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Carol Cunha

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Tudo que Carol Cunha postou

  1. BERLIM Fui para Berlim em um trem cujo bilhete eu comprei apenas 3 dias antes, direto na estação de Praga. Paguei €60 e durou mais ou menos 4h30min. Para se programar legal, comprar bem mais barato e com maior planejamento vá direto ao site da OBB (http://www.oebb.at/en/Tickets/). O trem é ótimo, pontual, limpo, moderno e a estrada é espetacular! E tudo aquilo que sempre esperamos dos alemães. HOSTEL: Fiquei no Seven East Hostel (http://www.eastseven.de/) e gostei. Ele é um pouquinho distante da parte central da cidade, mas nada impossível com um pouco de disposição para caminhadinhas. Além disso, Berlim tem praticamente uma estação de metrô a cada quarteirão! O hostel é SUPER limpo, organizado, bonitinho, baratinho (paguei €18/diária num quarto BEM grande com 8 pessoas), mas tava bastante cansada àquela altura do mochilão e interagi bem pouco com o pessoal do hostel e não fiz night nenhuma com a galera lá (que era bem legal por sinal). Já fazia um tempo que não ficava sozinha e tava me batendo um cansaço, principalmente de night. Como assim, né? Mas é verdade; além das viagens longas e das muitas nights seguidas em Cracóvia e Praga, descansar pouco das longas caminhas pelas cidades também "mina" a disposição. Fica trocando umas ideias com eles no quarto, tomando alguma cerveja ABSURDAMENTE boa e quando eles saíam pra noite, eu capotava na cama. Dormia tão profundamente que nem os via voltar pro quarto de madruga. SOBRE A CIDADE: Berlim é realmente maravilhosa, cara! É uma mistura de passado e moderno o tempo todo. O estilo, moda, arte e design são todos muito modernos, vanguarda... E a cidade é a história viva que dispensa qualquer maior informação! Fiquei 5 dias lá e ficaria muitos mais! No entanto, acho que fazer menos que isso um sacrilégio!!! Fui a alguns museus (recomendo BASTANTE o DDR Museum – por 6E, o Pergamonmuseum - por 14E - e o Topographie des Terrors). Vale a pena investir um tempinho lá, eu juro! Não fui e gostaria MUITO de ter ido no Jüdisches Museum Berlin. Não entrei no Reichstag (Parlamento), pois como não sabia exatamente quando chegaria em Berlim acabei não reservando o ingresso antes. Quando tentei - quase 10 dias antes - já tava tudo lotado e só tinha pra muito tempo depois. Como eu sei que MUITA gente acha esse passeio indispensável, façam suas reservas aqui (http://www.bundestag.de/htdocs_e/visits/kuppel/kupp/245686) com bastante antecedência e evitem dar de cara na porta. A cidade é bastante grande, MUITO movimentada, muitos turistas, MUITA coisa para ver e quando eu fui ela parecia um canteiro de obras... Caminhões, tratores, tapumes, britadeiras... Além daquele basicão da cidade: Sony Center na Potsdamer Platz, Portão de Brandenburgo, Monumento às Vítimas do Holocausto, TV Tower (Torre de TV Berliner Fernsehturm), Checkpoint Charlie, Gendarmenmarket, Unter den Linden – a rua principal deles, Museuminseln (Ilha dos Museus), Pariser Platz, Aleksanderplatz, Marienkirche, Neptunbrunnen, Berliner Rathaus (prefeitura), o que eu indico com mais empolgação é o free walking tour que sai do próprio hostel e também passa por alguns outros lugares. Galera, sem dúvida esse foi o free walking tour MAIS PICA DAS GALÁXIAS que eu peguei durante toda a viagem! Cerca de 5h passando por grande parte do grande centro histórico de Berlim. Uma das recomendações mais fortes que dou de toda a viagem! A segunda dica é entrar na Berlinder Dom e ir até o topo! Vai na fé que é BEM legal ver a cidade a partir dali! A terceira: caminhem até o East Side Gallery que é um trecho com algumas partes que ainda se mantém do Muro com várias artes pintadas/coladas lá. É uma galeria a céu aberto, logo, "dis grátis" e ainda dá pra curtir a belíssima ponte Oberbaum-brücke. De lá - com força na peruca e nas pernas - volte caminhando para a Aleksanderplatz pela Karl-Marx-Allee. Nessa área - que pertencia à galera oriental - tem inspiração nos ideiais socialistas e as construções são bem grandes, padronizadas e abrigam MUITA gente. Aquela concepção "aperta que cabe mais um" descreve bem a ideia, mas não é feio, não. Apenas mais simples, sem muitos adornos e frescuras. Vale a pena pela questão histórica e por ser um "lado B" de Berlim. Uma quarta e última indicação: reservem um tempo para ir ao Tiergarten. Nossa, é o máximo, belíssimo, com várias "surpresinhas" por dentro... Vai com fé, despreocupado com a vida, hora, compromissos, cansaço... Entre nele e se jogue, vai indo, vai indo, vai indo; vai valer! ALIMENTAÇÃO: No entorno do hostel tem VÁRIAS opções bem legais; de kebab do turco da esquina, Subway e McDonalds até restaurantes super chiques! Assim, como ali no entorno tem muitas opções, não indico nenhuma especificamente; basta caminhar para achar. A outra dica que eu dou sem pestanejar é o HEat (http://www.radissonblu.com/hotel-berlin/restaurants-and-bars). Ele é o restaurante do Radisson Blu Hotel e é MA-RA! Fica na beira do Rio Spree e em frente à ilha dos museus, bem em cima do DDR Museum... recomendo por tudo: comida, bebida, localização e vista! Falando de alimentação, eu indico o seguinte: bebam cervejas de lá! Bebam bastante, mas com responsabilidade, né? Não sei se já mencionei no começo, mas eu tinha uma meta na viagem: em cada cidade que eu passava eu TINHA que tomar 3 cervejas diferentes, de preferência locais. Em alguns lugares não havia variedade suficiente para isso, então eu ia no mercado e comprava qualquer uma que eu ainda não tivesse bebido antes. Na Alemanha – assim como na Rep. Tcheca e Bélgica, especialmente – foram os lugares onde eu mais comprei “rótulos” diferentes. Eu chegava, largava tudo e já ia a algum supermercado local. De cara já estocava algumas cervejas e no fim bebi mais de 150 cervejas diferentes! Lá - além da qualidade absurda das cervejas - o preço também é EXCELENTE e você pode ficar muito feliz sendo pobre! Corre num mercado e dá uma olhada nas cervejas, pois você beberá muito bem e economizará também! Saudades daqueles mercados! OBSERVAÇÃO1: Recomendo fazer o mesmo que eu sugeri aqui em cima – quando estiver em Portugal, Espanha, Itália e França – com o vinho. A quantidade de vinho bom a 3E/4E é assustador... Com 10E você compra um TOP, é sério! *Não fui à Potsdam e nem fiz nenhum bate-e-volta a partir de Berlim. Como eu havia mencionado, eu estava bastante cansada mesmo e eu queria MUITO conhecer bem Berlim. Sinceramente, acho que ficar menos que 5 dias só na cidade é o mínimo. Ela é enooooorme, tem muita coisa foda e merece ser percorrida a pé, apesar do transporte público ser excelente. Fico devendo informações sobre esses passeios que eu sei que são super tradicionais. Pra ajudar a galera aí, os sites mais legais - na minha opinião - sobre Berlim para montar um roteiro bem legal são http://www.meusroteirosdeviagem.com/2010/11/roteiro-de-5-dias-em-berlim.html e http://www.agendaberlim.com/. Próximo já em Amsterdã!
  2. Faaaaaaala galera! Demorei, enrolei, mas voltei e agora pra tentar terminar... Na verdade, parei meu relato praticamente na metade da minha viagem. Vou tentar dar um gás e concluir logo tudo e eventualmente ajudar quem procura por informações! Devo dizer que pra voltar a escrever, tive que ler alguns q escrevi antes para não sair da “forma”, né? Entãããããããão - sem mais delongas – vou direto pra cidade mais cute da face: PRAGA Mas antes de falar dela, contarei sobre o caminho que me levou até lá: um trem noturno! Era o segundo que pegaria durante a viagem. A diferença era de que esse envolvia muitas lendas... Tipo: ciganos furtam suas malas durante a noite se vc não fechar a cabine onde está dormindo. Gente, pera lá! Cigano só me lembra: Sim, ele mesmo, o Gigano Igor, ma-ra-vi-lho-sa-men-te bem interpretado por Ricardo Macchi. Como assim o cigano Igor podia ter saído do horário nobre da Globo pra roubar minhas coisas no trem Cracóvia-Praga??? Será que alguém de fato pensa em ciganos sem que seja só pra fantasia pra festa temática? Pois bem, até então, eu não! Enfim, o fato é que eu comprei a passagem um dia antes do meu embarque, diretamente na estação de Cracóvia e não sei bem quanto paguei, pois os docs da viagem estão na casa dos meus pais (assim que for lá, pego isso e atualizo o post! ). Quem, no entanto, quiser se programar melhor e ser mais “prudente” do que eu, entre no site: http://czech-transport.com/index.php?menu_id=papertickets&lang=en. Só tem esse trem que faça esse trecho, e – àquela época – apenas nesse horário também. Ou seja, ou era isso, ou era isso mesmo! E foi isso... Sobre trem: escolhi uma cabine com 6 camas. As camas pareciam macas... mas à essa altura eu já não me importava com mais nada. Qualquer pedaço de espaço era conforto; os dias em Cracóvia foram agitados e eu TINHA que me preparar pra Praga. Nossa cabine estava com as 6 camas ocupadas, mas duas delas eram destinados a um casal de velhinhos... gente, sério, em q mundo se vende uma “cama”, no alto, para senhores de cerca de 70 anos? Tentem imaginar os velhinhos tendo que escalar as camas para chegar até as deles: Óbvio que daria merda! Mas – graças ao universo – antes que desse, a empresa trocou os idosos de cabine e nossa duas camas ficaram vagas! Bem, voltando aos ciganos ... A história é que os ciganos ficam dando “calote” nesse trem especificamente durante a viagem. Como é de madruga, o trem é tipo o parador e não tem fiscalização ou qualquer controle sobre a entrada de pessoas nele (e vc aí achando q na Europa é tudo padrão FIFA, né? Inocente... ), há algumas pessoas que são nômades e aproveitam este fato para pegar uma caroninha neste trem para cidades vizinhas e muitas se aproveitam de pessoas – e especialmente turistas – desavisados e descuidados para levar alguns bens, malas, bolsas, etc. Mesmo achando que essa história era viagem da cabeça dos neuróticos, optamos por trancar nossa cabine. Dormi a viagem INTEIRA e quando acordei A D V I N H A...: o pessoal da cabine do lado capotou no sono, deixou a cabine aberta e na manhã seguinte chorou a ida de seus pertences sem ao menos terem tido a chance do último adeus! Ou seja, amigos. Pegou este trem? Tranque sua cabine. Ou faça como eu: durma abraçada com sua mochila/bolsa! Passada essa aventura pra lá sapeca, vou falar de Praga mesmo... juro! HOSTEL: Eu escolhi o HostelOne Home (http://www.brazilian.hostelworld.com/hosteldetails.php/Hostel-One-Home/Praga/73362) e eu indico MUITO! Adorei o ambiente: hostel pequeno, cozinha à disposição, café por fora mas regado, localizado bem entre a estação central e o centro histórico, rua movimentada, bastante comércio perto, muito animado, staff foda... eu ADOREI e indico! SOBRE A CIDADE: Como eu já meio que demonstrei, eu AMEI Praga com muitas forças. Fiquei deslumbrada com o ar dela... sei lá, me trazia uma sensação muito gostosa mesmo e parece que fez o mesmo com as pessoas que conversei e q já foram pra lá. Fiquei lá 4 dias inteiros e mais meio dia no final, e foi tranquilo para fazer tudo e até pra panguar (eu uso esse termo com significado de “ficar sem fazer nada” ou famoso dolce far niente) às margens do Rio Vltalva. A cidade é bastante falada por aqui também, portanto, vou me reduzir a indicar – sem ressalvas – o free walking tour da Sandamens New Europe novamente (http://www.newpraguetours.com/). Vai que vai, galera! Não tem erro e é FODA, surra de história na cara! Outro passeio q eles oferecem também é para o complexo do castelo (Pražský hrad). Esse é cobrado, mas é uma pechincha de cerca de 10 dinheuros (lembrem que lá a moeda é a coroa, ok? Aí tem que fazer a conversão do dinheiro em estalecas...). Mesmo parecendo programa “mais turista impossível”, vale muito a pena mesmo, juro! Ponto alto da cidade? Difícil dizer, porque pra mim quase tudo é obrigatório de se ver por lá, mas indico tentar pegar um concerto na Ópera. Eles sempre tem alguma promoção e eu tive o prazer de ouvir a filarmônica tocar Vivaldi... Imaginam minha felicidade, né? A última dica específica que também vejo ser pouco falada é o KGB Museum... Nossa, é muito foda! O lugar é bem pequeno, a procura é pequena (logo, nunca está lotado), tem muita coisa lá do original do serviço secreto soviético, o guia/administrador conhece muito (a mãe dela era espiã da KGB ) e - de quebra – você ainda segura uma semi-automática e um AK-47 original dos caras. No mínimo vale a experiência! Babei, amei a visita, tem muita coisa legal também a ser contada e indico fortemente! Fica aí o link para mais informações: http://kgbmuzeum.com/en/ . Pois é, e eu também não peguei NENHUM transporte público lá... MESMO! Andei como se não houve amanhã e foi a melhor coisa que eu poderia ter feito. Recomendo o mesmo a vocês como uma desculpa para não poder ajudar neste ponto! Aahhaha ALIMENTAÇÃO: Meninas, começo esse tópico me direcionando a vocês. Sempre leio aqui histórias dos meninos encontrando meninas “maravilhosas” por lá, altas aventuras amorosas/sexuais... E vejo poucas histórias das meninas por lá. Venho aqui para acabar com essa tradição! Pois é, ao longo da viagem eu me apaixonei 3 vezes, sério mesmo. Só historinhas de contos de fadas; aquele choro melancólico da despedida; percursos entre uma cidade/país e outro com a cabeça em outro mundo; trocas de mensagens e emails fofos... mas nada que uma nova cidade, novas histórias, novas pessoas, novos desafios não me fizessem esquecer. Em Praga, tive um desses “amores” de verão. Conheci o menino no primeiro dia e ficamos grudados pelo resto loooooongo tempo que tivemos por lá. Isso tudo pra dizer que esse curto conto de fadas me rendeu duas dicas bem legais que eu falo para você agora. O primeiro é o restaurante na cobertura do Hotel U Prince, que fica praticamente em frente ao relógio astronômico, na praça da cidade velha (Staré Město). O hotel tem um preço de diária perto de R$1.000,00 , mas o terraço... Pois é!!! Terrace Sky Restaurant é o nome dela e o acesso se dá por dentro do hotel, mas você não precisa ser hóspede. A vista panorâmica da cidade é de tirar o fôlego, MUITO romântica, calma e dá pra tomar uns “bons drink” lá sem precisar deixar o rim como pagamento. Eu fui no finalzinho de uma tarde e peguei um pô-do-sol esplendoroso que levarei sempre na minha cabeça! Aqui vai o link pra vocês também se programarem para uma passadinha lá (https://www.hoteluprince.com/terrace)! Talvez pra inspirar um pouco mais, dê uma sacada nessa foto do lugar: Confesso que nunca vi ninguém dando esta dica e eu só descobri essa “pérola”, pois o gerente do hostel – um argentino MUITO simpático – nos levou lá! Fica minha contribuição “unique”! O segundo, na verdade, é algo mais geral. Em uma das caminhadas, atravessamos a Ponte Carlos e caminhamos pela “orla” do Rio Vltalva. Lá tem vááááááááários cafés e restaurantes super legais. Escolhemos um lá que o preço era beeem legal e a comida ótima e super bem servida! Não lembro exatamente, mas - acreditem – caminhem por lá que vocês acharão vários lugares bem legais e com uma vista maravilhosa também! Dica culinária típica: goulash! Gostoso demais, eu juro! BALADA: Pra vocês verem que Praga realmente só me deu boas recordações e histórias maravilhosas, nós conhecemos um DJ que estava morando temporariamente no hostel. Ele nos convidou para irmos com ele em duas boates que ele tocaria por lá. Estão entendendo a bagaça? Tava em Praga, indo pra night, 0800 e VIP... HAHAHAAHA! Gente, ganhei a vida! Sério mesmo, quando eu vi já tava lá em cima do palco ! Ah Rá! Mitei! Todo mundo fala da tal boate de 5 andares: não fui. Também não lembro o nomes das que eu fui (devo ter ido em umas 4), mas não faz muita diferença. Os caras sabem fazer uma boa festa: aponta pra fé e vai, queridão! PEQUENA OBSERVAÇÃO PRA VIDA: A Rep. Tcheca carrega consigo a moral de ser o país com o maior consumo per capita de cerveja do MUNDO! Chupa essa, Alemanha! Logo, já deu pra entender o recado embutido na observação, né? Não? Pois bem, então beba cerveja com vontade! Há MUITAS muito boas e baratas! Cervejeiro feliz fico extasiado em Praga! CURIOSIDADE ALEATÓRIA E SAFADINHA: Quem gosta de uma aventura com “a” maiúsculo pode tentar se aventurar fazendo algo pra lá de ousado por lá. Em Praga há uma “casa de massagem para adultos” que funciona da seguinte forma: você pode ser qualquer coisa e querer qualquer aventura sexual (óbvio – desde que você seja maior de idade, não seja crime e haja consentimento de todos os envolvidos), mas lá você não paga. Seu pagamento, na verdade, é a assinatura de uma espécie de um termo no qual você autoriza a filmagem e utilização do seu ato sexual. Ou seja, sem maiores implicações você se torna uma porno star da noite pro dia! Não adianta me perguntar qual o nome do lugar, não lembro. Tentei achar algo aqui na internet, mas não encontrei referências sobre isso. E - pra deixar BEEEEEM claro - eu não fui lá! A informação é privilegiada e você só terá a partir de um local. Portanto, se você gostou da ideia e sonho em ser atriz/ator pornô, vai na fé e pergunta pra algum local de Praga que eles te indicarão! Como já falei antes, se eu fosse botar aqui todas minhas impressões sobre Praga, esse post (que já está enoooorme) ficaria interminável... Logo, minhas dicas de fontes para saber em detalhes tudinho da cidade, pesquisar mais e montar bem bonitinho seu roteiro são os sites/links http://www.visitar-praga.com.pt/, http://www.meusroteirosdeviagem.com/2011/08/roteiro-de-3-dias-em-praga.html e http://www.viajenaviagem.com/category/praga/. Esse post ficou loooooongo e o próximo já é sobre Berlim que também é cheio de coisas! Depois de terminar esse, lembrei o porquê demorei tanto para voltar a escrever: dá um trabaaaalho!
