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Luciano_F

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Tudo que Luciano_F postou

  1. Saudações a todos, Augusto, como outros já disseram, seu relato ainda é de grande valia, mesmo anos após a publicação. Parabéns. Pensando em fazer ano que vem. No inverno/2019 ou próximo disso. Talvez leve a esposa e nesse caso terei tenha que fazer algo mais leve. Possivelmente o pacote mínimo (saindo de Paraisópolis), com calma. Essa nova alternativa da rota Campos do Jordão - Potim, via Guaratinguetá (Gomeral/Pedrinhas) somente foi oficializada em 2017, daí não tem tanto relato disponível na internet. Quem já fez essa rota e puder relatar seria bem vindo. Sei que começa na entrada do parque estadual (horto) e que de Campos do Jordão até lá se recomenda ir de carro por conta da estrada sem acostamento e movimentada. Já vi relato de quem fez direto do Horto até Aparecida. Mas no meu caso, planejo uma parada intermediária. Talvez na Trutaria Bela Vista.
  2. Talvez passe em calhetas num final de tarde. Imagino que possa estar menos lotado. Obrigado Dan.
  3. Achei o visual de calhetas muito bonito. Fiquei com medo da multidão, pois a praia eh pequena. Dah para ir na mare alta? Eu nem faria questão do banho do mar, seria mais pra curtir o visual mesmo. A tirolesa funciona o dia todo, independentemente da mare?
  4. Saudações, Estarei em PG num período em que a maré estará baixa pela manhã e alta a tarde. Vou com carro alugado. Que passeio/local eu posso fazer pela região durante a maré alta? Entendi que PG e também a praia de carneiros só vale a pena na maré baixa. É isso mesmo? A praia de muro alto tem um banho agradável na maré alta? Vale a pena? Pensei em ver o por do sol no pontal de maracaipe? Dá pra acessar numa boa durante a maré alta? Tem algum outro local bacana pra ver um por do sol?
  5. Adoro a serra gaúcha. Por isso mesmo, estou tentanto planejar minha quarta viagem a Gramado, em dezembro (meu segundo natal luz). Mas tá difícil $$$$$. Passagem aérea, que já foi o item barato do orçamento, tá mais caro do que ir pra Miami. Pousada com diária acima de 1000 reais para 3 pessoas (nem sabia que existia isso !). Fora o fato que as atrações são quase todas pagas (e algumas delas caras). Com exceção do aluguel do carro que tem um preço mais ou menos padrão nacional, a região está num padrão europeu não só na colonização e na arquitetura, mas nos preços. Acho que vou ter que vender um rim, ou então entregar os olhos da cara rsrsrs.....
  6. No caso de passagens de onibus, se nao me engano, Em alguns casos a empresa lah fora nao aceita nossos cartoes internacionais pela internet. Ou seja a gente nao pode comprar aqui do brasil. Veja se eles aceitam.
  7. -Ir pela rota dos 7 lagos nesse período é perigoso ou pode ir sem medo? Minha preocupação é neve e gelo na pista. Nunca dirigi nestas condições, mas já dirijo há anos, não sou novato. Vai sem medo. A pista agora esta toda asfaltada. Neve na pista nao eh a regra. -Mesma pergunta para o Vulcão Tronador. Um amigo que voltou de lá disse que "era loucura" ir dirigindo para o Tronador. Tronador tem uma parte em estrada de terra bem enjoado. Eu nao me arrisquei dirigindo lah no inverno. -É complicado estacionar em Bariloche? Estacionamentos são pagos? Tem um sistema de flanelinhas oficiais dacprefeitura no centro. Nem sempre eh facil estacionar no centro. Mas tambem nao eh muito dificil nao. -Qual vale mais a pena nesta época? Isla victoria + bosque arraynes ou Puerto blest + lagoas frias? Já que vou passar em Villa angostura, pensei que fazer o bosque arraynes saindo do Porto de la Mansa, que fica lá. Mas pelo site diz que o horário de saída é 11h e neste horário ainda devo tá percorrendo a rota dos 7 lagos. Maioria prefere blest. - Sei que é muito pessoal, mas Vulcão tronador ou espaço Neumeyer? Sao diferentes. Eu preferi neumeyer. - Tem como conciliar circuito chico + piedras blancas, ou ficaria muito corrido? Dah sim especialmente em carro proprio.
