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Enilson Silvestre

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Tudo que Enilson Silvestre postou

  1. todas estão praticamente no mesmo nível de qualidade, eu ficaria com a Asolo Drifter GV .
  2. Tive essa mesma necessidade e fiz uma adaptação para prender a base da câmera no bastão, fiz tipo um clip que conecto no segundo estagio e atarraxo a câmera nele. Acho que também dar para fazer com suporte de câmera para guidom de bicicleta. abraço
  3. Poxa! mais coragem do que cara... conseguir carona não é tão difícil, já conseguir dinheiro é bom vcs reavaliarem essa necessidade. Deem uma olhada neste site: http://wwoofinternational.org/ se vocês se planejarem e forem aceitas terão comida e estadia em troca de algumas horas de trabalho. Vai ser uma bela aventura, escrevam um bom relato e mandem noticias. Boa Sorte
  4. Eu compraria a Mountaineer, essa mochila tem um costado ajustável e bem acolchoada, se estiver em boas condições... Na minha opinião a Curtlo é a melhor marca nacional de mochila.
  5. Ótima sugestão, com uma reforma ela ainda daria para pequenas caminhadas e para andar de moto.
  6. Desculpa, me confundi, a minha bota não era a Titã e sim a X-Pro III, e era de cordura sim como esta deste site: http://aguaelazer.com/site/calcados/bota-adventure-x-pro-iii-vento/ Outra bota consagrada da Nomade/Vento é a Finisterre de couro, hoje eles estão fabricando a mesma com um produto chamado Nanox que deixa ela mais leve.
  7. Nossa! 18 anos? isso deveria ir para o livro dos recordes. Minha bota anterior foi uma Venton Titã (acho que saiu de linha), não tenho reclamações... gostava do modelo dela, o cano um pouco alto protegia bem o tornozelo e dava estabilidade numa possível torção no pé. O unica problema que tive foi que passei mais de um ano com ela guardada e quando fui usa-la para esta ultima caminhada notei que a borracha da biqueira estava um pouco enrugada e algo ficou fazendo pressão bem sobre meu dedão. Sds, Enilson Silvestre
  8. É isso que estou tentando dizer: paguei mais por algo que não faz diferença. Talvez a membrana fizesse diferença numa caminhada leve ou um passeio urbano, mas quem compraria uma bota desta para passear no parque? minha sugestão para quem quem estar querendo comprar uma Salomon impermeável e respirável optem por uma com climashield que é mais em conta.
  9. Houve dias que usei uma liner coolmax por baixo da grossa que tinha algodão na composição e em outros usei uma Lorpen tri-layer e o resultado foi o mesmo. Enilson
  10. Ops, desculpem-me, esqueci de marcar esse tópico e não acompanhei as mensagens. Tarcisioneves, espero que você tenha feito, se não e ainda quiser detalhes estou a disposição. Koslinsky, eu estava com um relato quase pronto, estava indo muito bem mas o hd do meu notebook pifou ai perdi relato, fotos e muitas coisas mais... mas ainda penso em fazer, tenho tudo na memória, os lugares incríveis que passamos e acampamos, as pessoas de diversos lugares do mundo que encontramos - fizemos a trilha no sentido inverso. Abraços Enilson Silvestre
  11. Acabei de fazer o Caminho da Fé - 320km - com mochila de 9Kg, usando uma Salomon Discovery GTX. Detalhe: como a minha bota antiga deu problema, tive que comprar a Salomon as pressas e partir direto para a trilha sem ao menos amacia-la, por sorte só tive uma leve pressão nos quintos dedo nos kms iniciais. Gostei da leveza e conforto dessa bota pois cheguei a caminhar 44km num dia em solos e relevos variados sem arrebentar os pés.... mas fiquei com o sentimento de que gastei muito dinheiro sem necessidade; não senti muita eficiencia na respirabilidade da membrana Gorotex, por vezes minhas meias ficaram molhadas de suor.
  12. Olá mhb100, Fui ao vale do Pati em Julho do ano passado com esposa, filha e cunhada. Ha outra opção de entrar no vale sem caminhar tanto: por Guiné. Respondendo: 1. Sim as aguas são de montanhas, puras... porem alguns córregos o sabor e a cor são carregados a material orgânico em decomposição. 2. Não fui até esse ponto do vale mas acho que essa informação não procede porque a trilha do vale até Andarai é bastante utilizada pelos moradores, inclusive com cavalos, para se abastecerem na cidade. 3.1. Um passeio tranquilo é a cachoeira dos funis, fui lá com minha filha de 15 anos. Perigosos com ou sem guia são: morro do castelo, cachoeirão... 3.2. Os nativos são em geral pessoas idosas e ocupados com seus refúgios, mas vi lugares que tinha cavalos para passeio e até para sair do vale, então... 3.3. Estive na chapada em duas épocas; fevereiro e julho e em ambos vi passar muitos grupos e os guias foram atenciosos com minhas perguntas, não sei se em março também é assim mas se for existe uma grande possibilidade de você negociar para acompanhar eles em um passeio dentro do vale. Boa Sorte, qualquer duvida pode perguntar sds, Enilson
  13. Olá Dhiego, Nesta data que você escreveu eu já estava viajando, sem meios e tempo de acessar net. Bem, eu fiz a travessia desde a Argentina/rio Villegas até o Pueblo de Cochamó. Foram 110 km em 6 dias de caminhada e campings... mas valeu apena cada passo. Na argentina acampamos no camping la Passarela e no Chile no lago Vidal Gormaz, Laguna Grande, La Junta e pernoitamos em Cochamó.
