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thisamura

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  1. Mouro, na baixa temporada e com uns 3 meses de antecedencia, dá pra encontrar passagem SP-Quito-SP por cerca de US$ 500 com taxas inclusas. Isso é menos de 1 pila. Mas como vc vai na alta, não sei... Bom, pesquise bem, além da LAN, na Taca, Avianca e Copa. Para hospedagens de 1 mes ou mais dá pra negociar um quarto individual em hostels. Prefira a área de Mariscal, que tem uma boa estrutura de serviços e bastante estrangeiros para voce se confraternizar. Acho que vc consegue ficar um mês hospedado por uns US$ 250. Qdo fui fiquei em um quarto com banheiro recem reformado por US$ 10, sem café. Chama-se El Taxo.
  2. Olá Thaiza, O aeroporto de Congonhas é mais perto do centro da cidade (onde fica a Av. Rio Branco), portanto melhor pra chegar, mas é tudo questão de custo/benefício. Por estar mais próximo do centro, as passagens pra Congonhas geralmente são mais caras do que pra Guarulhos. Mas isso não tem lógica, também não adianta você pegar uma passagem baratinha pra Guarulhos e chegar lá 2:30 da manhã... vc iria gastar uns R$ 85 de taxi pra chegar no centro. Bom, saindo do saguão de Congonhas, na frente tem uma avenida chamada Washington Luiz. Vc vai pra calçada, perto da passarela, mas não atravessa a avenida. Onde tiver um montinho de gente é o ponto de onibus urbano. Vc pode pegar um bus pra Praça da Bandeira ou qualquer outro que vá pro centro (tem um monte). Custa R$ 2,70 mas é ruim se vc tiver bagagem, ainda mais se for das 7:00 as 10:00 ou das 17:00 as 20:00. Da Praça da Bandeira (ponto final), vc pega a passarela que cai dentro do Metro Anhangabaú e pega o metro sentido "Barra Funda", descendo na Republica, que está a 3 quadras da Av. Rio Branco (numeração baixa, de 1 a 400). Metro: R$ 2,65. De Guarulhos, vc pega o onibus urbano pra estação Tatuapé (R$ 3,80). Sai de 30 em 30 minutos e leva uns 45 minutos. Este onibus é bem melhor que o urbano, principalmente se vc tiver com bagagem, pois tem bagageiro e é mais confortável (bancos de tecido, ar condicionado e não vai mto cheio). Chegando na estação Tatuape, vc pega o metro sentido "Barra Funda", descendo na Republica. Não é mto aconselhável pegar o metro nesse sentido entre 7:00 e 9:30, pois é bem lotado. Outra alternativa é pegar o onibus executivo que sai de Guarulhos (R$ 31,00) e ir direto pra Rapublica. 1:00 de viagem e saídas de 20 em 20 minutos. Onibus muito confortável (de viagem), ar condicionado e bagageiro enorme. Portanto, se tiver uma diferença de R$ 100 na passagem, a favor de Guarulhos, acho que vale a pena escolher este aeroporto. Abs, Thomas
  3. Olá pessoal, O site da Gulliver com os passeios que mencionei é: http://www.gulliver.com.ec/index.php?option=com_content&task=blogcategory&id=39&Itemid=46 Não sei se tem mais em conta, mas eu preferi pegar a Gulliver pq eles conseguem ter saídas diárias dos passeios, mesmo em baixa temporada. Tem agencias que não conseguem fechar grupos na baixa temporada e adivinha pra onde eles mandam seus clientes? Qto à documentação, não tenho certeza se dá pra entrar só com RG no Equador, melhor consultar o site da Policia Federal. Abs, Thomas
