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LLoschi

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Sobre LLoschi

  1. kadore, realmente deve ser lindo também na época da cheia. Mas como quero voltar por conta própria dirigindo, acho mais seguro ir na seca, para evitar o risco de atolamento. Sabe de alguma pousada boa para indicar? Ouvi falar de uma chamada Rio Claro, conhece? Outra coisa, sabe se tem um ponto onde a chance de ver a onça pintada aumenta? Queria muito ver ela bebendo água no rio... Nobres e Chapada são maravilhosos, eu realmente fiquei muito cansada para conseguir fazer essa quantidade de passeios em tão pouco tempo, mas valeu a pena! abs!
  2. Fico feliz em ajudar! Bom Jardim é maravilhoso, um cantinho mágico do nosso país ainda pouco explorado. Você vai amar! abs!
  3. Pois é, o maior problema na minha opinião foi a correria do passeio. Já tínhamos bem pouco tempo para ver tudo e o atraso do guia atrapalhou bastante. Mas eu amei o Pantanal e fiquei com gosto de quero mais. Então terei que voltar para conhecer mais coisas, com mais tempo. Abs!
  4. Gostaria de compartilhar a minha experiência ao viajar sozinha para conhecer as belezas do Mato Grosso, tanto para estimular os Brazucas a desbravarem nosso país tanto para mulheres que querem embarcar sozinhas em algumas aventuras, mas têm medo. Então vamos ao que interessa! Fui pela Avianca em agosto de 2017, pois é uma época de seca na região e havia pesquisado que é a melhor época para se conhecer o Pantanal, mais abaixo eu explico o porquê. Cheguei em Cuiabá as 20h30 da noite de avião e já fui direto para o hotel, que era pertinho do aeroporto (escolhi o hotel pois eles ofereciam transfer e eram do lado da locadora de carros. O nome dele é Express, relativamente barato, só fiquei brava porque o barulho do ar condicionado era meio alto e me acordou no meio da madrugada. Mas se você não tiver um sono leve como o meu ou levar seu protetor de ouvido, não terá problemas. Segue link do hotel: https://www.booking.com/hotel/br/express-varzea-grande-mt.pt-br.html?aid=360920;sid=0f5b8c2eeb9453ed06a93c1cbcd6c025). Logo no dia seguinte fui a pé até a Localiza e peguei um carro, aluguei para 4 diárias. Era um domingo de manhãzinha e a cidade estava praticamente vazia. Então, segui rumo à Chapada dos Guimarães por uma estrada bem tranquila e vazia, pois era domingo de manhã. A estrada está em boas condições para dirigir, até para quem não tem assim muita experiência em estrada (meu caso), só ir devagar e ter atenção redobrada nas curvas. Como eu não sabia o caminho, fui com o Waze e deu tudo certo! Combinei de encontrar com o Guia no estacionamento do mirante da Cachoeira Véu de Noiva as 9h. Já tinha fechado todos os passeios com ele desde Brasília e deu tudo certo. Vale a pena ressaltar que os passeios com ele, quanto mais gente tiver, mais barato fica por pessoa. Como eu estava sozinha, paguei um pouco mais caro, mas valeu a pena por todas as boas referências dele que eu já havia lido na internet. O nome dele é Felipe Desidério, o cara mora há anos na chapada, conhece tudo por lá. Além de tudo, é uma ótima cia! Quem quiser o contato dele está aqui: https://www.facebook.com/ecotrilhaschapada Continuando, nosso primeiro passeio era para conhecer a Cidade de Pedra, na minha opinião, não dá para ir a Chapada sem conhecer esse lugar! Sabe aqueles paredões de pedra cartão postal da Chapada? Você terá visões maravilhosas deles por lá. Consegui observar casais de Araras que vivem nas fendas das rochas, a coisa mais linda. Para chegar até lá, só dá para ir de 4 x 4. Nem se arrisque a ir com carro comum, vai ficar atolado. Como eu não estava de 4 x 4, tive que contratar o transfer e paguei mais caro, mas, como disse, vá em mais pessoas que você consegue dividir o valor. O passeio foi tranquilo, a caminhada não é muito longa ou difícil e parávamos o tempo todo para tirar fotos e observar as aves e a paisagem. Mas o sol é de lascar, use roupas leves e passe protetor solar de 1h em 1h. Terminando o passeio da cidade de