  3. Oi, genteee! Obrigadas pelas msgs tão legais! Ufa, a vida tá uma correria... mas voltarei a escrever o relato de novo - no máááááááximo - nesse fds! Juro que farei meu melhor para escrever tudo bonitinho, ok?? Bjs e obrigada de novo pelas msgs tão legais!
  4. CRACÓVIA De Budapeste eu fui pra Cracóvia de ônibus, pela empresa Volánbusz (http://www.volanbusz.hu/en), q é a operadora da Eurolines (http://www.eurolines.com/en/) na Hungria. Comprei um dia antes da viagem, na rodoviária de Budapeste (bem fácil de chegar: há uma estação de metrô na rodoviária), paguei 4.900Ft (equivale aproximadamente à 16,50E) e durou 7h. O ônibus é beeeeem desconfortável, mas pelo preço q foi até q valeu a pena. Passamos pela imigração na entrada da Polônia, mas foi bem tranquilo. Além disso, a rodoviária – em Cracóvia – é no mesmo lugar da principal estação de trem e fica beeeem próxima do hostel q – por sua vez – é beeem próxima da Old Town. Outro pequeno detalhe é que lá a moeda é o Zloty, e o equivalente a 1E são cerca de 4,14Zt. Como eu fiz em Budapeste, eu só saquei dinheiro direto no caixa lá em Cracóvia msm para evitar perder $$ no câmbio. HOSTEL: Minha opção foi o Greg & Tom Party Hostel (http://www.gregtomhostel.com). Pelo nome dá pra entender qual a proposta deles, né? Pois é, é um hostel pequeno q só tem UMA coisa: festa! Nos 3 dias q eu fiquei lá só tinha eu de mulher no albergue, além das mocinhas do staff (bem maneiras tb!). Mas foi mttt tranquilo e me diverti mt. O café-da-manhã é bem regado e preço incluído na diária. Mas, prest’enção, o albergue - em qlqr hipótese - pode ser cogitado se vc tem a pretensão de relaxar, descansar e dormir bem e sem barulhos; essa não é a proposta! Lá é V1d4L0K4: é vodka no café, no almoço, no lance, na janta, na madrugada… AHAHAHAHA Vodka Way Of Life só pros fortes! SOBRE A CIDADE: Bem, minha ideia inicial era ficar apenas um dia pra ir à Auschwitz e só. Mas gostei taaaaaaaanto q eu fiquei 3 dias e teria ficado mais 2 facilmente! Assim, eu fiquei 3 dias, sendo q em dois deles eu fui pra Auschwitz e outro pra Salt Mine. Por isso, acho q 2 dias só pra Cracóvia já é mt bom se vc tiver disposição. Três acho q seria o ideal pra fazer tudo com calma. Além disso, dá pra fazer Auschwitz e Salt Mine no mesmo dia, mas explico isso mais adiante. Primeiro vou falar sobre a cidade: ela é uma coisa de outro mundo, te transporta pra outro momento da história, tem um ar medieval, sei lá... É patrimônio da humanidade pela UNESCO, né? Não é a toa q eu tenha gostado taaaaaaaanto! Cheguei lá e nos rolés pela cidade , vi a Market Square, St. Mary Church, o Cloth Hall, Town Hall Tower, St. Peter’n Paul Church, St. Andrew Church, St. Martin Church, St. Giles Church, Cathedral, Wawel Royal Castle, Lost Wawel Exhibition, Dominican Church… enfim, caminhem looooucamente pela Old Town q é um deslumbre! E, sim, em meio dia vc percorre a essa parte da cidade, em um dia inteiro vc consegue entrar em algumas coisas. Em dois dias vc entra em várias coisas, em três vc é feliz! As coisas lá são realmente baratas e pra fazer umas comprinhas, basta circular pela Old Town mesmo. Há pra todos os gostos: lojas grandes, lojas pequenas, lojiiiinhas, barraquinhas de rua, ambulantes... E tem MUITA coisa interessante pra comprar a preço bem legal! Além disso, vale muito um passeio no bairro judeu de Kazimierz! WIELICZKA SALT MINE: O próprio hostel vendia os tours (esse e o de Auschwitz q são, na verdade, produzidos pelo Cracrow City Tours (eles tem vários outros tours, fica aqui o link pra dar uma olhada: http://www.cracowcitytours.com/?id_lang=1). O preço foi 100Zt (q equivale a 24,50E), incluindo o ônibus pra ir e voltar (a mina é em Wieliczka q fica a 10kn de Cracóvia), o ticket com guia e dura cerca de 4h30min! Muito barato, né? Eu confesso q nunca tinha ouvido falar sobre esse passeio antes, talvez por não ter procurado direito. Mas achei mttt maneiro, interessantíssimo, curioso..! O esquema lá é q existe uma “cidade subterrânea” toda feita de sal, sendo q a profundidade lá chega a 327m! É realmente mt absurdo o lugar: lá embaixo tem de todo, de uma “simples” mina de sal até uma grande capela, lagos, salão para concertos e eventos, lojas, restaurante... é mt louco! São 9 níveis abaixo do solo, vc chega lá embaixo descendo mais de 800 degraus, mas sobe de elevado – claro! Enfim, nesse link q botei aí em cima tem mais detalhes e as horas dos tours (tem 2 horários ao dia em inglês, e um em espanhol). Aliás, vale dizer q vc só pode fazer esse “passeio” com um guia em razão dos riscos q tem por lá. AUSCHWITZ: A ida ao campo de Auschwitz tb foi feito pela mesma empresa e o valor foi 90Zt (ou aproximadamente, 22E). O preço novamente inclui o transporte num ônibus privado, as entradas no complexo (Há 3 campos em Auschwitz, no tour vamos ao 1º e 3º q são o mais importantes) e uma guia. Além disso, na ida (até chegar na cidade são cerca de 1h10min) eles passam um documentário no ônibus de 50min pra já ir te colocando no “clima” do campo... Acho q qualquer explicação sobre Auschwitz é dispensável, né? Há mts anos a História vem se encarregando desse trabalho. Mas devo dizer q já tinha ouvido alguns amigos meus comentarem q o clima lá era terrível, pesadíssimo, q vc sai de lá com o estômago embrulhado e sempre achei q aquilo era “forçação” de barra, q não dava pra ser tão absurdo assim pra nós, brasileiros, q não vimos isso acontecer tão perto assim e q só vemos por filmes e documentários... Ledo engano! Eu saí de lá com uma tristeza dentro de mim, uma devastação, um sentimento de impotência q são indescritíveis. E não é hipocrisia, não. É simplesmente algo q te toma, como se fosse uma energia q fica no ar q – ainda q vc lute com todas suas forças contra ela – ela te toma devastadoramente. É um sentimento de luto pela humanidade, eu diria. Ver diante dos seus olhos em q nível a maldade, a crueldade e a manipulação podem chegar é algo q só indo pra ver e sentir. Impactante! Dps q eu falei isso minha mãe me perguntou – e talvez vcs tb pensem da mesma forma – assim: ”Nossa, se vc acha isso td, pq então foi? Pagar pra ficar triste, down... Cruzes!”. E eu respondo exatamente o q tá escrito na placa q “inaugura” o primeiro espaço do museu: “The one who does not remember history is bound to live through it again”, de George Santayana (a tradução livre é algo como ‘aquele que não se lembra da História está fadado a vivê-la novamente’). E é isso q eu passo adiante: ir pra lá é, pra mim, questão de compromisso com a humanidade. Por mais clichê q possa parecer. Pra completar, o tour passa pela famosa Fábrica de Schindler. Isso mesmo, aquele do filme A Lista de Schindler. Ou seja, é F*[email protected]!!!! O papo ficou mt pesado, né? Vamos mudar de assunto, pq Cracóvia não combina com isso! BALADA: Como eu falei, o hostel é “PARTY”, logo, TODOS os dias tem 2h de vodka (todos os tipos possíveis) livre seguido de um pub crawl ANIMAL (passamos por 3 bar/boates e ganhamos uma bebida em cada uma delas) q termina numa boate mucho doida! E tudo isso por 10E... Ahhhh, e além disso – no dia q fui – um fotógrafo fica com a gente de 19h às 00h só tirando fotos profissionais da sua noite! Iradíssimo ver as fotos no dia seguinte! CONTANDO DERROTA: No primeiro dia q cheguei à Cracóvia tava suuuuper empolgada para ir à Auschwitz e comprei a excursão já para o dia seguinte no primeiro horário (q é às 8h da madrugada!). O menino do hostel bem q me falou: “Tem certeza?? Acho q vc não vai conseguir acordar!”. Mas eu disse q não ia sair, q não ia beber q ia conseguir acordar... Só q é óbvio q não, né?! Bebi, fui pra night e voltamos às 6h da manhã pro hostel correndo pelas ruas da cidade pq a estávamos morrendo de frio e sem casacos apropriados e – claaaaaaaaaro! – q não consegui acordar e perdi horário do tour!! Tive q comprar pro outro dia, mas td bem! ALIMENTAÇÃO: Provem o pierogi q são tipo um pasteizinhos (meio ravióli) cozidos e dps assados (às vezes eles fritam tb) q vem com vááááários tipos de recheios e podem vir acompanhados de manteiga e cebola. É MARAVLHOSO! Recomendo FORTEMENTE o Przystanek Pierogarnia (https://www.facebook.com/pages/Przystanek-Pierogarnia/270172276353411), além de delicioso, rápidos, simpáticos, ainda é MUITO barato (5E numa porção com uma bebida!). Um segunda indicação seria o Pod Wawelem (http://www.podwawelem.eu/) q é pertinho do castelo! MUITA comida boa a preço de banana! MESMO! Acho q são os dois lugares onde eu dou as recomendações alimentares mais certas! Os posts q eu vi por ai q acho q valem a pena pra ajudar na ideia geral de Cracóvia: http://clubedosmapas.blogspot.com.br/2012/07/cracovia-o-que-nao-deixar-de-fora-no.html e http://www.viaje.com.br/polonia/cracovia/visite-cracovia-e-passeie-pelo-centro-historico-e-experimente-sua-culinaria-tipica. Próximo: PRAGA
  5. BUDAPESTE Saí de Viena com destino à Budapeste o trem da OBB, paguei 38E e a viagem durou cerca de 3h. Vale ressaltar – MAIS UMA VEZ – q comprando com antecedência as passagens ficam MUITO mais baratas (esse trecho, por exemplo, vc encontra até no valor de 13E). Eu, como tinha um pouco mais de margem e tranquilidade no orçamento, optei por decidir praticamente na hora pra onde, quando e como eu ia e por isso acabei pagando consideravelmente mais. Pra evitar isso é simples: entre nos sites q eu já indiquei aqui – tanto de trem como de ônibus – e garanta sua passagem com antecedência. É fácil e seu bolso agradecerá, certamente! Qlqr ajuda, tô de boas pra dar aquele help simpático! Outro fator é a diferença da moeda. Lá, como sabem, a moeda é o Forints e na conversão do real equivale a aproximadamente R$1=92Ft e 1E=298Ft. Foi a primeira vez q pegaria uma moeda completamente diferente. Fiquei na nóia de fazer o câmbio nas lojas físicas por lá, pq já tinham me dito MUITO a respeito e q eles taxavam mt e talz... Aí decidi não trocar nada (pra não perder $$$) e só saquei dinheiro diretamente no caixa eletrônico logo q cheguei em Budapeste, ainda na estação. Vc não precisa "carregar" seu cartão com as moedas locais, basta o Euro, e na hora do saque o banco faz automaticamente a conversão para o equivalente na moeda naquele exato momento... Foi, sem dúvidas, a melhor coisa q fiz! Além disso, não saquei o dinheiro todo q tinha com limite pra gastar: saquei uma parte e o resto passava no débito. *Site mega “adiantador” de vida pra fazer conversão de moedas no câmbio do dia: https://pt.coinmill.com/ e app pra baixar no celular tb q faz conversão é o Conversor de Moedas, da OANDA Corporation. :'> Notem, isso - usar o débito - valia MT a pena pq as operações em cartão de débito (como é o caso do VTMs) não eram taxadas em valor elevado (só tinha aquela taxa no saque). Hoje em dia, uma recomendação q eu dou é sacar o valor todo de uma vez e evitar consequentes taxações. Só tomem mais cuidado em carregar muito dinheiro com vcs, obviamente. A segunda observação vem do fato do cartão VTM q eu tava usando. Lembra q eu disse q o meu estava sendo “engolido” pelos caixas eletrônicos por lá já q não tinha chip?? Pois é, para evitar essa bizarrice, Luana (aquela minha amiga) ao voltar para o Brasil, deixou o cartão dela cmg (tinha chip e foi emitido pelo Banco Cruzeiro do Sul) para usá-lo na hora de sacar dinheiro. Eu só ia fazendo recargas nele online e usando o meu para pagamentos em débito. Minha dica forte é, portanto: façam seus cartões VTM com CHIP! O Banco do Brasil apesar de ter uma cotação menor, ainda não possui essa modalidade (até setembro, pelo menos). Além disso, a cotação dos outros bancos até pode ser maior, mas dps da primeira compra da moeda estrangeira, vc pode recarregar o cartão com transferências online, assim a cotação vai lá pra baixo e fica no mesmo valor do BB!! HOSTEL: Escolhi – de novo e pela terceira vez - o Wombat’s (http://www.wombats-hostels.com/budapest/) q fica em Peste (o lado Buda é onde tem o castelo). Sobre a rede, vcs já conhecem! Sobre a localização, especificamente, eu gostei bastante. Chega-se aos principais pontos (castelo, por exemplo) com uma caminhadinha. Além disso, ele é pertinho do metrô o qual vc pode usar pra ir pra tudo q é lugar, além de chegar nas estações ferroviária e rodoviária e o aeroporto! Tem boate, o café-da-manhã é fervoroso (paga-se por fora tb), cerveja barata... Achei maneiro, principalmente se vc tiver acompanhado! Budapest Card: Logo q cheguei lá, ainda na estação de trem, comprei um o meu para 72h e paguei 8.900Ft (equivalente a 30E, aproximadamente). Achei IRADÍSSIMO, pq te dá – além do transporte e banheiros públicos de graça – a entrada em alguns museus/monumentos/termas é 0800 e outros com descontos, além de walking tours e um app da cidade! Pra mim, valeu super a pena – abusei do metrô! Fora q vc evita várias dores de cabeça e aporrinhações, tem prioridade e talz. Pra quem quiser dar uma olhada, avaliar ou comprar, tá aqui o link: http://budapest-card.com/en/. Mas, como eu sempre digo, cada um tem suas #prioridades, né? Bem capaz desses cards não valerem a pena pra vc. A solução mesmo é botar na balança tudo q vc pretender ver e fazer, além do tempo q vc disporá do lugar pra ver os prós e contras, caso a caso. SOBRE A CIDADE: Tooooooodo mundo fala q o leste europeu é mt barato e as moedas absurdamente desvalorizadas, né? E é verdade! AHAHAHA. Pra se ter uma noção, logo que eu cheguei - no primeiro dia – já saí pra fazer o tradicional “rolé de reconhecimento”. Óbvio q eu me perdi! Óbvio! E como eu tava morreeeendo de fome, o lugar q escolhi foi...: claaaaaaro, o McDonald’s!! (OBS: já repararam q o Mc foi só plano B, né? Na falta de $$ ou no desespero da fome, ele sempre salva vidas! Um grande beijo pra sr. Ronald Mc ) A graça foi q na hora da conta, a moça me disse: 1.840! Geeeeente, 1.840 dinheiros! Ahahahaha... Perguntei se eram estalecas, mas a mocinha não assiste BBB e pq isso não achou graça. Mas eu achei e fiquei rindo enquanto puxava uma nota de 5.000Ft!! Eu tava RYYYYYYYYYCA! #EurotripFeelings Fiquei na cidade 3 dias e acho um período SUPER bom pra lá. Ficaria mais, com certeza, pq simplesmente AMAAAY Budapeste! Achei uma cidade linda e não vou ficar aqui falando da diferença de Buda e Peste, e blá e blé, e tchu e tchá... Pra isso eu vou usar um blog q eu achei super mais bem gabaritado pra isso e q esmiúça bem melhor os detalhes: http://cadernosdeviagem.wordpress.com/2013/01/23/budapeste-roteiro-de-3-dias/! Digo, no entanto, q no período q fiz fui aos pontos mais badalados e outros nem tanto: o Castelo de Buda e o Castle Hill, Parlamento, St. Stephen Basilica, Hugarian State Opera, Andrássy utca (principal avenida), City Park, Heroes Square, Chain Brige (Ponte das Correntes), Great Market Hall, Synagogue, Margaret Island, Museum of Fine Arts, Kunsthalle, Hungarian National Gallery, House of Terror, Holocaust Memorial Center (HDKE), Hungarian House of Photography (Mai Manó House), Halaszbastya (Bastião dos Pescadores), Gellert Hegy (Monte Gellert e Estátua), Matthias Church (Matyas Templom), Liberty Bridge (Szabadsag hid)... Dos museus eu só entrei mesmo no House of Terror e Holocaust Memorial Center (HDKE). Assim, eu tenho uma opinião q diverge um pouco da grande parte. Achei o House (paguei 1.600Ft, com 20% - q dá uns 5,50E) beeeeeem um querer tirar “água de pedra”. Vc fica lá – se depender do áudio guide, das disposições das salas, “artefatos” e dos textos disponibilizados – de 3h a 3h30min (fiz nesse tempo só pra poder reclamar! Ahahahaha), mas com um pouco mais de 2h já dava pra ver todo sem pressa. Além de algumas questões políticas q eu achei meio “forçação” de barra, mas isso é assunto pra mesa de bar, né! Vamos falar de coisa boa, vamos falar da Top Therm... Não, mentira… Vamos falar do Holocaust Memorial Center (paguei 700Ft, com 50% - isso dá uns 2,30E). Não é q ele seja ruim (loooooooonge disso, não é mesmo!), mas é q depois do de Nurembergue (Documentationszentrum) qualquer outro vira “fichinha” perto. E olha q eu ainda não tinha ido à Auschwitz, nem à Berlim. De qualquer jeito, acho maneiro dar uma chegada lá e conferir o museu q é super bem estruturado e qdo eu fui não tinha UMA viva alma por lá: curti o passeio just alone, só eu e meu áudio guide com toda tranquilidade do muuuundo! Mas eu tenho mesmo são TRÊS fortíssimas indicações e q não vejo ser tão faladas. A primeira, vá à Margaret Island e pangue naquele parque... é simplesmente uma delícia! Comprei umas cervejas, uns quitutes, sentei lá na grama e cochilei por um belo tempo. Além disso, é maravilhoso ver a vida correr, as crianças brincando, uma galera fazendo um som, um casal fazendo um piquenique, gente fazendo esportes... Achei o máximo! Ótimo pra recuperar energias! A segunda é chegar no Great Market Hall q é um mercado beeeeeem maneiro de comes, bebes e itens diversos q eu ADOREI! :'> :'> :'> A terceira seria subir até o Gellert Hill q fica no topo de uma “montanhazinha”. Lá em cima tem uma espécie de estátua e uma vista MA-RA pra cidade. Dá pra ir de busão, mas ir a pé é beeeem mais maneiro e vc encontra várias surpresinhas no caminho, além de fazer uma caminhadazinha pela natureza. ALIMENTAÇÃO: eu fui a um restaurante brasileiro lá já q naquele ponto já tava me batendo uma saudade brabííííííííííssima do meu amado feijão, da farofa, do churrasco, da cerveja aguada... Fui ao CasaBrasil (http://www.casabrasil.hu/‎) q fica na avenida principal lá (Andrássy utca). Os outros não acho q valham a indicação... Só uma curiosidade: a escada rolante deles é bizaaaaaarra! Isso pq na maior parte das estações do metrô elas são enormes (sério, mais uns dois lances e tu chega no centro da Terra) e MUITO rápidas, velocidade 8.9km/h na esteira... sérinho! Dava um friozinho da barriga toda vez q eu ia pegar!! Vale a pena chegar lá só pra ver! Como eu disse q ia fazer, aqui são os dois outros links q eu acho maneiros sobre Budapeste: http://artigolandia.com.br/viagens-e-roteiros/budapeste-hungria-a-cidade-como-ela-e/ e http://www.meusroteirosdeviagem.com/2011/08/roteiro-de-3-dias-em-budapeste.html, além daquele que eu já coloquei ali em cima! Próximo: CRACÓVIA
  6. VIENA O trem que peguei em Nurembergue me custou 97E , fiz o trecho pela OBB e durou cerca de 4h40min. E u comprei na hora e por isso esse valor tão alto. Logo, se vc planejar e comprar com antecedência, dá pra achar por 30E o mesmo percurso e sem trocas de trens. Fica o link pra ajudar no planejamento: http://www.oebb.at/en/index.jsp HOSTEL: Escolhi o Wombat’s at Naschmarkt (http://www.wombats-hostels.com/vienna/the-naschmarkt/), valendo dizer q eles tem 3 hostels na cidade. Bem, já expliquei melhor a estrutura dele qdo eu falei sobre Munique, né? Pois é, é praticamente a mesma coisa aqui. Hostel bem grande, muito mais parecido com um hotel, cheio de serviços, sem cozinha disponível pra cozinhar e acondicionar seus alimentos, café da manhã pago por fora, mais impessoal... Muito bom se vc não quiser esquentar a cabeça com perrengues. Especificamente sobre este hostel, eu gostei bastante da localização: o metrô é só atravessar a rua, bem como o Naschmarkt (mercado super interessante). Além disso, óbvio, q dá pra ir andando até a parte “turística” da cidade! SOBRE A CIDADE: Fiquei 2 dias lá e achei um bom tempo pra “conhecer” a cidade, fui a um museu – inclusive. Mas dava pra ficar mais um ou dois e fazer as coisas com mais calma... No período que fiquei por lá, meu roteiro incluiu a Ópera, a Stephansdom (catedral de São Estevão), o Hofburg (o Palácio Imperial), a Spanische Hofreitschule (Escola Espanhola de Equitação), o Albertina e os parques Volksgarten e Burggarten, Museumsquartier, Kunsthistorisches Museum (Museu de História da Arte – o único museu que eu entrei por lá, paguei 14E e achei beem legal) e o Naturhistorisches Museum, um passeio à beira do Danúbio, Rathaus, Peterskirche, Universität, Votiv-Kirche, Burg-Theater... Minha recomendação MEEEEEESMO é o Schloss Schönbrunn, o castelo imperal. Ele é maaaaaara! Adorei, foi um dos meus preferidos da viagem! Vc pode comprar o ingresso antecipadamente aqui: http://www.schoenbrunn.at/en/plan-your-visit/tickets-tours.html. Vale lembrar, que dá pra comprar vááááááários tipos de tours, depende só de gosto, tempo e paciência. Pra chegar lá, basta tomar o metrô q te deixa na porta de entrada do complexo. Além disso, outro passeio que eu indico MUITO pra ir e entrar é a Stephansdom (catedral de São Estevão). O interior dela é maravilhosa e completamente diferente de todas as outras que fui. Isto pq os vitrais são todos muito coloridos e fazem um efeito no interior da catedral q é iradíssimo! Salvo engano, paga-se 3E: mas vale!! Eu não fui no Palácio Belvedere, mas já ouvi mttttt gente dizendo q é mt bom! Logo, se vc tiver mais tempo ou com mais disposição, vale dar uma conferida! Outro lugar que falam bastante é o tal Museu da Sissi q eu tb não tava MT afim de ir, pq já tava meio cansada de museus e talz. Pelo o q eu ouço, quem gosta deve ir! Eu já disse que fui ao Kunsthistorisches Museum e fiquei impressionadíssima com a beleza estética da edificação por dentro: é grandioso, belíssimo! :'> ALIMENTAÇÃO: Eu indico um rango no Naschmarkt! Tem vááááááááááários restaurantes e bares (além de lojinhas q vendem de tudo!) por lá: é só dar um rolé e escolher o q mais te agradar. Fui num 3 diferentes e gostei de todos. Fui em um outro q tb me marcou MUUUUUUUITO com uma carne ESPETACULAR, mas eu simplesmente não lembro onde é e qual o nome! Tentei procurar, mas não vi nada. Eu vou continuar procurando e assim q achar posto aqui! Pensei aqui e – como eu disse lá no começo – usei vários sites e blogs pra me ajudar na pesquisa dos lugares. Assim, a partir de agora vou passar a colocar aqui uns links de textos maneiros que me ajudaram e que eu acho q possam ajudar na pesquisa dos lugares. Sobre Viena eu recomendo: http://artigolandia.com.br/viagens-e-roteiros/viena-austria-o-que-fazer-i/ e http://viagensediversao.com/?p=6705. Depois eu atualizo os textos das outras cidades. Próximo: BUDAPESTE.
