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eduserejo

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Sobre eduserejo

  • Data de Nascimento 01-01-1987
  1. Travessia Petrópolis – Teresópolis – Rio de Janeiro 17/08/16 à 19/08/16 A travessia entre a cidade de Petrópolis e Teresópolis no RJ é considerada uma das trilhas mais bonitas do Brasil e não é a toa, apesar do esforço físico exigido em todos os dias, o viajante se depara com paisagens fantásticas a todo instante. A travessia geralmente é feita em 3 dias, cujo percurso total é de aproximadamente 30km. 1º DIA: O primeiro dia sem dúvida é o mais longo e exaustivo. Logo após o credenciamento na entrada do Parque Nacional Serra dos Órgãos (PARNASO) em Petrópolis, o viajante já começa uma subida que parece não ter mais fim. Iniciamos o primeiro dia de trilha exatamente às 10 h devido aos trâmites burocráticos na entrada do parque. No total percorremos 9km em aproximadamente 5h, realizando uma subida total de 1.210 m de altura a partir do ponto inicial, até chegarmos ao primeiro acampamento no Castelo Açu. O fator crucial do desgaste do primeiro dia é a grande quantidade de peso que o viajante leva na mochila, pois todo equipamento e comida para os 3 dias de travessia devem está perfeitamente acomodados nas cargueiras. Outro ponto que merece destaque é a enorme subida durante toda a trilha que marca esse dia. A chegada ao castelo Açu (local do primeiro acampamento) é um momento quase que indescritível, tanto pelo grande esforço físico para se chegar ao local em razão das subidas, quanto pela vista incrível do local (1.210 m de altura). Lá há uma pequena cabana como ponto de apoio que dispõe de banheiros, uma pequena cozinha e um bivak, espécie de quarto comunitário. Tudo é pago. Para se ter uma ideia, um banho quente de 5 minutos custa R$ 20,00, a utilização do quarto comunitário custa R$ 30,00 reais e assim por diante. Desde o início optamos em ficar acampados, para tanto, levamos barracas, saco de dormir e isolantes térmicos, além de todo material para preparar as refeições, tudo visando baratear os custos. Na cabana do primeiro acampamento optamos em tomar um banho quente de 5 minutos que nos custou R$ 20,00 reais. Como a água é escassa e a energia é solar o tempo do banho é rigorosamente controlado pelo guarda do parque responsável pelo primeiro acampamento. Após a refeição (macarrão com salsicha e ovos cozidos), fomos dormir para acordar cedo no dia seguinte e contemplar o nascer do sol da parte mais alta do Castelo Açu. Como já era de se imaginar a visão do alto do Castelo Açu ao nascer do sol é incrível. Lá de cima é possível avistar toda serra dos órgãos, inclusive o Dedo de Deus, montanha muito conhecida localizada na entrada da cidade de Teresópolis/RJ. Todas as montanhas da Serra Dos órgãos são praticamente mais baixas do que o Castelo Açu, salvo a pedra do Sino, ponto mais alto de toda travessia e local do segundo acampamento. 2º Dia: Após o nascer do sol e as várias fotos que tiramos de cima do Castelo Açu, nos preparamos para o segundo dia de trilha. Saímos do acampamento por volta das 7:45h em direção a pedra do Sino. De todos os grupos que estavam realizando a travessia fomos os últimos a sair do primeiro acampamento em razão de também sermos o único grupo a subir no Castelo Açu ao amanhecer. O trekking do 2º dia foi relativamente menos cansativo do que o primeiro, apesar de que nesse segundo dia nos deparamos com alguns trechos de descidas em paredões de pedra bem acentuadas, subidas consideravelmente longas e por fim, já no final da trilha os 3 trechos mais técnicos (elevador, mergulho e cavalinho). Apesar do nosso grupo ter sido o ultimo a sair da primeiro acampamento, conseguimos alcançar os outros grupos após 1h de trilha. Infelizmente alcançamos um dos grupos logo no primeiro obstáculo (elevador), digo infelizmente pois, tivemos que esperar aproximadamente 20 minutos até que a ultima integrante desse grupo pudesse superar seus medos e ultrapassar esse obstáculo. Esse fato inevitavelmente quebrou nosso ritmo de caminhada. O primeiro obstáculo mais relevante do segundo dia é o “elevador” que nada mais é do que uma subida em uma pedra de inclinação considerável, por isso, há nesse local alguns vergalhões de ferro encravados na pedra para auxiliar o viajante, contudo, a situação desses vergalhões é bem precária em alguns pontos. Alguns já não existem mais e outros estão quase se soltando da pedra. De qualquer forma a subida pode ser feita sem maiores dificuldades, bastando o trilheiro utilizar técnicas básicas de escalada e confiar na própria bota. Após ultrapassarem o primeiro obstáculo, os demais grupos fizeram uma pausa para descanso e almoço