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Dani M.

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Tudo que Dani M. postou

  1. Oi Lore, Não precisa fazer agendamento não, é só chegar uns minutinhos antes no ponto de encontro e procurar pelo guia que estará com uma camiseta vermelha. Muito bom esse free tour...segue o site! http://www.neweuropetours.eu/
  2. Oi Karis, Não tem elevador não e se não me engano, são uns 386 degraus até o topo. É bem cansativo e se vc tem algum problema de saúde, melhor optar pela visita ao Arco mesmo, é linda tbm e vc pode usar o elevador.Bjks
  3. Oi Karis, fico feliz que vc tenha gostado! Então, vou ser sincera, o lugar é mesmo bem fechado e como é uma escada no estilo meio caracol, pode dar umas tonturas sim. Mas apesar de cansativo, a vista é um deslumbre!
  4. Dublin 25° dia: Cheguei em Dublin por volta das 8h da manhã e do porto mesmo peguei um ônibus que me deixou na esquina do hostel e que custou baratíssimo. O hostel, por sua vez, ficava a poucos minutos do Trinity College. Como era cedo, deixei minha mochila novamente na recepçãol, tomei café por lá mesmo e depois aproveitei a proximidade e fui visitar o Trinity. Já gostei logo da entrada, imponente e com vários monumentos erguidos em homenagem a grandes personalidades que estudaram ali. Só para que vcs tenham noção, já passaram por ali: Oscar Wilde, Bram Stoker, Edmund Burke, Jonathan Swift entre outros. Falando em Oscar Wilde, após meu passeio pelo Trinity, fui até a Merrion Square, onde se encontra a estatua do escritor. Em frente a praça tem dois museus que me disseram ser interessante e gratuitos, mas que agora não lembro o nome, pois acabei não entrando. Sai de lá e fui direto ao ponto de encontro do free tour da Sandeman’s que acabou virando um ritual durante a viagem, principalmente nas cidades que eu sabia q teria pouco tempo para conhecer. Nesse tour encontrei um amigo meu que vive em Dublin a mais de um ano e que por pura camaradagem topou fazer comigo um tour de quase 4 horas, por muitos lugares que ele já estava careca de ver, mas que para mim foi ótimo, pois por mais legal que ele seja,seria difícil organizar esse tipo de caminhada pela cidade, por pontos tão importantes e com tanta informação ao mesmo tempo. À noite, nos encontramos novamente e ele foi meu guia pelo famoso Templo Bar, região famosíssima e abarrotada de turistas, porém não deixa de ser menos interessante. Ambiente super animado e divertido, a essa altura já queria morar de vez em Dublin. 26° dia: Comecei este dia indo visitar a famosa fábrica da Guinness, a Guinness Storehouse. Parada obrigatória para quem visita a cidade e quer conhecer um pouco mais sobre uma das cervejas mais famosas do mundo. A fábrica mais parece um museu interativo, mostra todo o processo de produção e ai conta a história da construção da fábrica. O preço é salgado, mas compensa para os beberrões de plantão, pois além da degustação, vc tem tem direito a uma pint que pode ser retirada no bar instalado na 3°andar da fábrica. Foi nesse bar que eu comi a melhor Ale Pie da minha vida com direito a Guinness acompanhando. Falar da Irlanda para mim é tbm falar de literatura, o lugar é um paraíso. Aproveitei a tarde desse dia para ir ao Dublin Writters Museum e ao James Joyce Museum. Para variar, eu adorei tudo e terminei meu dia feliz, tomando mais uma pint num dos muitos pubs que existem no centro!!! Londres 27° dia: Depois de mais uma noite com a combinação (ferry+ ônibus) cheguei na estação de ônibus Victoria, minha já velha conhecida em Londres. Depois dos dias que já tinha passado na cidade, acabei voltando, pois meu voo para o Brasil (com escala em Porto) partiria no dia seguinte saindo de lá. Neste dia, aproveitei para visitar alguns dos inúmeros museus londrinos com entrada gratuita, pois no final da viagem a grana começa a ficar curta e os museus gratuitos de Londres, são os melhores da cidade. Fui ao Museu de História Natural e ao Victoria and Albert Museu. Ambos estão próximos um do outro e a uma curta distância do hostel que me hospedei dessa vez, diferente do primeiro e que eu não recomendo. Chama-se Central hostel, mais barato que os da rede Astor, mas mais sujo tbm e com uma equipe de staff que...sem comentários. Agora vou confessar algo que muitos vão achar uma grande mancada minha, mas não visitei o Museu Britânico. Sei que é um dos melhores do mundo, mas como era o final da viagem e depois de tantos museus (e olha que eu gosto) estava cansada, mal humorada e com sono, ou seja, dei uma voltinha pelo Hyde Park e a noite parei num pub do lado do hostel para ver o vexame do Brasil. Fiquei ainda mais mal humorada,como podem imaginar, aproveitei que meu vôo so sairia a tarde e voltei para dormir e descansar. Nesse dia devo ter dormindo umas 12h seguidas, então já podem imaginar.... Porto 28 ° dia: Meu voo partiu de Londres e chegou na cidade de Porto em Portugal, por volta das 18h. Como minha conexão para São Paulo seria longuíssima, resolvi fazer um stoopover, mas nem vou contar essa cidade como um destino visitado, pois não conheci, infelizmente, quase nada. De dentro do aeroporto de Porto, tem uma linha de metro que me deixou na estação Trindade, uns dois minutos do hostel que eu tinha reservado previamente, justamente pela facilidade que era de ir e voltar ao aeroporto. Esse hostel, O Porto City, foi o melhor hostel da viagem, pena que fiquei tão pouco. Ótima relação custo-beneficio, quando voltar, ficarei lá com certeza! Como disse, não tenho muito que comentar da cidade, pois não a conheci de verdade, somente sai do hostel para jantar em uma praça que ficava próxima onde a prefeitura tinha instalado um telão que no dia passava o jogo da Holanda x Argentina, da Copa do Mundo. Fiquei um pouco por lá e voltei já que teria que levantar bem cedo para pegar o voo de voltar ao Brasil. 