pedra, por volta de 12h, fomos até o mirante da cachoeira Véu de Noiva. Lá também é uma parada obrigatória para quem vai à Chapada, não é preciso pagar e não dá para tomar banho. Apenas admirar a vista mesmo! Ficamos uns 20 minutinhos e começou a bater a fome, então o Guia me levou à cidade para almoçar e deixar a minha mala na pousada. A pousada que eu fiquei na Chapada é ótima, se chama Vivá (https://www.booking.com/hotel/br/pousada-viva.pt-br.html?aid=311840;sid=0f5b8c2eeb9453ed06a93c1cbcd6c025). É perto de tudo, muito limpa, tudo lá é novinho e bem cuidado, café da manhã farto, bem localizada e funcionários muito atenciosos. Barriga cheia, não tive tempo de descansar, pois ainda tinha muito passeio para fazer e pouco tempo. Seguimos para a trilha do circuito das cachoeiras, essa sim deu uma canseira, pois caminhamos cerca de 7 Km ao total, com muitos trechos de subida/descida em um sol que não teve piedade de nós. O lado bom é que quando o corpo começava a pedir arrego tinha uma parada para banho de cachoeira, acho que conheci umas 5 ou 6 cachoeiras em uma tarde, não me lembro bem! Todas muito bonitas, água beem fria, mas com aquele sol, melhor assim, não é mesmo? Depois de muita caminhada e banho de cachoeira, seguimos para o último passeio programado para o dia, o pôr do sol no Alto do Céu. O nome faz jus ao lugar, pois a sensação é que realmente você está no céu, tanto pela altura, quanto pela energia positiva daquele lugar. Foi um dos lugares de que mais gostei da viagem. Naquele dia, além de um baita pôr do sol, assistimos ao nascer da Lua, que estava cheia por sinal. Maravilhoso! Lá, é importante levar lanterna para a volta. No dia seguinte, deixei para fazer o passeio do circuito das cavernas e gruta da Lagoa Azul. Para pegar a lagoa com seu azul mais bonito, o ideal é que você chegue na gruta as 14h30, pois é a hora que os raios de sol entram nela. Esse passeio tem duas versões, a raiz e a Nutella. A Nutella é aquela em que você paga para um ônibus te levar até o ponto das cavernas e também para te buscar depois. A raiz é aquela em que você vai a pé e apenas volta com o trator. Como eu estava em busca de aventura, escolhi a raiz. Cansei, suei, ganhei bolha no pé, mas certamente foi a melhor escolha, pois você não vê a metade das coisas legais se for de ônibus. Portanto, se você tem bom condicionamento físico e nenhuma dificuldade de locomoção, vá a pé que será mais legal. Outra coisa que achei legal é que você é obrigado a usar uma proteção contra picada de cobra (perneira), o que deixou ainda mais emocionante. Mas nenhuma cobrinha apareceu no caminho...Saindo de lá o Guia me levou para almoçar no restaurante da Deusa, um lugar muito simples, mas com uma comida deliciosa e regional. Fechamos o dia com uma parada na cachoeira do relógio, mas uma hora daquela o sol já estava meio fraco e eu só encarei a água gelada para tirar uma foto mesmo. No dia seguinte acordei 5h da manhã e parti em direção a Bom Jardim, distrito de Nobres. Também já havia fechado desde Brasília os passeios e a hospedagem, que eram oferecidos pela mesma empresa. A pousada que fiquei, chama Lagoa Azul e a agência de turismo chama Anaconda. Fiz as reservas por esse site: https://www.anaconda.tur.br/. A estada para Bom Jardim é muito tranquila, quase deserta e sem muitas curvas. O caminho é pela represa de Manso, e você tem que ficar atento ao último trevo do caminho, pois você tem que pegar à direita para ir à Bom Jardim. Se pegar para a esquerda irá para Nobres, que fica muito longe dos passeios. Cheguei por volta de 8h, fiz check in e o pessoal da agência de turismo me entregou um mapinha com a indicação de onde eram os atrativos que eu havia fechado o passeio. Ao contrário da Chapada, em Bom Jardim o guia não vai com você até o local, você vai sozinho e chegando lá o guia local te encaminha. Mas achei tudo bem fácil de encontrar e perto também. O primeiro lugar que fui foi ao Aquário Encantado, onde você nada em um poço de águas cristalinas e vê muitos peixes. Depois de uns 30 min no aquário a