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felipezig

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  1. Que saudade dessa viagem! Já passei por um dezena de países em quatro continentes nesses últimos quatro anos, mas nada foi tão marcante quanto essa viagem ao sudeste asiático. Indico muito esse roteiro! Lugar bonito, diferente, seguro e barato! Para ver mais dicas do sudeste asiático, ou de outros destinos interessantes acesse o meu blog: http://abraceomundo.com/
  2. Vivian e Leandro, que bom vocês gostaram do meu relato e pôde ajudá-los! Eu tenho um blog de viagem que tem mais informações como: "Como escolher o show de Tango", "10 pontos turísticos gratuitos em BA" e outros. Dê uma olhada lá! www.abraceomundo.com
  3. [t3]6° Dia 13/12 (sábado) Buenos Aires[/t3] Chegamos em Buenos Aires às 5:45, na “Estación de ómnibus Retiro” (rodoviária). Pegamos o “subte” (metro) que fica na parte de fora da rodoviária Ar$5. Fomos para o Hostel Suites Obelisco, já havíamos feito a reserva e como deu problema no barco viajamos à noite, nem precisaria de hotel nesta noite. Mas, como não cancelamos a reserva precisamos pagar. Mas, nem foi de todo ruim, pois como o check-in é as 14h, deu tempo de dar uma descansada e tomar um banho. Esse hostel é da mesma “rede” do que havíamos ficado em Buenos Aires antes. E eles ficam perto, a uns 5 quarterões um do outro. O Hostel Obelisco fica na Av Corrientes. É um local onde há vários teatros que parecem grandes, como se fosse a Broadway Argentina. Huahua No hostel vende água 1,5L é Ar$15, mesmo preço das lojas de conveniência, que tem aos montes em Buenos Aires. No supermercado é Ar$9, mas só vi um supermercado no centro. Depois do café, saímos. Primeira coisa que precisávamos fazer era comprar as entradas do tango. Olhamos nas agências de turismo que tem no centro, na Rua Florida há várias pessoas oferecendo tango e passeios. Há vários tipos de apresentações de Tango. As mais simples são as Milongas e é apenas apresentações de tangos, com casais dançando. As mais famosas são verdadeiros espetáculos, com cenários, iluminação, música ao vivo. O mais famoso é o Senhor Tango, ele é famoso pois é a apresentação mais grandiosa, tem até cavalo no palco. Ele conta a história da cultura argentina, não apenas do tango. Todos os outros contam a história do Tango. É possível ver apenas a apresentação ou a apresentação mais o jantar, que é servido antes. Parece que, para os tangos mais famosos, a maioria das pessoas escolhe com jantar, pois a maior parte do espaço é destinado a isso. Os espaços destinados a quem compra apenas a apresentação são mais longes do palco. Os melhores jantares não são, necessariamente, nas apresentações mais famosas. Há alguns lugares que tem jantares que são considerados melhores que o do Senhor Tango. Pensamos em ir no Senhor Tango, mas é o mais caro, é Ar$1250 com jantar e Ar$750 sem jantar. Tivemos indicação do Madero Tango e decidimos escolher esse, que fica em Puerto Madera. Há vários tipos de preço de acordo com o local. Os locais de quem vai ver apenas a apresentação é na lateral do palco, lugar meio ruim de ver. Com jantar há: área premium, vip e a executiva. A premium é cara de mais, é o mais perto do palco. A área vip é em frente ao palco, são mesas retangulares bem cumpridas, em que uma pessoa senta em frente a outra (é bem colado nas pessoas do lado). Já a área executiva são mesas redondas para 8 pessoas que ficam mais nas laterais (então pode acontecer de você sentar em um lugar de costas para o palco). Olhamos em três agências de turismo o preço variava um pouco de uma para outra. Os preços mais baratos que achamos do Madera Tango foi, área vip Ar$750, área comum Ar$600. Pensei em ir no mais barato, mas minha namorada queria ir na área vip. Ai fomos na área vip, a diferença é o menu, que no vip tem mais opções de comida, no vip também tem direito a uma garrafa de vinho ou de champagne, que não tem na executiva, as outras bebidas: refri, cerveja e água são liberados. Mas, a maior diferença é o local da mesa. Não se escolhe o lugar de setar, o próprio tango que escolhe de acordo com a antecedência da reserva. Como reservamos em cima da hora para o sábado, se fossemos na executiva iriamos ficar em um lugar ruim, que não daria par ver direito, então valeu a pena ir na vip. Esse dia, era o Dia da Independência e haveria um grande evento político na Praça de Maio. Foi montado um palco gigante, várias ruas foram fechadas no entorno. Pela manhã ainda estava vazio, a maior parte da programação era a tarde. Pela manhã iriamos no Caminito, mas foi difícil achar onde passava os ônibus, pois muitas ruas estavam fechadas. Precisamos andar uns 5 quarteirões da praça para chegar no ponto. O Caminito é aquela rua que tem as casas coloridas, pintadas de várias cores. É uma rua bem pequena que tem vários restaurantes e lojas. O Caminito fica no bairro La Boca. É um bairro mais pobre e parece ser mais violento. Li em vários relatos e inclusive no hostel eles falam para ficar só no Caminito e ir no máximo até o La Bombonera. Não ficar andando pelo bairro. Achei bem legal o Caminito, mas confesso que imaginava que era uma rua bem maior! É só para ver mesmo, não há muito o que fazer lá. Os restaurantes tem apresentação simples de tango, num pauquinho na rua, para o pessoal que senta nas mesas. Mas, os restaurantes são caros e ouvi dizer que nem são bons. O Caminito é um lugar bem legal, pena que é bem pequeno. Depois fomos no La Bombonera, o estádio do Boca Juniors. Queríamos fazer a visita no estádio, mas achamos caro. Não dá só para ir ao estádio é preciso comprar a entrada do museu junto. O museu fica dentro do estádio e mostra a história do time, mas não parece ser nada de mais. O museu + visita express (que só vai nos camarotes) é Ar$95. Já o museu + visita guiada é Ar$110, essa que vai no campo, nos vestiários, etc. Na volta do estádio em direção ao Caminito, passamos numa padaria chamada Roma. É uma lojinha bem pequena que fica numa esquina, lá vendia frango assado, carnes prontas e empanados. Comemos os empanados e eles são magníficos!!! E custaram só Ar$9. Um dos clientes nos falaram que é considerado o melhor empanado da região. Voltamos ao centro e passamos pela evento na Praça de Maio, estava bem cheio e animado, com vários grupos que apoiavam o governo, cada um com um tipo de camisa diferente, com bandeiras e uns tinham até bandinha. Um pouco mais longe da praça havia vários stands na rua, de órgãos público, Ministério da Saúde, Ministério da Economia, Marinha Municipal, etc. Nos dias que estive na Argentina perguntei a algumas pessoas o que achavam do atual governo da presidente Cristina Kirchner, se gosta ou não e por que. E a maioria falou que gostava do governo, apesar de alguns problemas, mas que o país gerou muitas oportunidades nos últimos anos. O recepcionista do hostel, por exemplo, falou que antes sua família não podia comer “assado” e hoje pode comer bem melhor, havia mais opções de emprego e os salários não são congelados. Então, o que eu presenciei na Argentina é diferente do que via na TV. O governo parece ter amplo apoio popular e apesar da forte inflação, a vida parece ter melhorado para pobres e classe média na última década. Eu acho bem interessante ver esse lado dos lugares que conheço, muitas vezes um país ou local é bem diferente do esteriótipo e inclusive do que é retratado pela mídia. Depois de passar pela manifestação voltamos ao hostel, para dar uma dormidinha, já que não havíamos dormido direito a noite. A tarde choveu bem forte, estragou a festa de quem estava na praça. A noite iriamos ao Tango. Os tangos ficam cada um em uma parte da cidade e no preço da entrada está incluído trasporte de ida e volta. A van iria passar no nosso hostel entre 20 e 20:30. A maior parte do pessoal era de brasileiros. Como havia dito, fomos no Madero Tango. O jantar servido estava, realmente, muito bom! Pedimos bife de Chorizo e a carne é muito suculenta!!! A entrada e a sobremesa também estavam muito bons! No preço ainda estava incluído uma foto que foi tirada na mesa, que nem é um bom lugar para tirar; e um DVD da apresentação que nem vimos ainda. Ainda estava incluído uma aula de tango, mas que era depois da apresentação, então decidimos não ficar. Agora falando sobre o principal que é a apresentação de tango, é muito boa!!! Há cenário, iluminação, figurino, é padrão de teatro! São uns 5 ou 6 casais, e eles se apresentam juntos e separados, com estilos de dança diferentes. Valeu o preço do jantar + apresentação! Acabou meia-noite e na volta era um ônibus e não uma van. Acredita que o motorista esqueceu de nós dois! Não passou no nosso hostel e já estava voltando, depois de deixar o último grupo no hotel. A sorte que nós fomos sentar lá na frente e ele nós viu e lembrou. Heheheh Gastos: Ar$ 5 – metro Buenos Aires Ar$ 25 – cartão do trasporte (apenas o cartão, sem nenhum crédito) Ar$ 20 – recarga Ar$ 780 – Hostel Suites Obelisco – 2 noites quarto duplo com banheiro (2x) Ar$ 9 – Empanado Ar$ 750 – Madero Tango area Vip com jantar Ar$ 7 – casquinha Mc Donalds [t3]7° Dia 14/12 (domingo) Buenos Aires[/t3] Acordamos fomos tomar café, estava bem cheio as mesas do hostel, nem tinha mesa para sentar. Tomamos café, fizemos check-out e deixamos nossas malas no hostel. Domingo é dia de feira de San Telmo. É uma feira de artesanato que acontece aos domingos no bairro de San Telmo. A feira é na Rua Defensa desde a Plaza de Maio até a Plaza Dorrego, uns 10 quarteirões. Começa de manhã e vai até o final da tarde. Tem coisas legais na feira. Não é barato, mas também não chega a ser caro, achei os preços razoáveis. Compramos algumas lembrancinhas e presentes de natal. E é em San Telmo, ao lado da feira que fica a Mafalda. E tinha uma fila com umas 10 pessoas para tirar foto. De lá fomos à Puerto Madeira. Fomos andando, pois do centro é perto. Puerto Madeiro é a área portuária que estava degradada e o governo revitalizou. Hoje há vários restaurantes, inclusive de alta gastronomia e escritórios. É um lugar bonito, mas que não tem muito o que fazer. Fomos no Museu Fragata Presidente Sarmiento, que é um antigo barco de guerra que virou museu. É Ar$5 para entrar e é legal, mas nada de mais. Almoçamos e depois fomos tomar o sorvete da Freddo, que é a sorveteria mais famosa da Argentina. Mas, não tem muitas lojas. Na rua Florida há um Freddo na Galeria Pacífico, que não é apenas uma galeria, é um shopping. O sorvete da Freddo é meio caro, uma bola é uns Ar$25. Compramos o pote de 250g, que pode escolher três sabores, Ar$59. No dia anterior tínhamos comprado a casquinha do McDonalds. A casquinha do McD na Argentina e Uruguai não é igual ao Brasil em que é baunilha e chocolate, lá é baunilha e doce de leite. Mas, não é muito gostoso o sorvete de doce de leite do McD. Já o sorvete de Doce de Leite da Freddo é espetacular! Depois passamos na loja da Havanna. Na Argentina e Uruguai alfajores são muito populares e há várias marcas, mas a mais famosa é a Havanna. E não é por menos, eles são muitos mais saborosos que os outros e também mais caros! Mas, vale a pena comprar uns para comer ou levar para pessoas mais próximas. A caixa com seis é Ar$76 e com doze é Ar$138. Há também o doce de leite que deve ser bom. Mas isso não compramos na Havanna, pois não pode entrar no Brasil, pois é um produto agropecuário. Então se a alfandega pegar, eles jogam fora. Então comprei um doce de leite de supermercado, mas barato, mas nem era muito bom. Nosso voo sairia hoje às 22h. Voltamos ao hostel e pegamos os mochilões e fomos pegar um taxi. No hostel, nos falaram que negociando conseguiríamos por Ar$300. O taxista queria mais, mas fechou por esse valor mesmo. Gastos: Ar$ 5 - Museu Fragata Presidente Sarmiento (barco) Ar$ 68 – Almoço Ar$ 59 – sorvete Freddo – pote 250g (2x) Ar$ 9 – água 1,5L comprada no Carrefour Ar$ 35 – combo Moztaza Ar$ 300 – táxi até aeroporto É esse meu relato, espero ter ajudado com as histórias e informações. Hasta la vista!
  4. [t3]3° Dia de viagem 10/12 (quarta-feira) Colônia[/t3] Acordamos tomamos café no hostel e fomos dar uma volta na cidade. Colônia é uma pequena cidade, que foi colonizada por portugueses e espanhóis. Então há dois estilos de construções. A cidade é patrimônio da humanidade pela Unesco. Apesar dos atributos não vimos muita graça em Colônia. É uma cidade mais para se descansar do que para realmente, conhecê-la e explorá-la. Há o portão da cidadela, algumas ruas legais, mas nada de mais. Até tínhamos programado ficar o dia inteiro por lá, mas só pela manhã já deu para explorar o que tínhamos vontade. Nesse dia e nos seguintes no Uruguai havia um vento muito forte, que caso você não estivesse no sol, sentia frio, então foi necessário sair sempre com blusa de frio. Na volta do hostel, vimos um lugar que fazia delivery de comida e compramos um frango com purê e uma salada russa por Ur$200, que deu para comer nós dois. Levamos para comer no hostel. Passamos no porto para comprar a passagem de volta de Montevideo a Buenos Aires, a tarifa mais barata da Seacat já tinha acabado, então decidimos comprar pela Colonia Express que era o mesmo preço (Ur$1040) para ver a diferença entre elas. Que erro... Depois fomos à rodoviária para comprar a passagem para Montevideo, o pessoal do hostel falou que não precisava comprar com antecedência, pois tinha ônibus a cada 30min, era só chegar uns 15min antes. Chegamos na rodoviária as 14:40 para pegar o bus das 15h, mas só havia um lugar e o próximo ônibus era só as 16h. Compramos para o das 16h e mesmo assim, já nem tinha mais lugares juntos. Então, se já souber o horário que vai viajar, vale a pena passar antes e já comprar a passagem. Há duas empresas que fazem esse trajeto COT e Turil, fomos pela COT, Ur$300. O ônibus é de viagem e novo, tem ar condicionado, mas parece ônibus municipal, vai parando e tudo conter lugar e tem grande fluxo de pessoas entrando e saindo. E o povo que entra, se não tiver lugar vai em pé. Os ônibus chegam no terminal “Tres Cruces” em Montevidéu, na parte de baixo é rodoviária e na de cima é um pequeno shopping. De la pegamos um ônibus coletivo até o centro, Ur$23. O trasporte público no Uruguai é mais caro que na Argentina, na verdade, é aproximadamente o preço do Brasil, na Argentina é barata pois é subsidiada pelo governo. Ficamos no Hotel Lancaster, esse foi o único que à havíamos pagado. Reservei pelo site Hoteis.com, pois era o site que o preço estava mais barato e já decidimos pagar, porque não tem IOF e ainda achei um cupom de desconto. O Hotel fica bem no centro na “Praza Cagancha”, que é cortada pela Av 18 de Julio, que é a principal avenida do centro da cidade, nela há várias lojas e restaurantes. O Hotel Lancaster, que havíamos reservado, é um hotel bem velho, mas as coisas funcionavam e atendeu nossas necessidades. Depois fomos dar uma volta pelo centro. Trocamos dinheiro perto do hotel e, realmente, o cambio em Montevideo (Ur$8,70) é bem melhor que em Colônia (Ur$8,20). Gastos: Ur$ 20 – entrada farol Ur$ 200 – almoço (2x) Ur$ 300 – ônibus Colônia – Montevideo Ur$ 23 – ônibus urbano Montevideo Ur$ 267 – supermercado Ur$ 165 – jantar [t3] 4° Dia 11/12 (quinta-feira) Montevidéu [/t3] Acordamos tomamos café no hotel, o café do hotel era muito bom! Tinha inclusive um doce de leite muito gostoso! Fomos andar no centro, primeiro fomos na “Plaza Independencia”, onde fica o prédio da Presidência, a antiga presidência que é um museu meio sem graça, o Palácio Salvo (um dos símbolos de Montevidéu) e a Catedral Metropolitana, que achamos mais bonita que a de Buenos Aires. Há também a “Puerta de la Ciudadela” que é um portão, pois antigamente a cidade velha era cercada por muralha. Essa porta é o começo da rua Sarandí. Essa é a rua mais movimentada da cidade velha. A rua é um calçadão, não passa carros e tem várias lojas, lanchonetes e restaurantes. Perto dessa rua há a “Praza Constitución”, que tem uma feirinha e é bem legal também. A Puerta de la Cidadela é o começo da cidade velha, a rua Sarandí é a rua principal e tem muito movimento, mas as outras ruas são meios vazias e a cidade velha ainda é um local meio degradado, alguns quarteirões só há prédios abandonados. No final da cidade velha, no lado oposto da Plaza Independencia fica o “Mercado del Puerto”. É um antigo mercado que hoje tem apenas restaurantes e umas duas lojas de souvenir. Havíamos lido em outros relatos que lá era um bom lugar de comer a “parrilla uruguaya” que é o churrasco uruguaio que é feito com lenha e não com carvão. Os restaurantes servem as mesmas coisas, só o preço que varia, mas mesmo assim não varia tanto. Achamos caro, mas decidimos comer! Há vários tipos de carne e o preço entre elas varia bem, comprando uma carne você pode escolher um acompanhante: batata frita, purê de batata, batata cozida, arroz ou salada. Nos ofereceram a Picaña, que tinha um preço médio, mas era mais barato que outras carnes, que nós consideramos menos nobres, como baby beef. Grande erro ter escolhido picanha, estava horrível!!! A carne estava sem tempero, sangrando e extremamente dura, precisava fazer muita força para mastigar. Pedimos para passar um pouco mais, ela ficou menos sangrenta, mas mesmo assim continuou muito dura. Essa picanha, não é o mesmo corte da picanha aqui do Brasil. Se for comer lá, não peça Picaña! Comemos porque estávamos morrendo de fome, mas estava muito ruim! Ficamos até com trauma de parrilla e nem pedimos de novo na viagem. Pelo menos compramos um prato para uma pessoa e dividimos, a porção de carne é bem servida, só o acompanhante é pouco. Custou R$45, lá nos restaurantes pode-se pagar com real e a cotação é melhor que as casas de câmbio (Real entre Ur$9 e 10). Depois da péssima experiência no almoço fomos no teatro Solis, que fica perto da Plaza Indepedencia. A visita guiada é as 16h, em espanhol é Ur$20 e em português Ur$40. Fomos em espanhol. Parece que os brasileiros são a maior parte dos turistas de Montevideo, a visita em português tinha mais de 30 pessoas, em inglês 8 e em espanhol umas 15 pessoas, sendo que haviam outros brasileiros além de nós dois. Cada grupo tem dois guias e um dos nossos guias falava rápido de mais! Eu falo espanhol, mas mesmo assim estava difícil de entendê-lo. Acho que eles colocam de propósito para os brasileiros irem na visita em português; eles até avisam na bilheteria que o guia fala rápido. O teatro é legal, vale a pena a visita! De lá fomos às ramblas em Pocitos. Ramblas são os calçadões na beirada da praia. Fomos em Pocitos, pois era perto do Parque Rodó. Mas, acabou que estava meio longe e nem deu tempo de ir no parque. Pocitos é um bairro mais novo e de classe mais alta em Montevideo. Li em alguns relatos que valia mais a pena fica lá do que no centro, mas não achei. Para curtir a praia e andar pelas ramblas, é o melhor bairro, mas quase não vi restaurantes e lojas. Voltamos ao centro e andando pela av. 18 de julio em direção oposta à ciudadela (cidade velha) e vimos que a Fonte dos Cadeados ficava perto do hotel. É uma fonte onde os casais escrevem seus nomes em cadeados, prendem à fonte e segundo a lenda, caso voltarem a visitá-la juntos, o seu amor será eterno. Minha namorada queria prender um cadeado, mas estávamos sem nenhum na hora, deixamos para depois. Continuamos andando e vimos que havia uma apresentação em frente a Intendencia de Montevideu (Prefeitura). Hoje, 11/12, era o dia do Tango e estava havendo apresentações de música e de dança! Parecia legal, mas nem deu para ver muito, porque estávamos com muita fome. Para compensar o almoço ruim, jantamos em um lugar ótimo! Uma pizzaria que ficava perto do hotel, na “Praza Cagancha”. Uma pizzaria supercheia, até difícil de achar mesa e parecia ser frequentada por nativos. Olhando de fora, parece mais um bar. Não era barata, mas era boa e diferente, a pizza parecia torta, mas muito gostosa! Pagamos Ur$170 numa pizza média, que para nossos padrões era pequena, mas deu para alimentar nós dois. Gastos: Ur$ 200 – protetor solar R$45 – almoço Mercado del Puerto (2x) Ur$ 20 – visita guiada Teatro Solis Ur$ 23 – ônibus urbano Ur$ 170 – pizza média (2x) [t3]5° Dia 12/12 (sexta-feira) Montevidéu [/t3] Acordamos, tomamos café, fizemos check-out e deixamos nossas mochilas no hotel. Nesse dia, fomos primeiro na Intendencia de Montevideu (Prefeitura). É um prédio bem alto e tem um mirador (mirante) no 22° andar. A entrada é de graça, só precisa pegar um ticket no posto de informação turísticas em frente a prefeitura. Depois é só entrar no hall principal do edifício, caminhar até o fundo e descer uma escada para o sub-solo, onde está a entrada do elevador panorâmico. A vista lá de cima é incrível! Dá para ver vários pontos turísticos da cidade. De lá pegamos um ônibus e voltamos ao Mercado del Puerto, não, não era para comer! Deus me livre! Hehehe Em frente ao Mercado tem uma loja muito boa que vende vários tipos de alfajor. Eles vendem também caixas e tem o preço bom. As duas marcas principais de alfajor no Uruguai é a La Pataia e a Punta Ballena. A embalagem mais legal é da La Pataia, que é de vaquinha. Iriamos comprar para dar de presentes. Pensamos em levar da La Pataia, mas resolvemos comprar um de cada para experimentar e vimos que a da Punta Ballena é melhor! O da La Pataia é muito doce e meio açucarado. Compramos o alfajor triplo, que estava em promoção. Uma caixa com 10 alfajores triplos da Punta Ballena saiu por Ur$120. Os alfajores individuais, independente da marca é Ur$17. Almoçamos na rua Sarandí, achamos um restaurante, dentro de um prédio que parecia universidade que o almoço era Ur$140. Depois fomos ao Congresso. É preciso pegar ônibus, pois ele não fica na parte histórica. É um prédio de 100 anos no estilo neoclássico. A vista guiada custa Ur$70 e tem em português. O prédio é bonito por dentro, vale a pena a visita. Na volta sabíamos que era só pegar um ônibus