  7. Eu disse no post anterior q esse seria sobre Viena, mas eu errei a ordem dos fatores e talvez - nesse caso – mude um pouco o resultado... ao menos do q eu quero! Ahahhaha NUREMBERGUE Saindo de Munique, usei meu Bayern Ticket e cheguei à Nurembergue. Achar o hostel não foi difícil, pois ele é bem perto da estação: é só passar por um túnel subterrâneo, mais umas duas quadras pra frente e lá tava o albergue que seria minha casa para os próximos 2 dias! A cidade é beeeeeeem menos movimentada de turistas que Munique e guarda bem aquele ar de cidade de interior q eu gosto! HOSTEL: Escolhi o City-Hostel Nürnberg (http://HTTP://www.city-hotel-nurnberg.de) não sei exatamente pq, mas imagino q tenha sido por causa da proximidade com a estação e com o preço. Ele é razoável, mas com certeza não é o melhor de Nurembergue. O staff, por sua vez, é bem simpático. O dono é um senhorzinho e uns amigos dele (senhores e senhoras) os ajuda tb: é divertido e eles são super solícitos! SOBRE A CIDADE: Bem, eu conheci um menino em Barcelona q mora em Nurembergue e fez a gentileza de me levar pra conhecer a cidade e ser meu ”guia particular”. Ele faz mestrado em História, além de falar inglês espanhol tb... olha a sorte da criança aqui! Imagina q como foi: maravilhoso, né? Foi me contando histórias de cada canto do centro histórico de lá, passamos por: St. Lorenz Kirche, Kaiserburg Nurnberg (o castelo), Frauenkirche, St. Sebaldus Kirche, Heilig-Geist-Spital, Handwerkerhof, Haupt-markt (lá fica a Schöner Brunnen - Beautiful Fountain)... O lugar q fui sozinha e q indico com muita força é o Dokumentationszentrum Reichsparteitagsgelände ! O lugar – dedicado a contar a história do Terceiro Reich - é magnânimo, o único “grandioso monumento” q restou das obras q Hitler mantinha para demonstrar e intimidar seus inimigos e seu povo, demonstrando a magnitude de seu poder e influência. Pensa só que essa construção tem inspiração no Coliseu... Dá pra ter uma ideia agora? É realmente incrível. Sem falar o museu q foi – pra mim – o melhor dos q assumem a pretensão de contar/explicar a expansão do nazismo, as causas, consequências e fatos desse período da história desde o primeiro “fracasso” de Hitler, sua prisão, seu livro, sua ascensão até o pós-guerra. Só digo uma coisa: FODA! Sem contar q vc só paga o áudio guide (eu paguei 5E), já q a entrada é 0800! CONTANDO UMA PEQUENA DERROTA: Assim q cheguei na cidade tinha a ideia de já sair andando e fazendo o reconhecimento da área. Fui conversar com o senhor (o dono) q tava na recepção, pedindo indicações sobre as atrações da cidade, enquanto Daniel (meu amigo alemão) não chegava. Ele falou de vários e citou o Dokumentationszentrum, aí a senhora q estava lá na recepção tb disse q seu turno tinha acabado e q ela ia naquela direção, e me ofereceu uma carona. Eu fui! Fomos batendo um papo delicioso, ela contando como amava morar em Nurembergue e como ela tinha orgulho de ser alemã, apesar da vergonha do nazismo e talz. Chegando lá nos despedimos, eu agradeci muito e fui feliz entrar no museu. Quando cheguei na porta e fui procurar minha carteira, cadê ela???? PQP! Não tava lá! Fiquei desesperada: minha carteira com meu dinheiro, meus cartões...! Catei na bolsa algumas moedas q me sobraram (e essa foi a minha sorte), perguntei a alguém como voltar pra onde meu hostel, peguei um tram, cheguei no hostel desesperada! Vale dizer q – por segurança – na hora de pegar trem de um lugar para o outro, eu botava minha carteira, documentos e objetos de valor num compartimento mais escondido dentro da mochila q ficava cmg o tempo tb. E não lembrava de tê-los tirado de lá qdo cheguei m Nurembergue no meio daquela correria de pegar carona. Só me lembrava de ter puxado minha bolsa de dentro da mochila... Cheguei no albergue e fui correndo olhar minha mochila e tava tudo lá! Ohhhhhh, God! Naquele momento agradeci à Deus, Jesus, Allah, Moisés, Buda, Jah, aos céus, ao universo, ao acaso, ao destino, à sorte! Obrigada, senhores e senhoras todos Deuses e Deusas e Divindades e Acasos! Prest'enção, Carolina! Nunca mais repita essa mongolice! Bem, a cidade em si é um museu a céu aberto de uma história super recente e chocante! A história do período nazista, infelizmente, se confunde mt com a história da cidade e em todos os cantos tem uma memória dessa parte nebulosa da humanidade. Se vc – como eu – gosta de História e se interessa, principalmente pela 2ª GM, Nurembergue é passagem obrigatória. ALIMENTAÇÃO: Minha forte dica é o Hausbrauerei Altstadthof (http://www.hausbrauerei-altstadthof.de/en.html). O restaurante é bem gostosinho mesmo, mas o melhor são as cervejas: MARAVILHOSAS! Tem um outro restaurante q fica bem em frente a este, tb é maravilhoso e praticamente só os locais frequentam (nem tem o cardápio em inglês)... além, claro, de ser bem mais barato! Daniel q me levou lá e eu não lembro o nome, mas é espetacular! Não tem como errar: é em frente ao Hausbrauerei Altstadthof. BALADA: Meu dia tava realmente muito maneiro e, pra encerrar, Daniel me levou numa festinha da Friedrich-Alexander-Universität Erlangen-Nürnberg, q nada mais é do q a universidade deles! Foi divertidíssimo, a festa foi dentro do prédio e eu conheci mó galera de vários cursos, muito doidos... e, te falar, eles bebem MUITO! MUITO mesmo! Põe no chinelo a galera toda! AHAHAHAH. Shots e mais shots de absinto, tequila, vodka, além da amada cerveja! E eu não paguei neca pra isso! Saímos de lá e fomos pra uma boate, mas é ÓBVIO q meu nível etílico ãã2::'> e meu ridículo senso de direção não me deixam lembrar onde era e qual era o nome do lugar! Desculpa, gente, mas fico devendo essa informação! Fiquei 2 dias por lá, e acho q esse é um boooooom tempo pra desfrutar do lugar. Se vc for meio “tarado” e quiser sair entrando em tudo q é museu q ver pela frente, indico 3 dias ou mais. Se não for tão tarado assim e se satisfizer com o Documentationszentrum, os 2 dias são mais q perfeitos! Agora, sim, o próximo será VIENA.
  8. MUNIQUE Passada toda essa aventura, finalmente lá estávamos nós em Munique! Chegamos já era de tarde, então resolvemos dar uma volta pela cidade só pra fazer o ”reconhecimento da área”. E, de primeira, já ficamos encantadas com tudo. A organização, a educação, a cultura (há artistas de rua por todo canto da cidade, especialmente jovens). HOSTEL: A escolha foi o Wombat’s (http://www.wombats-hostels.com/munich.htm), q é uma mega cadeia de hostels. Eu fiquei nesse mesmo grupo tb em Viena e Budapeste. Como eu disse, é um albergue beeeem grande e mais parece um hotel. Tem tudo q é tipo de serviço, mas a cozinha não fica disponível para os hóspedes (nem geladeira) e o café não é incluído no preço (dá pra comprar “por fora” e ele é super bem servido). Além disso, o albergue é bem localizado: muitíssimo perto da estação de trem/metrô e a uns 15 min da Marienplatz. Recomendo! SOBRE A CIDADE: A cidade em si é maneiríssima e eu fiz o free walking tour oferecido pela Oz Tour Munich (http://www.oztourmunich.com/) e suuuuuper recomendo! É uma surra de história na catchola, eles te levam nos mercados/feiras locais para vc experimentar comidas e bebidas beeeem típicas da Bavária (vc vai até a Hofbräuhaus e toma uma cervejinha, inclusive)... Sei q são mais de 4h de tour! No final ainda fechamos um grupo e fomos numa outra cervejaria com nosso guia q não era tão turística, o preço mais acessível e as cervejas MARAVILHOSAS! No tempo q ficamos lá rodamos pela Marienplatz (e o Glockenspiel, é tipo é um “relógio dançante” q fica no Neues Rathaus no meio da praça), Karlsplatz, Maximilianstrasse, Odeonplatz, The National Theatre, Viktualienmarkt (SUUUUPER RECOMENDO), Frauenkirche, alguns biergartens, English Park (forte recomendação tb!), St. Michael’s Church, Bayerische Staatsoper, St. Peter Church/Altes Peter, The Residence... Além disso, quem gosta de futebol não pode JAMAIS deixar de ir no Allienz Arena, pq é fantástico! Eu recomendo fazer a reserva online http://www.allianz-arena.de/en/arenatour/ já q os tours em inglês tem um número reduzido e o único horário é 13h. O valor é de 10E! ALIMENTAÇÃO: Eu acho difícil achar algum lugar ruim lá, principalmente se vc gosta de linguiça e carne de porco em geral (sem falar na cerveja, né!). Eu recomendo o Weisses Bräuhaus e o Augustiner Stuben. O Hofbräuhaus é o mais famoso e tradicional – sem dúvida -, mas o preço é meio tosco perto do resto. Eu recomendaria só ir lá e pedir uma cervejinha pra não dizer q não foi! Ahahaha NIGHT: Minha recomendação é o Milch und Bar. O lugar é bem maneiro, boate forte, com pouquíssimo turista e vc paga uns 10E de entrada. Vale a dica se vc quiser ficar até de manhã na pista! Além disso, se vc se hospedar no Wombat’s, fique tranquilo, pq lá tb tem festa com várias promoções de bebidas quase todos os dias! Dá pra sair de lá batendo cabeça naizámiga TRANSPORTE NA BAVÁRIA: Acho que quase todo mundo q planeja ir pra Munique e arredores já deve ter lido algo sobre o Bayern Ticket, e eu realmente recomendo. Se não tiver ouvido nada ou quiser saber mais, tá aqui o link oficial pra maiores informações: http://www.bahn.com/i/view/USA/en/prices/germany-regional/bavaria-ticket.shtml e tem um em português que eu recomendo ainda mais: http://sundaycooks.com/2012/09/28/como-comprar-o-bayern-ticket/. Aproveitem os links, pq são SUUUUPER úteis! Eu usei o Bayern Ticket pra fazer os day trips pra Dachau, Nurembergue, Garmish-Partenkirchen, Füssen e dá tb pra chegar em Salzburg. O preço – pasmem – foi 22E (acho que agora tá 23E) e vc paga mais 4E por cada acompanhante q vc tiver, no limite de 5. Comprei lá mesmo numa das zilhares de caixas de autoatendimento que eles disponibilizam na estação. É fácil, acreditem! Se vc não achar, sempre tem um atendente bem solícito que vai te ajudar a comprar. DACHAU: Lá fica o primeiro campo de concentração nazista, fundado em 1933. A visita vale muito e é um bom soco na ponta do estômago (se vc já foi ou pretende ir à Auschwitz dps, Dachau é “tranquilo”); uma aula de história na frente dos olhos. O melhor? A entrada é 0800, mas paga-se 3E pelo áudio guide q eu super recomendo pra entender melhor o q tá lá. Chegar na cidade tb é fácil: pega o trem regional até a estação na cidade (Dachau Bf), q demora uns 20 e poucos minutos. Já na porta da estação tem um ônibus q te leva até o campo (peguei o 726, salvo engano). Fiquem tranquilos, pq na cidade não tem absolutamente nada, logo, tds q vão pra lá tem o msm destino q vc: simplesmente vá com o povo! FÜSSEN e os CASTELOS: Bom, o castelo de Neuschwanstein é famoso, só que em Füssen tb tem o Hohenschwangau q tb é bem bonitinho. Pra chegar lá vc toma um trem em direção à Füssen (lembram do Bayern Ticket, né?), e chegando lá é só pegar um outro ônibus q vai te deixar na cara do gol. A viagem dura umas 2h e pouco até chegar na cara do castelo, e entrada saiu por 23E pelos dois castelos (só o de Neusch blá blá blá, sai a 13E). CONTANDO DERROTA Nesse dia eu já tinha acordado meio indisposta e bastante enjoada, pq tínhamos feito uma nightzinha na noite anterior, bebemos legal e acabamos comendo um kebab pra matar a larica no final, lá pelas 3h da manhã, q não me fez NADA bem! Tentei ser guerreira: fui até Füssen, comprei o ingresso, dei uma volta na cidade tentando enrolar minha indisposição (q tava ficando cada vez pior!), mas não resisti e pedi arrego: voltei pra Munique sem conseguir entrar. Me dizem q eu não perdi MT coisa, q a grande graça é ver o castelo de fora (e ele é lindo MEEEESMO!), mas anoto essa derrota aí no meu currículo! Cheguei no albergue e fiquei lá estirada o resto do dia todo, mas no dia seguinte tava nova em folha. Aliás, esse foi o único dia – dos 4 meses q fiquei lá – q eu passei mal! Assim, olhando por esse ponto, nem posso reclamar de nada! UhuuuuuuL! Outro aprendizado foi: kebabs não foram feitos pra vc, Carolina! GARMISH PARTENKIRCHEN: Ela é beeeem conhecida dos alemãs e de boa parte da Europa, pq é a sede dos Campeonatos Mundiais de Esportes de Inverno. Lá vc encontra o Zugspitze q é o ponto mais alto da Alemanha e tem uma famosíssima estação de ski. Pra chegar lá vc pega um trem de Munique até Garmish (dura cerca de 1h30min) e dps um segundo trem (cremalheira) até o chamado Eisbee. Chegando nessa estação vc pode escolher entre continuar no trem até o cume ou pegar um teleférico. Acontece q o último trem q sai de Garmish para Eisbee é às 14h, e eu cheguei lá às 14h10!!!! Putzzzzzzzzz, não consegui subir na estação, mas a cidadezinha já é uma delícia e tem um visú das montanhas IN-CRÍ-VEL!! Anotem, então, cheguem antes das 14h! Eu fiquei 5 dias em Munique, fazendo 3 day trips (Dachau, Füssen e Garmish-Partenkirchen). Não fui à Salburg, o q considero um erro . O que eu recomendo é separar não menos que 2 dias inteiros só pra Munique e acrescentar mais quantos outros vc quiser só pra os bate-voltas q desejar. Ressalto somente que Dachau - se vc for bem cedo - dá pra fazer em meio dia (incluindo o tempo deslocamento pra ir e voltar). O próximo é sobre Viena!
  9. Depois de Veneza, voltamos à Milão para entregar o carro e, no nosso roteiro, a próxima cidade era Munique. Íamos alugar um outro carro em Milão e ir até Munique, entregando-o lá. Só q pra nossa surpresa - e tristeza – o aluguel tava 1.700E A DIÁRIA !!!!! Como assim, gente????? Q preço bizarro foi aquilo!? Óbvio q não alugamos carro nenhum, mas aquilo mudou todos nossos planos. Buscamos na internet se tinha algum ônibus saindo naquele dia à Munique e tinha... lá fomos nós até a rodoviária – q era do outro lado da cidade e nos custou o rim esquerdo. Chegando lá adivinhem?? Pois é, aquele horário q a gente tinha visto foi cancelado e o próximo embarque seria no dia seguinte. *OBS1: Estávamos cheeeeeias de sacolas e peso das coisas q compramos, pq minha amiga voltaria pro Brasil em 5 dias com os meus presentes, inclusive. Além disso, nos nossos planos iniciais, ficaríamos de carro o tempo todo ou – no mááááááááááximo – pegaríamos um trenzinho básico. Só q não! Rodamos Milão inteira com aquela muamba toda... Pegamos o metrô (SEM CONDIÇÕES de pagar aquela fortuna de táxi again ) e fomos até a Estação Central de Milão – q é MARAVILHOSA – tentar a sorte, pq sabíamos q era um dos trechos mais comuns lá o Milão-Munique. Como naquele dia nada conspirava a nosso favor e Murphy decidiu mostrar a q veio, os trens tb já estavam todos lotados e só tínhamos como opção fazer baldeação por até Zurique ou dormir em Milão. Malandronas q somos (sqn!), optamos por ir à Zurique... A viagem é realmente um esplendor: a paisagem dos alpes suíços é algo de outro mundo e já tava fazendo a gente rir da nossa desgraça. Até umas brasileiras nós conhecemos. Uma delas passou boa parte da viagem “tentando nos ensinar” como casar com o gringo rico, sentar no pudim e ficar morando por lá... Obrigada pelos ensinamentos, tia. Nunca mais seremos as mesmas depois de tamanha estratégia! Nossos planos de dominar o mundo tão aí! Vale dizer q - pela primeira vez rodando dentro da U.E. – eu vi controle de imigração dentro do trem. Os guardinhas entraram até com cães lá , mas só encrencaram com um americano q por sinal tava com o passaporte da namorada “por engano” (estória estranha, né?! Os policiais tb acharam!) Aí, ele foi revistado, as malas revistadas... e isso no meio da galera toda. Mó constrangimento AHAHAHAHA F*deu-se, bem q mereceu! Não gosto de desejar o mal pros outros, não, mas esse aí mereceu mesmo! Ele era bem babaca e resolveu falar pra gente (?!?!) como o Brasil é ruim, como a Suíça é despreparada para turistas (?!?!?!?!?!?!?!?), como ele era ryyyyyyco e como viajava pelo mundo! ZURIQUE Dps da dura, ele sossegou e a viagem foi uma delícia até chegarmos em Zurique. Desembarcamos e eu tive a genial ideia de tirar dinheiro no caixa eletrônico. Pausa pra uma breve explicação: Qdo saí do Brasil, fiz o VTM pelo Banco do Brasil, mas os cartões q eles te dão não tem chip. Acontece q atualmente a grande maioria dos caixas eletrônicos europeus não são mais compatíveis com esse tecnologia, pq já é mt ultrapassada e os cartões acabam sendo “engolidos” pelas máquinas (Fiquem tranquilos pq as compras no débito vão de boa, sem maiores problemas). Já tinha acontecido duas vezes antes na Itália, mas passando uns 5 minutinhos o cartão voltava. Como eu tinha conseguido tirar $$ na Espanha e na França, achei q o problema era das máquinas italianas... Acontece q o problema não estava na Itália, mas no meu cartão. E lá fiquei eu com meu lindo VTM travado dentro do caixa, às 21h30, no meio de Zurique! Chamamos os guardinhas, explicamos a situação, eles tentaram nos ajudar (ligaram para o banco e para a equipe central de administração da estação), mas nada puderam fazer! E dessa vez o cartão não voltava de jeito nenhum! PQP!!! Tive q ligar pro BB aqui no Brasil, pedir pra cancelar aquele VTM e desbloquear o outro (a sorte é q eu tinha dois!). Passados mais de 40min lá para tentar “minimizar” mais este belo acontecimento, nos demos conta q não havia mais trens para Munique naquele dia! Minha vontade era de chorar até inundar o Saara, mas minha amiga já tava fazendo isso por mim e alguém tinha q resolver as coisas. Eram 22:30h, estava todo praticamente fechado pq o dia seguinte era feriado nacional na Suíça (e lá eles levam a sério esse negócio de feriado; nada abre mesmo!), não sabíamos p**ra nenhuma do lugar, não tínhamos onde dormir, Luana esqueceu dentro do trem a necessèire dela com o anel de brilhante q sua avó havia lhe dado em seus 15 anos, estávamos famintas, sem internet, cheeeeeeeias de malas... Oh, God, só de lembrar me bate um desespero!! Mas aí a voz do equilíbrio e sensatez me encaminhou até um McDonalds (sempre ele!) mais próximo onde encontramos internet 0800. Daí entramos no Trip Advisor(sempre ele tb!) e procuramos um hotel mais próximos possível e “pagável”... e encontramos o Montana Hotel (http://hotelmontana-zurich.com/en_UK). Naquele momento a sorte mudou de lado, senti o céu se abrir, o universo conspirava, o vento passou do sudoeste para o noroeste, a borra de café mudou de desenho... Chegamos no hotel e o recepcionista já foi fazendo logo um stand-up comedy pra recepcionar a gente, sendo um verdadeiro samurai do ‘simpatia é quase é amor’ e nos tranquilizando. Logo nos deu um quarto MARA com um banheiro novinho por 70E (acredite: pra Zurique isso é um diamante!), além de pegar umas roupas da Luana e colocar na lavanderia do staff (eles não tem esse serviço!). Saímos pra comer já era quase meia-noite e obviamente a única coisa q estaria aberta seria o McDonald’s... mas nesse momento, até pagar 10E num Big Mac era vitória! Voltamos pro hotel e tomamos as cervejas do frigobar pra brindar aquele dia louco com um desfecho relativamente feliz! No dia seguinte, acordamos, voamos pra estação, compramos nossas passagens e - como ainda faltava um belo tempo – lá fomos nós atrás da necessèire da Luana (era uma pequena malinha de mão, na verdade) nos "Achados e Perdidos" da estação. E não q tava lá mesmo?????? Intacta, linda, com absolutamente tudo dentro (até o ryyyyyyco anelzinho de brilhante!)... IuhuuuuuuuuuLLLL! Deu até tempo pra gente levar um rango num dos poucos restaurantes abertos e tomar aqueeeeeela cerva MA-RA pra comemorar! O prato tava um escândalo de totoso (bratwurst com batata rosti... beeeeeem clássico!!), mas a gente quaaase esqueceu da hora do trem. Pagamos a conta e saímos correndo pela estação e conseguimos chegar exato 1 minuto antes do trem sair! Abusando da nossa sorte e sendo otimista: lá estávamos nós, enfim, indo para Munique! Tudo o que eu posso dizer de Zurique pelas poucas horas q passei lá é q ela é SUUUUUPER organizada, arrumada e cara... BEM CARA! No próximo eu falo de Munique.
