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ataide junior

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Sobre ataide junior

  • Data de Nascimento 10-10-1990

Bio

  • Ocupação
    Agente de viagens
  1. Valeu pelas lembranças Aninha. Satisfação ter lhe recepcionado em dias tão especiais e em lugares que eu particularmente tenho total prazer em conhecer.
  2. 18 DE MARÇO DE 2015 Quarta feira, dia de ir para Manaus aproveitar a capital que eu já conhecia porém de maneira mínima. Como meu voo era apenas as 13h eu decidi ir caminhando do hotel em que estava hospedado até o Aeroporto. Tempo de caminhada: Gastei aproximadamente 1 hora no percurso. Sendo que estava com uma mochila cargueira e uma mochila menor. Após o voo entre Boa Vista e Manaus (aprox. 1 hora) já procurei o mais breve ir ao lado de fora do aeroporto tomar o ônibus (linha 306) até o centro de Manaus. Para minha sorte em menos de 10 minutos já havia chegado o ônibus. Em aproximadamente 45 minutos o ônibus chegou até o centro e de lá eu caminhei até o hostel que eu havia ficado quando cheguei em Manaus no dia 3. Ao chegar e me hospedar fui em busca de agências e consequentemente o passeio ‘’Encontro das aguas’’ que contempla o Rio negro e o Solimões. Existem diversas agências oferecendo o passeio, mas logo de cara me assustei com o valor cobrado por uma e acabei ficando com o passeio adquirido pelo próprio hostel que estava com um valor menor e que realizaria o passeio na sexta feira 20/3. A noite fiz um pião para procurar algo de comer e ver o movimente noturno do centro. O movimento não é grande, mas tem bastante fluxo de pessoas que estudam pela região. Fim de dia, fui dormir para no dia seguinte caminhar mais pelo centro e ir até o porto que fica próximo do Mercado.
  3. 17 DE MARÇO DE 2015 Na terça feira o dia foi para conhecer a capital de Roraima, Boa Vista. Antes de iniciar minha viagem eu realizei pesquisas e não encontrei nada que me interessasse tanto, porém ás vezes somente comprovando pessoalmente para se ter uma posição definitiva e a minha em relação a Boa Vista foi positiva. Boa vista é uma capital de ruas e avenidas planas e nada daquelas ladeiras intermináveis. Grande parte das avenidas conduzem ao centro e na capital existem os táxis coletivos (não utilizei). Em Boa Vista também tem ‘’Din Din’’, que em São Paulo eu conheço como geladinho. Para os adictos de compras, existe 2 shoppings e centros comerciais. Uma das primeiras coisas que observei quando cheguei pela primeira vez em Boa Vista foi o ‘’SESC’’ ( Serviço Social do Comércio) que eu costumo usar com certa frequência em São Paulo, tanto para shows quanto para almoço. Na unidade de Boa Vista eu visitei a unidade que possui espaço esportivo, restaurante e escola. Sim existe uma escola no Sesc de Boa Vista. Depois de uma longa caminhada eu encontrei outra unidade do SESC, porém esta é apenas restaurante. Pelo andar da hora eu já estava com fome e então decidi almoçar. Sábia escolha, boa comida por bom preço. Abaixo segue algumas fotos do que visitei em Boa Vista e destaco de forma negativa que a Orla Taumanan do Rio Branco, estava fechada para obras há cerca de 6 meses conforme me informaram e a Praça das águas próximo do Portal do Milênio também estava fechada para obras. Fica a torcida para que estes dois belos atrativos estejam reabertos em breve. Já como positivo, foi encontrar o Centro de Artesanato, aberto mesmo com a orla interditada. O Futuro Teatro Municipal: Palácio Senador Hélio Campos: Catedral: Monumento ao Garimpeiro: Portal do milênio: Igreja Matriz, próximo da Orla Taumanan: Centro Multicultural de Boa Vista, fechado: Terminal Rodoviário de Boa Vista: Vista longínqua da Ponte Macuxi: Centro de Artesanato: Depois de caminhar por atrativos de Boa Vista, regressar e jantar, fui dormir para me preparar para o dia 18/3, no qual eu tinha voo para Manaus.