que estivesse escrito “Cuidad vieja”. Pegamos um que deu a volta na cidade, passou por ruas que nem estavam em nosso mapa. heheh Foi até interessante para ver um outro lado da cidade. As partes mais turísticas da cidade só tem prédios, mas há outros bairros de casas. Montevideo parece uma cidade bem tranquila para morar! Voltamos ao hotel, pegamos as mochilas e fomos ao Terminal Tres Cruces. Já havíamos comprado a passagem, ônibus + barco até Buenos Aires, pela Colonia Express. Chegando no guiché da Colonia Express, descobrimos que o barco havia estragado e todas as passagens foram canceladas. Até perguntei, como assim cancelaram e fica por isso mesmo. Ai eles falaram que mandaram e-mail. Como tinha ficado o dia inteiro sem internet, não dava para saber se, realmente, haviam mandando o e-mail. Depois, quando entrei na internet, descobri que era mentira, não haviam mandando nenhum e-mail. Só mandaram quando compramos a passagem, não mandaram nenhum avisando do cancelamento. Perguntei se não poderiam transferir as passagens para outra empresa, mas falaram que o “máximo” que podiam fazer era devolver o dinheiro. Ficamo muito bravos, mas não tinha nada para fazer. Mas, então fica a dica, não viaje pela Colonia Express!!! Olhamos na Busquebus/Seacat e já não havia mais passagens para hoje, só uma de US$160 (dólares). Para o dia seguinte tinha pela Seacat, mas bem mais caro do que nós compramos e ainda chegava em Buenos Aires na hora do almoço. Nesses momentos em que as coisas dão errado, dá vontade ter uma reação rápida, pois as passagens podem acabar, pode não ter mais tempo de comprar, etc. Mas, o melhor a fazer é esperar um pouco, esfriar a cabeça e refletir sobre o que é o melhor a fazer. Se tivesse tomado uma atitude enquanto eu estava no clima do desespero, teria comprado para o dia seguinte e voltado ao hotel. Mas, depois de refletir e ver as possibilidades, vimos que o melhor era pegar um ônibus até Buenos Aires. De ônibus são 7h de viagem, bem mais que as 4h do ônibus+barco. Mas, pelo menos iriamos aproveitar o dia seguinte inteiro em Buenos Aires. Compramos o ônibus cama da empresa Condor por Ur$1350, saia as 22:30. Deixamos nossas mochilas no Guarda Equipaje (guarda volume). Para quem tem passagem para o dia pode deixar as malas de graça por até 2h, se passar disso é cobrado o preço normal, 4h – Ur$58, até três malas. Fomos andar na Av 18 de Julio, que termina bem ao lado do Terminal, mas essa parte da avenida não é boa, tem pouco comércio. Decidimos jantar numa pizzaria típica. As pizzarias no Uruguai (também vi isso em Buenos Aires) vendem pizza com 1, 2 ou 3 gustos (ingredientes) ou sem nenhum. É meio difícil da gente imaginar, pois é bem diferente das pizzarias do Brasil. No cardápio das pizzarias do Uruguai há a opção das pizzas com ou sem mussarela. Cada uma dessas duas você pode comer pura (sem ingredientes, só com molho de tomate), com 1 ou 2 ou 3 gustos. E os preços de 0 para 1 para 2 e 3 são bem diferentes. Os gustos são: presunto, tomate, cebola, milho, champion, azeitona, etc. E é normal as pessoas pedir com apenas 1 gusto. Na pizzaria que fomos comer os preços era por metro, compramos uma pizza 1/2metro (retangular) com mussarela de 1 gusto e saiu por Ur$270. Com dois gustos era uns 350. Escolhemos presunto. A pizza vem com muito do gusto que você escolheu, a nossa tinha uma camada de 3 ou 4 fatias de presunto. A massa é bem grossa e demos conta de comer só a metade. Outro detalhe interessante é que eles não dão prato, nem talher, a pizza vem toda fatiada e as pessoas comem com guardanapo. Prefiro as pizzas brasileiras, mas como experiência foi interessante! Depois voltamos ao Terminal Tres Cruces, demos uma voltinha no shopping, que é realmente pequeno e tomamos o Sundae de doce de leite do McDonalds Ur$50. Não gostamos muito, a cobertura de doce de leite é muito consistente e não muito gostosa. Quando deu a hora entramos no ônibus, ele era confortável, mas longe de ser cama. É tipo um ônibus leito do Brasil, mas, ganhamos um lanchinho com sanduíche, suco, biscoito; bem legal! Ônibus cama, de verdade, são os do sudeste asiático, viajamos do Camboja ao Vietnã e esses sim são cama! Voltando ao Uruguai, no meio da viagem, bem de madrugada, eles acordam todo mundo para passar pela imigração. Era uma mesma construção que tinha um guichê da Argentina e outro do Uruguai. O do Uruguai estava vazio, então nem deram saída nos nossos passaportes. Talvez um dia isso dê até problema. uhauahu Gastos: Ur$ 120 – caixa alfajor Punta Ballena c/ 10 Ur$ 140 – almoço Ur$ 70 – entrada Congresso uruguayo Ur$ 270 – pizza ½ metro com 1 gusto (2x) Ur$ 50 – sandae Mc Donalds Ur$ 58 – guarda volume rodoviária (4h – até 3 malas) Ur$ 1350 – ônibus cama Monteideo – Buenos Aires (empresa Condor)
  5. [t1]Buenos Aires, Colonia e Montevideo em 7 dias[/t1] Olá pessoal, estou deixando aqui o meu relato sobre nossa viagem a Argentina e Uruguaio. Nessa viagem, pensei em nem fazer relato para colocar aqui nos Mochileiros, porque esse é um destino que já há muitos relatos. Mas, depois pensei que cada relato sempre tem uma informação nova e um novo olhar sobre um mesmo local. Então decidi escrever. Para ter mais informações e dicas acesse o meu blog http://www.abraceomundo.com lá tem informações extras que não estão no relato. Nessa viagem foi eu e minha namorada. Nós tínhamos uma semana para viajar e optamos por ir a Argentina e Uruguai. Buenos Aires e Montevideo são locais tranquilos de ir. A língua também ajuda, pois o espanhol pode ser parcialmente compreendido mesmo por quem nunca estudou. E nessas cidades eles estão acostumados com brasileiros, o que já ajuda na comunicação. Por isso indico essa viagem para quem nunca fez um mochilão. Esse na verdade é um mochilão que nem precisa muito ser mochilão, dá pra viajar de mala, pois não se desloca muito. Mas, nós fomos de mochilão e foi uma boa escolha, pois para os momentos de atraso e para pegar ônibus, a mochila é bem mais ágil e eficiente que uma mala. Porém, para viagens em que haja muito deslocamento (muitas cidades no itinerário) prefira a mochila! Vai ser muito mais ágil e fácil de se locomover. A não ser se for uma viagem de alto padrão, apenas pegando taxi; ai não faz diferença, mas isso já é outra realidade. uahuhahua No Brasil não se vê muitas pessoas viajando de mochila, mas em outros lugares do mundo é bem normal. Em Ko Phi Phi, por exemplo, uma famosa ilha da Tailândia, 80% das pessoas que chegam para se hospedar lá estavam de mochilão, segundo a minha própria análise. huauhuha Mas, voltando para o destino, como estava falando, Buenos Aires e Montevideo são bons lugares para um primeiro mochilão ou uma primeira viagem por conta própria. Como tudo na vida, a primeira vez sempre gera uma insegurança maior e como essas cidades são fácil de se locomover e de comunicar é uma boa escolha. Outro lugar que indico para um primeiro mochilão é o tradicional Bolívia, Peru e Chile. É uma viagem diferente, com um pouco mais de aventura. Que mescla tanto cidades quanto belezas naturais. Os pontos auges são o Salar de Uyuni e Machu Picchu. Na verdade, é um destino muito mais interessante do que Buenos Aires e Montevideo, no meu ponto de vista. Eu já fiz um relato sobre essa viagem, quem tiver interesse de ler: aventuras-por-bolivia-peru-e-chile-22-dias-jun-jul-2012-t73241.html Primeiro começamos a pesquisar as passagens. A Gol faz algumas promoções nos finais de semana, e chegamos a encontramos por R$650 ida e volta (Belo Horizonte/ Buenos Aires). Porém, demoramos para comprar e não conseguimos. Acabamos comprando da Aerolíneas Argentinas por R$973, incluído as taxas. A Aerolíneas tem voo direto de BH a BUE, só os horários que não são muito bons (de madrugada). Mas, o problema foi que cancelaram nosso voo, 10 dias depois de termos comprado as passagens. Foi o voo de ida e eles nos realocaram no voo do dia seguinte, então perdemos um dia de viagem. Normalmente, não reservamos hostel nas viagens, deixamos para olhar isso na hora. Porém, nessa viagem, decidimos reservar. No nosso novo cronograma (com um dia a menos) ficou dividido assim: 4 dias para Buenos Aires, 2 para Montevidéu e 1 para Colônia del Sacramento. O relato está dividido por dia e em baixo de cada dia eu coloquei os gastos. Não estão todos os gastos do dia, só os principais. Por exemplo, os preços dos ônibus urbanos está o preço da tarifa unitária, independente se usei uma vez ou 5 vezes no dia. Nos preços, quando estiver “2X” significa que o gasto foi dividido por dois, como hostel, táxi, restaurante, etc. Para a Argentina o melhor a se levar é dinheiro em espécie, Real ou Dólar americano, pois o cambio negro paga muito mais do que o câmbio paralelo, que seria o cambio da compra e saque no cartão de crédito e VTM, Visa Travel Money. No Uruguai não há essa diferença de cambio oficial e negro. Pensamos em levar dólar, mas como foi bem na época que o dólar deu uma valorizada, decidimos levar reais. Na média, trocamos o cambio nas conversões abaixo: Conversão das moedas R$1 = Ar$ 4,4 (Pesos Argentinos) R$1 = Ur$ 8,6 (Pesos Uruguaios) O valor do peso argentino é o do cambio negro. No câmbio oficial seria R$1 = Ar$3,2. [t3]Dicas:[/t3] Argentina - Trocar dinheiro no câmbio paralelo na Argentina, pois a cotação é bem maior que no câmbio oficial. Na rua Florida, há várias pessoas oferecendo para trocar. Troque com alguém que te leve a algum outro lugar, não diretamente na rua. Nós trocamos nas bancas de revista. Numa delas tinha até luz negra para conferir as marcas d'agua das notas. Confira as notas, pois dizem que há muitas notas falsas. - Os ônibus de Buenos Aires não tem trocador e só há dois jeitos de pagar: com o cartão que vale para todos os transportes púbicos e pode ser recarregado no metro; ou com moedas em uma máquina dentro do ônibus. - A feirinha de San Telmo, que acontece aos domingos é um bom lugar para comprar lembrancinhas e presentes. As lojas de souvenir do centro, eu achei muito caras! - Há 3 empresas para se viajar de barco da Argentina ao Uruguai: Busquebus, Seacat e Colonia Express. O mais barato é ir de Buenos Aires até Colonia e de Colônia de ônibus (que já está incluído no preço) até Montevidéu. A empresa que mais vale a pena ir é a Seacat, que é da Busquebus. Ela é a mas barata, a Busquebus é muito mais cara. Já a Colonia Express é um pouco mais cara que a Seacat e não é uma empresa confiável. Fomos embarcar por ela e no guichê nos falaram que o barco havia quebrado, não sabiam quando (que dia) iria voltar a operar, iriam devolver o dinheiro e a gente que se virasse para achar outro jeito de viajar. =0 Na hora de comprar as passagens, se for comprar pela internet, que usa a cotação oficial, compre pelo peso uruguai, pois sairá bem mais barato que comprando em peso argentino. Uruguai - Trocar cambio em Colônia não é tão bom, em Montevidéu se consegue um câmbio bem melhor. Voos: BH – Buenos Aires (Ezeiza): 02:55 – 05:35 (08/12) Aerolineas Argentinas BUE – BH: 22:05 (14/12) – 02:15 (15/12) Aerolineas Argentinas Gastos Gerais: - Passagem aérea BH – BUE (ida e volta) – R$ 973 - Hospedagem – 6 noites - R$587 (preço do quarto duplo) (2X) - Barco: Buenos Aires - Colonia del Sacramento - Ur$ 750 - Ônibus: Colonia – Montevideo – Ur$ 300 - Ônibus: Montevideo – Buenos Aires – Ur$ 1350 - Seguro de Viagem – Treavel Ace (Mundo Básico) 8 dias – R$ 74 Total dos Gastos: inclui tudo que gastei na viagem, os gastos acima mais refeições, presentes, museus, etc. TOTAL: R$ 2560 [t3]1° Dia de viagem 08/12 (2a) Buenos Aires[/t3] O voo atrasou um pouco, chegamos antes das 6h da manhã em Buenos Aires. No verão há uma hora de fuso horário, pois a Argentina não tem mais horário de verão. Ezeiza é o aeroporto internacional, fica mais longe da cidade, 30km do centro. Apesar de ser o principal, o aeroporto não é muito grande. E o aeroporto carece de meios de transporte até a cidade. Não há mutas opções. A principal delas é táxi. Tenho a impressão que a maioria das pessoas vão de táxi. Há dois tipos de táxi, os táxi Ezeiza que são brancos e com preço tabelado, pagamos R$105, acho que em pesos era $350. E os radio-taxi, que são os taxi comuns (preto e amarelo), que usam o taxímetro; cuidado pois há motoristas picaretas. E a o ônibus da Tienda León. Que é Ar$140 por pessoa até a sede da empresa ou até um ponto específico Ar$175. Iriamos de Tienda León, pois nos falaram que pagaríamos 140 e nos deixariam na esquina do hostel (pois é caminho), mas depois quando fomos pagar, falaram que o valor era 175. Ai ficamos revoltados e decidimos ir de táxi. Sem trânsito é 30 min até o centro de Buenos Aires. Fomos diretos ao hostel. E falando em hospedagem, gosto de ficar hospedado em hostel, pois tem um clima bem legal e ainda é mais barato. Ficamos hospedados no Hostel Suites. Há 3 deles em Buenos Aires. Primeiro ficamos no Hostel Suites Florida, quando voltamos do Uruguai ficamos no Hostel Suites Obelisco. Os dois são bem próximos e são mais ou menos iguais, sendo que o Florida é um pouco mais novo. Chegamos antes do check-in que na Argentina e Uruguai é as 14h. Deixamos nossos mochilões lá e eles deixaram a gente tomar café da manhã nesse dia. Quando fomos para a rua, descobrimos que era feriado e que boa parte do comércio não iria abrir. Aproveitamos para ir na Casa Rosada que só abre para visitação nos fins de semana e feriados. A entrada é de graça, mas a visitação começa meio tarde, acho que as 10h. A casa Rosada é legal, mas eu imaginava mais. Depois fomos no Museu do Bicentenário que fica atrás da Casa Rosada, esse museu tem algumas coisas interessantes, mas não leva mais de uma hora conhecê-lo. Trocamos dinheiro na rua Florida, perto do hostel. A rua Florida é uma das principais ruas de comercio do centro. É uma rua só para pedestres, não passa carro e tem lojas dos dois lados e várias galerias. Se encontra de tudo para comprar lá! A cotação do real no câmbio negro estava Ar$4,30. Pegamos uma época não muito boa, há um mês e meio estava quase a seis. A cotação pode enganar, pois as coisas não são baratas na Argentina. Por exemplo, compramos uma água de 1,5L no supermercado por Ar$9, mais de R$2. Comida também achamos caro, não vimos opções de lugares baratos para comer na região central. Comemos em restaurante a um quarteirão da Florida, uma Milanesa para uma pessoa, mas bem servida, Ar$84. Como deu fomo rápido, mais a tarde comemos no Mostaza, que é um fast-food argentino bem popular. O Mostaza, assim como o McDonalds tem promoções com bons preços, mas o que é fora da promoção é caro. Há o combo refri + batata + x-burgues simples por Ar$35. Nesse dia ainda fomos na Catedral que também está em frente a Praça de Maio, a fachada é clássica, estilo greco-romano, nem parece igreja. E por último fomos à Av 9 de Julio para ver o Obelisco, que é bem grande, mas meio sem graça. Nesse dia não fizemos muitas coisa, pois eu estava começando a ficar gripado. O hostel que ficamos tem jantar de graça as 2a, 3a e 4a. À tarde precisa escrever o nome em uma lista e eles tem dão um cupom. Você só precisa comprar uma bebida, o jantar é no bar do Florida que fica no subsolo. A comida é bem simples foi macarrão com molho de tomate e queijo, no molho não tinha nem carne, mas estava bom e deu para economizar! Nesse dia minha garganta foi ficando ruim e a noite fiquei com febre, tive que tomar um paracetamol e morrendo de medo da gripe atrapalhar a viagem. Gastos: R$105 – Táxi do Aeroporto Ezeiza até o centro Ar$500 – Hostel Suites Florida – Quarto duplo com banheiro (2x) Ar$84 – almoço (2x) Ar$35 – combo de hambúrguer + batata + refri no Mostaza [t3]2° Dia 09/12 (terça-feira) Buenos Aires[/t3] Acordei sem febre graças a Deus! Fomos tomar café no hostel e depois fomos nos bosques de Palermo, pegamos o metro e descemos na estação Plaza Italia. Palermo tem vários bosques e um zoológico que fica na mesma região. Um dos bosques é o “El Rosedal” que é onde há vários tipos de flores. Como fomos na primavera, estava bem bonito! O Planetário Galileu Galilei também fica lá perto, até passamos lá, mas achamos caro e era só a tarde. De lá fomos no bairro da Recoleta. Pegamos um ônibus e descobrimos que só se paga com moedas ou cartão de trasporte. Não tínhamos nem um, nem o outro. Então uma mulher pagou com o cartão dela para a gente, sem nem perguntar se tínhamos dinheiro para pagá-la! Ela foi bem legal! Na verdade, achamos os portenhos bem hospitaleiros, sempre que precisamos de ajuda, havia alguém para ajudar. Na Recoleta, primeiro fomos no Cemitério, o local é bem turístico, havia alguns ônibus de turismo na porta. Não gastamos muito tempo lá, só fomos no túmulo da Evita, que não é grandioso, nem fica em nenhum lugar de destaque, mas é o mais visitado e sempre tem flores. A Recoleta, assim como Palermo são bairros mais chiques, então consequentemente mais caros. Mas, achamos um lugar com o preço razoável, almoçamos no Shopping que fica em frente ao Cemitério. Almoçamos num restaurante italiano, o prato do dia + bebida saiu por Ar$93. Depois fomos na Basílica Nuestra Señora del Pilar, que é uma igrejinha que fica ao lado da entrada o cemitério. Não tem nada de mais, mas como é ao lado vale a pena dar uma passada. De lá fomos no Museu Nacional de Belas Artes que é legal, tem uma vasta coleção de obras argentinas, mas também Van Gogh, Monet, Picasso, etc; e não paga para entrar; mas segunda-feira está fechado. Atrás do museu fica a Floralis Generica, que é aquela escultura de flor feita de metal. Ela é bem grande, muito maior do que eu imaginava, tem 20 metros de altura. A flor estava em reforma, mas não atrapalhou de vê-la, só não podia chegar muito próximo. Ao lado da flor, fica um prédio bem grande e bonito em estilo greco-romano que é a Faculdade de Direito e Ciências Sociais. Tudo isso, do cemitério à flor fica bem próximos, num raio de uns 700m. De lá fomos na livraria El Ateneo Grand Splendid (Av Santa Fe, 1860), apesar de ser no mesmo bairro, não é perto, como estávamos com o tempo limitado fomos de táxi, ficou em Ar$50 no taxímetro. Essa livraria era um teatro e é bem bonita, dizem que já ganhou prêmio de uma das livrarias mais bonitas do mundo. Voltamos andando para o hostel. Nosso barco para o Uruguai saia as 18:45, da Florida até Puerto Madera, que é onde fica o porto não é longe, então fomos andando. Viajaríamos na empresa Seacat, mas perguntávamos as pessoas e elas não sabiam aonde era o porto dela. Há duas empresas principais a Busquebus que é maior e a Colonia Express e o porto delas são em lados opostos de Puerto Madera. Eu sabia que a Seacat fazia parte de uma delas, mas não sabia qual. Já estávamos quase na hora e não sabíamos aonde ir, perguntamos a um segurança e ele entrou na internet no celular dele para descobre aonde era. E descobrimos, é na Busquebus. O local de embarque é bem grande e confortável. Vale bem mais a pena viajar pela Seacat (busquebus) que pela Colonia Express, mais a frente vou explicar o que aconteceu com a gente no dia da volta... A imigração, saída da Argentina e entrada no Uruguai é feita no porto de Buenos Aires. O barco que viajamos é bem pequeno e não tem espaço para ir do lado de fora para ver a vista, mas tem muitas janelas, que se você chegar cedo, vai poder sentar perto de uma. A viagem até Colonia é bem rápida, dura um pouco mais de 1h. Há um free shopping dentro do barco que dá fila para comprar. É uma loja bem pequena e quase não tem muita opção, mas os nativos gostam de comprar lá. Chegamos em Colônia as 21h. No Uruguai, assim como no Brasil tem horário de verão, então o Uruguai tem 1h de fuso horário a mais em relação a Argentina. No porto havia transfer até os hoteis, por uns Ur$200 por pessoa. Quem paga isso deve se arrepender, porque Colônia é uma cidade bem pequena, as coisas ficam perto, nosso hostel, Che Lagarto Hostel, ficava a dois quarterões do Porto. Deixamos nossas mochilas no hostel e fomos jantar. Comemos um chivisto para dois, em um lugar que era mais barato e saiu por R$55. O Uruguai é bem mais caro que a Argentina devido ao cambio. No Uruguai, a maioria dos estabelecimentos (hoteis, lojas, restaurantes) aceitam reais e dólares. A noite caiu uma chuva muito forte, por sorte já estávamos no hostel. Inclusive tivemos que matar duas baratas que estavam em nosso quarto no hostel. Hehehe Mas, o hostel é bom, é pequeno com um clima bem familiar. O maior problema é que a área de convivência dá para os quartos o que pode fazer barulho. Gastos: Ar$ 3 – ônibus Ar$ 93 – almoço (2x) Ar$ 50 – taxi da Floralis Generica até a livraria El Ateneo Ur$ 750 – barco Seacat Buenos Aires – Colonia Ur$ 750 – Hostel Che Lagarto Colonia – quarto duplo com banheiro (2x) R$ 55 – jantar – Chivisto (2x)
  6. Olá Milton, acho que vale a pena comprar lá sim. Eu comprei no Shopping MBK (havia escrito errado no último post, o shopping se chama MBK e não BMK, huahuha). As duas lojas que vi recomendação é FotoFile (onde comprei, há duas delas no shopping, uma geral e uma outra que só vende Canon) e a Sunny Camera (que só vende Nikon).
  7. Comprei uma lente Nikon 18-55mm f/3.5-5.6G VR por 5mil bahts e recebi de volta 250 do VAT refund. É uma lente simples, mas é um lente bem leve e depois de um mês de mochilão, uma lente mais leve faz diferença. Hahuahu Eu acho que vale a pena comprar lá, a Tailândia não é um lugar muito barato de comprar, apesar de ter uma fábrica da Nikon perto de Bangkok. Mas, é mais barato que no Brasil. Esses produtos fotográficos que não tem muita demanda, ainda são bem caros no Brasil, apesar de ter alguns poucos lugares com preço bons. Em Bangkok o melhor lugar de comprar é o Shopping BMK, não é o mais barato, mas tem várias opções de lojas de material fotográfico profissional. Na China Town seria mais barato, mas a probabilidade de golpe é mais alta. Mesmo no MBK, li em um relato que muitas lojas não são confiáveis. Indicaram a Fotolife e Sunny Camera (só Nikon).