  4. GASTOS: 1. Passagem SP-Quito-SP (LAN): R$ 903 (US$ 406) 2. Gastos durante a viagem: US$ 495 DIÁRIO: 05/06 Saí de SP 8:45 com conexão em Lima, chegando em Quito as 15:00. Ao chegar, foto com sensores térmicos por causa da gripe suína e imigração rápida e tranquila. Peguei um taxi pro hostel na região de Mariscal e paguei US$ 10, pois fui na primeira cabine de empresas de táxi que existe logo após o desembarque. Mas dá pra pegar um por US$ 5 do lado de fora, no ponto. No Equador não existe taxímetro, portanto as corridas são combinadas antes de embarcar. Uma corrida do aeroporto pra Mariscal custa US$ 5, pro Centro US$ 7. Ir de Mariscal pro Centro custa US$ 3, o mesmo valor de Mariscal pro Teleférico. Hostel Mitad del Mundo: como ia ficar só uma noite na chegada, peguei um quarto individual com banheiro fuleiro por US$ 7,85. O hostel era muito simples mas bem no meio do agito de Mariscal, muito bem localizado. Almo-jantei num restaurante indiano que adorei, simplezinho, em uma travessa da Calle Calama (chicken vindaloo muito apimentado com uma cervejinha por US$ 7) e dormi tranquilo pois estava bem cansado. 06/06 Acordei cedo, tomei o café simples e honesto do hostel e peguei um taxi pro terminal de ônibus Cumandá (próx. ao Centro). As 8:45 embarquei no ônibus pra Riobamba. A viagem durou 4 horas e o preço da passagem foi US$ 4. Esse é o cálculo no Equador, US$ 1 por hora de viagem, não importa a distância. Chegando em Riobamba peguei um táxi pra estação ferroviária (US$ 1!!) no intuito de comprar logo a passagem de trem pro Nariz del Diablo no dia seguinte. Cheguei lá mas a bilheteria abria só as 15:00, então fui pro hostel Los Shyris, ótimo, deixar as coisas (2 quadras da estação). A diária custava US$ 8 e o quarto era amplo. limpo, com TV e chuveiro bem quente. Comi um "almuerzo" (prato do dia com suco e sobremesa) por US$ 4,50 e voltei à estação onde encontrei vários colegas mochileiros, principalmente americanos e europeus, todos em busca das benditas passagens de trem. Enquanto a bilheteria não abria, ficamos zanzando pela área da estação onde havia uma feirinha que vendia de tudo, inclusive "cuys" (porquinhos da india) vivos e assados. Bilheteria aberta, passagem comprada (US$ 11 só ida), fui dar uma volta na cidade (não tem muito o que ver). Jantei um belo lomito (US$ 6), passei no supermercado pra comprar bobagens e água e fui dormir cedo. 07/06 O trem partia às 6:30 da manhã e tínhamos que estar meia hora antes. Assitimos a uma palestra com slides da construção da ferrovia e embarcamos no "trem". Na verdade era um chassi de ônibus (bem velho) montado sobre rodas de trem. O motorista(?) conduzia a geringonça a diesel trocando as marchas como um busão normal, mas sem volante de direção. Paramos em um vilarejo típico da montanha onde alguns compraram artesanato e seguimos viagem. Só gringos no trem. Após 3 horas de viagem iniciamos o descenso no Nariz do Diablo, que nada mais é que uma descida em zigue-zague pela encosta da montanha. Chegando lá embaixo, 15 minutos pra fotos e voltamos montanha acima. Sinceramente achava que o passeio fosse mais emocionante, mas valeu pelas cenas pitorescas do percurso. Desembarcamos em Alausi, uma cidade indígena bem autêntica. Almocei no mercado central "llapingachos" que são panquequinhas de milho com caldo de carne, arroz e beterraba cozida. Com uma coca-cola deu US$ 1,50 (juro). As 15:00 peguei o busão pra Cuenca, onde cheguei 4 horas (US$ 4) depois e me hospedei no hostal Majestic, em quarto individual com banheiro por US$ 10. Dei umas voltas pela cidade a noite, que é tão linda como durante o dia e jantei muito bem um lomo saltado (US$ 9,75 com cerveja). 