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marciaoliveira1978

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Sobre marciaoliveira1978

  • Data de Nascimento 28-10-1978

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    Jornalista

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  1. Pessoal, O meu blog de viagens, o Viajando por Aí (www.viajandoporai.com.br) acaba de ter o layout reformulado. Aguardo a visita e os comentários de vocês! Um abraço! Márcia
  2. No meu blog de viagens, publico os relatos das minhas viagens pelo Brasil e pelo mundo, além de dicas do Rio de Janeiro e furadas pelas quais já passeio nas minhas andanças por aí. Como gosto muito de fotografia, costumo ilustrar meus posts com vários dos meus registros de cada um dos lugares já visitados. Espero vocês por lá para conhecer este espaço que mantenho com muito prazer e carinho para compartilhar experiências e espero que as informações disponibilizadas sejam úteis para suas viagens. O endereço é http://www.viajandoporai.com.br
  3. Já estive mais de quatro vezes na Serra Gaúcha, mas é sempre um prazer estar de volta à região. Gosto muito de ter Gramado como ponto de partida para os passeios, porque além de ser um lugar tranquilo e aconchegante, é uma cidade que está sempre inovando nas suas atrações. Ou seja: você pode retornar de tempos em tempos, que sempre haverá algo diferente para fazer. Abaixo, segue um miniroteiro que fiz com os meus pais em Agosto de 2012. Nós alugamos um carro no aeroporto de Porto Alegre e fomos desbravando as novidades da região por conta própria a partir de indicações de pessoas do local. - Le Jardin - Parque de Lavandas: a poucos quilômetros do centro de Gramado, é um lugar tranquilo e acolhedor, onde se pode conhecer uma plantação de lavandas e uma lojinha que vende tudo o que pode se imaginar com o tema/aroma de lavanda (inclusive licores e bombons). A entrada é GRÁTIS e o atendimento na loja é nota 10. Já fiz um post relatando a minha visita ao local e vocês podem ver mais detalhes e fotos aqui. - Parque Vale da Ferradura: fica a cerca de 10 km da entrada Canela. Você chega a ele através de uma estrada de terra que oferece boas condições ao carro e aos passageiros. Ao longo do trajeto, você passa pelo Caminho das Graças, que é uma rota onde há dezenas (ou serão centenas?) de grutas com imagens religiosas. Ao chegar ao Parque, você tem alguns mirantes e algumas opções de trilhas - todas bem acessíveis a todas as faixas etárias e formas físicas, com exceção da Trilha do Rio Cai, cerca de 1 hora distante da entrada. Uma atração à parte são os simpáticos quatis, que se aproximam dos visitantes sem a menor cerimônia na tentativa de descolar (ou surrupiar) um aperitivo (biscoito, pão, sanduíche). As paisagens são encantadoras e surpreendentes, com destaque para um canyon com 420 metros de profundidade e um lindo vale em formato de ferradura. Mais informações: http://www.valedaferradura.com.br - Caminhos de Pedra: próximo a Bento Gonçalves, o roteiro leva você a pontos que resgatam a cultura dos imigrantes italianos que chegaram à região por volta de 1845. O trajeto é formado por estabelecimentos comerciais e culturais, além de pontos de observação - moinhos, casas de massas, de teares, de erva-mate e de ovelhas, além de cantinas e capelas. Há também lojas com produtos coloniais (queijos, salames, conservas, doces, iogurtes, massas e vinhos artesanais, mate). Um desses estabelecimentos é a Casa da Ovelha, onde tive a oportunidade de degustar queijos e doces feitos com leite de ovelha e também assistir à demonstração de um cão pastor (no caso, a fofíssima Brenda, a Border Collie que aparece na foto abaixo) durante o manejo do pastoreio de ovelhas. Mais informações aqui: http://www.caminhosdepedra.org.br - Alpen Park: não foi uma novidade, porque já estive lá outras duas vezes. Mas é um lugar delicioso em Canela, onde, além de apreciar a linda vista de um vale, você pode se aventurar na Tirolesa, no Arvorismo e na atração principal, que também é a minha preferida: o trenó alpino. Em uma descida que dura cerca de 5 minutos, você pode sentir um ventinho fresco no rosto e um friozinho na espinha enquanto pilota o seu trenó. - Nova Petrópolis: uma cidadezinha alegre e florida, onde se fala mais alemão que português. Adoro visitar a Praça das Flores (Praça da República) e o Parque do Imigrante. As opções gastronômicas são inúmeras. Eu recomendo o café colonial Opa's Kaffe Haus, considerado um dos melhores da região e já estrelado pelo Guia 4 Rodas. O restaurante fica em uma casinha de madeira em estilo bávaro, que oferece uma linda vista panorâmica sobre a região e mais de 45 variedades de deliciosos quitutes coloniais.
