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celiosp

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  • Data de Nascimento 15-10-1961
  1. Olá Pessoal. Primeiramente é importante ressaltar minha admiração pelo Augusto e pelo Mário. Ainda não fiz o Caminho da Fé, portanto não posso dar meu “pitaco”, mas o que pude observar no Caminho de São Paulo a Aparecida pela Dutra é que cada um se organiza como pode, até porque não fosse desta forma eu mesmo não teria conseguido. Agora, se a pessoa deseja no final um “diploma” aí sim é preciso seguir as regras. O que é “pecado” é a pessoa fazer uma coisa e dizer que fez outra. Quanto às bagagens, ouvi dizer, repito, ouvi dizer de alguém que esteve no Caminho de Compostela que é de
  2. Pessoal. Ops. Quando digo "a ideia é boa", isto não me inclui. Não tenho mais "idade" pra isso. rsrsrs..... Fazer a Costa Brasileira é uma boa. Inclusive já fiz, menos o litoral do RS, de Porto Alegre a Recife. Agora, isso não foi de uma só vez e nem só um meio de transporte.. É isso que estou tentando dizer. Faça um projeto inicial de ficar os 30 dias viajando e no caminho você vai moldando a viagem a seu gosto. Terminando os 30 dias, você volta para seus afazeres, e nas próximas férias retoma a viagem de onde parou. Desta forma, corre se o risco de nunca mais parar de viajar.
  3. Olá pessoal. A ideia é boa. Já fiz isso algumas vezes. Em se tratando de período de férias ( 30 dias ) seria interessante e mais proveitoso decidir por uma região e não por um "Brasil todo". Se gostar, nas próximas férias escolhe outra região. Abraço.
  4. Grande Silvano. Seja bem vindo ao site do Mochileiros.com Parabéns pelos, no mínimo, três mil quilômetros de caminhada. Valeu pela dica da sandália "Timberland River Dog" No caminho pela Dutra, não se tem problemas com descidas ou subidas, mas já li relatos sobre o Caminho da Fé, onde o caminhante teve de abortar a viagem por conta da pressão sofrida nas unhas dos pés. Pedra no sapato. Esse não seria um problema ao se caminhar com sandálias?????? Muita gente procura companhia, legal você falar um pouco mais sobre esta caminhada. Estamos aguardando, Abraços
  5. Tentando postar um vídeo, mas tá difícil. Alguns trechos da BR 116 que ligam Belo Horizonte a Salvador.
  6. Parabéns pela namorada que você tem, cara. Tá esperando o que???? Bora casar. Vamo... vamo
  7. Caramba Juliana!!! Desde 1980 e em pelo menos umas 150 cidades dormindo no carro, e você só me diz agora sobre esta insegurança!!!rsrsrs Brincadeiras à parte, o fato é que depois que a pessoa aprende a dormir no carro, esta preocupação de procurar onde dormir deixa de existir. Se tem um hotelzinho legal, tudo bem. Se não tem, não tem problema, você "já está em casa". Desta forma, te dá muito mais liberdade no roteiro. Um exemplo seria o dia 07, sairia de Londrina mais tarde, cruzaria a Marginal Tietê depois da meia noite, sem trânsito, dormiria no Posto da Balança, na Dutra e seguiria log
  8. Olá jgnitsch 1° - Leia, releia e reflita o post do Verton na página 4. 2° - Defina o roteiro/Itinerário. 3° - Lembre-se: carona combina com rodovia e Postos de Combustíveis. Se estiver “perdido” em alguma cidade, tome um coletivo para fora do perímetro urbano. Faça um levantamento dos Postos de Combustíveis existentes na sua rota programada. As seguradoras de cargas fornecem às transportadoras uma lista com todos os Postos considerados seguros. Nestes Postos geralmente há grande circulação de caminhões e funcionam 24 h. Consiga uma cópia desta lista com algum caminhoneiro da sua cidade
  9. Olá Ana. Dê uma olhadinha no tópico abaixo e envie uma mensagem privada para a veronica. Quem sabe. fortaleza-x-caruaru-nova-jerusalem-pe-t78694.html veronicamds Espírito do fórum: Neste tópico abaixo, talvez você ajude quem precisa. viagem-de-carro-campinas-sp-para-fortaleza-ce-t87636.html De qualquer forma, de Brasília a Ivaiporã é supertranquilo quanto ao “deserto”. Você não estará sozinha. Fiz, há muito tempo atrás, este caminho inverso, de carona, 28 no total. Hoje deve estar muito melhor. Um Abraço
  10. Olá Augusto. Já fiz a caminhada da Dutra, sozinho, em 2011 e 2012 e este ano estava aguardando a formação de um grupo saindo do Rio, mas parece que não vai vingar. Agora, lendo estes relatos do Caminho da Fé, já fico me coçando todo. Devo estar de miolo mole mesmo. O que me preocupa é que por conta de um Fascite Plantar, eu uso exclusivamente tênis com amortecimento, o que poderá ser um problema “fora de estrada”. O que me deixa ainda mais com um pé atrás é que sou bastante arredio nesta questão de cronometrar passeio. O que é para ser diversão, acaba virando preocupação Diga
  11. Olá Augusto. Parabéns pela caminhada. O relato está à altura, um verdadeiro “manual de instruções”. Mas a minha visita é para esclarecer sobre os comentários seguintes: opalala pag 3 “...a muito estou pesquisando uma forma de fazer esta caminhada até Aparecida, mas não queria ir pela Dutra uma vez que moro em Sampa”. Silviane Almeida pag 3 “...pelo caminho da Fé ou a Dutra?” Quando eles se referiram à Dutra, eles estavam falando sobre caminhar pela rodovia partindo de São Paulo Sim, muita gente faz este caminho. Para se ter uma ideia, a Romaria de Barueri está no se
  12. Muito bom, cypriano. Tem um tópico próprio no site. cameras-on-line-t79955.html Se puder cola por lá tbem. Abraço
  13. Bom, pessoal. Dando continuidade... Agora com a escolha do Vomero da Nike ( comprado em uma Story pela metade do preço ), comecei a acreditar que a caminhada seria possível, sim. Lendo o relato do Francisco_Prado,http://www.mochileiros.com/cuidado-com-trajeto-sao-paulo-aparecida-do-norte-t39364.html e pra não correr o risco de ter a viagem abortada, decidi comprar um novo par de tênis, amaciar e deixar na reserva. Desta vez a escolha foi um Nimbus 12 da Asics, fim de coleção, é claro, muito mais barato. Alternando os treinos entre o Vomero e o Nimbus, resolvi levar os dois na caminhada. Nest
  14. Dicas postadas originalmente em: aparecida-a-pe-de-sp-t77084.html São Paulo – Aparecida – Dutra – Outubro O sol da manhã vai estar a 45 graus à sua direita. Portanto usar boné com aba adaptada para proteger a orelha direita, porta garrafa à esquerda nas costas e caminhar no sentido dos carros. O vento dos caminhões te impulsiona para frente e não tira o boné. De quebra, aproveita-se ainda sombras de barrancos altos e algumas árvores. Meio dia, salve-se quem puder. O asfalto fritando ovos e cozinhando os pés. À tarde, o inverso. Aproveitando algumas sombras, boné protegendo nuca e
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