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HerlonFG

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Sobre HerlonFG

  • Data de Nascimento 30-11-1980

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    Peru (cusco, Machu Picchu), Bolívia (La Paz, Tihuanaco), Fortaleza, Morro Branco, Chapada dos Guimarães, Natal, João Pessoa, Maceió, Canoa Quebrada, Cuiabá, Brasília, Buenos Aires, Colônia de Sacramento. Salar do Uyuni, Cochabamba - Bolívia.
  • Próximo Destino
    Cartagena-Colômbia
  • Meus Relatos de viagem
    http://www.mochileiros.com/salar-do-uyuni-abril-de-2017-por-cochabamba-saindo-da-fronteira-de-rondonia-t143072.html
  • Ocupação
    Poeta
  • Meu Blog
  1. Obrigado, Rafa! Faça uma força e vá. É uma viagem incrível.
  2. Bom, galera, moramos em uma cidade na fronteira do Brasil com a Bolívia, chamada Guajará-Mirim, no Estado de Rondônia. Cruzando o rio, chegamos a Guayaramérin, cidade localizada no departamento do Beni, onde pegamos o voo, em um sábado, dia 08 de Abril de 2017. Pagamos R$ 692,00 pelas passagens de ida e volta para Cochabamba (R$ 346,00 cada). A estrutura do aeroporto de Guayaramérin é bem precária, resumindo-se à pista de pouso e a uma estrutura metálica coberta onde os passageiros são abrigados. Às 11h fizemos o check-in na sede da empresa Eco-jet; almoçamos e seguimos para o aeroporto, onde amargamos uma espera de mais de três horas, pois o voo atrasou. Chegamos em Cochabamba por voltas das 18h e rumamos para a casa de uns amigos, que nos hospedaram até terça-feira (11/04). Em Cochabamba, aproveitamos o domingo (09/10) para conhecer o mercado La Cancha, uma enorme feira livre cheia de brechós e diversas lojas com preços convidativos, onde aproveitei e comprei uma jaqueta de couro por R$ 135,00. No fim da tarde, visitamos o Cristo da Concórdia, o cartão-postal da cidade, onde assistimos a um belíssimo pôr do sol. Cochabamba é uma cidade cheia de opções para a noite, com barezinhos e restaurantes de excelente qualidade. Gostei mais de lá do que de La Paz, a qual conheci em outra ocasião. Deixamos a segunda-feira para acertarmos os demais detalhes da viagem. Compramos uma passagem, para o dia seguinte, de trem, o Expresso Del Sur, de Oruro até Uyuni. Esse trem só sai às terças-feiras e sextas-feiras, às 14h30min. A passagem foi adquirida antecipadamente por uma Agência de Viagens chamada Viccio Tours, super confiável, que também nos emitiu as passagens aéreas. Pagamos R$ 60,00 pela passagem, na classe executiva. Compramos, também, na rodoviária, uma passagem de Cochabamba até Oruro, com saída às 6h da manhã, pela qual pagamos cerca de R$ 17,00. Saímos de Cochabamba com destino a Oruro no horário marcado. A distância entre as duas cidades é curta, cerca de 215 km, mas como a estrada é só de subidas e de curvas sinuosas, levamos em torno de 4h30min até chegar ao destino. Lá chegando, pedimos a um taxista que nos levasse até a imagem da Virgen de Socavón, padroeira dos mineradores, maior imagem dedicada à Nossa Senhora erigida na América do Sul. Essa santa é cheia de mistérios e histórias a envolverem o sincretismo religioso dessa cidade, conhecida por seu exótico carnaval. Sacamos algumas fotos e o taxista nos deixou em um restaurante ao lado da estação de trem. Pagamos pelo almoço cerca de R$ 30,00 e, detalhe, no restaurante não tinha wi-fi. Às 14h30min o trem partiu de Oruro com destino a Uyuni. A distância entre as cidades é de cerca de 318km, mas como o trem se move em velocidade lenta, só chegamos ao itinerário às 21h30min. Você pode optar fazer a viagem em menos tempo, caso queira ir de ônibus. Há diversas empresas que fazem esse trajeto de Oruro; Não vale a pena comprar passagem de trem que não seja na classe executiva, pois é uma