08/06 Passei o dia visitando a cidade de Cuenca, que considero uma das cidades coloniais mais bonitas que estive na América Espanhola (assim como Salta-ARG, Cusco-PER, Merida-VEN, Antigua-GUA e Oaxaca-MEX). A catedral, líndíssima, com uma estátua do Papa João Paulo II, Museu Pumapungo com um interessante acervo histórico e maquetes que retratavam a vida local desde as comunidades primitivas, uma parte das ruínas incas e um pequeno museu de moedas do Equador. 09/06 Não estava com saco de encarar as 10 horas de viagem pra Quito (que custava logicamente US$ 10) e resolvi comprar uma passagem da LAN Ecuador pela internet no dia anterior por US$ 48. Na verdade estava com um pouco de receio das perigosas estradas equatorianas. Já andei por estradas bolivianas e peruanas, que são até piores, mas algo me dizia para evitá-las agora no Equador. Dei uma última volta pela praça da catedral pela manhã e voei confortavelmente, em 2:30 estava em Quito (com escala em Guayaquil). Como já sabia, não peguei o táxi do primeiro guichê do aeroporto e tomei um no ponto do lado de fora. US$ 5 e 15 minutos depois estava no Hostal El Taxo, em Mariscal. Peguei um quarto individual novinho e limpinho com banheiro por US$ 10. Nessa viagem estava meio anti-social e não queria dormir em quartos coletivos, ainda mais que a diferença (em valores absolutos) era pequena (US$ 6 no coletivo sem banheiro ou US$ 10 sozinho na suíte). Me abasteci em um supermercado pois amanhã ia ser pedreira. 10/06 Dia de excursão ao Vulcão Cotopaxi (que já havia acertado na agência Gulliver no dia que cheguei em Quito). No valor de US$ 35 estava incluso o transporte, guia, almoço e aluguel da bike. Saímos de Quito rumo ao sul, pela "avenida dos vulcões", a parte da estrada panamericana que passa ao lado de dezenas de vulcões. Belíssima! Uma hora e meia depois estávamos na entrada do parque (US$ 10, não inclusos na excursão). Ainda estávamos baixo (3.000m) e ouvimos uma breve explicação do parque nacional na modesta sede. Voltamos para a van e fomos subindo, subindo... até chegar na área de estacionamento, a 4.200m. Já sentíamos bem a altitude, mas ainda tínhamos que caminhar cerca de 1 hora, montanha acima, rumo ao refúgio que ficava na parte nevada do cume, a 4.800m. O chão era arenoso e fofo, e a poeira constante, dava a impressão que a cada 2 passos pra cima, descíamos 1. Chegando no refúgio fomos recompensados com uma caneca de chá quente e lanchamos (incluso). Contemplamos a linda paisagem lá de cima por umas dezenas de minutos a uma temperatura de 1 grau positivo e iniciamos a volta. Acho que descemos tudo em 15 minutos, foi baba mesmo...rs. No estacionamento montamos nas bikes e fizemos um downhill tranquilo até a Laguna Limpiopungo. 40 minutos de paisagens belíssimas e aquele vento gelado cortando o rosto. A van nos pegou na lagoa e voltamos a Quito, bem na hora do jogo das Eliminatórias da Copa contra a Argentina. A seleção local venceu por 2X0 (o jogo foi em Quito mesmo) e a torcida foi a loucura. Só se via um mar de camisas amarela nas ruas, gente gritando e bebendo. Jantei novamente no indiano que havia ido no primeiro dia. 11/06 Segunda excursão da Gulliver, desta vez pra Laguna Quilotoa (US$ 40 com transporte, guia, almoço e jegue incluso). Saímos bem cedo, pois a viagem ia ser longa, cerca de 3 horas só de ida. Mas o caminho até a Laguna era muito bonito, indo