guia te leva para fazer a flutuação de 1km no rio Salobra. Nesse passeio, não pode ir de repelente e protetor solar, pois você contamina a água, que é de nascente. Mas não achei necessário, pois é tudo na sombra. A máscara, snorkel e sapatilha são fornecidos gratuitamente no passeio. É indispensável levar câmera subaquática, mas se você esquecer a sua eles alugam no local por R$ 50. De lá, segui para o Reino Encantado, que é do ladinho. E porque escolhi esse passeio? Pois lá é possível ver a nascente e a ressurgência do rio Salobra, ou seja, você vê o fundo do rio borbulhando, pois é um ponto onde a água literalmente brota do solo. Fiz a flutuação nesse ponto e depois desci com o guia novamente em uma flutuação de 1km pelo rio Salobra, porém em um ponto diferente de onde havia feito a flutuação antes. Voltei ao Aquário para almoçar, tinha uma comida muito gostosa por sinal naquele dia. Acho que paguei algo em torno de R$ 30 reais. Depois do almoço, fui fazer a minha última flutuação do dia, e ainda bem que deixei por último, pois para mim é sempre bom deixar o melhor para o final. Segui as indicações do mapa e cerca de 17km de estrada de chão estava eu pronta para flutuar no Rio Triste, que é mais largo e mais fundo do que o Rio Salobra, e, na minha opinião bem mais bonito. Além disso, a chance de você ver arraias no rio Triste é bem maior, e eu estava lá justamente para isso! Posso dizer que não me arrependi, pois graças à experiência do Guia, consegui ver 7 arraias! Aliás, deixo aqui meu agradecimento ao guia Bugio, uma simplicidade e simpatia em pessoa! Saindo do rio triste fui para o hotel, tomei um banho rapidinho e rumei para ver o pôr do sol na lagoa das araras. Ao chegar dei de cara com um casal de araras sobrevoando a minha cabeça, foi mágico. Lá tem várias delas, você consegue ver a olho nu, mas melhor ainda se você tiver um binóculo, para mim fez falta! De qualquer forma, adorei o lugar, senti uma paz muito grande ali. Importante, vá coberto de repelente da cabeça aos pés, pois 17h é a hora de os mosquitos atacarem! Bom jardim é uma vila bem pequena e não tem muita infraestrutura. À noite saí em busca de um lugar para comer e não tinha muita opção. Aí lembrei que o guia de um dos passeios tinha recomendado um tal de chapolin, que eu inclusive já havia lido a respeito na internet. Fui então descobrir onde era e foi uma grande surpresa. É um lugar muito legal, o cozinheiro (Chapolin) abre a casa dele para as pessoas e fica ali cozinhando no fogão de lenha enquanto conversa com você, com a esposa, os filhos...Me senti muito acolhida! A comida, meu deus do céu, é algo sem explicação, muito boa e caseira. Parece que se você fizer reserva para mais gente ele faz um peixe assado que é divino. Eu estava sozinha e não tive essa sorte, mas tudo o que comi estava divino. No dia seguinte estava programado para conhecer a famosa cachoeira Serra Azul. Como lá é mais afastado, o guia vai junto com você, e eu tive sorte de terem me mandado junto com um guia muito bom, se chama Bruno. Além de conversar bastante, ele adora tirar fotos, então fez ótimas fotos do meu passeio! Para chegar à cachoeira você tem que subir mais de 400 degraus, eu achei de boa (até pelo meu treinamento intensivo de trilhas de cahapada, rs) mas quem não tem condicionamento pode se cansar bastante. Por isso, leve bastante água!!! Lá em cima, a subida vale a recompensa, a cachoeira é linda demais!!! No final, ainda dá para descer de tiroleza para o ponto inicial do passeio. Como aprendi o caminho, voltei sozinha para a pousada (o guia tinha outros passeios para fazer), tomei banho, fiz check out e fui almoçar no único restaurante da cidade que estava aberto, da Pousada Buriti. Por R$ 35 reais comi um banquete e a comida estava muito boa também, tinha peixe, carne, arroz, salada, batata frita...tudo feito na hora! Como o carro estava muito sujo dos passeios, antes de voltar para Cuiabá e devolver o carro levei-o para lavar no lava jato do Marcão, indicado pelo guia Bruno. Peguei a estrada às 15h, assim como na