verdadeira muvuca e certamente você não terá sossego em ter de dividir um banco que não reclina com mais outras três pessoas por sete horas seguidas de viagem. O trecho de trem é lindo, com paisagens impressionantes. O trem não é luxuoso, mas fornece serviço de bordo e há um vagão climatizado onde se pode comer bem e tomar cervejas locais, como a deliciosa Wari. Chegando em Uyuni, fomos diretamente para o hostel, que reservamos pelo booking.com. Optamos pelo Reina do Salar. Pagamos uma diária, em quarto compartilhado e banheiro não privado, por R$ 60,00, por pessoa. Deixamos lá as coisas, tomamos um banho e fomos em busca de comer algo. A cidade tem uma rua principal com várias opções de restaurantes. Fazia um frio imenso, escolhemos uma pizzaria que tinha aquecedor e wi-fi e nos alimentamos. Amanhecemos o dia e fomos em busca de uma agência para fechar o passeio. O amigo da Viccio Tour nos indicou a Manager, com quem fechamos o passeio completo de 3 (três) dias, por R450,00, com quase tudo incluso (café da manhã, almoço, jantar), com exceção da taxa de R$ 75,00 para visitar a Laguna Colorada, a taxa de R$ 17,00 para a Isla Incauhasi, além dos banhos por onde passarmos, pelos quais devemos pagar cerca de R$5,00. Éramos um grupo de 6 (seis) pessoas, quatro brasileiros e dois venezuelanos. Voltamos para o hostel e às 10h30min o motorista veio nos buscar, em um 4x4. 1º DIA Iniciamos o passeio passando em uma tenda para comprar água e alguns lanchinhos. Recomendo que cada um compre cerca de 5l de água. É imprescindível que levem remédio para dor de cabeça, dor de barriga, enfim, primeiros socorros. Seguimos para o Cemitério de Trens, onde tivemos uns 30min para tirarmos algumas fotografias, depois seguimos para um lugarejo bom para comprar artesanato e onde almoçamos (quinoa, batatas, salada, banana cozida e carne de rês). Nosso motorista era ótimo e bem atencioso, um senhor muito educado chamado Hugo. Depois do almoço rumamos para o meio do Salar e em menos de uma hora chegamos ao monumento do Rali Dakar. A imensidão do Salar impressiona e nos deixa hipnotizado. Não conseguiria descrever com palavras a sensação de estar nesse lugar deslumbrante, mas as fotografias aqui anexadas dão um pouco da dimensão dessa beleza. Tiramos algumas fotografias também nesse lugar dedicado a diversas bandeiras de vários países e times de futebol e logo depois nos dirigimos a Isla Incauhasi, a Ilha dos Cactos Gigantes. Aqui ficamos em torno de duas horas. É uma caminhada íngreme, mas bela. Do alto temos uma visão perturbadoramente bela da imensidão branca de sal por trás dos enormes cactos seculares. Descemos a ilha e fomos dar um passeio pelo deserto, onde escolhemos um local ermo para tirarmos fotos em perspectiva. Depois, saímos em busca de um espelho d'água. Por sorte, nessa época ainda encontramos um trecho alagado, onde tiramos as melhores fotos e vimos o mais lindo por do sol da minha vida. Seguimos, por fim, para o alojamento. Um frio castigador já caía sobre o local. Os banhos só podiam ser realizados um por vez, pois o aquecedor era a gás e não tinha pressão para bombear por mais de uma ducha. Pagamos a taxa de R$ 5,00, tomamos o banho; serviram-no uma deliciosa sopa de legumes de entrada e depois um típico piquemacho (carne, ovos cozidos, salsicha, pimentão e tomate). Dormimos cedo, porque a saída do dia seguinte estava marcada para as 5h30min. 2º DIA O segundo dia foi reservado para visitarmos algumas lagunas, como a Canapa e a Hedionda, além de elevarmos a subida em altitude, passando por diversos vulcões inativos. Visitamos a famosa Árbol de Piedra e seguimos para a Reserva Nacional de Fauna Andina Eduardo Avaroa, perto da fronteira com o Chile, onde está localizada a deslumbrante Laguna Colorada com seus tons rubros e diversos flamingos. Ficamos na Laguna Colorada até o entardecer e seguimos para o alojamento. Foi o maior frio de toda a minha vida. Não havia termômetros para medir a temperatura, mas ela certamente estava alguns graus negativos. O alojamento é nos mesmos moldes do anterior, com um detalhe negativo: só temos 2h de energia elétrica, das 19h às 21h, suficientes para carregarmos as baterias de câmeras fotográficas e aparelhos celulares. 