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Daniela C

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  1. Daniela C

    Berlim

    O tuismo em Berlim, sem dúvida, é um turismo histórico. Considero uma das capitais européias com menor custo para o turista, onde é possível transitar a pé, de bonde, metrô ou ônibus. Percebe-se nitidamente que a densidade populacional e baixa e o aspecto "frio" do alemão, que a vida inteira ouvimos falar, fica completamente desmistificado. Não são afetuosos, porém, simpáticos. Você poderá encontrar arquitetura mais medieval visitando o Centro Histórico de Spandau e opostamente, tudo o que há de mais moderno frequentando a Postdamer Platz. A região do Parlamento (próxima ao Portal de Brandemburgo), merece uma vista pelo contraste entre os dois prédios do Parlamento. Próximo a estes, fica a maior estação de trem da Europa (Hauptbahnhof) que em seu interior abriga um verdadeiro shopping center. Também, próximo ao Portal de Brandemburgo, há uma bonita homenagem ao milhares de judeus mortos durante o holocausto. Trata-se de esculturas que simbolizam sepulturas. Descendo na estação de metrô Alexanderplatz, você estará no antigo lado oriental de Berlim, muito perceptível no diferencial de sua escultura e pela pequena possibilidade de ainda se encontrar um Trabant circulando. Recomendo nesta região uma vista a Nikolainertel que é uma antiga vila que se tornou circuito de lojas e restaurantes, mas que com certeza, é uma das regiões mais bonitas de Berlim. No mais, é imperdível uma visita ao que restou do muro de Berlim e se preparar para comer muita carne de porco, batata e repolho.
  2. Montevidéo pode ser desvendada em dois dias. Vale conhecer a ciudad vieja e, necessitando pegar um ônibus, o bairro de punta carretas que é a parte moderna desta capital. Além disto, vale apreciar um belo churrasco feito ao modo típico uruguaio.
  3. Paris é uma cidade plana, perfeita para ser conhecida a pé. Contudo alguns acessos podem e devem ser feitos de metrô (a malha metroviária é ampla). Em 5 dias, é possível se conhecer Paris (sem repetir nenhum local). Sugerimos a Catedral de Notre Dame, caminhar pela pequena Rue Mouffetard (estação Place Monge), pois se trata de uma rua gastronômica e extremamente graciosa em suas cores, souvenirs baratos, feira ao ar livre; caminhar pelo Quartier Latin (onde fica a Universidade de Sorbonne), Pantheon, Palácio e Jardim de Versailles (a visita levará um dia inteiro e o acesso ocorre apenas via trem – de fácil acesso), Jardim de Luxembourg (lindíssimo)onde também se encontra a fabulosa Fontaine de Médicis, caminhar por toda a Champs Elisée, começando pelo Arco do Triunfo e terminando na bela Ponte Alexandre III que é acesso ao Louvre. Este por sua vez, caso queira visitar, levará um dia inteiro, também. Também vale a pena conhecer a Sacre Coeur, a Prefeitura de Paris, mais conhecida como Hôtel de Ville. À noite, recomendamos jantar em um dos vários restaurantes da Rue des Rosiers (bairro hebraico – estação St. Paul) ou comer uma comida típica francesa (acessível) nas mediações da estação de metrô Cluny Sorbonne ou na Rua Mouffetard no L’assiete aux Fromage. Para terminar bem a noite, caminhar pelo belo jardim que antecede à Torre Eiffel e que à noite fica totalmente iluminada. Não nos conquistou visitar a Unesco (parece um prédio abandonado), o Cemitério de Montparnasse (são poucas as lápides interessantes), o Palácio da Justiça (perto dos outros prédios, este passa desapercebido). Gostaríamos apenas de frisar que apesar de Paris ser uma cidade linda para se viver, turisticamente (em nossa opinião), fica aquém de outras cidades mais belas e atrativas da Europa, como Viena e Barcelona. Além disto, apesar da ampla rede metroviária, vale constar que o intervalo entre os trens é grande (podendo chegar a 15 minutos) e poucas são as estações com escada rolante, ou seja, se fizer como nós, que viemos do aeroporto ao hotel de metrô, se prepare para subir e descer boas escadas carregando peso. Além disto, poucas são as linhas que dispõem de vagões com ar condicionado, ficando insuportável no verão. Nos chamou atenção em Paris a quantidade de pessoas se esforçando para ganhar algum dinheiro, como as estátuas humanas no sol escaldante, os músicos nas estações e vagões do metrô e trem, bem como os ambulantes (predominantemente africanos). Uma cena muito comum são pessoas pedindo esmola e dormindo nas ruas, inclusive crianças. A utilização de cachorros como instrumento de sensibilização dos pedintes também é mais evidente nesta cidade.