ida, estava bem tranquila, e cheguei em Cuiabá por volta de 17h15. Devolvi o carro à locadora e peguei um Uber para o centro da cidade, onde me hospedei dessa vez. Fiquei em um ponto bem estratégico bem no centrão, na Avenida Getúlio Vargas. Lá perto tem vários pontos turísticos que dá para conhecer a pé, tem farto comércio e é relativamente seguro. Fiquei em um hotel chamado Getúlio (https://www.booking.com/hotel/br/getaollio-by-nobile.pt-br.html?aid=356986;sid=0f5b8c2eeb9453ed06a93c1cbcd6c025), que era bem perto da agência de turismo que contratei para fazer o passeio do Pantanal. Aqui, um adendo. Fiz todos os passeios da viagem por conta própria, mas resolvi conhecer o Pantanal com agência, pois eu tinha uma visão muito cautelosa com relação à Transpantaneira. Não conhecia, achei que era perigoso ir sozinha, e foi o pior erro que cometi na viagem, pois o passeio com a agência é um bate e volta super corrido em que eu me senti como uma turistona. Além disso, odeio guia me apressando quando quero curtir as coisas. Enfim, lição aprendida, voltarei sozinha da próxima vez. O passeio para o pantanal saiu na quinta-feira bem cedinho da agência Confiança Turismo. Fomos em uma Van e o guia fez uma parada em Poconé para comprar gelo e para o pessoal comer e fazer xixi (primeira coisa que me emputeceu, pois se o passeio sai de manhã presume-se que todo mundo já tomou café). Enfim, finalmente entramos na Transpantaneina enquanto o guia explicava algumas coisas sobre a origem da rodovia (eu não consegui ouvir muito pois o povo da "excursão" não calava a boca. Segunda coisa que me emputeceu no passeio). Ao longo da estrada, paramos duas vezes para tirar fotos e observar os animais. Consegui ver jacarés, lontra, capivaras e muitas espécies diferentes de aves, especialmente o Tuiuiú, ave típica do Pantanal. Gostaria de ter parado mais vezes, especialmente porque os ipês estavam todos floridos e queria fazer fotos, mas só consegui fazer fotos do vidro da Van, mesmo. Por volta de meio dia chegamos a uma pousada para almoçar e usufruir do day use. A comida estava boa e como o calor estava de matar, fiquei na piscina. O passeio de barco ficou agendado para 15h e o guia fez a maior pressão para todos estarem prontos no horário. Pois bem, as 15h estavamos todos lá esperando e ninguém apareceu. Quando foi 15h30, depois que eu saí atrás de um funcionário da pousada apareceu alguém para nos levar. Entramos no barco e seguimos pelo rio pixaim. O guia nos mostrou algumas aves, fez uma encenação com um gavião e um jacaré e, pasmem, 20 minutos depois estávamos de volta a pousada e com o guia no esperando para voltar à Cuiabá (e a palhaçada não acabou...) Voltamos para ver o famoso pôr do sol na Transpantaneira em um ponto que é bem bonito e o guia nos fala: "vamos ter que ver em um ponto antes pois não vai dar tempo de chegar lá até o por do sol". Resultado, ELE atrasa nosso passeio e a gente paga o pato. Tentei deixar tudo isso não estragar o meu humor e o meu sonho de conhecer o pantanal, e voltei convicta de que na próxima vez vou sozinha e para ficar pelo menos uns 3 dias hospedada no Pantanal. A dica é ir na época da seca, pois você não corre o risco de atolar o carro e também a chance de ver bichos é maior. No dia seguinte tirei o dia para bater perna em Cuiabá, tava bem quente e seco, mas mesmo assim fui em frente. Conheci o palácio da Instrução, onde estava tendo uma exposição bem legal do Santos Dumont, fui à Igreja Matriz, andei pelas lojas do centro (lá tem umas lojas bem populares onde você consegue comprar roupa bem baratinha se souber garimpar) e almocei em um lugar recomendado por uma amiga, chama Casarão da Dega. Comida boa, farta e barata, recomendo. À tarde fui conhecer a Olra do Porto, mas achei o lugar meio subaproveitado, achei que teria mais opções de barzinhos e mais movimento também. Enfim, no dia seguinte peguei o avião cedinho de volta para Brasília maravilhada com as belezas do Mato Grosso e a hospitalidade do seu povo, com a certeza de que voltarei para desbravar o Pantanal!