  14. Olá luizhsg - Nesta época as águas na chapada estão bem reduzidas, logo você não vai desfrutar das belezas das cachoeiras e rios e o clima também vai estar mais quente e ensolarado. - Você encontra mapas com facilidade tanto no Capão como em Andarai ou pode encomendar pelo correio neste link do meu post acima. - Partir de Andaraí tem a vantagem de ser mais próximo ao primeiro pouso no vale - casa do Joia. A desvantagem é quando você chegar na vila do Bomba, se não conseguir uma carona, ainda terá que andar mais 6 Km até o Capão - partindo do Capão pode ir o Bomba de moto-taxi mas terá que andar mais se quiser chegar no mesmo dia no Pati (primeiro pouso - Ruinha ou Igrejinha).
  15. encontrei um blog de um Argentino que fez a trilha e se propôs a dar informações: http://elblogdechoch.blogspot.com.br/2014/08/doble-cruce-de-los-andes-paso-vuriloche.html?showComment=1412383976184#c6273890738707902820 também encontrei boas informações neste site: http://cochamo.com/
  16. Olá pessoal, Estou planejando, para fev/2015, cruzar da Argentina ao Chile pelos andes na trilha do Rio Manso/Bariloche a Cochamó/Puerto Varas e gostaria de trocar informações com alguém que já tenha feito essa trilha ou pelo menos caminhado no Chile e Argentina. Já consegui bastante informação na net mas gostaria de ir bem seguro do que vou encontrar. desde já agradeço a atenção de todos, Enilson Silvestre
  17. Fiz a trilha... fui do Bomba a Igrejinha (ruinha) pelo gerais do rio preto e retornei pelo gerais dos vieiras. O relato foi muito útil por isso quero deixar minha contribuição: 1-Sobre ir com ou sem guia é muito relativo (esse termo é usado quando não se tem resposta definida, kkk). Se você quer apenas conhecer e curtir a paisagem ir com guia tem a vantagem de não precisar levar muita coisa - e isso faz muita diferença - pois: lanches, refeições e pouso nas casas dos nativos já estar tudo incluídos no pacote, eu diria que o custo beneficio é muito bom. Mas se você é como eu que prefere sentir a emoção de descobrir o desconhecido, acampar e fazer a sua própria comida, para onde quiser e até mudar de roteiro é melhor ir por contas e riscos próprios sem guia. As trilhas são bem definidas e movimentadas, as vezes se dividem mas logo se unem, é só usar o bom senso e seguir a trilha mais pisoteada... na dúvida, adquira um mapa, eu comprei um neste site: http://www.trilhasecaminhos.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=51&Itemid=56 no vale do capão também encontra-se mapas a venda, ou pode usar o App Maverick no seu Smartphone com GPS e usar o tracklog que fiz: http://pt.wikiloc.com/wikiloc/spatialArtifacts.do?event=setCurrentSpatialArtifact&id=7370324 mas lembres-se de levar bateria extra. 2-Se for seguir a trilha sem mapa nem gps e for subir pela ladeira do quebra bunda fique atento no riacho do rancho que a trilha a seguir é pela direita bem na margem do riacho, antes de cruzar... eu soube que é comum perder a saída para a trilha do quebra bunda na margem do riacho - aconteceu comigo mas ao andar uns 300 metros vi que não tinha saida para direita então voltei até o riacho e encontrei-a. 3-Se for descer dos gerais do rio preto para o pati pela rampa tenha em mente que é uma descida muito íngreme, tem pontos que é quase vertical. 4-Tudo no pati é cobrado: Para acampar = R$ 15,00 pessoa/dia. Para usar a cozinha (fogão e utensílios) = R$ 8,00 pessoa/dia... alojamento com cama, colchão ou isolante termico no chão é tudo tabelado - tai a vantagem do pacote com guia. De qualquer forma vale muito a pena ir lá.
  18. Olá a todos, Ótimo relato. Estava lendo e seguindo o mapa "Trilhas e Caminhos" e a sua descrição bate com as trilhas e bifurcações do mesmo. Estive em Lençois durante o carnaval deste ano e fiz a trilha Lençois x Vale do Capão, eu e meu filho, fizemos sem guia, ou melhor, nos guiamos por tracklog com gps. Estamos planejando fazer a do Vale do Pati no final de julho e, se for possível compartilhar mais um pouco da sua experiencia, gostaria de saber o seguinte: - onde é melhor começar a caminhada, em Andaraí e cruzar até Capão ou o caminho inverso? - as refeiçoes nas casas dos nativos são uniformes em qualidade e preço? - faz frio a noite? (mês de julho!) - em algum lugar (no alto das serras, claro) capta sinal de celular? Obrigado
  19. Este fim de semana fiz uma caminhada de 38 km com uma Bull Terrier Fox Hunter que já uso a um bom tempo e numca tive problemas, esta foi a maior caminhada que fiz com ela e para minha surpresa não tive nenhuma bolha nos pés... acho que qualquer modelo desta marca é uma boa aquisição.
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