  4. Esqueci de mencionar algo importantíssimo! A Inglaterra não é um país caro. O que torna os produtos e serviços britânicos caros ao brasileiro é o nosso câmbio. Por isso, antes de viajar, sugiro verificar a cotação da moeda. O preço local é equivalente aos demais países da Europa com euro.
  5. Dublin é uma capilal pequena que basicamente em 2 dias é possível de ser conhecida. Os locais históricoe e com arquitetura relevante parav serem conhecidos são o Trinity College e o City Hall. O povo irlandês é extremanente simpático e hospitaleiro e que gosta bastante de pubs. São mais de 1.000 pubs nesta pequena cidade. Se você não tiver nada para fazer, não tem problema, entre em um pub e fique conversando a tarde ou noite inteira. Mas, cuidado: a maior parte dos pubs serve apenas bebidas e nada para comer! No mais vale uma visita ao Museu da Guiness, uma caminhada pela Rua Grafton (um dos centros de comércio) e uma visita noturna ao Temple Bar que é o local de concentração de jovens para beber e comer. Acredito que por não ser mais tão jovem, eu e meu marido preferimos a calmaria da Rua Grafton, mesmo porquê, os restaurante são mais baratos.
  6. Apesar de ser uma cidade 'cinza' e que pelo menos no inverno garoa todos os dias, trata-se de uma cidade inccrível de se conhecer. Com um dos metrôs mais antigos do mundo (150 anos), possui uma mobilidade urbana perfeita. A cada esquina há uma estação de metrô ou trem e todas fazem conexão levando-o aos locais mais distantes desta metrópole. Para uma imersão exploratória razoável, aconselho ficar de 5 a 6 dias e a adquirir o cartão Travelcard que apesar de caro (75 libras) permite a utilização de trens, metrôs e ônibus por 7 dias, de forma a ficar mais barato do que a compra de tickets individuais. Sugiro uma visita noturna ao bairro Soho (funciona 24h), em virtude de sev tratar do bairro mais movimentado de Londres (equivalente ao Centro antigo de São Paulo) e que possui o maior número de teatros, cinemas e restaurantes. Também é um bom local para aquisição de souvenires. Neste bairro os preços variam para comer, um bom retaurante com preço mediano (50 libras o casal) é o Muriel's Kitchen ou o Chiquito (culinária mexicana). Durante o dia, em meio período, uma caminhada ao bairro de Notting Hill é bastante prazerosa. O bairro é charmoso e possui uma bela e antiga casa que vende chás com todos os seus aromas e fragâncias, seu nome é WHITTARD. Em um dia inteiro recomendo passearem por Westminster e o Green Park, bairros onde estão localizadas a London Eye, o Parlamento Britânico, a Abadia de Westminster, o Big Ben e o Palácio de Buckingham. A arquitetura local é fabulosa e as cenas que vislumbramos por televisão provêm desta região. Confesso que esperva mais do Palácio de Buckingham, é um local indicado somente para passagem. Não recomendo assistir a famosa troca da guarda real (diária no verão e com escalas no inverno). É uma multidão se apertando para ver 1 minuto dos guardas entrando no palácio (não se visualiza a substituição dos guardas) e 2 minutos para assistir a cavalaria passar. Os demais locais são imperdíveis. Entre eles há diversos parques onde se pode alimentar esquilos. Vale a penas levar um "pãozinho" ou algumas nozews. Nestes bairros, há pouca opção de