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Arthursvidzinski

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Sobre Arthursvidzinski

  • Data de Nascimento 06-03-1985
  1. Postando para dar um feedback da Finisterre Nanox no Kilimanjaro. Achei a bota excelente desde o momento que tirei da caixa. Rígida mas muito confortável. A performance na montanha foi à altura do que imaginava, do primeiro dia até o final. No Kili você começa em trilha com lama e pode terminar na neve, que não foi o meu caso pois não tinha quase nada de gelo por lá. Não senti frio, apesar de estar uma noite quente com boas meias e polainas. No último dia de descida fiz uma bolha pequena embaixo do dedão, considerando que teve gente que terminou de descer com crocs porque não conseguia colocar a bota, o resultado foi muito bom. Destaque para o toe box que aguentou muita bica em pedra de tudo quanto é tamanho. Não carreguei muito peso nem testei a impermeabilidade. 100% satisfeito com o produto. Fábio, tem alguma dica de manutenção do calçado? Um abraço Arthur
  2. Estou escrevendo só para contar que acabei de receber a Finisterre NANOX. A primeira vista achei a qualidade da bota excelente, ela é confortável e ao mesmo tempo rígida, pra quem faz uso pesado como eu achei bem interessante. Agora é amaciar a bota durante esse mês de agosto e em setembro fazer um uso não recomendado dela no Kilimanjaro, pegar uns -15°C a quase 6 mil metros de altitude pra ver se essa bota é boa mesmo. Zambrotti, comprei pela internet o número 39 que sempre usei e a bota parece perfeita. Pelo menos para o meu pé o tamanho está conforme
  3. Arthur, como vai? Manda uma foto no meu email da sua Finis pra ver se ainda conseguimos fazer uma meia sola nela, hehe. Vai que cola kkkk. O NANOX respira como o couro. Entao, os indices de dissipaçao termica e de permeabilidade ao vapor de agua sao muito similares. Ainda o gargalo da transpiraçao, nas nossas botas, é a membrana. Digo nas nossas porque tem marcas que utilizam couros que transpiram menos que a membrana, ai o gargalo é a membrana. Agora, conta uma coisa, no Kile vc vai pegar neve, ne? que temperatura vc deve pegar? Digo isso pq se for ficar muitas horas exposto à neve e muito frio nao acho legal ir com nenhuma de nossas botas, melhor ir de botas duplas para alta montanha. Agora, na caminhada de aproximaçao e enquanto nao estiver muito frio vai de Titã NANOX que o conforto vai compensar. E depois troca e coloca a de alta montanha. Sei lá, é so uma sugestao. meu email é [email protected] e meu whats 041 92473117. Fique a vontade para me contatar, ok? Olá Fábio, muito obrigado pela resposta. Era exatamente isso que eu queria saber, não sabia que o gargalo ficava na membrana, sempre achei que era do couro. Mais um motivo pra não lavar botas na máquina nunca mais Tranquilo, a expectativa no Kili é de pegar frio mas não neve. Eu tenho uma excelente bota dupla de montanha, mas a indicação é que lá não é necessário mesmo. Aliás, mesmo não sendo indicado já andei muito na neve com a Finisterre, não sei se você acompanhou as postagens anteriores. A foto não está boa mas olha ela aí Com toda essas vantagens do Nanox estou bem ansioso pra adiquirir um brinquedinho novo desses. Vou te adicionar pra mandar as fotos da finisterre. Um abraço!
  4. Fábio, o Nanox deixa a bota um pouco mais quente/arejada ou é semelhante ao couro? Ano que vem vou para o Kili e a bota não pode ser muito ventilada. Semana passada fui para a Serra Fina e antes de viajar finalmente a minha finisterre abriu o bico, descolou o solado de um pé. Um final honroso para uma grande guerreira. Mandei ver na Elite Dry e achei que ela quebrou um galho muito bom na trilha.
