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AGiachetta

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  1. Olá Jacson, guardei muitos comprovantes de ônibus, mas este não esta aqui, lembro-me que são duas as empresas que fazem este trajeto direto de LA Paz para Uyuni, infelizmente não consigo me recordar se saem todos os dias. só lembro que a estrada é muito ruim, o que contarei no próximo dia!! Obrigado Thiago, Vou tentar escrever mais uns dias ainda nesta semana !!
  2. 16º Dia - Chalcataya, Vale de La Luna e Calle de Las Brujas. 09/01/2013 Voltando a este relato, que já se estende por meses, no 16 dia acordamos de ressaca, sim, a festa estava boa e como nosso quarto ficava na saída e ouvíamos todo o barulho, resolvemos aproveitar a festa até o final , esquecendo que no outro dia cedo teríamos outro passeio Acordamos em cima da hora, deu tempo de arrumar a mala rapidamente e fazer algo para ir comendo no caminho. Havia mais um pessoal do nosso hostel que foi no passeio também. Pegamos o ônibus com um certo atraso e ficamos dando diversas voltas por La Paz, buscando encher o bus para ir ao chalcataya, momento no qual fizemos amizade com outros brasileiros que estavam no loki, os quais e tornariam parceiros de viajem dali em diante!! Quando seguimos viagem saímos da área central de La Paz e ingressamos na sua área rural, vimos diversas lhamas, no caminho e descobrimos que: "llama no se llama llama, llama se llama cajero (ou algo assim)" De acordo com nossa guia ela começou a se chamar llama porque o pessoal perguntava "como se llama?" e aí ficou como nome do animal. Cultura a parte, a primeira parada é para ver as montanhas do chalcataya, dentre elas uma que ficou muito famosa quando foi utilizada como logo da paramout pictures (empresa cinematográfica), que estará em uma foto a seguir. Ao fundo pode-se ver o monte da Paramount. Depois de muito subir, e por estradas nada agradáveis, ainda mais quando se esta de ônibus, chegamos ao ponto aonde existia a estação de esqui do chalcataya, sim para quem não sabe, mais um pouco de cultura, o chalcataya foi a mais alta estação de esqui do mundo, porém devido ao aquecimento global há alguns anos não é permitido esquiar no local pois não tem neve suficiente : / Estação de esqui desativada! Outra parte da estação! Vista do caminho, bem ao fundo é possível ver La Paz, e la em baixo o local aonde os ônibus nos deixaram. TInha bastante neve. Para se pegar um dia com neve no chalcataya é preciso que tenha chovido no dia anterior, enfim levamos sorte pois pegamos um dia com neve o ponto mais alto que chegamos fica a 5700 m do nível do mar, do ônibus até este ponto é necessário subir mais uns 100 m, e andar por mais uns 500, parece pouco mas neste momento se sente o efeito da altitude, a cada dez passos é necessário parar para descansar, falta muito ar e sentimo-nos muito cansados. O bom é que tudo isso passa quando chegamos ao topo, a energia se revigora e percebemos que valeu a pena! Cheio de brasileiros na primeira parte! Foto do ponto mais alto!! é possível ver o pessoal caminhando para lá de um morro para o outro. Só os fortes conseguiram Voltamos pela mesma estrada e cruzamos a capital boliviana até o Vale de La Luna, que fica na parte sul da cidade. Sinceramente eu não vi nada de mais neste lugar, tudo bem que as formações rochosas são diferentes e até engraçadas, e ficamos imaginando como aquilo foi sendo formado com o passar dos anos, mas não tinha nada de mais, preferia ter ficado no chalcataya. Entrada do Valle de La Luna. Formações rochosas. Nada de muito interessante ! No retorno deste passeio, fui ao hostel pegar minhas bagagens pois queria passar na Calle de Las Brujas antes de pegar o ônibus, me despedi de meu amigo, ele iria tomar o rumo de Arequipa no dia seguinte e eu estava partindo rumo ao Uyuni. Fui com o Erick, que queria comprar umas lembranças também, até a calle de las brujas. Vale muito a pena comprar as lembranças na bolivia, pela moeda deles estar desvalorizada o preço fica muito melhor. Comprei diversas coisas e quando saímos de lá e pegamos um táxi para o terminal de ônibus, uma surpresa, as ruas estavam todas paradas, havia ocorrido um acidente e eu tinha uns 10 minutos para a saída do ônibus, apressamos o taxista que fez algumas manobras e me deixou no terminal exatamente no horário da saída do ônibus, corri para o embarque comprei o ticket para poder embarcar, mas quando cheguei la o ônibus estava atrasado, faltavam poucas pessoas, foi um alivio quando entrei no ônibus, e assim que entrei ouvi um pessoal gritando la de trás, "o catarina, quase perdeu o ônibus em", eram os paulistas do passeio no chalcataya. a americana que iria na poltrona ao meu lado chegou, conversamos um pouco e dormimos, ou tentamos dormir...