  4. 16 DE MARÇO DE 2015 Na segunda de manhã fui tomar um café da manhã e depois fui buscar um táxi até a imigração venezuelana. Os trâmites de saída ocorreram de forma normal e de lá fui andando até a Receita Federal, pois entre as imigrações existem uma espécie de monumento com a bandeira das 2 pátrias: Ao chegar na Receita Federal realizei o procedimento de entrada no Brasil e segui caminhando até o Terminal Rodoviário que fica próximo por sinal e comprei uma passagem para Boa Vista no horário das 15h (único horário). A viagem ocorreu de forma tranquila entre Pacaraima e Boa Vista. Já em Boa Vista eu procurei por hospedagem e encontrei uma opção mais econômica que a vez anterior que lá estive, porém com Wi fi pior, ar condicionado fraco e banheiro minúsculo. Para jantar escolhi um ‘’restaurante a céu aberto’’ ao lado do Terminal Rodoviário.
  5. 15 DE MARÇO DE 2015 Acordamos relativamente cedo e fomos tomar um café da manhã antes de iniciar o passeio que contemplaria visitar algumas cachoeiras, sendo que em algumas delas se podia aproveitar e banhar. O passeio foi incrível e tivemos a oportunidade em conhecer saltos de tamanhos e belezas distintos, começando pelo Salto Kawi que possuí uma piscina natural belíssima. Logo após fomos para uma Cachoeira enorme de nome Salto Kama, lá não foi possível banhar se e sim apenas tirar fotos. Depois do Salto Kama a fome já era grande, então fomos almoçar (estava incluso no pacote junto a bebida que era água). O almoço ocorreu no povoado de San Francisco de Yuruani. Estava fantástico e depois foi seguir caminho. O próximo salto foi o Suruapo que é interessante devido toda sua superfície coberta de buracos e também tem uma bela piscina natural. Após o Suruapo, fomos para o Salto La Cortina, salto este que possuía um maior volume de água. Depois de ‘’La Cortina’’ era hora do último salto ao qual eu já havia conhecido no dia anterior, ‘’Quebrada Jaspe’’. O guia nos explicou que a pedra presente neste local é de resistência fora do comum e não se encontra em outras partes do mundo, segue mais fotos. Chegamos por volta das 18h e eu particularmente fiquei contente pelo dia que tive. No fim da noite fui até uma pizzaria presente na mesma rua da pousada e depois regressei para organizar minhas coisas, pois já no dia 16/3 estava de regresso para Pacaraima no Brasil.
  6. 14 DE MARÇO DE 2015 Já muito bem descansado eu e um novo colega venezuelano decidimos conhecer alguns saltos próximo a Santa Elena, então o que fizemos foi o seguinte: Tomamos um táxi da cidade até a Quebrada Jaspe, que possui uma pedra semipreciosa de resistência incrível. O nome? O mesmo da cachoeira, Jaspe. Depois caminhamos até o Salto Urue (velo de la novia). Sabe o que eu recomendo? Que não façam isso mesmo, pois de Jaspe até o Salto Urue, caminhamos mais de 3 horas em ritmo rápido. Mesmo com tal desgaste os lugares são compensadores pela beleza que possuem: Para voltar de toda esta distância a Santa Elena, conseguimos um táxi no meio da estrada. Sim, na estrada estava passando um táxi e conseguimos utilizar. Ao chegar em Santa Elena encontramos alguns brasileiros conversando com um guia e logo já se envolvendo conseguimos fechar um passeio para diversos saltos no domingo (15/3) com saída ás 9h. Fim do dia ainda sobrou disposição para ir na balada novamente e curtir até certa hora da madrugada.
  7. 13 DE MARÇO DE 2015 Neste dia aproveitei para descansar e caminhar numa boa pela cidade para tirar fotos do local que no meu ponto de vista é ideal para descansar, se divertir, pois para quem curte a noite Santa Elena têm algumas baladas. Mas é interessante destacar que em Santa Elena é possível adquirir pacotes para o Salto Angel, Gran Sabana e claro do Monte Roraima.
