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Renan Fidelis

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  1. Ótimo relato! Na espera para acompanhar o restante...farei um trajeto parecido com o seu agora em abril! Ansioso! Abraços
  2. Oi, pretendo ir do dia 4 ao dia 14 de julho. Pretendo ficar 5 dias em Montevideu, 3 em Punta del Este e 2 em Colonia. Achei passagens saindo de SP por 800 reais ida e volta. Como já está em cima da hora não achei caro.
  3. Oi Luciano, que bom que irá para lá! Você simplesmente se encantará com Santiago! Eu apaixonei e um dia quero retornar! Bem, a temperatura pela manhã no período que fomos era de 5 a 7º, depois do meio dia ela subia para 15 a 17º e a noite voltava a esfriar novamente. O tempo lá estava meio doido, nos primeiros dias estava bastante frio e nos ultimos já estava fazendo calor. Recomendo que leve bastante roupa de frio e algumas roupas de verão e antes de ir verifique como estará a temperatura da Cidade. Em Valparaiso e Viña del Mar fez um frio intenso e muito vento!!! Ainda vou postar o relato do dia que fomos para lá! Espero que tenha uma ótima viagem e aproveite as dicas do site Mochileiros como eu aproveitei para montar meu roteiro. Abraços
  4. Oi Fabricio, que bom que gostou do relato! Espero que te ajude de alguma forma. O cartão pode ser usado para você e sua esposa tranquilamente, basta você colocar crédito suficiente para ir aos locais. Não é necessário comprar dois. Se um dia eu retornar a Santiago, também farei Valpo e Viña sem agência para aproveitar mais, porém não será uma visita de apenas um dia- não tem como conhecer tudo com calma em apenas um dia. Espero que tenha uma boa viagem e aproveite o calor de Santiago! abraços
  5. Oi! Que legal, vocês vão gostar e não deixem de ir ás Estações de Esqui! Vai ter bastante neve e o teleférico estará funcionando! Não sei bem quanto gastei, mas a passagem foi em torno de R$1.000,00 e hotel uns R$800.00. Lembro que levei mais uns R$1.200.00 para gastar lá e além disso ainda comprei mais uns R$300.00 em perfumes no Duty Free de São Paulo. Mas se vocês pesquisarem conseguem hoteis mais em conta- o que acaba ficando mais barato! O mais caro mesmo é o que você gasta lá com os passeios, comida e compras (o dinheiro que levei de exatamente para os 9 dias de viagem e considero que foi suficiente, pois comprei muitas lembranças de lá, comprei muitos vinhos e pude fazer todos os passeios).
  6. Oi Fabricio, que bom que gostou do relato! Espero que te ajude de alguma forma. O cartão pode ser usado para você e sua esposa tranquilamente, basta você colocar crédito suficiente para ir aos locais. Não é necessário comprar dois. Se um dia eu retornar a Santiago, também farei Valpo e Viña sem agência para aproveitar mais, porém não será uma visita de apenas um dia- não tem como conhecer tudo com calma em apenas um dia. Espero que tenha uma boa viagem e aproveite o calor de Santiago! abraços
  7. Oi Luciano, que bom que irá para lá! Você simplesmente se encantará com Santiago! Eu apaixonei e um dia quero retornar! Bem, a temperatura pela manhã no período que fomos era de 5 a 7º, depois do meio dia ela subia para 15 a 17º e a noite voltava a esfriar novamente. O tempo lá estava meio doido, nos primeiros dias estava bastante frio e nos ultimos já estava fazendo calor. Recomendo que leve bastante roupa de frio e algumas roupas de verão e antes de ir verifique como estará a temperatura da Cidade. Em Valparaiso e Viña del Mar fez um frio intenso e muito vento!!! Ainda vou postar o relato do dia que fomos para lá! Espero que tenha uma ótima viagem e aproveite as dicas do site Mochileiros como eu aproveitei para montar meu roteiro. Abraços
  8. Comecei a planejar minha viagem com bastante antecedência para que nada viesse a ser frustrado, e meus planos superaram a expectativa que eu tinha de conhecer Santiago e arredores. A viagem simplesmente foi ótima! Foram 8 dias de encanto com as maravilhas chilenas, me surpreendi com a organização e limpeza da capital do Chile e pretendo retornar algum dia no início da Estação de Neve. Como eu tiraria férias em outubro de 2012 e coincidentemente minha amiga também, já no início de 2012 começamos a sonhar nosso roteiro. Pensamos em diversos locais na América do Sul, pois queríamos viajar para fora. Até que chegamos a um consenso: Santiago! Meio que fomos na "modinha" para decidir viajar para o Chile, já que diversas pessoas que conhecíamos tinham ido para lá ou iriam, e não erramos em nossa escolha! Queríamos muito ver neve, e ambos apreciadores do frio achamos melhor unir o útil com o agradável da capital chilena. Inicialmente pesquisamos pacotes de agências de viagem aqui em Belo Horizonte, com a ideia de unir Santiago e arredores com o tão almejado Deserto do Atacama, mas os preços estavam altos demais, devido à cotação do dólar na época e finalmente decidimos montar nossa viagem por conta própria. Optamos por ir apenas a Santiago e conhecer arredores, o Deserto ficou para uma próxima viagem. No final de março de 2012 pesquisamos as passagens aéreas para o período de 12/10 a 20/10, e as passagens mais baratas (nem tão baratas assim) foram as da Companhia TAM/LAN. As passagens das outras companhias estavam quase o dobro do preço e assim, no início de abril compramos nossas passagens. Restava-nos pesquisar o hotel em que nos hospedaríamos e escolhemos o site “Booking” devido a várias recomendações de conhecidos. Demoramos mais para escolher e reservar o hotel, e fizemos isso no final de julho, faltando 3 meses para a viagem. Escolhemos o apart hotel “Premium Tours & Lodging Lyon“, localizado na Avenida 11 de Septiembre, 2170, no bairro Providência em Santiago. O valor que pagamos pelas 7 diárias não foi barato, devido ao bairro Providência ser de classe média e devido a localização em uma das principais avenidas do bairro. Como nunca havíamos nos hospedado em hostels, preferimos não arriscar e reservar um local bacana para nos hospedarmos. Creio que não erramos na escolha, o apart é excelente e muito confortável, com cozinha completa, varanda, piscina, banheira, televisão de LED, recepção 24 horas, etc., a única coisa que não agradou muito foi mesmo o café da manhã, que repunham todos os dias e vinha dentro de uma cestinha (pão de forma, café instantâneo, leite, suco de laranja, barras de chocolate e cereais, geleias, chás, rosquinhas de nata, biscoitos doces e não tinha frutas), mas já sabíamos disso e não nos incomodou tanto, já que tínhamos diversas opções de padarias e lanchonetes próximas ao apart. 