  3. 15º Dia - Downhill Estrada da Morte (Deathroad) e passeio por La Paz. 08/01/2013 O 15º dia desta viagem começou cedo, não eram nem 7:00 da manhã quando a van da Extreme chegou no hostel para nos buscar, éramos os últimos. Assim que entramos fomos conhecendo o pessoal do nosso grupo e éramos os únicos brasileiros e que falavam português. Após quase uma hora de subidas, chegamos ao início da descida, o guia nos deu as orientações, dentre elas a de não os ultrapassar, organizou todos, distribuiu as bicicletas e para a minha sorte, tinha pego uma bike boa desta vez Começamos o Tour pelo asfalto há cerca de 4300 mts acima do nível do mar, e fomos descendo por cerca de 60 kms até o ponto onde paramos para tomar café. O início foi uma das partes mais difíceis do passeio, pois pegamos muita chuva no começo e por causa da altitude era muito frio, teve um pessoal que saiu mais cedo e desceu esta primeira parte com neve caindo , nós só pegamos chuva mas mesmo assim foi o suficiente para deixarmos de sentir os dedos das mãos no fim do trajeto Nosso Grupo no início do Donwhill Fui de óculos por causa da chuva. Parte de asfalto Tomamos o café e já fomos conversando e contando o que havíamos visto no caminho, dentre eles o caminhão que havia entrado na valeta! Pequeno acidente. Percorre-se um trecho de van, e ela os deixa no início da Deathroad, novamente ouvimos explicações de que ali não era mais brincadeira e que nossas vidas estavam em nossas mãos. Este trecho é mais quente, já deu para tirar a toca e algumas mudas de roupa. Enquanto descíamos os guias iam sempre tirando fotos e gravando alguns momentos. Eu e meu amigo ! O início da Estrada da Morte No início ficamos com um pouco de receio de descer tão rápido, mas com o tempo vamos criando coragem a aumentando a velocidade, porém um dos membros de nosso grupo caiu , a sorte dele que para o lado de dentro da estrada, e não se machucou seriamente! Algumas pontes,... rios,... e cachoeiras. Foto Tradicional da Deathroad. É incrível ver que enquanto você esta descendo, por aquelas estradas minusculas que nós já achávamos pequenas para as bikes atrás de nós ia a van, pela mesma estrada, passando embaixo de cachoeiras e em lugares muito perigosos, além de que durante todo o caminho você vê as cruzes de alguns dos tantos que perderam a vida naquela estrada. Paramos para mais um lanche e seguimos para o fim da descida. Terminamos em um restaurante onde retiramos os equipamentos e guardamos as bikes, dali fomos de van ao local aonde seria servido o almoço, após o almoço um banho de piscina, depois de passar protetor é óbvio, (se vc não entendeu a importância do protetor, leia alguns capítulos anteriores) e matando os mosquitos que vinham em peso. Pausa para lanche. Grupo no final da descida. Banho de piscina para terminar. Retornamos do passeio já eram quase 5 horas da tarde, fomos comprar as passagens, eu para o Uyuni e o Déco para Arequipa eu ainda faria o deserto do Uyuni e ele retornaria de Arequipa. Após, encontramos com o Marcus e com o Eric no hostel eles já haviam voltado de Copacabana e disseram que gostaram muito de lá. Depois fomos buscar uma casa de cambio e rodamos um monte por La Paz até que uma senhora que morava no Brasil, nos ajudou a encontrar um cambista, o Marcus trocou o dinheiro dele e seguindo o conselho daquela mulher, fomos comer em uma lanchonete Boliviana, o desenho era de um pinguim, e acho que era este o nome do local, pedimos um lanche e um suco, este que era servido como no cháves, eram 3 panelões com sabores distintos, não reconhecemos nenhum dos sabores, mas cada um escolheu o seu e eles pegavam com uma concha e despejavam no copo. O lanche até que era bom e não trouxe nenhum problema Este lugar fica na parte sul da cidade a parte nova de La Paz, vale muito a pena conhecer, se eu pudesse teria ficado mais um dia por lá só para conhecer este parte, é moderna e mais bonita que a parte antiga, passeamos um pouco por lá, fomos até uma praça conhecer e lá haviam campos de futebol e volei de areia, estava até rolando um campeonato naquele dia, mas voltamos logo, pois estava ficando tarde!! Parte sul de La Paz! Naquele dia a noite havia uma festa mexicana no Hostel, e nós, mesmo cansados, entramos no clima!!
  4. 14º Dia - Retornando a La Paz - 07/01/2013 Acordamos ainda na estrada, e logo passamos pela fronteira do Peru com a Bolívia, novamente tivemos que sair do ônibus e cruzar a pé a fronteira, apesar do frio na barriga por não estar com o certificado de vacinação esta passagem foi tranquila apesar de toda a pressão para juntar documentos e preencher a ficha de ingresso. Retornamos ao ônibus e fomos a La Paz, chegando lá fomos direto ao Wild Rover fazer o check in. Acabamos almoçando por la mesmo, a comida no hostel é mais cara, mas é muito boa! Mais tarde fomos a região próxima a Calle de las Brujas procurar uma agência para fechar o downhill da estrada da morte!! Procuramos e pesquisamos bastante, eu já havia lido no relato do Sorrent (já citado aqui) sobre a Xtreme Downhill, a com o símbolo laranjado, depois de pesquisar, acabamos fechando com eles, não eram os mais baratos, mas estavam longe de ser os mais caros pagamos 300 bolivianos para fazer o downhill!! Após as recomendações e prova das vestimentas voltamos a pé ao hostel e aproveitamos para conhecer um pouco mais da cidade, já estávamos mais aclimatados e não sentimos tanto a altitude naquele dia, da para voltar tranquilamente a pé para o hostel. No retorno passamos pela praça aonde se encontram os principais estabelecimentos políticos da Bolivia, perguntamos sobre a embaixada brasileira aos funcionários de la, mas ninguém nos informou direito, aí desistimos! abaixo algumas imagens do retorno ao hostel! Neste lugar há uma praça que torna todo o transito caótico!!! Este lugar é muito famoso também, vocês passarão por la muitas vezes! Principal ponto político da Bolívia! No hostel naquele dia fomos dormir cedo, pois não queríamos arriscar nossas vidas no Downhill !! Apesar de que a festa estava boa e nosso quarto ficava novamente no caminha da festa, mais precisamente ao lado da escada
  5. 13 Dia - Último dia em Cusco !! 06/01/2013 Acordamos tarde pois estávamos muito cansados, arrumei minha mala e deixei-a guardada junto com as demais, pegamos um táxi e fomos comprar as passagens para La Paz. No terminal resolvemos pegar a mesma companhia que utilizamos para ir para Cusco, afinal havíamos gostado, porém desta vez compramos os assentos inferiores que eram mais confortáveis!! Eu e o Déco compramos passagens para La paz, enquanto o Eric, que agora se juntava a nós, e o Marcus compraram passagens para Copacabana, pois ainda não haviam ido para lá!! Matamos tempo, fomos comer no Yajuu pela última vez, trocamos o dinheiro que tínhamos e e ainda aproveitei e fui dar mais algumas voltas por cusco. As 17:00 fomos todos ao terminal que nossos ônibus logo sairiam. Entramos noite adentro rumo a La Paz!!