pelas encostas das montanhas e passando por vilarejos indígenas. Uma hora após sair de Quito, paramos na feira de quinta-feira de Saquilisi, onde era vendido tudo quanto é tipo de mercadorias e animais. Após meia hora partimos rumo à Laguna, parando para conhecer uma típica vivienda de uma família de índios agricultores. Chegando no topo da laguna, que se encontra em uma cratera extinta de vulcão, almoçamos cabrito (a outra opção era frango) com uma sopa bem quentinha. Energias repostas, começamos a descer em direção à laguna por um caminho arenoso e íngreme. A paisagem era sensacional, as escarpas do vulcão e a lagoa verde-esmeralda lá embaixo. Atingimos as margens em meia hora e ficamos tirando fotos e contemplando a paisagem. Mas e pra subir tudo aquilo de volta? Ainda bem que tinha jegues pra nos levar (incluso)! Subimos e embarcamos na van para o longo caminho de volta a capital. Chegamos bem cansados, comi um burguer e fui dormir. 12/06 Quito fica a 2800m de altitude, o que não é nada dramático, em poucos dias nos acostumamos com o ar ainda não tão rarefeito. Hoje subi o teleférico (Teleferiqo, US$ 4 ida e volta) que chega a 4100m. A subida é rápida e sentimos bem depressa os efeitos. Ao desembarcar lá em cima, uma placa alertando para não corrermos, não comermos muito etc. A vista lá de cima é bem bonita, temos uma visão completa de Quito, do aeroporto ao centro histórico. Desci de volta ao ar normal e fui em uma marisqueria para experimentar um "encebollado", uma sopa com peixe, caranguejo ou camarão, com mandioca amassada e logicamente com muita cebola por cima. Pedi um de camarão, que era o mais caro (US$ 5,75 com refri), e devorei rapidinho, saindo do restaurante com um baita bafo de cebola. Neste dia cochilei no hostal e qdo acordei já estava escuro. Acho que senti um pouco o ritmo dos 2 dias anteriores, que foram bem intensos. Resolvi variar e comi uma comida chinesa a noite. 13/06 Sábado é dia da feira em Otavalo, uma cidade ao norte de Quito, a cerca de 2 horas de ônibus (nem preciso falar o preço da passagem...rs). O dia estava chuvoso mas a colorida feira estava lá firme e forte na praça central. Vendia-se de tudo também, muitos turistas, gringos e locais. Após o almoço voltei e fui direto ao centro histórico de Quito. Visitei o muito bem montado Museo de la Ciudad (US$ 3) que conta a história do país de uma forma bem interativa, com reproduções das viviendas antigas e das cidades na época colonial. Fiquei andando perdidamente pelas ruas estreitas que revelavam igrejas e construções belíssimas a cada esquina. Voltei a Mariscal e comemos em uma lanchonete árabe que servia chawarmas (que aqui chamamos de churrasquinho grego, no espeto giratório). 14/06 Saí cedo para conhecer um dos principais pontos turísticos nos arredores de Quito, o local onde passa a linha do Equador, conhecida como Mitad del Mundo. Dá pra ir de ônibus urbano, tendo que fazer uma baldeação (US$ 0,65). O parque Mitad del Mundo (US$ 2) é uma espécie de mini-disneylandia que explora o tema de forma bem turística ("olha aqui vc está com um pé no hemisfério norte e outro no sul", etc). Mas foi comprovado, depois do advento do GPS, que a verdadeira linha do Equador fica a aproximadamente 200 metros ao norte de onde fica o famoso monumento. E no verdadeiro Equador foi feito um museu a céu aberto muito interessante, o Inti Ñan (US$ 4). A visita guiada dura cerca de 1 hora e a todo momento somos desafiados com experimentos científicos, como a pia cheia de água que ao ser esvaziada faz um redemoinho no sentido antihorário (se estiver a 2 metros ao sul da linha) ou horário (a 2 metros ao norte da linha). Voltei a Quito e fui direto ao centro. Comi o sanduíche de pernil famoso no La Fabiolita (US$ 2,50), que fica embaixo da Catedral, e fiquei andando na Plaza Grande onde fica o palácio presidencial. Hoje me permiti um pequeno sacrilégio, estava com vontade e jantei no Mc Donalds. 