1º Dia-12/10- Providência O horário de saída de Belo Horizonte, do Aeroporto Internacional Tancredo Neves estava marcado para 06:02, com chegada em São Paulo no aeroporto de Guarulhos às 07:25. Ficamos 1 hora em São Paulo até o avião se deslocar para Santiago, e chegamos na capital chilena 12:20. Seguimos o conselho dos viajantes conforme lido aqui no Mochileiros e ficamos no local estratégico no avião para ver melhor a Cordilheira dos Andes. Passar pela Cordilheira foi simplesmente maravilhoso, uma sensação nunca antes sentida por mim e pela Lívia. Ver a Cordilheira repleta de neve foi sensacional e deu mais gostinho ainda em desembarcar em Santiago. Em relação ao lanche servido pela TAM: tínhamos a opção de escolher o tipo de lanche (vegetariano, dietético, light,frutos do mar, etc), mas não escolhemos e optamos para que servissem o lanche normal. Ao nosso lado estava um rapaz que a nosso ver tinha escolhido o vegetariano e que para nossa surpresa tinha um lanche bem melhor que o nosso! Achei um absurdo! Mas não tinha como fazer nada! Para nós serviram um sanduiche quente com presunto, refrigerante e um pedaço de bolo de chocolate enquanto que para o rapaz serviram um sanduiche natural, suco, salada de frutas, queijo e iogurte. Dá próxima vez já sei por qual optar; Ao chegar ao aeroporto Arturo Merino Benitez, passamos pela imigração e pegamos nossas malas, ao sair do aeroporto o tempo estava meio nublado, e não estava tão frio como imaginávamos. Sentimos mais frio em São Paulo do que na chegada em Santiago. Milhões de taxistas vieram a nós oferecendo o translado, optamos por ir ao guichê de táxis e fomos levados ao local onde estava uma fila de pessoas que também pegariam táxi. No guichê nos informaram o preço fixo para nos levar do aeroporto até Providência e informaram que aceitariam dólares, como havíamos levado apenas dólares ficamos tranquilos e pegamos o táxi. O taxista muito carismático conversou conosco durante todo o trajeto e por onde passávamos mostrava-nos alguns dos pontos turísticos de Santiago. Até no alertou de locais que deveríamos evitar ir à noite, devido aos furtos. Percebemos que era um típico taxista malandro, cheio de lábia e quando paramos de frente ao apart veio a surpresa: o taxista não aceitava dólares! O que fazer nesse caso? A nossa sorte foi que do lado do apart, havia uma galeria com lojas e umas dessas era casa de câmbio. Injuriados tivemos que trocar alguns dólares por pesos e pagar o taxista e ainda bem que a cotação estava boa naquela casa de câmbio. Tendo em vista o preço de táxi em BH, até que o de Santiago não foi tão caro, já que o Aeroporto ficava mais distante do apart. Fizemos o check in no apart e deixamos nossas malas no quarto, estávamos “mortos” de fome e saímos à procura de um local para almoçar. Ficamos até perdidos com a quantidade de locais naquela avenida, para se ter ideia: 3 Mc Donalds quase que um do lado outro, várias lojas da Doggis, diversas redes de fast foods, diversas cafeterias, diversas lanchonetes. A localização do apart era ótima, a rede comercial do bairro estava ao alcance de nós-bastava sair do apart e pisar na avenida. Resolvemos entrar num restaurante bem perto do apart, o preço estava bom. A comida não era a das melhores, mas pelo preço foi vantajoso: era um típico 4X1- entrada, prato principal, suco e sobremesa (em quase todos os restaurantes que fomos em Santiago foi assim). Escolhi Panqueca de Frango, Macarrão Alho e óleo, batatas fritas, suco de melão e uma torta de laranja. Lembrando que a entrada era uma xícara de sopa com um pãozinho e como era 2 da tarde não optamos por ela, mas ao redor várias pessoas tomavam a sopa normalmente (Em BH não temos o costume de tomar sopa nesse horário). O almoço saiu super em conta, algo em torno de 12 reais, nem em BH encontramos restaurantes com esse preço. Ao sair do restaurante, voltamos para o apart, organizamos nossas coisas e saímos de novo para começar a ter contato com as atrações do bairro. Logo atrás do apart ficava uma das atrações turísticas: O Parque de Las Esculturas. Ficamos surpreendidos com a limpeza das ruas, não víamos um papel de bala sequer nelas e outra coisa surpreendente foi a quantidade de cães nas ruas, a maioria sem donos, mas bem tratados. Os próprios moradores do bairro ajudavam os cães. Atravessamos a ponte sobre o Rio Mapocho e entramos no Parque. (A entrada é grátis, funcionamento de terça a domingo a partir das 10 horas até às 20 horas, sábado até as 18). O parque é extremamente lindo, bem cuidado, a grama estava verdinha, com bastante flores e esculturas maravilhosas. Para quem curte arte contemporânea compensa muito visitar o local. O Parque é local também para os casais apaixonados, diversos casais namorando por todo o parque. Do Parque das Esculturas, nos dirigimos ao Parque Santa María que fica logo atrás dele. Conferimos o monumento em homenagem a Gandhi, as fontes são belíssimas, os jardins muito bem cuidados. Passeamos pelo parque e decidimos voltar para o apart, pois o sol estava começando a se por. No caminho passamos no supermercado e compramos água sem sal, algumas frutas e coisas para comer. No supermercado vimos o tão famoso “cuchufli”(espécie de canudinho brasileiro com doce de leite) compramos para experimentar e simplesmente nos deliciamos! O sabor era bem melhor do que o que tínhamos no Brasil. Chegamos ao apart e tomamos um café da tarde, já estava de noite e começamos a nos arrumar para sair novamente. Os cuchuflis tinham o preço aproximado de 5 reais cada saquinho, água de 2 litros num preço de 4 reais. Como não conhecíamos ainda outros locais e como estávamos cansados devido à viagem, preferimos dar uma volta pelo bairro. A temperatura caiu e já estava fazendo bem mais frio do que pela tarde, um frio gostoso. Depois de andar e andar pelas ruas próximas, a fome bateu novamente e entramos na Doggis. Experimentamos o cachorro quente santiaguino! Totalmente exótico para nós: molho de abacate no cachorro quente! O cachorro quente era simples, só a salsicha no pão mesmo, com aquele molho por cima. (Confesso que mesmo o cachorro quente chileno sendo bom, o brasileiro é melhor!). O Hot Dog+Refri teve um custo de aproximadamente uns 5 reais. As horas passaram voando, hora de voltar para o apart e dormir, pois no 2º dia acordaríamos bem cedo para aproveitar melhor o dia. 2º dia- Região Central-13/10. Acordamos cedo para conhecer a região central de Santiago e seus principais pontos turísticos. O interessante é que o sol demora a se por e nasce bem cedo, logo 7 horas da manhã já estava bem claro e não conseguíamos dormir mais, dessa forma nosso organismo acostumado no Brasil a despertar com a claridade agiu da mesma maneira em Santiago. Mesmo com o quarto escuro, todos os dias da viagem eu e Lívia despertamos bem cedo. Preparamos nosso café da manhã com os alimentos que estavam disponíveis na cesta do dia anterior, pois só repunham depois das 10 horas (quando limpavam o quarto). Seria a primeira vez que pegaríamos metrô em Santiago- logo na rua de cima do apart, tínhamos a nossa disposição a Estação Los Leones. Estava mais frio do que o dia anterior e pela previsão do tempo consultada anteriormente no Brasil, já sabíamos que faria mais frio no final de semana. Depois de tomar o café da manhã, arrumar e preparar as coisas para sairmos, fomos até a Estação de Metrô Los Leones, compramos a “Tarjeta BIP” para colocar créditos (colocamos uns 20 reais de uma vez, já que sabíamos que usaríamos muito o metrô) e paramos na Estação Plaza de Armas. Obs: O preço da Tarjeta BIP foi de aproximadamente 4 reais e cada intervalo do dia tem um valor próprio para se pegar o metrô, depende dos horários de pico. Para se consultar mais informações sobre o metrô de Santiago, favor consultar: http://www.metrosantiago.cl/" onclick="window.open(this.href);return false; Não sabíamos como fazer as integrações de linhas do metrô e de acordo com o mini mapa que obtemos gratuitamente na Estação Los Leones verificamos que para pararmos na Estação Plaza de Armas tínhamos que fazer a combinação da Linha 1 com a Linha 5. Inicialmente ficamos meio perdidos, mas depois que aprendemos a usar as combinações não tivemos mais problemas. O metrô estava extremamente cheio, devido ao horário de pico no qual os trabalhadores estão se dirigindo ao trabalho (mesmo no sábado) e fiquei surpreso com a velocidade do metrô que era bem rápida. Em BH o metrô é do tipo “quase parando” e demora muito de uma estação a outra. Em Santiago rapidamente você chegava às estações desejadas. O engraçado é que quando um turista pega o metrô, as pessoas