tendo em vista o decorrer da hora. Nesse momento aproveitamos para alcançar e passar na frente de todos já que adotamos a estratégia de fazer pequenas refeições durante a trilha e deixar para fazer a refeição principal no acampamento. Essa estratégia foi fundamental no segundo dia já que pela frente ainda teríamos 2 outros obstáculos que certamente seriam mais técnicos que o primeiro e fatalmente teríamos que ficar esperando muito tempo até que os grupos a nossa frente ultrapassassem esses obstáculos. O segundo obstáculo aparece após 1h de caminhada do primeiro e é denominado de “mergulho” já que para continuar na trilha é necessário descer por uma fenda entre duas rochas. Nesse ponto em especial há grampos de segurança nas pedras onde o viajante deve, por questão de segurança e bom senso, utilizar uma corda para realizar a descida em segurança. Levamos uma corda de aproximadamente 10 m que foi suficiente para nossa equipe superar esse obstáculo em segurança e sem maiores dificuldades. O ultimo obstáculo e, na minha modesta opinião, o mais técnico de todos aparece logo após o mergulho, aproximadamente 30 minutos de caminhada e é conhecido como “cavalinho”. O cavalinho é uma pequena escalada que o trilheiro tem que fazer por cima de uma pedra que caiu no meio da trilha. Acontece que o caminho até essa pedra é bem estreito, sendo de um lado um abismo e do outro a parede da montanha. Fui o primeiro do grupo a subir com a corda para assessorar os demais da equipe e somente no momento de passar pela pedra caída é que descobri o real motivo do nome “cavalinho”. Nessa pedra necessariamente o viajante, após uma pequena escalada, tem que passar a perna por cima da pedra como se estivesse montando a cavalo. O medo de alguns integrantes do nosso grupo foi evidente em razão do lado esquerdo ser um penhasco muito alto, ou seja, não há zona de escape. Por precaução passamos todas as mochilas cargueiras primeiro para que todos pudessem subir sem peso e consequentemente com mais segurança. Logo após o cavalinho há uma segunda passagem que exige igualmente um pouco de técnica básica de escalada. Alguns chamam esse segundo trecho de cavalinho 2 e se assemelha muito com o primeiro obstáculo. Após 20 minutos de caminhada do cavalinho 2 chegamos a base de uma enorme parede de pedra. Nessa parede há uma escada de ferro bem longa que é utilizada para se chegar ao topo. Ultrapassando a escada ainda andamos aproximadamente 30 minutos até chegar ao acampamento do segundo dia, conhecido como acampamento nº 4. Essa cabana tem esse nome já que antigamente haviam outros 3 acampamentos. Hoje em dia, dois deles foram desativados havendo apenas o acampamento no castelo açu e esse na pedra do sino. A cabana do acampamento 4 (Pedra do Sino) é bem mais estruturada que a primeira e também oferece aos viajantes banho quente a R$ 20,00 reais e locação de barracas (Super Esquilo Nautika) por R$ 38,00. Como já estávamos levando as nossas barracas, escolhemos um local próximo a cabana para acamparmos e prepararmos nossa refeição do dia. No final da tarde subimos a pedra do sino, ponto mais alto de toda travessia (aproximadamente 2.250m de altura) para contemplarmos o por do sol. O vento lá de cima é absurdamente forte e como estávamos no inverno também estava bem frio. A visão lá do alto é fantástica. Por conta da altura, todas as nuvens estão abaixo da pedra do sino e a sensação é de estar literalmente voando. Com o anoitecer a temperatura caiu rapidamente para cerca de uns 10º e por causa das fortes rajadas de vento a sensação térmica certamente era próxima a 0º. 3º dia: Nosso ultimo dia começou as 5:40h da manhã quando acordamos para ver o sol nascer do do alto da Pedra da Baleia que também ficava bem próximo ao acampamento nº 4. Essa madrugada sem dúvida foi a mais fria de todas (aproximadamente 5º) e como já era de se esperar o vento não deu trégua em nenhum momento, fazendo a sensação térmica despencar ainda mais. De qualquer forma, quando o sol apontou no horizonte, foi certamente uma das cenas mais incríveis de toda a travessia. Como dizia o André, um dos integrantes do nosso grupo: “O céu estava policromático, com tons indescritíveis”. Após presenciar essa maravilha, retornamos ao acampamento e iniciamos a desmontagem das barracas e tomamos um café da manhã com tudo que havia sobrado de comida, objetivando levar a menor quantidade de peso possível no último dia. Durante o café da manhã observamos o mapa no GPS e constatamos que a trilha seria bem fácil, apenas com descidas cuja estimativa de tempo seria entre 4 e 5 horas de caminhada. Iniciamos a trilha do último dia bem tarde, por volta das 09:42 h e como já tínhamos verificado nos mapas e cartas topográficas