  6. 12º Dia - 4º dia da Inka Jungle, enfim Macchu Pichu !!! 05/01/2013 O 12º dia começou cedo, acordamos eram 5 da manhã, tínhamos planejado de subir a MAcchu Picchu andando, mas diante da chuva que caía no momento preferimos recorrer ao ônibus. saímos do hostel e fomos comprar os tíckets para subir de ônibus, fomos cedo pois haviam-nos avisado que a fila era grande!! Chegamos antes de abrir o posto de venda e fomos os primeiros a comprar ficamos felizes pois não havia mais ninguém antes de nós na fila !! Grande engano a fila dos ônibus ficava na rua de baixo e quando chegamos lá deveriam ter umas 50 pessoas na nossa frente. Por sorte conseguimos pegar o 3º ônibus que subiria a Macchu Pichu, deveríamos estar la na hora em que o parque abrisse pois nosso guia iria iniciar o passeio naquele momento!! Encontramos nosso guia e muita gente do nosso grupo já na entrada, aguardamos abrir e saímos atrás do guia para conhecer a cidade. Era um dos momentos mais aguardados por mim dos últimos anos, afinal sempre sonhei em conhecer Macchu Pichu e toda a grandiosidade que é, e representa, aquele lugar Entramos e para nossa surpresa, não conseguíamos ver mais do que três metros a nossa frente, tinha uma neblina muito forte naquela manhã, e a maior parte do nosso passeio foi com esta neblina. Interessante é que o guia disponibilizou dois idiomas para a explicação, em espanhol e inglês, e dividiu o grupo em dois, um que foi com o guia em inglês e outro com o que falava em espanhol. Assim esta Macchu Pichu quando chegamos!! O passeio todo com o guia durou uma 3 horas, ele explicou toda a história do lugar passando pelos pontos mais importantes, muito interessante e vale muito a pena companhar, não darei muitos detalhes para não estragar a visita de vocês! Nosso grupo no fim do passeio. Terminado o passeio fomos vagar por Macchu pichu a fim de conhecer o que não havíamos passado com o guia fomos ao ponto mais famoso, aonde todos tiram suas fotos de Macchu pichu e por sorte o sol apareceu e dissipou um pouco da neblina, o que nos deixou, por alguns minutos tirar algumas fotos. Porém logo a neblina voltou a atrapalhar nossa visibilidade. Agora a neblina estava se dissipando! Ainda assim conseguimos boas fotos. A tarde o clima melhorou e o sol apareceu! Andamos por varias horas, comemos nosso lanche que havíamos levado, e por volta das 3:30 resolvemos retornar para águas calientes. Descemos a pé, e um conselho que lhes dou, prefira subir do que descer, a descida exige muito dos joelhos, eu que tenho problema neles, intercalei um tempo descendo pelo degraus e um tanto à pé pela estrada dos ônibus, assim levei muito mais tempo para descer e cheguei ao fim com uma baita dor nos joelho mas feliz pois havia conhecido Macchu Pichu. Quem comprou o passaporte para o Whayna Pichu naquele dia não aproveitou nada devido a neblina. Andei um pouco por Águas Calientes fui á uma feira, voltei ao hostel e com uns amigos fomos jantar em um restaurante e ficamos la conversando e nos divertindo até o momento de pegar o trem para voltar a Cusco. Pegamos o último trem da noite, chegamos a Olhataytambo aonde havia um ônibus nos esperando para levar a cusco, diante de todo o cansaço daquele dia, boa parte da viagem de trem e do ônibus fui dormindo!! Voltamos ao Wild Rover, que havíamos reservado no check out antes de ir, e fomos dormir em nosso quarto, agora outro com 18 pessoas!
  7. 11ª Dia - 3ª dia da Inka Jungle rumo a Machu Picchu tirolesa, caminhada primeira vista de MP e Águas Calientes!! 04/01/2013 Olá mochileiros, vamos então acompanhar mais um dia desta trajetória!!! Acordamos cedo no terceiro dia de inka jungle, meus calos já não doíam mais e meus pés estavam prontos para outra caminhada no café esles separaram o nosso grupo em 2, os que foram a pé até a hidrelétrica, que são os primeiros dois quilômetros do dia, e o outro que em vez de caminhar iria fazer a tirolesa, nós optamos pela tirolesa Quem fosse fazer a tirolesa tem que pagar a mais pelo atrativo, são U$$ 50,00 por pessoa, mas vale muito a pena !!! Após o café, esperamos, esperamos e esperamos, mais de uma hora e meia, até virem nos buscar, a demora ocorreu porque o grupo anterior tinha demorado demais para realizar o passeio e por isso tivemos que aguardar eles terminarem. Enfim, entramos na van e partimos em direção ao primeiro ponto da Tirolesa, local aonde ouvimos as explicações de como seria e vestimos o material. Iniciamos na primeira das cinco, são seis cabos ao total, mas o primeiro não estava liberado naquele dia. o terceiro cabo é o mais longo com mais de 1Km de comprimento!! Cabo mais longo. Após passar pelos 5 cabos há uma ponte suspensa, que tem o seu ponto central a mais de 30 metros do chão, não queriam nos deixar ir pq estavam atrasados e tivemos que brigar para poder atravessá-la !! depois da ponte enquanto esperávamos os demais travessarem, haviam alguns pés de manga para quem quisesse Ao lado, se pode observar a ponte !! depois de todo este passeio a van da própria empresa da tirolesa leva o pessoal à hidrelétrica local aonde é servido o almoço!! após, quem quiser pode pegar o trem para subir até águas calientes, custa cerca de U$$9,00 para os estrangeiros. Nós decidimos ir andando, e lá se foram mais 3 hs de caminhada pelos trilhos do trem. Caminhando nos trilhos! Chegamos finalmente em Águas Calientes que é uma cidade estranha, construida ao lado do rio especialmente para Machu Picchu o local é engraçado, mas muito bonito e sempre lotada de turistas.ENgraçado é ver que lá tem diversos ônibus e caminhões, mas não há estradas para chegar lá, só o trem. Fomos ao hotel, melhor hotel dos 3 dias, após o banho (necessário) saímos para comprar alguns mantimentos para não passar fome em MP. No jantar recebemos as informações necessárias para Machu Picchu e nossas entradas para o parque!! Águas Calientes. Hora do jantar Pudemos escolher o que jantar e aproveitando que estávamos todos por lá, peguei as assinaturas do pessoal do nosso grupo na bandeira. Todos foram dormir cedo, pois o outro dia começaria cedo. Era dia de visitar Machu Picchu
