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Vgn Vagner

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Sobre Vgn Vagner

  • Data de Nascimento 16-02-1983

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  1. RELATO DE AVENTURA Já havia algum tempo que eu gostaria de levar minha filha para fazer trilhas mais selvagens. Com 8 meses de vida, na "carcunda" do papai, já estava alguns conhecendi alguns caminhos pela Ilha Grande, no estado do Rio de Janeiro. Aos 2 anos e meio colocou as perninhas pra trabalhar na trilha que leva à Piscina Natural de Caxadaço, em Trindade/RJ. Uma caminhada um tanto quanto longa para uma criança dessa idade. Ainda mais por se tratar de uma boa parte da caminhada ser sobre o solo arenoso e fofo das praias que antecedem Caxadaço. Mas, observando com atenção, notei que a
  2. Sinceramente, Eu não acreditava que iríamos realizar esta travessia na data combinada: 08, 09 e 10 de Setembro de 2017. Era feriado prolongado da independência do Brasil - iniciado na quinta feira - e como não tínhamos a chance de nos estendermos à uma folga trabalhista de 4 dias para palmilhar pelas mais clássicas travessias que o nosso sudeste guarda nos contentamos a procurar aventura pelo quintal de casa, abrindo as portas da "temporada de expedições pela Serra do Mar" do mesmo ano. A estiagem que se prolongava em São Paulo favorecia qualquer aventura selvagem, pois a previsão do tempo
  3. "O Vale do Rio Guaratuba é uma sucessão de abismo que parece querer tragar a superfície para o centro da terra. Um rio que é sinônimo de mar bravo detentor de maremotos aterrorizantes onde marujos não navegam, pois se navegam morrem. E esse era nosso medo: morrer, ou passar por apuros nas profundezas de um cânion onde o socorro não chega. Tivemos medo porque ali eramos um grupo de marujos teimosos que vivem inventando de peitar tempestades em alto mar sem saber dar uma braçada se quer sem o uso de coletes salva vidas, correndo o risco de sermos tragados pela fúria indomável das águas."
  4. Val, irmão... Essa foi a aventura que marcou a vida de cada um dos envolvidos. Principalmente a minha vida rsrsrs. Nem gado de pasto fica tão marcado o quanto eu fiquei com a queimadura hahahah
  5. Marins Noturno, sem conhecer o caminho, não dá para esquecer, Edu. Hahahaha. Amém! Que Deus nos proteja nesse "outro nível" >>> Nível de retardado kakakakak
  6. Namorar grandes Morros, Pedras, Picos e seus cumes é algo normal para quem se identifica com esportes ao ar livre. Cada qual em sua modalidade acredita saber o quanto lhe faz bem a prática frequente da atividade que gosta. Onde a paz de espírito é alcançada quando lhes vem aos olhos novidades que os fazem se sentir bem consigo mesmo. E, particularmente, é em cima desses pensamentos que venho mantendo minhas raízes fixas e fortes no mundo do trekking (creio que com meus companheiros não é diferente). Não para me adequar aos padrões de federações, grupos e blogs de renome, ou coisas do tipo. Bus
  7. Alto da Serra, no terminal Riacho Grande. Vale lembra que está tendo FISCALIZAÇÃO FREQUENTE da PM junta aos seguranças da empresa DETENTORA do terreno pelo qual se passa o início da trilha. Há pouco tempo fui abordado por lá, e em outra ocasião recentemente um amigo tbm foi. Estão fechando o cerco.
  8. Faltava uma semana para o feriado de Carnaval de 2017 quando decidi aceitar o convite de encarar um dos maiores desafios já proposto em minha vidinha de explorador: descer o vale do Rio São Lourencinho, localizado entre os limites de Juquitiba e a planície litorânea de Peruíbe/SP, em um corte longitudinal no meio da Serra do Mar, e colocá-lo no ranking das grandes e audaciosas travessias que cruzam o mundo selvagem da "Grande Muralha." Sem entender o "porquê", nem o "pra quê," me contentei com a honra de ser um dos escolhidos para tal feito. Pois éramos um time forte em questão de experiê
  9. Fala, meu bom... tranquilo? então... não tenho o Tracklog. Mas vc consegue baixá-lo no site do WIKILOC
  10. Foram duas tentativas frustrada. - na primeira, éramos um trio, que sabia apenas a direção em que se encontrava a parte das grandiosas cachoeiras que aquele vale possui. Essa investida resultou na descoberta de um caminho que possivelmente nos levaria ao objetivo, mas devido ao curto tempo que tínhamos para explorar, tivemos que retornar. E foi nesse retorno, num emaranhado de bambus, que perdemos os resquícios da trilha, e nos perdemos por quase 4 hrs, rodando aleatoriamente sem paradeiro nenhum. Foi um sufoco e tanto, sair dali por conta própria. - na segunda tentativa éramos apenas um
  11. Estatísticas: 16 km percorrido Navegação muito difícil Há poucos pontos de água pelo caminho
  12. Dia 09 de Junho, de 2016... Uma data póstuma. Data que escolhemos para fazer uma breve travessia no extremo sul de Biritiba Mirim/SP. Data em que o litoral norte paulista amanhecia em prantos. Pois na noite anterior, um acidente histórico, mais grave já ocorrido na Rodovia Mogi/Bertioga, acabava de colocar em luto os moradores daquela região. Um ônibus, da empresa União do Litoral, que levava estudantes da faculdade de Mogi das Cruzes até as cidades litorâneas, por motivos ainda desconhecidos, após fazer uma curva acentuada no quilômetro 84 da rodovia, perdeu o controle, invadiu a pista contr
  13. Estatísticas Altitude: Pedra do Sapo: 990 metros Pico Itapanhaú: 1080 Pedra da Esplanada: 1020 Pico do Garrafão: 1030 Distância percorrida: 36 km Área de acampamento: em todos os cumes Pontos de água: entre Sapo+Itapanhaú (bastante), Itapanhaú+Esplanada (só em época de chuva), Pico do Garrafão (bastante na base).
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