naturais de Santiago ficavam observando você, sua roupa, seu rosto e sabiam que você não era de lá. Como a Lívia usava a típica calça jeans brasileira (apertada e feita para mulheres que possuem muita cintura), os homens literalmente “babavam” nela! Foi impressionante o número de cantadas na rua e no metrô que ela obteve (rsrsrs). Ao chegar à Plaza de Armas, procuramos uma casa de Câmbio próxima à Estação para trocar uma quantidade de dólares. A taxa de Câmbio estava melhor do que a da Casa de Câmbio na Galeria próxima ao apart. Como estava cedo, não havia muitas pessoas na rua e por isso, ficamos atentos e tomamos cuidado para que ninguém visse a gente trocando dinheiro (havia lido aqui no site que muitos furtos aconteciam na Região Central). Haveria uma troca da guarda no Palacio de La Moneda as 10h daquele dia e por isso, não poderíamos perder a ocasião. Já era quase 09h e como estávamos com fome (frio dá uma fome do cão), rodamos em volta da Estação para ver se achávamos uma padaria, a única que achamos não vendia pães salgados, de um lado a outro só vimos alimentos doces e mais doces. Comer doce àquela hora da manhã? Ficamos frustrados! A alternativa foi encarar uma lanchonete mesmo. Advinha o que comemos? HOT DOG!!! Não iria ser uma refeição tão nutritiva para um café da manhã, mas como estávamos com pressa para ver a troca da guarda e como era melhor comer algo salgado do que doce, encaramos o cachorro quente mesmo. Pedimos o do tipo simples e tomamos Coca-Cola, o pão a meu ver já era grande (15 cm) e para nossa surpresa as pessoas em volta comiam 2 hot dogs (30 cm). Creio que a maioria na lanchonete era santiaguina e pelo valor do hot dog para eles era algo completamente normal comer aquilo no café da manhã, além de ser econômico. Pra vocês terem uma ideia: um cachorro quente nessa lanchonete custava algo em torno de R$2.50 (super barato!), a Coca-Cola KS tinha um preço normal se comparado ao preço em Belo Horizonte (algo em torno de uns R$2.00). Fomos a pé da Plaza de Armas e apressamos os passos até o Palacio de La Moneda que não ficava longe, pois já era quase 10h e quando chegamos ao local onde haveria a troca da guarda, cadê a troca??? Encontramos brasileiros na Plaza de La Constituición na mesma situação que a nossa e nos informaram que a troca naquele dia havia acontecido as 08h. Ficamos perplexos! Moral da história: acabou que fomos a Santiago e não vimos a troca da guarda em nenhum dos dias, pois cumprimos nosso roteiro planejado no decorrer dos dias e não teve como ir novamente para assistir a troca. Saímos de lá, tiramos algumas fotos e voltamos à Plaza de Armas, deixaríamos para conhecer o Centro Cultural La Moneda mais tarde, pois ele ainda não estava aberto. No caminho havia a imensa bandeira do Chile, simplesmente imponente. O Palacio de La Moneda era algo monumental! As fontes em volta do Palacio lembravam as construções francesas. Muito bonito o lugar! Ao voltamos a Plaza de Armas, aproveitamos para tirar fotos nos monumentos e entramos na Catedral Metropolitana que era simplesmente imponente. Do lado de fora dela, havia vendedoras oferecendo artigos religiosos, mas como eu não sou católico não quis comprar os terços. A Lívia até que queria comprar um terço para a mãe, mas achou caro o preço que estavam pedindo e não comprou. Aproveitamos para tirar fotos com os carabineiros que estavam na praça montados em seus cavalos. Gostei muito da Plaza de Armas, bem cuidada, limpa e interessante foi perceber o contraste entre o velho mundo e o novo mundo ao redor da praça. A história de Santiago estava ali na praça! Não quisemos entrar no Museo de Historia Nacional, pois não poderíamos tirar fotos nele e naquele dia ele era pago e teríamos muito que conhecer naquela região ainda. Dali, verificamos o tão famoso “Cafe com Piernas”, realmente as atendentes usavam minissaias, algo muito interessante que no Brasil nunca tinha visto. Depois fomos em direção ao Mercado Central. No caminho, percebemos a quantidade de lojas Falabella e Paris, não entramos em nenhuma delas e deixaríamos as possíveis compras para depois. Nos perdemos no meio do caminho e tivemos que recorrer a um dos guardas que estava na rua, ele nos deu a direção correta e conseguimos chegar ao Mercado Municipal. O Mercado Central de Santiago é bonito, mas não achei grandes coisas. O de Belo Horizonte por exemplo, é maior e mais bonito que o de Santiago. Não ficamos muito lá dentro, devido ao cheiro insuportável de peixe e frutos do mar. Tiramos algumas fotos dentro do Mercado e de lá iriamos voltar até o Palacio de La Moneda para visitar o Centro Cultural La Moneda. Atrás do Mercado, havia uma loja da Turistik e aproveitamos para consultar o preço dos passeios que levariam às Estações de Esqui e às cidades de Valparaíso e Viña del Mar, pois já havíamos definido que iriamos às vinícolas por conta própria sem agências de turismo. Achamos os preços um pouco caros e resolvemos não fechar com a Turistik os passeios, iriamos sondar os preços de outras agências primeiro. Foi bom ter passado na loja, já que ganhamos um mapa de Santiago com os principais pontos turísticos. Isso foi uma “mão na roda”, pois estávamos até então nos locomovendo de acordo com o nosso roteiro e o mapa ajudou demais para que não ficássemos perdidos na capital. As ruas detrás do Mercado Central não tinham muitos atrativos turísticos, eram sujas e abarrotadas de comércio popular. Até ficamos com medo de andar por ali, pois havia muitas pessoas suspeitas e como estávamos com dinheiro e câmeras ficamos receosos. Aproveitamos e tiramos foto na Iglesia Santa Ana, no Templo de Santo Domingo, fomos até o Centro Cultural Estación Mapocho, tiramos foto na Plaza Italia e depois pegamos o metrô na Estación Plaza de Armas novamente e fazendo a combinação com a Linha 1 paramos na Estacíon Moneda para ir ao Centro Cultural La Moneda. O Centro Cultural é um espaço grande com várias galerias, possui cinema, teatro, lojas de souvenir, livrarias e quando fomos estava acontecendo a exposição “Chile 15 mil años” com duas salas para mostra da cultura chilena: sala Oriente e Poniente. Foi interessantíssimo ter visto a arte Mapuche, de uma riqueza indescritível. A entrada no centro cultural era gratuita e para se entrar nas salas estava-se cobrando um valor de aproxidamente R$8.00 e para estudantes R$4.00, porém naquele dia conseguimos visualizar as peças gratuitamente. Não compramos nada nas lojas de souvenir, pois os preços estavam bem altos e tínhamos certeza de que nas feirinhas típicas acharíamos as mesmas peças com preços menores. Estávamos cansados e não queríamos andar tanto mais e como já era quase 14h decidimos que iriamos almoçar perto da Estación Santa Lucía e de lá visitar o Cerro Santa Lucía. Pegamos o metrô na Estación Moneda e paramos na Estación Santa Lucía. Custamos a achar um restaurante arrumadinho próximo a estação. Almoçamos mais uma vez o típico prato feito e mais uma vez pollo (frango). Fomos até a feira de Santa Lucía, damos uma volta no local, mas não compramos nada e voltaríamos depois para comprar lembrancinhas. De lá, atravessamos a rua e fomos até o Cerro Santa Lucía. Lugar simplesmente lindo! As escadarias dão um ar europeu e a arquitetura é de uma fineza. Tem que ter disposição de andar pelas escadarias e subir até o topo do Cerro para se ter uma vista esplêndida da Capital. Deu até pra ver o bairro onde estávamos hospedados. Perto da Terraza Caupolican havia uma mini lanchonete vendendo o famoso Mote com Huesillos. Aproveitamos para experimentar a bebida. Simplesmente adorei! O sabor refrescante