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Fabio Novais

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Sobre Fabio Novais

  • Data de Nascimento 16-08-1976

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    Portugal, Espanha, trilha do Bonete, trilha em Salkantay, Travessia Serra Fina, Travessia Serra do Caparaó,
  • Próximo Destino
    Monte Roraima, travessia Petro Tere.
  • Meus Relatos de viagem
    http://www.mochileiros.com/lago-titicaca-com-ilhas-uros-amantani-e-taquile-t84192.html
    http://www.mochileiros.com/trekking-salkantay-t84188.html
    http://www.mochileiros.com/travessia-serra-fina-2014-t103677.html
    http://www.mochileiros.com/travessia-serra-do-caparao-ano-novo-no-bandeira-2015-t106940.html
  1. 30.12.2014 De Santa Barbara para São Paulo, saida as 14:00, chegada as 17:00 e espera ate as 19:00, com destino a Manhumirim. Esse era o primeiro objetivo da aventura. 31.12.2014 Depois de 11 horas de viagem o novo destino era Alto Caparaó, mas o ônibus ja tinha saído e o próximo somente as 9:00, e no meu cronograma seria muito tarde, então rachei o taxi e cheguei no parque por volta das 9:00. Chegando ao parque fiz o registro, peguei meu numero de identificação, 31, paguei 24,00 referente a entrada e duas diárias e com mochila nas costas iniciei a jornada. Da portaria até Tronqueira são 6,44 Km, com um desnível continuo considerável, e rodeado de lindas paisagens.Em um certo momento, ja numa subida sem fim, parou um Jeep, oferecendo carona, aceitei prontamente, pois isso ajudaria a ganhar tempo até o Terreirão. Distancia entre Tronqueira (que eu ainda não havia chegado) e Terreirão é de 5 Km. No Jeep estava Thais, Lu e Renato, que são de SP, e assim que começamos a conversar descobrimos nossos interesse em comum, a travessia, e assim formou um grupo. Chegando na Tronqueira, visitamos o mirante e ja seguimos o rumo para Terreirão. Durante a subida, Lu ria, pois lembrara sobre a carona, que segundo ela, quando perguntado sobre a carona, fiz " cara de quem ganhou presente de Natal". rsrs Na subida que achei bem tranquila, o rio nos acompanha sempre pela esquerda, com quedas d'agua lindas, e piscinas naturais, onde numa delas paramos, e Renato nadou, Lu ficou comendo sua maça, Thais deu um meio mergulho e eu fiquei registrando tudo. Depois de um momento de descontração, pegamos a trilha novamente, passamos pela araucária, um dos pontos de referencia, e um lindo local. O caminho é bem marcado, sem chances de se perder, e em algumas horas chegamos a Terreirão. Montei minha barraca em frente a casa de pedra, e logo estaria com vizinhos, outras pessoas que chegaram após nós, e eram o Ricardo, Lívia e Carla. Preparei minha janta, e depois de comer meu macarrão, fui visitar meus amigos de caminhada, que estavam lanchando, Levei um pacote de sopão e um saquinho de suco Tang de manga, que adoraram rsrsrsrs. No cair da noite recebemos mais visitas, os besouros, que atacavam Thaís intensamente .... foi muito engraçado, os besouros colocaram todos pra correr, se esconder em suas barracas. Ultimo dia do ano, noite fria, silenciosa, pois não havia a bagunça da cidade, momento de paz. 01.01.2015 Vamos !!! Vamos!!! Ataque ao Pico da Bandeira, acordei por volta da 1 da manha, preparei meu café da manhã, desmontei minha barraca, arrumei minhas coisas e esperei o pessoal acordar, que o combinado era sair as 2. Os vizinhos saíram as duas, Ricardo, Lívia e Carla, mas Renato, Lu e Thais, atrasaram e saímos as 3 horas. Atras de nós ja não havia ninguém, eramos os últimos, e o sol nasceria as 06:05, e nosso tempo estava cronometrado. A subida não é tão pesada, tem um desnível considerável, porem, se tiver um preparo físico bom, ja ajuda. Na noite as lanternas são fundamentais, jamais esqueça a sua, eu como tinha 3 na mochila, emprestei uma a Thaís que estava sem. E no meio da escuridão, fizemos varias paradas por conta da Lu que estava cansada, e por duas vezes perdemos a trilha, onde o GPS ajudou muito. E tivemos novas paradas, e o tempo correndo, hora disparando e ja tinha percebido que não iria ver o nascer, mas na subida mais íngreme para o ataque, com a mochila nas costas não pude parar, deixei o grupo descansando atras e segui, no meu ritmo, para o alto e avante. Ja avistava o Cristo, ja era visível o céu laranja, e ainda tinha uns metros, para o ataque final, me viro para trás e renato também, estava quase chegando, Lu e Thais ficaram pelo caminho. As 06:10 chegamos ao cume, e ainda pegamos o