  4. Um jardim botânico? Um museu a céu aberto? Um parque com esculturas? Na minha opinião, Inhotim é tudo isso, mas muito mais. Inhotim é um lugar único no mundo, um oásis no interior de Minas Gerais, um delírio de um megaempresário do setor de mineração, que virou realidade e o tornou um dos maiores mecenas do Brasil. É realmente difícil definir Inhotim, porque além de reunir uma diversidade botânica lindíssima - com espécies vegetais trazidas de vários lugares do mundo e cuidadosamente dispostas em uma área de 97 hectares - o Instituto conta com o maior acervo de arte contemporânea do país - lá existem cerca de 500 obras, expostas ao ar livre ou em galerias permanentes e temporárias Mais do que tentar entender o que é Inhotim, é preciso ir até lá para experimentar tamanha beleza. Isso porque Inhotim é também um "parque de diversões sensorial". As obras de arte são interativas, despertam os sentidos e instigam a reflexão - algo bem diferente de apreciá-las em um museu. Sem falar nos jardins, que são um colírio para os olhos a todo o momento. Se você der sorte como eu e pegar um lindo dia de sol ao visitar Inhotim, verá toda essa beleza em todo o seu esplendor. Ao caminhar por Inhotim, você fica se questionando: "Como um lugar desses pode existir e se manter no Brasil?". A sofisticação está em cada detalhe, sem deixar Inhotim com um ar esnobe e elitista; o cuidado constante é visível tanto nas áreas externas quanto nas instalações artísticas - tudo limpo, novo e bem conservado; os funcionários - que em sua maioria são moradores da cidade de Brumadinho, onde fica Inhotim - são extremamente educados e solícitos, sempre dispostos a tirar dúvidas e a fornecer orientações. Sem querer desmerecer nosso país, nunca estive em um local turístico no Brasil que preze tanto pela excelência no atendimento ao visitante quanto Inhotim. E o mais impressionante é que Inhotim ainda é pouco conhecido aqui no Brasil. No Rio de Janeiro, onde moro, poucas pessoas já tinham ouvido falar dessa maravilha brasileira. Eu me interessei ao assistir uma entrevista de Bernardo Paz, seu idealizador, no programa da Marília Gabriela, no GNT. Depois disso, visitei o site oficial, pesquisei alguns depoimentos em blogs e sites de turismo, e decidi que queria visitar Inhotim em breve. E não poderia ter escolhido uma data melhor para ir até lá: o dia do meu aniversário. Recomendo a visita! Vejam aqui mais detalhes sobre ela: hthttp://tp://www.viajandoporai.com.br/2012/11/inhotim-parte-2-natureza-como-grande.html
  5. Quer fazer um dos passeios mais bonitos da sua vida? Então dê um pulinho até a Suíça e tire um dia para ir até o Jungfraujoch, a estação ferroviária mais alta da Europa. A viagem começa na linda cidade de Interlaken, que fica a cerca de uma hora de trem de Berna. Na estação Interlaken Ost, você compra o seu bilhete a um preço salgadíssimo para os padrões brasileiros - cerca de R$ 400,00 por pessoa - e recebe o passaporte para o Jungfraujoch, que poderá ser carimbado lá em cima, na estação que fica a mais de 3400 metros acima do nível do mar. De Interlaken, você pega o primeiro trem do trajeto até uma cidade encantadora chamada Grindelwald . Ao chegar lá, não tem jeito, é paixão à primeira vista! As flores, as casas, as ruas, as montanhas... tudo é tão perfeito, que dá vontade de ficar ali apreciando aquela paisagem deslumbrante o dia inteiro. Mas, como a subida até o Jungfraujoch é demorada, após alguns minutos de aclimatação em Grindelwald (é recomendável ir subindo