  8. Olá Mochileiros, desculpa por tê-los abandonado por um tempo, mas o trabalho e os demais compromissos,me deixaram afastado !!! vou responder algumas perguntas e ver se posto mais um dia por aqui Aletucs, fui de van, ou como chamamos "van da morte" ( em alusão ao trem, e não por ser perigosa), porque não havia mais vagas no trem e não tinha mais ônibus naquele dia!! o Van saiu por volta das 17:00 de Puerto Quijarro, com uma parada de uma hora para jantar, e chegamos em Sta Cruz pelas 2:30 da madrugada !!! Thamires, vá mesmo, não irá se arrepender, mas preste atenção às informações importantes que descrevi no relato, para evitar algumas dores de cabeça e queimaduras Estourei um pouco o meu orçamento, queria ter gasto um pouco mais de R$2.000,00 mas acabou sendo mais de R$3.000,00, porém confesso que muito deste valor poderia ter sido economizado, foram algumas festas exageradas, e erro na compra de brindes para trazer, se for comprar lembranças deixe para fazer em La Paz, é tudo muito mais barato !!! Alguns lugares é quente, mas a maioria é frio, não frio muito forte, fica em torno de 10 a 20 graus, alguns lugares estará menos de 1º, e em outros mais de 30º, mas a média fica entre 10 e 20!!! Como moro no sul, já estava um pouco acostumado !! Gabriel, cusco é um tanto chuvosa nesta época mesmo, mas não tanto assim pegamos um dia em Machu Picchu com muita chuva antes de chegar lá, mas lá parou de chover e começou a aparecer muita cerração (ou neblina, como quiserem), o que atrapalhou bastante as fotos, porém a tarde o clima melhorou e as nuvens se dissiparam, deixando o sol aquecer aquele belo lugar !!
  9. 10º Dia - 2º dia da Inka Jungle rumo a Machu Picchu, 21 km de caminhada. 03/01/2013 Esqueci de falar do nosso guia, o Edson, gente boníssima ficou bebendo e jogando conosco até a noite, mas não aguentou e foi dormir mais cedo. [/url] Antes de começar a caminhada. Acordamos cedo no 2º dia do trajeto sem nenhuma ressaca , eram cerca de 7:30 da manhã, calçamos nossas botas, molhadas ainda , e seguimos para o café da manhã, o qual podíamos escolher, entre ovo com panqueca ou panqueca com banana e chocolate, havíamos convencionado na primeira opção, mas a segunda parecia melhor. Nos arrumamos e seguimos, seriam 21 Km de caminhada. Andamos por um bom tempo tivemos que passar por um morro com pouquíssimo espaço e do qual rolavam algumas pedras as vezes. Ao passarmos pelo rio foi possível ver porque não estavam fazendo o rafting, a correnteza estava muito forte, acho que nunca vi um rio tão violento quanto aquele [/url] Tínhamos que andar colados no barranco. Mais um pouco a frente avistei uma trilha, que aparece na foto abaixo, pensei ser parte da nossa trilha mas ao mesmo tempo pensei como chegar lá, era tão alto. É realmente era parte do nosso caminho, e alguns quilômetros a frente, ao lado de uma cachoeira havia uma trilha, era uma subida, a inclinação era mais do que 45º uma trilha muito pesada mesmo, ficou ainda pior pois estávamos com as botas e meias molhadas, meu pé doía muito e pensei que não conseguiria, mas como eu havia ido na frente tinha que seguir rápido, pois os outros queriam subir também. [/url] No meio da foto a trilha que percorremos. [/url] La de cima já dava para ter uma vista do caminho percorrido e do quanto subimos. [/url] Cheguei no primeiro ponto de descanso morrendo de cansaço, tirei as botas e troquei de meia, pois aquelas estavam encharcadas, não demorou muito e as outras também molharam. Em uns 10 min nó subimos mais de 500 m sem parar. uns 5 minutos de descanso e mais uns 500 metros de subida até chegar em algumas casas, neste momento pensei, como esse pessoal mora aqui ? Quase morrem para descer e subir até chegar em casa e como construíram isso la em cima :'> [/url] Ponto de descanso. [/url] As casas no alto dos morros. Mais uma meia hora de pausa enquanto o Edson nos explicava a cultura e algumas tradições do povo local, primeiro em inglês e depois em espanhol. Falou das plantas que utilizavam para se pintar enquanto uma senhora nos oferecia mel, cacau e outros condimentos que vendia la em cima. Ahh tinha também uma geladeira com bebidas para quem quisesse comprar. Terminadas as explicações continuamos o trajeto com subidas e desfiladeiros até chegar em um caminho que era parte do caminho inka. Posso afirmar uma coisa, eles gostavam de andar nas alturas!!! [/url] Trilha Inka [/url] Estas trilhas foram feitas pelos Inkas e eram o principal meio de comunicação deles, sim comunicação pois era por elas que os mensageiros corriam para levar as mensagens entre as diferentes colônias do povo Inka. Haviam também entre os caminhos o caminho dos mensageiros e o caminho real, este último era mais largo e mais bem feito, era o caminho que o rei percorria. Não me lembro por qual deles nós andamos, mas vou dizer que é alto mas muito lindo. Tem um ponto em que há uma arvore é um lugar incrível, bem no meio da trilha. [/url] [/url] O ponto com a árvore no qual tiramos algumas fotos. [/url] Era bem alto!! [/url] Continuamos andando e quando terminamos de passar pelo caminho Inka descemos tudo de novo até o nível do rio novamente, neste momento eu já havia trocado 3 vezes de meia e todas estavam molhadas inclusive as que eu utilizava. [/url] Era comum encontrarmos esses cemitérios no caminho! Paramos para almoçar já era por volta das 14:00 e tivemos que esperar mais meia hora até o pessoal que havia chegado mais cedo comer, estávamos morrendo de fome. Enquanto almoçava deixei minha bota no sol para ver se secava um pouco, já tinha dois calos enormes em cada pé, mas eles não haviam estourados até então. [/url] Esperando para almoçar!! Após do almoço continuamos a caminhada, atravessamos uma ponte e atravessamos o rio por um carrinho preso em um cabo de aço, ao atravessar tem que pagar um sole ao senhor que fica do outro lado e que cuida do "bondinho" para a travessia, foi muito divertido!! [/url] A ponte normal. [/url] O "bondinho" que nos custou um sole, era manual!! [/url] Depois dali vieram mais uns 15 minutos de caminhada e chegamos ao paraíso, ou quase, um local com 3 piscinas térmicas. Não pensamos duas vezes, colocamos nossas roupas de banho e nos jogamos na água cada uma delas tinha uma temperatura, a primeira era a mais quente, e ia esfriando nas subsequentes. No momento que pulei na primeira piscina senti os dois calos, um em cada pé abrirem, que dor, mas passou e aproveitamos o resto do dia naquelas piscinas [/url] o "paraíso" Saímos de lá já era noite e fomos para uma cidadezinha procurar um hotel, achamos e fomos jantar, no jantar comemos e ficamos bebendo depois, como sempre, mas dessa vez fomos dormir mais cedo, pois o outro dia seria o último dia de Inka Jungle, e estaríamos mais perto de Machu Picchu!!!