sol, espetacular num ceu limpo, e o tapete de nuvens abaixo do pico, cena espetacular para começar o ano, e assim tivemos o primeiro nascer do sol do ano. Sessão de fotos, momento de registar a placa do IBGE, sentar, curtir o visual, descansar, e começar a pensar no próximo ataque, que é mais fácil que o Bandeira, porem, temos que descer uns níveis e subir novamente um desnível, e esta tao bom sem a mochila rsrsrs... Thaís chega em alguns momentos depois, Lu ficou na bifurcação de acesso ao Bandeira x Calçado, e assim descemos nós três para a próxima missão. Pico do Calçado, após a breve descida e uma subida, estávamos num ponto muito lindo, com uma vista diferente do Bandeira no alto e um paredão imenso, com um vale mostrando como somos pequenos. Com o Bandeira nas costas, o Calçado estava a poucos metros a frente e o Cristal a nossa direita, como uma seta apontada para o céu. Atingimos o Pico do Calçado, sem nenhuma dificuldade, localizamos a placa do IBGE, que é minha primeira meta rsrsrsr, novas fotos, novo descanso, e a duvida, vamos ao Cristal ? Minha intenção principal era atacar os 3 Picos e seguir o rumo para a Casa Queimada. mas como Lu estava com vertigem e cansada, resolvemos abortar o Cristal e seguir direto, fim do projeto 11+ BR. Numa caminhada foi longa, debaixo de um sol infernal, todos protegidos como podia, eu na falta da luva que não a encontrava e o protetor solar nao dava conta do recado, coloquei as meias mesmo kkkk... E a jornada toda, parecia que o Cristal, me encarava, dizendo, "vai me deixar pra trás? Certeza? "... Paramos, bebemos água, comemos, e ele sempre la nos olhando, o trecho ja muito tranquilo de andar, encontramos uma placa indicando 2,5km para o camping Casa Queimada, nesse trecho passamos pela Pedra Duas Irmãs, e logo estávamos no camping. Barraca montada, comida sendo feita, pensando que no dia seguinte iremos partir, e algo martelando a cabeça, o Pico do Cristal, que o tempo todo esta nos olhando, imponente, querendo engolir nós e o camping, pois de onde estamos vemos perfeitamente. 02.01.2015 Acordei, sai da barraca, olhei e la estava ele ainda o Pico do Cristal, e de repente o vizinho, Williams e sua esposa, tiveram uma ideia, ja que na noite passada numa longa conversa sobre subir o Cristal, eles levariam as meninas, ate o próximo camping, o ultimo antes da portaria, com as mochilas e barracas, e poderíamos atacar o Pico so com mochilas de ataque. Ideia aceita, tudo arrumado para a descida delas e nossa subida, pois, Renato decide subir também, e nessa Williams também topa subir, porem, temos que esperar ele voltar do carreto ate o camping. E esperamos, e ja é 8:30, e ele deixou coisas para se comer na mesa e eu vou comendo, um vinho ....9:30, 10:00, 11:30.. Meio dia , decidimos, eu e Renato a subir sem Williams, tempo fechado, chove não chove la vamos nós, morro acima. Em 90 minutos chegamos ao cume do Pico co Cristal, depois de termos mudado a rota da trilha e criado um atalho, depois de termos escalaminhado o grande Cristal. Ele é menor mas muito mais divertido de subir, e quando chegamos no topo, estávamos cercados por nuvens escuras, que fechavam toda sua volta, estávamos numa janela de tempo bom. Ficamos o tempo suficiente para registrar o momento e descer para não sermos pego pela chuva, mesmo ficado pouco tempo, valeu a pena, pois não desisti dele. Do alto do Cristal traçamos uma rota alternativa e descemos varando mato, ate chegarmos numa cachoeira, e descemos num trekking exploratório pelo leito rochoso até o camping Casa Queimada. Trilha essa cheia de bambuzinhos, sobe e desce em pedras, escorregões, e sempre na pressa de escapar da chuva. no ritmo de missão cumprida, chegamos ao camping e Williams e esposa ja nos esperavam, explicaram a demora da parte deles, e nos ofereceram um almoço que foi aceito de imediato. Com barriga cheia, chuva chegando, colocamos os pés para andar até onde as meninas estavam na Macieira. E nessa longa caminhada, fomos premiado com a chuva que nos atingiu, uma chuva pra comemorar nosso feito, a nossa não desistência. Chegando na Macieira, hora do banho quente, que la tem, montar a barraca, jantar e deitar, pois a chuva não para e o jeito é descansar e curtir as fotos feitas. 03.01.2015 A despedida. As nove horas com tudo arrumado, Olívio o taxista, que as meninas haviam conseguido, estava nos levando para a portaria em ES, pagamos o dia extra, nos despedimos do Parque Nacional do Caparaó e terminado nossa travessia. Video:
  2. Fabio Novais