  5. Eu tenho uma Elite Dry e acho uma baita bota, mas pra uso urbano diário não recomendo ela não, ela é uma bota mais robusta para um uso mais pesado. Essa semana mesmo usei aqui no deserto de Brasília e não foi fácil não.
  6. [mostrar-esconder][/mostrar-esconder]Se alguém tem alguma dúvida sobre a qualidade das botas nômade, vou deixar aqui minha experiência com uma Finisterre que comprei em 2010. Nesses 5 anos ela passou por: - Aproximação de diversas montanhas e escalada de algumas, incluindo base camp do Everest (5300m), base camp do Aconcágua (posterior subida de aclimatação até 5000m), ascensão do Lascar no Atacama (5600m), campo alto do Ojos del Salado (5800m), campo alto do Huayna Potosi (5100m) duas vezes, aclimatação no Monte Elbrus até mais ou menos uns 3000m, além de outras montanhas menores. Ela sempre foi meu calçado de montanha até que as botas duplas fossem necessárias; - Ascensão do Vilarica (3000m) com trechos de neve até o joelho e trekking Big Ice no Perito Moreno utilizando crampons de fita, embora não recomendado para esse tipo de bota; Outros trechos de neve e frio intenso nos Andes e Himalaya; - Várias trilhas na América do Sul, como Torres del Paine, Salkantay; - Vários mochilões pela América do Sul, Patagônia, Atacama, Uyuni, Pucón, Ushuaia, Machu Picchu, praticamente sempre como único calçado da viagem, utilizado intensamente; - Outras viagens mais "urbanas" e "lights", Estados Unidos, França, Moscou, mas sempre sendo utilizada o tempo todo e andando muito; - Algumas trilhas no Brasil, principalmente na Chapada dos Veadeiros. Em raras ocasiões em corrida de montanha e orientação (não recomendado ); - Uso ocasional no dia-a-dia da cidade. Com toda essa história ela está em ótimas condições, claro que com desgaste, arranhões e bastante abrasão, mas sem nenhum rasgo, furo, descolamento ou qualquer outro problema mais grave. E durante todo esse período ela não foi hidratada nenhuma vez, lavei na máquina pelo menos uma vez (altamente não recomendado ) secou ao sol, foi guardada suja por muito tempo (suja é suja mesmo!) e muitos outros descuidos mais. Não preciso dizer mais nada. NUNCA tive bolhas ( e olha que andei demais com ela). Agora no Elbrus uma parte do meu pé ficou um pouco ralada, mas eu já tinha feito bolha no mesmo local nesse ano e pele estava sensível, provavelmente não foi culpa da bota. Sempre foi extremamente confortável para meus pés. Claro que depois de 7 dias usando bota dupla no Aconcágua, durante os 40km de descida os pés ficam doloridos, mas também não tem milagre e eu estava melhor que muita gente com botas muito mais caras. Por falar nisso considero que o desempenho dela nesse período foi melhor do que muitas marcas estrangeiras consagradas. Depois de experimentar calçados da La Esportiva nunca mais comprei nada de outra marca pra montanha, mas depois dessa história de NANOX estou considerando fortemente mais uma Finisterre para mais 5 anos de aventura, estreando ano que vem no Kilimanjaro. Fábio, quando tiver mais informações sobre as novas botas por favor nos avise.
  7. O único porém que eu tenho pra falar da Finisterre é em relação ao solado, que pra mim poderia ter uma performance melhor em alguns terrenos. Mas como a minha bota já está antiga e nas novas o solado é diferente não dá muito para opinar Um abraço Arthur
  8. A minha experiência com Nômade é excelente, tanto no trabalho quanto nos trekkings da vida. Tenho uma Finisterre pras viagens, uma Comando Elite Dry pro trabalho, uma Apache e uma London para uso no dia-a-dia. Todas muito confortáveis. A Finisterre já aguentou muito perrengue subindo vulcão, andando em glaciar com e sem crampon, trilha encharcada... Já tem 3 anos e está bem judiada, mas funcionalmente perfeita. Inclusive acabei de voltar do Aconcágua com ela se comportando muito bem, enquanto tinha muita gente reclamando com botas mais badaladas. Aqui no trabalho muita gente usa nômade, até pela certificação de EPI. Um abraço Arthur
  9. 15 dias dá pra fazer Santiago, Pucon e Atacama, quanto ao dinheiro é difícil dizer, cada um tem o seu estilo de viagem que gasta mais ou menos dinheiro. Mas a princípio achei apertado, vai ter coisa que você vai ter vontade de fazer e não vai dar. Não se esqueça que o Chile (e principalmente o Atacama) é caro. Mantenho a sugestão de um passeio mais enxuto aproveitando mais.