  10. 9º Dia Cusco - 1º dia da trilha Inka Jungle rumo a Machu Picchu!!! 02/01/2013 Acordamos cedo naquele que seria o primeiro dia de trilha rumo a Machu Picchu, ansiedade era grande e a ressaca já havia passado, tomamos café e eu o déco e o Marcus fomos a agência aonde deveríamos esperar nossa van. Passada meia hora em que estávamos esperando veio um cara da agência e nos levou para outro lugar, era aonde as vans se encontravam para sair rumo aos mais diversos caminhos que levam a Machu Picchu. Mais meia hora depois e nossa van chegou, conhecemos o pessoal que passariam os próximos dias conosco, dentre eles éramos os únicos brasileiros. Saímos de lá, passamos em uma loja para pegar as bicicletas e seguimos viagem por cerca de 3 horas antes de parar para comer. Uma parada de meia hora para almoço em uma lanchonete, quando eu falo almoço quero dizer batatas "slice" com um refrigerante Após levamos mais umas duas horas subindo por uma serra até chegar no topo dela, e era de lá que começava o Downhill que era programação do primeiro dia. Os grupos se arrumando e arrumando as bikes antes do downhill. Há também a possibilidade de fazer rafting, no fim do downhill, deve ser pago um valor a parte, porém devido a forte correnteza que havia no rio naquela época causada pelas frequentes chuvas e também por ter morrido dois turistas na semana anterior eles não estavam fazendo-o. Descemos todos das vans, estava muito frio e haviam muitos grupos lá, ouvimos as explicações e ganhamos nossas bicicletas. Como não estava chovendo no começo nem nos preocupamos em pagar as capas de chuva, mas nos primeiros quilômetros fomos obrigados a parar e esperar nossa van passar para enfim pegarmos nossas capas de chuva O downhill todo tem cerca de 75 km, quase todo em descida e asfaltado também, saímos de uma altitude de 4.300 metros e chegamos ao final em 1.300 metros, por ser descida não há a necessidade de pedalar muito, mas este não foi o meu caso . Minha bicicleta não era muito boa, ela só ia sozinha se a descida fosse muito forte mesmo, isso significa que pedalei muito para terminar, já que era obrigado a pedalar mesmo nas descidas e consequentemente fui o último a terminar Visual da descida. Durante a descida é muito comum você passar por rios que cortam o asfalto, sim eles passam por cima do asfalto mesmo, e você terá que atravessá-los, isso faz com que as botas e a parte inferior da calça molhem, por mais que minha bosa seja impermeável, entrou bastante água no final juntando as duas boas acho que dava para encher um copo !! Nos próximos dias contarei o que isso ocasionou Após terminar o downhill fomos até a próxima cidade, aonde passaríamos a noite, jantamos, sopa de entrada, com arroz e pollo (frango). Após fomos conhecer nosso hostel, bem simples dois quartos apenas, um para os homens e outro para as mulheres, aproveitei para deixar a bota e as meias para secar na janela, enquanto esperava para tomar tomar um banho gelado( não tinha água quente) um inglês colocou seu celular para tocar em um aparelho que tinha lá, e para o meu espanto a segunda musica que tocou foi "Ai se eu te pego" e me espantei mais ainda quando vi que todos sabiam cantar, com seus sotaques e tal o que deixava mais divertido . Fomos jantar, enquanto esperávamos a refeição começamos a jogar e tomar cerveja, jantamos e continuamos jogando (e tomando cerveja) diversos jogos, desde poker e 21 até alguns novos que aprendemos, toda vez que alguém perdia tinha que virar um copo. O pessoal de outro grupo que estava na mesa ao lado perguntou se iriamos mesmo caminhar os 21 km do próximo dia, e falamos que sim meio bêbados mas iriamos, ficamos bebendo no restaurante até a dona nos mandar embora, já que ela queria fechar, compramos mais algumas garrafas e fomos para o hostel, que só tinha o nosso grupo. Bebemos as cervejas e alguns amigos peruanos tinham uma garrafa de absolut, desa forma continuamos a brincadeira. Fizemos um jogo interessante que serviu para unir nosso grupo ainda mais, cada um tinha que lembrar do nome dos demais integrantes, quem errasse era obrigado a beber. Erramos algumas vezes mas no final todos sabíamos o nome uns dos outros. Uma parte do nosso grupo conversando na madrugada. Ficamos lá bebendo conversando e jogando até por volta das 4 da manhã, quando resolvemos ir dormir ali já estávamos todos integrados
  11. 8º Dia Cusco - Passeando pela cidade!! 01/01/13 O primeiro dia do ano, mais conhecido como dia da ressaca, não poderia ter começado diferente. Acordei já era meio dia fui tomar o café da manhã, sim aquele dia o horário do café foi prorrogado , já no café notei a ausência do meu cartão internacional e da minha identidade aí bateu um desespero, afinal meu dinheiro estava quase todo no cartão, procurei no quarto e nas minhas coisas e nada, já estava buscando o nº da operadora dele para pedir o cancelamento quando decidi ir procurá-lo melhor. Felizmente o achei, ele estava sobre o estrado, em baixo do colchão, não sei como foi parar lá Voltei do café da manhã para a cama, e fiquei pensando o que fazer, aí pensei, estou em Cusco vou aproveitar para conhecer a cidade, quando fui tomar banho apareceu o Africano, ah não contei a vocês, tinha um africano em nosso quarto, ele gravando um documentário da travessia da América do Sul que ele estava fazendo, e este documentário iria passar em uma TV africana. Quando me levantei para ir