    Travessia Serra Fina 2014

    E para chegar ao topo e poder ver toda a maravilha a sua volta, deveríamos passar pelo inferno, e seus enviados, para fazer com que nosso ânimo se esgotasse e desistíssemos . Pensei nisso, sim, vou desistir, não estou aguentando, mas ai você olha para cima e vê seu objetivo tão longe e perto ao mesmo tempo, que as energias chegam. E eram Ana, Dema, Fabio, Frederico, Lena, Thiago, Pery, Ricardo. “ o vento no rosto a cada topo conquistado é como se fosse o beijo da montanha te incentivando a continuar, e os bambus, capins, as subidas,” escalaminhadas” em rochas, terra, as dores, a sede e a falta de agua e muitos outros fatores, são os inimigos querendo fazer você desistir”. Thiago Oliveira E la estava eu na rodoviária do Tietê, esperando os integrantes do grupo, que ate então so nos falávamos via Facebook e Whatsapp, e assim chegou Ana, Thiago, Ricardo (Sherpa), Dema e sua Lena. Grupo SP reunidos, embarcamos e seguimos para Passa Quatro, onde iríamos encontrar com os cariocas Frederico (Ironman) e seu irmão Pery (Speed). E chegando em Passa quatro, fizemos algumas fotos, enquanto Marquinhos Taxista não chegava, e a aventura já começou ai, como o combinado de levar o grupo de 8 pessoas em dois carros com 4, pois ele não encontrou outro taxista, então Marquinhos resolveu fazer duas viagens e os cariocas ainda não tinham chegado. Na primeira levou Dema, Lena e Ana, ate a Toca do Lobo, e demora um século para nos buscar, pois no retorno seu pneu furou, nesse tempo os cariocas chegaram. Marquinhos chega em seguida. Eu, Thiago e Ricardo tomamos o rumo também para a toca do Lobo, o cariocas vão chegar muito tempo depois na Toca, pois terão que ir ate a casa de Marquinhos, para guardar o carro. Iniciamos uma pequena caminhada da pousada Serra Fina ate a Toca do Lobo, quando chegamos montamos nossas barracas, fizemos a janta, e já era noite. Por volta da 1 da manha chegaram os cariocas. Dia 1 – 18.10.2014 - Toca do Lobo a Morro da Asa A meta agora era chegar a base da Pedra da Mina, para acampar e abastecer a agua. Saindo da Toca do Lobo, abastecidos com agua, eu com Camelbak de 3L mais um cantil de 1L, os outros quase na mesma media de quantidade, começamos a jornada até o Capim Amarelo, que até ele, não tivemos imprevistos, apenas as dores nos pés e músculos que começaram a reclamar. Entre subidas e descidas, fomos sempre presenteados com paisagens lindas e que estimulava seguir em frente. O primeiro grande momento foi a chegada, ao Capim Amarelo, onde tivemos uma grande subida, cansativa e um sol cozinhando a galera, mas antes tivemos uma notícia que deixaria o grupo entristecido, Dema e sua esposa Lena, precisariam abortar a missão, por problemas com Lena, assim que passamos a crista clássica da Serra Fina e assim retornaram para a Toca do Lobo. Ao chegarmos no Capim Amarelo, fizemos nossas fotos, nos comunicamos com Dema via radio (estávamos bem preparados quanto a isso, 4 radios nos apoiavam nessa situação). O segundo grande momento ainda no Capim Amarelo, de repente, onde está a trilha ? GPS em ação, a trilha passa logo ali, outro GPS também indica a mesma coisa, mas onde está o acesso ? O precipío nos separa do objetivo, Frederico e Pery descem e descem atrás de da trilha, Thiago e eu descemos logo atrás, caminho maldito, estreito, escorregadio, pedregoso, em meio a bambus finos, e enfim chegamos ao fim da trilha e nada existe. Acabou. Entre comunicação via radio entre eu e Frederico, ele diz que encontrou um caminho que “Fabio com certeza é por aqui”, Ricardo e Ana que estavam no topo encontram outro caminho e vão ao encontro, eu, Thiago e Pery tomamos o caminho que Frederico desbravou, e assim encontramos o rumo de novo, depois de quase uma hora e meia. Com a agua acabando, teríamos que chegar ao próximo ponto de agua, paramos para um breve descanso, onde eu e Thiago engolimos um miojo com bacon, para não perder muito tempo, e chegarmos o mais breve possível . A missão, chegar o mais próximo possível da Pedra da Mina. E assim inicia o sobe e desce novamente. Sinceramente eu já procurava um local para acampar, e iniciar no dia seguinte e alcançar o grupo, mas onde acampar ? não havia lugar e o jeito era seguir, seguir e seguir. Em momentos a trilha ficava leve, reta, e de repente subidas, as vezes se tornava uma escalada, exaustiva. De repente do alto, avistamos um grupo, acampado, longe, e teríamos que chegar pelo menos la, la tem agua, o sol esta baixo, como Pery disse, teríamos pelo menos uns 40 min de claridade. E assim seguimos, e mais descidas e uma breve subida, encontramos o delicioso ponto de agua... melhor que ganhar na Megasena, foi encontra lo. Pois agora tínhamos agua para beber, cozinhar, diferente da situação há minutos atrás. Abastecidos novamente, lanternas de cabeça na cabeça, claro, rsrsrssr, mochila nas costas, e vamos subir mais, ate o local de acampamento, Morro da Asa, chegamos com alguns minutos de caminhada, iluminados apenas pelas lanternas. Barracas montadas, comida sendo feita, pés descansando, e depois de mais de 12 horas de caminhada, chegamos ao primeiro ponto. Dia 2 – 19.10.2014 - Morro da Asa a Pico 3 Estados Acordar, muitas vezes difícil quando estamos cansados, mas nesse lugar, é impossível querer dormir. Sair da barraca e ver o que te espera, é espetacular, é um premio. Dormir dorme em casa!!!! 360° de