do pêssego não era enjoativo e a bebida simplesmente me viciou (depois tomei vários Motes). No topo do Cerro está o Mirador para se apreciar a vista da cidade. Saímos do Cerro e na praça ao lado havia a Biblioteca Nacional, aproveitamos para tirar mais fotos e como já estava ficando tarde (quase 18h) demos um pulo na Universidade do Chile e lá mesmo pegamos o Metrô na estação que tem o mesmo nome da Universidade e voltamos para o bairro Providência. Na rua do nosso apart tinha uma Gelateria “Bravissimo” e como não podíamos deixar de experimentar o tão recomendável sorvete fomos até ela. Sem dúvida é o melhor sorvete que já tomei na vida! Melhor do que o sorvete da São Domingos na Savassi aqui em Belo Horizonte. Muitos falam do sorvete da rede Freddo em Buenos Aires que ainda não experimentei, mas em julho de 2013 experimentarei e ai terei como comparar os dois sorvetes. Pedi um “Caramel Split” com um preço aproximado de R$8.00 (super em conta). Da sorveteria fomos para o apart, estávamos bem cansados, mas super felizes já que o dia havia sido bastante produtivo e tínhamos feito muitas coisas. No apart aproveitei e entrei em contato com o Restaurante Giratorio para reservar nossa mesa para o domingo (14/10): http://www.giratorio.cl/" onclick="window.open(this.href);return false; Mais à noite, mesmo cansados, não queríamos ficar no apart e de ultima hora decidimos ir até o Parque Arauco conhecer o famoso shopping. Pegamos o metrô na Estacíon Los Leones e descemos na Estación Escuela Militar, na cara e na coragem perguntamos a algumas pessoas que estavam em um ponto de ônibus próximo a estação como faríamos para chegar ao Shopping, as pessoas gentilmente nos informaram e pegamos o ônibus. Rapidamente chegamos ao shopping que era próximo. O shopping verdadeiramente é monumental! Nunca vi um shopping tão luxuoso e grande como o Arauco! A área de lazer do shopping possuía milhões de lojas, e como estávamos com fome fomos até a pizzaria “Santa Pizza”. Lá cometemos a gafe de pedir uma pizza grande e dividir entre a gente, sendo que na verdade cada um deveria ter pedido uma pizza para si (como as pessoas ao redor fizeram). No Brasil temos esse costume, pelo que percebemos em Santiago as pessoas não tem. Vimos que o garçom não havia gostado do que a gente fez, mas como clientes ignoramos e comemos a pizza. A pizza era cara e não era boa! Quase não tinha recheio e a massa não era macia. Na hora de pagar a conta veio a decepção: como nos outros restaurantes que havíamos ido, se cobrava a famosa propina (gorjeta) de 10% sobre o valor da conta. Como não havíamos sido atendidos gentilmente pelo garçom (eles não colocam refrigerante, cerveja ou água no copo sobre a mesma, simplesmente jogam as coisas na mesa e você mesmo se serve) não iriamos pagar os 10% exatamente de gorjeta. Então dessa forma, decidimos dar uns “trocados” para o garçom junto com o valor da conta e quando já estávamos quase fora da pizzaria, para a nossa surpresa o garçom veio a nós correndo e gritando. Assustamos com aquela situação e inicialmente tínhamos achado que faltou dinheiro, que nada! O garçom simplesmente disse que não precisava da nossa gorjeta, que era pouco demais para eles! Ficamos de cara no chão com a tamanha falta de educação e cortesia do garçom. Estávamos fazendo um favor para o restaurante de dar dinheiro a mais, pois os 10% não são obrigatórios e ainda devolvem o dinheiro? Muita cara de pau!!! Relevamos a situação e fomos embora para o apart, pois já era quase meia noite. Decidimos a partir daquele dia que só pagaríamos os 10% se atendessem bem, caso contrário não pagaríamos nada. Hora de ir dormir, pois no domingo teríamos muito o que visitar em Santiago: Casa de Pablo Neruda, Zoologico, Restaurante Giratorio, Cerro San Cristóbal. 3º Dia- 14/10-Bella Vista Acordamos um pouco mais tarde do que o dia anterior, já que aos domingos a movimentação pela cidade era menor, poucas lojas abriam e os locais turísticos também abriam mais tarde para visitação. Nosso domingo estava reservado para conhecer a Casa do Pablo Neruda em Santiago (La Chascona), o Zoológico da cidade, o Cerro San Cristóbal e à noite ir para o Restaurante Giratorio que ficava a dois quarteirões acima do apart em que estávamos hospedados. Tomamos nosso café da manhã e pegamos o metrô em direção a Estación Baquedano, dessa vez nem precisou fazer combinação. Ao parar nessa estação mesmo com o mapa em mãos ficamos meio que perdidos para chegar à rua em que ficava a La Chascona, e como havia poucas pessoas pelas ruas, custamos a encontrar o local. Segue o site para informações sobre as casas de Pablo Neruda e como funcionam as visitações: http://www.fundacionneruda.org/index.php" onclick="window.open(this.href);return false; Foi necessário reservar pelo site o horário de visitação e o idioma do tour (inglês ou espanhol), assim nossa visitação estava marcada para as 10:15 h. Chegamos quase que em cima da hora (10:00 h) e logo começaria nosso tour pela casa. Pagamos a entrada ( $3.00 pesos a entrada geral e $1.500 pesos para estudantes) e fomos até o andar de cima para esperar o guia. Pontualmente no horário marcado o guia se apresentou e começamos o tour (pela idade do guia achei que a visita não ia ser tão boa e que seria mais uma coisa do tipo “pra inglês ver”, mas me surpreendi: o guia conhecia de cabo a rabo a história da casa e o tour foi muito bom). O lugar é simplesmente fantástico, tanto a casa como o jardim. Vale muito conhecer o local! A visitação não é demorada, durou em média 45 min com o guia e mais uns 10 min no jardim para se tirar fotos. Findo esse período de tempo, descemos para o 1º andar (onde havia a loja de souvenirs) e compramos algumas lembrancinhas do lugar. Eu mesmo comprei apenas uma, já que os preços estavam altos demais e ainda compraria outras lembranças de outros locais. Acabei comprando um dos símbolos de Pablo Neruda (o Peixe), feito em ferro e pintado a mão. Saindo dali, descemos a rua e caímos no Zoológico e na entrada do Funicular. Como o Funicular estava fechado para reformas e teríamos que pegar um ônibus que estavam disponibilizando gratuitamente para levar ao Cerro San Cristóbal, optamos por conhecer primeiro o Zoo e mais tarde ir ao Cerro. Entramos no local onde estava o Zoo, e antes de passar pela Portaria principal e pagar o ticket de entrada, fomos comer na lanchonete da entrada, pois não sabíamos se dentro do Zoológico teríamos alguma lanchonete. Adivinhem o que mais uma vez pedimos para comer? Acertou: HOT DOG! A Lanchonete basicamente só vendia isso, bebidas e salgadinhos. Depois de comer, pagamos o ticket de entrada e fomos visitar o Zoo. Minhas impressões sobre ele: não é muito grande se comparado ao Zoológico de Belo Horizonte, os animais não tem muito espaço, achei que eles não são bem tratados como os daqui e quase não vi tratadores de animais ou seguranças pelo Zoológico. O lugar parecia estar jogado as traças! Achei que o Zoo seria bem melhor e maior, bem bonito e imponente, mas me decepcionei um pouco. O único ponto positivo a meu ver comparando com os de BH foi mesmo os animais que não possuímos no Brasil ou aqui. Foi fantástico ter visto llamas, o urso polar, pinguins, suricatos, etc. Para a minha amiga e eu não passou de um Zoológico comum igual à maioria dos outros. Ao sair do Zoo (o que não demorou muito), fomos para o local onde havia a entrada para o Cerro San Cristóbal. Ali estava acontecendo uma feirinha com artesanato e aproveitamos para comprar alguns cachecóis, pois os preços estavam bem em conta e estava fazendo mais frio. Fomos para o ponto