do GPS, a trilha inteira era de descida. Contudo, em determinado ponto, verifiquei no GPS que havia um desvio, uma espécie de “trilha alternativa” que cortaria boa parte do trajeto original que deveríamos fazer. Nessa hora reuni o grupo, pois tínhamos que tomar uma importante decisão: Expliquei a todos sobre a trilha alternativa que nos economizaria algo em torno de 5-6 km, porém, as pilhas do GPS estavam no final e seria muito provável que não durasse até o final daquele dia, ou seja, havia uma enorme chance não termos como consultar o GPS caso necessário. Após analisarmos os riscos a decisão do grupo foi unânime no sentido de que deveríamos seguir a trilha alternativa por duas razões: primeiro por economizar uma boa parte do percurso, poupando nossos corpos que já estavam exaustos após 2 longos dias de caminhadas, e segundo, literalmente em nome do espírito de aventura do grupo que estavam dispostos a conhecer novos caminhos mesmo que houvesse alguns riscos. Pois bem, saímos da trilha original e entramos em uma trilha bem mais fechada cuja inclinação de descida era bem mais acentuada, o terreno era completamente instável com vários pontos soltos e escorregadios e sem nenhuma área de escape. Pelo senso de direção que nosso grupo tinha, sabíamos que a direção estava correta e mesmo diante de vários obstáculos no caminho, após 1 h conseguimos enfim chegar ao encontro novamente da trilha original. Continuamos pela trilha padrão e a medida que fomos chegando próximo a cidade de Teresópolis/RJ fomos passando por várias pessoas que faziam trilhas menores na região. De fato, o último dia é praticamente um passeio no bosque, a trilha original é aberta, bem delimitada e quase que na totalidade coberta pela copa das árvores, fato que deixa a caminhada bem mais agradável em relação ao sol, fator de extremo desgaste nos dois primeiros dias. Chegamos enfim à sede do Parque Nacional Serra dos Órgão na cidade de Teresópolis/RJ às 12:42 h, ou seja, exatamente 3 h após a saída do último acampamento, o que foi uma surpresa para outros montanhistas que também estavam no mesmo acampamento e tinham saído muito antes do nosso grupo. A média de tempo dos demais grupos foi de 4-5h de trilha, enquanto a nosso foi de apenas 3h graças a ousadia do nosso grupo em seguir pela trilha alternativa, economizando alguns quilômetros e horas de caminhada.
  2. Aceito todos os termos e condições. Já colaborava antes postando informações e respostas sobre fóruns e relatos de viagens.
  3. Fazia tempo que nosso grupo de expedições planejava uma ascensão ao cume do Pico do Cabugi ou Serra do Cabugi, vulcão inativo localizado cerca de 140km de Natal/RN, O plano inicial sempre foi subir, acampar no topo para poder contemplar todo visual que o Pico oferece e retornar no dia seguinte, porém, até então as agendas do grupo não batiam. Pois bem, após várias tentativas conseguimos uma data e saímos de Natal no dia 20 de maio de 2016 às 12:00h com destino a cidade de Angicos, onde o Pico do Cabugi está localizado. A viagem até lá foi tranquila e durou aproximadamente 2:00h, já incluindo a parada para abastecimento e lanche em um posto de gasolina na cidade de Lajes/RN. Chegamos na base do Pico na Fazenda do Sr. Luiz (Paraíso do Cabugi), ponto mais próximo ao início da trilha, por volta das 14:30h. Como o sol ainda estava a pino e o calor sufocante, resolvemos revisar todos material e aproveitar para conversar e conhecer um pouco mais com o proprietário da fazenda (Sr. Luiz), que por sinal é uma simpatia em pessoa. As 15:00h resolvemos dar início a expedição. A subida pode ser dividida basicamente em três trechos. O primeiro sem nenhum grau de dificuldade, caracterizado apenas por uma longa subida de chão batido com trilha bem definida de mata aberta, exigindo do trilheiro apenas razoável fôlego; O segundo trecho é caracterizado com o início de algumas pedras vulcânicas de cor escura no meio da trilha, indo até a base do pico/serra. Nessa parte, apesar de não representar nenhuma dificuldade o trekker tem que ter um pouco mais de cuidado para evitar escorregões ou até uma torção de tornozelo pisando de forma inadequada nessas pedras lisas; Por fim o terceiro trecho que começa na parte mais íngreme do Pico. Nessa ultima parte a dificuldade aumenta significativamente em razão da inclinação da subida (bem acentuada) e do tipo de terreno, ou seja, rochas de todos os tamanhos empilhadas umas sobre as outras e todas instáveis. No dia que fizemos a acessão estava ventando bem forte na região e o vento acabou sendo um agente adverso, pois, como acamparíamos no cume, nossas mochilas estavam abarrotadas de equipamentos, pesando em média 18-20 kg. Com isso, o vento forte acabou