maravilha, so estando la e sentido. Café da manhã feito, no meu caso uma mistura de granola, sucrilhos, leite em pó, chocolate em pó, damascos, eram meu combustível matinal. Levantamos o acampamento, e um novo abastecimento de agua, agua é tudo, e iniciamos a grande subida, as vezes subindo inclinações pesadas, as vezes paredões, preparo físico sendo exigido, força de vontade, que horas antes estavam no limite, mas hoje está um dia frio, ventando, não desgastante, o sol ainda não começou a nos fritar e a subida esta ótima. Em direção a Pedra da Mina, literalmente o vento abanava, os guerreiros de lado pro outro. Nesse dia, algo que me incomodava, mas piorou foi as dores nos dedos dos pé esquerdo, devido as descidas e freiadas constantes, mesmo com os bastões e botas bem atadas. As dores musculares foram resolvidas com Ibuprofeno, exagerado ou não, eram de 600mg. Gargantas secas, eram aliviada com micro goles de agua e de repente la no alto, ainda sem perceber, ainda sem acreditar, chegamos....Pedra da Mina. Uhuuuuu !!!! ... Onde estão as dores? Essa é recompensa, não da pra explicar a sensação, quando perguntam qual a graça de subir pra depois descer uma montanha, simplesmente estando dentro da situação, naquele momento que você acha que não vai conseguir, naquele que você quer desistir, naquele que seu corpo esta exausto, e com muita luta atinge o objetivo. Faltava muito caminho ainda pra terminar, mas estávamos la, na Pedra da Mina, 2.798 metros. Thiago que estava exausto, de repente estava correndo, programando o timer da câmera e correndo para a foto, Fredererico e Pery já estavam la quando chegamos, os dois são turbinados, Ricardo “sherpa” sorria, subia, descia, sorria, ajudava, sorria, voltava e seguia novamente e sorria....ele não cansa... Parabens grupo Fotos, vídeos, assinatura do livro de cume, descanso, risadas, parabéns a todos, e vamos seguir meu povo, que o Pico 3 Estados ainda está longe .... Logo após a descida da Pedra da Mina, o sol apareceu, fritando e nos derretendo, no Vale de Ruah, foi nosso vestiário, momento de tirar as roupas de frio, beber muita agua, um luxo beber agua de goles abundantes, pois ali abasteceríamos novamente, uma nova busca da trilha, GPS em ação, um sol raivoso sobre nós, e onde fomos parar? Dentro da agua, nos refrescando numa agua gelaaaaaaada, revigorante, tirando o sal da cara, da boca, relaxando os pés, e minutos depois estávamos na rota novamente. Entre trilhas em capins altos, mais do que eu, o grupo vai se afundando em bambus novamente, meu deus,... Entre micro goles de agua, um grande erro, como foi dito pelo Frederico, a maldição da mangueira do Camelbak, onde foram parar meus 3 litros de agua? Então eu deveria ter 1 Litro para menos no Camelbak. A caminhada ainda era muito grande e deveria ter em torno de 800 ml um pouco menos no cantil, mas o cantil não é de 1 Litro? Sim... Porem no meio dos bambus, possivelmente entre os enroscos o cantil foi aberto acidentalmente e vazou pelo menos uns 200ml. Pouquissima agua. Frederico e Pery já estavam novamente, no local de descanso quando eu, Ana, Thiago e Ricardo chegaram, sem local de sombra, sol infernal, nesse momento, calculando a agua perdida do cantil mais a falta de agua do Camelbak, não fiz o almoço, para economizar agua. A agua perdida do cantil seria a quantidade exata. Nesse momento surge do nada Paulo, um carioca, fazendo a travessia solo. E daí em diante se uniu ao grupo. Então o negocio é continuar, seguir em frente, numa longa descida onde os cariocas “Ferraris” sumiram na frente eu, Ana, Thiago e Ricardo iriamos iniciar nossa longa subida, exaustiva, pra quem já esta cansada, com dores, e sede. Num certo momento dessa subida, encontramos Paulo, foi quando ele forneceu uns 300 ml de agua pra desgrudar a garganta, e foram os 300ml tomados num gole como fazia muito tempo não fazia !!! Como o descanso devidamente concluído, vamos em frente, sol forte, caminhada longa. Horas se passaram, sol se despedindo, chegamos ao Pico 3 Estados, foi o tempo de montar a barraca e ver o sol de por, tirar algumas fotos do marco das divisas, fazer a janta, que com um rateio entre a galera elevei minha quantidade de agua. E já tinha para a janta, e 1 litro para o dia todo ate o próximo ponto de agua, mas isso seria depois de muitas horas de caminhada, então o racionamento de agua seria ao extremo. Já deitado na barraca, com dores nos pés, fiz os curativos, enfaixei para imobiliza-lo, e evitar mais dores, foi quando Paulo fez o convite para jantar, em sua “residência” vizinha a minha rsrsrsr, como foi estranho andar de chinelo, leve, a galera toda entocada nas barracas, e todos atentos ao tempo que estava formando. Estávamos fora de temporada de subida, e o tempo estava fechando, muitos raios, começaram a bombardear os cumes vizinhos, de dentro da barraca, parecia que estávamos numa sessão de fotos, seguido de fortes ventos, e de inicio uma leve chuva, que despencou por alguns minutos e parou, e manteve sempre uma chuva com vento e raios. E assim foi nossa noite no Pico 3 Estados. Dia 3 – 20.10.2014 - Pico 3 Estados a rodovia Com chuva foi como começou, tudo combinado para sair as 6 da manhã, porém acordei, e chuva caindo, sem barulho de movimentação pelo acampamento, voltei a dormir. Duas horas depois Ana me chama, e diz que iremos aproveitar a trégua da chuva, e começamos a organizar as