  10. Saímos de Sorrento já dps do almoço, pq aproveitamos pra descansar um pouco mais. Como ir de Sorrento à Veneza demoraria mais ou menos 8h de estrada, optamos por dividir a viagem, parando uma noite em Arezzo. Esse trecho já nos tomou mais de 5h na estrada... Era um domingo e lá as pessoas praticamente não trabalham nesse dia. Foi um m*** arranjar um posto q tivesse um frentista pra atender a gente! q desespero q foi! Há, sim, abastecimento self service nos postos, mas eles só aceitam cartões e tem q ser da UE! Nossos cartões foram recusados em todas as máquinas. Estávamos ficando quase desesperadas, qdo eis q nos surge UM posto q tinha UM frentista de “plantão”... Resto de nossa estrada naquele dia estava a salvo! Conforme íamos andando o tempo ia abrindo (tinha amanhecido um tempo mega fechado e até um pouco de chuva) e um sol lindo começou a aparecer! Tivemos a ideia de parar no Lago Trasimeno q fica pertinho de Perugia. O visual q a gente pegou vcs podem conferir nas fotos lá embaixo, só digo q foi inesquecível aquele pôr-do-sol, uma das imagens q mais marcaram a minha vida! Acho q tinha, no máximo, uns 5 pessoas lá. Foi realmente incrível e devolveu pra gente o ânimo de voltar pra estrada, já q ainda tinha um considerável chãozinho até Arezzo... Passada mais 1h30min lá chegamos nós em Arezzo e fomos atrás de um hotel q achamos dps de perrengar um pouco. No final, terminamos comendo no bom e velho McDonald’s para voltar logo pro quarto e descansar. VENEZA Saímos de Arezzo cedo e chegamos em Veneza ainda no horário do almoço. E é óbvio q fomos direto para a cidade para curtir nosso dia. Eu achei dois sites oficiais q falam bastante sobre Veneza, inclusive dos transportes, atrações e do Venice Card – q dessa vez eu não comprei! Tá ai o link: http://www.hellovenezia.com/ e http://www.veneziaunica.it/en/. HOSTEL: Ficamos no Hotel & Hostel Colombo For Backpackers (http://www.venicebackpackershostel.com) e vou te falar: BEM RUIM! Mal cuidado, sujo, banheiro nojentinho, sem cozinha, nem bar, internet ruim... A única coisa razoável é q tinha estacionamento e era pertinho do ponto de ônibus q ia até a ilha. Fiquei em Veneza Mestre, q é na parte continental da Itália, e disso não me arrependo. Isso pq é bem complicadinho se achar em Veneza (na ilha mesmo), além da enorme quantidade de escadinhas (a maior parte delas, nas pontes) q é o pesadelo pra quem tá carregando malas! Quanto à cidade, eu tive 2 opiniões: quando estava com tempo fechado e chovendo, eu achei a cidade horrível, com aspecto sujo, maltrapilho. Quando abriu o sol, eu achei MARAVILHOSA, encantadora, romântica, um brinco... Por isso, torço q vcs a encontrem como eu encontrei no segundo dia: ensolarada, linda e bela e charmosa e romântica e exótica. Além disso, acho praticamente impossível não se perder naqueles becos e pontes! Acho ainda q eu fiquei mais tempo perdida do q “achada” por lá! Rode, rode, rode q uma hora ou outra vc vai achar a Praça e Basílica de São Marcos, o Palácio Ducal, a Ponte Rialto, Basílica Santa Maria della Salute, a Ponte dos Suspiros... Aliás, ponte é a coisa q vc mais vai achar! Qualquer coisa, é só ler as placas! Tem várias, mas em alguns momentos achava q botaram aqui ali de #brinks com a galera pq eu tinha a sensação de andar em círculos... Em Veneza, tem MUITA barraquinha vendendo lembrancinhas e aquelas máscaras bem típicas. Lá é um dos lugares q mais vale a pena comprar nos camelôs e, como eles são mts, sempre dá pra pechinchar um preço melhor na concorrência! TRANSPORTE: Como fiquei em Veneza Mestre, tomei ônibus até a ilha todos os dias, sendo q no segundo eu comprei um bilhete q tem validade de 12h e serve em todos os transportes públicos de Veneza (incluindo os vaporetos até Murano). Paguei 18E nesse cartão, e vc pode comprar com validade de até 7 dias. Naqueles links q eu botei ali em cima vc consegue ver isso certinho, inclusive os preços! ALIMENTAÇÃO: Eu comi num lugar q eu indico SUPER, chamado Bacaro Jazz ( http://www.bacarojazz.com/‎ ). Encontramos esse bar/restaurante por acaso, qdo estávamos perdidas, mortas de fome e tinha começado a chover... Tudo pra dar errado, né? Só que não! O lugar é ótimo, a decoração mega exótica (são vááááááários sutiãs pendurados e uns quadros de ídolos do jazz e rock nas paredes), música ambiente de primeira linha, várias cervejas boas, comida MUITO gostosa tb e o atendimento bom! O único problema é q não é mt barato para comer, mas nada afrontoso! Além disso, dizem q à noite lá é mt bom pra curtir um som, tomar uns bons drink e dançar kaizámiga! MURANO: Murano é uma outra ilhotinha q fica bem próxima à Veneza e vc chega lá vaporetto (é só comprar aquele ticket q falei ali em cima). Não conhecia mt coisa, só sabia q lá era a capital da produção mundial de vidro a sopro. Dá uma olhada nesse post aí q vc vai ter uma boa ideia do lugar: https://www.airbnb.com.br/locations/venice/murano. Enfim, o lugar é bem bonitinho mesmo, aconchegante, bem menos movimentado q Veneza e vc – de quebra – ainda vê várias obras de arte no vidro! Realmente, mtttt belo! Mas prepare o bolso, o preço é beeeem do salgado, tio! *OBS: Não andamos de gôndola pq tava bastante caro e meu "par romântico" era minha amiga... Achamos q seria muita derrota junto! AHAHAHA. Aí fico sem poder colaborar com maiores informações sobre esse passeio. Fiquei 2 dias em Veneza e dá pra fazer tudo nesse tempo, mas teria ficado 3 pra fazer tudo com calma!
  11. CAPRI e ANACAPRI No último dia em Sorrento, decidimos ir à Capri. Na verdade, queríamos o dia com o tempo mais aberto e a previsão do tempo dizia q choveria todos os dias. Só q não: fez sol absolutamente todos os dias (pois é, e vc aí achando q só o ClimaTempo era quase todas as previsões... ). Bom, o esquema de Capri é simples: há ferrys da companhia Caremar, saindo todos os dias a partir da Marina San Francesco, em Sorrento. Vale destacar q tb saem de Nápoles. Leva uns 25min e o preço é de 18,50E só ida (não tenho certeza se ida e volta é a duplicação simples desse valor ou se tem algum abatimento... mas certo q não faz mt diferença). Assim q chegamos em Capri fui à procura de uma empresa chamada Banana Sport (já havia pesquisado antes de sair do Brasil) e sabia q alugava pequenas lanchas privativas. O barco é esse aqui oh: *Cabem até 10 personas na lanchinha! E lá fui eu atrás... Não demorou mt e eu encontrei um senhor mt simpático (era o dono do negócio) q nos explicou tudo sobre os cuidados com a costa (o maior problema são as pedras q rolam lá de cima) e as informações básicas de manuseio do barco. Pra quem quiser saber um pouco mais sobre, como valores de acordo com o período do ano e tempo q vc tem para desfrutar do passeio, tá aqui o link: http://www.capri.com/en/c/capri-boat-banana-sport. A única coisa q eu acho maneiro destacar aqui é q vc só precisa da carteira internacional de habilitação para poder alugar a lancha. Nada de carteira especial ou brevê específico. Eu sei q valeu MUITOOOO a pena, óbvio! Ter sua própria lancha, sua bebidinha à disposição (é q eles tb disponibilizam um cooler com gelo pra vc levar sua bebida), estacionar onde quiser, pular na água... Fala sério, vida boa! DA SÉRIE “TINHA QUE SER COMIGO”: Estávamos nós contornando a ilha, quando ao passarmos embaixo do Arco Natural (botei a foto anexa), vimos um casal num bote, tentando “dar partida” no motor deles sem mt sucesso. No momento até brincamos uma com a outra, dizendo q eles iam se arrasar pra sair dali remando (eles já estavam pegando os remos nessa hora). Enfim, quando íamos continuando nosso caminho, vimos uma moça acenando e gritando desesperadamente de dentro de um MEGA iate. Não entendemos o q ela tava tentando dizer, então resolvemos chegar mais próximo do barco dela. Chegando lá, advinhem??? Pois é, aquele casal eram amigos e foram tentar passar pelo Arco, mas o motor do bote “afogou”. O problema é q por ali o mar fica bem agitado e o bote estava sendo empurrando pra perto do paredão de pedras o q poderia causar um puta acidente. Aí então a dona mocinha nos pediu mt encarecida e desesperadamente q fôssemos até lá e “rebocássemos” o bote deles para um pouco mais perto do iate, já q como o deles era mt grande, eles não tinham como fazer uma aproximação. Como boas pessoas q somos, lá fomos nós ajudar uizámigu tudo q a gente nunca tinha visto antes e botar nossa vida em jogo. E não é q resgatamos mesmo?? E no braço! Aeeeeeeeee!! Um parabéns pra gente q evitou um belo desastre... Se Papai do Céu existe, essa entrou na nossa cota com bônus de 1000%! Pois é, aqui fica nossa boa ação e mais uma boa história pra contar pros netos. ANACAPRI e GROTA AZUL: Não falei no começo, mas ilha - na verdade - engloba Capri e Anacapri. Ao terminarmos o passeio na nossa lanchinha, decidimos pegar um busão e ir até Anacapri para de lá descer até a Gruta Azul. Já ouviram ou viram alguma coisa sobre?? Por favor, pesquisem pq o lugar é realmente maravilhoso! Vale dizer q normalmente vc chega até lá de barco. Vc vai em um barco maior, para na frente da gruta e é obrigado a trocar de barco, passando para um bote bem pequenino em razão da "pequeneza" q é a entrada da Gruta. Na verdade, pra passar no buraco da gruta tem q deitar no bote!! Imagina o tamanho... Oooooooooooooou vc pode ir tb de busão, como nós fizemos. Pegue um Capri-Anacapri, dps um Anacapri-Gruta Azul q saem toda hora e custam 1,50E cada trecho. Chegando no ponto final desse último ônibus q falei, tu desce uma escadinha q te leva a um pequeno píer com vááááááááários botes. Aí é só pagar 15E (tava nesse preço qdo fomos), esperar o seu bote com “marinheiro” e entrar naquela maravilha... Depois q vc entra, é permitido ficar sem palavras, chorar, vomitar arco-íris, exalar pétalas de rosas, pq é simplesmente absurdo o cenário e a cor daquela água... foi sem dúvida o lugar mais lindo de toda a viagem! Mas, infelizmente, é super rapidinho! Nosso piloto deu 2 voltas com a gente lá dentro pq falou q queria ser simpático! Parabéns moço, vc foi mesmo... Depois disso tudo, com a alma lavada e a cabeça bem longe, fomos dar uma voltinha em Anacapri… é tããããão miudinha, mas tão ajeitadinha. Vale uma voltinha, mas não te demanda mais q 2h30min, isso fazendo o passeio a passos de cágado e parando nas lojinhas... E voltamos pra Capri. ALIMENTAÇÃO: o que eu recomendo como alimentação por é comer um gellato de limão... se puder de todas as variedades q eles oferecem a partir do limão siciliano. Não tem como ser ruim! Já tava chegando o fim do dia e nós tomamos nosso rumo de volta à Sorrento!