esperar o tal ônibus que pegaríamos para subir até o Cerro. Demorou demais e ficamos quase 40 min esperando até que uma van viesse nos levar. O lugar estava abarrotado de gente! Finalmente conseguimos chegar ao topo do Cerro. Ali visitamos o Santuario Inmaculada Concepción, no qual havia uma estátua gigante da santa e fomos até a Terraza Bella Vista, onde se tem realmente uma bela vista da cidade. Não havia muito que fazer naquele local, era mais um mirador mesmo e para os católicos comprarem artigos religiosos numa lojinha. Se soubéssemos que teria só aquilo, nem teríamos nos preocupado em ir até lá, mas como estávamos com tempo foi bom ter visitado. Aproveitei para comprar um Algodão Doce gigante e voltamos para o ponto para pegar a van novamente e descer o Cerro. Ao chegar novamente na entrada do Zoo, saímos do local e fomos procurar a agência “AltoSki”, que nos fora recomendada por duas brasileiras que conhecemos na Casa La Chascona. Passamos pelo Pátio Bella Vista e bem próximo a ele estava a agência. O atendente era brasileiro (o que facilitou para entender sobre os passeios, mas ao mesmo tempo conseguiu levar a gente em sua lábia) e dissemos a ele que queríamos fazer o tour pelas estações de esqui. Como o preço estava relativamente menor que o da Turistik e de outras que havíamos consultado na internet, resolvemos fechar o tour com a agência. Havíamos pensado inicialmente em fazer o tour no próximo dia (segunda), mas como era feriado em Santiago, a agência não iria funcionar naquele dia e dessa forma tivemos que desmarcar a reserva das vinícolas e remarcar para segunda. Ficaria combinado o tour para terça. O atendente foi até solícito e ligou para as vinícolas para remarcar as reservas (claro que ele não perderia os clientes). No relato de terça, conto como foi o tour. Saindo da agência, voltamos ao Patio Bella Vista para ver se encontrávamos algum restaurante para almoçar (já era quase 16 h), mas o Patio estava tão lotado que apenas demos uma volta por ele para conhecê-lo e saímos em busca de algum restaurante na rua mesmo. Do outro lado achamos o ShopDog, um mini restaurante que vendia os típicos pratos feitos que estávamos acostumados a comer em Santiago. A comida desse local foi melhor que a dos outros que havíamos ido até o momento. O lugar era bem limpo e a comida estava boa, mais uma vez comi pollo, papas fritas, pedi tomate e ainda no pacotão veio a sobremesa : torta de leite. Sei que o almoço foi barato: aproximadamente uns 16 reais (com a bebida). De lá pegamos o metrô na Estación Baquedano e fomos para o apart, estávamos bem cansados e tínhamos que descansar para ir ao Giratorio mais tarde. Santiaguinos jantam tarde, depois das 21 geralmente, e por isso reservamos nossa mesa para esse horário. As horas se passaram e fomos para o Restaurante, bastou subir duas quadras da avenida do apart e já estávamos no local. É um edifício grande, e o restaurante fica no 16º andar, pegamos o elevador e paramos no local. Imediatamente veio uma senhora muito bem vestida e conferiu nossos nomes na lista de reservas. Subimos mais um andar de elevador e estávamos no local onde ficava as mesas, no outro havia os toaletes. O lugar é simplesmente deslumbrante! Muito elegante, requintado, a vista de Santiago fica perfeita ali! Para os casais é extremamente romântico e compensou demais ter conhecido. Por ser um restaurante mais refinado, os preços dos pratos são mais caros que em restaurantes comuns, mas no nosso caso valeu cada centavo gasto ali! Como havíamos almoçado tarde e lanchado no apart, estávamos cheios e por isso pedimos apenas salada. Foi a salada mais cara que já paguei na vida até hoje, mas o sabor estava indescritível! Super exótico! Aproveitei para experimentar a famosa bebida Pisco. Até que era boa, mas prefiro a nossa caipirinha! Enquanto comíamos um pianista nos agraciava com sua música junto com uma cantora de baladas românticas, foi simplesmente show! Teve até homenagem para os brasileiros (estava repleto deles). E não é que o lugar gira 360º mesmo? A gente nem percebe tanto, porque é bem devagar para que ninguém fique zonzo. Ter visto Santiago daquela altura e pela vidraça do restaurante foi simplesmente espetacular! Sem palavras! Um dia quero voltar lá! Para terminar pedimos um postre (sobremesa) que estava ótima também. Já era tarde, fechamos a noite com chave de ouro! O diferencial do Restaurante nunca mais sairá da minha mente! Aqui em BH podia ter um assim também, ia dar fila para visitação! 4º Dia- 15/10- Vinícolas Acordamos cedo para aproveitar melhor o dia e conhecer as vinícolas. Mesmo sendo feriado em Santiago, a cidade estava num tumulto logo pela manhã. Havíamos remarcado as visitações para segunda ao invés de terça, para que na terça fossemos as Estações de Neve através da Agência AltoSki. Estava fazendo um friozinho muito bom nesse dia, tomamos nosso café e saímos bem agasalhados para enfrentar o frio e a cerração. O tour em Concha y Toro estava marcado para as 10:15h e seria em espanhol. O preço do Tour foi de $8.000 pesos chilenos (aproximadamente uns R$32.00). Pegamos o metrô e fomos até a Estación Las Mercedes (fizemos combinação com a Linha 4 Azul). Demorou um pouco para chegarmos a estação, em média quase 50 minutos e chegando lá, bem em frente ao metrô há um Shopping. Entramos no shopping e fomos até o ponto de táxi, de lá até à Vinícola foram mais uns 15 min, o taxista nos cobrou um preço fixo para nos levar até lá (lembro que convertendo em reais foi aproximadamente uns 12 reais). Chegando à vinícola enfrentamos um fila básica para pagarmos o tour e recebemos uma adesivo laranja com o símbolo de Concha y Toro para pregarmos á roupa. Depois disso aguardamos mais um pouco e fomos levados pelo “monitor” junto com o grupo de mais de 15 pessoas para passear pelas instalações. O lugar é muito bonito, mas sinceramente esperava mais do tour. O monitor explicava rapidamente algumas coisas sobre a vinícola e sobre os vinhos produzidos, mas não tinha paciência para que as pessoas tirassem fotos. Percebi que muitos dos visitantes ficaram confusos, pois o monitor falava rápido demais e muitos não compreendiam o espanhol. Degustamos apenas 2 vinhos e ganhamos a taça com o emblema da Vinícola. Para mim a parte mais interessante foi ter descido ao local onde se deu o nome ao mais famoso vinho da vinícola. Lá passaram um vídeo sobre o porquê do vinho se chamar “Casillero del diablo”, fizeram aquele suspense básico e foi ótimo ter visto onde e como os barris são armazenados, era a adega gigante deles. Pra quem quiser tirar foto do “diablo” que assustou os ladrões de vinho, nesse local de armazenagem tem uma sombra dele na parede. Saímos dali e o tour foi terminado, durou menos de 1 hora e nos levaram até a loja da vinícola. Realmente os vinhos ali eram mais baratos que os que eram vendidos em supermercados (consultei os preços antes), aproveitei e comprei uma edição especial do Casillero del diablo, chaveiros e canetas para guardar de lembrança. Como iria visitar outra vinícola no mesmo dia, compraria mais vinhos lá (sabia que eram ainda mais baratos). Para mais informações sobre Conha y Toro visitem o site: http://www.conchaytoro.com/web/" onclick="window.open(this.href);return false; Depois de comprarmos, saímos de lá correndo já que teríamos outro local mais longe ainda para visitar, pedimos que enviassem um táxi na recepção e paramos na mesma estação de metrô da ida. Chegamos de volta em Santiago quase 13:30h da tarde e nosso tour em Undurraga estava reservado no horário das 15:30h. Foi praticamente a conta de chegar em