coisas para a descida. Como não teremos mais subidas incríveis como preocupação, temos somente que pensar na agua. O que mais incomodava nesse terceiro dia era somente alguns desníveis, que com o corpo dolorido, atrapalhavam, não havia sol que era ótimo, o que ajudou não perder muitos líquidos. Já não tínhamos Frederico e Pery no campo de visão, estava eu, Ana, Thiago e Ricardo na retaguarda. Ana e Ricardo mostravam melhor performance, eu com dores nos dedos dos pés, agora não era somente no pé esquerdo, o pé direito sofreu com a compensação de peso, e Thiago com dores musculares, estávamos mais atrás poupando energia, porem levando mais tempo para chegar ao ponto de agua. O GPS nesse momento não ajudava muito, como sistema era ótimo, mas ver onde estávamos e quanto faltava ate a agua era triste. Foram horas administrando um cantil de agua, e de repente Ricardo encontra uma garrafa de dois litros, com pelo menos ¼ de agua “perdida” na trilha, na duvida da situação que se encontrava esse presente, não quis beber, Ana também não, Thiago passou a vez e eu bebi, sem cheiro, transparente, quem foi que deixou ali não iria fazer nada para “ferrar” a agua onde alguém iria estar morrendo de sede, por outro lado há quanto tempo essa agua esta confinada ali, no sol, não deveria ser muito, senão alguém na nossa frente teria achado,se fosse pra dar algo, daria em casa, naquele momento eu queria beber agua como gente grande, e virei aquela agua. Horas depois desse ocorrido ainda estávamos andando e andando, GPS apontando o local de parada, mas ele não existia, a agua era para estar por ali, Thiago já estava sem, e eu com possíveis 100 ml somente, Ana e Ricardo já estavam distante e sem contato visual, num terreno quase plano, seria possível eles terem acelerado tanto? Ou estaríamos lento demais ? De repente, ouvimos algo, vozes, só podiam ser eles, e era, o ponto de agua, e alguns fazendo a comida. Chegamos, tiramos a mochila, peguei o caneco do cantil, o camelbek, fiz uma vala maior no fundo do fio de agua que passava entre as pedras, e consegui encher o cantil e o camelbek, uma agua marron, de barro, mas era o que tínhamos, e mesmo não sendo recomendado, antes de purificar a agua, bebemos litros. E nessa hora ficamos sabendo que Frederico tinha deixado aquela garrafa de agua la atrás, para nós. Fizemos nosso almoço, descansamos e “bora” por esses corpos cansados ate a estrada. Chegando numa bifurcação, que a localizei pelo GPS viramos a esquerda e estávamos no caminho , era so seguir por caminhos tranquilos, retas e com sombras, chão pedregoso, pedras soltas e sinais que ali passava ou passou veículos alguma vez. Num momento, chegamos a uma fazendo, que logo pensamos ser o Pierre, pensamos ser porque o tracklog no GPS havia acabado quilômetros atrás. Seguíamos nessa estrada de terra e pedra, sinuosa, com araucárias, ate chegar numa casa beira de estrada, onde um cachorro nos recebeu latindo, que alertou outros e virou uma matilha, e so faltava essa agora, cansados, com dores, sermos mordidos pelos cães !!!! Mas ocorreu tudo bem, vontade até tiveram, mas ficaram com dó de nós, e seu dono um senhor na porta da casa disse que a estrada estava logo ali, uns 5 min ainda de caminhada, sinceramente não acreditei, vocês conhecem o cinco minuto de mineiro né? O logo ali de mineiro né? Meu deus deveria faltar uns 30 min ainda kkkkkk Mas não é que ele estava certo, e chegamos na estrada, onde Ana e Ricardo já estavam jogados na grama, com o sorriso de vitória fizemos nossa comemoração, tínhamos terminado a travessia da Serra Fina. Paulo já tinha sido levado por Marquinhos Taxista e voltaria resgatar nosso grupo. E enquanto estávamos fazendo nossas fotos e descansando, aparecem dois cariocas, que pensávamos que já estivessem com Marquinhos Taxista e Paulo, eram Frederico e Pery, os mais rápidos do grupo como poderiam estar ali ainda ? Na bifurcação que viramos a esquerda, eles foram a direita, gastando um imenso tempo de ida em sentido errado, e outro na volta até o ponto do erro. Mas sendo assim, o grupo estava todo reunido para nossa foto comemorativa. Serra Fina para alguns ela é difícil, para outros ela é fácil, pessoalmente, achei difícil, já fiz outras, e posso dizer que Serra Fina pode não ser a mais dificil do Brasil, como alguns dizem, mas é uma travessia que não permite erros, e o preço é alto por esse erro. Parabéns a todos que participaram. Na volta, já rumo a SP, onde Marquinhos nos levaria de Passa Quatro ao Terminal do Tietê em SP, pois já não havia mais ônibus e novamente seu preço foi muito bom, paramos em um restaurante beira de estrada, e pra nossa surpresa dos esfomeados, era Coma a Vontade por 14,90......depois de 3 dias passando com miojo, bacon e calabresa, imaginei o que foi ver aquela comida mineira nos chamando !!!!! Agradecer ao Marquinhos Taxista, que desde o primeiro contato para nosso resgate foi muito atencioso, fez um ótimo trabalho, ótimo apoio, ótimo preço, cedeu sua casa, para guardar o veiculo dos cariocas, e hospitalidade para integrantes do grupo, e se preocupou com a segurança do Dema e Lena ao procura los quando estavam de volta a Toca do Lobo. Um abraço Marquinhos. Contato 35 9113.1214 fotos Videos
  3. Tem dois dias 22 e 23 de agosto me addno FB fabio.novais.14 a combinamos certinho, topo sim...
  4. Ja foi feita ? se ainda nao....to dentro
  5. Fabio Novais