  8. [t1]CHINA[/t1] [t3]Dia 29 – Beijing (Pequim)[/t3] Nosso amigo voltou ao Brasil porque as férias dele já estavam terminando e só eu e minha namorada fomos para a China. O voo atrasou, era para chegar as 6h, chegamos as 8:20. Apesar de ser bem grande, o aeroporto de Beijing não tem muita opção de lugar de comer. Comemos um hambúrguer no Burger King ¥ 13. Para chegar à cidade, é preciso pegar um trem que sai do aeroporto, ele é caro, custa ¥25 e demora uns 30min. Depois se pega o metro. Se o trem é caro, o metro é bem barato, ¥2 e o ônibus é ¥1.Transporte público é muito barato em Beijing! Tínhamos feito a reserva do hostel, Downtown Backpackers Hostel, ele fica na rua Nanluoguxiang. É uma rua turística, cheia de lojas e lanchonetes, que fica lotada, mas por chineses, que são mais de 90%. Apesar da rua ser legal, as coisas são caras lá, comida e tudo mais é caro nessa rua. A China é um país caro e em muitos aspectos preços parecidos com os do Brasil (ou seja, caro!). E para a gente que estávamos vindo do sudeste asiático, tudo é extremamente caro! Só o metro mesmo que é barato. Chegamos ao hostel as 10:50 e disseram que nosso quarto ainda não estava disponível, que meio-dia devia estar. Estávamos muito cansados, mas fomos dar uma volta na rua Nanluoguxiang. A única coisa barata que vimos para comer foi milho e salsicha, ¥3 cada. Voltamos 12h ao hostel e falaram que o quarto ainda não estava disponível porque ainda não estava desocupado. Ai falamos que iriamos esperar na recepção. Esperamos 15min e perguntei de novo, ai voltaram a dizer que o quarto ainda não estava disponível e eles não sabiam que horas ficaria, ai fiquei bravo. Mas, passou 10min e eles falaram que nosso quarto estava disponível. Levamos nossas malas para o quarto, quando descemos para pagar, descobrimos que era o quarto mais caro ¥320. Iria pagar no cartão, mas eles não aceitam, só dinheiro, então tivemos que ir trocar os dólares. Essa foi a sorte, porque entrei na internet e vi que havia reservado o quarto barato ¥260 e não esse caro. Falei isso, ai eles fizeram esse quarto mais caro pelo preço do mais barato. =) Voltando a parte de trocar o dinheiro, a China, ao contrário dos países do sudeste asiático, não tem casas de câmbio; só as vimos no aeroporto. Eles trocam dinheiro no banco e não é todo banco que troca, acho que só o Banco da China (Bank of China) e para trocar, precisa de passaporte. Mas, pelo menos não há taxas para trocar dinheiro lá, ao contrário das casas de cambio que cobram uma taxa alta. O banco fica aberto todos os dias da semana, mas só até as 17h. Nas proximidades do hostel tem um Banco da China, que não é perto, mas que dá para ir andando. Como estávamos sem passaporte, tivemos que sacar no cartão de crédito. E também, não há muitos caixas eletrônicos, ao contrário da Tailândia que há, literalmente, em toda esquina. Nesse primeiro dia, precisaríamos comprar as passagens para Xian, para não deixar para em cima da hora e acabar. No hostel, eles vendiam essas passagens, cobrando uma taxa, logicamente. Decidimos comprar lá. O nosso plano seria ir dia 30 (amanhã) e voltar dia 2, no sleeper train. Porém, já não havia passagens para o dia 30, só para o dia 1º. Decidimos mudar nosso cronograma, ir dia 1º e voltar dia 3. Mesmo nesses dias, já não havia a cama mais barata, hard sleep, apenas o soft sleeper e o superior soft sleeper. Explicando melhor o trem, na China existe dois tipo de trem: o comum e o trem bala. Mesmo o comum, há vários tipos deles, uns melhores (que são mais rápidos) e uns mais lentos (mais baratos). E esses trens comuns tem diurnos e noturnos (sleeper train). Xian fica a 1100km de Beijing. 13h de carro. De trem bala dura 5h, 6h e de trens comuns entre 11 e 18h. Havia lido que não compensava pegar os mais baratos. Os melhores trens comuns são os tipo Z e T, que são os que mais valem a pena. O mais rápido é o Z, 11h, queria comprar dele, mas já não havia passagens, então compramos do T. No sleeper train há 4 tipos de passagens, vou colocar os preços aproximados do trem tipo T, Beijing – Xian: Hard seat (assentos comuns): tipo de ônibus U$23 Hard sleeper: triliche, 6 camas por cabine e as cabines não tem portas U$40 Soft sleeper: beliches, 4 camas por cabine, há porta e na parte de baixo (para quem está nas camas de baixo há uma mesinha) U$62 Superior soft sleeper: 2 camas por cabine, uma poltrona e banheiro U$110 Esses preços são para bilhetes comprados na China, comprando na internet é mais caro, pelo site http://www.chinahighlights.com os preços seriam respectivamente: U$46, U$70 e U$129. Queriamos comprar do hard sleeper, mas como já tinha acabado, compramos do soft sleeper. A passagem (cama de cima) é ¥422,50, mais ¥30 de taxa por ter comprado no hostel, total = ¥910 (ida e volta). Voltando a falar de Beijing, a tarde nós fomos no Palácio de Verão, que é o Palácio de verão do Imperador. Chegamos lá meio tarde, as 16h. Estava escrito que era ¥60 para entrar, mas pagamos só ¥30, deve ser mais barato entrar mais tarde. Descemos na “ruazinha” perto do larguinho ¥10, parece que era a casa dos funcionários do palácio, mas hoje há apenas lojas, nem é tão legal. Quando chegamos na torre do incenso budista, ela já estava fechada, ela deve fechar as 17h. O palácio não é grande, mas como fica em um morro, dá uma impressão de grandioso. Depois, fomos descendo o morro para o outro lado e por acaso chegamos no lago, uma lago bem grande que também faz parte do palácio. Com um caminhozinho ao lado do lago, um lugar bem agradável! Na volta passamos num supermercado que fica relativamente perto do hostel. Passamos lá, porque o supermercado estava no mapa do hostel, porque se não tivesse teríamos passado batido, porque apesar de grande, a entrada é pequena e com cara de lojinha. O supermercado parecia que tinha o preço bom! Mas, biscoito é algo caro por lá! Depois comemos o subway do dia ¥15. Gastos: ¥13 – hamburguer Burger King ¥25 – trem do aeroporto ¥2 – metro ¥260(2x) – hostel ¥3 – milho ¥23 – almoço ¥4 – picolé ¥15 – subway do dia [t3]Dia 30 - Beijing[/t3] Acordamos mais tarde, 9:30 e fomos tomar café da manhã. O café do hostel é bom, tem suco, 2 torradas, manteiga, ovo e presunto. Na Tailândia, teve lugar que pagamos B80, 90 por café mais simples que esse. Nesse dia fomos à Muralha da China. A Muralha é bem extensa, tem milhares de km de extensão e sua conservação varia muito também, vai de bem conservado a ruínas. De Pequim é mais comum ir a dois trechos: Badaling que é o mais perto (75km de Beijing), bem conservada e o ponto mais cheio. E há também, Jinshanling que é um pouco mais longe (140km de Beijing), não é tão bem conservada e mais vazia que Badaling. Decidimos ir em Bandaling, para chegar lá pegamos o ônibus n°5 até Deshengmen, que é o ponto final dessa linha, ¥1. De lá pegamos o ônibus 877 ¥12; que é um ônibus específico que vai até a muralha, tem ar-condicionado e todo mundo vai sentado. Bandaling ainda tem o fator de ter uma mata preservada em volta da muralha (outras partes também tem) e da torre mais alta, os dois lados da muralha seguem em uma inclinação menor que 90°. O único “problema” de lá é que é bem cheio, é impossível tirar fotos sem ninguém aparecer no fundo. Huahuahu Na entrada do parque, há várias lojas, vendendo lembrancinhas e comida. Há comida e bebida a preços médios, achávamos que seria tudo absurdamente caro por lá, mas que bom que estávamos enganados. =) Na Muralha e nos outros pontos turístico em Beijing, 95% dos turistas eram asiáticos, sendo que 90% deles eram chineses. Como a maioria dos turistas são chineses, a maioria das lojas também vendem para chineses, por isso é bem difícil achar gente que fala inglês e em muito lugares os preços e descrição dos produtos são apenas em chinês. Nesse quesito, a China é bem diferente dos outros países do Sudeste asiático, onde era muito comum achar gente que fala inglês e tem muitas coisas voltadas aos estrangeiros. Na Muralha, por exemplo, apesar das comidas terem um preço razoável, são comidas para os chineses, por mais que tem coisas parecidas com o do ocidente, são coisas típicas para os chineses. E a comunicação é o grande problema da China, é muito difícil achar alguém que fale inglês, mesmo em alguns hotéis e lojas mais caras não tem ninguém que fale inglês. Quando sair na rua sempre é bom levar o nome do local que você está indo em chines, pois assim, você poderá perguntar para qualquer um da rua que ele lhe mostrará a direção a seguir. Nos hostel eles escrevem isso para você. Voltando a falar da muralha, pagamos ¥40 para entrar. Há teleférico e um carrinho que sobem até a parte mais alta, mas dá para subir a pé. Nós subimos a pé! Estava tão cheio que era impossível tirar foto sem aparecer ninguém no fundo. Perto da torre mais alta, que é o melhor lugar para tirar foto, pegamos a bandeira do Brasil para tirar fotos. E para nossa surpresa, um monte de chinês pediu para tirar fotos conosco. Eu falava que emprestava a bandeira para tirar fotos, mas eles falavam que queriam tirar fotos com a bandeira e com nós dois também. Foi bem legal! Até guardamos a bandeira depois, senão não iriamos sair de lá. Hehehhe No meio da descida começou a chover. A chuva foi fraca e passageira, mas se não estivéssemos com capa teríamos molhado. Todo mundo desceu, essa seria a melhor hora para tirar fotos! Huauhaahu Como choveu todo mundo quis voltar de uma vez, ai se formou uma fila gigantesca para pegar o ônibus de volta. Nós esperamos uns 40min para entrar no ônibus. Depois, nós fomos no Silk Market para comprar lembrancinhas. Mas, ele não é muito bom para isso, tem poucas lojas que vendem. O mais forte dele é roupa. Na China você tem que abrir o olho na hora de comprar essas lembrancinhas, porque eles jogam os preços nas alturas. Comprei uma caixinha vermelha, que tem desenhos de massinha feito a mão, algo bem típico de lá. Quando perguntei o preço, me disseram ¥180, depois perguntaram quanto eu dava, ai disse ¥30 (quanto achava que valia). Depois de muita negociação comprei por ¥50. Depois olhei a mesma caixinha numa loja na rua que estávamos ficando, onde tudo é mais caro e o preço também era ¥50. Então percebi que o preço da caixinha devia ser ¥30 mesmo. Jantamos no mercado mesmo, no último andar tem vários restaurantes. Gastos: ¥260(2x) – hostel com café ¥1 – ônibus (linha 5) ¥12 – ônibus até muralha (linha 877) ¥40 – entrada Muralha ¥25 - jantar ¥50 - caixinha [t3]Dia 1º de julho - Beijing[/t3] Acordamos cedo, tomamos café, colocamos nossas malas no Luggage Storage do hostel e fizemos check out. Nesse dia iriamos à Cidade Proibida. Descemos no ponto Qianmen da linha 2 do metro, esse ponto dá na praça da paz celestial (Tiannamen). Como a Praça da paz celestial já foi palco de protesto a favor da democracia, há um esquema de segurança para entrar lá, o que inclui passar as bolsas por raio x. E esse é o grande problema! Apesar de haver mais de uma entrada para a praça, todas elas ficam todas muito cheias, pois é um local muito importante para os nativos. E como a educação chinesa inexiste em algumas momentos, não há fila, há um empurra-empurra generalizado. Ficamos com dó dos idosos e crianças que estavam lá no meio. Mas, sobrevivemos e chegamos a praça! Hehehe A praça é muito grande! De um lado fica o Congresso chinês (Great Hall of the People), em frente fica o Museu Nacional e do outro lado a entrada da Cidade Proibida. No meio fica o Mausoléu de Mao Tse-tung. Queriamos entrar no Mausoleu, mas não pode entrar com mochilas e como não há guarda volumes, não entramos. Fomos para a Cidade Proibida (Forbidden City), que é o palácio imperial. Ele é considerado o maior palácio do mundo! É, na verdade, um complexo, com casas dos funcionário, pátios e alguns templos. Lá estava ainda mais cheio que a praça, as filas pra comprar ingressos eram imensas! Apesar de na entrada estar entupido de gente, lá dentro, como é bem grande, acabava que as pessoas se espalhavam, o único problema eram os salões imperiais, que não podiam entrar e precisava ver da parte de fora, o que gerava um completo empurra-empurra. Esses salões eram as construções mais grandiosas do palácio, os aposentos reais eram bem simples. Na verdade, o palácio no geral, tem um estilo mais rústico, não esbanga muita ostentação (a não ser pelo tamanho) ao contrário do Grande Palácio de Bangkok. O ingresso para entrar é ¥60 e pagamos mais ¥4o pelo audio-guia, tem em várias línguas inclusive em português, mas é gravado por chineses que não falam direito e conta muito detalhe ao invés de contar o essencial de cada lugar, achamos que não vale a pena. Na China, mesmo dentro das atrações turísticas, os preços de comida não são tão caros, compramos uma água dentro da cidade proibida por ¥3. Saímos de lá pelo portão da Proeza Divina (gate of divine prowess), portão norte, que é do lado oposto a Praça da Paz Celestial e dá de frente com o Parque Jingshan. Esse parque tem um morro que foi feito com a terra que foi tirada para fazer o lago em volta da cidade proibida. E lá de cima se tem uma boa visão da cidade proibida, ou pelo menos teria, se não fosse a nevoa branca de Pequim. Ahuhuaha Beijing é tão poluída, que de nenhum lugar é possível enxergar longe, sempre há uma névoa branca que deixa o horizonte embaçado. A entrada do parque custa ¥2. O parque não é tão pequeno e atrás dele tem outro parque maior ainda. Mas, não tínhamos tempo de explorar tudo. De lá passamos no supermercado para comprar coisas para comer no trem. No caminho almoçamos em um restaurante super diferente! Lá havia vários tipos de macarrão, legumes, carnes, você escolhi o que queria pagava no kilo e eles cozinhavam na hora aquele macarrão ensopado. O nosso deu uns 400g e nós pagamos ¥14, para os padrões de Beijing é bem barato, até por isso tinha muitos estudantes comendo lá. O único problema é que você não tem a mínima ideia do que está comendo, porque nada tinha nome, nem em chinês, muito menos em inglês, ne!? Hahahuhua Depois voltamos ao hostel, pegamos os mochilões e fomos para a estação de trem. Beijing tem mais de uma estação de trem, então tem que saber de qual estação que irá sair seu trem, o nosso era da Beijing West Railway. Essa estação é bem grande, confusa e não tem informação em inglês, então é bom chegar mais cedo, ainda mais que precisa passar pelo raio x para entrar, o que gera uma fila. O nosso trem, tipo T, é um trem novo e é bem grande, no mesmo trem há vagões de classes diferentes, cadeira, hard sleeper, etc, como já havia falado anteriormente. Há um vagão restaurante (na verdade meio vagão), que está sempre cheio, é bem difícil achar lugar par sentar e a comida é cara ¥30 mais ¥5 do arroz, mas a comida é boa. Os chineses fazem a farofa no trem, levam todo tipo de comida; o mais comum é o miojo que já vem no pote e é só colocar a água quente. É tão comum isso lá, que em todos os vagões há água quente. O único problema desse macarrão é que não importa o sabor, sempre vem com muita pimenta. heheh [t1]Gastos:[/t1] ¥2 – metro ¥60 – cidade proibida ¥40 – audio-guia da cidade proibida ¥2 – Parque Jingshan ¥14(2x) – almoço ¥35 – jantar no trem ¥422,50 - trem Beijing – Xian T43 slepper train (19:50 – 8:34) ¥30 – taxa pelo hostel ter comprado a passagem de trem [t3]Dia 2 – Xian[/t3] O trem que saiu as 19:50 chegou as 8:34 em Xian. A estação de trem é no centro, em frente a Muralha que delimita a cidade velha. Não tínhamos reserva de hotel, então fomos procurar. Na saída da estação havia um homem oferecendo hotel, perguntamos o preço e ele disse que era ¥170 e perto de onde estávamos; então fomos com ele. Era um hostel do Hi-hostel, o preço escrito era ¥138 e ele disse que era ¥170, devia ser a comissão dele. Falamos que não queríamos e fomos procurar mais. Na China, em todos os hotéis que entramos, havia o preço escrito de cada quarto, em chinês e inglês, deve ser alguma lei por lá. No quarteirão desse hostel, havia vários outros hoteis, tanto mais baratos quanto mais caros, mas em todos que entravamos eles faziam sinal que não tinham quartos ou que não poderíamos ficar lá; e como eles não falavam inglês, nós não entediamos qual era o problema. Pelo que podemos entender, não é todo hotel que pode hospedar estrangeiros, porque no hi-hostel havia uma plaquinha “hotel habilitado a hospedar estrangeiros”. Demos a volta no quarteirão e voltamos ao Hi-hostel, que se chama “Ludao International Youth Hostel”. Quem estava na recepção era outra funcionária, então ela não sabia ou não lembrava que já tínhamos passado por lá. Aí, ela nos falou o preço correto (da tabela) ¥138 e nós mostrou um quarto melhor, primeiramente haviam nos mostraram um quarto que tinha um cheiro horrível no banheiro. Ficamos no hostel. Apesar de ser do hi-hostel, a recepcionista não falava inglês, apenas a gerente e falava um inglês basicão. E acho que nós éramos os únicos estrangeiros, só vimos chineses no hostel. Nesse dia, iriamos em Terracota, então decidimos almoçar antes de ir, mesmo sendo cedo. Almoçamos num fast food chinês, chamado Mr Lee. Só vende comida chinesa, estava lotado, comemos um macarrão ensopado ¥22, caro, mas muito bem servido, poderíamos ter pedido um para nós dois. Depois fomos ver os Guerreiros de Terracota, Terracota, na verdade, é o nome do material feito para fazer os guerreiros, significa terra assada. Esse é a principal atração turística de Xian e fica fora da cidade, para chegar lá é preciso pegar ônibus. Há dois ônibus: o 306 e um turístico (azul ou verde) que não tem número, mas que é escrito “Terracotta Army” na lateral; os dois saem de perto da ferroviária. No hostel, a gerente nos falou para ir no 306, mas quando chegamos lá o pessoal que trabalhava na empresa de ônibus nós falou para ir no outro. Depois que descobrimos que esse era um ônibus turístico e mais caro ¥8, o 306 faz o mesmo trajeto, todo mundo também vai sentado e custa ¥3. No caminho passamos por um lugar bonito, que tinha uma escultura bem legal, algumas pessoas desceram e minha namorada quis descer falando que já tinha chegado. Já descemos em frente a bilheteria e compramos o ingresso ¥110, depois de comprar que vi que não tinha nada escrito de Terracota, estava escrito Palácio sei lá do que. Ai fui perguntar se aquele lugar era terracota e eles falaram que não, mas foram gente fina e devolveram nosso dinheiro. Andamos um pouco por lá na parte que era aberta. Já procurei na internet e até hoje não consegui descobri que local era aquele, coloquei a foto abaixo, se alguém souber me fale. Depois voltamos ao ponto de ônibus e dessa vez pegamos o 306, ai que descobrimos a diferença, o $$$. Para entrar em Terracota é ¥150, bem caro mas a estrutura é muito boa. Da onde o ônibus nos deixa, dá para ir andando ou de carrinho elétrico, tipo esses de golf. Fomos de carrinho ¥5, porque fomos num fluxo de pessoas que estavam indo, mas nem precisa, é bem perto para ir andando. E para ir andando passa no meio de dezenas de lojas e restaurantes/lanchonetes. Os guerreiros são feitos de terracota, um material assemelhado a barro assado e foram achados em 3 lugares diferentes, que são chamados de pits, que ficam um do lado do outro. Já foram achados 8 mil peças entre guerreiros, oficiais, cavalos, etc; todos de tamanho real. Os guerreiros ficam nos próprios lugares que foram achados e as escavações continuam, pois o trabalho de escavar e montá-los (pois são achados quebrados na maioria) é bem lento. Também há um museu lá contando a história. As esculturas são do sec III a.C., mas só foram encontradas em 1974. Os guerreiros foram feitos e colocados próximos ao Mausoléu de Qin Shihuang‎, o primeiro imperador da China. Inclusive o ingresso dá direito a entrar no Mausoléu do imperador. Fica a uns 3km, mas há um ônibus de graça que te leva até lá. Mas, esse mausoléu é uma grande enganação. É na verdade um grande jardim, que tem algumas ruínas, mas que ficam longe, precisa ir de carro elétrico que custa ¥25, fomos em uma ruína, levou uns 30 min andando e é como se fosse um pit, mas pequeno. E o lugar que, realmente, fica o mausoléu não tem nada, há umas esculturas modernas para simbolizar o local. Concluindo, não vale muito a pena ir no Mausoléu, se você estiver com muito tempo disponível e for de carro elétrico, talvez possa valer. Para voltar, como já estava mais tarde, só tinha o ônibus turístico. Voltando a cidade, queríamos ir na Torre do Sino que fica no centro da cidade vela. Fomos andando, mas é muito longe, a cidade velha (rodeada pela muralha) não é pequena, é bem maior do que a cidade velha de Chiang Mai, por exemplo. Andamos mais de meia hora até chegar à avenida central e depois pegamos um ônibus. Na China nós nunca sabíamos o preço das passagens de ônibus urbano, porque não tem trocador, há uma maquininha para colocar o dinheiro, perto do motorista; mas o preço que estava escrito era um, mas as pessoas, normalmente, colocavam mais. Nós acabávamos colocando o preço escrito ¥0,5, sem saber se estava certo. E não dá para perguntar nada para os motoristas de ônibus na China, várias vezes, nós apontamos no mapa um local, que tinha o nome escrito em chinês e queríamos apenas que eles fizessem sinal de “sim” ou “não” para saber se o ônibus passava ou não por lá. Mas, eles falavam em chinês conosco e nós não entendíamos, ai eles começavam a falar cada vez mais alto, como se assim iriamos entender. Então, pegamos o ônibus ¥0,5 para a torre do tambor e do sino, a noite, elas ficam com uma iluminação muito bonita! A torre do sino fica num lugar central da cidade, em volta dela há vários shopping centers. Um lugar bem legal! Mas, os shopping fecham cedo 21h e a praça de alimentação, ao contrário daqui, fecha antes. Então tivemos que comer no Mc Donalds, único lugar aberto, a promoção do Big Mac é ¥22. Na volta pegamos um tuk tuk, apontei no mapa e perguntei quanto seria, ele falou em chinês e fez sinal de 3 com o dedo. Achamos barato. Mas quando chegamos no hostel e fui pagar 3, ele disse que não era 3, mas 30. Deixei só 3 com ele e fomos embora. Gastos: ¥138 (2x) – hostel Ludao International Youth Hostel - quarto duplo ¥22 – almoço MrLee ¥8 – ônibus turístico para terracota ¥3 - ônibus comum para terracota ¥150 – entrada Guerreiros de Terracota ¥5 – carro elétrico terracota ¥0,5 – ônibus urbano de Xian ¥24 – promoção McDonalds ¥3 – tuk tuk [t3]Dia 3 – Xian[/t3] Acordamos, compramos coisas para comer na loja de conveniência que fica em frente ao hostel, já que não havia café incluído na diária. Como já tínhamos aprendido, pegamos um ônibus para chegar na torre do sino. Há duas torres na verdade, que ficam perto uma da outra: a torre do sino e a torre do tambor. A entrada separada para cada torre custa ¥35, mas comprando junto sai por ¥50. Compramos para as duas. As torres não são tão altas, mas do alto delas tem uma vista legal! Há apresentações musicais: de sinos (na torre do sino) e de tambor (na torre do tambor), alguns horários por dia. Vimos um pedaço da apresentação de sino, não é nada de mais. Fomos na torre do sino, em seguida na torre do tambor. De lá fomos na Rua Muçulmana, que é em frente a torre do tambor. A rua é bem legal, super turística, o fluxo de pessoas é enorme. E tem várias lojas e lugares de comer, comemos um hambúrguer chinês, vendido num quiosque na rua, divino! É um pão sírio com uma carne dentro, que não sei qual é; e ainda vinha um suco escuro incluído, ¥15. Tinha uma fila de umas 15 pessoas, não era à toa! Há também doces, é comum por lá doce de ervilha, vende em várias lojas e eles fazem na rua, martelam a ervilha. Mas não gostamos. De doce provamos algumas coisas, mas não gostamos de nada. Mas, o melhor da rua são as lembrancinhas, mais barato que em Beijing. Há algumas ruelas que dão na rua muçulmana, essas são as melhores de comprar, os preços são bem baratos. O melhor é que em várias lojas os produtos já tem os preços, então não precisa negociar! =) Andamos pelas ruinhas até a Mesquita. Há uma mesquita bem turística! Mas quando chegamos lá não dava para ver nada do lado de fora e pelas fotos não parecia a mesma mesquita famosa. Então decidimos não entrar, era ¥25 a entrada. Depois passamos no Bank of China para trocar mais dinheiro. Esse banco tem a cotação melhor que as casas de câmbio de aeroporto e ainda não cobra nenhuma taxa para fazer a troca. De lá fomos para o portão sul da muralha que é o principal portão. É caro subir na muralha ¥54, bem mais caro do que a muralha da China. Xian é uma cidade mais barata que Beijing (hospedagem, comida, lembrancinhas), mas as atrações turísticas são bem mais caras! Muralha de Xian ¥54 - Muralha da China ¥40 Palácio que chagamos perdidos em Xian ¥110 - Palácio de Verão ¥30 Guerreiros de Terracota ¥150 - Cidade Proibida ¥60 Voltando a Muralha de Xian, ele é bem alta e larga, olhando da parte de cima nem parece uma Muralha, pois tem a largura de uma rua. E ela também é bem extensa, ela tem formato quadrado e 14km de longitude. Então andar por ela não é uma tarefa fácil. Ainda mais que só há 4 pontos para descer ou subir, que são os portões: norte, sul, leste e oeste. Na muralha foi o único ponto turístico na China que vimos mais estrangeiros que chineses. Lá em cima aluga-se bicicleta e também tem o carrinho elétrico. Como estávamos cansados, fomes de carrinho. O carrinho é ¥20 para te deixar no próximo portão ou ¥80 para dar a volta completa. Pagamos ¥20 e fomos até o portão leste. De lá pegamos dois ônibus e voltamos para perto do hostel. Tínhamos que comer rápido, pois já estava quase na hora do nosso trem, 19:08. Comemos no McDonalds perto da ferroviária, esse McD é lotado e mais caro, a promoção do Big Mac lá é ¥29. Gastos: ¥12 – café ¥50 – entrada nas torres do sino e do tambor ¥15 – hamburguer chinês ¥54 – muralha de Xian ¥20 – carrinho na muralha ¥23 - McDonalds ¥422,50 - trem Xian – Beijing T44 slepper train (19:08 – 8:30) ¥35 – taxa pelo hostel ter comprado a passagem de trem [t3]Dia 4 – Beijing[/t3] O trem chegou em Beijing as 8:30, esse demorava um pouco mais que o de ida. Poderíamos deixar as malas no hostel que haviamos ficado em Beijing, Downtown Hostel. Mas, como não tinhamos muito tempo, pois nosso voo sairia de Beijing as 14h, preferimos ir direto para o Templo do Céu, que era a última coisa que pretendíamos ver em Beijing. Já estávamos completamente esgotados, já era final da viagem, vários dias sem dormir bem e até carregar a mochila já estava difícil. Pensávamos que o templo seria só chegar e entrar, mas ele fica no meio do parque Tiantan Gongyuan, então precisaríamos andar um pouco até chegar lá. Como não havia guarda volume, decidimos não entrar, acho que o preço era ¥35. Então decidimos ir comer, praticamente em frente ao parque há o Mercado das Pérolas (Pearl Market). Fomos comer lá, apenas o subway estava aberto. Depois andamos um pouco por lá para conhecer. E comprei um jogo de xadrez bem bonito por ¥40. Na verdade, nem estava pensado em comprar, estava mais querendo ver e saber o preço. Ele queria vender por mais de ¥200, ai perguntou quanto que eu dava, falei ¥40 depois abaixou para um pouco mais de 100, mas como não estava pensando em comprar, nem fiquei negociando e fui embora. Quando estava indo embora ele ofereceu ¥70 e quando já tinha dado uns 10 passos, ele falou que fazia por ¥40. Então para conseguir comprar a um bom preço precisa jogar o preço lá em baixo, mostrar desinteresse e ir embora. Quando mais interessado ele ver que você está, menos poder de barganha você terá. Não prestamos atenção nos horários e nem lembrávamos que o metro demorava tanto, na verdade a cidade que é grande. Saímos de lá pegamos o metro e depois o trem, estávamos super atrasados. Foi tenso, até pensamos que iriamos perder o voo, chegamos no chek-in faltando 1h10min para nosso voo internacional. Sorte que deu tempo! ufa Nosso voo era Beijing – Frankfurt 14:00 – 18:15(chegada horário local), é 10h de viagem. De Frankfurt pegamos o voo para São Paulo 21:55 – 4:55, 11h30 de viagem. E o voo saia bem na hora do jogo do Brasil, Brasil X Colombia (quartas de final). A sorte foi que a Lufthansa tem TV online e estava passando o jogo. O avião estava lotado de brasileiros, foi bem legal ver o jogo lá, apesar de, às vezes, sair do ar. Bem na hora do Davi Luiz bater a falta saiu do ar, só voltou com os jogadores comemorando. hehehehe Voo Air China - Beijing – Frankfurt 14:00 – 18:15 (chegada horário local) Voo Lufthansa – Frankfurt – São Paulo 21:55 – 4:55 (05/07) R$115 – Voo Azul – São Paulo – Belo Horizonte 9:00 – 10:00 Foi essa a minha experiência! Espero que meu relato possa contribuir com informações para a viagem de vcs!