  12. Vou começar tudo falando das estradas da Costa Amalfitana: só paisagem ABSURDA! Coisa de outro mundo de maravilha... e com sol ainda por cima, nem se fala, né!? Botei umas fotinhos lá embaixo, é só conferir. SORRENTO HOSTEL: Tb não há mt oferta de hostels lá, não. Ficamos então no Ulisses Deluxe (http://www.ulissedeluxe.com) q é, na verdade, meio hotel meio albergue (a estrutura predominante é de hotel). O preço é até legalzinho, sem café da manhã (mas vc pode comprar e é RE-GA-DO!), sem cozinha pra usar ou acondicionar coisas, mas com uma boa localização e o staff (q tá mais pra equipe de hotel) super gentil e prestativo. A cidade é minúscula, mas bem fofinha. Tem uma rua principal (Corso Itália) e várias outras ruelas ali em volta q vc conhece em meio dia brincando! As lojas são bem carinhas, mas se vc pechinchar e pesquisar legal vc encontra uns badulaques pra presentear os amados. Eu não sei onde minhas fotos de Sorrento foram parar (só achei uma aqui chegando à cidade), mas é isso: *Acredita na tia aqui, meio dia vc já rodou ela toda! ALIMENTAÇÃO: Eu indico 2 lugares: Ristorante Bagni Delfino (fica no finalzinho da Mariana Grande e tem uma pizza delícia!) e o Buganville (fica na Corso Itália e tem pratos variados pra todo e qualquer gosto... sanduíche à lagosta). POSITANO e AMALFI Dá facilmente para fazer essas duas cidades no mesmo dia. Como estávamos hospedadas em Sorrento (e eu realmente recomendo essa estratégia!!) fomos de ônibus. A empresa q faz esse trajeto é a SITA, e o ônibus sai (relaxe pq há vários ao longo do dia) da Circumvesuviana Train Station com destino a Amalfi, parando em Positano. Compramos os tickets por lá mesmo com validade de 24h e pagamos 7,60E. Gente, como já disse ali em cima: as estradas só proporcionam vistas animais e dão um pouco de medo às vezes, pq são suuuuper estreitas (em vários momentos só um carro/ônibus consegue passar na estrada) e na beira – muitas vezes – de pequenos penhascos... Mas vale mt a adrenalina: dá só um bizú nas fotos lá embaixo! Primeiro fomos à Positano, e o ônibus te deixa na estradinha e para chegar até o “centro” da cidade e na praia vc tem q descer por umas ruelinhas, umas escadarias q passam praticamente dentro das casas das pessoas, e cada uma dessas escadinhas tem nome de rua... achei o máximo! Põe uns 20 min descendo aí nas suas contas (agora pensa na subida...) q vc chega lá embaixo. A cidade é bem pequena mesmo, mas mt fofinha e carinha... . Caminhamos para conhecer um pouco do lugar e dps sentamos num barzinho lá, pegamos umas cervas pra desfrutar daquela cena toda. Aí, (como nós, brasileiros, somos onipresentes nesse mundão de meu Deus) umas tias brasileiras surgiram do além e puxaram papo com a gente, nos contanto como é cansativo e desgastante ficar viajando pelo mundo... *Ok, tias… recado anotado! Se quiserem trocar de profissão ou adotar uma neta, tô aqui à disposição. Passadas umas horinhas e umas cervejas a mais, fomos nós rumo à AMALFI. Lembram aqueles 20min de descida pelas escadinhas??? Então, dobre o tempo, o fôlego e a força nas pernas e vc estará de volta ao ponto de ônibus para seguir sua viagem... Cerca de meia hora depois, lá estávamos nós em Amalfi. Eu achei a cidade mais sem graça q Positano, mas tb gostei... Ela é pequititinha e a Igreja de Sant’Andrea é bem bonitona mesmo e brilha. Inshalá! Demos mais uns rolés por lá, vimos a moda e as tendências, lanchamos de levinho, e quando já no pôr-do-sol, voltamos pra Sorrento. Aí, vcs imaginem as paisagens q pegamos em mais cerca de 1h20min de viagem... Ai, ai, ai... só aquilo já vale a viagem! Capri vem no próximo!
  13. Saindo de Roma, nosso destino era Sorrento. Lá ficaríamos por 4 dias e nosso roteiro incluía um rolé pelo resto da Costa Amalfitana (Positano, Amalfi, Capri e Anacapri) e uma ida à Pompeia, a qual decidimos ir já no primeiro dia. Lembram q no começo falei q a Costa Amalfitana é o lugar mais indicado para não ir de carro. Pois é, guarde essa dica com carinho pq é MESMO!! Só até Pompeia q nós usamos o carro, pq além das estradas serem complexas (mtttttt estreitas e os motoristas lá não tem amor à vida!) o preço dos estacionamentos é o olho da face! Aliás, dois olhos da face! Vamos lá, gente: 20E por 4h????? POMPEIA Não compramos ingresso com antecedência, mas tb não pegamos nenhuma fila praticamente (o preço inteiro foi de 11E, sem a subida até o Vesúvio, mas vc pode optar por esse passeio completo). Eu sei q havia 2 lugares diferentes pra comprar, no q fomos (um pouco mais distante do portão de entrada –Piazza Esedra) havia 2 pessoas na nossa frente. Na outra bilheteria, q é bem em frente à entrada, a fila dava voltas. Dica dada! No entanto, se quiser garantir o ticket com antecedência e ir de cabeça fria, tá aqui o link pra vc ser feliz desde já: http://www.pompeiturismo.it/index.php?Itemid=28&lang=en. Bom, pra qm por acaso não sabe, Pompeia foi uma cidade destruída pelo vulcão Vesúvio há muito tempo atrás, na ilha do Sol (não, não, não... essa última parte é mentira! AHahhaha)... E até hoje tem coisa conservada por lá, inclusive corpos q acabaram petrificados pela lava expelida na erupção nas mesmas posições e expressões faciais do momento do desastre. Não vou falar mt sobre isso, mas tem umas informações simpáticas aqui: http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/a_tragedia_de_pompeia.html pra quem se interessa por História, ou talvez pra fazer despertar a vontade de visitar o lugar. Eu achei o lugar interessantíssimo, as ruínas, as peças q ainda estão lá impressionam... Pra isso, não deixe de comprar o guide tour senão vc não vai entender quase nada até pq são ruínas, né?! Outro fator é q mts dos objetos e afrescos q lá estavam foram levados pro Museu Arqueológico Nacional de Nápoles – q nós até tentamos ir, mas nosso apuradíssimo senso de localização não nos permitiu achar... Beeeem, eu sei q tava um dia bem bonito, mas o sol e calor castigando. Gastamos umas 4h a 5h lá dentro, pq o lugar é bastante grande mesmo... mas acho q foi mt preciosismo nosso pq chega um hora q – na minha humilde opinião - vira tudo um grande “mais do mesmo” até pelo fato de q vários itens já nem estão mais lá em exposição. Acho q fazer umas 3h com disposição, pesquisando antes as partes de maior interesse, pegando o mapa e traçando uma estratégia seja o mais indicado pra tu não ficar lá dentro rodando como uma barata tonta. DICA:: leve um lanche e bastante água! Os preços lá são bizarros... e é quase um cartel. Do contrário, se prepare pra gastar 3E numa garrafinha de água. Um fato triste, muito triste é q em perdi minha identidade lá... Na verdade, foi em algum lugar por lá. Nem sei onde foi, mas perdi!! Eu esqueci de falar no momento certo, mas já havia perdido minha carteira de estudante em Nice. Só me restava meu passaporte!! E eu ia ter q pagar tudo no preço inteiro!! #chatiada #todaschora #luto Depois disso, a gente tinha a pretensão de ir à Nápoles, dar uma voltinha, conhecer um pouco da cidade, parar naquela pizzaria famosa e comer um pizzazinha gostosa... Mas a gente passou por lá, ficamos rodando quase uma hora de carro e não achamos um lugar sequer q despertasse uma mínima vontade de parar o carro e descer. Desculpa qm gosta, mas achei Nápoles HORROROSA! Um aspecto sujo, mal cuidado, desorganizado, perigoso... E olha q sou do RJ, e aqui desviar de pivete e assaltante é quase modalidade esportiva! No próximo falo sobre as outras cidades!
  14. Depois de um dia inteiro de mt chão, chegamos em Roma mais de meia-noite. Conseguimos uma vaga bem próxima do hostel, mas a essa hora não é preciso pagar pelo estacionamento no parquímetro (o horário era entre 8h e 19h, ou algo assim)... Acontece q no dia seguinte, estávamos cansadas, acordamos um pouco mais tarde, e lá estava uma bela multa no carro! AHHAAHHAHA 40E!!! Mas fazer oq!?!? Pagamos na tabacaria (aliás, lá td se faz e se compra numa tabacaria, impressionante!) e fomos ser felizes, mais atentas e pobres q antes... #todaschora ROMA Roma é uma cidade absolutamente impressionante! Tudo impressiona no lugar: a arquitetura, as ruínas, a cultura, a história toda, a comida, o vinho... o trânsito, a quantidade de excursões infernais nos lugares...! HOSTEL: A Itália, em geral, não é mt boa em ofertas de hospedagens, principalmente com custo-benefício bom. Optamos pelo The Yellow (http://www.the-yellow.com), q foi mt bonzinho, arrumadinho... mas caro! Não tem cozinha à disposição, nem wi-fi nos quartos. Em contrapartida, eles disponibilizam café da manhã MUITO gostoso e bem servido num preço razoável (há várias opções no menu), além de servirem refeições em preços acessíveis. É tb razoavelmente bem localizado. No geral, achei bom... mas bem carinho pro q oferecem em contrapartida! Roma Pass: Ouvi mta gente falar sobre ele e seus benefícios e, seguindo o q eu já vinha fazendo nas cidades maiores e mais cheias, comprei o Roma Pass tb. Dá pra comprar online (http://www.romapass.it/p.aspx?l=en&tid=2), nos pontos de informação turística por lá ou (como eu fiz) eu quase todas as tabacarias da cidade. Fácil e rápido. :'> Paguei 30E (acho q agora já tá 34E), valendo por 72h e entrei 0800 nos 2 primeiros monumentos (eu escolhi o Coliseu para já cortar aquela fila monstro q fica lá... vale como dica! E o Foro Romano.) e tive desconto em alguns outros lugares q fui. O Pass tb dá direito a transporte público free e desconto em restaurantes, museus, atrações, bares... Nos dias q passamos lá (ao todo 5 – NÃO FAÇA MENOS Q ISSO, SÉRIO!), fomos ao basicão: Coliseu (foda, sem mais.), Foro Romano, Fontana di Trevi (MARAVILHADA com aquilo!), Piazza Navona (a mais bela delas), Piazza di Espana, Pantheon, Palatino, Monte Capitolino, Piazza Del Popolo, Jardins da Vila Borghese... além do Vaticano, claro. Além disso, minha forte recomendação é entrar em todas as igrejas q vc encontrar pela frente; nunca se sabe qdo vc dará de cara com um Caravaggio, um Da Vinci, um Michelangelo, um Rafael... ou simplesmente vai ficar babando naquele esplendor todo! Minhas maiores recomendações são: Sant'Ignazio di Loyola, San Luigi dei Francesi, Basilica di Santa Maria Maggiore, Basilica di St. Augustine in Campo Marzio, São Pietro in Vincoli (praticamente só tem o Moisés, de Michelangelo)... O outro programa q eu fiz 0800 com o Pass foi o Museo Nazionale Romano. Achei bem interessante tb, vale a dica! Não posso falar mais q: “caminhe por Roma”!! Mas, serinho, reserve um tempo pra se jogar em Trastevere. É um bairro famoso e com um ar delicioso, vários restaurantes bons e preços legais... senta por lá, pede um vinho da casa, algo pra comer e fique olhando a vida passar! Um outro lugar q me deixou babando foram os Jardins da Villa Borghese! Reservem um tempinho e cheguem lá tb, vale demais a pena! CONTANDO DERROTA: não façam como eu, reservem o ingresso da Galleria Borghese com antecedência (http://www.galleriaborghese.it/default-en.htm). Fomos lá e já estava esgotado até agosto! VATICANO: compramos as entradas online e com antecedência. Não só indico q vc faça o mesmo, mas faço desse o meu maior conselho! AHAHHAAH A fila não é grande, não, é absurda... e embaixo daquele sol! Saravá!!!!!!! FATO q se não tivesse comprado antes, não ficaria lá naquela fila nem a porrada! Tá aí o link http://www.rome-museum.com/br/reservas_museus_vaticano.php pra ajudar uizámigu! Vou evitar maiores comentários sobre os museus, a Sistina e blá blá blá, pq eu acho q sempre vale a visita e ver com os próprios olhos... No entanto, gostando ou não, não reserve menos q um dia pro Vaticano. Não é tãããããão grande, mas tem bastante coisa pra ver, muitas excursões asiáticas infernais pra desviar , muitas filas pra esperar... q vc fica meio... meio... meio... AHAHAHAHAHHAAHAHAHA, foi mal o palavreado ae! ALIMENTAÇÃO: tb não tenho nenhuma indicação específica - até pq não lembraria mesmo os nomes, mas garanto q em Trastevere vc achará excelentes restaurantes. E, como eu disse no começo, peça qlqr coisa com frutos do mar q é quase sempre acerto!! Uma situação engraçada q me aconteceu foi quando pedi uma lula (eles chamam de calamari por lá) e o garçom – q tinha uma cara de Traquinas Meio-a-Meio, sabor turco com italiano – ao trazer meu prato, me negou o azeite dizendo: “no, no, no. No bueno!”, virou as coisas e saiu andando. Como assim, tio???? Só q ele não ficou satisfeito... Já q não tinha azeite para temperar, resolvi pegar o limãozinho q já tava no pranto. Ele, então, saiu da pqp de onde ele tava, veio até a nossa mesa, suuuuuper feliz e falou: “ahhh, sí... questo và bene!”. Deu um tapinha no meu ombro, virou as costas e saiu sambando! E eu, de novo: AHAHAHAHAHAAHAHAHA! Assim eu termino meu relato sobre Roma. Bjs, italianos... seus lindos!
  15. Seguindo pela estrada q nos levaria à Roma, chegamos à: SAN GIMIGNANO Uma cidadela – conhecida como a Cidade das Torres e patrimônio da Unesco - mttt fofa, bem pequena, acolhedora… só q era feriado nacional na Itália e estava LOTADA! Lotada na rua, na praça, no banheiro, nos cafés, nas muretinhas, nos restaurantes, na vendinha, na gellateria... Owwwww, sorte! Ahhahahaha. Mas ainda assim vale muito a pena e achamos a cidade uma graça: dar uma rodadinha básica lá, tomar um café e apreciar a transportação q aquelas ruas e prédios antigos te fazem para algum lugar do passado. Além disso, as lojinhas são umas graças e há mts delas pra vc garimpar alguma lembrança... Ficamos por lá umas 4h e digo q é suficiente pra rodar na cidade, bater perna, e tomar um cafezinho. Foi corrido, mas dentro do q planejávamos isso cabia bem... logo, meio dia pra San Gimignano é super suficiente! :'> Continuando o caminho, nos bateu uma fome grande e nosso destino era Siena, o q nos tomaria um tempinho ainda na estrada. Optamos, assim, por dar uma paradinha em Volterra, cuja cidade eu não sabia de nada, para tomar um lanche ou comprar alguma coisa pra comer numa loja qualquer... VOLTERRA Chegamos em um café e o dono foi tão simpático, mas tão simpático q a gente resolveu dar um rolé na cidade. E não é q a gente se amarrou?!?! Pois é, ela tem aquele estilo bem próprio da Toscana, calma, um museu a céu aberto – como quase tudo por lá. Dei uma pesquisada e vi q a cidade tem pra lá de 3.000 anos de idade. Ai, ai... e Brasil aqui com seus 500 e poucos! AHAHAHA. A cidade estava bem vazia, principalmente se comparado com San Gimignano, vale dizer. Mas o q nos supreendeu mt mesmo e fez toda aquela improvisação no roteiro valer a pena foi q encontramos ruínas de um Teatro Romano por lá... Foi o primeiro q vimos na Itália e a impressão era de uma conservação absurda pra idade q tem! Fiquei de cara com aquele cenário e já indicaria a cidade só por isso. Quem gosta de história então nem se fala! Logo, Volterra é uma dica q eu dou. Algumas horinhas (acho q ficamos lá umas 3h) e já tá lindo! SIENA Chegamos em Siena já quase 20h, mas ainda estava bem claro (aaaaaaaaah, como eu amo esses dias longos!!! ) e como era feriado a maior parte das coisas estavam abertas (tá vendo?! Nem tudo é negativo!). Caminhamos pela cidade e fomos até um restaurante q – segundo as avaliações do Trip Advisor – era o melhor da cidade (chamado La Taverna di San Giuseppe) e ficava bem no final de uma ladeira, mas era óbvio q estaria lotado. E realmente estava; só com reserva. Tudo bem, o dia estava bonito, então voltamos para a Piazza Del Campo, escolhemos um restaurante lá q estava mais ou menos em conta e sentamos só pra apreciar o fim daquele dia, comer e beber algo pq ainda tinha um puta chão pela frente para chegar até Roma! Dizem q a catedral de Siena é belíssima, mas pela hora q chegamos não conseguimos entrar... Apesar disso, a cidade é outra coisa maravilhosa, a arquitetura, a história intrínseca, o ar... Enfim, já falei tanto q fica até repetitivo! DICA: Experimentem uma bebida chamada Spritz. Ela leva vinho, soda (tem lugares q trocam essa mistura por prosecco), Aperol (tipo um licor q é um mix de laranja e infusão de ervas), fatias de laranja e gelo! É uma delícia e combina absurdamente com as temperaturas mais elevadas, pq é bem leve e refrescante! Além disso, quase sempre há promoções envolvendo o spritz nos restaurantes e bares, pq pra eles isso é tipo a nossa caipirinha: bem tradicional!