    relato Lago Titicaca com Ilhas Uros, Amantani e Taquile

    Ola Taina, eu sei que tem, mas o horario não sei informar, mas era bem mais que 17:00 e estavamos esperando o onibus para Cusco, e havia guiches chamando para Arequipa.
  6. Fabio Novais

    Botas SALOMON

    Eu nao troco a Salomon por nenhuma nacional, pelo menos a minha Quest 4D, ta sendo surrada e aguantando pra caramba, desde de Salkantay, em Junho, ate agora a danada esta sussego.
  7. Fabio Novais

    relato Trekking Salkantay

    Mazo_Santos, saco de dormir vc poderá alugar pela agencia, o restante tudo incluso. mas me add no facebook, fica mais facil a ajuda fabio.novais.14
  8. Fabio Novais

    relato Trekking Salkantay

    Eu reservei alguns meses antes, com uma agencia daqui do Brail mesmo nao precisando, Salkantay esta tranquilo enquanto a isso, mas meu cronograma tinha que ser exato, foi com a brasildemochila.com , tudo correu perfeito, POREM, ela intermedia com Inca Peru Travel, pode ser que direto seja mais lucrativo. O serviço é top, nada, nada a reclamar, atenção dada, guias, alimentação. O valor com a agencia daqui, ficou em 285 dolares.
  9. De volta a Cusco, dia seguinte Puno. Acordamos cedo, para pegar o ônibus para Puno. Na ida o pessoal escolheu, o que eu chamo de pior besteira na vida, ir com ônibus turístico, para quem gosta, meu respeito, mas, somente povo chato, velhos, guia chato demais, para em lugares nada haver, e assim vão 10 horas até Puno. Puno ao primeiro impacto é uma cidade feia demais, mas depois das devidas explicações, continua feia, porem mais compreensível ou nao !! kkkkk Para quem ficou curioso, imagina estar no Afeganistão, em ruínas, é a visão de Puno, pois as casas não são acabadas, para evitarem os impostos. Chegando na rodoviária (terminal terrestre), nos buscaram, e fomos ao hostel, muito bacana o local, impecável. Logo cedo seguimos para o Lago Titicaca, primeira ilha foi Uros, muito interessante a visita, com a explicação do presidente da ilha, do processo criação da ilha e sobrevivência das pessoas (caça, pesca e turismo), e falando nisso, eles fazem uns trabalhos para venda muito bom. Depois de um tempo para fotos, compras, seguimos para Ilha Amantani, onde fizemos o Turismo Vivencial, pois é, dormimos na ilha, na casa de uma família, a Família Gregório, onde já tinha nosso almoço pronto e nos esperando. Comida simples, o que plantam é o que consomem, e é muito boa. Logo após o almoço, subimos até o campo de futebol, para iniciarmos a subida ao templo Pachatata (acho que é isso o nome, rsrsr), o interessante, que subimos desde que chegamos na ilha, do nível do lago, ate a casa de Gregório, é só subida, a ilha já é uma montanha !!!! Templo alcançado, descanso, água, fotos e esperar o por do sol, magnífico la de cima. De volta a casa, jantamos e nos vestimos tipicamente para a festa, que fazem aos visitantes, muito animado. Por volta das 22:00 todos na cama, em um quarto todo preparado aos visitantes, com condições melhores que os quartos deles mesmo, sem energia elétrica, o jeito foi dormir. Pela manhã, despedida e visita a Ilha Taquile, ilha ja com toque de modernidade, com casarões, SKY, caminhamos ate a praça central, depois para o restaurante, onde almoçamos com uma vista espetacular do Lago Titicaca. Após algum tempo, retornamos para Puno e na sequencia Cusco. Segue o vídeo do passeio
  10. Fabio Novais