3º DIA Acordamos 4h30min, pois sairíamos às 5h. Tomamos o café da manhã e seguimos rumo aos gêiseres, onde assistimos ao sol nascer. O frio não deu trégua, mas foi incrível ter contato com a terra viva emitindo aqueles vapores sulfurosos. Depois, seguimos para o Deserto de Siloli, ou Deserto de Dali, um lugar de beleza surreal, tal qual as pinturas do pintor catalão. Seguimos para a Laguna Verde, que não estava nada verde por conta do vento forte e voltamos para as Termas de Polques, um lugar lindíssimo e onde o banho é para os corajosos, pois tirar a roupa naquele frio, entrar na água quente e, depois voltar a enfrentar o frio glacial, não é tarefa fácil; mas me rendi ao desafio. Depois, recomeçamos o retorno ao Uyuni. Almoçamos em um pequeno lugarejo, passamos por uma Selva de Pedras e, por fim, chegamos a Uyuni às 16h da tarde. Às 18h compramos passagem de ônibus com destino a Oruro. Chegamos lá às 22h, onde compramos passagem para Cochabamba, com saída às 22h30min. Chegamos em Cochabamba às 3h e voltamos ao Brasil às 11h40min. Detalhes: As estradas de Cochabamba – Oruro – Uyuni são péssimas, pois estão sendo duplicadas. Não é um trajeto tranquilo, é bem estressante. Ouvi falar que a ida por La Paz é mais tranquila. Os valores aqui estão em reais. Um real estava valendo cerca de 2,15 pesos bolivianos. Fiz o câmbio em Guayaramérin. O câmbio em Uyuni estava em torno 1 real para 1,90 pesos bolivianos. Levem carregadores portáteis. O custo total da viagem foi em torno de R$ 1.800, com as farras de Cochabamba que não contabilizei. É, portanto, uma viagem barata, que mais exige coragem.
  3. Estaremos em Uyuni nos dias 11 a 14 de Abril! Quem quiser trocar informações, adicionem no whatsapp: 069981272168
  4. Gastaremos, em média, uns 2 mil reais, com tudo. Aqui em Rondônia é bem mais em conta. Temos a facilidade de pegar o voo na fronteira mesmo!
  5. Leo, pesquisamos, sim. O acesso via Oruro é o mais próximo e menos cansativo. Também queremos ir de trem para apreciar a paisagem. Obrigado pelas dicas.
  6. Bem, mochileiros, eu e mais quatro amigos estamos programando uma viagem ao Salar do Uyuni. Moramos na fronteira do Brasil com a Bolívia. Pretendemos pegar um voo de Guayaramérin até Cochabamba no sábado, dia 08/04, às 14h50min, com chegada prevista para 18h45min. 1º Dia - (08/04 - Sábado): Cochabamba: Ir para o Hostel (ainda não escolhemos) e procurar um restaurante para comer, tomar umas cervejas de leve; 2º Dia - (09/04 - Domingo): Cochabamba: Tour pela cidade, Cristo de la Concórdia ou Tunari Peak (montanhas), barzinho à noite; 3º Dia - (10/04 - Segunda): Cochabamba: Mercado La Cancha, museus; 4º Dia - (11/04 - Terça): Saída para Oruro, bem cedo, de carro fretado ou de ônibus. Às 14h30min pegamos um trem (Expresso del Sur) para Uyuni, nesse trecho queremos aproveitar a paisagem e viajar na classe executiva para seguirmos mais descansados. Previsão de chegada no Uyuni é às 21h20min. Descansaremo porque na manhã seguinte começaremos o passeio de dois dias pelo deserto de sal; 5º Dia (12/04 - Quarta): Uyuni; 6º Dia (13/04 - Quinta): Uyuni; 7º Dia (14/04 - Sexta): Retorno para Cochabamba; 8º Dia (15/04 - Sábado) Retorno para o Brasil, no voo das 11h. Aceitamos sugestões e companhias! Depois volto para relatar como foi tudo!