  8. 12 DE MARÇO DE 2015 No primeiro horário fomos direto a rodoviária para realizar o embarque rumo a Pacaraima. A viagem ocorreu bem e dentro de três horas e meia chegamos. Ao chegar no Terminal já estava repleto de cambistas querendo trocar reais ou dólares por bolívares. Eu como não tinha conhecimento decidi já realizar uma troca no local e neste momento me veio a surpresa. Com R$ 200.00 eu recebi uma quantidade enorme de notas da moeda venezuelana, Bsf 13.600,00. No dia R$ 1,00 estava valendo Bsf 68,00. Após realizar o câmbio, eu, o japonês, o venezuelano (recém ingressado no grupo) e uma peruana-estado unidense (amiga do venezuelano) tomamos um táxi para ir até Santa Elena de Uairen na Venezuela, porem quando chegamos na Receita Federal para registrar a saída do país o taxista foi embora. Mas beleza conseguimos outro táxi que nos levou até a imigração venezuelana e posteriormente a cidade de Santa Elena de Uairen***. *** Da Receita Federal até a imigração venezuelana é numa boa ir caminhando, são aproximadamente 800km. Mas da imigração venezuelana até Santa Elena é muito longe para ir a pé, desista e contrate o serviço de táxi. Em Santa Elena de Uairen, descemos no terminal de ônibus existente na cidade, afim de consultar os horários para outras cidades como por exemplo: Puerto Ordaz, cidade a qual eu queria ir para posteriormente chegar em Cumaná, cidade com muita história e bela arquitetura. No terminal todos os guichês das empresas estavam fechados, porém havia um ônibus que já estava quase saindo rumo a Caracas. Como eu já estava vindo de uma longa jornada em tão pouco tempo e não teria tanto tempo desisti de Cumaná e fiquei apenas em Santa Elena até o dia 16/3/2015. TERMINAL RODOVIÁRIO DE SANTA ELENA Sendo assim tomamos um taxi do terminal até o centro da cidade (que não é tão próximo do terminal). Como eu já tinha referência de uma pousada que sempre costuma estar presente nos relatos de viagens, eu fui até a mesma e obtive sucesso. A pousada para mim esteve de bom tamanho, preço baixo, wi fi, agua quente e atendimento prestativo. Os pontos negativos é que não existia ar condicionado (ventilador), e o café da manhã que não se pode reclamar tendo em vista o preço. No período da tarde utilizei para fazer um pequeno recorrido pela cidade e tive a oportunidade em conhecer a Plaza Simón Bolivar e a Igreja de Santa Elena. Abaixo monumento ao libertador da pátria Simón Bolivar: Agora a Igreja de Santa Elena: Já de noite fui jantar num restaurante chinês que fica na Praça Simon Bolivar e depois fui numa balada existente na cidade.
  9. 11 DE MARÇO DE 2015 Chegamos em Lethem aproximadamente ás 10h e do ponto de chegada contratamos um taxi para nos levar primeiramente a imigração da Guiana e depois a Receita Federal. Destaque positivo para nosso país: em nenhuma imigração da Guiana ou Suriname revistaram minhas coisas, já na Receita Federal realizaram a revista utilizando raio X. Da Receita Federal estava acompanhado de um japonês do Japão (Sim do Japão, pois São Paulo tem muito nipônico mas nem todos nasceram na terra do sol nascente). Tivemos a ideia de ir caminhando da Policia Federal até a Rodoviária de Bonfim. Boa ideia? Talvez, se o sol não estiver forte, queira economizar algum dinheiro e não tiver problema em caminhar, pois a distância passa de 1km. Passada a caminhada e chegada na rodoviária compramos a passagem para Boa vista com horário marcado para 14h30. Pois era o horário mais próximo. Não tivemos vontade de pesquisar o táxi coletivo, mas destaco que na Receita Federal tinha, porém o valor era muito alto em relação ao ônibus e também em relação ao próprio táxi que sai da cidade de Bonfim. Fui informado que dentro de Bonfim o valor do táxi para Boa Vista é bem menor comparado com o que sai da Receita Federal. A viagem de Bonfim até Boa Vista e ocorreu de forma tranquila em aproximadamente 1 hora e meia. Após a chegada procurei informação dos horários de ônibus de Boa Vista para Pacaraima e fui informado que o primeiro ônibus do dia é ás 7h30. Sendo assim comprei a passagem para o dia 12/3. Destaco que apenas uma empresa opera esta rota, porém é possível chegar também a Pacaraima ou voltar para Boa Vista de táxi coletivo. Depois de comprar a passagem fui atrás de hospedagem para a pernoite em hotéis próximos a rodoviária e encontramos 1 com valor interessante para duas pessoas que possuía ar condicionado (essencial) e também wifi. Ainda caminhei um pouco pela Avenida das Guianas, onde encontrei diversos mercados e tive a oportunidade de comer um lanche acompanhado por suco de cupuaçu.