  10. Só deixando a minha experiência aqui, fiz o Salar pela agência Cordillera a partir de San Pedro de Atacama. Na famigerada noite do terror, na laguna colorada, a Cordillera tem um refúgio próprio, separado dos outros. Vendo os relatos das outras pessoas esse refúgio parece ser muito melhor do que o outro, mas muito mesmo. Fui em Agosto, segundo o guia fez -20ºC a noite do lado de fora, e eu e mais um casal de brasileiros praticamente não sentimos frio. Inclusive saímos pra fora do refúgio para ver as estrelas e depois para a galera fumar. Nessa saída a porta acabou fechando e a gente ficou trancado do lado de fora do refúgio a -20ºC mas essa é uma história para outro relato. Mas dentro do refúgio era bem tranquilo, sem vento, com frio sob controle (lógico que é frio, não adianta ir pra lá achando que vai ser igual na praia), as camas eram boas com muitas cobertas. Eu dormi sem saco de dormir só com a segunda pele e as cobertas do lugar numa boa. Na outra noite a gente também ficou em um hotel de sal só com grupos da mesma agência, um lugar muito simpático, mas essa noite realmente é bem mais tranquila. Ficamos inclusive um tempão conversando e bebendo do lado de fora do refúgio para não incomodar a galera que dormia dentro. Bom, essa foi a minha experiência, o refúgio da Cordillera parece ser muito melhor do que o das outras agências. Fica a dica. Um abraço!
  11. Estive em La Paz em agosto e fiquei no Wild Rover Recomendo totalmente! Achei o hostel excelente, quartos bons, banheiros excelentes (limpos de hora em hora), Staff 100%, wifi de boa qualidade, um pub muito legal e a galera muito gente boa. Nos dias que quis descansar deu pra dormir muito bem sem problemas com o barulho. Mas o forte do hostel é mesmo o pub, com gente bacana e bebida gelada, os free shots, os jogos de dice e o beer ball. Pena que fecha todo dia por volta da 01:00. Quando o pub fecha já tem taxis esperando na porta do hostel pra levar a galera para alguma balada. Localização boa, perto da Plaza Murillo (sede do governo). Resumindo recomendo muito o Wild Rover La Paz, boa hospedagem e muitas amizades
  12. Espero que ela goste Maria! Olha uma foto do pátio interno do hostel
  13. Até dá pra ir para Ushuaia de avião partindo de Bariloche, só não deve sair muito barato. Eu pessoalmente sugiro você ir com calma, já que é a sua primeira viagem, e escolher um roteiro mais curto e simples, uma vez que você não tem muitos dias disponíveis. Com um roteiro apertado, qualquer problema que você tenha já compromete muito a viagem. Sem contar que essa região é sensacional e tem muita coisa pra ver, passando muito rápido pelas cidades você não vai poder aproveitar muito. Por exemplo, em 7 dias acho que daria pra fazer Santiago e Pucón. Mais que isso é correr demais.
  14. Arthursvidzinski

    [[Template core/front/global/prefix is throwing an error. This theme may be out of date. Run the support tool in the AdminCP to restore the default theme.]] Deserto de Atacama

    Também passei um pouco mal no dia dos gêiseres, não sei se foi a altitude, as poucas horas de sono, a garrafa de vinho que eu matei na noite anterior, os gases sulfurosos, o ovo cozido do desayuno ou se foi tudo isso junto
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