  5. Primeiro gostaria de dizer que todo meu roteiro foi feito com base nas dicas de mochileiros aqui do site, o que foi essencial na viagem. Graças a elas pudemos evitar alguns incômodos, otimizar o tempo e economizar, além de conhecer coisas fora do "roteiro senso comum" da turistada. Para conhecer todas as belezas da região, você precisa se atentar a um detalhe muito importante: a maré. Nós não demos muiiiita sorte, pois só conseguimos pegar a maré baixa em um dia (0.5), sendo que esse é o limite da maré baixa. Digamos que isso não atrapalhou os passeios, mas imagino que com a maré ideal teria sido ainda melhor. Tendo dito isso, vou começar a falar sobre a minha experiência. A chegada Chegamos no aeroporto de recife por volta de 23h30. Já tínhamos combinado previamente com o dono da pousada para nos buscar lá, ele cobrou R$ 80,00 para duas pessoas, o que eu achei bem justo. OBS: o táxi dizem que não sai por menos de R$ 150,00. Existe a opção ônibus, pela linha Cruzeiro, mas o primeiro sai por volta de 6h da manhã, e não queríamos passar a noite no aeroporto. Por isso, o transfer da nossa pousada foi a melhor opção. Detalhe: o dono da pousada foi tão gente boa que ainda nos levou para comer em Recife, tendo em vista que os restaurantes em Porto de Galinhas já estavam fechando aquela hora. Hospedagem Reservamos a hospedagem pelo booking (Suítes em Porto). Na época, ficamos espantados com o preço, tendo em vista que era R$ 80,00 para o casal. Olhamos as fotos, parecia ser um lugar OK, cama box, lençóis limpos, frigobar....Achamos que valia a pena, pois não somos de "ostentar". Ao chegar, tivemos surpresas boas e ruins, mas acho que no final, a experiência valeu a pena. Não era bem uma pousada, na verdade, são quartos com banheiro, ao abrir a porta, você já está na rua de Porto. Não tem um espaço de convivência entre os hóspedes, nem recepção. Pontos positivos: localização (fica no ponto principal de Porto, onde tem as lojinhas, restaurantes e é pertinho da praia), limpeza, atendimento rápido e cortês dos donos, em frente à delegacia Pontos negativos: espaço limitado, barulho, faltou água às vezes, ar condicionado deu problema, não tem café da manhã Repito, tivemos alguns incidentes, mas os donos resolveram todos rapidamente, de forma que não atrapalhou em nada. 1º dia - Porto de Galinhas Tiramos o primeiro dia para fazer o reconhecimento do local. Fomos à praia de Porto de manhã para conhecer, almoçamos e conhecemos lojinhas e fomos ao supermercado fazer compras para o nosso café da manhã. Alguns detalhes: Como fiquei sabendo aqui no site que as coisas em Porto são caras, que há vendedores por toda parte querendo te oferecer alguma coisa, optamos por levar nossas cangas e nosso guarda sol para a praia. Assim podíamos ficar onde quisermos sem ser refém das taxas de rolha ou consumação mínima que as barracas exigem. Também levávamos a nossa térmica com água, cerveja e alimentos para todo lado. Outra coisa: Logo no primeiro dia fomos comer uma muqueca em um restaurante que não me lembro bem o nome (acho que era camarão e lagosta, uma coisa assim), e perguntamos se o prato servia duas pessoas. Eles disseram que sim. Quando o prato chegou, vinha apenas uma cumbuquinha com 1 pedaço pequeno de peixe, e uma miséria de arroz. Nos sentimos completamente enganados e não voltamos mais lá. Então informem-se antes de comer nos restaurantes, perguntem antes a quantidade exata que vem no prato, para não serem enganados. As compras nós fizemos no Hiper, mercado que fica perto do posto ipiranga, mais famoso na cidade. Já no primeiro dia, fechamos um passeio para a Praia dos Carneiros com a empresa Ponto Forte (do lado do restaurante Porto Sol e Brasa, na rua principal). Foi onde encontramos os valores mais em conta, e o atendimento não deixou a desejar em hora nenhuma. Além disso, se você fizer um passeio, ganha desconto no próximo. Dicas: se quiser economizar, não compre nada nas barracas de praia. Tem muitos ambulantes vendendo comida na praia, queijo coalho, caldinho de frutos do mar (uma delícia), salgados, doces, etc. Tem uma barraca de caipiroskas que é muito legal também, experimentem a de cajá manga! Ponto Forte Turismo: Rua da Esperança, nº 430, 1º andar 81 3552-2028 8706-0589 9875-3116 2º Dia Praia dos Carneiros - Excursão Para conhecer Carneiros, pagamos R$ 40,00 por pessoa. A van da empresa foi nos buscar na nossa pousada por volta de 8h50 da manhã. Enchemos a nossa térmica com água e cerveja e para nossa surpresa, fomos