Santiago, almoçar e ir para Talagante (outra cidade que faz parte da região metropolitana de Santiago) para conhecer a vinícola Undurraga. Descemos na Estacíon Central, onde há um pequeno shopping. Almoçamos por lá mesmo (dessa vez foi fast food- Burger King) e fomos até o Terminal San Borba. Lembro que o micro-ônibus sairia as 14:30h e teríamos que estar na vinícola as 15:30h. A passagem custou $1.000 pesos por trecho (ida e volta $2.000) e deve-se pagar diretamente ao Motorista. Lembrando que se deve avisar ao motorista que se quer parar na Vinícola. O motorista era meio grosso e sem educação, mas parou conforme combinado. Estava ocorrendo um evento em Talagante, uma Feira Gastronômica Internacional e ficamos presos no trânsito por um bom tempo, para nossa sorte chegamos lá em cima da hora e assim que entramos e pagamos o tour, já fomos levados ao guia para começarmos a visita (ufaaa!). O tour simplesmente foi ótimo! Bem melhor que o da Concha y Toro! Conhecemos ali realmente como os vinhos eram preparados, onde ficavam armazenados, o processo de produção e muitas outras coisas. O guia sabia literalmente tudo sobre o lugar e os visitantes ficaram tão livres com ele que lhe encheram de perguntas! O tour durou quase 1h e 20. Degustamos 4 vinhos e levamos a taça de presente. Simplesmente adorei e vale muito conhecer! Pena que não vimos nenhuma uva no local devido ao mês que fomos e imagino como deve ser no período frutífero. O preço do tour foi no mesmo valor do que o da Concha y Toro. Comprei mais vinhos na loja de Undurraga (os preços estavam mais em conta do que na Concha y Toro) e saímos com aquelas sacolas de vinhos para pegar o ônibus que nos levaria de volta. Para mais informações: http://www.undurraga.cl/Sitio/INDEX.html" onclick="window.open(this.href);return false; Conhecer vinícolas é ótimo para os apreciadores de vinhos, além de se conhecer a história por trás deles e a história do próprio país de origem deles. Havia muitos brasileiros em ambas as visitações. Não se pode deixar de conhecer pelo menos uma vinícola quando se for a Santiago. Como estávamos bem cansados naquele dia e como era feriado em Santiago, resolvemos ficar à noite pelo bairro Providência mesmo. Fomos até a Rua Suécia (famosa pelos barzinhos), demos uma volta por ela e na volta passamos no McDonalds que ficava na esquina do apart. 5º Dia- Valle Nevado, Farellones, El Colorado e La Parva- 16/10 Como dito anteriormente, fechamos o passeio com a Agência AltoSki. Tivemos a recomendação de duas brasileiras que encontramos na Casa La Chascona e como o preço da agência estava mais em conta do que nas demais que havíamos pesquisado, resolvemos optar por ela. O preço do Tour na época foi de $22.000 pesos para cada um (isso porque estávamos no final da temporada de neve, nas demais agências o preço estava acima de $26.000), olhando pelo lado do preço compensou demais ter pagado essa quantia, já que a distância de onde estávamos hospedados até as Estações era muito grande (demoramos mais de 2 horas para ir e mais de 2 para voltar) e se fossemos de táxi com um motorista particular o preço sairia bem mais caro. Tivemos que acordar cedo nesse dia, pois tínhamos que estar na agência as 09:30h em ponto. Fomos até a agência, mas acabou atrasando por causa dos demais passageiros, saímos com 1 h de atraso. Pensamos inicialmente que iriam muitas pessoas, que nada! Além de mim e da Lívia, foram mais 3 passageiros dentro de uma van (1 colombiana e 2 australianos). Para nossa surpresa, o guia que iria conosco até as estações era o próprio motorista da van, contradizendo tudo o que o vendedor da agência havia nos prometido com o passeio. Na verdade nem um guia era, pois em momento algum ele explicou absolutamente nada sobre os locais visitados, apenas conversava sobre outros assuntos. Para mim não foi uma experiência agradável ter subido e descido a Cordilheira dos Andes e ter passado por tantas curvas, fiquei muito zonzo e passei muito mal tanto na ida como na volta. Eu tinha que ter tomado algum remédio para enjoo, mas não imaginava que iria acontecer essa situação comigo e me ferrei. Recomendo que quem tenha esse tipo de problema como eu que já vá preparado! Tomar o famoso Dramin ou comprar a bala de Coca que um vendedor oferecia em determinado momento da Cordilheira, irá ajudar demais! Foi um verdadeiro alívio ter chegado ao topo onde estava o Valle Nevado, o ar parece outro. O lugar é muito bonito, pena eu ter ido ao final da temporada de neve( tinha pouca neve e onde ela havia derretido, ficava um rastro de lama). Enfrentamos uma enorme quantidade de lama para chegar até determinado ponto onde havia neve no Valle. O céu estava de um azul intenso! Fiz meu primeiro bonequinho de neve (que emoção)! Não havia nada aberto no Valle Nevado, a não ser a lojinha de venda de souvenir e os banheiros. Para mim foi decepcionante ficar lá apenas 1 h, já que o motorista parecia estar com pressa para nos levar as outras estações e terminar logo o passeio. Foi horrível isso, pois nos outros lugares não havia neve, apenas ali. E infelizmente meu contato maravilhoso com a neve durou muito pouco! Ainda quero voltar no inicio da temporada de neve e ficar mais tempo no Valle Nevado. Com certeza não irei por essa agência! No Valle Nevado comprei algumas lembrancinhas (caras), mas como não poderia prever se voltariaou não para lá algum dia foi ótimo ter comprado! De lá, descemos e paramos nos outros locais que ficam a margem da pista: Farellones, El Colorado e o condomínio fechado La Parva. Nenhum deles como dito possuía neve! Paramos em local por local só mesmo para visualização e para tirar fotos. Como eu queria não ter passado ali e ter ficado mais tempo no Valle Nevado! Findo todos os lugares, estávamos com muita fome, mas não havia nenhum restaurante aberto na Cordilheira ou próximo a ela! Nosso destino foi voltar para Santiago mesmo, depois de mais horas na estrada do que propriamente nas estações. Cheguei a Santiago passando mal outra vez, por causa das curvas da Cordilheira. Comprei um remédio em uma farmácia na esquina do apart, tomei um banho e descansei no período da tarde para me recuperar. Estava passando tanto mal que nem quis comer nada até me recuperar. Mais para o fim da tarde, depois de estar bem, comi alguns biscoitos que havíamos comprado, me arrumei e sai sozinho para dar uma volta pelo bairro (A Lívia tinha ido à Falabella e na Paris fazer compras). Aproveitei para visitar a Exposição “Dioses y Héroes” que estava acontecendo no Instituto Cultural Providencia no bairro. Foi simplesmente ótimo ter ido, pois como sou estudante de História me deliciei com a exposição de arte etrusca. Paguei $1000 pesos para entrar (aproximadamente R$4.00) e fiquei um bom tempo observando as galerias. Saindo de lá, quis experimentar as famosas empanadas chilenas. Muito boa a de carne que pedi! Depois de lanchar, passei no supermercado que ficava próximo a Estação do metrô Los Leones e me reabasteci de água, frutas e aproveitei e comprei alguns vinhos para dar de presente quando retornasse ao Brasil (muito baratos- alguns de R$4.00). Voltei para o apart e a Lívia já havia voltado. Esperei ela se arrumar e fomos até o a Lanchonete “Donde El Guatón” que fica próxima a Estação Manuel Montt (Linha 1). Custamos a achar o local, pois não havia nenhuma placa informando o nome da lanchonete (parece que estavam em reforma). Mas é bem simples de chegar, só sair da estação e entrar na Avenida Manuel Montt 536. A lanchonete é muito simples e pequena, não é nada confortável, nem parecia uma lanchonete a primeira