tomar banho ele chegou, já eram umas 4 h da tarde ele tinha chegado as 13:00 mas voltou ao bar do hostel para beber, voltou e capotou na cama, sorte que a cama dele era na parte de baixo do beliche, pois acho que ele não conseguiria subir as escadas. Acordou só no outro dia de manhã, ele estava muito bêbado ãã2::'> !!! Sai para conhecer a cidade e ha uns 30 metros do hostel começou a chover, voltei e fiquei la esperando até parar, por sorte parou e saí novamente, a impressão é que, Cusco é linda, quando eu arranjar uma namorada pretendo levá-la lá, a cidade é muito romantica!!! A cada quarteirão tem uma praça, e a cada praça uma fonte, igrejas antigas por todas as partes e construções históricas aos montes, realmente uma cidade linda. Durante o passeio começou a chover novamente e eu aproveitei para ir ao Yajuu, comer "aquela" salada de fruta, após a chuva a luz do dia ficou um pouco diferente e eu aproveitei para tirar umas fotos da praça. Da janela do Yajuu em frente a praça!! Adoro quando o dia fica assim, parece que as cores ficam mais nítidas. Uma das principais avenidas. Banco de Crédito!! Este mapa representava a área central na época dos inkas. Palácio de Justiça. Mais a noite encontrei com o Déco e com o Marcus, fomos comprar uma capa de chuva e após encontramos com o agente do qual havíamos comprado o pacote da Inka Jungle, para as explicações do guia de como seria. Antes da reunião com o guia, passando em frente a esta igreja, vi que estavam realizando uma missa e resolvei entrar. Ouvi um pouco da missa e tirei algumas fotos. Na saída vi que era proibido tirar fotos, mas ai como eu jé tinha tirado, e como não usei o flash, ninguém pediu para parar. Enfim a igreja é linda, como muitas construções daquele lugar, muito ouro em seus altares. O agente aproveitou para cobrar U$$20,00 de cada um pois disse que o preço do trem havia subido , reclamamos um pouco mas pagamos o valor. Instruções dadas, voltamos ao hostel e fomos nos despedir dos cuiabanos (Obrigado Maria Emilia ), já que achávamos que não os veríamos mais, peguei as suas assinaturas na bandeira e fui dormir, porque o outro dia começaria cedo. Era o dia do começo da caminhada rumo a Machu Picchu!!!
  12. Fora o boleto turístico pagamos 30 Soles pelo passeio Maras Moray, saída pela manhã e retorna aproximadamente pelas 17:00 !! Vale muito a pena, por ser algo diferente
  13. 7º Dia Cusco - Maras Moray e reveillon 31/12/12 Enfim, depois de duas semanas de muito trabalho volto aqui para continuar a história!! Acordei cedo no dia 31, com uma certa ressaca da noite anterior, mas bem (ainda não tinha sentido o efeito da altitude na ressaca), levantamos cedo pois eu e o Déco tínhamos que pegar o ônibus para o passeio que havíamos fechado para aquele dia. Antes de começar vou escrever o porque fechamos o passeio de Maras-Moray e as Salinas ao invés de fechar o tão famoso Valle Sagrado, algo que pesou muito na decisão foi que achamos que o Valle Sagrado seria muito parecido ao que iriamos ver em Machu Picchu, já as salinas e Maras-Moray era algo diferente e também porque o dono da agência que fechamos nos falou que não precisaríamos comprar o Boleto Turístico para realizar esse passeio, o que não era verdade Estávamos as 8:30 em frente a agência quando veio um garoto e nos levou até o ônibus da excursão, éramos apenas nós daquela agência e o ônibus foi enchendo, enchendo, não estava bem cheio quando o motorista fechou a porta e partiu. Partiu até a praça que ficava na quadra ao lado para esperar mais turistas duas voltas na mesma praça depois e ainda estávamos esperando o ônibus encher esperamos cerca de uma hora até partirmos e para a nossa surpresa iriamos a outro lugar antes que estava incluso no pacote mas não tínhamos sido avisados !! Fomos primeiro a Chinchero, que foi um dos locais em que vivia a população inca no qual os espanhóis aproveitaram suas construções quando invadiram aquele povo. Ao descer do ônibus fomos avisados que teríamos que comprar o boleto turístico, falamos que o cara da nossa agência disse que não era necessário para aquele passeio e blá blá blá!! Conversamos com os funcionários que vendiam os boletos turísticos e vimos que ele seria necessário para visitar Maras-Moray também, e se não comprássemos não aproveitaríamos boa parte do passeio, adquirimos ele, meu amigo comprou um parcial que valia para uns 3 lugares apenas e custava 70 soles e eu comprei um boleto turístico completo pagando meio, por ser estudante, ao preço de 70 soles também. Obs.: não há meio boleto de 3 dias, apenas o completo contempla ao pagamento para estudante Pegamos o boleto e corremos atrás do nosso grupo que seguia na frente. Escutamos um pouco da história e fomos tirar fotos, estávamos bravos por ter que comprar o boleto!! Resumindo> o lugar é bem legal, da para ver algumas pedras bem encaixadas, o que nos deixa ansiosos para ver em Machu Picchu, a arquitetura é bonita e há bastante artesanato para venda também havia um pessoal dançando no meio de um dos campos, acho que era algum ritual!! Fomos visitar o interior da igreja e eu demorei um pouco mais para entrar nela, de modo que eu não peguei a parte da explicação que era proibido tirar fotos e muito menos prestei atenção nas placas que diziam isto entrei fotografando, tirei umas 3 ou quatro fotos até que me chamaram a atenção. Depois dessa somente fotos escondidas de dentro da igreja, por