informados que lá nao pode entrar com comida nem bebida, pois o acesso à praia é particular. Bem, nosso motorista foi camarada e deu um "jeitinho" para entrarmos com a nossa, então recomendo que se vocês quiserem levar lanche, tentem ir com uma bolsa térmica discreta, que não aparente ser uma, entendeu? Tem umas mais discretas, que parecem sacola de praia mesmo. A importância de levar o seu próprio lanche é economizar, tendo em vista que o restaurante ponto de apoio do passeio cobra preços bem salgados pelo almoço. Mas se você não conseguir levar, não se preocupe, ao longo do passeio tem ambulantes vendendo de tudo, fome você não vai passar. Pegamos o catamarã e adentramos o rio e o mangue, depois fomos na parte onde você pode se besuntar com argila. Visitamos também bancos de areia no meio do mar, e o mais engraçado é que tinha um bar montado no meio do mar e vários ambulantes vendendo, achei aquilo muito engraçado. PS: Não comprem cerveja no catamarã, em cada parada tem gente vendendo mais barato. O passeio também inclui uma parada na igreja de São Benedito, do séc XVIII. Por último, fomos nas piscinas naturais, onde mergulhamos com peixinhos. Lá é bem rasinho, e recomendo levar um snorkel ou óculos de mergulho. Se você coloca uma cabeça de camarão na água eles vem comer na sua mão. Desçam sempre de chinelo e fiquem atentos para não pisar nos ouriços. Na volta, como ninguem da nossa van estava a fim de comer no restaurante, voltamos para porto bem cedo, por volta de 14h. 3º Dia - Porto de Galinhas - Pontal do Maracaípe No terceiro dia ficamos de manhã na praia de Porto, e quando foi por volta de 15h, alugamos duas bicicletas em uma loja de aluguel de carros que fica ao lado do posto ipiranga e seguimos pela ciclovia até a praia de maracaípe. OBS: as bicicletas estavam bem detonadinhas, mas era as únicas que tinham, então fomos assim mesmo. Maracaípe é muito perto e dá pra ir pela ciclovia em total segurança. São menos de 4km pra ir. Chegando lá, você pega umas ruas com chão e areia, e a partir de um ponto so dá pra ir pela areia da praia. É tranquilo, se você for onde a areia é mais úmida, dá pra ir pedalando mesmo. Pedalamos até o pontal do maracaípe, um dos lugares mais lindos que conheci. Lá, o rio maracaípe encontra o mar, e forma uma piscina enorme e rasinha onde você pode relaxar e curtir o sol se pondo. Voltamos de bicicleta e não nos cansamos nem um pouco. A noite, fomos comer em um lugar com ótimo custo benefício, chama Taco Mexicano, fica na rua principal. Eles servem uma porção de camarão alho e óleo a 15 reais e dose dupla de caipirinha deliciosa! Lá tem diversos lanches bons e baratos, recomendo o sanduíche de pernil pros que comem muito. As garçonetes são muito atenciosas também! Outro restaurante incrível que fomos foi o Gatos de Rua. É um lugar lindo, com um atendimento ótimo. Se você quer escolher um dia para pagar mais caro, recomendo que vá lá, no dia em que fomos estava tendo uma promoção em que você pagava R$ 79 reais para duas pessoas, com direito a entrada mais uma taça de vinho. Comida de primeira e muito bem servida, vale a pena. 4º Dia - Praia de Muro alto - Olinda No quarto dia resolvemos alugar um carro para conhecer Muro Alto, que é uma praia mais distante, e aproveitar a diária para dar um pulo em Olinda. O carro foi alugado na locadora de veículos GM, fica na rua oposta ao posto ipiranga, não tem erro. O preço da diária foi R$ 100,00 (não tinha nenhuma outra taxa, apenas tínhamos que abastecer o que foi gasto e deixar uma caução de R$ 1500,00 que foi estornada quando devolvemos o carro). Com esse valor, pegamos um celtinha com ar condicionado. Fomos em muro alto que é uma praia de que gostamos muito, por ser linda e pouco frequentada. Onde paramos não tinha quase ninguém, era quase uma praia exclusiva para a gente. O muro de pedras faz dela uma praia rasinha, com águas bem clarinhas. Não vimos barracas e praia por perto, mas não passamos aperto pois levamos nossas cangas, guarda sol, e térmica com comida e bebida. Vimos poquíssimos ambulantes nessa praia, muito bom para quem está cansado dos vendedores chatos de Porto. Depois de tomar banho seguimos para Olinda, onde pudemos andar pelas ruazinhas charmosas, visitar igrejas e conhecer o alto da sé. Fomos abordados por muitos guias que queriam nos cobrar R$ 50 por pessoa, mas preferimos explorar o centro histórico sozinhos. Lá no alto da sé é lindo, e é lá que comemos a melhor tapioca das nossas vidas!!!!! Altamente recomendado, Tapiocas da Vovó, fica dentro de um espaço que vende obras de arte e antiguidades. Não deixem de comer, é sério, nós comemos 3!!!! A de camarão com queijo coalho é de comer ajoelhado!!! kkkkkk OBS: lá em olinda achamos super seguro, andamos sozinhos a noite, não vimos mendigos, pedintes ou ninguem suspeito no centro histórico. Mas se você vai de carro, é recomendado ter um GPS para não se perder (nós usamos o Waze do celular e deu tudo certo). 