas para quem quisesse. Eu havia levado minha mochila (máquinas, toalha, protetor biodegradável, repelente e celular) e a deixei no veículo, não antes de dar uma última reforçada no protetor, assim como caprichar no repelente. Aliás, todo mundo fez. :'> Paramos em uma espécie de centro comercial pequeno, onde os principais produtos de vendas eram artesanatos e tecidos. Lá embarcamos em um trenzinho, que nos levou até a entrada das ruínas. Assim que chegamos, Cristian tratou de ir atrás dos bilhetes de acesso e nos entregou. Assim que entramos, Cristian foi nos dando informações sobre a história do local, origem dos nomes e etc. Algumas coisas me deixaram impressionado, como por exemplo, a construção das casas com rochas que não esquentam no sol (acho que são de calcário, não tenho certeza. Se alguém souber, fique à vontade para me corrigir ), as diferentes classes sociais e seus costumes (como a deformação do crânio por parte dos nobres, desde o nascimento, como forma de se diferenciar do restante) e o abandono daquela cidade, fato que até hoje é motivo de controvérsia entre os historiadores e pesquisadores. Enfim, para quem gosta de história e diferentes culturas, um prato cheio! O calor beirava o insuportável e fizemos muito uso das sombrinhas e das garrafas de água. Mesmo com o repelente em dia, minha esposa foi atacada sem dó por muitos e muitos mosquitos. Os braços foram os que mais sofreram. O trio de meninas que estava no grupo também reclamou bastante. Ainda tivemos um tempo livre dentro do sítio, mas o calor era tanto que acabamos tirando algumas fotos do mar e nos escondemos numa sombra, esperando o horário. Reparamos pela primeira vez nos sargaços que infestaram a região durante nossa estadia. Enfim, tomamos o caminho de volta, pegando novamente o trem e partimos rumo ao Cenote dos Ojos. Minha avaliação sobre esse passeio: é um tour cultural, voltado para quem realmente curte um pouco de história. Dentro do sítio arqueológico não há venda de comida, não há banheiros (pelo menos eu não vi), o calor é forte e os mosquitos são abundantes. Eu curti pq gosto de história, adoro essas curiosidades e acho que enriquece. Mas, vi o trio de meninas reclamando o tempo inteiro, do calor, dos mosquitos, da demora na excursão...enfim, não é um programa para todo tipo de público, você deve realmente saber qual é sua praia. Cenote dos Ojos Mais alguns minutos na van e Cristian nos levou até a entrada, onde pudemos utilizar o banheiro e experimentar os equipamentos de snorkel (ver o tamanho do colete e pé de pato). O uso do colete é obrigatório durante a excursão da Álvaro Tours pelo Cenote. E o local é realmente profundo. Somente no fim do nosso tempo por lá que o Cristian me deu alguns minutos para dar um mergulho sem. Após pegarmos os equipamentos, retornamos ao veículo e o motorista nos guiou por mais uns 10 minutos ate o destino final. O Cenote dos Ojos é dividido em dois cenotes (primeiro e segundo Ojos) e uma caverna dos morcegos (Bat Cave). Essa última é beeem escura e uma lanterna se faz necessária. Nosso guia também nos forneceu uma. O lugar estava cheio, inclusive com mergulhadores. A água é um pouco fria. A beleza impressiona. Apesar de profunda, a visibilidade é satisfatória. À medida que vamos explorando, mais vemos coisas interessantes. A Bat Cave é super interessante. Sem a lanterna, não se enxerga um palmo à frente. O lugar também é apertado. Não sei se existem pessoas que se arriscam sozinhas, mas eu não me arriscaria sem um guia. Após o calor escaldante de Tulum, o mergulho no Cenote dos Ojos foi revigorante. Valeu demais esse passeio! Ps: as fotos não saíram muito boas, infelizmente! Deixei também um vídeo pequeno de uma das partes em que o uso da lanterna é necessário. Quando saímos dos cenotes, tivemos um bom tempo para secar e logo depois, lanchar. O passeio contratado não incluía almoço, porém havia a opção de snacks. Cristian nos serviu sanduíches, refrigerantes e batatas. Renovamos as energias e partimos para a última parada do dia: Akumal. Akumal. Novo percurso de carro e em 15 minutos estávamos na entrada da praia. Fizemos uso do mesmo equipamento e partimos rumo ao snorkel com as tartarugas. A praia em si é belíssima. Porém, naquele dia, estava tomada pelos sargaços. O visual ficou prejudicado, mas nada que nos atrapalhasse. A água continuava quase cristalina e não havia ondas. Mar calmo, calmo. Alguns metros nadando e logo a praia fez jus ao nome (Akumal significa "lugar das tartarugas"). Os belíssimos animais passeavam entre nós, subindo vez ou outro à superfície. Consegui tirar algumas fotos e filmei também. Só que a maioria dos vídeos ficou uma porcaria (como eu já escrevi, descobri que nadar e filmar ao mesmo tempo ná é legal... ). Você não pode tocar nas tartarugas e nem arrancar ou destruir alguma vida marinha. Infelizmente, vimos alguns turistas pegando nos bichos e tentando alimentá-los também. Uma pena. Após mais essa experiência nota 10, tivemos um tempo livre (pouca coisa) na praia. Aproveitamos e tiramos mais fotos e ficamos de papo com o casal que estava na mesma excursão. Soubemos que eles passaram por um dos problemas que mais temíamos: tiveram dólares roubados em um dos hotéis que ficaram. E não foi pouca coisa. Infelizmente esse é um problema na maioria