alimentação, contudo, descobrimos uma pequena patisserie que vende lanches maravilhosos, seu nome é BB Bakery. Em 1 1/2 recomendo a visita a 3 museus: British Museum, Museu de História Natural e o Madame Tussauds (somente o último é pago). Caso você qureira conhecer a história do Egito, da Grécia e de Roma antiga; não vá há estes países, vá ao British Museum. Grande parte dos artefatos arqueológicos destes países, está neste museu. Exemplos: tumbas, sarcófagos e a múmia da Cleópatra. Em realção ao Museu de História Natural, será possível visualizar o famoso esqueleto de dinossauro e ver uma série de outras espécies, incluindo fauna e parte mineral. No Madame Tussauds, os manequins dos famosos é a parte menos interessante, contudo, no final da visita há uma incursão em um carrinho motorizado (mais ou menos como a antiga Montanha Encantada dop Playcenter, mas fora da água) e que apresentará através de bonecos de cera mecanizados e em cenário próprio a história da Inglaterra, desde os seus primórdio, passando pela guerra, grandes pestes atá se tornar super potência. Vale muito a pena! Depois, há a apresentação de um filme em um cinema 4D (30 minutos) em que você volta a ser criança. Recomendo! Visitei, também, o Palácio Kesington (o único disponível para visitação), mas, não recomendo, pois me pareceu muito mais um museu de artefatos reais a um palácio. No bairro onde fica este Palácio (South Kesington) há um restaurante polonê maravilhoso chamado Café Daquise. A famosa loja da Harrods é somente para visita. Trata-se de loja de departamentos de extremo luxo!! Dior, Chanel, Victor Hugo... Para os que preciam história econômica, recomendo uma visita ao Cemitério Highgate onde está enterrado Marx. Para os amantes de cães e gatos e que ficam indignados com o abandono destes em nosso país, vale um dica muito pessoal: visitem o Battersea Dogs and Cats Home. Trata-se de um abrigo exemplo no mundo de resgate, cuidados (com veterinários, tratadores e psicólogos) e adoção de animais abandonados. Vale bastante a pena! Em um outro dia, recomendo ir ver a Tower Bridge (ponte mais antiga e bonita de Londres) e conhecer e comer no Leaden Hall Market, uma espécie de galeria em que fizeram um mercado. Vale comer o famoso fish & chips, contudo muito mais por tradição do que prazer gatronômico. No mais, recomendo conversar com o povo inglês que além de bastante elegante é bastante simpático.
  7. Adriano, muito obrigada! Colocarei Londres no roteiro.
  8. Olá! Gostaria de saber se vale a pena viajar para Londres no inverno. A neblina se intensifica muito? Obrigada!
  9. Daniela C

    Roma

    marcioaguiar2005 escreveu: O que você recomendaria para mim, que terei apenas um dia (entre 8:00 e 16:00h) para visitar a cidade. Tipo, o Coliseum certamente irei. Eu tambem comprei o Roma Pass (http://www.romapass.it/?l=en). Se puder ajudar, agradeço imensamente! Oi, Marcio Também não sei usar esta ferramente direito. Não se preocupe. Concordo com o Marcos. Sugiro pegar um mapa de Roma e, a pé, ir do Coliseu ao monumento de Emanuelle Vittoriano (basta descer a Via dei Fori |Imperiali) e depois subir à Via dei Corso. À direita (durante a subida) é caminho para a Fontana di Trevi e à esquerda para o Pantheon e a Piazza Navova. Boa Viagem!