aos poucos para diminuir os sintomas desagradáveis que podem ser causados pela altitude), pegamos novamente o trem com destino a Kleine Scheiddig. Na estação Kleine Scheidig, a 2061 metros acima do nível do mar, você tem a magnífica vista das cidades que se localizam em altitudes mais baixas, encontra várias vaquinhas simpáticas com sinos no pescoço (como eles fazem barulho!) e também pode apreciar os alpes e as impressionantes geleiras eternas mais de perto. A partir desse ponto, o trajeto passa a ser percorrido, em sua maior parte dentro dos túneis, que há 100 anos foram escavados na cadeia de montanhas Eiger-Mönsch-Jungfrau. É realmente impossível imaginar as dificuldades que os engenheiros operários encontraram para construir a ferrovia naquela época, utilizando ferramentas e máquinas rudimentares e ainda tendo que conviver com condições climáticas extremamente desfavoráveis. Tudo isso somado à operação impecável e às paisagens que deixam qualquer um de queixo caído me fizeram entender e valorizar o alto preço do ingresso. O trem saindo de Kleine Scheidigg com destino ao topo da Europa faz duas paradas de cinco minutos dentro dos túneis para que os passageiros possam apreciar as geleiras bem de perto a partir de pontos de observação. E as paisagens são realmente deslumbrantes! Após cerca de 50 minutos, chega-se, então, ao destino final - ao célebre Jungfraujoch. Confesso que os primeiros instantes lá em cima, a mais de 3400 metros de altura foram um pouco tensos. Eu fiquei bastante tonta e me senti um pouco desnorteada e cansada. Ah, e também tive um soluço que não passava de jeito nenhum. Meu marido também se sentiu um pouco estranho. Mas, também, não tivemos nada além disso. Após uns 20 minutos já estávamos novamente nos sentindo bem novamente e pudemos aproveitar bastante todas as atrações oferecidas lá em cima. A;primeira delas é o observatório meteorológico Sphinx. Para chegar até a ele, você pega o elevador mais rápido da Suíça que leva você a uma estação a 3571 metros acima do nível do mar em apenas 25 segundos. De lá de cima, a vista sobre glacial Aletsch é impressionante: são 22 km de um mar de gelo que parece não ter fim. E mais: você também pode avistar algumas imponentes montanhas na França, Alemanha e Itália. Outra atração imperdível é o Palácio de Gelo. Você percorre a pé (e se é tão "corajoso" quanto eu, agarrado a um corrimão) várias galerias com esculturas e túneis de gelo em uma área de 1000 m², a menos três graus Celsius. Trata-se, na verdade, de um glacial que foi esculpido em forma de caverna por dois alpinistas e que hoje é mantido e restaurado constantemente pela concessionária que explora o Jungfraujoch. A descida do Jungfraujoch é um tanto quanto... sonífera! Pois é, a maioria das pessoas que estava no nosso trem tirou um cochilo ou ficou batendo cabeça durante o trajeto. Acho que isso acontece devido à diferença de atitude, mas não sei realmente qual a explicação científica. No retorno, paramos novamente em Kleine Scheidigg (o tempo estava ficando realmente feio) e de lá pegamos o trem em direção a Lauterbrunnen. Antes, porém, paramos na magnífica Wengen, onde, para nossa sorte, o sol já estava brilhando novamente. E que lugar maravilhoso! Parece ter saído de um conto de fadas, vejam só abaixo. Em seguida, pegamos outro trem e chegamos a Lauterbrunnen, uma cidadezinha que fica em um vale, tem mais de setenta quedas d'água provenientes do degelo dos alpes, ovelhinhas pastando, flores por todos os lados e lindas casinhas