  9. [t1]TAILÂNDIA - Praias[/t1] [t3]Dia 21 Hanoi – Krabi[/t3] Essa era o dia que iriamos passar quase todo o dia viajando. huauhuah. Pegamos dois voos, uma para Bangkok e outro para Krabi e um era em horário bem distante do outro. Por isso, ficamos por conta disso o dia inteiro. Acordamos as 5:50 e fomos pegar a van para o aeroporto. As lojas estavam fechadas, então nem deu para comprar nada para o café. O ponto de van é o mesmo de taxi e são todos da mesma empresa. Os taxistas ficam tentando te convencer que a van vai demorar muito e que custa U$7 por pessoa. Ficamos na dúvida como ir, porque não sabíamos que hora a van iria sair. Chegamos lá as 6:35 e a van saiu as 7h em ponto, a van deve ter horário fixo para sair desse ponto. Dessa vez pagamos o preço tabelado D40mil (o taxi era U$15), a van demorou 45 pra chegar ao aeroporto, ela foi direto, sem parar. O voo da Air Asia saiu as 9h e chegamos em Bangkok as 11:40. O aeroporto Don Muang, que não é o principal, é um aeroporto grande, mas sem muitas opções de lugares de comer. Fomos procurar e descobrimos um restaurante ótimo! Em frente ao aeroporto tem um hotel, Amari Hotel. Para chegar lá tem duas passarelas cobertas, uma do lado da outra, uma delas é toda fechada e dá direto no hotel. No final da passarela, antes da entrada do hotel, tem o restaurante, que deve ser do hotel. O almoço é B120 por pessoa, self-service a vontade, com frutas de sobremesa; bem mais barato para comer que dentro do aeroporto. Como era época de Copa do Mundo a Air Asia estava fazendo um agito no aeroporto, tipo uma promoção. Tinha uma parte que estava tudo enfeitado de Copa do Mundo e tinha uma competição de embaixadinhas. Eu ganhei, levei uns brindes. =D O nosso segundo voo Bangkok - Krabi também era da Air Asia, saiu as 16:10, uma hora de voo. O aeroporto de Krabi é pequeno, tem apenas uma esteira e não fica perto da cidade. Para chegar lá só de taxi B350 (Krabi Town) ou de onibus B90 (Krabi Town) e B150 (AoNang). Fomos para Krabi Town que é a maior cidade de Krabi. Mas ela deve ser a maior cidade em termos de população ou comercio, mas a parte turística dela é bem pequena e como estava em baixa temporada estava muito vazia, alguns hotéis estavam fechados, uma cidade meio fantasma. Além disso Krabi Town não tem praia, há um paredão aonde tem o mar, não tem areia. Nos ficamos num hotel, acho que é o mais alto da parte turistica de Krabi town, foi o mais barato que achamos, pagamos B550 num quarto triplo, com ar-cond e frigobar. Gastos: D40mil – van ao aeroporto Hanói U$71 - Voo Hanoi – Bangkok - Air Asia 9h B120 – almoço no aeroporto de Bangkok U$42 – voo Bkk – Krabi – Air Asia 16:10 B90 – van até Krabi Town B90 – jantar B550 (3x) – hotel – quarto triplo [t3]Dia 22 – Phi Phi Don[/t3] O hotel não tinha café da manhã e lá em Krabi Town é tudo caro. Achamos um lugar mais barato B60 (sem bebida). Olhamos os passeios, como era baixa temporada os preços estavam mais baratos do que os impressos nos folders. Passeio de um dia com almoço: Phi Phi B1200 (lancha), 4ilhas B400 (barco longtail) e Long Island B800 (barco longtail). Iriamos para Phi Phi, para dormir por lá. O ferry boat para lá é entre B300 e B400, depende do tipo de barco, cada um tem dois horários de ida e volta. Quando compramos, nos falaram que o barco era às 12h. Um “ônibus” (parecia um pau de arara) nos pegou no hotel e nos levou até o cais, o ônibus já estava incluído no preço. Quando chegamos no cais descobrimos que o ferry era as 13:30. O ferry boat é bem grandinho, cabe mais de 200 pessoas sentadas, e as cadeiras são bem confortáveis. O mar estava agitado, por isso num pedaço do trajeto o barco balançou bastante. Chegando em Phi Phi tem que pagar uma taxa de conservação da ilha B20. Saindo do pier e entrando na ilha, já tem várias pessoas oferecendo hospedagem e há umas 3 agências que só vendem isso, tem nas paredes as fotos e preços de mais de 30 hosteis, hostels, e te mostram no mapa aonde fica. Com certeza eles ganham uma comissão dos hotéis. Nós entramos em uma dessas agências e descobrimos em qual região ficava os hostels mais baratos, e fomos para lá; que é mais perto da praia de Loh Dalum, que a praia do pier, mas fica no caminho da escada que sobre para o mirante. Como as ruas lá não tem nome ou pelo menos não tem placa, fica difícil explicar, mas fica no lado oposto do pier (onde o barco chega). Ficamos no Harmony House, pagamos B350 no quarto duplo com ventilador. Almoçamos em um restaurante perto do hostel, mas que estava vazio, Himalaya Restaurant. Comemos (eu e minha namorada) um Pad Thai que nos fez passar mal. Tive diarreia e a noite só comi fruta. Gastos: B60 – café B290 – ferry boat B350 (2x) – hostel - Harmony House – quarto duplo com ventilador B110 – almoço [t3]Dia 23 – Phi Phi Don[/t3] No dia anterior tínhamos olhado os passeios, mas deixamos para fechar hoje. Os passeios não variam muito, o que varia mais são os tipos de barco. O passeio de um dia no barco grande (big boat) era B700, no longtail B500. O longtail é um barco de madeira, com um motorzinho atras, é um barco bem típico da Tailândia. Não foi nos oferecido passeio de lancha (speed boat), mas nas praias há várias lanchas, acho que são só barcos que vem de Krabi e Puket. Como meu estomago não estava muito bom, fomos no barco grande, pois ele tinha banheiro. O barco que havíamos escolhido, a atendente da agencia de viagens ligou para a empresa e descobriu que ele não iria sair naquele dia, então fomos por outra empresa de barco grande. Segundo ela era igual ao outro barco, mesmo preço (B700) e ainda tinha kayake. Em Phi Phi há muitos jovens e a ilha é muito festeira, é a segunda ilha mais famosa pelas festas, só perde para a Koh Phangan. Acho que por isso, os passeios saem mais tarde, 9:30 e 10:30. O barco tinha 2 andares, mas não estava cheio, tinha umas 30 pessoas, cabia, no mínimo, o dobro de pessoas. Paramos primeiro na Ilha dos Macacos, que na verdade não é uma ilha, é uma pequena praia em Phi Phi Don, que tem um pouquinho de areia e um paredão de rocha atrás. Ai que descobrimos para que era os kayakes. Como o barco era grande, ele não podia aproximar da praia, senão ficava encalhado. Parou a uns 100 metros da praia e a gente foi de kayake até lá. As lanchas e o Longtail chegavam até a areia. Não havia kayake para tudo mundo, então alguém do barco precisava ir lá para buscar os kayakes e levar de volta. O guia do barco levava as câmeras, numa bolsa de plástico. Não demos nossas câmeras, porque ficamos com medo de molhar, mas não molha. Os macacos se aproximam das pessoas e eles são muito curiosos, mexem em tudo, nos kayakes, nos lixos e até nas unhas pintada de uma mulher. Hehehe Depois fomos para Phi Phi Le, que é a ilha em frente, que não é habitada e onde fica a Maya Bay, onde foi gravado o filme “The Beach” com o Leonardo diCaprio. No caminho a gente descobriu porque o outro barco não saiu, o mar estava agitadíssimo, estava balançando de mais, se ficasse em pé na berada, era perigoso cair do barco. Acho que foi por isso que ele passou em alguns lugares e não parou. Para ir à Maya Bay, normalmente, os barcos chegam pela praia, mas como o mar estava muito agitado, precisava chegar por um caminho alternativo (foto), uma escada de corda na rocha. O problema é chegar até a escada, há pedras de diferentes tamanhos, tem pouca água para nadar e para ir andando o mar te derrubava de uma pedra e te fazia ralar nas outras. Para minha namorada que não sabe nadar dava mt medo. Ela estava com mt medo de descer do kayake e o cara do barco que foi remando, virou nosso kayake para a gente descer. Foi meio caótico, mas deu para chegarmos lá, com algumas esfoliações, mas chegamos. Como eles já sabem que a galera machuca, eles já levam um kit de primeiro socorros, com mertiolate, bandaid, gaze, esparadrapo. Várias pessoas machucaram (ralaram) mas nada grave. Apesar da tensão desse momento, chegar na Maya Bay recompensa. A praia é linda!!! Não é a toa que gravaram o filme “The Beach” lá. E como o mar estava agitada, não havia nenhum barco ancorado na praia, porque, normalmente, ela fica cheia de barcos na areia, o que atrapalha a paisagem. Então nós tivemos uma oportunidade única de ver a praia “limpinha” sem nenhum barco! Deu para fazer ótimas fotos, o único problema é que estava nublado. =/ Na Maya Bay é preciso pagar uma taxa de conservação, B100, já vi em relatos que era B200, mas pagamos B100, acho que é porque estava em baixa temporada. Ficamos apenas uns 30min e o guia já chamou. Além do nosso barco havia mais 5 lá, todos pequenos (lancha e longtail), acho que por causa do mar agitado mts barcos não sairam nesse dia. Almoçamos no barco, uma quentinha e antes da gente acabar o barco já começou a andar, nem comi mt porque já sabia que iria balançar de novo. Depois fomos à Ilha do Bamboo, nem vimos bamboo lá. hahaha. A praia é legalzinha, mas comparando à Maya Bay é super sem graça. Nessa praia ficamos mais tempo, umas 2h. Lá tem quiosques que vendem bebida, o que não tem na Maya Bay. E tinha também uma parte para fazer snorkeling, mas quase não vimos peixe por lá. Na ilha do bamboo, havia muitos barcos uns 15 pelo menos e 80% deles eram lanchas. No itinerário do nosso passeio iriamos ver o pôr-do-sol em algum lugar, mas como estava nublado eles simplesmente cancelaram isso e voltaram mais cedo. Chegamos, jantamos e fomos ver um pouco como era a noite. A noite em Phi Phi é bem animada, há vários bares na beira da praia de Dalum Beach, eles tem música eletrônica e não paga nada para entrar. Como era baixa temporada, apenas um bar estava mais cheio. Mas, era bem animado! E tinha apresentação e “atividades” com fogo. Uma delas é aquela corda que se passa por baixo, tipo aquela música do É o Tcha “passa negão, passa loirinha, quero ver você passar por debaixo da cordinha”, mas a corda tinha fogo. E mulher se passasse com os peitos de fora ou homem pelado, ganhava um baldinho de bebida! Mas, o mais legal é o globo de fogo, para passar pulando. Dá medo, mas eu pulei, adrenalina pura! Hehehhe Muito Legal! Gastos: B90 – café B350 (2x) – hostel – quarto duplo B700 – passeio B100 – taxa Maya Bay B120 - jantar [t3]Dia 24 – Phi Phi Don[/t3] O dia amanheceu bonito, com um solão! Tomamos café no restaurante do hotel de novo B90. Fomos na agencia de turismo para ver um tour diferente para fazer. Mas, nos falaram que todos os tours vão para os mesmo lugares, varia é a quantidade de tempo em cada lugar e o horário que sai. Mas como o mar estava agitado, com ondas grande e com muito vento, ela disse que só os barcos maiores estavam saindo e só dava para ir em alguns lugares. Deve ter sido igual ao dia anterior. Mas, ela nos deu uma opção, para fazer a pé: ir até o mirante (20min, B20) e depois descer para o outro lado da ilha, chegando na Rantee Beach, de lá pegar um barco taxi até a Long Beach (B100), de lá ou voltavamos andando ou pegavamos mais um barco-taxi até o pier por mais B100. Fomos na ideia dela, primeiro fomos no mirante. A escada que sobe para ir para lá fica bem perto do nosso hostel. É uma escada caprichada, mas a visão de lá de cima é muito legal! De lá dá pra ver que a Phi Phi Don tem formato de uma maça mordida dos dois lados; dá também para ver a Phi Phi Le. Depois fomos na Rantee Beach, mais 40 min. O problema de ir para lá é que passa no meio de uma mata, onde tem pernilongos gigantes. Não dá para parar no caminho, senão os pernilongos te devoram. hahuauha. E vão aparecer calombos gigantes. Rantee nem é tão legal, é uma praia isolada com uns bangalós. Lá só tem um restaurante, a sorte é que ele não é caro, pagamos B100 no prato. A segunda parte do programa do dia foi que não deu certo, o taxi barco estava cobrando B200, independente de para onde estávamos indo e só sairia as 17h. Ficamos um tempo na praia, mas lá não deu nem para dormir, porque alguns pernilongos gigantes chegam até a praia. Decidimos voltar andando, passar de novo pelos pernilongos. A volta é mais difícil porque é subida, mas fizemos um esforço e fomos rápidos. Chegamos no mirante de novo, só mostrar o ingresso e não precisa comprar uma nova entrada. Pensamos em ver o por do sol de lá de cima. Mas, estava demorando muito e decidimos descer. Na descida vimos várias pessoas subindo para ver o por do sol de lá. À noite decidimos comer uma pizza (B130), já estávamos há três semanas comendo comida oriental, ai resolvemos variar. Mas, lá também se vende espetinho das mais variadas comidas, em alguns lugares tem até espetinho de insetos. Decidimos não arriscar. Depois fomos para a noite. Lá a galera bebe muito em um baldinho. Eles vendem um baldinho de plástico com uma garrafa pequena de bebida (vodka, rum, etc), com um energético e refrigerante; o preço varia entre B250 a B350, depende o que tem dentro do baldinho. Eles abrem na hora e colocam tudo no balde com gelo. Pensei em comprar um baldnho, mas como iria beber sozinho, meu amigo e namorada não iriam beber, preferi comprar só a mini-vodka do baldinho (B260), que assim poderia beber aos poucos. Heheheh Gastos: B90 – café B350 – hostel B20 – mirante B100 – almoço em Rantee Beach B130 – pizza (jantar) B250 – garrafinha de vodka [t3]Dia 25 – Ao Nang[/t3] De manhãzinha deu uma chuva bem forte, mas depois parou. Hoje que era o dia de voltar a Krabi, mas especificamente para Ao Nang. O ferry boat direto para Ao Nang só tem um horário por dia, 15:30, para Krabi tem dois: 10:30 e 13:30. Compramos o de 13:30, que incluía o ônibus para Ao Nang, por B250. Quando chegamos no pier, o ferry era as 11h, mas em todas as agências de turismo estava escrito 10:30, deve ser para os atrasados não perderem o barco. Hahuauha Apesar da chuva de mais cedo, o mar estava tranquilo, praticamente não balançou o barco. Ao Nang é um lugar bem melhor para ficar que Krabi Town, não dá nem para comparar! Ao Nang é uma “cidade” bonita, com as calçadas largas, limpa e com uma praia legal. E apesar de Ao Nang ser pequena, é bem mais cheia. Krabi Town não tem praia e na baixa temporada, muita coisa fica fechado, quase não tem vida. Então vale muito mais a pena ficar em Ao Nang. Ficamos num hotel barato, Yellow Sun Guesthouse, pagamos B250 num quarto duplo, com ventilador e cofre. Mas fechamos direto no hostel, se fechássemos numa agencia de turismo perto de lá, que tem uma placa com o nome do hostel, sairia por B400 o quarto. Nesse dia ainda deu para pegar uma praia, que fica na parte principal da cidade. O único problema de Ao nang são os indianos. Lá tem mts indianos, tanto turistas quanto donos de lojas e funcionários, não descobri o porque eles gostam de lá. E os vendedores indianos são muito chatos, ficam andando do seu lado te oferecendo coisas. Em Ao Nang tem várias pizzarias, o preço padrão é B150, comemos no restaurante Jeseao, que fica na rua de frente ao mar. A pizza deles é péssima!!! Não tem gosto de nada! Gastos B90 – café B250 – ferry boat + onibus para Ao nang B250(2x) – Quarto duplo - Yellow Sun Guesthouse B120 – almoço B150 – pizza (jantar) [t3]Dia 26 – Ao Nang[/t3] Já tínhamos fechado o passeio no dia anterior para as 4 ilhas. Escolhemos ir de Longtail B380 com almoço; de lacha era B700. Essas ilhas ficam muito perto de Ao Nang, a 10min de lancha e 20min de longtail. Fomos pela empresa Barrancudas. O logtail que fomos é bem grande, cabia umas 50 ou 60 pessoas e tinha bastante sombra. A principal praia do passeio é Railay beach, mas a maré estava bem alta, aí nem achamos ela muito bonita. Nessa praia, segundo a cultura popular, vive a alma (ou fantasma) de uma princesa. E os marinheiros colocam oferendas para ela os proteger, oferendas bem peculiares (veja a foto). Eu achava que era só de brincadeira, mas vi mulheres rezando perto das oferendas à princesa. A praia que achamos mais legal foi a a Tup island, que tem duas ilhazinhas e areia entre elas formando a praia. Mas tinha tanto barco ancorado na praia que tira um pouco do charme dela. O passeio voltou cedo, antes das 15h. Eles deram uma desculpa que tinha gente que iria pegar um voo, por isso eles voltaram antes do previsto. Sempre tem uma desculpa para voltar mais cedo que o previsto. À tarde comemos no Subway, o subway do dia é B70. Apenas nessa última semana na Tailândia, nos descobrimos a maravilha dos shakes de fruta. São sucos feitos de frutas, mas batem com muito gelo e ficam com a mesma consistência de milkshake. É algo bem comum por lá, todos os restaurantes tem, mas é mais barato em quiosques na rua, entre B30 e B40. Mas o jeito de fazer varia, enquanto uns ficam igual milk skake, outros ficam mais aguados igual a suco. Nessa parte da viagem já estávamos tomando pelo menos um shake por dia. =) Gastos: B70 – café B250(2x) – hostel, quarto duplo B380 – passeio 4 ilhas (four islands) de barco longtail B70 – subway do dia B120 – jantar [t3]Dia 27 – Ao Nang[/t3] Fomos no passeio da Hong Island, pela empresa Andaman, pagamos B550 no barco longtail. Mas, quando compramos eles nunca dão certeza da empresa, porque se tiver pouca gente eles juntam as empresas em um barco só. Essas ilhas não são tão perto quando as 4 ilhas, demora entre 40 e 60min para chegar. E acho que esse passeio é menos procurado, fomos num barco pequeno, para umas 15 pessoas, o problema era a sombra que era menor, um lado sempre ficava no sol. E o barco pequeno é muito barulhento, porque o motor fica muito perto da gente, no barco grande do dia anterior, como o motor fica mais longe, nem escutamos o barulho. No caminho para a ilha, em pleno alto mar, uma aranha apareceu andando na minha camisa, nas costas, perto da gola. Era daquelas aranhas com as pernas grossas e cabeludas, tipo caranguejeira, mas com metade do tamanho. Meu amigo que viu e falou para eu ter cuidado. Quando vi levantei e fui dar um peteleco, mas tinha que ser um peteleco certeiro, porque se ela não saísse da minha blusa ela poderia me picar. Em poucos segundo ela desceu, pelas minhas costas e quando vi, entrou dentro da minha camisa pela manga. Nessas hora deu bastante desespero, mas consegui manter a calma. Minha namorada começou a bater nas minhas costas, ai eu falei para ela não bater senha a aranha iria me picar. Fui levantando a camisa bem devagar e quando eu vi, me falaram que ela já não estava mais em mim. Um dos “marujos” (ajudantes do barco), tirou ela e jogou no mar. Ufa! Huauhauh Quando fui ver, todo mundo do barco estava apreensivo, mesmo os que estava longe. Heheheh A Hong Island é uma ilha bem legal! A praia é bem bonita! Foi a segunda praia mais bonita, para nós; só perde para a Maya Bay. E hoje o tempo ainda estava muito bom, o céu azulzinho. Das ilhas que fizemos passeio, a Hong Island é a que tem a melhor estrutura, tem salva-vidas, pier (os barcos não ficam na praia), separação entre banhistas e caiaques, quiosques vendendo coisas, banheiro (a maioria tinha), sistema sonoro de alerta de tsunami. A noite fizemos compras de lembrancinhas. As camisas em Krabi não são tão legais. Em Krabi eu comprei um chapéu vietnamita B150. No aeroporto de Hanói era U$2 o médio e U$3 o grande, bem mais barato. Mas, esse chapéu é frágil, então difícil de levar em viagem. Depois de jantar fiz uma passagem nos pés, também aperta muito e doí um pouco, mas muito menos que a massagem tailandesa. Gastos: B40 – café B550 – passeio Hong Island de barco longtail B250(2x) – hostel, quarto duplo B70 – subway B100 - jantar B200 – massagem nos pés 1h [t3]Dia 28 - Ao Nang[/t3] Nesse dia voltamos para Bangkok. Nosso voo era só as 17:50, mas como o check out é as 11h, dormimos até mais tarde e nem deu para pegar uma praia. Deixamos as malas no hostel e fomos andar e almoçar. Para ir ao aeroporto há três opções: taxi B500, van B150 e ônibus B150. A van te pega no hotel, mas não tinha no horário que precisávamos, então fomos de ônibus, ele passa a cada hora e há os pontos, indicados por placas. Não precisa comprar a passagem antes, nós pagamos dentro do ônibus. Nosso voo saiu de Krabi as 17:50 e chegou no aeroporto Don Mueang as 19:10. Nosso voo para Beijing saia as 1h da manhã, mas do outro aeroporto de Bangkok. Há um ônibus de graça que vai de um aeroporto ao outro, é só mostrar a passagem para pegar ônibus. Demora uns 40min pra chegar no Aeroporto Suvarnabhumi. Esse aeroporto é bem grande e muito cheio, mesmo de madrugada tem muitos voos saindo e bastante gente circulando. No 3º andar é onde ficam os restaurantes, há vários. Comemos num restaurante chinês que era o mais barato, era B110 o prato, mais impostos e outras coisas saiu por B130. Era dia de jogo do Brasil, oitavas de final Brasil x Chile. Era o primeiro jogo que iriamos ver, porque os dois primeiros foram as 2h da manhã e o terceiro as 3h, ou seja, não rolou de ver. O jogo de hoje era mais cedo, 23h. Tinha apenas duas TV's em todo o aeroporto, passando os jogos da Copa, uma perto dos checking e outra na parte de embarque. Vimos na TV de dentro, havia várias cadeiras, mas estava bem cheio e só tinha nós três de brasileiros. E o povo estava torcendo mais para o Chile que para o Brasil. Mas, não deu para ver o jogo até o final, tivemos que sair aos 20min do segundo tempo para embarcar, o voo era 1h, horário que acabava o jogo. Só descobrimos que o jogo empatou e o Brasil ganhou nos pênaltis quando chegamos no hostel de Beijing. Gastos: B35 – café B150 – ônibus aeroporto B75 – almoço B130 – jantar Voo Air China - Bangkok – Beijing 1:00 – 06:30 (horário de chegada local)