  10. Apesar de não ter praia, por estar imersa no mar, Veneza possui ar praiano. Não há trânsito de qualquer automóvel, por isso a locomoção entre os pontos mais distantes ocorre pelos chamados vaporetos, que nada mais são que ônibus que transitam pelo grande canal que tem paradas como pontos de ônibus (7 euros a passagem). Em terra, Veneza, possui pequenas praças chamadas de “campos” os quais dão vazão de 3 a 5 vielas que podemos chamar de guetos, porque na prática são isto. Estes guetos desembocam em mais 3 a 5 guetos, onde passam de 2 a 3 pessoas no máximo. Ou seja, você se perderá com certeza, não adianta ter mapa da cidade. Estes guetos são cortados por ramificações do grande canal e para atravessar há pequenas pontes, que por baixo transitam pequenos barcos e as famosas gôndolas. Veneza é extremamente charmosa e imperdível. Contudo, pelo que sentimos é uma cidade para se conhecer a dois ou em um grupo de amigos. Da mesma forma que é charmosa é extremamente cara! O preço da gôndola é exorbitante (80 euros) e os gondoleiros são extremamente mal educados. Ou você chega com um grupo formado (máximo de 6 pessoas por gôndola) ou tem que pagar o preço fechado, porque eles não juntam grupos diferentes, mesmo que ocorra acordo de ambas as partes. Tudo isso para um passeio de 30 minutos. Não recomendo. O ponto principal de Veneza á a Praça San Marco que lembra a Plaza Mayor de Madri, por ser um grande campo cercado de lojas, restaurantes e é claro, uma catedral. Ao todo, vale caminhar por toda Veneza, se perdendo pelos guetos, passear de Vaporeto por todo o canal para poder ter uma visão pelo mar desta cidade (pegue o Vaporeto n° 01 na praça San Marco) e para jantar recomendamos o restaurante Al Vaporetto (Calle de La Mandola) e a Osteria Ai Storti (Calle San Polo, atravessando a ponte Rialto). São os locais onde você se sente menos assaltado. Aproveite uma manhã ou tarde, para ir de vaporeto até Murano, uma ilha que pertence à Veneza que é a capital mundial do vidro. Lá poderá ver diversas esculturas em vidro, o que deixa a ilha ainda mais bonita. 3 dias são suficientes para Veneza deixar saudades.
  11. Florença é uma cidade que aparenta ter uma arquitetura mais antiga que Roma e é, sem dúvida, bastante menor e acolhedora. Ideal para se conhecer a dois. Para quem conhece arte é passagem obrigatória e deve-se conhecer à Academia, onde se encontra a estátua de Davi de Michelângelo e que é simplesmente magnífica! Além desta, vale conhecer (para os conhecedores de arte, que não era nosso caso) a Uffizi onde se encontram as obras de Botticelli e a Duomo que nada mais é que uma grande catedral. Para os que não conhecem arte, vale muito caminhar pelas antigas ruas de Florença, conhecer a Pharmácia Profumo fundada por frades no século XIII e que mantém a mesma estrutura, cruzar o Rio Arno pela famosa Ponte Vecchio que na Idade Média possuía pequenos estabelecimentos que serviam para o abate de animais e que atualmente serve (na mesma estrutura medieval) para comércio de ouro e tomar sorvete que é um dos melhores do mundo. As melhores refeições são feitas do lado sul da Ponte Vecchio nas vielas mais estreitas e desconhecidas. Indicamos a Osteria de Cinghiale Bianco (Borgo San Jacopo) e a Antica Trattoria Angiolino (Via San Spirito). A comida é muito boa, mas, não espere fartura e capricho como temos nas cantinas brasileiras. Na Piazza de La Signoria, há uma feira permanente ótima para compra de souvenirs. De Florença, é possível ir de Trem até Siena, a cidade mais medieval da Itália. Em 3h é possível conhecer e se alimentar neste mimo de cidade. Ao todo, 3 dias são suficiente para conhecer Florença e Siena.