isso que não ficaram tão boas Chinchero panorâmica, a esquerda a igreja, a direita um museu, e no centro nosso grupo ouvindo as explicações. Paisagem da parte de trás da igreja. A porta de entrada da Igreja, e as pinturas da época que foram encobertas por tinta durante muito tempo. Uma das poucas fotos que consegui do interior da igreja. Ao fundo é possível ver o grupo dançando. Antes de sairmos entrarmos no ônibus fomos a uma mercearia comprar algo para beber (não há almoço no passeio) e eu comprei uma Inca Kola para ver como era, ela é produzida pela Coca Cola e é o refrigerante mais vendido naquele país, não tem gosto de nada, uns dizem que tem gosto de chiclets mas eu não notei isso, não é gostoso mas é bebível e vale a experiência de conhecer a tão famosa Inca Kola. Ahh a cor é um pouco estranha. Inca Kola, uma coloração um tanto estranha, e gosto também. Saímos de la e fomos direto ao Maras-Moray lá tivemos que apresentar o boleto turístico novamente para então entrar no parque, Maras Moray é bem interessante ainda mais quando se sabe que aquele lugar era utilizado a fim de testar espécies de milho e batata e que depois disso os Incas encaminhavam as melhores sementes para cada ponto do seu território. O interessante é que la embaixo venta muito, o que é estranho porque fica em um lugar rodeado por morros, há também um buraco bem no centro no qual as pessoas se reúnem em volta para pedir bençãos ou agradecer e jogar algumas moedas naquele vão central. Descemos até o fundo e voltamos a subir,entramos no ônibus e nos dirigimos ao próximo passeio. Vista panorâmica de Maras-Moray. Os degraus que tínhamos que utilizar para subir e descer dos terraços. Maras-Moray. Antes de chegar nas salinas vem a parte emocionante, é uma estrada estreita e que em alguns pontos os carros que descem e que sobem se encontram e alguém tem que deixar o outro passar, em um dos momentos nós tínhamos quase certeza que o ônibus que estava passando por nós no mesmo ponto iria cair, foi por muito pouco, as rodas chegavam a sair da estrada em muitos momentos, e você olhava as salinas há uns 200 metros abaixo, se caísse dali não haveria salvação, porém, com sorte, chegamos a salvo nas salinas que é um lugar interessantíssimo, o tanto de sal que é extraído de uma correnteza pequena que desce da montanha e além disso a água salgada descendo do meio da montanha é realmente incrível, bonito e gigante, da para ir andando entre as piscinas de sal porém é proibido entrar nelas, mesmo nas secas. Salinas. Pequeno córrego de água salgada que abastece a salina, pelo que lembro 60 % da composição da água é de sal. O sal vai corroendo as pedras com o tempo. Voltamos com a mesma emoção, agora subindo por aquela estrada estreita e voltamos a Cusco. Assim que chegamos no hostel descansei por uma hora fui tomar banho e curtir o reveillon chegando lá encontrei com os cuiabenses, o Marcus e o Déco vieram depois, começamos as comemorações e a cada hora havia uma comemoração pelo ano novo de cada país, quando chegou o ano novo no Brasil lá eram umas 9 da noite ainda, comemoramos com cerveja e doses duplas de vodka com energético (era a promoção da noite) 15 minutos antes da virada de ano seguimos em direção a praça central, chegamos lá bem na hora da virada, muitos fogos todos nós nos desejamos feliz ano novo e não ficamos muito tempo e já fomos ao Mamma Afrika, pagamos 60 soles para entrar lá dentro não estava tão cheio e como já estávamos embalados pegamos mais duas garrafas de Jack Daniels, sim a ressaca moral no outro dia era maior que a física , conversamos muito, dançamos também junto com o pessoal que estava lá. Cada um voltou sozinho, não lembro que horas eram mas já era dia, aí foi deitar na cama e hibernar até o primeiro dia do ano!! ãã2::'> O Déco, eu e os cuiabenses Ákiro, Jack Bauer, Dedé, Rafinha e Pedrinho, antes no ano novo brasileiro.
  14. Obrigado Marcos, programe e aproveite muito, não vai se arrepender!! Sim cfuruno, senti falta de ficar um dia a mais em La Paz, demorei muito para conhecer o centro novo da cidade e quando fui até lá o vi apenas a noite, se possível ficaria mais um dia por lá, também queria ter passado um dia a mais e dormido na isla del sol, mas como tinha marcado de passar o reveillon em cusco estava um tanto em cima da hora e não pude ficar, San Pedro e Salta também queria ter ficado pelo menos mais um dia mas como estava retornado e estava com pressa não pude fazê-lo : / Na próxima vou deixar mais dias para conhecer melhor algumas cidades !! Olá Laura, aqui neste link tu terá a informação acerca da carteirinha de estudante, por precaução eu fiz uma da ISIC e levei-a, só o preço da carteirinha já paga o desconto que tu irá ganhar !! http://www.machupicchu.gob.pe/items/estudiantes.html Então Sorrent, eu pesquisei em umas 6 lojas próximas umas as outras para o padrão boliviano eram lojas boas e todas estavam nessa faixa de preço, mas era difícil achar esse modelo poucas tinham esta mochila. Enfim a mochila parece ser bem boa e o material dela também afinal andei boa parte da viagem com uns 40 kg nela e está como nova, vieram os manuais e outros papeis da doite, mas isso não significa muito. Eu acho que o preço estava mais baixo porque ela saiu de linha, hoje no site da Doite você não vê mais ela no catálogo das mochilas, talvez eles estavam vendendo o estoque e eu levei sorte : D Muito obrigado Rafael!!!