  16. Nossos passeios pelas cidadezinhas próximas à Florença começou ainda no segundo dia q estávamos na cidade... Lá pelas 17h, 18h, as coisas já iam fechando e como era abril, quase maio, o sol só se punha dps das 21h. Nossa decisão? Pegar o carro e sair rodando por aí... encontramos várias vistas maneiríssimas, andamos por aquelas vinícolas MA-RA-VI-LHO-SAS e eu só lembrando do The Godfather (Poderoso Chefão)... Tá, eles são da Sicília, blza, mas não importa. Lembrava disso o tempo todo! AAHAHAHA... Meu sonho secreto de ser mafiosa. CASTELLINA IN CHIANTI Enfim, sei q numa das andanças, achamos uma pequena cidade (bem pequena mesmo!) cuja fonte de renda é... vinho, claro! Ela se chama Castellina in Chianti e eu havia lido alguma coisa sobre na internet (não lembro exatamente qual era, mas esse aqui já dá uma boa ideia da região de Chianti em geral: http://planodeviagem.wordpress.com/2011/07/05/o-lindo-vale-de-chianti/). Paramos numa loja/depósito q é a revendedora de uma pequena produtora (as produtoras lá são consorciadas sob a denominação “Chianti Clássico Gallo Nero”... tem outros consórcios, mas esse é o maior) de vinhos e outros produtos derivados da uva e da oliva... no dia em q chegamos não havia mais tours, então agendamos para o dia seguinte. Pagamos o valor de 25E, salvo engano, q nos dava direito, além do tour pelas instalações e algumas explicações sobre a produção deles e sobre vinhos em si, uma degustação e um brinde (foi um abridor de garrafa ....  )! No dia seguinte, só tínhamos nós. A moça q nos conduziu no tour foi extremamente simpática e detalhista na “apresentação” dela... eu A-DO-REI a experiência, as histórias, os aprendizados, além de ter tido a oportunidade de beber alguns vinhos às 10h da matina! ãã2::'> Vida boooa! Bem, o ‘passeio’ termina na loja deles, e é óbvio q compramos alguns vinhos e outras coisas mais. De lá, seguimos viagem até San Gimignano, Volterra e Siena, passando por outras cidadelas só pra curtir as paisagens... Mas resolvi encurtar esse post só pq as fotos vão ocupar mt espaço! Ahahahha Aí, decidi só colocar as fotos aqui de Castellina e das paisagens q vimos rodando de carro por lá.
  17. Chegamos em Florença à noite e por lá permanecemos outros 3 dias inteiros. E acho muitíssimo razoável e um período bom pra desfrutar da cidade, ir aos museus e dar um rolézinho na região da Toscana (principalmente se vc tiver um carro à disposição!). Nós fomos para Siena, San Gimignano, Castellina in Chianti, Volterra, uma passadinha em Montepulciano só pra ver o visu, além de rodar pelas estradas da região só pra ficar apreciando a beleza daquele lugar. Mas depois falo melhor desses lugares... Inicialmente, tínhamos pensado em ir no esquema de day trip. Mas achamos melhor parar nas cidades e conhecer um pouco melhor qdo já estivéssemos em direção à Roma, pois nos pouparia tempo para ficar um pouco mais em Florença e tb para só rodar nas estradinhas entre as infindáveis vinícolas da Toscana. FLORENÇA Eu, particularmente, AMAAAY Florença! Achei uma cidade fofa e encantadora por ser um verdadeiro museu a céu aberto como a Itália sabe ser como nobody else! Vale o esforço e disponibilidade pra ficar um tempinho bom lá e respirar aquele ar... HOSTEL: Escolhemos o PLUS Florence (http://www.plushostels.com) q é um hostel mt bom e com um preço razoável. Na verdade, é uma cadeia de hostels bem famosa na Itália... e por ser beeem grande, ter uma ótima estrutura (lavanderia, piscina, sauna, barzinho...) e um café animal (q não está incluído no preço da diária) é difícil de interagir com o povo e conhecer gente. Só q as nossas colegas de quarto preencheram nosso vazio: eram duas americanas MUCHO crazy q chegaram tds os dias MUCHO lokas no quarto, dormiam com a roupa da night e com aquela maquiagem toda na cara, ai acordavam sempre meio assim: Só pra assustar aizámiga tudo!! Ahahahahah... Mas eram gente boa, se esforçavam para não avacalhar o quarto e nossas noites de sono... fofas! Caminhamos muito pela cidade, fomos aos principais pontos novamente como: Duomo de Santa Maria del Fiore, Piazza della Signoria (onde fica a Fonte de Netuno, uma réplica de Davi, vááááárias outras obras tb), Pallazzo Vecchio, Galleria degli Uffizi (compramos com antecedência e eu SUPER indico fazer isso, pq a fila pra comprar na hora – papai! – é GIGA!), Ponte Vecchio, Battistero, Palazzo Pitti & Giardino Boboli (Galeria Palatina)... Tem um detalhe de q na Piazza della Signoria há váááááááááááários ambulantes, vendendo todo tipo de traquitana imaginável... bem daquele estilo q a gente vê por aqui com coisas q voam girando e piscando pelo céu, bolhas de sabão, entre outros produtos certamente originais e produção independente. Só marca boa e de procedência indubitável... Mas o q eu recomendo mais fortemente é – sem dúvidas! – subir até a Piazza Michelangelo e desfrutar da melhor vista de Florença, na minha opinião. Mt gente vai lá, principalmente no pôr-do-sol, leva um bom vinho, uns quitutes, senta lá, curte um sonzinho (sempre tem um artista de rua FODA tocando por lá!) e simplesmente pangua curtindo aquilo tudo! Fomos lá todos os dias e voltaria lá todos os demais dias até sempre... :'> É um chão e mts degraus, já adianto... mas vale todo o esforço! E se vc não for mt disposto assim ou se te faltar tempo ou se te faltar saúde e pulmões, ainda rola um busão até lá! Outra recomendação? Não poderia ser outra senão a Feira de São Lourenço (dei uma pesquisada aqui e parece q não funciona domingo e segunda, vale confirmar isso ai)!! É animal, mt grande, com mtttt variedade, várias coisas com preço de gente como a gente... e é próxima do Mercado Central onde vc acha comidinhas e alimentos q cabem e se adaptam ao seu estômago e bolso. Tome um gelatto por lá. Sem mais. ALIMENTAÇÃO: Comemos em alguns lugares por lá, mas o que eu mais me lembro foi de um onde comemos – prestem bem atenção – umas das carnes mais absurdamente saborosas q eu já comi na minha vida! Mas não lembro o nome e juro q vou procurar aqui com todo afinco e edito qdo achar! A outra dica é o Tijuana... é, sim, um restaurante mexicano, mas vale a pena. Não é MT caro, as bebidas são ótimas e fica bem agitado qdo vai escurecendo... Fica a dica!
  18. Depois de um café reforçado, de novo com pé na estrada e lá fomos nós em direção à Pisa. No mesmo dia – antes de chegar em Florença – escolhemos passar ainda em Lucca. PISA Bem, existe um graaaaande “campo” na cidade, onde ficam o batistério, a catedral, alguns museus e a famosa torre. E é só o q existe de relevante na cidade mesmo! AHAHAHAHAAH. Mas vou te falar: é belíííííssimo e a inclinação da Torre é MUITO impressionante. E é mais torta do q qualquer foto pode tentar mostrar. Pensei em subir nela, mas só pra ir lá eram 18E!!! Gente, não acho q valha a pena, já q pra mim a graça é mesmo ver de fora... Além disso, não tinha a entrada só pro Batistério, só a conjugada com a Torre q era 25E. Só se for Tio Patinhas life style... AHAHAHAHA SQN! Óbvio q não fui! Tão achando q eu achei meus ricos dinhEurinhos no lixo?! No entanto, a entrada da catedral tava 0800, e claro q eu fui desfrutar e dar uma espiada. Achei bela, mas praticamente vazia, quase sem acomodações, bancos... vazio mesmo. Mas com uma estrutura maneira e belas cenas pintadas em suas paredes e teto. Ficamos lá por cerca de meio dia (MAIS Q SUFICIENTE), compramos uns lanchinhos numa vendinha e pé na rua de novo até Lucca! LUCCA Já ouviu sobre essa belezura em algum lugar? Se não, vale a pena conferir mais a respeito aqui oh: http://www.viajenodetalhe.com.br/2012/02/lucca-toscana-italia/. A parte murada da cidade é pequena e dá pra fazer a pé confortavelmente no período q fizemos. Tem gente q gosta de bike e lá deve ser maneiro dar um rolézinho. Cidade pequena, bonitinha, com aquele ar pacato e tranquilidade interiorana... Eu, particularmente, gosto muito. Não sei pq, mas em Lucca, resolvemos ir ao Museu da Tortura... Pagamos 6E e eu achei q valeu a pena ao menos para ver uns bagulhos sombrios e pra lembrar como o ser humano pode ser perverso. AHhaahhahaha... foi divertido mesmo! Até recomendo. Esse tipo de museu é sempre um tapa na nossa cara. A gente comeu lá, mas nem vale indicar pq era caro, não era bom e depois de pedir um aperitivo, até nós achamos melhor não pedir o prato principal e ficar só na cerveja mesmo! Volto falando de Florença!
  19. Saímos numa segunda-feira, bem cedo de Milão com destino à La Spezia, que é a maior e mais desenvolvida cidade perto das Cinque Terre (se não conhece, vale a pena dar uma olhada aqui: http://www.viajenaviagem.com/2012/04/cinque-terre/) . Não reservamos acomodação antecipadamente; chegamos lá e fomos à procura de um B&B. Infelizmente não lembro o nome do lugar , mas se achar coloco aqui. Na verdade, foi uma história mt louca: Chegamos em um B&B q já não tinha mais vaga, e a dona do lugar – mt simpática – nos indicou a outra pessoa. O cara demorou uns 30min até chegar no lugar e nos apresentar. Entregou-nos a chave e disse para (ao sairmos no dia seguinte) deixar a chave em cima da mesinha e bater a porta; pagamos 70E e só. Terminou q a casa inteira ficou com a gente, pois não tinha nenhum outro hóspede. Deixaram até uma boa cestinha de café da manhã, tinha banheiros e quartos MEGA espaçosos... :'> Cinque Terre Quando era quase 10h, pegamos o carro e optamos por começar por Monterosso. Estacionamos lá, demos uma voltinha pela “orla” q tem lá, vimos umas lojinhas. Como estava um nublado e chegamos um pouco tarde, fomos à estação e compramos nossos Cinque Terre Card (compra-se direto na estação e o preço foi 10E) q dá direito à utilização ilimitada dos trens q fazem o trajeto das cinco cidadelas por um dia. Dali partimos para Vernazza. Uma cidade MT maneira, bonita e interessante. Vc pode subir num lugar q é uma espécie de ruína de um castelo (ou sei lá oq é aquilo, mas é tipo isso... ahahhaah) e ter uma vista incrível. E olha q o dia não estava bonito, mas ali as nuvens já foram abrindo aos poucos. Depois de Vernazza, nosso destino era Corniglia. Lá vc precisa subir VÁRIOS (literalmente, gato ) degraus até chegar à cidade mesmo. Então, prepare as pernas e o fôlego e as pernas de novo e vá na fé... De todas as cidades, confesso q essa foi a q eu menos gostei e achei bem sem gracinha. Apesar de ter uma bela vista lá de cima e imaginar q entre agosto e outubro deve ter um visual animal já q nos paredões da costa há algumas vinícolas. A quarta cidade era Manarola. Chegando lá, vc pega uma espécie de um pequeno túnel q te deixa na entrada. Achei a cidade fofinha, com várias lojinhas q cobram os olhos da cara por qualquer lembrancinha ... Realmente, não estava afim de gastar a pequena fortuna q eles cobravam nos ímãs de geladeira. Só caminhei, comprei um sorvetinho e já tava ótimo! Indo embora de lá com destino à próxima, tive um dos momentos mais belos: era o sol dando o ar de sua graça em meio às nuvens no céu. Uma imagem espetacular q eu botei aqui embaixo, nos anexos! A quinta e última foi Riomaggiore. Talvez tenha sido pelo fato de que o tempo estava melhorando, mas essa foi a cidade q mais gostei. Achei fofíssima, mt bela, mts lojinhas (bem caras tb), mts bares, mts restaurantes... com uns visuais bem bonitos! Indico SUPER! Voltamos à Monterosso já quase 21h e decidimos jantar por lá mesmo. Boa decisão, devo dizer! Paramos num dos restaurantes q ainda estavam abertos, pedimos uma garrafa de vinho da casa, uma pizza, com entrada, pagamos uns 15E cada e voltamos felizes para La Spezia. A noite tinha q ser boa, pq o próximo dia era à caminho de Florença, passando por Pisa e Lucca. Cena dos próximos capítulos... OBS: Há outros meios de vc percorrer as Cinque, como de barco, carro e a pé. Por diversos fatores (principalmente o tempo q tínhamos e as condições climáticas) optamos só pelo trem. Ficamos só um dia, mas recomendaria 2 dias para fazer com calma, desfrutar das diversas opções e dar uma chegada em Portovenere!