típicas de madeira. Por último, pegamos o trem até Interlaken novamente, e, depois outro trem para Berna, onde estávamos hospedados. E podemos dizer que tivemos um dia inesquecível! Sem dúvida, as centenas de fotos que tiramos não dão conta da beleza espetacular da região. Quem tiver oportunidade de ir à Suíça e puder fazer o passeio certamente não irá se arrepender. Ah, e uma dica muito importante: ao apresentar o tíquete de trem do Corcovado no momento da compra do seu passaporte para o Jungfraujoch, você conseguirá um 50% de desconto! Eu soube da pechincha durante uma pesquisa na web e consegui dois tíquetes com uma amiga que havia recentemente visitado o Cristo Redentor. Em Interlaken, os apresentei na bilheteria e realmente paguei metade. Ufa: R$ 400,00 de economia!
  6. A Bélgica é tradicionalmente conhecida como o país da cerveja e do chocolate. Mas também é onde se encontra a melhor batata frita e o mais gostoso waffle do mundo! Por isso, não deixe de apreciar essas delícias se passar por alguma de suas cidades. Deixo abaixo algumas fotos das guloseimas que tive a oportunidade de experimentar em Bruxelas e em Bruges e também registros das belíssimas vitrines das inúmeras lojas de chocolates que existem a cada esquina. Só tome cuidado antes de conferir essas imagens, porque é possível que você ganhe alguns quilinhos só de olhar... Comi esse waffle com Nutella, banana, chocolate brando e granulado no centro de Bruxelas Lojas de chocolate em Bruxelas Chocolates para todos os gostos, em diversos formatos! Hummm.... Batata frita com molho tártaro da carrocinha da praça principal de Bruges! Pra fechar, uma Duvel e uma Kriek (cerveja de cereja)!
  7. Quer fazer um dos passeios mais bonitos da sua vida? Então dê um pulinho até a Suíça e tire um dia para ir até o Jungfraujoch, a estação ferroviária mais alta da Europa. A viagem começa na linda cidade de Interlaken, que fica a cerca de uma hora de trem de Berna. Na estação Interlaken Ost, você compra o seu bilhete a um preço salgadíssimo para os padrões brasileiros - cerca de R$ 400,00 por pessoa - e recebe o passaporte para o Jungfraujoch, que poderá ser carimbado lá em cima, na estação que fica a mais de 3400 metros acima do nível do mar. De Interlaken, você pega o primeiro trem do trajeto até uma cidade encantadora chamada Grindelwald. Ao chegar lá, não tem jeito, é paixão à primeira vista! As flores, as casas, as ruas, as montanhas... tudo é tão perfeito, que dá vontade de ficar ali apreciando aquela paisagem deslumbrante o dia inteiro. Mas, como a subida até o Jungfraujoch é demorada, após alguns minutos de aclimatação em Grindelwald (é recomendável ir subindo aos poucos para diminuir os sintomas desagradáveis que podem ser causados pela altitude), pegamos novamente o trem com destino a Kleine Scheiddig. Na estação Kleine Scheidigg, a 2061 metros acima do nível do mar, você tem a magnífica vista das cidades que se localizam em altitudes mais baixas, encontra várias vaquinhas simpáticas com sinos no pescoço (como eles fazem barulho!) e também pode apreciar os alpes e as impressionantes geleiras eternas mais de perto. A partir desse ponto, o trajeto passa a ser percorrido, em sua maior parte dentro dos túneis, que há 100 anos foram escavados na cadeia de montanhas Eiger-Mönsch-Jungfrau. É realmente impossível imaginar as dificuldades que os engenheiros operários encontraram para construir a ferrovia naquela época, utilizando ferramentas e máquinas rudimentares e ainda tendo que conviver