5º Dia - Pontal do Maracaípe Gostamos tanto do Pontal que resolvemos repetir o passeio. Dessa vez, não fomos de bicicleta. Pegamos um mini ônibus na parada da rua oposta ao posto ipiranga (onde ficam os mototáxi) e ele nos deixou na praia de maracaípe. Depois fomos andando até o pontal pela praia. Levamos todas as nossas coisas, guarda sol, canga, térmica, pois lá no pontal também não tem barracas de praia nem muitos ambulantes. Mas conseguimos comprar uns amendoins e ovinhos de codorna que um ambulante estava vendendo e saciou nossa fome depois da caminhada na praia. O pontal, além de lindo, é muito gostoso, não tem aquela muvuca de Porto, é sossegado, bom pra ir com criança, bom pra curtir a natureza. Por isso gostamos tanto. Voltamos pra porto famintos e batemos um pratão no restaurante Porto Sol e Brasa, eles tem um bom custo benefício, R$ 15 reais por pessoa sem balança. A comida é simples mas não deixa nada a desejar, fomos lá mais de uma vez. Fica na rua principal do centrinho de Porto. 6º Dia - Maragogi Como havíamos feito o passeio para Carneiros com a empresa Ponto Forte, resolvemos fazer o passeio para maragogi com a mesma, para ganharmos desconto. O passeio saiu a R$ 80 por pessoa com café da manhã, transfer e o catamarã incluso. A Van foi nos buscar bem cedinho (4h45 da madrugada), pois em maragogi é fundamental que a maré esteja baixa. Chegando lá, eles serviram um bom café da manhã no ponto de apoio, com frutas, pães, suco, café e bolo. Pegamos o catamarã e seguimos rumo às piscinas naturais. OBS: É proibido embarcar qualquer tipo de bebida alcoolica no catamarã, são normas do ICMBio, pois trata-se de uma Área de Preservação ambiental federal. Como tínhamos levado nossa bebida, deixamos no freezer do restaurante para bebermos na volta. Fomos durante todo o percurso animados pelo nosso guia, chamado Valentim. Recebemos todas as instruções no barco sobre os cuidados com os corais e nos foi oferecida a opção de fazer o mergulho com cilindro. O mergulho com cilindro foi a melhor experiência que já tive, pois nunca havia mergulhado antes. Talvez quem já mergulhou não veja tanta graça, pois você não vai muito fundo (max 6 metros) e vai sempre guiado por outro mergulhador. Dura cerca de 20 minutos. Mas no mergulho com cilindro vi muitas coisas e detalhes que não vi só com o snorkel, pois com o snorkel você fica mais na superfície e vê bem menos detalhes. No mergulho com cilindro até dentro de uma caverna de corais eu passei, e eles fazem várias fotos de você em baixo da água. Preço R$ 80,00 o mergulho + as fotos. O nosso guia aceitava até cartão de crédito. Tempo total nas piscinas naturais: 1h30, é o tempo máximo que a guarda marinha permite cada embarcação ficar. Depois voltamos e ficamos no ponto de apoio curtindo a praia e tomando nossa cerveja que tinha ficado para trás. Por volta de 15h30 chegamos em Porto. 7º Dia - Piscinas naturais em Porto e Volta pra casa Somente no último dia conseguimos pegar a maré boa pra conhecer as piscinas natuais (0.5). Como era nossa primeira vez, achamos melhor ir com o jangadeiro, mas quem tiver a oportunidade de ir mais vezes, vá na primeira com o jangadeiro pra ver o caminho, depois é tranquilo para ir sozinho (o problema de ir sozinho é ter que pegar uma pulseira na fiscalização ambiental, e o tempo de permanência máximo é de 25 minutos. É maravilhoso! Se você tiver câmera que funcione debaixo d'água leve, pois fará fotos incríveis no meio dos peixes. Voltamos para nossa pousada e nos arrumamos para ir embora. Fomos até a parada de ônibus para pegar o ônibus da viação cruzeiro que entra no aeroporto de recife, mas enquanto esperávamos, passou um taxista oferecendo o serviço pelo mesmo preço que pagaríamos na passagem de ônibus (na parada tinha outro casal que também ia para lá, então ele cobrou 11 reais de cada pessoa) e conseguimos ir de táxi para o aeroporto. Mas quem não conseguir pode ir tranquilo de ônibus, ele passa de hora em hora, tem ar condicionado.....não tem perrengue. Se eu voltaria? Com certeza!!!!!!