  12. Roma é um museu a céu aberto, aconselhada para quem gosta de fazer turismo histórico. Assim como em toda Itália, a arquitetura e urbanismo é antiga, preservando seu caráter histórico. Associe a isto um monumento histórico em cada bairro e uma cidade repleta de novas escavações sendo feitas. De todos os monumentos, o mais imperdível, sem dúvida, é a Fontana di Trevi. Além de sua representatividade histórica com a figura de Netuno ao centro, seja de dia ou de noite, é magnífico ficar observando a junção da arquitetura com o efeito da água “jorrando” na fonte. Acreditem: as fotos não conseguem captar o tamanho real da escultura. De perto, tem-se a impressão que ela lhe engolirá. Na sequência de prioridades, aconselharia uma visita ao Coliseu, local que poderá visualizar como terminava a perseguição aos cristãos e que possui em seu interior um pequeno museu que explica como isto ocorria e como funcionava cada parte do Coliseu. Mas, prepare-se para uma fila de 1h a 1h 30min, sem a menor organização e onde os idosos não tem preferência. Ao lado do Coliseu, está o arco Constantino, o Palatino e o Fórum Romano. O primeiro é basicamente uma escultura em homenagem a este imperador que terminou com a perseguição aos cristãos e os dois próximos se tratam de uma visita às ruínas dos espaços onde ficava o Parlamento Romano. Para estes, evite horário próximo ao meio dia, pois a caminhada dura em torno de 1 hora, no mínimo, sob o sol. Na sequência, não pode ficar fora a lista uma visita ao Pantheon, templo romano de glorificação aos deuses (gratuito) e ao Museu dos Capucinos (na subida da Via Veneto à direita) que nada mais é que uma capela de frades franciscanos feita de ossos. Também são aconselháveis passagens pelo monumento de Emanuelle Vitoriano (pela sua grandiosidade) e de preferência à noite, quando o mesmo recebe iluminação especial e pela Vila Borghese, que nada mais é que um imenso parque, o qual só é possível de se conhecer em sua integralidade alugando-se um rick shaw sob rodas elétrico e que custa 10 euros a hora. Conhecemos o Castelo de Santo Ângelo e o bairro de Trastevere, mas, como não conseguimos descobrir nenhum diferencial, não os indicamos. À parte, é obrigatório uma visita ao Vaticano (há uma parada de metrô próxima) com visita à Basílica, cuja fila dura no mínimo 40 min, sob forte sol. É obrigatório estar com ombros e pernas cobertas e a entrada é gratuita. Confesso que ficamos decepcionados, porque apesar de entendermos que a arquitetura de seu interior é barroca, a Basílica é extremamente escura e mistura tons de ouro, marrom e tons puxados para o preto ao lado de muitas esculturas e pinturas. Ou seja, juntou-se tudo em um local que recebe pouquíssima iluminação. Não é agradável visualmente. Atenção especial merece à escultura La Pietá de Michelangelo, que comove até os que não entendem de arte. Aproveite, também, para entrar em uma outra fila e conhecer o Museu do Vaticano que apresenta obras de arte e esculturas e termina na famosa Capela Sistina pintada por Michelângelo que é inacreditavelmente linda e impossível de se entender como foi pintada. Um passeio imperdível e que poucos divulgam é a visita à Necrópolis do Vaticano. Guiada em português (13 euros por pessoa), você conhecerá a história do Vaticano e onde os cristãos eram enterrados com direito a passar pelo local onde se encontram os restos mortais de São Pedro. Se fizer este passeio, a visita às Catacumbas é dispensável, pois será apenas uma amostra do que é a Necrópolis. Para fazer este passeio, deve-se fazer uma solicitação por e-mail ao endereço Ufficio Scavi [[email protected]], informando quantas pessoas são, o idioma, a data e o motivo. Para quem fizer esta visita, não há necessidade de ficar na fila para ver a Basílica, pois o término do passeio à Necrópolis é dentro desta. Ao lado do Vaticano, há um antigo bairro chamado Borgo Pio, imperdível de se conhecer. Além de ser bonito é bastante barato para se alimentar, é onde se encontra o sapateiro que faz os tradicionais sapatos vermelhos do Papa. Roma não é uma cidade cara, contudo não espere fazer grandes refeições. A pizza tradicional romana tem a massa fina, pouco recheio e é consumida uma por pessoa. Como as tradicionais, como marguerita, que é basicamente mussarela, porque se pedir qualquer outra, como 4 queijos, terá dificuldade em encontrar os demais queijos. O mesmo ocorre com as massas tradicionais como tagliarine e lasanha. O molho de tomate é bom, mas as porções alimentam apenas uma pessoa com pouca fome e no caso da lazanha, a mesma tem apenas molho a bolonhesa (pouco) e sem recheio. Aconselhamos jantar na Pizzaria II Leoncino (uma das mais antigas e tradicionais de Roma e que fica na Via de Leoncino, próximo à Piazza de Spagna), Osteria Nerone (tradicional Cantina que fica na Via delle Terme Tito, próximo ao Coliseu) e no Restaurante Nonna Beta de comida judaica (Via del Portico d’Ottavia). Para conhecer Roma, sugerimos 5 dias.