desequilibrando nossa equipe em alguns momentos, o que exigiu maior atenção nesse último trecho. Finalmente chegamos ao cume do Cabugi por volta das 16:30h, ou seja, 1:30h após o início do trekking. O cume do Cabigi é muito pequeno e não possui partes planas, por isso, não comporta mais do que 2 ou 3 barracas pequenas e mesmo assim a montagem ainda é em cima de pequenas pedras o que deixou a dormida um pouco desconfortável. A paisagem lá em cima é indescritível e realmente vale a pena todo esforço despendido na subida. Montamos acampamento rapidamente para podermos contemplar a beleza do pôr do sol que coroou de ouro o céu naquele momento. Poucos minutos após o por do sol, fomos glorificados com o nascer da lua do outro lado. Dia 20 de maio foi véspera de lua cheia e exatamente as 17:35h a lua apontou no horizonte leste do Pico do Cabugi. Aproveitamos aquele momento para ascender uma fogueira e registrar o momento. Graças a presença de John do Portal Marte, tivemos registros fotográficos profissionais que certamente ficaram para sempre em nossos arquivos e memória. Para o jantar convidei os participantes da nossa expedição (Marlon Aronson, Cris Alves e John do Portal Marte) para experimentarem o que chamo de atum defumado preparado na própria lata, servido com arroz de risoto e macarrão. Para o preparo do atum defumado utilizei 1 lata de atum sólido, 1 parte (quadrado) de papel toalha e 1 fósforo. O modo de preparo é bastante simples, basta abrir a lata do atum com cuidado para não escorrer o óleo, colocar o papel toalha cuidadosamente em cima da lata de modo que o papel absolva boa parte de óleo e em seguida ascender o fósforo no papel e deixar queimar até que o óleo acabe. Esse procedimento demorou aproximadamente 26 minutos. Enquanto a atum estava defumando, nossa trilheira Cris Alves se encarregou de preparar o arroz de risoto e eu o macarrão ao molho. Não sou muito fã de comida enlatada, mas confesso que o atum defumado ficou muito gostoso, fica verdadeiramente com um gosto de churrasco e após misturar tudo no arroz de risoto ficou perfeito! Praticamente um jantar 5 estrelas, ou melhor, a bilhões de estrelas sob nossas cabeças e sob a luz daquela lua formosa. Após o jantar optamos em dormir cedo para contemplar a alvorada do dia seguinte. Novamente acertamos em nossa escolha, acordamos as 4:50h com o horizonte sinalizando os primeiros raios do sol, visual deslumbrante e indescritível. Fazia frio naquele momento, mas nem o frio foi suficiente para que todos saíssem das barracas para contemplar aquele visual! Fantástico! Nessas horas é que temos a certeza que existe algo muito maior que nós, responsável por tudo aquilo acontecer e principalmente responsável por permitir que naquele momento nossa equipe pudesse desfrutar aquele visual digno de todos os destaques nesse post. Após o nascer do sol desmontamos acampamento e iniciamos a descida rumo a fazenda do Sr. Luiz. A decida exige muita atenção, principalmente no primeiro trecho (ultimo trecho do sentido inverso) que é o mais inclinado e o risco de uma pedra rolar é muito grande. Nesse trecho, durante a descida, tanto eu quanto Marlon Aronson e John do Portal Marte, em pelo menos um momento pisamos em pedras que só não rolaram pico a baixo graças a habilidade e experiência em segura-las antes que rolassem. Tirando o trecho mais inclinado, a descida foi bem tranquila e durou apenas 53 minutos. Chegamos na fazenda do Sr. Luiz por volta das 06:15h onde ele já nos aguardava com um vasto café da manhã. Comemos ovos, cuscuz, salsicha, pão, queijo, mungunzá, café e o leite tirado a poucos minutos das vacas da fazenda do Sr. Luiz. Aproveitamos ainda para nos banhar em uma cacimba (cisterna) que tem na fazenda para iniciarmos a volta para Natal. O Sr. Luiz cobrou R$ 7,00 reais por pessoa pelo vasto café da manhã e uma pequena taxa de permanência já que deixamos o carro estacionado lá e usamos toda estrutura de banheiro e água para banho, o que acabou sendo insignificante diante da beleza da trilha e da sua simpatia. Bom, após essa primeira experiência, avaliamos o trekking e os níveis de dificuldade, bem como da estrutura na região. Com toda certeza organizaremos outras expedições com amigos que tenham o perfil adequado a esse trekking e que queiram se aventurar pela nossa região. Por fim, agradeço ao Portal Marte na pessoa de John pela oportunidade de nos acompanhar e registrar todos os momentos dessa expedição, bem como disponibilizar um espaço para esse post. Agradeço ainda ao parceiro Marlon que também nos acompanhou e deu todo suporte na parte de logística de material e a nossa companheira Cris Alves que nos ajudou na preparação do jantar abrilhantando ainda mais nossa expedição.