  10. 10 DE MARÇO DE 2015 Mais um dia e mais uma despedida, agora era hora de começar a ‘’ saga’’ do retorno para o Brasil. O início da viagem foi ás 4:00 da manhã de navette com destino a Nickerie. Em Paramaribo também existem diversos lugares onde se pode contratar o serviço incluindo o local onde se está hospedado. A viagem foi tranquila e aproximadamente as 8 horas estávamos na imigração do Suriname registrando a saída do país. Feito o tramite era a hora de utilizar o ferry, destaque o ferry não tive que pagar, pois na ida eu havia comprado o bilhete para ida e baixo, então foi embarcar e preencher o formulário de imigração para entrar em Skeldon (Guiana) A imigração para entrada ocorreu de forma tranquila e com tranquilidade já entramos na navette do motorista que nos levou até Georgetown. Importante destacar que para a Navette, na ida eu paguei o trecho que dava direito a: Georgetown até a fronteira (Skeldon), lá o motorista me deu um pequeno ticket para eu entregar ao motorista que aguardava do outro lado. Na volta o procedimento é o mesmo e o pagamento é feito sempre para o primeiro motorista. A chegada ocorreu aproximadamente ás 13horas (horário do Suriname). Cabe destacar que o horário do Suriname é o mesmo de Brasília, sendo assim uma hora a mais que Georgetown. Após a chegada em Georgetown já fui direto numa agência contratar a navette para Lethem. Comprado o bilhete para saída ás 18h (mas que saiu ás 18:40), fomos utilizar o tempo para comer algo e comprar alguma coisa para lembrança e também alimento para o percurso que você não precisa se preocupar muito, pois existem opções tanto de doces como salgados. Desta vez a viagem foi mais tranquila que na ida (menos poeira). Aproximadamente ás duas da manhã chegamos no ponto que iriamos aguardar para a balsa começar operar. Como desta vez não tinha receio de não conseguir carregar meu notebook depois, eu pude passar o tempo organizando minhas fotos e ouvindo música.
  11. 9 DE MARÇO DE 2015 Mais um bom dia de Paramaribo que tive o gosto em andar, andar e andar por suas ruas e conhecer mais de uma cidade que me encantou e hoje posso recomendar a que os interessados saiam do interesse e invistam na ideia de conhecer por alguns dias. Neste dia aproveitei para conhecer algo da gastronomia local e com certeza fui atrás de uns doces aos quais comi mas não lembro o nome de quase nenhum, apenas do que posto a foto abaixo: ROOMHOORN Em relação a gastronomia a capital coloca á disposição diversas opções, como restaurantes, redes de fast food e também bastante supermercados com preços variados e o mesmo para produtos. No mais aproveitei para tirar mais algumas fotos de outros locais que me interessaram pela arquitetura distinta a qual meus olhos estão habituados: BASÍLICA MINORE MAIS UMA MESQUITA EM TERRAS DO SURINAME: Em Paramaribo também existe uma alta quantidade de cassinos:
  12. 8 DE MARÇO DE 2015 Mais um dia para acordar cedo e pesquisar sobre a cidade em que estava. Em Paramaribo existe a forte presença de muçulmanos, indianos, negros, chineses e pessoas de outros países em menor número (inclusive brasileiros). Existe muitos holandeses e belgas, que em Paramaribo trabalham após em seus países de origem se graduarem em algo. Nunca vi tanto holandês na minha vida e creio que algumas palavras eu aprendi, devido ao idioma falado no país ser o holandês e também a forte presença do pessoal que citei acima. A arquitetura novamente foi minha grande surpresa (positiva). Em Paramaribo a arquitetura se faz mais preservada que Georgetown e isso é notório andando nas ruas. Outro ponto é o trânsito que é em sua maioria bem organizado. Neste dia fui conhecer alguns dos principais pontos turísticos da cidade: MESQUITA E SINAGOGA PRÓXIMAS Fundação Museu no Fort Zeelandia Destaque na foto abaixo que relata sobre a história da colonização do Suriname e também possui artigos indígenas incluindo algumas peças cedidas gentilmente pelo nosso estado do Pará. PALÁCIO PRESIDENCIAL PARQUE PALMENTUIN Realmente andando pela cidade de Paramaribo e conversando com alguns habitantes nascidos no local, tive a grata surpresa em perceber que se trata de uma cidade amistosa em que grande parte de sua população convive sem querer criar barreiras ligadas a etnias as quais infelizmente vemos presentes em outras partes do mundo.