  20. MILÃO Bem, cheguei em Milão dia 19/04, Luana (minha amiga) só chegaria dia seguinte. Como cheguei no final da tarde, tava frio e chovendo, optei por dar uma descansada no albergue e sair pra comer uma pizza: quatro queijos, muito gostosa, numa biroska da esquina qualquer! No dia seguinte, acordei e fui buscar minha amiga no aeroporto e lá já pegamos o carro (um Fiat chinquechento, 1.0, 2 portas) que alugamos para ficar 18 dias, no valor de 450E (25€ a diária), com seguros e taxas incluídos. Achamos o carro bem bonzinho, não nos deu nenhum problema (e olha que a gente rodou com ele, hein!!). A empresa que efetuou a reserva foi a Europcar (http://www.europcar.com/) e o atendimento lá foi ótimo, bem rápido e a reserva estava perfeitinha! Estimo que gastamos cerca de outros 250€, entre abastecidas e pedágios. Se valeu a pena alugar um carro direto?? MUITO! A Itália, principalmente a Toscana, é feita pra se rodar e apreciar aquelas paisagens e cidadezinhas MA-RA q tem por lá! Curtimos MUITO e não nos arrependemos em nada de ter ficado com o carro direto, apesar do trânsito louco e dos motoristas sem amor às suas próprias vidas! As únicas ressalvas que faço são o de rodar com o carro dentro das cidades durante o dia - principalmente Roma -, e nas estradas da Costa Amalfitana que também dispensam o carro (tanto pela dificuldade, como pelas belas vistas que valem a pena somente ficar lá admirando): pegue o busão e vá ser feliz sem se preocupar! [/i] Outro fator foi q o aluguel do GPS era caríssimo – cerca de 17€ a diária ( !???!?!) - e precisaríamos dele porque rodaríamos em muitos lugares. Então optamos por comprar um por lá mesmo! Escolhemos um de 99€, MT bom, q tinha os mapas bem atualizados e não nos deixou na mão em nenhum momento! Lindo e belo até hoje! HOSTEL: Reservamos o Hostel Colours (http://www.hostelcolours.com) e gostei bastante. Ele é relativamente novo, mas muito confortável. Os quartos são beeem espaçosos, tem metrô perto, alguns restaurantes bem legais Tb ficam próximos, o staff é simpático e atencioso. O único problema que eu vejo é não poder usar a cozinha para cozinhar, apesar de ter geladeira à disposição. SOBRE A CIDADE: Bem, começamos a passear pela cidade logo depois de deixarmos o carro no albergue. Optamos pelo metrô pq era bem próximo do hostel e nos levávamos a quase todas as principais atrações de Milão. E, apesar de estar chovendo e fazendo um frio considerável, queríamos passear pela cidade. Fizemos aquele roteiro que todos devem fazer minimamente, eu acredito: Duomo (super bonito, mas MT mal iluminado por dentro), Castello Sforzesco, Teatro Scalla, Galeria Vitorio Emanuelle II e mais várias outras pequenas curiosidades no entorno dessas atrações. Como eu disse, o dia estava chuvoso então nos atrapalhou um pouco na hora de desbravar a cidade. CONTANDO DERROTA:Como MUITO pesar digo que não reservamos a entrada com antecedência para o Cenacolo Vinciano (onde - como vcs devem saber - fica a “Última Ceia”, de Da Vinci). Mas tentamos a sorte e fomos lá ver se tinha alguma desistência ou alguma vaga aberta de última hora: só que não! Não tinha data para o próximo mês inteiro! . Fiquei frustrada, mas não tinha muito o que fazer. Pra evitar essa frustação, comprem o ingresso com antecedência: http://www.vivaticket.it/?op=cenacoloVinciano. Fomos ainda ao estádio San Siro (q é ao mesmo tempo da Inter de Milão e do Milan), mas no dia que estava jogando era a Inter. Isso já foi no dia seguinte, não chovia mais, mas fazia um belo de um frio. O jogo em si foi bem sem graça (1x0 Inter em cima do Parma - paguei 27E), mas o San Siro tem um estrutura bizarramente escrota! Entre todas as coisas estranhas e mal arrumadas, a que eu fiquei mais de cara foi q no banheiro das mulheres, a privada é simplesmente um buraco no chão... isso mesmo: um BURACO NO CHÃO! E eles não te dão papel higiênico! Nooossa, que eca daquele lugar. E o cheiro, acho que vcs conseguem imaginar... Mas valeu a experiência e foi um divertido programa de aniversário. Nesse dia ainda aproveitamos para passear na Corso Buenos Aires, q é uma rua enooooorme, cheia de lojas com coisas bem bonitinhas, bem variadas, para todos os gostos e pagáveis! Quem quer marca, é só seguir nessa rua que ao final chega no “quadrilátero fashion”, onde ficam as lojas das grifes mais famosas e absurdamente caras do mundo. A sensação é q estão te assaltando sem arma... mas vá lá, tem gente q gosta, né. BALADA: Os caras dos hostel indicaram um bairro (ou talvez uma região...) chamado Conchetta. Chegamos lá e é bem legal mesmo. Tem umas boates, uns barzinhos, uns restaurantes... para todo e qualquer gosto, bolso, disposição e orientação. Não abusamos MT nas saídas, pq só ficamos 2 dias em Milão e sairíamos cedo no 3º para chegar a Cinque Terre. Minha impressão de Milão q a cidade é uma metrópole, meio ‘maaaaaarrô mênu’, mas dá pra se divertir e ver coisas bonitas e interessantes... Sugiro mesmo 2 dias inteiros lá para o básico e satisfatório.
  21. Continuando... Côte d"Azúr foi uma maravilhosa experiência, mas a estrada continuava e meu próximo destino era Milão, onde eu ia encontrar minha amiga. Ela chegaria no dia 20 de abril, um dia antes do meu aniversário, e passaria cerca de um mês comigo por lá. Mas mais à frente eu explico melhor isso tudo. Agora é hora de falar de como se fazer pra chegar em Milão a partir de Nice. Primeira coisa q eu acho legal dizer q não há trem direto entre as cidades. A solução foi mesmo foi pegar um trem até Ventimiglia (uma cidadela na divisa França/Itália), cuja passagem custou 5,50E na SNFC (http://www.sncf.com/en/passengers), e dps - lá na própria estação - comprar uma passagem para Milão, no valor de 30E, pela Trenitália (http://www.trenitalia.com/). Ambas as passagens eu comprei na hora, a primeira tem direto (a cada 30min, salvo engano); na segunda há um pouco menos oferta de horários, mas nada difícil ou de longas esperas, ao menos na época em que fui. Cheguei na estação de Ventimiglia (bem feinha e caindo aos pedaços) e tive a oportunidade de comer minha primeira pizza na Itália!!! :D Tava bem gostosa, mas o diferencial não era a massa, mas o molho: tomates realmentes frescos! E dps de mais um tempo de espera, chegou o trem da Trenitália: Papaiiii, muito zuado! AHAHAHAHAH... Balançava, fazia barulho, desconfortável e lerdo! Mas tdo bem, o importante era chegar sã e salva!! ... Passadas umas 4h e lá estava eu em Milão. A estação que cheguei já era BEM grandinha, e não era a maior! Já dava uma ideia de que Milão é realmente a "metrópole" da Itália. O hostel (pelas indicações do Hostelworld) era perto do metrô, então optei por poupar mais uns dinhEurinhos! Lá fui eu à procura do hostel again e sem muita dificuldade achei! Minhas Primeiras impressões da Itália: TRÂNSITO: Meu Deus, sério, o que eles fazem lá não é dirigir... MESMO! Nesse nível... Outro detalhe é que os italianos de fato reinventaram o conceito de espaço. Foi incrível ver a destreza que eles tem para andar e manobrar e ultrapassar e acelerar (e fazer barberagens) naquelas ruelas micro que eles tem lá, principalmente no sul! Era de cair o queixo... Além disso, não há lugar que eles não possam estacionar. Qualquer micro espaço é "mais que suficiente" para que estacionem, ainda que o carro fique em cima da calçada, na metade da rua, na transversal, na contramão, amasse a lateral, perca o retrovisor... nada disso é obstáculo. Além disso, a Itália tem a fama mundial de ter aqueles homens super, hiper, ultra, mega maravilhosos... mas oq eu vi foi: E isso: E isso: E eu fiquei assim: Pois é, mulherada! Mó decepção. Mas eles mexem mesmo na rua, fazem piadas, elogios, falam umas gracinhas, mas - em geral - nada ofensivo ou desrespeitoso. ORGANIZAÇÃO: Já haviam me dito que a Itália é bem desorganizada e tem quê dessa "bagunça" que a gente vê por aqui no Brasil. Eu, devo dizer, não costumo e não gosto de desvalorizar meu país e achar que tudo que vem de fora é melhor, mais evoluído e que as pessoas lá fora são mais educadas. Mas também gosto de ser realista e ver o que há de melhor e de pior por onde visito: ou seja, como as coisas funcionam nos outros lugares. E tive a impressão de que a Itália, de todos os países que fui, foi o país que estava mais afundado na crise. A situação política por lá é brabíssima e a corrupção é algo absurdo, até mesmo se comparado ao que vemos no Brasil! Não me senti insegura como me sinto caminhando nas ruas do RJ por medo de assalto, mas tb foi aonde eu fiquei mais tensa e senti receio de andar em determinados lugares (assim como em Paris). COMIDA: É fato q me decepcionei um pouco. Eu esperava comer a melhor massa da vida por lá. E é CLARO q eu comi bem (muito bem, na verdade!) Mas o que eu tiro pra mim é que o forte deles mesmo não é a massa em si, nem os temperos (acho que poucas culinárias do mundo usam tanto tempero como usamos no Brasil, não somente nos nossos pratos, mas também quando "abrasileiramos" algum tipicamente de outra cultura), mas a qualidade dos produtos e principalmente os frutos do mar. Eu comi os melhores camarões, lulas, peixes e polvo que já comi em toda minha vida por lá! De todos os jeitos: assados, grelhados, fritos, nos molhos, nas pizzas... a DICA, então, é pedir pratos que tenham frutos do mar! Esse é o diferencial! VINHOS: Pra quem gosta nem precisa dizer que é um prato cheio, né!? Principalmente rodar pela Toscana por aquelas belas vinícolas... Mas o legal mesmo (além de se ir ao mercado e comprar um vinho MARAVILHOSO a 5E) é chegar num restaurante e pedir um vinho de mesa (da casa) e degustá-lo a até 8E uma garrafa de 1L de um vinho muito saboroso! É espetacular simplesmente! Booom, dessa "introdução" que eu queria muito dividir com vocês , no próximo post já vou falar de Milão em si!
  22. Vou falar agora das outras cidadezinhas que fui ali na Côte, começando por: EZE VILLAGE É uma cidade bem charmosa q fica bem no alto da costa, a uns 30mim de busão de Nice. A cidade é realmente mt fofa e a graça dela é vc se embrenhar em suas ruelas! A atração principal eu diria q é o Jardin Exotic. Ele fica bem no topo da cidadela e vc paga pra entrar. Mas vou dizer: só pelo visú já vale, É BELÍSSIMO!!! O jardim em si tb é fofo e vale a visita!! Como eu já havia dito, meio dia lá é suficiente... No entanto, há uns dois hotéis lá q são animais. Até cogitei passar minha lua-de-mel um dia lá. Fico só imaginando como é acordar com aquela vista... ai ai!! Então, se vc quer um destino pra curtir as núpcias e se tem dinheiro no bolso, suuuuuper recomendo o lugar! Se não, faça como eu: não deixe de ir, mas só dê uma passada!!! De lá, parti para Mônaco, de ônibus mesmo, aproveitando aquele passe de um dia por 4E (lembram aquele q falei no outro post???) Mais uns 30mim e lá estava eu! MÔNACO Chegando na cidade minha impressão já foi meio: Tudo era tão bonitinho, arrumadinho, limpinho, perfeitinho... tudo era meio: Meio... Ah, enfim, era tão certinho demais que... bem, deixa pra lá! Ahhahaha Superando esse fato, andei pelo Cassino e vi os velhinhos jogando fora seus ricos dinhEurinhos , caminhei pela curva e túnel CLÁSSICOS do GP da Fórmula 1, fui ao porto e vi aqueles barcos maravilhosos... mas aí perdi o saco de caminhar e - pela primeira vez - resolvi pegar aquele ônibus "Hop On - Hop Off" (paguei 16E) pra agilizar no percurso pela cidade! Fui ao Palácio da Justiça, à Catedral, dei mais umas rodadas enquanto pude e fui em todos os pontos oferecidos pelo bus... Mas terminei achando a mesma coisa de Mônaco: Pra bom entendedor, meia imagem basta! Ahahhah Fiquei meio dia lá, e pra mim foi suficiente!! No máximo, 1 dia inteiro. Eu sei q no dia seguinte decidi ir pro outro lado da costa e optei por Antibes e Cannes. Comprei um ticket (6,50E) na estação msm q dava direito de ida-e-volta no trajeto Nice-Cannes, podendo fazer parada em Antibes e sem hora marcada pra nada! Muito fácil, barato e tranquilo! Viva o transporte público (não tão público) de qualidade! ***OBS: Meu primeiro contato com o trem na França foi traumático na parte estética: eles são feios, sujos, velhos... mas, em compensação, são pontualíssimos, eficazes e constantes. ANTIBES A cidade fica a uns 20min de trem a partir de Nice e é muito bonita MESMO! A orla dela é uma delícia e o dia estava maravilhoso! Vale uma caminhadinha lá... fiquei meio dia, curti o visú um pouco, mas garanto que não se trata de uma cidade indispensável no roteiro, apesar de belíssima!! De lá, tomei o trem de novo e em cerca 30mim já estava em Cannes! CANNES Chegando na cidade já fui direto pro famoso centro de exposições onde eles fazem o festival de cinema. Achei legal, inclusive a calçada da fama... assim, é legal, né?! Mas dá pra viver sem isso. HAHAHAHAH. Logo mais à frente tem tb aquele hotel famoso q é famoso pq os famosos ficam lá quando acontece o Festival... Ele é caro e é td o q eu sei sobre ele. Caminhei bastante na cidade, achei bem bonita, organizada... e a praia é de areia!!!! Só em Cannes e em Villefranche (falo mais adiante dela) a praia é de areia!! Até q enfim, né? Já tinha dado de praia de pedra! ahahah Foi lá, inclusive, q comi meu primeiro crepe na França. Pedi um de nutella com banana pra uma tia que ficava num quiosque na orla. Não lembro o preço e sei q não foi mt barato, mas juro q a vista e a fome q eu sentia justificavam o fato!! Sobre o crepe, o que eu posso dizer q a principal diferença do deles tá na massa q parece ser mais leve das q eu já e provei aqui no Brasil. Final do dia, depois de muito caminhar, lá estava eu de volta no trem a caminho de Nice!
  23. Oiii, Ratto!! Lembro de conversar com vc, sim!! Foi, sim, meu primeiro mochilão. Pretendo repetir já ano q vem, aqui na América do Sul, e ficar uns 2 meses lá. Não mudaria muita coisa, pq ao longo da viagem já fui adaptando várias coisas q vc só vê e conhece qdo tá lá, dps de um tempo na estrada vc faz as coisas no automático quase, né!? ... E não precisei de autorização, não. Eu saí da UE no meio da viagem, e o prazo passou a ser recontado, eu acho. E as únicas imigrações q eu passei em q eles pegaram meu passaporte, eu ainda estava no prazo de dos 90 dias. Qto à sua observação dos preços das passagens, ficou meio caro algumas delas - principalmente as q eu optei pelo trem de alta velocidade... Mas nem todas foram assim! Obrigada pelo elogio!! Em breve posto as demais! Bjs
  24. Oi "Winapa"! Meu e-mail é [email protected], fica a vontade pra perguntar oq vc precisa! Não precisa ficar apavorada de viajar sozinha, é muito mais fácil do q parece! Basta algum planejamento, bom senso e disposição! Quanto a idioma, ter um inglês básico já é tranquilíssiimo! Vi gente lá q mal sabia falar inglês se virando MUITO bem! A Suíça, em geral, é MUITO cara! Pesquisa isso e pense tentar ir pra Veneza, Florença e depois Roma ao invés de Zurique e Berna... acho até q encaixaria melhor nesse roteiro ai. :'> Bjs!!
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