  8. Apesar de estarem na mesma montanha, os acessos sao distintos. Eu faria centro de esqui nordico com remis, combinando um horario para ele voltar e leva-los diretamente ao otto. Na volta para o centro tem o onibus do proprio cerro otto. Outra opção é voltar do esqui nordico ao centro, e do centro pegar o onibus do proprio cerro otto e que leva até lá. Se estiver de carro, esqui nordico tem acesso de terra (que as vezes complica), cerro otto é asfaltado.
  9. Eu compraria pelo menos uma por aqui. A regra básica para segunda pele é evitar o algodão, que encharca com o suor, esfria e incomoda. Caso nao compre segunda pele, uma roupa de poliester/poliamida ou outro tecido sintetico de manga longa quebra o galho (no meu caso funcionou bem).
  10. Eu tentaria alugar uma doblo de 7 lugares ou algo similar. Especificamente para Doblo tem quem alugou com a lagos rent a car. Eu aluguel carro na Austral. Veja nas locadoras locais, que sao mais baratas e faça orçamento para pagar em espécie ao chegar, que sai mais barato. http://www.interpatagonia.com/bariloche/alquilerdeautos.html
  11. Em Bariloche, aproximadamente dolar a 14 pesos (procure levar notas de 100 dolares, as mais aceitas) e real a 4 pesos. Se tiver chance de comprar por aqui eu faria isso Decathlon ou mesmo uma centauro já dão uma guarda roupa básico para o sistema de tres camadas de roupas.
  12. Ignus, Eu sei que tem linha de onibus normal até a base do Catedral. Vi muitos voltando com os esquis dentro do ônibus. Só não sei o número da linha. Mas tem sim. A maioria ou todos os onibus, voce tem que ter um cartao carregado de créditos previamente.
  13. Luciano_F

    Pucón

    Muito bom Luka! Vou ler com calma depois. Valeu pelas informações.
  14. Luciano_F

    Pucón

    Luka, Você poderia dar mais detalhes sobre essa expedição ao Quetrupillán? Duração, preço, dificuldade, etc. Isso seria muito útil a quem vai a Pucon nos próximos meses. A localização estratégica entre o Villarica e o Lanin deve ter permitido um visual muito bonito. Ainda não me esqueço da lista vista do Lanin que tive a partir do lado argentino. Saudações.
  15. Vou tentar explicar em linhas básicas a situação da economia argentina, apenas com o propósito de esclarecer ao visitante brasileiro a melhor forma de administrar as finanças da viagem.
  16. Da mesma forma que a hospedagem, Bariloche oferece diversas opções de transporte: carro, ônibus, taxis, remis, agências. E neste item, considero os preços de Bariloche muito bons, em qualquer opção. Transporte não será o pesadelo do seu bolso em Bariloche.
  17. Não é necessário ser um expert nos mapas de Bariloche antes da viagem propriamente dita. Porém é importante ter uma noção de onde e como se situam os pontos de interesse, para definir a melhor opção de hospedagem e de transporte.
  18. Chegar a Bariloche é uma missão que oferece três alternativas: avião, carro ou ônibus.
  19. Quando ir? Parece uma pergunta óbvia. No inverno, pode-se responder sem pensar. Porém é preciso detalhar melhor essa resposta. Outra questão relacionada é quantos dias?