  10. [t1]VIETNÃ[/t1] [t3]Dia 15 – Ho Chi Minh (HMC)[/t3] No dia anterior, tínhamos comprado a passagem para HCM, pela empresa Mekong Express Limousine saindo as 8:30, o preço tabelado é U$14, mas negociando compramos por U$13, todas as empresas de turismo vendem essas passagens. O ônibus era meio velho, mas tinha ar-condicionado, WiFi (não funcionava sempre) e lanche. Paramos em um lugar meio esquisito para almoçar. A guia do ônibus pegou os passaportes de todo mundo e sumiu. Uns 40 min depois ela voltou. Já estavamos com medo dela ter desaparecido. Huauhahu Os passaportes já estavam com carimbo de saída do Camboja e entrada no Vietnam. O ônibus chegou em HCM às 15:30, ele para na Backpacker Area (área dos mochileiros). Lá tem vários becos com muitos hostels; os hostels da rua principal são bem mais caros. Nos chegamos no beco ao ir na indicação de um cara que estava na rua oferecendo hospedagem. Olhamos uns 2 ou 3 com ele e depois saímos de lá, porque com ele mostrando, há comissão e fica U$1 ou 2 mais caro. Saímos de lá e ele ainda ficou nos seguindo, ai despistamos ele e voltamos no beco para olhar os demais. Ficamos num hotelzinho que ficou por U$22, dois quartos, um para um e outro para duas pessoas; com wifi, ar-condicionado e frigobar. Na região (Backpacker Area) há alguns lugares para comer e vários lugares para beber. DICAS: - No Vietnam tem muitos lugares que se aceita dólares - As agências de turismo de lá fecham as 22h ou antes (então abra o olho, porque em algumas outras cidades elas funcionam até bem mais tarde) Gastos U$1,25 – café U$13 – bus Mekong Express U$22 (3x) – hotel – 2 quartos U$4 - jantar D4mil – uma bebida e tiragosto em um bar [t3]Dia 16 - Ho Chi Minh (HMC)[/t3] Acordamos mais tarde e fomos tomar café. Os lugares que servem café da manhã em HCM são muito caros U$5 ou mais (e a maioria dos hotéis simples não tem café). Então compramos alguns pãezinhos que vendem nas lojas de conveniência. Lá tem padarias com variedade de pãezinhos (doces e salgados) alguns são caros e outros tem preço razoável. Depois fomos andar até os pontos turísticos. No caminho começou a chover e aproveitamos para entrar em uma loja de fotografia e gravar um DVD com as nossas fotos. Demorou 1h para gravar, mas como a chuva estava muito forte, o tempo foi bem aproveitado lá. Almoçamos perto da Praça Ho Chi Minh, em um restaurante de um hotel que deve ser 4 estrelas. Lá tinha pratos bem baratos D70mil (com sopa, prato principal e sobremesa), mais barato que restaurantes simples que vimos no caminho. A sobremesa era feijão doce! Eu e minha namorada achamos horrível, mas meu amigo gostou. Depois do almoço fomos no Palácio da Independência, D30mil funciona das 7:30 as 11h e das 13h as 16h. Depois fomos ao Museu da Guerra (War Remnants Museum) D15mil, onde há vários aviões e tanques utilizados na guerra pelos EUA e também fotos e relatos sobre a guerra e a utilização de bombas químicas e biológicas pelos EUA. Lá nos museus quando dá a hora de fechar eles apagam as luzes e expulsão a galera. Na volta comemos no Duckin Donuts, 6 por D90mil. No Vitnam há muitas motos, bem mais motos do que carros. E em HCM, apear da cidade ser moderna, bem planejada, com as calçadas largas, o transito é um caos. Ninguém respeita sinal, com exceção de pouquíssimos cruzamentos. Por isso atravessar a rua é muito difícil! Mas grandes avenidas se você for esperar parar de passar moto para atravessar, você não não vai atravessar nunca! Os nativos tem uma técnica, eles vão andando devagarzinho no meio daquela enxurrada de motos. Quem é turista acha aquilo loucura, mas é o muito comum por lá. Só vendo para compreender. Uahahu E ainda tem que se preocupar com ninguém levar sua mochila, várias pessoas falaram para a gente tomar cuidado porque tem gente que passa de moto e leva a mochila, se ela estiver solta. Gastos: U$22 (3x) – hotel 2 quartos com ar e frigobar U$3 - café D70mil (3x) – 1 DVD com as fotos D30mil – Palácio da Independência D15mil – Museu da Guerra D90mil (3x) – 6 donuts D72mil - jantar [t3]Dia 17 - Ho Chi Minh (HMC)[/t3] Estávamos com um dia sobrando entre Camboja e HCM e por não ter “usado” ele antes, acabou sobrando para HCM. Apesar de HCM ser uma cidade bonita, ela não tem muita coisas para fazer. Deveríamos ter colocado esse dia em Hanói, porque não passamos nenhum dia inteiro lá, mas mudar a passagem de avião era muito caro. Deixamos esse dia para fazer um passeio, ficamos na dúvida entre o passeio dos Tuneis de Cu Chi, que são os túneis onde os vietcongues passavam para atacar os americanos ou ir no delta do rio Mekong. Pelas fotos e descrições dos passeios preferimos ir no passeio do rio Mekong, foi U$10 com almoço. Fomos pela empresa TNK Travel, que é uma agência de turismo muito grande, fechamos o passeio de manhã mesmo; na porta da agência sai vários ônibus um para cada passeio. Foi a primeira “excursão” que fomos de ônibus, as outras todas foram de van. Andamos de barco no delta do rio Mekong, vimos música típica, comemos frutas típicas (banana, melancia, melão, mamão e pitaia; uhauhauh, muito diferente as frutas), vimos fabricação de balas artesanais e fomos no templo do Buda alegre. O passeio não tem nada de especial, foi o passeio mais sem graça que fizemos, mas achamos que os dos tuneis de Cu Chi seria igualmente sem graça. Se você for ficar mais tempo em HCM vale a pena fazer esse passeio, mas se o cronograma estiver apertado não vale. No final da tarde a gente foi no Mercado Cho Ben Thanh, mas chegamos pouco depois das 17h e já estava tudo fechado. A noite comemos o prato que vem abacaxi com arroz dentro, vimos essa comida em vários lugares e aqui decidimos comer (D89mil). Gastos: U$22 (3x) – hotel U$3 – café U$10 – passeio D89mil – jantar [t3]Dia 18 – Hanói[/t3] No dia anterior fechamos o taxi, no hotel, para nos levar ao aeroporto U$8. O voo era as 9:35 pela VietJet. No dia anterior compramos coisas para tomar café, pegamos o taxi as 7:30. O aeroporto fica a 8km e mesmo com transito não demora tanto, uns 30, 40min. O voo atrasou quase duas horas. Tivemos que comprar algo para comer no aeroporto e a parte doméstica do aeroporto é bem pequena, havia apenas duas lojas que vendiam comida. A Vietjet é a cia mais barata do Vietnam, mas parece que você está viajando de onibus, um monte de criança chorando, gente comendo fruta e pingando tudo no chão. Huauhahu E mesmo assim, nem é muito barato, principalmente, por causa das taxas de embarque, pagamos U$84, o voo demora 1h30. Chegamos em Hanói também na parte doméstica do aeroporto, lá não havia balcão de informação turísticas. Fomos até o terminal internacional, onde há guichê de informação turísticas, mas não é algo oficial, são empresas que, na verdade, ficam tentando vender passeios e hotéis. Mas conseguimos um mapa e descobrimos uma rua que tem vários hostels. Para sair do aeroporto tem duas opções: taxi (+ ou – U$17) ou van, chamada por lá de minibus (U$2). Apesar do preço tabelado ser U$2, para estrangeiros eles pedem muito mais. Primeiro entramos em uma van que só tinha a gente e precisaria esperar encher para ela partir. Saímos dela, ficamos orçando os preços dos taxis, até que apareceu uma van que já iria sair. Eles queriam cobrar U$5, fingimos que não queríamos e fechamos por U$3 (cada). O aeroporto é longe da cidade, cerca de 1h. As vans param perto da parte histórica, perto da Catedral de São José; não era longe da rua que queríamos ir, Ngo Hue. A rua é pequena, mas tem várias opções de hoteis e algumas agências de turismo. Ficamos no Grand Holiday, num quarto triplo U$20 com café da manhã, era um quarto mais simples que os demais do hotel, mas tinha ar condicionado. Depois de chegar e almoçar fomos fechar o cruzeiro em Halong Bay. Tivemos sorte, porque a previsão para a semana inteira era de chuva, com exceção dois dois próximos dias que iriamos fazer o cruzeiro. E realmente não choveu hora nenhuma durante o cruzeiro e ainda fez um solão durante o passeio! Mas, o que é difícil, é escolher o passeio, porque há mais de 200 barcos que fazem o passeio e dezenas de empresas diferentes. Em cada agência de turismo nos mostravam empresas diferentes e é algo muito subjetivo para comparar. É difícil comparar os lugares que os barcos vão, mas a maior diferença parece que são as atividade e o tipo de barco (quartos, comida, etc). Em alguma agências de turismo, os vendedores insistiam para irmos em um barco específico, a comissão que eles ganham dever ser maior nesses casos. Queríamos ir num passeio de nível médio, pois segundo relatos que lemos o preço é proporcional a qualidade do passeio. Escolhemos algumas empresas e olhamos na internet, mas mesmo assim é muito difícil comparar. Escolhemos ir no barco Opera da empresa ACLASS, saiu por U$110 por pessoa num quarto triplo, se fosse quarto duplo seria U$115. O preço do catálogo, que tem nas agências de turismo, era de U$140; na internet o preço é U$130. Ou seja, comprando lá é sempre mais barato. De noite começou uma chuva. Nós jantamos e quando voltamos ao hotel tivemos uma surpresa desagradável, havia uma grande goteira no nosso quarto. Nossas mochilas molharam um pouco. Mudamos para um outro quarto, em que o acabamento era melhor (quarto mais caro) e num andar mais de baixo. Mas, mesmo nesse quarto havia uma pequena goteira, mas distante das camas. Parece que vários quartos desse hotel tinham goteira. E quando falamos ao recepcionista que tinha goteira ele fez cara de surpresa. Bem na época de chuva e eles não sabiam que tinha goteira nos quartos? O hotel devia estar vazio há muito tempo. Gastos: U$84 – voo da VietJet HCM – Hanoi (9:35) U$8 – taxi ao aeroporto HCM U$3 – van do aeroporto para Hanoi U$20 (3x) – hotel Grand Holiday D75mil – jantar [t3]Dia 19 – Halong Bay[/t3] Acordamos as 7h, tomamos café no hotel e fomos para agência de turismo, onde o ônibus iria nos pegar as 8h. O ônibus atrasou apenas 10min, chegamos em Halong Bay as 12:30. Nosso barco era meio velho por fora, mas por dentro é muito bom e bonito. O único problema foi o quarto. Esse barco não tinha quarto triplo, então colocaram uma terceira cama no quarto duplo, mas o quarto já era muito pequeno. Resultou que quase não sobrou espaço para colocar as mochilas no chão. Huhauha Mas o banheiro era muito bom, limpinho, com chuveiro e box (coisa rara por lá). As comidas do cruzeiro eram muito boas!!! Havia muita variedade, uns 5 pratos diferentes em cada refeição. O barco devia ter um pouco mais de 20 quartos, mas menos da metade estava ocupado. O primeiro lugar que o barco pára é para andar de kaiaky ou barco de bamboo, o lugar é muto bonito! Halong Bay é uma baia que tem várias pequenas ilhas de pedras. E essas pedras que dão todo o charme para a baía. Depois subimos em uma dessas pedras, chamada ilha Ti Top (ou titov) que na parte de cima tem um mirante fantástico!!! No final da tarde tem uma “festa” Sunset Party, a festa na verdade é um cálice de vinho para cada um e uma bandeja de frutas. Mas, o entardecer e o anoitecer em Halong Bay foi a coisa mais incrível que vi na viagem!!! O jantar foi servido cedo, umas 19h. Depois já não tinha nenhuma programação, mas é legal ficar no deck vendo a vista. Quem quiser pode pescar ou fingir que está pescando, porque não tinha isca nos anzóis na vara de bamboo. huahuahu Gastos: U$110 – Cruzeiro em Halong Bay [t3]Dia 20 – Halong Bay[/t3] A programação do dia anterior terminava cedo, mas ela começava cedo também, as 6:30 tinha tai chi chuan. Não fomos, não sei se alguém foi, porque as 7h já era o café e quando chegamos para o café muito gente ainda não tinha chegado. Hehehe Pela manhã fomos na Surprise Cave, é uma caverna bem legal e ainda tem uma boa vista da baia. O check out é feito as 10h. Depois teve uma aula de culinária. Fizemos os rolinhos primavera que foram assados para o almoço. Almoçamos e chegamos no porto 12h, mas o ônibus foi nos buscar depois das 13h. O ônibus nos deixou no mesmo lugar que nos pegou, as 17h. Ficamos em outro hotel, mas na mesma rua. O pessoal do hotel da goteira ainda teve coragem de oferecer de novo quarto para a gente. =0 Deixamos nossos mochilões no hotel e fomos andar para conhecer a cidade. Esse final de tarde e a noite era a única hora que teríamos para conhecer Hanói. Os pontos turísticos já estavam fechados, mas andamos em volta do lago Hoan Kiem e nas ruas turísticas do centro. Vi relatos falando que Ho Chi Minh que era a cidade cosmopolita e da noite e que Hanoi era a cidade mais histórica que as coisas fechavam mais cedo, mas não foi isso que vi. Havia ruas só de bares e lojas que ficavam abertas até mais tarde. Hanói como HCM parece que não tem tanta coisas para fazer por lá. 1 dia ou 1 dia e meio deve dar para ir em todos os principais pontos turísticos. Gastos: U$3 – dois Sprites consumidos no cruzeiro D65mil – jantar U$15 (3x) – hotel quarto triplo sem café
  11. [t1]CAMBOJA[/t1] [t3]Dia 10 – Siem Reap[/t3] Acordamos as 6:30, tomamos café e fomos para a rodoviária. Já que agora sabíamos que no taxímetro era melhor, queríamos ir desse jeito. Tivemos que pegar o 3° taxi, porque os dois primeiros não queriam ir no taximetro. A corrida foi B75 + B50 pedágio da highway. O preço do pedágio depende de quanto você anda na auto-estrada. Chegamos as 8:45 na rodoviária (Northeast bus station – Mochit). Bangkok tem três rodoviárias, cada uma tem ônibus para uma região do país. Os ônibus para o Camboja partem da rodoviária chamada Mochit. Sai ônibus a cada 30 min para a fronteira com o Camboja. Compramos passagem até a cidade tailandesa da fronteira com o Camboja, chamada Aranyaprathet, custou B234. A atendente disse que o bus era de 1ªclasse e mostrou a foto de um ônibus de dois andares. Mas, o ônibus era de um andar, velho, pior que o da Green Bus. Um pouco antes de chegar na fronteira, serviu almoço para todo mundo menos para agente. Ai que descobrimos que o ônibus iria até Siem Reap. Não sabíamos que podia comprar direto até lá. Na fronteira todo mundo desce do ônibus para passar pelas imigrações; demorou uns 40 min. Os vistos para o Camboja são tirados na hora, custam U$20. Porém, os Policiais estavam cobrando mais B100 de propina. Há uma placa falando que o visto é U$20, apontamos para ela, mas eles disseram que é um custo adicional e que sem isso não tirava o visto. Insisti, mas precisamos pagar a propina. Havia muito europeus com a gente, pode ser por isso que eles foram intransigente, senão os outros não iriam querer pagar. Mas, já vi em relatos que pessoas não pagam, pedem para dar um recibo do valor adicional, que ai eles fazem sem a propina. Quando passamos pelas duas imigrações, voltamos para o ônibus, precisávamos tirar nossas coisas. Da fronteira do Camboja há um ônibus de graça até uma rodoviária. De lá até Siem Reap há duas opções: ônibus U$9 ou táxi uns U$30 (o carro). Perguntei ao guia do nosso ônibus se poderíamos ir até Siem Reap, pagando a diferença. Ai ele queria que pagássemos B500 cada um. Achamos muito caro, porque a primeira parte da viagem é a mais longa e pagamos B234. Ai ele mostrou as passagens. Comprando da rodoviária de Bangok até Siem Reap é, realmente, mais de B700. Como era muito mais caro do que as outras opções, começamos a tirar as malas do ônibus. Foi quando o guia ofereceu B300 (cada) pelo restante da viagem. Já que já estávamos naquele ônibus, aceitamos. Pelo jeito esse dinheiro iria para o guia e o motorista. Chegamos a tarde em Siem Reap. Até chegar ao centro da cidade, se passa por uma avenida que só tem hotéis, dos dois lados da rua. Todos os hoteis chiques, 4, 5 estrelas, no mínimo alguns de 3. O ônibus parou em frente a loja da empresa de transporte, parecia que era o centro da cidade. Tentamos conseguir um mapa da cidade, mas não conseguimos. Foi muito difícil achar hostel, porque, ao contrário das outras cidades, não havia um lugar em que eles ficavam próximos. Talvez, até tenha, mas não conseguimos achar. Na verdade, mesmo hotéis, mais simples, quase não vimos na cidade. Mas, pelo menos a cidade é bem pequena; parece que a parte turística da cidade foi construída planejadamente. Ela é bem bonitinha, tem rua dos bares, rua dos restaurantes, rua dos hotéis caros. Só não vimos casas de nativos. Parece que a parte que eles moram é distante da parte nova que foi construída para o turismo. Achamos um hotel, mais para nativos, parecia que só havia nós de estrangeiros, mas ele era arrumadinho, com ar condicionado, frigobar e café da manhã, pagamos US21 no quarto triplo. Em Siem Reap há uma rua só de restaurantes, é uma ruela, porque é estreita, não passa carro, mas bem legal. Essa rua cruza a Pub Street. DICAS: No Camboja, você pode pagar com dólar tranquilamente. Hoteis, lojas, museus, todos eles aceitam dólar. Só o troco que é dado na moeda local. Gastos: B90 – café B170(3x) – taxi até a rodoviária de Bangkok B234 – ônibus – Bangkok - Aranyaprathet (fronteira com o Camboja) U$20 + B100 – visto Camboja B300 – ônibus - Aranyaprathet – Siem Reap (2a parte paga para ir no mesmo ônibus) U$21 – hotel – quarto triplo com ar, frigobar e café U$4,5 – jantar [t3]Dia 11 -Siem Reap[/t3] Tomamos café e fomos fazer o passeio em Angkor. No dia anterior havíamos fechado o passeio em uma agência de turismo. O passeio é o mesmo que todas as agências e o preço é meio tabelado, a diferença é que tem agências que aceitam cartão de crédito e outras que não, mas sempre cobrando a taxa de 3% para compra no cartão. Há o mini-tour (vai nas ruínas mais próximas a Angkor Wat) e o big tour (vai nas ruínas mais longes). Fizemos o mini-tour, pagamos U$10, incluindo o transporte e o guia falando inglês. Nesse passeio o almoço não estava incluído. A entrada em Angkor é paga a parte, é U$20 para 1 dia ou U$40 para três dias. A van nos pegou em frente ao hotel, só havia jovem na van. Angkor era a capital do antigo reino do Khmer. Seu auge foi no século XII e a cidade foi abandonada no século XV. Fomos primeiro no Angkor Wat, que é a principal construção da antiga capital, um templo religioso. O guia disse que, normalmente, se vai lá a tarde, mas como estava em época de chuva, estavam indo de manhã, pois a tarde estava chovendo. Angkor Wat é muito legal, um templo muito grande, com 4 andares; era o templo mais importante da cidade. Ainda é um templo budista, se vê monges andando por lá. Justamente pelos monges utilizarem o templo ele é a única construção que não foi abandonada na cidade e por isso foi conservada. Em Angkor a maioria das construções são templo, mas também há palácios. Há níveis diferentes de conservação. Alguns deles estão passando por restauração e remontagem. Como são feito de pedras, é preciso saber encaixar direitinho cada pedra em seu devido lugar. Na hora do almoço a van nos levou a um restaurante, há uma parte lá dentro de Angkor que há vários restaurantes. As comidas lá eram mais caras que na cidade, mas não eram absurdamente caras, os prato eram U$6,50, em média. No meio da tarde caiu um chuvão. Ainda faltava ir em um templo, mas o guia queria voltar, falou que o templo ficava no alto e era perigoso subir lá com chuva. Esperamos a chuva passar (30 min) e fomos lá. É uns 20 min andando e a subida é supertranquila, o caminho é largo, não é muito ingrime e nem tinha lama. O “perigo” era papo do guia para voltar mais cedo. Lá em cima sentimos umas gotas e começamos a descer. Descemos antes do resto da galera. E quanto chegamos lá em baixo caiu mais um chuvão. Sorte que deu tempo de nos abrigarmos em uma barraquinha. O pessoal que ficou lá em cima chegou todos molhados. No passeio está incluído ver o por do sol, mas em dias de chuva, nem tem jeito, ai voltamos mais cedo. Na volta a van nos deixa no hotel de novo. Gastos: U$21(3x) – hotel – quarto triplo U$10 – excursão em Angkor Wat (mini-tour) U$20 – ingresso Angkor Wat (1 dia) U$6,5 – almoço em Angkor U$1 – côco em Angkor (vendido pelos ambulantes) U$4 - jantar [t3]Dia 12 – Siem Reap[/t3] Queríamos fazer o big tour, mas a excursão era meio cara, uns U$18. Então fechamos um tuk tuk no próprio hotel para nos levar em outros templos, inclusive um mais longe que se chama Banteay Srei e fica a 37km de Angkor Wat. Pagamos U$15 no tuk tuk. Se fechássemos na rua seria mais barato, mas como não conhecíamos nada, ele podia nos levar em um lugar mais perto e dizer que era onde queríamos ir. Pagamos outro ingresso de 1 dia U$20. Primeiro fomos no Banteay Srei. Depois pedimos para ele nos levar em um lugar barato para comer. Era um lugar dentro de Angkor, mas bem mais simples. Tinha 5 barraquinhas que eram restaurantes, uma do lado da outra. O preço do cardápio era o mesmo do restaurante do dia anterior, mas eles abaixam bem o preço. Em média os preços eram U$3 e U$4, mas um deles fez por U$2,50. Comemos nesse, mas não valeu a pena, a quantidade foi proporcional ao preço, pouquíssima comida e 4 micro-pedaços de carne. A tarde iriamos voltar em Angkor Wat, mas choveu, o que atrapalho a visita. Ficamos presos numa casinha lá dentro de Angkor Wat até a chuva passar. Como iriamos viajar a noite já havíamos feito o check-out no hotel. Estávamos muito suados, mas não tinha onde tomar banho. As malas ficaram no hotel, ele não cobrou nada por isso. Mas, também não quis receber meia diária para a gente fazer o check-out as 23h, mesmo o hotel estando vazio. Vai entender. =? Mas, descobrimos um hostel para tomar banho, chama “One Stop”, o banheiro é super limpimho e ainda tinha shampoo e sabão liquido. Eles queria nos cobrar U$3 por pessoa, mas acabou fechando por U$5 para nós três. Pegamos um ônibus à meia noite para Phnom Penh. Viajamos num sleep bus, pela empresa “Giant Ibis”. Parece que ela é a melhor empresa de ônibus do Camboja, ela tem os ônibus mais novos. O sleeper bus tem três camas por fileira, em dois “andares”, como se fosse bicamas. No total 32 camas. Há travesseiro e cobertor. Pagamos U$15 e compramos no próprio escritório da empresa que é, literalmente, ao lado do nosso hotel. Se tivéssemos comprado em uma agência de turismo pagaríamos U$14 e ainda poderíamos ter pago no cartão. Gastos: U$21 – hotel U$20 – ingresso Angkor Wat (1 dia) U$15 – tuk tuk – para nós levar o dia inteiro nos templos U$2,5 – almoço U$5 – jantar U$2 – banho U$15 – ônibus Siem Reap - Phnom Penh (Giant Ibis - sleeper bus) saída 0:00 [t3]Dia 13 - Phnom Penh[/t3] Chegamos muito cedo em Phnom Pehn, antes das 6h da manhã. O ônibus nos deixou em frente a seu escritório, não tinha nenhum lugar de informação turística. Na verdade, no Camboja, não vi isso em lugar nenhum. Quando descemos várias pessoas vieram oferecer lugar para ficar, mas praticamente ninguém do ônibus deu atenção para eles. Olhamos bastante, mas estávamos achando tudo caro. Por fim das contas, fomos na indicação de um tuk tuk, ele disse que nos levaria a vários hotéis para escolhermos e cobraria apenas U$1. Acabou que ficamos no "19 Happy House", o mais barato q achamos, pagamos U$18 num quarto triplo com ar condicionado, sem café da manhã. Era no 4º andar, sem elevador e o wifi não funcionava, mas foi de boa. Achávamos que o Camboja era barato, mas é bem mais caro do que imaginávamos. Descansamos de manhã, almoçamos (U$4) e a tarde fomos no Museu Nacional, como era U$5, decidimos não entrar. Fomos no Museu do Genocídio, ele fica mais afastado, pagamos U$2 no tuk tuk até lá. O ingresso custa U$2 e é uma visita meio pesada, é uma ex-escola que se tornou prisão, centro de tortura e de extermínio. Mais de 2mil pessoas morreram lá durante o governo do Khmer Vermelho na década de 1970. De lá fomos no Mercado Russo, mas era um mercado comum que se vendia frutas, verduras e comidas. Achamos muito sem graça, mas depois que vi as fotos na internet, acho que vimos só o começo do mercado que é na rua, não chegamos na parte fechada dele. Na volta do mercado tivemos dificuldade para achar tuk tuk, por aquela região não tem muito tuk tuk, ao contrário da parte histórica. Tivemos que fazer sinal na rua para pegar um tuk tuk e pegamos um que não falava inglês, foi até difícil negociar o preço. Mostramos no mapa aonde queríamos ir e ele entendeu. Nosso hostel é bem perto da parte turística, não era em nenhum lugar difícil de achar. E por incrível que pareça, ele ficou perdido! Nós percebemos estava indo para outra parte da cidade. Teve uma hora que ele virou para a gente e perguntou se era para seguir em frente em uma avenida ou virar a direita em outra avenida. Huauhah Se nem ele sabia aonde ele estava, não ia ser a gente que iria saber. Hauhahuuha Ele precisou parar e perguntar, mostrou o mapa, ai as pessoas deram as instruções e ele conseguiu chegar. A noite jantamos em um restaurante na beira rio, tem vários restaurantes lá. Em Phnom Penh tem bastante prostituição, durante o dia vimos turistas mais velhos com nativas novas, até ai ficamos na dúvida, podia ser só mulheres interesseiras. Mas, a noite que se vê a prostituição mesmo! Tem uma rua com vários “bares” que devem ser uma mistura de puteiro com bar. Gastos: U$3 – café U$18(3x) – hotel 19 Happy House – quarto triplo com ar cond U$4 – almoço U$2 – tuk-tuk – até Museu do Genocídio U$2 – Museu do Genocídio U$2 – tuk tuk U$5 – jantar [t3]Dia 14 - Phnom Penh[/t3] De manhã dormimos até mais tarde e no final da manhã fomos no Wat Phnom. É um templo que fica num pequeno morro. Esse templo que deu nome a cidade, mas ele não é nem muito bonito, nem muito legal. É U$1 para entrar, mas só tem bilheteria, não tem ninguém cobrando o bilhete lá em cima. Heheh Depois fomos no Mercado Central, fica perto do templo, dá pra ir a pé, é só pegar a avenida Norodon. Essa avenida é uma avenida moderna, limpa e que não pode transitar tuk tuks. =) Foi um instante de paz, porque os tuk tuks de Phnom Penh foram os mais chatos da viagem. O mercado Central é um mercado para turistas, mas lá não vende lembrancinhas legais, vende aquelas mesmas lembrancinhas industrializadas que vende em qualquer lugar do mundo, mas escrito Camboja (é claro). Almoçamos num shopping lá perto, é bem mais barato que lá perto do hostel (R9000). A praça de alimentação tem vários restaurantes bem pequenos. O preço é em moeda local, mas como precisa comprar ficha, ai pode comprar em dólar. US$1 = 4mil Riel (Camboja) A tarde fomos no palácio real, é a principal atração de Phnom Penh. É US6,5 para entrar e é bem legal. Mas, nem dá para comparar com o Grande Palácio de Bangkok que é bem mais incrível. Na volta compramos uma mexerica gigante (20cm), eles vendem em vários lugares essa mexerica lá em Phnom Penh. Mas, ela não é boa, é muito amarga. No dia do mercado russo experimentamos o Durian que é um fruta típica e famosa do sudeste asiático. Do lado de fora parece uma jaca, mas também achamos muito ruim. Gastos: U$3 - café U$18(3x) – hotel – quarto triplo U$1 – Wat Phnom R9mil - almoço U$6,5 – Palácio real U$1 – mexerica gigante U$5 – jantar