    relato Trekking Salkantay

    E depois de 4 dias em Cusco, que é espetacular chegou o grande dia. 10.06.2013 Inicio da jornada. 5:00 da manha, nos buscaram no hostel, com uma viagem de 1:30, numa pista sinuosa e descidas e subidas, numa pilotagem sinistra do motorista, chegamos em Mollepata. Pedimos nosso café da manha, 20 soles, mas muito reforçado e fomos para uma praça fazer uma apresentação do grupo e logo iniciamos a caminhada. Subida após subida, íngremes, peso da mochila, e aonde esta o oxigênio? Ele faltava, parece que não, mas passadas a mais, ou longas demais, o cansaço chegava, mas nada que uma paradinha não recuperasse o fôlego, aproveitava o momento para fotos. Com o cansaço do dia anterior, nos passeios ao Vale Sagrado, eu não poderia forçar muito, e mantive meu ritmo naquele momento. E assim mantive ate a parada de almoço, mas já havíamos andado por 6 horas. Almoçamos e uma integrante do grupo resolveu ir de carro, e assim levou minha mochila, sendo assim segui o resto do caminho sem peso, e em um caminho sem subidas, foi muito aproveitável. Mas mesmo assim me poupei, pois o 2° é o pior, dizem. Enfim chegamos no acampamento, o 1° , barracas arrumadas, comida , muita, vale a pena dizer que em termos de refeição é muito satisfatório, e descansamos. 11.06.2013 2° dia, ataque aos 4.600 metros. Iniciou as 5:00, durante a noite fez um frio considerável, -6° C , paguei uma mula para levar minha mochila ate o ponto mais alto, e segui livre, ótima escolha. A trilha foi leve, pode ser o efeito de estar sem a mochila, achei o primeiro dia mais difícil, somente no final teve uma grande elevação e longa, até atingir a marca de 4.600 metros acima do mar, em Apu Salkantay, mas até chegar, um visual espetacular, com temperaturas de 0°c a -2°C, com gelos formados nas poças de água, na vegetação. Momento fotos, grupo reunido e reunião com guias explicativa no ponto mais alto, e logo iniciou a descida, com cenários lindos. Do frio e gelo, entramos em mata e muita vegetação. Depois de horas de caminhada, o almoço, como sempre, muita comida, e descanso. Com previsão de mais de 3 horas de caminhada ate o acampamento, a chuva nos pegou, barro, lama, bloqueavam o caminho, e subíamos barrancos para contornar ou as vezes passávamos pela lama mesmo, nessa altura do campeonato, de que servia tanto esforço, com botas e roupas impermeáveis, éramos uns tratores. E faltando 1:30, para o acampamento, o sol surgiu, com sombras, e ate moranguinhos ao lado da trilha, mas mesmo assim, calor no sol e frio na sombra. E enfim chegamos ao acampamento. Tomei meu banho quente, impecável. Jogo da seleção peruana na TV, galera reunida, conversando, cusqueña (cerveja), e logo jantamos. E a noite a chuva voltou a fazer companhia. 12.06.2013 Saímos as 6:00, garoa forte, roupas de chuva, e seguimos o rumo. Seguindo para Santa Tereza, tivemos somente uma parada, caminhada de 5 horas. Depois algumas horas, nosso amigo sol apareceu, paramos para passar repelente, pois o caminho seguiria em mata. Cenários lindos, acompanhado o rio, quedas d’agua, flores, e assim chegamos ao local que a van nos aguardava, para nos levar até nosso almoço. E logo em seguida nos levaram a Santa Tereza, nosso acampamento. De onde nos organizamos o grupo e fomos as águas termais, água a 33°C, um ótimo premio para quem estava a dias na jornada. Essas termais não são como de Aguas Calientes, era somente para as pessoas do trekking, espetacular. Duas horas de relax total, voltamos ao acampamento. Nesse acampamento estavam todos os grupos com mesmo destino, juntaram e formamos um grupo de mais de 80 pessoas. No jantar, formaram um grupo que no dia seguinte faria descidas de tirolesa, e eu entrei , claro. E a festa começou com fogueira, musica, Pisco Sour, Cusqueñas,... E durante a noite a chuva despencou, molhando a barraca, ate mesmo entrando na barraca, mas com uma arrumação de emergência, nada molhou. Horas de chuva, a noite toda. 13.06.2013 Dia nublado, pegamos a van para a tirolesa. Equipamo-nos, e iniciamos a subida a pé, pela montanha, pois a tirolesa é de montanha a montanha,... espetáculo, mas com subida muito cansativa. Nas descidas, foram 6, arvores e rios eram tão pequenos, mas muito lindo com a visão cruzando o vale. Logo, terminado, pegamos a van que nos levou até a hidrelétrica, ponto que continuaríamos a pé, ate Aguas Calientes. Na hidrelétrica, almoçamos, e depois de uma hora, iniciamos a caminhada, tranquila, com sombras e paisagens extraordinárias, com o trem passando ao nosso lado quase constantemente, cruzando quedas d’agua das minas, água fresca e limpa, e já víamos Machu Picchu, la no alto. Assim foi ate avistarmos Aguas Calientes, onde foi nossa ultima noite, e num hostel, com cama de verdade. Aguas Calientes um povoado muito lindo, limpo e organizado, alias, todos os lugares que passamos desde Cusco, lugares impecáveis. Jantar comemorativo, no restaurante Machu Pisco, e todos de volta ao hostel, pois as 5 da manha, avançaremos para Machu Picchu, e encarar os degraus. 14.06.2013 Machu Picchu Todos na praça, e iniciou o avanço. Uma caminhada tranquila até o “posto de controle” de Machu Picchu. Passamos a ponte, e estávamos no Parque Arqueológico, mas para chegarmos as ruínas, temos os 1000 degraus, não sei se são 1000 de verdade, mas eles não acabam nunca !!!! E no final deles... Esta lá, Machu Picchu e ainda de premio Waynapicchu. Segue o video do Trekking
  11. Fabio Novais