  13. Estive em Bruxelas e Bruges e a despeito desta ultima ser bonita (apenas), tratam-se de cidades muito caras, onde para se jantar você pode pagar em media 100 euros com um povo nada simpático e de estilo aristocrático. Mas, ao contrario de outras cidades aristocráticas como Viena que e linda, Bruxelas e cinza, suja e a garoa e uma constante. Para piorar, em decorrência da crise financeira, o que se vê pelas ruas e pelo metrô sao moradores de rua. Consome-se muitos frutos do mar nesta cidade, além dos maravilhosos wafles com cobertura as que mais parecem bolos e podem ser adquiridos em qualquer esquina e cerveja. Há diversos tipos e recomendo provar todas, desde as feitas com trigo, até as frisantes como champagne, com sabor de framboesa ou as fermentadas 3 vezes e com 9% de álcool. Contudo, a Bélgica seria uma das ultimas opções de viagem, por haver pouco a ser visto e por ser muito cara.
  14. Daniela C

    Holanda

    A Holanda e um pais multi cultural. Em um dia e possível que se converse com pessoas de todos os lugares do mundo, mas, nenhum holandês. Todas as nacionalidades sao bem recebidas para habitar a Holanda. Alias, o holandês e lindo fisicamente e extremamente simpático e brincalhão. De toda a culinária, recomendo provar os queijos holandeses que sao maravilhosos e a visitar a cervejaria artesal Brouwerij Het Ij que fica em um moinho que antes abrigava um banho publico. as cervejas sao de outro mundo! Mas, cuidado! A Holanda e um pais muito caro. Um jantar em local simples não custa menos que 60 euros. Amsterdã pode ser conhecida em 3 dias. Trata-se de uma cidade cortada por 7 canais, portando, você cruzara muitas pontes. A cidade cheira a maconha, sexo e liberdade. Você compra maconha, tortas e pirulitos derivados do produto em qualquer Coffe shop. Mas, fique tranquilo: não há violência na cidade. O Red Light District e o bairro onde as garotas de programa ficam em vitrines expondo seus atributos para serem ou não escolhidas. Neste bairro, estas vitrines sao cercadas por sex shows, teatros com shows de sexo explicito e museus de sexo. Confesso que imaginava algo mais depravador, a legalização torna tudo muito normal. Caso goste, esta e a cidade indicada para andar de bicicleta. Acredito que seja a cidade do mundo com maior volume de ciclistas. Talvez pelo volume de habitantes ser proporcionalmente superior ao volume de terra que dispoe, todas andam de bicicleta. Além de amsterdam, recomendo a pegarem um trem na estação central e em 40 minutos estarão em uma cidade chamada Utrecht que e a mais antiga da Holanda e possível estilo medieval e em termos de beleza perde apenas para Maastrich, que fica há 2 horas de trem de Amsterdã e e simplesmente maravilhosa com arquitetura medieval misturada as decorações clássicas nas ruas.
  15. Quem esteve em Barcelona não quer ir a nenhum outro local da Espanha. Simplesmente vibrante, esta cidade catalã impressiona pela arquitetura de Gaudí exposta em cada canto da cidade (recomendo visitar todas, mas, especialmente o Parc Guell), as famosas ramblas que são deliciosas para serem caminhadas no verão e a orla praiana, onde se encontram os melhores restaurante para se apreciar uma boa paella com uma jarra de sangria. Recomendo que conheçam a Vila Olímpica e que nas ramblas, parem para provar churros mergulhados em chocolate quente. Para quem gosta, recomendo comer calamares fritos(lula) e tortilha. A energia que se sente estando em Barcelona é algo que somente estando lá se pode relatar. Trata-se de uma mistura de arte, história, arquitetura e cidadania.
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