  12. [t1]TAILÂNDIA[/t1] [t3]Dia 31/05 e 1° de Junho - Frankfurt[/t3] Pegamos um voo de BH para SP as 11:52. Compramos a passagem internacional da Air China, mas o trecho Brasil-Alemanha, na ida e volta era operado pela Lufthansa. Saímos de SP as 18:40, chegamos em Frankfurt as 11:15. Nossa escala em Frankfurt foi de 9h. Poderia ser um problema ter que esperar tanto, mas foi uma grande oportunidade para conhecer Frankfurt. Passamos pela imigração sem problemas, só mostramos nosso bilhete de conexão. Para chegar à cidade é necessário pegar o metro, que é meio caro. Um bilhete é €6. Mas há um bilhete coletivo, para ser usado por até 5 pessoas, que pode usar o metro a vontade por um dia inteiro, que custa €15. Compramos esse de €15, mesmo sendo apenas dois, pois valia mais a pena. Parece que Frankfurt não é uma cidade muito preparada para o turismo, tentei pegar um mapa da cidade no aeroporto, mas nas informações turísticas não havia. Só sabíamos em qual estação do metro descer,, que é onde ficam os ugares turísticos, mas nem sabíamos quais eram. Chegamos ao centro da cidade, era domingo e quase tudo estava fechado, a não ser alguns restaurantes. Não conseguimos achar guichê de informação turística por lá e não sabíamos para onde ir. Fomos andando aleatoriamente e achamos a ponte que tem centenas de cadeados pendurados. Quando já estávamos pensando em voltar, pegamos um bonde e por sorte ele passou bem em frente ao local mais turístico da cidade, a praça Romerberg. Estávamos sem dinheiro e nenhum lugar aceitava cartão de crédito, usamos o pouco dinheiro que tínhamos para almoçar numa pizzaria, mas depois não podemos comer, nem comprar mais nada. Foi até bom que economizamos. hehehe Voltamos para o aeroporto e pegamos o voo para Beijing as 20:15. R$110 - Voo Tam – Belo Horizonte – Guarulhos (SP) 11:52 (31/05) Voo Lufthansa - SP – Frankfurt 18:40(31/05) – 11:15 (1º/6) (chegada – horário local) Voo Air China - Frankfurt – Beijing 20:15 – 11:25 (2/06) Voo Air China - Beijing – Bangkok 14:05 – 18:35 Ida e volta Air China - R$4070 [t3]Dia 2 – Bangkok[/t3] Chegamos na China às 11:25 e nossas malas não iriam direito para Bangkok, não sei porque. Então tivemos que passar pela imigração e ir pegar nossas malas, para depois fazer o cheking e despacha-las de novo. O problema foi passar pela imigração, nós estávamos tentando passar no guichê de quem iria fazer conexão, mas o policial pedia o bilhete de embarque, mas não tínhamos porque ainda não tínhamos feito o cheking, quando iriamos na atendente da empresa aérea para pedir o bilhete ela dizia que não precisava. Ficamos nessa de ir e voltar nos dois lugares algumas vezes até conseguir passar sem o bilhete. Nosso voo para Bangkok, era para sair as 14:05, mas atrasou umas 1h e ½. Nosso voo que era para ter chegado em Bangkok as 18:35, chegou 20h. Até pegar as malas, sair do aeroporto já estava tarde. Não havíamos reservado nenhum hostel na viagem, a exceção foi o da China, pois precisava para o visto. Em Bangkok queríamos ficar perto da rua Khoa San road, a rua dos mochileiros. Então pegamos o trem no aeroporto B45 (B = baht, moeda da Tailândia) e depois um táxi para chegar lá B200. Perto dessa rua tem alguns becos, entramos em um bem perto dela, há vários hostéis e restaurantes nesses becos e eles não são perigosos (a gente já pensa com a cabeça do Brasil, de assalto e tudo mais, huahuahu). No primeiro hotel que vimos entramos e decidimos ficar, se chama “Four Sons Place”, pagamos B700 num quarto triplo com ar condicionado, sem café da manhã. O café era B39, mas começava tarde. O tailandês é uma língua bem diferente, até o alfabeto é diferente. Mas, na Tailândia, tudo é escrito em inglês, as placas nas ruas, os rótulos, formulários. E muita gente fala inglês nas partes turísticas, me surpreendeu! Nem sempre era um bom inglês, muita gente fala só o basicão, mas dava para se comunicar. O Camboja e o Vietnam é igual nesse quesito de falar inglês, só a China que ninguém fala inglês. Mas da China falo depois. Gastos: B45 – trem aeroporto cidade B200(3x) – taxi metro até khoa san road B130 – jantar B700(3x) – hotel Four Sons Place, quarto triplo com ar condicionado [t3]Dia 3 – Bangkok[/t3] Acordamos, tomamos café no hotel B45 e fomos à Embaixada do Vietnam para tirar o visto, já que não havíamos tirado no Brasil. O visto é bem caro, U$85 e ele fica pronto apenas no final do dia seguinte (para o visto precisa de uma foto 4x6cm). Saindo de lá queríamos ir no shopping BMK, que é um shopping que os turistas costumam ir e vende coisas eletrônicas. Tem várias lojas de equipamentos fotográficos profissional. Pelo caminho que fizemos, a embaixada do Vietnam parecia perto do BMK. Saindo da embaixada mostramos o mapa para um funcionário de um hotel, ele não falava inglês, ai apareceu na rua um homem falando inglês e super disposto a ajudar. Ele mostrou um distintivo dizendo que era policial e gostava de ajudar os turistas, etc. Ai mostrei aonde nós queríamos ir. Ele começou a falar do golpe de estado na Tailândia, em que os militares tomaram o poder. E disse que o golpe era bom, mas que gerava algumas conseguentes, e uma delas é que por algum motivo que não consegui entender, o BMK estava fechado hoje. Ele disse que havia um centro de informação turística mais ou menos perto e que iriam dar dicas de passeios e outros lugares para comprar, e inclusive era perto da China Town. Ele parou um tuk tuk na rua e negociou em tailandês para nos levar lá. Foi B30 (10 por pessoa) o tuk tuk, super barato. Quando chegamos no lugar, era uma agencia de turismo que vendia passeios e bem mais caros que a média. Ai descobrimos que era um golpe. =0 De lá fomos andando para o BMK e estava aberto normalmente. Nos lemos casos de golpes em relatos de viagem e mesmo assim caímos nesse, mas, pelo menos, só perdemos tempo. No BMK li em relatos que nem todas as lojas de fotografia são confiáveis, as que vi que são é a Fotofile e a Sunny Camera. Comprei na Fotofile, uma lente que nos USA é U$120, eu comprei por U$165. Não é um ótimo lugar para comprar, mas melhor que no Brasil. De la pegamos um taxi e fomos para o Wat Arun. Ele fica do outro lado do rio, mas, perto do Wat Phon tem uma balsa que atravessa e é super barata, B3. Se perguntar para tuk tuk, eles dizem que precisa chegar lá de barco e te levam para um passeio de barco super caro. Saimos de lá e fomos no Wat Phon, já no final da tarde, lá fecha mais tarde, acho que as 18h. No final da tarde ele fica completamente vazio, ótimo para tirar fotos. Mas, a escola de massagem tailandesa que funciona lá e tem preços mais baratos estava fechada. O Wat Phon é onde fica o Buda Reclinado, bem legal, mas perto do Grand Palácio ele fica sem graça, então vá primeiro no Wat Phon. Dicas: - Vários lugares, não só na Tailândia, mas também Camboja e Vietnam aceitavam cartão de crédito, como agências de turismo, mas é comum eles cobrarem a taxa de 3% para vender no cartão. - Na Tailândia há uma rede de lojas de conveniência que há uma variedade de coisas para comprar e tem um preço bom, chama-se Seven Eleven, há concorrente como Family Market que também são bons. Nessas lojas a variedade de comidas é grande e além de produtos industrializados eles vendem produtos de padaria, mas plastificados, como bolos, pãezinhos recheados, que são fresquinhos, mas nem parecem porque são embalados a vácuo, mas tem a validade pequena, tipo 3 dias. Lá também é vendido uns mistos gelados e na própria loja tem sanduicheira para fazê-los. Já as lojas de conveniência de Camboja e Vietnam não são muito boas, não tem muita variedades, além de ser muito caras! Gastos: B45 – café (café da manhã) B700(3x) - hotel B150(3x) – taxi - até embaixada Vietnam U$85 – visto Vietnam B100 – almoço B120(3x) – taxi - BMK até Wat Phon B6 – balsa até o Wat Arun (ida e volta) B50 – Wat Arun B100 – Wat Phon B135 – jantar [t3]Dia 4 - Bangkok[/t3] Acordamos, tomamos café e pegamos um taxi para o Grande Palácio de Bangkok. Alguns tuk tuk falavam que ele estavam fechado, para fazer um passeio de barco. Outro golpe, o palácio abre todos os dias! O Grande Palácio é a maior atração turística de Bangkok, por isso é bem cheio! Mas, ele é incrível!!! Muito legal e super conservado! O único problema é que como a Tailândia ainda tem rei, o palácio é usado e várias partes não se pode entrar. Aliás, o povo parece que gosta bastante do rei, pois várias casas e lojas há a foto do rei. Quando for ao Palácio não esqueça que lá não se pode entrar de bermuda, nem saia curta e as camisas precisam ter manga e sem decote. Na verdade a maioria dos templos era para ser assim, mas ele fazem vista grossa, mas no Grande Palácio ele exigem, inclusive de crianças. Mas, se esquecer não tem problema, lá eles emprestam camisas e calças; que não devem ser lavadas com muita frequência, mas melhor do que não entrar. heheh Eu fui de bermuda e levei uma calça, porque passar todo o dia de calça é dureza, porque estava muito quente! Almoçamos em frente ao Palácio, há umas 20 lojas daquelas pequenas e iguaizinhas, mas também tinha uns 3 restaurantes, apesar da localização não é caro (B125). A tarde fomos buscar os passaportes na embaixada do Vietnam, o horário de buscar é das 16 as 17h. Do palácio até lá não é mt longe, mas esse horário de 15h e pouco tem um trânsito muito pesado, levou uns 30-40min pra chegar. Pagamos B200 no taxi. Na volta pegamos o metro e fomos para o Golden Buda (Wat Traimit), chegamos um pouquinho depois de fechar. De lá fomos andando pra China Town, que é um monte de loja de chineses, nem é mt legal. De lá pegamos um taxi e fomos no Mercado das Flores. Ele é um mercado local, que vende frutas, flores e comida. Não é um mercado para turistas, é um mercado para locais. Na verdade, nem vimos turistas lá. Não achamos interessante esse mercado. A noite comemos num restaurante indiano em frente a Khoa San road. Perguntamos o que era sem pimenta e pedimos pratos sem pimentas, dois pratos de curry (eu e minha namorada). Quando chegou tinha pimenta d+++, ai reclamei com o garçom, ele levou de volta e trouxe de novo, parecia que não tinha mudado quase nada. Ai reclamei de novo, falei que queria sem pimenta nenhuma, ele disse não estava com pimenta. Ai falou com o dono, levou de volta. Quando trouxe pela terceira vez, o molho já era de outra cor e nem tinha gosto. Nunca mais pedi curry na viagem e descobri que mesmo pedido sem pimenta, iria vir com pimenta. Heheh Mas, pelo que vi, os pratos de curry tem maior probabilidade de vir com pimenta que os restantes. Nesse dia a noite fechamos o passeio para Ayuthaya por B500, incluído almoço (a maioria dos passeios tem o almoço incluído). Gastos: B100 – café B700(3x) – hotel quarto triplo B60(3x) - taxi - Khoa san road até o grand palacio B500 – Grand palacio B125 – almoço B200(3x) – taxi - do Palácio até a embaixada do Vietnam B50 – metro e trem B50 – tuk tuk – China town até mercado das flores B70 – taxi - Mercado das Flores até khoa san road B170 – jantar restaurante indiano [t3]Dia 5 - Ayuthaya[/t3] Ayuthaya é a antiga capital da Tailândia, até que o exercito birmanes invadiu a cidade e a destruiu. Muito do que tem lá são ruínas, mas é um lugar legal de visitar. Fomos de van, demora umas 1h30 pra chegar lá e na nossa van só tinha jovem. O único problema da nossa excursão foi que a van parou na ida e na volta num posto de gasolina para abastecer com gás e demorou uns 25 min em cada vez. Apenas esse dia descobrimos que há uma rua paralela, perto da Khoa San road que é bem legal! Uma rua que tem vários restaurantes e lojas. A Khoa San road não tem muita opção de lugar para comer. A noite queríamos fazer a massagem tailandesa. Na Tailândia toda esquina tem gente oferendo massagem, eles ficam na rua tentando fisgar clientes. Além da massagem tailandesa, há outras massagens, massagem nos pés, etc; mas parece que todas são ramos da massagem tailandesa. Decidimos fazer em um lugar que estava cheio, mas não era tão bonito, nem tinha muito publicidade. Acho que era um lugar mais tradicionais, eles nem falavam inglês. A massagem tailandesa é bem forte, aperta muito os músculos e doí bastante. Mas se você conseguir chegar ao final, o resultado é bom, relaxa bastante. Uhauau Fizemos 30min, B120. Gastos: B120 – café da manhã B700(3x) – hotel B500 – passeio Ayuthaya B120 – massagem tailandesa 30min [t3]Dia 6 - Chiang Mai[/t3] Acordamos mais cedo, tomamos café e fomos para o aeroporto. Bangkok tem dois aeroportos, o maior e mais novo é o Suvarnabhumi, onde parte a maioria dos voos. O outro é o Don Mueang, que opera apenas algumas poucas cias, entre elas Nok, Air Asia. Para o Suvarnabhumi é possível ir de metro, mas o metro não é perto da Khoa San road. E da Khoa San road há vans que vão para os dois aeroportos, para o Suvarnabhumi é a cada um hora e custa B100, para o Don Mueang a cada duas horas e custa B130. Nosso voo para Chiang Mai era as 10:35 pela Nok Air U$47. A Nok é uma cia de baixo custo, mas bem legal, com seus aviões com desenho de pássaro e tem um pequeno lanche a bordo, coisa que a Air Asia não tem. O único problema foi que cancelaram nosso voo um dia antes, avisando-nos pelo email e pedido para responder por email dizendo qual voo queria trocar. Mas, a caixa postal deles estava cheio e os emails voltando. Precisamos ligar para conseguir remarcar. Compramos o voo das 10:35, mas mudamos para o de umas 12:40. Chegando em Chiang Mai pegamos uma taxi até a cidade, B130. Não tínhamos hostel, e andamos bastante para escolher, perto do portão Thapae há vários hostels (na Tailândia eles tb os chamam de guesthouses). Ficamos no Jimmy House B200 o quarto com ventilador, se é uma ou duas pessoas o preço não varia o preço do quarto. Andamos pela cidade à tarde. A noite fomos no Night Bazar, lá é pequeno e nem tem muita coisa. Depois fomos jantar e foi muito difícil achar um lugar aberto. Os militares que deram o golpe de estado e assumiram o governo instituíram um toque de recolher à meia noite. Em Bangkok, na região da Khoa San road, que é muito turístico e os bares e boates viram a noite, não "existe" o toque. Mas, no resto da cidade e em Chian Mai tem. Não sabemos se é por isso ou não, mas 21h já foi muito difícil acha um lugar aberto para comer, os nativos falaram para a gente que não iriamos achar, mas por sorte achamos um, só tinha nós três lá. A comida "no spicy" veio com muita pimenta, reclamamos e mudou pouca coisa, mas tínhamos que comer, não havia outra opção. As 22h fechou todos os bares e lojas que ainda estavam abertos. Gastos: B100 – café B130 – van - até o aeroporto Don Mueang U$47 – voo Bangkok – Chiang Mai – Nok Air B130 – taxi – aeroporto de Chiang Mai até o centro B100 – almoço B200(2x) – hostel quarto duplo com ventilador(Jimmy House) B150 - jantar [t3]Dia 7 - Chiang Mai[/t3] No dia anterior havíamos procurado informações sobre os passeios de elefante. Fechamos no dia anterior mesmo no hostel. Há duas reservas que tem elefantes, uma ao norte e outra ao sul de Chiang Mai. Os passeios nas duas reservas são mais ou menos iguais. O preço que varia, mas bem pouco, um é B900 e o outro é B800. Todo mundo recomendava o mais caro, dizendo que o lugar é mais bonito. Também há um outro passeio que passa o dia inteiro com o elefante, mas esse é mais de U$100. Fomos no passeio de B900, não me lembro se era a reserva do norte ou do sul e estava incluído o transporte, guia falando inglês, passeio de elefante, ida na cachoeira, rafiting e rafiting de bamboo. Uma caminhonete nós pegou no hostel. O nosso hostel era o mais simples dos lugares que ele passou. A reserva fica a um pouco mais de uma hora da cidade. Mas, primeiro passa nas Long Woman, que são aquelas mulheres com argolas no pescoço. Nós fomos os únicos que não foram, era uns B400 para entrar, eles ficaram 20min lá e o pessoal saiu falando que não vale a pena. Depois entramos na reserva, a primeira coisa que fizemos foi o passeio de elefante. Há uma cadeirinha em cima de cada elefante, subimos numa "casinha" para dar a altura para chegar na cadeirinha. São duas pessoas por cadeirinha, ou seja, por elefante. Não havia elefante para todo mundo, alguns tiveram que ficar esperando. Nosso elefante no começo estava meio rebelde, ele saiu andando enquanto um menino que estava tocando ele pedia para ele parar. Quando chegou no rio ele encheu a tromba de água e jogou na gente duas ou três vezes. Na hora achamos ruim, mas logo depois já estávamos achando graça. =D Andar de elefante não é algo tranquilo, ele faz um caminho onde que sobe um morrinho bem inclinado, do lado de um pequeno penhasco. Você acha que vai cair, porque balança d+. É adrenalina pura! Se a cadeirinhas não fosse fechada na frente, com certeza se caia! O passeio é rapidinho, uns 20min. Depois almoçamos e logo depois fomos para a cachoeira. De manhã estava fazendo um solão, a tarde o tempo fechou e no caminho da cachoeira choveu, caiu um chuvão muito forte (foi o 1° dia da viagem que choveu). O caminho até a cachoeira é longo, uns 30 min andando e como foi logo depois do almoço, a comida pesou. hehe O caminho é bonito, no meio de uma floresta e a cachoeira tb é legal, mas não é nada que não se veja nos vários cantos do Brasil. Na volta a chuva ficou ainda mais forte. Depois fomos fazer o rafiting, o rio que passa lá parece muito parado, mas tem pedaços de pedra e correnteza, ainda tinha a chuva, foi bem legal! Em seguida fomos fazer o rafiting no bamboo, é uma picaretagem não tem nada de rafiting. É um passeio bem tranqulinho numa canoa de bamboo. Nossa roupa ficou muito suja por causa do passeio. Mas, no sudeste asiático é barato lavar roupa. Pagamos B30 no kilo de roupa lavada, levando direto em uma lavanderia, no hostel era B40 o kilo. Esse preço é só para lavar, para passar era um pouco mais caro. Gastos: B100 - café B200(2x) – hostel quarto duplo B900 – passeio de elefante B90 – jantar [t3]Dia 8 - Chiang Mai[/t3] De manhã fomos no templo Wat Phra That Doi Suthep. Ele fica no alto de uma montanha, dá para ver a cidade toda de lá, mas não é tão perto da cidade. Segundo a lenda colocaram um osso de Buda em cima de um elefante branco e aonde ele parece iriam construir o templo. Fomos de táxi, pagamos B300 (só ida), mas tem tuk tuk grande que sai do portão norte da cidade velha. Era domingo, então o templo estava bem cheio. Muitos nativos levando oferenda e rezando. Também parecia que tinha gente vindo de outras cidades, tipo turismo religioso. Na volta do templo pegamos um tuk tuk grande (B50 por pessoa) em Chiang Mai esses tuk tuk são como se fosse os ônibus locais. Almoçamos em um restaurante simples bem no centro histórico, restaurante para nativos, mas a comida estava boa, barata (B75) e sem pimenta! A tarde fomos no Tiger Kingdom, pagamos B300 no taxi (ida e volta). O Tiger Kindom é um lugar que se pode entrar dentro das jaulas dos tigres, os preços dependem de quantas jaulas você quer entrar. Eles dividem os tigres em 4 tamanhos: muito pequenos (smallest), pequenos (small), médios (medium) e grandes (big). Os mais caros são os smallest e o mais barato são os grandes. Há também pacotes, que incluem três jaulas que saem mais baratos que comprar separado. Nos fomos nos smallest, small e big, B1260. Os que são mais legais, que são mais diferentes, são os smallests e os big, os small não são tão pequenos assim. O Tiger Kingdom é meio caro, mas vale muito a pena! Os animais ficam meio sonolentos mas mesmo assim é bem legal. Se eles ficassem mais ativos, daria bem mais medo. Em Puket também tem Tiger Kingdom, mas pelo que vi na internet é bem mais caro! Depois voltamos para a cidade. Quando chegamos lá descobrimos que domingo é dia de uma grande feira na cidade velha. A feira começa a tarde e vai até a noite, tinha até um palco com música ao vivo. O problema era os músicos estrangeiros apoiando o golpe militar. =( A feira vai do portão Tapai Gate e segue pela rua principal da cidade velha, acho que vai até o portão do outro lado. É uma feira imensa e que tinha uma variedade enorme de coisas para comprar, tanto lembrancinhas quanto comidas e as comidas tinham o aspecto bem melhor do que as outras comidas de rua que vimos pela viagem. As comidas da feira davam vontade de comer! Essa feira foi o melhor lugar, em toda viagem, para comprar lembrancinhas (ao lado da rua muçulmana em Xian – China). Mas, compramos poucas coisas, pois só chegamos a essa conclusão no final da viagem. uhauhau Gastos: B200(2x) – hostel quarto duplo B75 – café da manhã B300(3x) – taxi até o templo (só ida) B50 – tuk tuk grande – volta do templo B75 – almoço B300(3x) – taxi – Tiger Kingdom (ida e volta) B1260 - Tiger Kingdom – 3 jaulas B110 – jantar [t3]Dia 9 – Chiang Rai[/t3] Acordamos cedo, tomamos café no Mickey Cafe (tem um preço bom o café l, B75) e fomos para a rodoviária pegar o ônibus para Chiag Rai. Há apenas uma empresa que faz o trajeto, a Green Bus, que tem vários horários de ônibus, basicamente a cada meia hora. Chegamos à rodoviária as 8:15 e os ônibus das 8:30 e 9h já estavam lotados. Então compramos para o das 9:30. Cada horário é um tipo de ônibus, o das 9:30 era de 2ª classe, mas era confortável e com ar condicionado, custou B144 (só ida). A viagem dura um pouco mais de 3h. Chegando lá, almoçamos; há uma rua movimentada perto da rodoviária. Depois, pegamos um ônibus comum (que saia da rodoviária) que passava pelo templo branco B20. O templo não é perto da cidade, fica a uns 20, 30 min; mas ele é muito legal, vale a pena d+! O templo é moderno e bem diferente de todos os outros que vimos. Vale a pena destacar a pintura interna que mescla temas religiosos com figuras de cidades modernas, naves espaciais e no meio de tudo há o batman, fred kruger, michael jackson, hello kitty, entre outros. É legal d+++ Nós chegamos lá no templo de mochilão, ai pedimos para colocar as mochilas em uma loja enquanto andávamos pelo templo, a funcionária da loja deixou colocar e nem cobrou nada por isso. Ela foi muito legal! Até demos um chaveiro do Brasil para ela! Voltamos a rodoviária e pegamos um tuk tuk grande até o aeroporto B40 (por pessoa). Nosso voo de volta para Bangkok sairia de Chiang Rai, acertamos na escolha; porque as excursões para Chiang Rai saindo de Chiang Mai chegam em Chiang Mai umas 20h e não dá tempo de ainda pegar o voo para Bangkok no mesmo dia. Essas excursões vão em outros lugares além do templo branco, como no triangula dourado, que fica a 1h de Chiang Rai, mas não nós pareceu que eram lugares muito interessantes. Nosso voo da Nok de volta a Bangkok era para sair as 18:25, mas atrasou 20 min, como na ida. Chegamos em Bangkok as 19:45 no aeroporto Don Mueang. Pegamos um taxi no aeroporto, há uma fila para pegar taxis. Queríamos ir no taximetro, mas o taxista não queria, ele queria cobrar B300. Mas insistimos, ai foi no taximetro. Acho que há duas formas de sair do aeroporto, uma indo pela highway (auto-estrada) e outra sem ir por ela. Pela autoestrada é mais rápido, mas precisa pagar o pedágio que é bem caro B110! O taxista falou que a gente teria que pagar o pedágio, achávamos que era golpe, porque eles tentam dar um monte de golpe por lá, mas no aeroporto eles dão um papel para avaliar o taxista e lá estava escrito que é o cliente que paga o pedágio, além de uma taxa B50 para pegar taxi no aeroporto e que a corrida deve ser no taxímetro. Foi ai que descobrimos porque eles não gostam de ir no taximetro. É muito, mas muito mais barato do que combinando o preço! O aeroporto é bem longe da khoa san road (parte histórica da cidade) e o taximetro deu B175, mais B50 (taxa do aeroporto) e B110 (pedágio). Total B345, como já tínhamos pago a highway, faltava B235, ele queria B300, mas pagamos só o valor combinado B240 e deixamos o troco para ele. Estavamos pagando B100, B150 para ir em lugares perto. Os tuk tuk, então, querem cobrar esse valor para ir da khoa san road até o palácio real (20 min andando). Essa noite, comemos em um restaurante mais caro, super bonito e bem decorado. Pedimos comida sem pimenta e veio com muita pimenta, até nos deram uma água de graça (sem a gente pedir ou reclamar da comida). A pimenta lá é foda. =0 Gastos: B75 – café da manhãzinha B80(3x) – tuk tuk grande – até a rodoviária B144 – Green Bus – Chiang Mai – Chiang Rai B60 - almoço B40 – ônibus municipal para o templo branco (ida e volta) B40 – tuk tuk grande – até aeroporto de Chiang Mai U$47 – voo Chiang Rai – Bangkok – Nok Air (18:25) B350(3x) – taxi Bangkok B700(3x) – hotel bangkok – quarto triplo B135 – jantar
  13. [t1]Tailândia, Camboja, Vietnã e China em 36 dias (jun/jul 2014)[/t1] Olá pessoal, estou deixando aqui o relato da minha viagem por Tailândia, Camboja, Vietnam e China. Viajamos em junho de 2014, foram 36 dias de viagem, incluindo os deslocamentos (viagem de ida e volta). Excluindo os dias da viagem de ida e volta foram 32,5 dias. Foi eu, minha namorada e um amigo. Queríamos ir no verão do hemisfério norte e evitar julho, que é um mês, onde, normalmente, é alta temporada e as coisas são mais caras. Escolhemos junho, pois era o único mês que iria coincidir as nossas férias. Quando descobrimos que junho não era um mês bom de ir, já havíamos marcado as férias e resolvemos ir, mesmo assim. A alta temporada do sudeste asiático é dezembro e janeiro e dizem que fevereiro e março são bons meses. O problema do meio do ano é, justamente, por ser a época de chuva, além de ser insuportavelmente quente (porque não é só quente, é também abafado). Não tivemos muitos problemas com a chuva. Alguns dias choveu, chuvas até forte, mas nada que atrapalhasse nosso passeio no geral. Com relação ao calor, é algo que se acostuma. E o bom dessa época, por ser baixa temporada, é o preço! As coisas são mais baratas, principalmente hotéis e passeios. Fizemos uma primeira pesquisa geral para saber quanto tempo valia a pena ficar. Fomos acompanhando as passagens aéreas uns 6 meses antes. Mas, como é do conhecimento da maioria das pessoas, as passagens internacionais entram em promoção entre 2 e 3 meses de antecedência, no geral. As principais cias aéreas que voam para lá são as do oriente médio (Emirates, Qatar, Eithad), mas também há Ethiopian Airlines, Britsh, Lufthansa, KLM, Turkish, etc. As do oriente médio são as mais caras, mas, às vezes, fazem promoções imbatíveis; vimos promoções muito boas com um mês de antecedência. Depois de um tempo que estávamos olhando, a Air China apareceu com preços muito bons. Como a Air China faz escala em Pequim, pesquisei quanto seria para fazer um stop-conettion lá. Precisaria comprar os trechos separados, SP – Bangkok; Bangkok – Beijing (Pequim); e Beijing – SP. Comprando dessa forma, ficaria apenas uns R$350 mais caro. Aí decidi mudar o cronograma, passar de 4 para 5 semanas, para poder ir à China. Meu amigo não teria uma semana a mais de férias disponível, ai nessa parte iríamos só eu e minha namorada. Compramos a passagem internacional com 2,5 meses de antecedência e pagamos R$4070, nesses três trechos citados acima. As passagens aéreas locais compramos com 1,5 e 1 mês de antecedência. Foram 6 trechos, entre 1 e 2h de voo cada e elas custaram U$50, na média, cada uma; só as do Vietnam são mais caras. Mais duas passagens no Brasil, até São Paulo. Os trechos que eram perto ou caros para ir de avião, fomos de ônibus, compramos em cada cidade. As passagens foram essas abaixo: [t3]Passagens Aéreas [/t3] Belo Horizonte – SP – Tam 31/05 11:52 R$110 Air China R$4070 - SP – Frankfurt 31/05 18:40(31/05) – 11:15 (1º/6) - Frankfurt – Beijing 20:15 – 11:25 (2/06) - Beijing – Frankfurt 02/06 14:05 – 18:35 Bangkok – Chiang Mai – Nok - 06/06 10:35 U$47 Chiang Rai – Bangkok – Nok – 09/06 18:25 U$47 Ho Chi Minh – Hanoi – Vietjet – 18/06 9:35 – 1:35 U$84 Hanoi – Bangkok – Air Asia 21/06 9h – 10:50 U$71 Bangkok – Krabi – Air Asia 21/06 16:10 – 17:20 U$ 42 Krabi – BKK – Air Asia 28/06 17:50 – 19:10 U$ 42 Air China - Beijing – Frankfurt 04/06 14h – 18:15 - Frankfurt – SP 04/06 21:55 – 4:55 (05/06) SP – BH - Azul 05/06 9h R$115 Os trechos que decidimos ir de ônibus, pois era muito caro avião foram esses três: Bangkok - Siem Reap; Siem Reap - Phnom Penh e Phnom Penh – Ho Chi Minh. Começamos a fazer o roteiro de viagem com uns 2 meses de antecedência. Nosso cronograma ficou: Dia 31/05 – Voo SP – Frankfurt Dia 1°/06 – Frankfurt (escala) Dia 2 – Bangkok Dia 3 – Bangkok Dia 4 – Bangkok Dia 5 – Ayutthaya Dia 6 – Chiang Mai Dia 7 – Chiang Mai Dia 8 – Chiang Mai Dia 9 – Chiang Rai Dia 10 – Siem Reap Dia 11 – Siem Reap Dia 12 – Siem Reap Dia 13 – Phnom Penh Dia 14 – Phnom Penh Dia 15 – Ho Chi Minh Dia 16 – Ho Chi Minh Dia 17 – Ho Chi Minh Dia 18 – Hanoi Dia 19 – Halong Bay Dia 20 – Halong Bay Dia 21 Hanoi – Krabi Dia 22 – Phi Phi Don Dia 23 – Phi Phi Don Dia 24 – Phi Phi Don Dia 25 – Ao Nang Dia 26 – Ao Nang Dia 27 – Ao Nang Dia 28 – Ao Nang Dia 29 – Beijing (Pequim) Dia 30 – Beijing Dia 1°/07 – Beijing Dia 2/07 – Xian Dia 3/07 – Xian Dia 4/07 – Beijing Dia 5/07 – Chegada ao Brasil Se fosse para mudar alguma coisa no nosso roteiro, tiraria um dia de Ho Chi Minh e colocaria em Hanoi. Também veria a possibilidade de ir a Luang Prabangv, porque muita gente falou que era um lugar muito legal! Até olhamos a possibilidade, mas as passagens aéreas para lá são muito caras. Vi que muita gente vai de Chiang Mai para o Laos, de ônibus. Seria uma opção! Todas as passagens de ônibus compramos no próprio local. Também não reservamos nenhum hostel, apenas o de Beijing, pois era necessário para o visto. Como era baixa temporada, acertamos em não ter reservado, pois os mais baratos não estão nos sites (hostelworld por exemplo) e negociando os preços em cada hostel conseguimos preços melhores que os tabelados. Uma ou outra cidade demoramos para encontrar, mas, no geral, valeu a pena não ter reservado. Nós ficávamos sempre em hostels baratos, em quartos privados. No relato não diferenciei hostel e hotel, então as duas palavras são usadas como sinônimas. Alguns lugares que nós ficamos, eram uma mistura de hostel com hotel; mas em muitos lugares os mais baratos eram hotelzinhos simples, o que eles chamam de Guesthouse. Na parte dos gastos diários, só estão presentes os principais. O transporte, por exemplo, se eu usei três vezes o metrô no dia, na parte dos gastos ele só irá aparecer uma vez, pois o objetivo é mostrar seu valor unitário. Quando coloco do lado do gasto (2x) ou (3x) quer dizer que aquele valor foi dividido por dois ou três pessoas, por exemplo o preço do táxi ou do hostel. O sudeste asiático é um lugar bem barato, hospedagem, passeios, alimentação, transporte são bem baratos. O que pagamos mais caro, proporcionalmente, foi o café-da-manhã, que, muitas vezes, custou o mesmo preço do almoço ou jantar. Já a China é bem mais cara que o sudeste asiático, ela deve ter o preço mais parecido ao do Brasil. [t3]Gastos:[/t3] Seguro de Saúde – Travel Acel “Internacional Fácil” 36 dias – R$285 Passagem internacional – R$4070 Passagens nacionais – R$225 Passagem na ásia – U$333 = R$830 Gastos total durante a viagem (comida, hospedagem, presentes, … tudo) US$1015 = R$4020 Total: R$9430 Mas, no valor do gasto total está incluído a lente da minha câmera profissional que eu comprei, que custou 5 mil baths = U$167. Tirando isso, daria: Total: R$9000 [t3]Conversão das Moedas:[/t3] Conversão aproximada das moedas US$1 = 30 Bath (Tailândia) B US$1 = 4mil Riel (Camboja) R US$1 = 20 Dong (Vietnam) D US$1 = 6 Yuan (China) ¥
  14. Olá Jessi, Eu comprei aqui do Brasil a entrada, mas é possível comprar a entrada lá em Machu Picchu, acho q em Cusco tb se compra. Dizem que é difícil acabar todos os ingressos, mas é bom ir acompanhando pela internet para não ter surpresa! huahuauh Inclusive, meia entrada só se compra pessoalmente lá. Também é possível fazer a reserva quando estiver no Peru e pagar via boleto em alguma agência bancária, caso não consiga comprar no cartão. Porém, se vc quiser ir em Huayna Picchu é preciso comprar antes, pois os bilhetes sempre acabam um tempo antes, (dias ou semanas, depende da época do ano). www.machupicchu.gob.pe
  15. Bolívia, Chile, Peru e Bolívia Como eu encontrei mts informações importantes para meu mochilão aqui no Mochileiros, tb vou deixar minha contribuição! Gastos Gerais no Brasil: R$ 675 - Passagem aérea (ida e volta - GOL) U$1000 - R$2180 levado em espécie, sobrou U$25. (taxa de câmbio R$2,18/BB [21/jun]) R$ 95 - Seguro de viagem Travel Ace, comprado na CVC U$ 35 - R$80 segunda pele (NY lingerie) U$ 50 - R$110 doleiras e gorro S 152 - R$130 entrada Machu Picchu (com Wayna Picchu) U$ 82 - R$180 Peru Rail (trem para Machu Picchu - ida e volta) Total: R$3450 Datas Viagens 22/jun/2012 – saída Confins 18:39 chegada Santa Cruz 1:20 (escala em Guarulhos, 2h de espera) 13/jul/2012 – saída Santa Cruz 4:40 chegada BH 19:52 (escala em Guarulhos 6h e Galeão 2h) Roteiro 1º e 2º dias - Santa Cruz de La Sierra - 22 e 23/jun (6a e sáb): Chegamos de madrugada em Santa Cruz. Pedimos informação no aeroporto para um hostel barato e fomos de táxi (60 bolivianos) até lá. O hostel Residencial Bolivar era B80 por pessoa em quarto compartilhado, muito caro!!! O café da manhã foi o melhor da viagem, mas não justifica o preço. Lá também tinha um tucano, que foi o mais legal do hostel. Um hotel que era B120 por quarto (duas pessoas), também perto da praça principal é o Hotel Milan, na Rua René Moreno, nº 70. Almoçamos em um bom lugar ao lado do Hotel Milan por B35, buffet livre. A catedral é a única coisa legal da cidade e subimos na torre da catedral por B3. Fomos de ônibus (coletivo) até uma feira que vendia roupas, eletrônicos, móveis, comidas, etc. O que tinha de melhor era os eletrônicos; não vimos muita roupa para frio intenso. A noite pegamos o ônibus para Sucre, a melhor Cia é a Bolivar, custou B100 em um ônibus semi-cama, que mais parecia cama, deitava muito, era só umas 35 poltronass num ônibus grande. Saímos às 17h e chegamos de manhã. A estrada é péssima, grande parte não tem asfalto e as paradas do ônibus eram em lugares bem toscos, impossíveis de comer e difíceis até de ir ao banheiro. Gastos: B20 - Táxi do aeroporto para o hostel B80 - Hostel B35 - Almoço B3 - Catedral (torre) B6 - Ônibus coletivo (3x) B21 - Lanche + água mineral B103 - Ônibus para Sucre + taxa da rodoviária Total: B268 3º dia - Sucre - 24/jun (dom): Chegamos de manhã e fomos procurar hostel. Há duas ruas (dois quarteirões) Rua Ravelo e San Alberto que tem vários hostels, fica a um quarteirão da praça principal. Ficamos no mais barato por B25, um quarto de casal e um individual, sem café e banheiro compartido. Era domingo, só havia um lugar aberto para tomar café, que era para turista, mais caro, foi B24. Fomos de ônibus (coletivo) até o Parque Cretáceo (dos dinossauros), B30 a entrada (não pagamos mais B5 para tirar fotos, mas tiramos). O parque não é tão legal. O principal museu da cidade estava fechado por motivo de segurança, acho que era por causa da greve da polícia. Os ônibus urbanos na Bolívia são entre B1 e B2 e em Sucre são B1,5. Almoçamos pizza B27 (já era tarde) e jantamos hambúrguer B16 (com bebida). Na Rua Nicolas Ortiz há vários restaurantes e lanchonetes. Gastos: B25 - Hostel B24 - Café da manhã B5 - Ônibus coletivo B30 - Parque Cretáceo B27 - Pizza B16 - Hambúrguer B5 - Outros Total: B132 4º dia - Potosí - 25/jun (2a): Acordamos, tomamos café B25 e fomos de ônibus para a rodoviária (estacíon/terminal autobuses). Sucre – Potosí é uma viagem de 3h. Fomos pela empresa Trans Emperador. Em Potosí há duas rodoviárias: a nova (é bonita e limpa) onde praticamente todos os ônibus chegam e a velha onde só saem os ônibus para Uyuni. Deixamos nossas malas na rodoviária nova para passear. Foi um erro, pois não sabíamos que o ônibus para Uyuni sairia da rodoviária antiga, tivemos que voltar só para pegar as malas. Perto da rodoviária velha há vários restaurantes baratos, pagamos B17 no menu; perto da rodoviária nova não tem nada. Potosí foi a primeira cidade legal que visitamos. É uma cidade onde foi achado ouro em 1530 e lembra um pouco Ouro Preto. Apenas passamos o dia lá, não pudemos fazer muitos passeios. Fomos à Igreja de São Francisco B15 e à Catedral B15, que estava em reforma, mas subimos na torre. No alto dessas duas igrejas faz muito frio, muito frio mesmo, principalmente no final do dia! Ainda queria ter ido ao Mosteiro de Santa Teresa. Também há o passeio das minas que parece legal, que leva o dia todo. A Casa da Moeda, que é o principal museu da cidade, estava fechada, porque era segunda-feira. =0 Voltamos para pegar as malas e fomos da rodoviária nova para a antiga de taxi B5, comprar as passagens para Uyuni e viajar. A melhor empresa só tinha duas vagas e como éramos três, tivemos que ir com outra. Fomos com a Empresa “11 de Julio” que falou que os ônibus eram semi-cama, mas foi uma enganação; era um micro-ônibus que mal abaixava as cadeiras e ainda pagamos caro B30. Acho que essa é a pior empresa. Tentei devolver os bilhetes, mas não consegui. O ônibus para Uyuni tem alguns horários por dia, mas o último é as 19:30hrs; apesar de estar escrito horários mais tarde, não havia esses horários. Jantamos perto da rodoviária. Nesse horário os melhores lugares já tinham encerrado o jantar, então jantamos um churrasco de frango B15 em um lugar não muito bonito e limpinho. A viagem até Uyuni demorou 4hrs. Chegamos sem hostel reservado e estava muito, mas muito frio!!! Uyuni é extremamente frio à noite. Por sorte havia uma pessoa na parada do ônibus oferecendo hostel a um preço muito bom. Então fomos para lá, “La Cabaña”, B35 para casal ou individual com banheiro compartilhado e café da manhã. Dica: Santa Cruz e Sucre não tem muita coisa legal. Vale mais a pena gastar mais tempo em Potosí que é uma cidade bem legal, primeira cidade a ser patrimônio cultural da Unesco na Bolívia. Gastos: B25 - Café da manhã B5 - Ônibus coletivo B20 - Ônibus para Potosí + taxa da rodoviária B17 - Almoço B15 - Igreja de São Francisco B15 - Catedral B5 - Táxi B30 - Ônibus para Uyuni B15 - Jantar B35 - Hostel B10 - Outros Total: B182 Potosí 5º dia - Uyuni - 26/jun (3a): Acordamos, tomamos café e fomos procurar o passeio do Salar de três dias, chegando a San Pedro. Tivemos muito azar! Os carros já estavam cheios e não havia mais pessoas para encher novos carros e sair (os carros vão com seis pessoas), ou seja, só pudemos ir no dia seguinte. Tivemos que passar um dia atoa em Uyuni e essa “cidade” não tem nada para fazer. Aproveitamos para ver qual empresa valia mais a pena ir. Fomos nas principais empresas e conversamos com vários turistas. Queríamos ir com a melhor empresa, pois vimos nos fóruns que valia a pena ir com as melhores. A que pareceu a melhor é a Red Planet, é a mais cara e a única que oferece serviço com guia, guia mesmo, porque os motoristas só falam informações básicas, porém com guia é bem mais caro. O preço era B910 (comum) e B1200 (com guia), com saco de dormir. Essa empresa estava cheia mesmo para o dia seguinte. A que achamos a segunda melhor e a que escolhemos foi a Blue Line, pagamos U$113 por pessoa (U$340 para três), no menor preço que foi possível fazer (incluído o saco de dormir). As outras empresas que achamos boas são a Cordilheira, Mont Blanc, Andreas e Colque. Elas têm o preço semelhante da Blue Line, talvez um pouco mais barato. A Andreas, não conversamos muito, ela ficou fechada muito tempo “para almoço”. A Colque uma pessoa de outra agência falou que é uma das mais antigas e tradicionais, mas que já não estava tão boa atualmente (não sei se é verdade). Depois de viajar, mudei minha visão em relação às empresas que operam essa viagem. Há umas 80 empresas que fazem esse passeio, das quais 50 são legalizadas e as outras são “piratas”. O passeio que elas oferecem é igual, todas vão aos mesmos lugares, o que muda é o local de ficar e a comida. Na primeira noite ficamos em um “hostel” de sal, falam que as mais baratas ficam em um comum, não ficam em um de sal. Mas, a principal diferença é a comida. Nós e a Red Planet ficamos a noite nos mesmos hostels. O café da manhã deles era um pouco melhor que o nosso, tinha: leite em pó, salada de fruta e presunto que o nosso não tinha. Mas a diferença era muito pequena. O jantar era igual e o almoço (que não vimos) também não devia ter muita diferença. Então acho que entre as principais empresas, vale a pena ir pela mais barata; porque inclusive no primeiro dia o único carro que vi estragado era da Red Planet, a empresa mais cara. Mas, quando dá algum problema em algum carro os motoristas se ajudam, independente de qual empresa é, porque eles são os donos dos carros. Inclusive no 2º dia que um carro estragou, os passageiros do carro estragado foram cada um para outro carro de outra empresa, que estavam lá na hora. No dia seguinte, o carro já estava consertado e eles voltaram para seu carro. Nesse dia que ficamos em Uyuni, andamos, mas não conseguimos achar lugar mais barato para comer, pois os preços eram mais ou menos os mesmos. Só as comidas da feira, que são mais baratas, mas a higiene é daquele jeito. Huahuahua. Nosso almoço foi B37 e o jantar B42. Compramos vários biscoitos e água para o passeio do Salar. Procuramos outro hostel para ficar, mas o nosso pareceu o mais barato com café da manhã. Como passamos muito frio no dia que chegamos a Uyuni, ficamos com medo do frio do deserto, então resolvemos comprar umas roupas extras (que eu acabei nem usando, pois já tinha roupa para frio). Há uma feira que vende roupa, não é a feira que vende comida, é outra. Fica na mesma direção da praça “principal”, mas uma rua atrás. Vende segunda pele, gorro, luva, colete, casaco. Não são produtos típicos (aqueles coloridos para turistas), nessa feira vende produtos sintéticos. Dica: alugue o saco de dormir, porque a 2ª noite do Salar é muito fria, entre -10 e -20ºC no inverno. Se for em alta temporada, julho, o preço do passeio aumenta um pouco. Nessa época que fomos ainda não era considerada alta temporada. Em Uyuni é mais caro do que Potosí, talvez valha a pena comprar comida em Potosí para levar para a viagem. Como só o café, almoço e jantar estão inclusos é bom levar comida, além de água e papel higiênico, mas durante o passeio se para em alguns lugares para comprar também. Gastos: U$113 - Passeio do Salar de três dias B37 - Almoço B42 - Jantar B32 - Comidas + água para o passeio B60 - Roupa para frio B2 - Internet B35 - Hostel Total: U$113 + B208 6º dia - Salar Uyuni - 27/jun (4a): Nosso passeio saiu um pouco atrasado. Era para sair entre umas 10h30 e 11h, mas saiu depois, pois nossos companheiros de viagem, três ingleses, atrasaram para tomar café e ir para o carro, mas depois descobrimos que eles eram bem legais. No primeiro dia fomos ao cemitério de trens, bem perto de Uyuni. Depois fomos a uma feirinha de artesanato, que é mais barato de comprar do que Uyuni e na verdade até mais barato que La Paz (que não é uma cidade barata para comprar artesanato). Depois fomos ao Salar. Almoçamos em um “hotel” (hostel dos bem simples) de sal. A comida não é feita lá, cada carro leva a comida e no máximo esquenta lá. O banheiro pagava para usar B5, nesse lugar também vendia água, biscoito, etc. Depois fomos à ilha do Pescado (dos cactos gigantes) é B30 para entrar e não está incluído no passeio. E por fim fomos ao hostel, que era feito de paredes de sal e no chão havia sal em pó, era quarto para três. Muito legal esse hostel e a janta também estava muito boa! Gastos: B5 - Banheiro B30 - Ilha do Pescado Total: B35 Ilha do Pescado 7º dia - Salar Uyuni - 28/jun (5a): Fomos a algumas lagoas e vimos flamingos. Almoçamos