dos resorts de toda a região, não só Cancún. Por isso, amigos, fiquem atentos: não deixem dinheiro nem nos cofres. Leiam os reviews no tripadvisor. Infelizmente não lembro o nome do resort que eles estavam. Aqui vou deixar um dos únicos vídeos que prestou: Coco Bongo. Chegamos em Cancún no fim da tarde. Nós precisávamos voltar à agência do Álvaro pq o rapaz que estava vendo nossa alteração de dia e horário do JOYÀ (lembrei o nome dele: Paco. Ou alguma coisa parecida... Obrigado pela boa vontade! ) entrou em contato com Cristian e pediu pára avisar que teríamos que pagar um pequena taxa para o Cirque du Soleil pela mudança. A van nos deixou lá e efetuei o pagamento com o cartão de crédito pelo telefone. Não me recordo a quantia exata mas acho que era o equivalente a US$ 10. Aqui faço uma observação sobre a excursão Tulum Especial: em nenhum momento, o guia Cristian ou o motorista da van pediu propina. Isso foi uma coisa que eu reparei e me chamou atenção pq aonde íamos éramos perturbados com os pedidos. Voltando ao relato, decidimos comer novamente no Mc Donalds, primeiro pq era perto. Segundo pq já eram 19h e ainda tínhamos que voltar para o apartamento, tomar banho, escolher roupa (leia-se: esposa ), pegar novo ônibus e estar às 21:45 h em frente a guitarra do Hard Rock Cafe. O lanche novamente deu na casa dos US$ 13. Plano seguido, lá estávamos nós, no horário marcado, no ponto de encontro. Encontramos com o próprio Paco e fomos direcionados até a entrada do bar da Coco Bongo. Recebemos nova pulseira, onde estava escrito: "Gold Member". Paco nos instruiu a entrar por ali mesmo, a partir daquele momento já tínhamos acesso às bebidas liberadas. Ficamos um tempo por ali, até que vimos uma fila se formando e entramos. Existia uma outra fila na rua, gigantesca. Aquela fila era pra galera da pista. Se eu pudesse voltar atrás, escolheria a pista. E explico porque. O pacote Gold Member é uma espécie de VIP de Cancún. Ele não é barato, custa US$ 150 por pessoa. Decidimos comprar pq achávamos que ficaríamos em um camarote com excelente visibilidade e um serviço impecável do bar. Pagamos caro exatamente pq era uma vez na vida. Não é nada disso. Sim, você realmente vai para um "camarote". Lá, existem algumas mesinhas com cadeiras, dispostas nas mais variadas posições em relação ao palco. Não fomos os primeiros da fila, logo não conseguimos pegar um dos lugares colados na murada do "camarote", ali sim a visão era privilegiada. Achamos uma mesinha em um canto, discreta. O lugar foi enchendo, enchendo, até que uma porrada de gente ficou em pé, tentando achar um lugar. Faltando 5 minutos pro show começar (um cronômetro fica no telão), um casal parou bem na nossa frente e ficou ali. Aquilo foi me irritando, já tinha me arrependido de ter comprado Gold Member. Pagar US$ 300 pra ter gente obstruindo a visão do espetáculo? Ia dar uma de chato e reclamar, mas um dos garçons surgiu e conseguiu colocá-los em outra mesa. Assim que o show começou, percebi a m... que tinha feito: a visão era obstruída por uma coluna! Nós víamos o palco mas muitos números do espetáculo se utilizavam de acrobacias pela boate, com artistas indo e vindo, pendurados por cordas. Só tinha visão privilegiada quem tinha sentado lá na frente, colado na mureta do camarote. Brincadeira! Para completar a roubada, os garçons não serviam direito, fingindo que não escutavam, a menos que você comparecesse com algum faz-me rir, em dólar, claro! Além disso, acreditem, no banheiro do camarote existia um funcionário que só ficava lá dentro. Ele segurava o papel toalha e abria e fechava a porta. Quando você terminava de usar o banheiro, ele abria a torneira da pia e apertava o botão do sabonete. Em seguida, te servia o papel toalha. No fim, o pedido da propina. SURREAL! Sobre o show em si, do que eu vi, recomendo. É bem produzido, tem uma duração bem legal. Durante os números, funcionários fantasiados abordam a galera para tirar foto. Existem também as tequileiras. Um deles, vestido de O Máskara, tirou uma foto com a gente e ficou bem legal. Não sei se pq eu já estava alto, mas acabei levando o porta-retrato como souvenir. Uma facada movida a álcool no valor de US$ 30. Lá pelas 3h fomos embora. Pegamos um ônibus pro apartamento e não tivemos problema algum. Recapitulando aquela noite e dando minha opinião: se tiver que escolher, FUJA DO GOLD MEMBER! . Vá sim ao Coco Bongo, mas não gaste dinheiro à toa indo de camarote. Eu filmei o início do show e boa parte dos números. Mas não vou postar pq acho que isso prejudica a experiência da noite. Só vou postar um dos números para que vocês tenham a ideia de como a coluna e o tamanho do camarote prejudicaram pra caramba. É isso, pessoal. Em breve o dia 05. Um abraço! :'>
  14. Cancún e arredores: 10 dias!

    Oi, Cris, tudo bom? Obrigado pelos elogios! Olha, eu só consigo escrever o relato nos fins de semana, infelizmente! . Esse fim de semana que foi feriado, não deu. Mas sem falta vou continuar no próximo e provavelmente no domingo dia 13 eu coloque a continuação. Como vc viaja dia 17.10, não sei se vou conseguir finalizá-lo a tempo. Caso você tenha alguma dúvida e eu possa ajudar, pode perguntar por aqui ou no privado mesmo, sem problema algum! Um abraço!
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