15/06 Último dia e como meu voo só partia às 21:30, fui de manhã novamente ao centro. Visitei a Igreja Compañia de Jesus (US$ 2), que tem o altar todo folheado a ouro (levei 2 broncas dos seguranças mas consegui fotografar). Depois fui ao Convento de Santa Catalina (US$ 1,50) que tinha uma escadaria que levava ao campanário, de onde tínhamos uma visão interessante de parte do centro. Almocei um típico seco de chivo (refogado de cabrito com arroz e banana frita), US$ 4,75, no Nuevo Cordobés, um restaurante bem antigo e tradicional da cidade. Voltei ao hostal e arrumei minhas coisas. Peguei um táxi pro aeroporto e na saída do país deixei US$ 41 de taxa de embarque (doeu). Amanheci em SP, após uma conexão em Santiago do Chile (e seu ótimo free-shop) e fim de viagem. O BÁSICO Albergue (hostel) em quarto coletivo: US$ 4,00 a 6,00 Hostal (pousada) em quarto individual com banheiro: US$ 10,00 Almuerzo (prato do dia com sobremesa e suco): US$ 2,50 a 4,00 Jantar patrão (couvert, filezão ou peixe/camarão, cerveja): US$ 6,00 a 10,00 Refri: US$ 0,75 Cerveja long neck (a melhor se chama Pilsen): US$ 1,50 Dá pra passar o dia tranquilo comendo e dormindo bem por US$ 15,00 a 20,00 Viagem rodoviária: US$ 1,00 por hora. Quito-Cuenca: 10 horas; Quito-Guayaquil: 8 horas Passagem de bus urbano em Quito: US$ 0,25 Táxi (Aeroporto-Centro histórico): US$ 7,00 Táxi (Aeroporto-Mariscal): US$ 5,00 Taxi (Rodoviária-Centro de cidades do interior): US$ 1,00 a 2,50 Museus e atrações turísticas: US$ 2,00 a 4,00 Taxa de embarque na saída de Quito: US$ 41,00
  5. Tive um dia e uma noite em Boa Vista, entre minha chegada da Venezuela e meu vôo pra Manaus. Fiquei no hotel Ideal, é bem simplesinho e fica bem localizado, mais ou menos entre o pier (esqueci o nome) e a Praça das Aguas. A diária de solteiro era R$ 45 e a de casal R$ 55, com café da manhã incluso. O pier vale um passeio e algumas fotos, foi revitalizado e fica na parte histórica da cidade junto ao Rio Branco. A praça das Aguas pelo jeito é o lugar onde a cidade se encontra a noite e aos finais de semana (estava lá em uma sexta-feira). O local é super familiar, com muitas crianças se divertindo, casais namorando e famílias jantando e tomando sorvete. Há locais como se fossem praças de alimentação que servem comidas típicas. Tomei um tacacá que achei melhor que o da famosa Gisela de Manaus (ao lado do Teatro Amazonas). E ainda por cima mais em conta (R$ 5). Jantei tb um filé de tambaqui com arroz, farofa e vinagrete (R$ 8, se não me engano). Para sair do aeroporto a noite, só taxi (tabelado em absurdos R$ 25 por uma corrida de 3 Km até o centro). Para ir ao aeroporto, se for durante o dia, tem táxis lotação que fazem por R$ 4 a partir do centro.
  6. O passeio de 3 dias com 2 pernoites e refeições inclusas custa de US$ 65 a US$ 80. Então US$ 50 pra 1 dia só sem pernoite e possivelmente só com o almoço, está caro para os padrões bolivianos.