    Botas CURTLO

    E ai rapaziada do Mochileiros, voltei de Salkantay, essa semana e fiz o review da Trail Pro com solado novo. Não usei ela na trilha toda, por motivos que será explicado, mas em todos os passeios pelas ruínas (Vale Sagrado que também usa um esforço nas botas) foram com ela - O solado Curtlo (Vibram)se comportou melhor que minha Salomon (Contragrip), em algumas situações. - Conforto nota 8 , possivelmente pelo tamanho, que me mandaram n° 40, e o pé escorregava dentro dela, comparei com minha outra Trail Pro , e a que me enviaram é maior, e esta versão está mais leve que a antiga Trail Pro. - Respirabilidade nota 8, numa caminha longa como foi, mesmo com meias Lorpen (40% Merino, 40% Acrílico, 15% Poliamida e 5% Lycra) numa temperatura media de 6° a 0° , os pés ficaram muito suados, num trekking curto ela possivelmente se comporte melhor, desvantagem causada pela "língua" que não é de material respirável. - Impermeabilidade foi boa também, porem me enviaram uma bota com uma abertura mínima na colagem da sola, causou uma pequena entrada de água, onde encostei a bota e continuei com minha Salomon. - Descolamento em alguns pontos do solado, e partes sobrepostas da borracha, possivelmente por conta do terreno bem acidentado e mal procedimento na fabricação. Bom, está ai o que achei da bota. Recomendo ou não ? Para um Trekking mais longo não. Invista um pouco mais e utilize uma bota apropriada. Trekking de um dia , ela se comporta bem. Agradeço ao Rafael (Curtlo - Footwear) que enviou a bota para teste em campo.
  12. Fabio Novais

    Botas SALOMON

    Voltei ontem do Peru, fiz Salkantay com Salomon Quest 4D, e posso dizer que é uma guerreira, estou muito feliz com essa bota. ela rodou facil seus 80km em 5 dias (Salkantay e outras caminhadas), manteve o conforto, impermeabilidade (poças, travessias e chuva), com seu cano alto, deu muita segurança, evitando torções. Eu recomendo pelo menos esse modelo, pois não conheço outros da mesma marca.
  13. Fabio Novais

    Botas CURTLO

    Chegou a Trail Pro, vai ser lançada com novo solado, vou testar e posto futuros resultados. Logo chega o modelo novo, que sera testada tambem.
  14. Fabio Novais

    Botas CURTLO

    Em resposta imediata , depois que se abana o bambuzal, a respota da curtlo: "Fabio, bom dia! Estamos finalizando sua bota na terça-feira, lhe enviarei via sedex. Esta demorando um pouco mais por ser um modelo novo ainda não tínhamos os moldes prontos. Qualquer duvida me avise Abraço e bom final de semana Att,
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