  6. Praias do Cabo de Santo Agostinho - Guia de Informações

    Alguém sabe me dizer se tem ônibus ou van que sai de porto de galinhas para Cabo de Santo Agostinho? E o caminho inverso também? Vi que há muitas excursões de Porto para lá, mas não queria ficar presa ao roteiro da excursão. Outra coisa, chegando em Cabo, é fácil se locomover a pé na cidade, aproveitar pelo menos a praia de calhetas e alguns monumentos históricos sem precisar de carro? Obrigada!
  7. Região Dos Lagos - Perguntas e Respostas

    Tem a Pacha também, é boa? Ai meus deus, rico bolsinho? Será que tem outras opções de festas pra virada ou só essas em boates com música eletrônica?
  8. Região Dos Lagos - Perguntas e Respostas

    Você passou reveillon em búzios, o que achou? O clima é agradável? Tem gente bonita? E as festas, qual a melhor opção? Costuma faltar água, energia, essas coisas? Transito caótico? obrigada!
  9. [Arquivo] Roma - Perguntas e Respostas

    Lembrando que, com o Roma Pass você pode usar todas as opções de transporte público da cidade gratuitamente por 3 dias. Eu usei o meu assim: Coliseu + Foro Romano + Palatino + Museus Capitolini E andei de metrô adoidado! Acho que valeu a pena, principalmente porque não peguei fila pra andar em nada
  10. [Arquivo] Roma - Perguntas e Respostas

    Pessoal, uma dúvida. Com o Roma pass eu sou obrigada a conhecer Coliseu e Arco de Constantino, Forum Romano e Palatino no mesmo dia? Ou posso fazer o Coliseu e Arco de Constantino em uma tarde e o Forum Romano e Palatino no dia seguinte?
  11. [Arquivo] Roma - Perguntas e Respostas

    Legal o seu roteiro Vinnie. Em quantos dias você conheceu esses lugares? To indo agora em setembro e ficarei 4 dias lá, e ainda to achando que é pouco tempo pra conhecer os pontos turisticos e curtir a cidade.
  12. [Arquivo] Roma - Perguntas e Respostas

    Obrigada, Marcos! Falando nisso, qual é a melhor ordem pra fazer os passeios do Vaticano? Eu tirei um dia inteiro só para conhecê-lo, então pensei o seguinte: A parte subterrânea + basílica de São pedro pela manhã e museu + capela sistina + castelo sant'angelo à tarde. O que você acha? Dá tempo de ver tudo com calma? obrigada!
  13. [Arquivo] Roma - Perguntas e Respostas

    Pessoal, alguém pode me dizer o site em que se compra o ingresso para o museu do Vaticano? O que mais vale a pena comprar pela internet com antecedencia? Pelo o que li no fórum, tem o museu borghese, a visita às escavações do Vaticano e o Roma Pass. Tem mais algo que já posso comprar antes para evitar filas? Obrigada!
  14. [Arquivo] Roma - Perguntas e Respostas

    Obrigada, Marcos, consegui me localizar pelo google maps, aliás, está salvando minha vida nessa viagem! rs abs!
  15. [Arquivo] Roma - Perguntas e Respostas

    Gente, aonde eu posso comer bem em veneza, sem pagar um absurdo de caro? Tem algum lugar bacana pra jantar, ao por do sol? obrigada
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