  7. Olá pessoal, acabei de voltar da Venezuela e vou postar algumas informações atualizadas de transporte que espero sejam úteis. Meu roteiro básico foi Manaus-Isla Margarita-Merida-Santa Elena-Manaus em 15 dias. Qdo tiver tempo coloco meu relato. Mas vamos lá... Ônibus Boa Vista-Santa Elena: R$ 20, saída 7:30. Tem mais 2 saídas no final da manhã/tarde. Viação Eucatur. Descemos para carimbar os passaportes na fronteira, no posto brasileiro e venezuelano. Consegui trocar US$ 1 por BsF 2,80 apenas.. : ( Calle Bolivar em SE. Ônibus Santa Elena-Puerto La Cruz: BsF 71,00. Buses Occidente, sai 19:30, chega 11:00 no terminal PRIVADO da empresa em PLC (tive que tomar um taxi pro Terminal Central, BsF 10). Pode-se ir tb pro Terminal da Conferry (BsF 10 tb). Ferry para Isla Margarita: BsF 53 (ida e volta na primeira classe com ar). Partidas sempre 8am, 2pm, 8pm e 2am. Mesmos horários na ida e na volta. 5 horas de travessia. O ferry chega em Punta Piedras e temos que tomar taxi (BsF 40) ou bus (BsF 2,50) para o centro de Porlamar. Ao lado da Conferry em PLC tem um terminal privado da Aeroexpresos. Peguei um bus pra Valencia, BsF 53. Saiu 22:30, chegou 06:00. Valencia é um importante hub pra quem vai pra parte oeste da Venezuela (Merida, Maracaibo) ou segue pra Colombia. De Valencia tem umas 15 partidas cada para Merida e Maracaibo, mas a maioria sai no final da tarde/noite. Para Merida tem a Expresos Merida, Flamingo, San Cristobal e Tachira-Merida, que cobram de BsF 40 a BsF 47 pela viagem de 11 horas. De Mérida há tb umas 15 partida para Valencia, uma partida para Puerto La Cruz (Flamingo-Terminal Privado em PLC) ao meio-dia (BsF 74), e tb uma partida para Ciudad Bolivar pela Los Llanos as 21:30 (BsF 90, 23 horas de viagem). De Ciudad Bolivar voltando para Santa Elena, tem a Occidente e a Los Llanos, que sai 21:00 e chega 08:30, BsF 45. Para voltar de Santa Elena para o Brasil, pega-se o "por puesto" por BsF 6 (se tiverem 4 pax. Em 3 dá BsF 8, etc.) até a aduana venezuelana. De lá, a pé (10 min) até a aduana brasileira, e finalmente mais 10 min a pé para a rodoviária de Pacaraima-RR. Pacaraima - Boa Vista: Viação Eucatur, 7:30, 9:30, 13:00 e 16:00 (3:30 horas de viagem), R$ 12. É barato por causa da concorrencia dos taxistas venezuelanos que cobram R$ 20 para BV (e pagam BsF 0,70 o litro da gasosa...) Algumas observações: - o "bus cama" da Venezuela equivale ao "semi-cama" argentino e chileno, ou aos "golden" e "executivos" aqui do Brasil. São confortáveis, inclinam bem mas têm disposição 2X2 poltronas, ao contrário dos cama argentinos e leito brasileiros que inclinam quase 180 e são 2x1 poltrona. - Evite a Expresos Merida! Eles não marcam assentos e frequentemente sobra gente pro próximo horário. - O táxi do Terminal Rodoviário para o centro das cidades sempre custa de Bsf 4 a BsF 10, no máximo. Exceto Caracas. - Algumas cidades possuem táxis "por puesto" (lotação) que custam BsF 2 ou BsF 4. A minha surpresa foi encontrar lotações em Boa Vista que levam do centro pro aeroporto por R$ 4. Na ida tinha pago R$ 25 tabelado, pra ir do aeroporto pra rodoviária (!) - Mudando de assunto, não achei nada de mais a Isla Margarita. Vá para Morrocoy ou Chichirivite. Ou se tiver com $$, pra Los Roques. Acabei não fazendo o tour do Salto Angel pois inflacionaram os preços para BsF 1.200! Abraços!
  8. Há outra rota, mais fácil pra quem está em Cuiabá: Vá até Caceres-MT e pegue uma van pra fronteira. Atravesse e do outro lado (San Matias), pegue um busão pra Santa Cruz. É bem mais fácil e rápido do que ir pra Corumbá e esperar pelo trem pra Sta Cruz (nem sempre tem passagem pro mesmo dia). Quanto ao passaporte, o ICAO serve, logicamente. Mas vc tb pode ir com o RG. Neste caso, deve estar em bom estado e vc deve pedir o papelzinho verdinho na fronteira, pra entregar qdo estiver saindo do país. Senão eles vão querer cobrar uma multa. E logicamente, o certificado de vacinação contra a febre amarela. Deve ser o internacional (cor abóbora). Quem tiver o nacional deve ir aoum posto da ANVISA e pedir a transcrição (gratuito).
  9. Aí que tá... pelo que eu saiba, o Hugo Chaves não vende US$. Ou seja, se vc não gastar tudo, vai morrer com esses BsF na mão. É por isso que o cidadão venezuelano praticamente não consegue mais viajar ao exterior. Ou, se viaja, compra US$ no câmbio negro, daí essa supervalorização. Por favor, me corrijam se estiver errado.