  7. Sairemos um grupo de 05 pessoas para o Salar, durante a Semana Santa. Moramos na fronteira do Brasil com a Bolívia. Sairemos de Cochabamba.
  8. Monte Roraima - janeiro de 2017

    Também tenho interesse. Estou em Rondônia, é relativamente perto, se é que os voos pra Boa Vista ainda são difícieis e caros daqui. Mas vou acompanhar este post. Sonho com o Monte Roraima.
  9. Estou a fim de ir a Cartagena no carnaval e na semana santa. Ainda não defini data. Mas meu objeto é curtir mais Cartagena e Playa Blanca. Meu wthats é 069981272168. Adiciona aí para trocarmos umas ideias.
  10. Quero ir no Carnaval brasileiro ou na nossa semana santa.
  11. Muito bom seu relato! É bem o que eu desejo fazer em 2017! Serviu de uma excelente base. Estou pensando em ir na época do nosso carnaval.
  12. Buenos Aires em janeiro 2016. Alguém se anima???

    Adicionem-me no grupo. Chegarei em Buenos Aires no dia 04/01 e fico até dia 14. Pretendo ir em Colônia do Sacramento e Montevidèu. Meu whats é 06981272168
  13. Bom, galera! Sou cearense, há dois anos moro na fronteira do Brasil com a Bolívia, numa cidade chamada Guajará-Mirim, onde finalizada a famosa Estrada de Ferro da Madeira Mamoré. Já fui até La Paz ano passado, mas como o tempo foi curto (4 dias), apenas conheci o lado urbano, aproveitei para ver neve e escalar o Chalcataya, Valle de la Luna, bem como prolonguei a viagem até a cidade inca Tiwanakw. Desta vez, estou à espera de uns amigos que vem do Ceará para prolongarmos esse trecho e irmos até Machu Picchu, em outubro deste ano. Esbocei um roteiro: * 1º Dia - Quarta-feira (17/10): Saída de Guayaraméryn (15h) e chegada em La Paz (18h35min (avião - pela TAM boliviana) Aproveita-se o primeiro dia para acostumar um pouco com o mal do soroche, pode-se dar uma passeadinha pela Plaza Murillo, comer uma pizza. * 2º Dia - Quinta-feira (18/10): Pela manhã, visitar algumas agências de viagens para se informar qual oferece os melhores serviços até Copacabana - Puno - Cusco, para ficar tranquilo e saber que destino tomar no sábado. Passeios pelos museus conhecidos e Calle Sagarnaga para comprar alguns artesanatos. Noite: procurar uma baladinha legal, no Hostel Loki e num lugar bacana que nunca descobri o nome, mas fica na Rua México. Aproveitar também e dar uma passada num bar chamado La Marea, que achei tb bacana. * 3º Dia - Sexta-feira (19/10): Manhã e tarde: passeio pelo Valle de la Luna e Chalcataya. Noite: um barzinho sem muita bagunça, porque pretendemos sair no sábado rumo ao Peru. * 4º Dia - Sábado (20/10): Manhã: Saída para Copacabana - Puno - e Cusco. * 5º Dia: Domingo (21/10)- a planejar * 6º Dia: Segunda-feira (22/10)- a planejar * 7º Dia: Terça-feira (23/10) - a planejar * 8º Dia: Quarta-feira (24/10) - retorno para La Paz * 9º Dia: Quinta-feira (25/10) - a planejar * 10º Dia: Sexta-feira (26/10) - retorno de La Paz para o Brasil - às 6h45min de avião pela TAM boliviana. Então, mochileiros amigos, preciso de vocês ajuda principalmente sobre como é a melhor forma de fazer esse trajeto de La Paz até Cusco, por ônibus, sem que nos tome muito tempo, mas ao mesmo tempo que seja tranquilo e agradável. Precisamos nos planejar para saber quanto de tempo nos tomará para que possamos programar o regresso, assim como, se possível, também incluirmos Arequipa nesse roteiro! Agradecerei imensamente as contribuições das experiências de vocês, inclusive com dicas de points e lugares bacanas! Gostaria também de poder encontrar outros brasileiros em alguns desses itinerários apresentados nessa mesma época! A quem interessar, meu facebook é: https://www.facebook.com/herlonfg
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