  13. 7 DE MARÇO DE 2015 No GuestHouse que estive era possível agendar a navette a Paramaribo, porém tinha um amigo na cidade e o mesmo já havia disponibilizado para mim o transporte de navette para ‘’Parbo’’ (Paramaribo) no sábado. Em Georgetown existem diversas agências com isso é possível agendar com tranquilidade o transporte para o Suriname. O transporte entre os dois países tanto na ida quanto na volta pelo que tomei conhecimento ocorre no período da manhã e ocorre da seguinte forma: A van que sai de Georgetown vai até Skeldon (Guiana), lá ocorre o desembarque e os viajantes vão até a imigração da Guiana realizar os trâmites de saída e comprar o ticket do ferry para chegar ao território Surinamês. O tempo gasto no ferry é de aproximadamente 40 minutos entre os dois pontos (Guiana-Suriname) A chegada no Suriname é em Nickerie. Lá é necessário fazer os trâmites de entrada (NÃO ESQUEÇA O CERTIFICADO DE VACINA CONTRA FEBRE AMARELA). Após a imigração deve se procurar o transporte que levará até Paramaribo. Ai vale um destaque, pois a van que você paga em Georgetown lhe dará direito também ao trecho entre Nickerie e Paramaribo. O FERRY É PAGO A PARTE. O trajeto que realizei entre ‘’Gtown’’ (Georgetown ) ‘’Parbo’’ (Paramaribo) iniciou se aproximadamente as 4:30 e terminou aproximadamente ás 16h do mesmo dia. Já em Paramaribo a capital do Suriname também se utiliza mão inglesa nas ruas e a arquitetura é linda ao meu ponto de vista. Também me hospedei em Guesthouse, pois a capital surinamesa não possui hostel. O Guest que fiquei está localizado 10 minutos de caminhada do centro da capital e tem grande fluxo de pessoas hospedadas no mesmo. Neste dia fui em alguns bares beber um suco, que aliás em grande parte dos locais que visitei na capital era de latinha e não natural. Já para quem gosta de uma cerveja existe uma marca local muito apreciada pelos habitantes e turistas que até já ganhou prêmio mundial de qualidade.
  14. 6 DE MARÇO DE 2015 Acordei cedo e fui em busca de começar a conhecer Georgetown e tirar fotos. Em Georgetown a população é composta por etnias diversas: chineses, indianos e também negros da época de colonização inglesa. Fato que destaco é que na capital não notei a presença de indígenas. A arquitetura é muito distinta de nosso Brasil, com casas construídas de madeira. Já o saneamento pode se considerar precário tendo em vista que pelas ruas existem valas e córregos a céu aberto com o esgoto das casas que são despejados sem nenhum tratamento e que após esse percurso segue para o oceano atlântico em sua parte que beira Georgetown. Eu gostei da cidade por alguns motivos que posso aqui descrever: 1. Arquitetura distinta da brasileira e principalmente da cidade em São Paulo, onde casas e prédios ‘’ disputam’’ espaço e você observa a falta de uniformidade em espaços urbanos (claro sem generalizar, pois existem bairros em São Paulo com bom planejamento) 2. Existem construções antigas conservadas e que oferece a capital da Guiana um charme ao qual eu tenho o gosto em admirar e ter vontade sempre de me aprofundar na história de nossos povos. 3. Mesmo com tantos comentários sobre a insegurança que a cidade passa aos turistas em momento algum eu me senti inseguro e tive a oportunidade em caminhar por diversos pontos da Capital***. ***Cabe destacar que em qualquer lugar do mundo devemos ter atenção aonde estamos indo e aqui quem fala é um nativo da capital de São Paulo, acostumado com poucas e boas rs. No mais Georgetown é uma cidade que possui certa infraestrutura para o turismo em relação a atividades que estão fora da cidade como por exemplo; Kaieteur Falss, visita a populações em regiões típicas da Guiana na Floresta e outras atividades (Consulte na internet, pois é possível ter noção do que fazer por lá). ABAIXO ALGUMAS FOTOS PARA QUE POSSA CONHECER ALGO DA CAPITAL, JÁ QUE NA GUIANA ESTIVE APENAS EM GEORGETOWN E EM LETHEM (em trânsito). A maior catedral construída em madeira no mundo: ST. GEORGE´S CATHEDRAL Abaixo o Stabroek Market, mercado que segue a linha de grandes mercados como o Mercado Municipal de São Paulo (Mercadão) Outro local interessante para se conhecer é o Jardim Botânico de Georgetown, dentro do mesmo existe um zoológico, porém como não sou entusiasta da prisão de animais optei por não conhecer o mesmo. Ataíde eu quero tomar um banho de praia em Georgetown, você recomenda qual? Eu recomendo que você pesquise melhor e veja outros países vizinhos como por exemplo a Venezuela, pois as praias da Guiana não são próprias para banho em sua maioria e Georgetown se inclui. Você dúvida? Olha a foto abaixo:
  15. DIA 5 DE MARÇO DE 2015 O Horário de saída das navettes deste local é as 4h e como eu não queria dormir e correr o risco de não acordar no horário (creio que me avisariam) acabei ficando acordando, conversando com outras pessoas, mas teve um momento que não resisti e cochilei no local das redes só que no chão utilizando minha mochila menor como travesseiro. Depois de acordar, seguimos viagem até a entrada do Iwokrama, onde chegamos antes do horário que abre. Na fila havia havia cerca de 5 navettes e apenas 1 oficial estava conferindo as bagagens (de maneira superficial) e outros 2 conferindo os documentos dos passageiros (não esqueça do certificado de vacina contra febre amarela). Após o procedimento seguimos viagem e atravessamos o rio de Balsa. Travessia esta que não durou mais que 10 minutos. Depois de atravessado a balsa paramos em um pequeno restaurante que é possível utilizar o banheiro e comprar algo (aconselho, pois depois irá demorar novamente para outra parada). Durante a viagem não existem grandes alterações na paisagem (exceto tipos de arvores e as vezes algumas montanhas), e assim não é uma grande aventura a não ser o tempo de viagem dentro de uma navette que nada mais é que uma van brasileira em condições não tão de acordo com regras de manutenção e no caso da que eu estava tinha mais gente que banco, como? No banco que eu estava cabia 3 pessoas, mas na magica foi alocado no local 4 homens de altura considerada. Depois de algumas horas se para em outro local para novamente checagem dos documentos (NÃO ESQUEÇA DO CERTIFICADO DE VACINA CONTRA FEBRE AMARELA) mas dessa vez não verificaram as bagagens. Depois de mais horas de viagem paramos para o almoço sendo que neste local serviam ‘’ Baião de dois’’, porém optei por comer um prato chamado ‘’chicken curry’’. Gostei, mas a pimenta se fazia presente de forma forte como grande parte dos pratos preparados em território da Guiana. Depois de outras horas de viagem chegamos em Linden que é uma das maiores cidades da Guiana, mas lá não é o ponto final e sim o ponto em que se inicia a estrada pavimentada. Pois todo o trajeto anterior que iniciou se em Lethem é na terra e resultado foi minha bagagem que estava no bagageiro ficou encardida de poeira, e eu? Também estava cheio de poeira e meu cabelo então.... O trajeto entre Lethem e Georgetown é de aproximadamente 700 km. A chegada devido as paradas (não houve quebras nem furar o pneu) e também uma certa chuva (mas nada que fizesse a estrada estar em más condições) ocorreu as 14 horas. Isso mesmo todo esse tempo de viagem, lembrando que saímos de Lethem as 19. Chegando em Georgetown me começo a surpreender com a arquitetura trabalhada em madeira. A navette que eu estava (creio que a maioria ou todas), deixou nos na esquina da Cummings Street com a Robbs Street. De lá fui andando a procurar o GuestHouse que eu havia pesquisado na internet com melhor preço, tendo em vista que Georgetown não é uma cidade no meu ponto de vista considerada barata e também não possui hospedagens voltadas para o público que viaja na intenção de ter custos baixos para este tipo de serviço. DETALHE. O Trecho entre Lethem-Georgetown também pode ser realizado na ida ou volta de avião com um valor obviamente maior. Os horários são no período da manhã
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