  10. To pensando em viajar entre 9 e 25 de maio, indo e voltando por Caracas (usando milhas). Estou pensando em ir até Cartagena pelo litoral e voltar pelo interior, passando por Merida. Alguém sabe como está a situação política/FARCs neste trecho? Será que dá pra ir tranquilo? Abs, Thomas [email protected]
  11. Olá Alexmelo, Rapaz, se sua viagem for toda por terra to achando muito apertada... Por ex. ir de SP pra Potosi em praticamente 2 dias é meio impossível... teria que acontecer várias coisas coincidentes sem nenhum imprevisto, do tipo sair de SP, chegar em Corumbá (dá umas 20 horas de viagem) e em poucas horas conseguir passagem de trem que sai no final da tarde deste dia pra Sta Cruz (Ferrobus, que só corre 3 vezes por semana), o trem não pode atrasar, etc... De Sta Cruz pra Potosi também não é muito rápido chegar... ou vc faz via Cochabamba (dá um rolê mas a estrada é razoável) ou via Sucre (estrada péssima, perigosa que ninguém recomenda, a viagem pode levar até 24 horas). Eu sugiro fazer Sta Cruz - Sucre de avião (30 minutos de vôo e US$ 50 a passagem). Mesmo que chegue em Uyuni tarde da noite, dá pra começar o passeio na manhã seguinte sem dramas, a não ser que seja altíssima temporada. De SP Atacama vc pode pegar um bus pra Salta, dá umas 10 horas de viagem, mas só tem 3 vezes por semana e é concorridíssimo. Eu não consegui pegar e desci pra Stgo e atravessei pra Mendoza. Ao invés de ficar 2 ou 3 dias em Atacama, eu sugiro conhecer Mendoza e a região de Salta, que achei sensacional. Atacama é muito interessante, mas a maioria das paisagens é muito parecida com a de Uyuni, especialmente nos segundo e terceiro dia da excursão (lagoas, desertos, geiseres..). Mesmo assim, 7 dias pra fazer Santiago - Mendoza - Bs As, ou, Atacama - Salta - Missões (com muita sorte em pegar o bus no mesmo dia em Atacama), é meio apertado... De Atacama a Stgo são 20 horas de bus (a passagem aérea dentro do Chile é cara), e mais 6 horas até Mendoza. Coloquei minhas fotos num álbum, se quiser dar uma olhada me manda um e-mail. Abs, Thomas [email protected]
  12. thisamura

    Itacaré

    Olá pessoal, alguém fez o trajeto Itacaré - Barra Grande ou Itacaré - Camamu? Alguém poderia me dar dicas de como fazer este trajeto, como está a estrada de terra ou se há transporte pelo mar? Caso contrário, tenho que dar uma baita volta por Ilhéus e Itabuna... Obrigado!
  13. Oi Claudia! Olha, as acomodações na excursão do Salar são bem fuleiras mesmo... ninguém fica ao relento, mas faz um frio danado mesmo nos meses de "verão". Os banheiros são ruins, nas 2 noites que passei não tomei banho e havia água corrente somente em um dos dias. No outro, havia um tamborzão de água com uma bacia boiando. Mas ainda assim, não achei os banheiros sujos, acho que o pessoal colabora. Não existe uma outra opção melhor, mesmo que queira pagar por isso, mas no final das contas, não é tão traumático assim. Abs, Thomas
  14. De Villazon, vc atravessa a pé pra La Quiaca e de lá tem várias empresas que fazem o trajeto, inclusive umas que fazem mto pinga-pinga, atrasam e vai gente de pé. É melhor tentar pegar um bus da Balut ou Flecha Bus, que são mais caros mas compensam.
  15. Coloquei as minhas fotos no site da Kodak e não consigo postar o link aqui.. por favor, quem tiver interesse me mande um email pra [email protected] para eu enviar o convite, ok? Ainda to escrevendo a segunda parte.. qdo tiver concluído posto aqui. Abraços mochileiros!
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