  20. Supondo que você não esteja interessado no Hemisfério norte, seu destino de neve estará no Chile ou na Argentina. Como a cordilheira dos andes é o marco geográfico que divide os dois países tem-se opções nos dois lados. Qual escolher? Não sou especialista, pois visitei apenas o lado argentino da região dos lagos. Mas fiz algumas pesquisas básicas que permitem dar algumas dicas básicas. 1) Qual o país mais barato? Primeiro ponto que deve ser lembrado é que Argentina e Chile tem realidade econômicas bem diferentes. As moedas são dferentes. O peso chileno (atualmente na faixa de R$ 1,00 = 230 pesos chilenos) está sujeita a uma inflação bem mais baixa que o peso argentino. Para complicar, a Argentina passa por um momento de baixas reservas cambiais, o que exigido um forte controle na saída de dólares do páis e deu origem a um mercado paralelo de moedas (por aqui era chamado câmbio negro, por lá se chama dólar blue). Vou tratar desse assunto com detalhes depois, porque viajar para a Argentina nos tempos atuais exige uma estratégia financeira diferente de outros destinos. O que importa no momento é que, em regra (e toda regra pode ter exceção), o Chile tende a ser mais caro que a Argentina. Esse pode ser um primeiro diferencial a ser considerado. 2) Facilidade e custo de acesso Em 2013, era possível viajar com milhas da TAM para Santiago do Chile. A partir da capital chilena, tem-se estações de esqui a cerca de uma/duas horas de viagem. É até possível fazer (e muitos fazem) um bate e volta sem pernoite. Nessa época, essa facilidade era um diferencial a favor do Chile. Mesmo comprando-se a passagem normalmente, o custo de ir a Santiago era inferior a destinos na Argentina. Porém, duas variáveis mudaram desde então. A GOL parou de operar para Santiago, e na minha opinião, deu espaço para que a TAM subisse o padrão de preços. Adicionalmente, a GOL firmou parceira com a Aerolineas Argentinas que tem permitir comprar passagens para várias destinos turísticos argentinos de inverno como Bariloche, El calafate, Ushuaia, inclusive com o uso de 10.000 milhas por trecho. Nesta caso, é preciso ficar esperto e comprar com antecedência. Não tenho visto opção de comprar passagem na TAM diretamente para cidades ao sul da capital chilena. Em resumo, de uns tempos pra cá, a questão da passagem aérea se inclinou para o lado argentino. De qualquer forma, passagem aérea é um item muito "louco" nos custos de uma viagem. Pode-se conseguir uma promoção arrasadora ou se sujeitar a preços exorbitantes. Na minha viagem paguei para ir de TAM/LAN Argentina e não tive do que reclamar. Lembrando que no Chile, a rodovia 5 que corta o país de norte a sul é duplicada da capital até a região dos lagos chilenos. 3) Vai esquiar ou apenas curtir neve? Essa parece uma pergunta boba. mas não é. Muitos destinos de neve tem apenas um centro de esqui. Se você, seja por qual razão, não quiser ou puder esquiar, não terá muito o que fazer além de curtir seu primeiro contato com a neve. Os meios de elevação muitas vezes destinam-se exclusivamente para esquiadores e não para pedestres visitantes. Cada local tem sua política. Centros de esqui são feitos pensando e com foco em esquiadores. Nem todos permitem que se suba até o alto. No caso de Bariloche, Cerro Catedral tem sempre algum (ou alguns) meios de elevação disponíveis para pedestres. Há inclusive uma espécie de bondinho que lembra no tamanho o do pão de açúcar (chamado de cable carril). Bariloche tem ainda locais com neve exclusivo para caminhadas (roca negra, refugio neumeyer), além de um local exclusivo para esqui-bunda (piedras blancas). Isso tudo faz com que Bariloche "socialize" bem a neve para praticamente qualquer um. Por outro lado, se o interesse é exclusivamente esquiar ou snowboard (e muitos viajam só para isso), a análise para escolha do local é bem diferente do pedestre que quer apenas curtir a neve. É uma escolha mais técnica que envolve características do centro de esqui e das condições da neve. Aqui no site mochileiros o foco é nos pedestres. Há sites específicos onde esquiadores debatem destinos de neve sob uma ótica específica. Resumindo, veja qual é sua tribo (esquiador ou pedestre) e avalie qual o perfil do destino de neve. Como já disse, Bariloche é polivalente, servindo a todos, mas nem todo local é assim. 4) Terei certeza de encontrar neve? E de ver nevar? 5) Tem noção do clima que você vai encontrar? 6) Tranquilidade ou agito? 7) Liberdade de escolha da hospedagem e da alimentação?