vista, mas os lanches não são caros se comparados com outras lanchonetes e saem rápido. O sanduba é gigante! Dá tranquilamente para duas pessoas um sanduiche, mas na gula cada um pediu o seu. A única desvantagem para mim foi que o meu estava lotado de pimenta e vagem (eu não sabia que colocavam isso no sanduba) e custei a comer, mas a carne estava ótima (depois de dias comemos carne vermelha: ALELUIAAAAA!!!!). Da lanchonete passamos numa farmácia para olhar alguns preços de cosméticos e acabamos comprando algumas coisas que estavam bem baratas. De lá pegamos o metrô novamente e descemos na Estación Salvador para ver o show de Luzes da Plaza de La Aviación. O show de luzes nas fontes da praça é simplesmente lindo! Compensa muito reservar um tempo em algum dos dias na capital para visitar a praça. Já estava ficando tarde e resolvemos voltar ao nosso bairro. Já era quase 23h e a Sorveteria Bravissimo ao lado do nosso apart ainda estava aberta, não teve como resistir e tomamos sorvete. Depois descobrimos que a Bravissimo fechava bem tarde. O dia foi muito produtivo e já estava na hora de dormir, já que na quarta iriamos a Valparaiso e Viña Del Mar. 6º Dia- Valparaíso e Viña del Mar- 17/10 Bem cedo fomos para a Estación Universidade de Santiago para pegar o ônibus que nos levaria para as duas cidades mais famosas no entorno de Santiago. Inicialmente pensamos em ir por conta própria sem agência de turismo, já que havia lido aqui no site que chegando a Valparaiso teríamos como visitar a cidade a pé ou de táxi e depois pegar o metrô que nos levasse a Viña. Entretanto ao chegar ao terminal rodoviário fomos abordados por uma simpática vendedora de uma agência e acabamos indo na lábia dela! A vendedora nos ofereceu o tour, explicou o que fazer nas cidades e nos acabou convencendo que realmente era melhor ir com a agência, pois de um ponto turístico a outro era longe e se fossemos de táxi ou a pé gastaríamos bem mais do que pagando o pacote. Realmente, se eu tivesse ido por conta própria teria me arrependido amargamente e não teria como ter conhecido tudo o que conheci naquele dia! Iriamos andar demais da conta, além do fato de que como estava bastante frio nas duas cidades, iriamos acabar desanimando de conhecer os pontos turísticos que tínhamos planejado conhecer. Como não tínhamos pesos suficientes para pagar o tour (não havíamos planejado inicialmente que iriamos com agência), a agência fez o câmbio dos nossos dólares e também fez um preço especial (por ser baixa temporada e por termos pedido desconto). Infelizmente não estou lembrando o nome da agência turística que nos levou às cidades, acabei perdendo o papel com o contrato que a agência nos forneceu, não tirei nenhuma foto em que aparecesse o logo da agência e só sei que não é uma agência grande como a Turistik, Touristour, etc. Mesmo sendo uma agência pequena, os veículos que nos levaram eram novos, havia guias (de verdade) que nos explicaram sobre as cidades durante todo o trajeto e foi excelente o serviço deles, a única parte negativa da viagem foi o fato de que escolheram um restaurante caro para que almoçássemos e não nos deram nenhuma outra opção, pois o local era isolado de outros restaurantes. Lembro que o preço que nos cobraram pelo pacote foi um pouco mais barato do que para as Estações de Neve e o câmbio que fizeram na agência foi ótimo. Ficamos receosos de pagar em Santiago e viajar a Valparaiso e ter a surpresa de chegar lá e não tivesse ninguém da agência nos esperando. Enganamo-nos, a agência cumpriu tudo o que a vendedora havia explicado! Fomos e voltamos no ônibus da Pullman, que era excelente por sinal (2 andares, ar condicionado e tudo mais), demorou quase 2 horas para se chegar e ao desembarcar em Valparaiso uma outra pessoa da agência já estava com uma plaquinha com o meu nome nos esperando. Fomos levados para a loja da agência na Rodoviária de Valparaíso e os representantes super simpáticos nos perguntaram se queríamos aproveitar para usar os baños (sanitários), aproveitamos a deixa e de lá fomos levados a um carro para que encontrássemos o restante do pessoal que faria o passeio conosco. Obs: O horário de ida no ônibus era marcado e o de volta era livre para se voltar quando quiser naquele mesmo dia. No caminho, o ônibus para em outros locais para pegar mais passageiros e o inconveniente foi que nossas passagens não tinham assentos reservados e os dos outros sim, aí tivemos que sair de nossos lugares umas três vezes para que outros assentassem. Até hoje não sei por que a vendedora não havia reservado os locais. Em menos de 3 minutos da Rodoviária, estávamos no Porto de Valparaíso. O lugar é simplesmente lindo, e vimos a Playa de Los Leones Marinos. Os leões marinhos no lugar são fantásticos!Passeamos pelo porto junto com o restante das pessoas (o guia dava o horário que teríamos para aproveitar cada local a fim de cumprir o cronograma) e de lá embarcamos no ônibus da agência para outros pontos turísticos de Valparaiso. Do porto fomos para a Plaza Echaurren, depois para a Plaza Sotomayor, em seguida para a Plaza Justicia e vimos o Palacio de Justicia, fomos ao Ascensor El Peral e por ultimo para o Ascensor Concepción. No caminho também paramos na 2ª casa do Pablo Neruda, La Sebastiana (porém não entramos nela, pois chegamos num horário que teríamos que esperar até começar outro tour e como tínhamos muita coisa para visitar resolvemos ficar do lado de fora mesmo). Todos os locais são lindos! As praças são bem cuidadas, assim como em Santiago e ter subido no funicular (ascensor) foi muito legal! Eles deveriam restaurar os ascensores (estavam caindo aos pedaços e ficamos com medo de subir e dar defeito). Lembrando que tem que se pagar para subir de funicular para a parte mais alta da cidade (foi barato, algo em torno de R$4.00). Em Valparaiso aproveitamos também para visitar algumas lojinhas de artesanato e feirinhas que estavam espalhadas na rua da casa do Pablo Neruda e em um dos ascensores que visitamos. Comprei muitas lembrancinhas de Valparaiso e também de Viña del Mar que estavam vendendo nelas ( não achei que elas eram baratas como a gente encontra pechinchas no Brasil, mas não resisti a elas e acabei comprando muitas! De copinhos, pratos, miniaturas, quadros, marca páginas e até um conjunto de miniaturas de llamas feitas de bronze e lápis-lazúli. Foi muito bom ter passeado por Valparaíso, mesmo sendo mais pobre e mais simples que Santiago, o lugar é encantador! Fomos para Viña e nossa primeira parada foi no Reloj de Flores. Que lugar bonito meu Deus! O Jardim de flores é fenomenal! Lembra muito os jardins de Holambra (SP) e Gramado e Canela, mas nunca havia visto uma arte tão encantadora como aquela. O relógio na grama funciona mesmo e em frente há um globo terrestre de ferro, tiramos muitas fotos no local. No caminho passamos pelo Castelo Wulff, mas não paramos para tirar fotos e nos levaram até um restaurante para almoçar. Que decepção! O lugar era até chique, mas os preços do cardápio estavam de saltar os olhos! Para se ter ideia, estava mais caro que no Giratorio. Resolvemos não almoçar e como havíamos feito amizade com dois brasileiros que estavam sentados ao nosso lado no ônibus, fomos caminhando pela Playa Reñaca e comemos numa lanchonete próxima. Só tinha sufistas na praia e o local ao redor parecia uma cidade fantasma, as casas e prédios todos fechados, comércio também. Após o horário determinado para almoço, voltamos para o ponto onde estava o ônibus e seguimos para o Anfiteatro Quinta Vergara, no caminho passamos pelo Casino Municipal de Viña del Mar, mas também