  4. Lucruz, também estou planejando essa viagem, contudo ainda não estou certo da data em razão de fazer o VillaRica em Pucon em junho. Me passa seu e-mail para que possamos trocar informações e se for o caso organizar junto o Aconcágua. ([email protected])
  5. Obrigado Neyzinho. Vou chegar em Temuco por volta das 20:30h. Entrei em contato com o Hostel de Pucon e eles me disseram que não tem transporte essa hora, todos os ônibus e vans começas no dia seguinte por volta das 6:40 - 7:00h da manha. Por essa razão decidi modificar minha estadia. Como chego as 20:30h vou ficar essa noite em Temuco e no dia seguinte logo cedo vou de ônibus para Pucón. Acredito que será a melhor forma e o melhor custo benefício.
  6. Olá mochileiros, estou fechando meu roteiro de viagem e como vou ter poucos dias em Pucón, optei em viajar de Santiago para Temuco de avião e de Temuco ir de ônibus para Pucón. O problema é que meu voo chega em Temuco as 20:00h e pelo que já andei pesquisando nas empresas de ônibus, não tem saída para Pucón nesse horário, salvo engano a TurBus sai as 19:50h (ultimo horário). Alguém sabe me dizer se existe outra forma de transporte de Temuco para Pucón após as 20h? Fora o ônibus pesquisei na Hertz o aluguel de um carro mas achei caro a tarifa (CLP: 55.000). Agradeço quem puder ajudar.
  7. Amigo inicialmente gostaria de parabenizar pelo post sobre Pucon e o Villarica. Muito bem escrito e explicativo, perfeito para quem esta planejando uma viagem semelhante como eu. Bom, nos meus finais de semana faço escaladas em rocha, rapel, montanhismo e outras atividades do gênero, por isso meu interesse maior em Pucon. Assim como você estou ansioso para a ascensão ao cume e desde então já estamos nos preparando para essa "escalaminhada". Fora o Villarica pretendo fazer trekking na região e o raffiting, além, é claro, de esquiar já que estou indo no início do inverno (22 a 30 de julho). Bom, seu post foi bem esclarecedor e serviu para finalizar algumas dúvidas que ainda pairavam. Vi, pelos sua narrativa que você é um cara que vive em constante contato com a natureza e sempre a respeita, reverenciando-a nos momentos certos e reconhecendo a insignificância do homem perante ela. Sou igual e possuo as mesmas ideologias. Acho que essa experiência do vulcão será fantástica, exatamente o que estou procurando e, vendo o seu relato, fico ainda mais empolgado com o dia da viagem. Minha única dúvida sobre a cidade é se é possível fazer os trekkings sem a necessidade de guias? tenho equipamento profissional de localização que certamente deve ter os pontos e trilhas da região.porém, as vezes a região das trilhas encontra-se em alguma área de preservação e o acesso somente pode acontecer por intermédio de guias. Caso saiba sobre esse assunto, por favor me fala algo que ficarei novamente grato. Obrigado e mais uma vez parabéns pela publicação!!!
  8. eduserejo

    [[Template core/front/global/prefix is throwing an error. This theme may be out of date. Run the support tool in the AdminCP to restore the default theme.]] Pucón

    Bom dia galera. Alguém sabe informar se há ônibus/vans ou outro modo de transporte que saia de Temuco com destino a Pucón por volta das 20 - 20:30h? Obrigado.
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