  21. Vale a pena viajar para um destino de neve. Sim vale, e muito. Não se compara a outros tipos de destinos de viagem. Não que seja melhor, é porque é diferente. É como conhecer o mar. Por mais que você tenha uma noção, que veja um vídeo, que alguém lhe diga como é, nada substitui o contato direto com o local. Obviamente é frio (ou muito frio), e para quem não curte muito frio (como a minha esposa), pode ficar até a idéia de que já conheci e não quero ir mais. Ela as vezes sofria com o frio, mas até hoje tem saudade da viagem. Pediu para da próxima vez achar um destino de neve na faixa de 20 graus, de preferência numa praia Resolvido que se deseja viajar para a neve, surgem então a primeira pergunta: para onde ir? Logo a seguir vem a segunda: quando ir?
  22. ATENÇÃO: Este relato está em construção. Dessa forma, as informações estão sujeitas a correções. Saudações a todos do site mochileiros. Em agosto/2013 tive a oportunidade de viajar a Bariloche para curtir neve pela primeira vez. Havia uma razão histórica para escolher este destino, pois foi uma das opções cogitadas para minha lua-de-mel. Mas, acabou se tornando a viagem de quinze anos de casados. Pois é. Demorou, mas aconteceu. Durante onze meses fiz um forte planejamento para a viagem, e no geral, fui seguindo os passos da viagem com grande antecedência (talvez até exageradamente). Ainda assim estive sujeito a alguns imprevistos antes e durante a viagem. Pesquisei muito. Muito mesmo. E ainda que as informações que coletei não sejam as mais atualizadas, ainda servem em sua grande maioria como subsídio para quem planeja uma viagem de inverno a Bariloche. Ainda que vá fazer um relato da viagem, vou preferir dar um enfoque mais didático e discorrer sobre as principais dúvidas, riscos e detalhes que decidem o resultado final desta viagem. Bariloche é um destino turístico encantador, que possui a capacidade de agradar os mais diversos tipos de turistas (nem todo destino de neve é assim). Dificilmente alguém volta decepcionado dela. Porém, algumas situações podem dar uma certa frustação. Não raro, apenas para citar um exemplo, as pessoas passam uma semana observam e curtem a neve acumulada no chão mas não conseguem ver uma nevasca. Como neve é um assunto sobre o qual os brasileiros não estão familiarizados, as vezes não é tão intuitivo entender como as coisas acontecem na natureza. Ainda mais em tempos de aquecimento global. O fórum Bariloche - Perguntas e Respostas foi de fundamental importância para o sucesso da minha viagem. Um bom grupo de pessoas atuantes à época garantiu muitas páginas de informações preciosas (atualmente 248 páginas). Mais recentemente, o grupo de facebook criando pelo guru/oráculo de Bariloche Principe185 (grande companheiro que tive o privilégio de conhecer pessoalmente durante a viagem) complementou o fórum dando uma dinâmica visual mais forte a tudo que envolve o turismo em Bariloche e regiões próximas. Espero que minha experiência e informações aqui relatadas sirvam para melhorar sua viagem. Ela com certeza será boa, vou tentar, humildemente, torná-la mais especial ainda. Este material é uma forma de agradecimento a todos aqueles que administram o site mochileiros e todos aqueles que participaram dos fóruns relacionados a Bariloche e região.
  23. Curti muito seu relato. Ficou muito legal e didático. Como já passei sufoco em viagem (não na ordem de grandeza sua), procuro dosar minha ousadia na definição dos meus roteiros. Infelizmente "shit happens" como coloca MarcosPereira. Saudações. roteiros-europa-dicas-baseadas-em-duvidas-recorrentes-t69621-15.html#p793257
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