com condições climáticas extremamente desfavoráveis. Tudo isso somado à operação impecável e às paisagens que deixam qualquer um de queixo caído me fizeram entender e valorizar o alto preço do ingresso. O trem saindo de Kleine Scheidigg com destino ao topo da Europa faz duas paradas de cinco minutos dentro dos túneis para que os passageiros possam apreciar as geleiras bem de perto a partir de pontos de observação. E as paisagens são realmente deslumbrantes! Após cerca de 50 minutos, chega-se, então, ao destino final - ao célebre Jungfraujoch. Confesso que os primeiros instantes lá em cima, a mais de 3400 metros de altura foram um pouco tensos. Eu fiquei bastante tonta e me senti um pouco desnorteada e cansada. Ah, e também tive um soluço brabo, que não passava de jeito nenhum. Meu marido também se sentiu um pouco estranho. Mas, também, não tivemos nada além disso. Após uns 20 minutos já estávamos novamente nos sentindo bem novamente e pudemos aproveitar bastante todas as atrações oferecidas lá em cima. A primeira delas é o observatório meteorológico Sphinx. Para chegar até a ele, você pega o elevador mais rápido da Suíça que leva você a uma estação a 3571 metros acima do nível do mar em apenas 25 segundos. De lá de cima, a vista sobre glacial Aletsch é impressionante: são 22 km de um mar de gelo que parece não ter fim. E mais: você também pode avistar algumas imponentes montanhas na França, Alemanha e Itália. Outra atração imperdível é o Palácio de Gelo. Você percorre a pé (e se é tão corajoso quanto eu, agarrado a um corrimão) várias galerias com esculturas e túneis de gelo em uma área de 1000 m², a menos três graus Celsius. Trata-se, na verdade, de um glacial que foi esculpido em forma de caverna por dois alpinistas e que hoje é mantido e restaurado constantemente pela concessionária que explora o Jungfraujoch. A descida do Jungfraujoch é um tanto quanto... sonífera! Pois é, a maioria das pessoas que estava no nosso trem tirou um cochilo ou ficou batendo cabeça durante o trajeto. Acho que isso acontece devido à diferença de atitude, mas não sei realmente qual a explicação científica. No retorno, paramos novamente em Kleine Scheidigg (o tempo estava ficando realmente feio) e de lá pegamos o trem em direção a Lauterbrunnen. Antes, porém, paramos na magnífica Wengen, onde, para nossa sorte, o sol já estava brilhando novamente. E que lugar maravilhoso! Parece ter saído de um conto de fadas, vejam só abaixo. Em seguida, pegamos outro trem e chegamos a Lauterbrunnen, uma cidadezinha que fica em um vale, tem mais de setenta quedas d'água provenientes do degelo dos alpes, ovelhinhas pastando, flores por todos os lados e lindas casinhas típicas de madeira. Por último, pegamos o trem até Interlaken novamente, e, depois outro trem para Berna, onde estávamos hospedados. E podemos dizer tivemos um dia inesquecível! Sem dúvida, as centenas de fotos que tiramos não dão conta da beleza espetacular da região. Quem tiver oportunidade de ir à Suíça e puder fazer o passeio certamente não irá se arrepender. Ah, e uma dica muito importante: ao apresentar o tíquete de trem do Corcovado no momento da compra do seu passaporte para o Jungfraujoch, você conseguirá um 50% de desconto! Eu soube da pechincha durante uma pesquisa na web e consegui dois tíquetes com uma amiga que havia recentemente visitado o Cristo Redentor. Em Interlaken, os apresentei na bilheteria e realmente paguei metade. Ufa: R$ 400,00 de economia!
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