  15. 6º Dia Cusco - Primeiras impressões de Cusco - 30/12/12 Chegamos em Cusco por volta das 5 da madrugada, dormimos mal durante a viagem pois não conseguíamos nos mexer muito por conta das queimaduras, assim que descemos do ônibus nossos amigos de Cuiabá nos deram a ótima notícia de que estávamos pior do que no dia anterior, ou seja estávamos muito mais vermelhos Pegamos um táxi do terminal até a praça central, fechamos dois táxis por 10 soles cada carro, no meio do caminho o taxista quis reclamar e cobrar o dobro pois havia muitas malas no carro e tal, aí falamos que tínhamos fechado um preço já e não pagaríamos nada a mais Descemos na praça e a dúvida, para onde vamos, eu e meu amigo tínhamos reserva no Wild Rover (único hostel que reservei do Brasil) mas os cuiabenses não, do mesmo modo decidimos ir até lá para ver se haveriam vagas. Porém não sabíamos aonde ficava o hostel e não tínhamos pego um mapa da cidade na rodoviária perguntamos a um taxista que estava na praça e ele por incrível que pareça tinha uma pulseira do Wild Rover, acho que trabalhava para eles, ele nos explicou o caminho mas as 5 horas da manhã é óbvio que não decoramos, andamos um tempão cansados com as mochilas nas costas, nisso vimos uma galera saindo da balada todos muito animados e borrachos neste momento pensei "Que lugar perfeito". Perguntados às poucas pessoas que estava na rua se sabiam aonde ficava até que achamos o bendito hostel que fica próximo a praça nós que nos perdemos e andamos demais. Assim que chegamos no hostel o atendente nos perguntou de onde éramos, quando dissemos que éramos Brasileiros ele já soltou a frase " Brasileiro maconheiro" acho que era uma saudação a todos os brasileiros, neste mesmo momento 4 brasileiros estavam saindo do hostel e pelo jeito eles haviam curtido demais a estadia e a cidade, outra coisa que nos empolgou!! Na recepção do hostel me olhei no espelho e era verdade estava muito queimado e com uma marca branca do óculos de sol, essa queimadura irá aparecer nas próximas fotos, quase até o fim da viagem. Fizemos nosso check in, o que não deveríamos ter feito já que pagamos uma diária por esta manhã mas enfim estávamos muito cansados e precisávamos dormir, os cuiabenses também conseguiram um quarto só para eles, foi muita sorte, já que não tinham reserva !! Eu e o déco fomos para o quarto que era de 8 pessoas e desmaiamos até o meio dia !! Praça central de Cusco!! Praça Próxima ao hostel. Vista da rua do hostel próximo a praça. Cusco!! Assim que acordamos e programávamos o que fazer a tarde conhecemos o Marcus que tinha feito check in naquela hora e estava em nosso quarto, conversamos e de onde eramos e o que fazíamos, aonde já havíamos ido e tal, ele queria fazer Machu Picchu na mesma data que nós então saímos todos os três para ver passeios para a cidade sagrada dos inkas !! Visitamos umas 10 agências até encontrar a que fechamos, aí está uma ótima dica, veja os preços em diversas agências, o serviço é praticamente o mesmo já que eles misturam as agências nos grupos e a diferença de valores pode ser grande, pesquisamos e andamos um pouco para conhecer a cidade, quando fomos fechar nosso passeio a agência estava fechada, era horário de almoço do dono cerca de 3h da tarde, então decidimos ir comer algo e voltar para o hostel, enquanto esperávamos fomos ao Yajuu, uma lanchonete que tem diversas combinações de sucos naturais e sandwiches muito bons e com preços não muito caros viramos clientes assíduos do Yajuu !!! O yajuu fica neste calçadão, no lado direito, infelizmente não saiu na foto. Esta salada de frutas do yajuu era muito boa, Ensalada de frutas con yogurt! Ruas estreitas de Cusco!! Aproveitamos o tempo livre e fomos comprar uns artesanatos e lembranças para trazer ao Brasil, comprei uma camisa da seleção do Peru e mais algumas bugigangas, o artesanato no peru é um tanto caro comparado com a Bolívia, e algumas coisas serão iguais nos dois países. Voltamos e fechamos o passeio para Machu Picchu com saída no dia 2 de janeiro, fechamos a Inka Jungle pois as agências falaram que a Salkantay era ruim de fazer nessa época por causa das chuvas, ainda volto lá para fazer a Salkantay fechamos por U$$ 70, a minha que era de estudante e U$$ 90, a do Déco e do Marcus que eram normais!! Um dia antes ainda tivemos que pagar mais U$$ 15 porque haviam aumentado os preços, discutimos um pouco mas resolvemos pagar. Eu e o déco aproveitamos e fechamos o passeio para Maras e Moray no dia 31/12, que nos custou 30 soles Saímos e voltamos ao hostel, o bar já estava começando a ficar cheio, fomos para lá encontramos os cuiabenses e bebemos a cusqueña, tinha cusqueña e brahma, jogamos sinuca conhecemos mais um pessoal de Curitiba, então nos falaram que a festa no loki estava mais legal, e como quem tem pulseira do Wild Rover pode entrar sem problemas no loki eu os cuiabenses e o curitibano fomos para lá. Festinha no bar do Wild Rover!!! O loki estava muito mais cheio e animado, muita gente dançando em cima das mesas e balcões, muita festa e muita gente mesmo , fiquei lá até que lembrei que tinha passeio no outro dia cedo, então resolvi ir dormir, saí do loki umas 5 h da manhã e vi uma baita descida resolvi ir a pé até o Wild Rover seguindo o ditado que diz que "para descer todo o santo ajuda", ainda durante a descida resolvi dar uma passada na praça e no Mamma Afrika para ver como estava o movimento, mas os seguranças quiseram cobrar a entrada e desisti de entrar, o que foi bom pois estava cansado : P voltei ao hostel para dormir !! Descida do Loki rumo ao wild rover !!! Haviam outros mochileiros indo embora também Mama Afrika !!
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