não paramos para tirar fotos. Eu não achei tanta graça no anfiteatro que a Xuxa e Roberto Carlos já se apresentaram, é um local comum, tem até um parque ecológico e uma homenagem a Pablo Neruda, mas para mim não passou de uma arena. Após termos conhecido Quinta Vergara, fomos para o local que eu mais desejava conhecer em Viña- o Museu Fonck! Lá estava um Moai da Ilha de Páscoa. Foi emocionante ter visto o Moai de pertinho, eu queria ter pegado nele, mas não tinha como e vistamos perto de lá uma lojinha especializada em peças com lápis-lazúli (tudo era vendido em dólares e os preços absurdos! Por exemplo: tinha peças lá que custavam 5 mil reais). Da lojinha nosso passeio estava terminado, o motorista do ônibus nos deixou de volta na rodoviária de Valparaíso de onde iriamos retornar a Santiago. Chegamos quase à noite em Santiago e estávamos muito cansados! E olha que nem andamos muito naquele dia, mas só de ter enfrentado 2 horas para ir e 2 para voltar foi muito cansativo! Ainda bem que conhecemos os locais através da agência, caso contrário tínhamos ficado pior. Mais tarde fui apenas ao Café Starbucks que ficava em frente ao apart e me deliciei com um copo de 750 ml de café com leite e creme. Voltei ao apart e resolvemos não sair mais. O dia já havia sido proveitoso demais e estávamos felizes por ter conhecido Valpo e Viña. 7º Dia- Calles Paris-Londres/Fería Santa Lucía- 18/10 Nesse dia não acordamos tão cedo como nos demais dias, pois já havíamos praticamente conhecido todos os pontos turísticos que havíamos programado para conhecer e como tínhamos mais 2 dias, estávamos tranquilos quanto ao tempo. Resolvemos dar umas voltas pelo centro de Santiago para fazer as tão famosas compras de lembrancinhas da viagem. No dia em que tínhamos passeado pela região central não deu tempo para comprar quase nada, e como gostávamos de olhar as coisas com calma resolvemos reservar aquele dia só pra ficar por conta de rodar algumas lojas e o shopping que ficava perto do nosso hotel (o Costanera Center). Andamos muito pelo centro, entramos em várias lojas de roupas e eletrodomésticos, mas não optamos por trazer roupa de lá, já que os preços estavam no mesmo valor que no Brasil ou até mais caros. A única coisa que comprei foi um secador de cabelo para dar de presente para minha mãe- acreditem: o mesmo secador no Brasil estava o triplo do preço! Dei muita sorte por ter achado aquela promoção e ainda ganhei desconto por ter comprado a vista! Do miolinho do centro, fomos a pé até a região do Cerro Santa Lucía onde em frente tem uma feirinha de artesanato, fizemos a festa lá! Compramos muitas lembrancinhas! Parece que tabelam o preço das lembrancinhas lá, porque todas em todos os locais que tínhamos visitado estavam com o mesmo preço, uma ou outra que era mais barata. O negócio é ir comprando as lembrancinhas de cada lugar que visitar (isso pra quem gosta de lembranças). Aproveitamos para conhecer as tão famosas ruas Paris-Londres e demos sorte de encontrar o tão procurado “saco-bolha” para embalar os vinhos numa lojinha que ficava no início de uma das ruas. Uma ótima dica pra quem for comprar vinhos lá é comprar o saco-bolha para evitar que quebrem na mala. As calles Paris-Londres são até que bonitas, lembram muito o estilo das ruas de Paris e Londres mesmo, vale a pena ir pra tirar algumas fotos e tomar um café em uma das cafeterias de lá. Almoçamos perto de lá mesmo e voltamos para o hotel para descansar e ir para o shopping Costanera à tarde. O Shopping era muito perto do hotel em que nos hospedamos, sem contar que é uma ótima opção pra quem curte um shopping! As mulheres ficam loucas, pois tem muitas lojas femininas! O que mais me impressionou no shopping foi a Cascata de água colorida que ao cair formava desenhos no ar, nunca tinha visto nada igual! Simplesmente lindo aquilo! Rodamos várias lojas também, mas não compramos roupas (que estavam caríssimas) e só compramos produtos de limpeza e beleza (bem baratos). Compramos comida chinesa para comer no hotel e voltamos, pois estávamos cansados. 8º Dia- jardín Japonés/ Barrio Brasil- 19/10 Como era o ultimo dia pra conhecer pontos turísticos,pois no sábado viajaríamos de volta para o Brasil, resolvemos ir até o Parque Metropolitanos pela entrada do bairro Providência (o Parque tem várias entradas) e conhecer o Jardín japonês. Andamos um “mucadim”, pois achamos que era pertinho, mas nem era tanto assim (mineiro você sabe como é). O Jardín é bonito, mas nada comparável a outros jardins japoneses que tinha conhecido. Apesar de estar muito bem cuidado, é pequeno demais (para se ter ideia: se várias pessoas quiserem visitá-lo ao mesmo tempo não terá como, pois não tem espaço pra muita gente tirar fotos). Ficamos um tempo lá e depois voltamos para pegar mais agasalho, pois estava muito frio (acho que foi um dos dias mais frios em que estávamos lá). Do hotel pegamos o metrô e fomos até o Bairro Brasil achando que teria alguma coisa pra visitar (quebramos a cara). Rodamos algumas ruas do bairro, mas nada muito interessante, só faculdades e algumas igrejas e estátuas. De lá voltamos para o bairro Providência pra almoçar e ficamos por lá mesmo. Não fizemos muitas coisas nesse ultimo dia para conhecer pontos turísticos e aproveitamos para arrumar as malas e deixar tudo pronto para o outro dia, pois sairíamos de manhã para voltar ao Brasil.
  9. Oi Péri! Bem eu visitarei as cidades mais comuns ao redor de Santiago mesmo, não irei sair de Santiago para conhecer outro país não. Como reservei os 8 dias no flat no bairro Providência, nem dá para conhecer uma outra cidade que seja longe demais de Santiago. Quando comecei a pensar em minha viagem que foi a partir de final de março havia pensado em ir para o Atacama também, porém como teria que comprar 2 passagens de avião encareceria demais a viagem, já que ficaria alguns dias em Santiago e de lá pegaria um voô para Atacama, por isso desanimei, pois pretendo fazer outras viagens posteriormente e dessa forma, resolvi me hospedar só em Santiago mesmo. Pretendo visitar Valpo e Viña, Talagante, Cajón de Maipo, Isla Negra, Isla Dama e La Serena que são mais perto de Santiago, no máximo 2 horas de viagem! Para ir em Mendoza ou outra cidade mais longe não dá para ir e voltar no mesmo dia, teria que me hospedar na outra cidade, por isso não o farei. Pensei muito em visitar Pucón também ou Porto Montt, porém também são mais longes de Santiago o que me desanima fazer o bate e volta no mesmo dia. Prefiro aproveitar mais Santiago e arredores do que ir para uma cidade mais longe e perder meus dias só na estrada. Eu pesquisei as passagens de avião para Atacama e Pucón na epoca que eu vou que é do dia 12 ao dia 21, mas estão caras demais, mais caro do que eu paguei para ir a Santiago, então dessa forma não visitarei esses lugares por agora. Irá eu e uma amiga minha, e pretendemos rodar Santiago e cidades proximas o máximo que pudermos nos 8 dias! Claro que reservaremos um dia só para passear nos shoppings e outlets que têm em Quilicura, pois adoramos comprar! hehe As vezes nos trombamos por lá, será bom ter outros brasileiros para companhia!
  10. também irei para Santiago no período de outubro! Não optei pelo Atacama e resolvi ficar hospedado os 8 dias em Santiago mesmo no bairro Providencia. Estou programando uns 4 dias para conhecer algumas cidades ao redor de Santiago e 4 dias para conhecer Santiago. O que me deixa mais feliz é saber que possivelmente ainda terá muita neve nos valles para ver, infelizmente as estações para esqui fecharam.
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