em uma dessas lagoas, um lugar sem estrutura nenhuma, nada construído e nem banheiro. Depois fomos a uma lagoa que havia um hotel que tinha banheiro, logicamente pagava, B5. Fomos à árvore de pedra e por fim a Lagoa Colorada. Já era final do dia e estava muito frio! Pagamos na Lagoa Colorada B150 para entrar no parque, também não está incluído no passeio, e é obrigatório pagar, pois é o caminho que passa. Dormimos perto da Lagoa Colorada, esse é o lugar muito, mas muito, frio; na noite anterior um guarda falou que deu -17ºC. E o lugar que ficamos era super simples, bem pior que o da noite anterior. Quarto para seis, com uma janela, com um vidro super fino. A janta desse lugar foi bem fraca, macarrão com um molho bem ralo. A noite é bem frio, mas como estávamos com dois sacos de dormir, o nosso, mais o alugado, além das três cobertas, não passamos frio. Senti falta de ar na hora de dormir, precisei usar coca para melhorar, pois era 4300m, mais alto que Potosí (4100m). Mas no meio da noite minha namorada passou mal, começou a vomitar sem parar. Ficou assim por mais de duas horas e não parava. Perguntei aos motoristas o que fazer, havia um remédio para isso, mas nenhum deles tinham. Por sorte no nosso carro, um dos ingleses era estudante de medicina e tinha um remédio para parar vômito, que funcionou quase que instantaneamente. Gastos: B5 - Banheiro B3 - Água B150 - Parque Total: B158 8º dia - Salar Uyuni - San Pedro de Atacama - 29/jun (6a): Acordamos muito cedo para ver os Geyser, umas 5h, ainda estava escuro. O café foi bem legal, pois havia umas panquecas muito boas, além de sucrilhos, apenas não havia leite. Huahuahuahu. Depois dos geysers (5100m) fomos às fontes termais. A água é quente, mas como o ambiente é muito frio, só os mais corajosos entram na água, o que não foi o meu caso, huahuauha. Como os ingleses nadaram e demoraram muito, não podemos parar no deserto de Dali, só o vimos de dentro do carro, mas é bem legal. No final da manhã chegamos a Lagoa Verde que não estava muito verde. Ficamos pouco tempo e fomos atravessar a fronteira do Chile. Pegamos um micro-ônibus que já estava incluído no passeio e fomos para San Pedro de Atacama. Demora uma hora até lá, mais o tempo da imigração que é muito chata, pois eles passam todas as bagagens nos raios-X e não pode levar nada vegetal ou animal. O Chile é o país mais caro, comparado com Bolívia e Peru. Fomos procurar hostel. Um hostel, La Ruca, que nos fóruns e nativos nos falavam que era barato, porém quando chegamos lá estava bem mais caro, acho que a cidade devia estar cheia por causa de uma festa religiosa do padroeiro da cidade que acontecia nesse dia. Encontramos um hostel com o preço muito bom, o Hostal Atacama. Foi 7000 pesos chilenos (Ch) por pessoa em um quarto para três, sem café da manhã, mas com cozinha e com banheiro que compartilhávamos apenas com mais um quarto, que estava vazio. Esse hostal fica na rua que tem um monte de hostal, acho que chama Ignácio Carrera Pinto, fica um pouco depois do La Ruta. É um pouco informal, o próprio dono é que toma conta e às vezes ele sai e não fica ninguém na “recepção”, mas quem já está hospedado fica com a chave do portão. Acho que valeu muito a pena! Almoçamos no campo de futebol Ch2300 que é o lugar mais barato para comer e tem comida mesmo fora do horário de almoço. Para jantar andamos em ruas próximas ao centro, perto da TurBus achamos um restaurante barato Ch4100 e que tinha a comida muito boa!!! Essa noite queríamos ter feito o tour astronômico. A principal empresa que faz esse passeio é a Space (fica na Caracoles, rua principal), que é de um europeu, ela tem 10 telescópios e dura 2h30. Várias outras agências oferecem esse tour, mas não vale a pena, apesar de serem um pouco mais barato, normalmente elas só tem um telescópio. Gastos: Ch7000 - Hostel Ch400 - Internet Ch2300 - Almoço Ch600 - Empanado Ch4100 - Jantar Total: Ch14400 Fontes Termais 9º dia - San Pedro de Atacama - 30/jun (sáb): Compramos pão e presunto na mercearia perto do hostel Ch700. Os passeios em San Pedro são bem parecidos com os no Salar do Uyuni, porém bem mais caros. Os mais diferentes são o tour astronômico, sandboard (ski na areia), o Vale da Lua e o Pukara de Quitor. Então decidimos ir ao Pukara de Quitor, que é uma fortaleza da civilização atacamenha, fica a 3 km da cidade, dá pra ir a pé. Alugamos bicicletas por meio dia (6h) Ch3000 e demos uma volta e depois fomos até lá. Foi uma péssima ideia ter andado antes de ir pra lá, pois quando fomos para lá, já estávamos cansados e como tem muita areia no caminho, tem que fazer muita força para pedalar, então pedalávamos pouco e descansávamos. Acabou que mais empurramos a bicicleta do que pedalamos. Chegamos cedo lá, 13h o que foi muito bom, pois para subir a fortaleza são uns 30min, porém o mais legal é o mirante que tem lá que é 1h para subir mais uma para descer, além do tempo que você vai querer ficar lá porque é muito lindo!!! De lá dá para ver o Vale da Lua e o Vale da Morte e muito mais barato, pois só paga Ch2500 para entrar. Do meio para o final da tarde a temperatura começa a mudar, de muito calor passa a começar a fazer frio e a noite faz bastante frio! Voltamos e devolvemos a bicicleta atrasada, mas ele não cobrou uma diária inteira. Almoçamos no campo de futebol e fizemos hora até pegar as mochilas, para ir viajar para Arica as 20:26hrs, Ch14100. Compramos a passagem um dia antes. Algumas pessoas que tentaram comprar no dia não conseguiram, pois já estava cheio. Compramos pela TurBus porque falaram que era a única que não parava em Calama, mas quando fomos comprar falaram que iria parar e esperamos por mais de uma hora lá, mas nem foi tão ruim, porque mesmo assim chegamos cedo. Dica: comprando a passagem da TurBus pela internet é mais barato, mas eles só vendem com 2 dias de antecedência. Gastos: Ch700 - Café da manhã Ch3000 - Aluguel da bicicleta Ch2500 - Pukara de Quitor Ch1500 - Água Ch1800 - Almoço Ch1600 - Empanado + suco Ch14100 - Ônibus para Arica Total: Ch 25200 Mirante do Pukara de Quitor com o Vale da Lua ao fundo 10º dia - Arica – Tacna – Arequipa - 1º/jul (dom) Chegamos cedo a Arica. Poderíamos ver o oceano pacífico lá, mas achamos melhor ir direto para Tacna. Ao lado da rodoviária, há outra rodoviária, de onde saem os ônibus para Tacna (Peru). Nessa rodoviária tem gente que troca moeda, inclusive bolivianos por pesos chilenos. Sai ônibus a cada meia hora e é Ch2500 (com a taxa da rodoviária), demora umas 3h com a imigração. Chegamos a Tacna umas 10h, almoçamos na rodoviária, 8 soles, pois compramos uma passagem para as 12h30 para Arequipa pela empresa Moqueca. Não era a melhor empresa, mas o ônibus era bom e barato S15. A melhor empresa que tinha lá era a Flores, mas era bem mais cara. Chegamos a Arequipa umas 6h e já tínhamos um hostel que queríamos ir que era um irlandês Wild Rover, que escutamos falar muito bem dele. Ele é legal mesmo, mas é meio caro foi S25 para um quarto compartilhado para quatro. Jantamos em um restaurante turco perto do hostel por S11. Gastos: Ch2500 - Ônibus para Tacna + taxa da rodoviária S8 - Almoço S15 - Ônibus para Arequipa S3 - Táxi para o hostel S25 - Hostel S11 - Jantar S3 - Torta de sobremesa Total: Ch2500 + S65 11º dia - Arequipa - 2/jul (2a) Arequipa é uma cidade bem legal, melhor do que imaginávamos. A praça principal é bem bonita, principalmente, à noite. Andamos pelo centro, entramos na catedral, que tem o horário de abrir esquisito, fecha de tarde e abre a noite. E decidimos ir ao Monastério de Santa Catarina, um antigo convento de freiras que dizem que é a principal atração turística da cidade, é meio caro S35, mas vale a pena. É uma vilazinha, tem até rua lá dentro. Almoçamos em um lugar perto do hostel que era bom e barato, S12,50 o menu. À noite pegamos o ônibus para Cuzco. A melhor empresa é a Cruz del Sur, mas só tinha lugar no 1º andar que era mais caro, então fomos pela Oltursa, que dizem que é melhor do que a Flores. Essa empresa é muito boa!!! Tem uma sala de espera antes de o ônibus partir que tem banheiro e bebidas. O ônibus é bem confortável, com travesseiro, coberta, wi-fi e ainda serve jantar, pagamos S70 pelo semi-cama (2º andar). Gastos: S35 - Monastério S12,50 - Almoço S1,50 - Água S8 - Jantar (sanduiche ou salada de frutas) S3 - Táxi para a rodoviária S70 - Ônibus para Cuzco Total: S130 Monastério de Santa Catarina 12º dia - Cuzco - 3/jul (3a): Chegamos a Cuzco de madrugada, ainda estava escuro. Estávamos pensando em ficar no mesmo hostel de Arequipa, que era um pouco mais caro em Cuzco, mas na rodoviária nos ofereceram um hostel, relativamente perto da Praça das Armas (uns cinco quarteirões), quarto privativo para três com banheiro e café por S25. É bem bonitinho e confortável o hostel, apesar de não ter papel higiênico e em alguns quartos não ter tampa no vaso. Mas, só é possível chegar nesse hostel se você conhece ou tem o endereço, pois na rua não tem placa nem nada escrito. Ele chama “Hostal Tupana Wasi” e fica na Calle Chihuampata, nº564, bairro San Blas (o bairro dos artistas). O hostel fica numa subida, para ir à Praça das Armas, por cima é o caminho mais bonito, que passa pelos ateliês dos artistas, mas por baixo é mais perto. No táxi da rodoviária até o hostel pagamos S8, pagamos caro, o normal é uns 5 ou 6. Tomamos o café no hostel mesmo e como só iríamos pagar uma diária, esse 1º dia não estava incluído o café, então tivemos que pagar S10 pelo café americano. Em Cuzco tem muitas, mas muitas agências de turismo. Pegamos algumas indicações, mas quando fomos ao centro de informação turística, eles falaram para não comprar os pacotes nas agências de turismo que funcionam no mesmo espaço de outras atividades, como casa de câmbio, venda de artesanato, venda de comida, etc, que são 90% delas. E ela nos deu o nome de algumas agências de turismo oficiais: -Rua Pavitos: Buses e Ollantaytambo; -Rua Arequipa: Orient Tours e Ruinas Travel; -Rua Garcilazo: Sas, Amerikana, Orellana e Amadcus. Já tínhamos olhado em duas agências que tínhamos indicação C&C Peru Travel e Chaski Tours (ambas ficam na Praça das Armas). Então fomos à Rua Garcilazo e olhamos na Sas (que era tudo em dólar e muito caro, além de não ter atendido a gente direito) e fomos à Amadcus (eles falam amadeus, huahuauh). Eles nos passaram bem mais confiança do que as duas da Praça das Armas e os preços eram praticamente os mesmos, só um pouquinho mais caro. Fechamos todos os passeios lá: City tour por S15, Vale Sagrado S25, Moray S22 e hostel em Águas Calientes Las Rocas S100 (preço pelo quarto triplo, com banheiro e café). (Esse último, hostel AC, foi o único que a gente tomou ferro, porque se tivesse fechado lá mesmo, era tipo a metade do preço, S60). Todos os passeios estavam incluídos guia. Almoçamos em um restaurante na Rua Marques (continuação da rua que passa na frente da Praça das Armas) por S10 o menu é muito bom! Nesse dia fizemos o City tour, começa as 13h30 e termina as 18h30. Começa na catedral, que é S25 para entrar, não entramos lá, começamos depois da catedral, já que de manhã tem missa e é de graça para entrar (mas acabou que não conseguimos chegar cedo para entrar). Depois passamos por algumas ruas da cidade, vendo as construções de pedra, até chegar a Qorikancha, (templo do sol), que hoje é o Convento de San Domingo, para entrar é S5 (estudante) e S10 (inteiro), não está incluído no Boleto Turístico. Depois fomos a Sacsayhuaman, que é um campo aberto fora da cidade, mas que fazia parte da cidade inca. A partir daí, está incluído no boleto turístico, S130 (muito caro!!!). Depois fomos a outras duas ruínas, que nem são tão legais. Jantamos no mesmo lugar que almoçamos S15 (a noite não tem menu) e ainda não estava muito bom. Eu mandei lavar roupa no hostel, era S5 cada kilo, minha roupa chegou faltando uma cueca e eles ainda estavam me cobrando S10, por menos de um kilo que havia enviado. Ou seja, mande lavar direto na lavanderia, é mais rápido e barato. Gastos: S3 - Táxi da rodoviária para o hostel S10 - Café da manhã S25 - Hostel U$50 - Passeios + hospedagem em Águas Calientes (duas noites) S10 - Almoço S10 - Qorikancha S130 - Boleto turístico S15 - Jantar S5 - Água + biscoitos S10 - Lavar roupas Total: U$50 + S218 Sacsayhuaman 13º dia - Cuzco - 4/jul (4a): Acordamos cedo para ir ao Vale Sagrado, pois o ônibus saía umas 8h30, 9h. Fomos a Pisaq e só tivemos 40min para andar lá. Depois nos levaram a um lugar que vende prata e ficamos mais de 1h lá. Fiquei muito bravo por ter gastado mais tempo na loja do que nas ruínas =0. Almoçamos no caminho, já havíamos pagado S20, num almoço buffet, estava muito bom! Depois fomos a Ollantaytambo. Como pegaríamos o trem para Machu Picchu de lá, tiramos nossas malas do ônibus e pagamos um guarda volume numa pizzaria em frente às ruínas, huahuahuhua, S3 por mochila grande. Como não tínhamos pressa ficamos lá até fazer frio e escurecer. Comemos na pizzaria, que fica, literalmente, ao lado da estação de trem, S11. Já havíamos comprado as passagens de trem pela internet (ida U$40 e volta U$42), porém estava acontecendo uma greve dos professores que fecharam a estrada de ferro e nosso trem que sairia às 21h saiu depois de meia-noite. Chegamos a Águas Calientes mais de 2h da manhã. Gastos: S3 - Guarda volume S3 - Moto-táxi S11 - Jantar S20 - Compra de lembrancinhas Total: S37 14º dia - Águas Calientes - 5/jul (5a): Dormimos um pouco mais, acordamos umas 8h, tomamos café e fomos pegar o ônibus para Machu Picchu. É um roubo, pois cada ônibus custa U$9 (ou U$17 ida e volta). Pode ir a pé, mas é muita subida. Lá fomos direto para o Huaynapicchu, pois nosso horário de subir era entre 10 e 11h. Esperamos até às 10h e subimos. A subida é puxada, bem cansativa! Subimos o maior monte, o menor não deve ter muita graça. Demora pelo menos 1h, mas a vista vale muito a pena, é bem legal ver Machu Picchu de cima. Lá também tem umas ruínas, umas torres de observação. Mas, pior do que a subida é a decida. A primeira parte da descida é muito perigosa, faz parte das ruínas, são escadas muito íngremes e degraus estreitos, se desce muito devagar. Até descermos de volta a Macchu Pichu já era 13h, fomos ao banheiro, comemos algumas coisas e procuramos um guia. De manhã há vários grupos saindo, de 6, 10, 15 pessoas; mas a tarde fica muito mais vazio, não havia grupos saindo. Então tivemos que pagar um tour privado, negociamos e pagamos S50 (como éramos três, nem ficou muito caro). Valeu a pena pagar o guia para entender o que é cada coisa, mas no meio do passeio começou a chover. Falavam que nessa época do ano não chove de jeito nenhum, mas choveu! Terminamos antes com o guia. Voltamos, quando chegamos à cidade a chuva apertou bastante. Em Águas Calientes tem vários restaurantes, o preço é quase tabelado, S15 o menu dos mais baratos (lá tem menu de noite). Dormimos a segunda noite em Águas Calientes. Dica: há um carimbo comemorativo dos 100 anos de Machu Picchu para colocar no passaporte. Infelizmente só descobrimos no dia seguinte, ele fica numa salinha à esquerda depois de passar pela roleta de Machu Picchu. Gastos: U$18 - Ônibus para Machu Picchu (ida e volta) S17 - Guia S15 - Jantar S2 - Água Total: U$18 + S34 15º dia - Cuzco - 6/jul (6a): Acordamos, tomamos café e fomos para a estação de trem, que saiu na hora 8h50. Chegamos a Ollantaytambo e de lá pegamos uma minivan para Cuzco, S10, demorou 2h. Voltamos para o mesmo hostel, almoçamos S11 e fechamos o passeio do dia seguinte para Moray, pela mesma agência e fomos à rodoviária comprar a passagem de ônibus para Puno. Comprando na rodoviária sai muito mais barato, do que comprando em agência de turismo. Para Puno várias empresas fazem o trajeto, escolhemos uma das que a mulher da informação turística indicou, mas nos demos mal. Compramos da San Luis, S25 saindo às 22h. Quando compramos, falaram que não parava, ia direto, mas saiu parando em vários lugares, viajou até gente em pé, uma contradição ao ônibus de dois andares bem conservado. Nesse dia fomos a alguns museus que estavam no Boleto Turístico, fomos no show de dança típica (que também está no boleto) e é bem legal! Fomos ainda ao mercado de artesanato, perto do Monumento Pachacuteq (que também visitamos). Lá nesse mercado é muito mais barato comprar do que no centro. É mais ou menos o mesmo preço de La Paz. Gastos: S10 - Van para Cuzco S25 - Hostel S11 - Almoço S22 - Passeio para Moray S3 - Táxi S25 - Ônibus para Puno S5 - Água + biscoito S10 - Jantar Total: S111 16º dia - Cuzco - 7/jul (sáb): O ônibus saiu umas 9h para ir a Moray. Lá é bem legal, bem bonito mesmo! Depois fomos à Salina, que tivemos que pagar a parte, S7. Voltamos às 14h30, almoçamos, andamos pela cidade e a noite pegamos o ônibus às 22h para Puno. Dica: coma (há degustação) e compre a banana, milho, etc fritos que vendem nas Salinas, estará quentinho e eles têm uns temperinhos muito gostosos que eles fazem com o sal deles. Gastos: S7 - Salina S2 - Banana frita S10 - Almoço S1 - Picolé S30 - Compra de lembrancinhas S10 - Jantar S1 - Táxi para a rodoviária Total: S61 Moray 17º dia - Puno - Copacabana - 8/jul (dom): Chegamos a Puno muito cedo, antes das 5h. O banheiro da rodoviária estava muito sujo! Tomamos um bom café na própria rodoviária, S6. Fechamos o passeio na própria rodoviária, de meio dia para as Ilhas Flutuantes, S20. Sai umas 7h ou 8h e volta umas 12h, justamente para pegar o ônibus de 13h ou 15h (esqueci o horário) para Copacabana. Só há dois horários de ônibus para Copacabana, de manhã as 7h que tem várias empresas que oferecem e de tarde que só a Titicaca vende, S20. O passeio de barco é pequeno, mas é bem legal! Vale a pena! Depois do passeio, almoçamos S13 no centro e voltamos para a rodoviária para pegar o ônibus, que demora umas 4, 5h. Entramos à tarde na Bolívia. Tínhamos escutado que essa fronteira é bem ruim de entrar, que muita gente era roubada pela polícia da Bolívia e estávamos com medo, mas não aconteceu nada, nem com a gente, nem com os tiozões americanos (os mais ricos do ônibus) uhahuahua. Em Copacabana ficamos no próprio hotel da empresa de ônibus, chamado Hotel Mirador, foi B40 por pessoa, independente de quarto de casal ou individual, com banheiro privativo e café, mas sem papel higiênico (é claro, uhauhahu). Jantamos num lugar bem legal a um menu por B26. Gastos: S6 - Café da manhã S20 - Passeio para as Ilhas Flutuantes S1 - Água S13 - Almoço S20 - Ônibus para Copacabana B40 - Hotel B26 - Jantar B4 - Água + papel higiênico Total: S60 + B70 18º dia - Copacabana - Ilha do Sol - 9/jul (2a): Tínhamos a opção de fazer o passeio de um dia inteiro pelo Lago Titicaca ou ir para a Ilha do Sol e dormir lá. Sempre pensamos na 2ª opção, mas acho que não valeu a pena. A vista da parte de cima da Ilha do Sol é muito legal! E isso só vai quem passa o dia lá. Mas, na Ilha mesmo não tem muitas coisas para fazer e quando fomos ao Templo do Sol, estávamos sem guia e não podemos entender bem o que era aquilo. O barco de Copacabana para a Ilha do Sol foi B20. Escolhemos o hostel lá, um bem legal por B30 no quarto triplo com banheiro compartilhado e sem café da manhã. Custamos a achar um lugar para comer, estava muito vazio, parecia que só estava a gente lá e só encontramos três lugares abertos, pagamos B24 no almoço. Depois descobrimos que os restaurantes abriam mais tarde, tipo 13h. Andamos pela Ilha, jantamos no nosso próprio hostel (B30), pois era o lugar mais cheio a noite. Dica: a subida do porto da ilha do sol para o lugar onde tem os hostels é uma subida mttt puxada. Talvez, vale a pena deixar a mochila em Copacabana e levar só o essencial. Feche o hostel lá na própria ilha, pois há várias opções; para fechar antecipado só vimos do hostel mais caro q é o mais longe. uahuahua Gastos: S20 - Barco para a Ilha do Sol B30 - Hostel B24 - Almoço B2 - Xampu B30 - Jantar Total: B106 19º dia - Ilha do Sol - La Paz - 10/jul (3a): Tomamos café no próprio hostel (B20). Pegamos o barco (B20) pela manhã para Copacabana. Almoçamos pizza (B35) porque era mais rápido, já que pegamos o ônibus das 13h(?) (B23) para La Paz. Foi 3h de viagem, incluindo o tempo de atravessar de balsa uma parte do lago, uhauhauh. Chegamos a La Paz e fomos a pé até o centro, na Rua Murilo há vários hostels, ficamos no El Solário, B40, quarto triplo sem café (os hostels lá não costumam ter café, mas tem cozinha). Andamos pela cidade e na própria Rua Murilo há agências de viagem e compramos passagem de avião pela BOA de La Paz para Santa Cruz de la Sierra. A viagem de ônibus dura 17h (B170), o q fez a gente desanimar de ir de ônibus. O avião custou U$90 (se fosse baixa temporada seria menos). Compramos comida para o café no mercado em frente à Igreja de São Francisco. À noite fomos a uma boate Mongos Discoteque, fica meio longe, mas estava tocando um bom grupo de salsa e não pagava para entrar. Só que bebida e comida lá dentro eram bem caras! Gastos: B20 - Café da manhã B20 - Barco para Copacabana B35 - Almoço B23 - Ônibus para La Paz B6 - Picolé B30 - Hostel U$90 - Avião para Santa Cruz B13 - Comida para o café da manhã B10 - Táxi de ida e volta da boate B40 - Bar da boate Total: B197 + U$90 Travessia de volta da Ilha do Sol para Copacabana 20º dia - La Paz - 11/jul (4a): Andamos pelas lojas de artesanato na rua da lateral da Igreja de São Francisco com Murilo. Pode subir essa rua, há várias galerias com várias lojas. Deixamos para comprar presentes no final, mas La Paz não pareceu o melhor lugar para comprar. Fomos também à feira Las Brujas, porém fiquei decepcionado com ela. Achei pequena a variedade de roupa e tudo muito caro! Gastos: B23 - Almoço B8 - Sorvete B220 - Compra de lembrancinhas B6 - Água + biscoitos B30 - Hostel B25 - Jantar Total: B312 21º dia - La Paz - 12/jul (5a): Fizemos o passeio do Chacaltaya e Vale da Lua, B60. Saímos umas 8h do hostel e fomos para o Chacaltaya, fica a 5400m. Fazemos uma caminhada de uns 100m de subida, mas como é muito alta é bem difícil, você dá poucos passos e para para poder descansar, tem mt pouco oxigênio nessa altitude. Voltamos umas 16h, andamos um pouco, jantamos e fomos para o aeroporto de táxi B60. Gastos: B60 - Passeio B120 - Compra de lembrancinhas B30 - Jantar B20 - Táxi para o aeroporto Total: B230 Chacaltaya Dica 1: sempre negocie os preços. Na Bolívia e no Peru é muito comum negociar os preços no táxi, nas lojas, nas agências de turismo e até em restaurantes. Dica 2: não precisa reservar hostel antes. Fomos na alta temporada e sempre achamos hostel e pagando mais barato, porque quando chega à cidade é possível ver mais opção, principalmente na Bolívia, porque não são muitos hostels que estão no Hostelworld; normalmente, os mais baratos não estão. Dica 3: na Bolívia e no Peru a taxa rodoviária não está incluída no bilhete, então antes de embarcar sempre é necessário pagar a taxa, algumas vezes eles colam ela na passagem.
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