29° dia: Cheguei ao aeroporto sem nenhum empecilho e passei as longas horas que me separavam do encontro com a terrinha, somente pensando em tudo que vivi nesta viagem...Planejei esta trip por muito tempo e ela saiu exatamente como eu queria, um sonho realizado. Mesmo não sendo a primeira viagem neste estilo, foi a primeira que fiz sozinha e não me arrependo! Foi perfeita!!!!! Desculpem-me pelo relato longo,realmente ficou muito extenso, acho que virou quase um diário, mas foi a primeira vez que escrevi aqui! Espero que possa ajuda-los de alguma forma e fico a disposição para tirar qualquer dúvida que desejarem!!! Mais uma vez, obrigada a todos todo mochileiros.com
  5. Glasgow 23° dia: Cheguei em Glasgow por volta das 13h, mas o check in só seria a partir da 14h. Decidi deixar minhas coisas,sai para almoçar para em seguida rodar um pouco pela cidade, sem nada muito programado, pois já sabia que Glasgow não teria a mesma quantidade de "encantos" das outras cidades escocesas. De qualquer forma, segui meu mapa e encontrei a mais famosa praça da cidade, a George Square, onde aproveitei para tirar algumas fotos do Glasgow City Council e de alguns monumentos erguidos em homenagem, entre outros, a Robert Burns e Sir Walter Scott. Neste dia enquanto tirava as fotos na praça, fiz amizade com uma garota argentina que tb estava viajando sozinha e que estava indo visitar a Catedral de Glasgow. Aproveitei e fui com ela e gostei muito desta catedral, pois além de ser gratuita a visitação tbm inclui as criptas que eu achei bem bacana. De lá fomos ao meu hostel para que eu pudesse fazer o check in, guardar minhas coisas e tomar um banho, enquanto isso a nova amiga argentina me esperou no bar do hostel, pois combinamos de ir assistir ao um dos jogos do Brasil depois (imagina a argentina assistindo o jogo do Brasil, mas nesse ganhamos). O Hostel que eu fiquei é o Euro Hostel e é estilo boutique, vários andares, com tudo o que vc imaginar e mais um pouco e com um valor muito bom. O bar tbm era enorme e bem animado, lá conhecemos uma alemã que tbm resolveu sair com a gente para ver o jogo (ainda bem que foi o jogo antes daquele vexame do 7x1) e pronto, o grupo estava fechado e perfeito para a noite que viria. 24° dia: Depois da bebedeira da noite anterior, acordei tarde e fui direto pegar a única linha de metro da cidade e que, ainda por cima, é circular. Muito simples de utilizar! Fui até o parque Kelvingrove, pequeno, mas legal e depois ao Museu e Galeria de Arte Kelvingrove, esse sim enorme e muito interessante, um museu que possui um acervo bem diversificado, gostei principalmente da parte da galeria dedica as vestimentas que dão uma verdadeira aula de história da Escócia por meio das roupas utilizadas através dos tempos. Antes de pegar o trem para começar minha jornada até Dublin, na Irlanda (trem+ ferry, do final da tarde até a manhã do dia seguinte),eu ainda aproveitei para tirar algumas fotos do rio Clyde e caminhar pelo centro comercial da cidade para algumas comprinhas. Dicas: Sobre a cidade: Olha, Glasgow tem alguns pontos interessantes, mas o melhor mesmo é a quantidade e variedade de pubs, bares e baladas. São muitas opções e todas relativamente próximas, ou seja, se durante a sua viagem à Escócia, vc quiser um lugar para curtir a noite, vá a Glasgow, vc não irá se arrepender. Transporte: A viagem que comentei de Glasgow para Dublin foi a mais longa, mas não me arrependo, acho que 1 dia e meio em Glasgow foi suficiente e apesar de cansativo, as paisagens vistas do trem foram ótimas e o próprio trem é bem confortável. O ferry como já tinha dito antes é bem no estilo “luxo”, lá tem de tudo inclusive sofás confortáveis que a galera usa para tirar aquele cochilo durante a travessia, e que eu tbm fiz, economizando mais uma noite de hospedagem. Paguei nesta viagem 38 pounds e pela distância, ok. Claro que vc pode pegar um voo em uma low cost, mas só só compensa se sua mochila/mala for pequena e não for necessário despachar.
  6. Oi Fabricio, A viagem foi tranquila sim, o Megabus não é tão confortável, mas não é ruim tbm, teve trechos dentro da Escócia que paguei 1 pound. A de Paris a Londres comprei com uns 40 dias de antecedência que é o que o prórpio site permite e paguei só 5 pounds, mas deve ter sido uma baita promoção mesmo, pq a faixa é esse valor que vc falou.A diferença de 20 euros do ônibus e do trem vc consegue comprar mais um ou dois trechos de ônibus, acho q vale a pena se vc não tiver frescura de fazer longas viagens de ônibus, eu não tive e economizei muito. Já a imigração foi tranquila, quando vc chega no porto, vc desce e segui em direção ao posto de imigração, foi rápido e no meu caso só me perguntaram o motivo da viagem e até que dia ficaria no UK,simples!Depois volta para o ônibus só para ele estacionar dentro do próprio ferry e ai é vc fica livre para aproveitar as mordomias do ferry que é bem luxuoso!rs
  7. 21° dia: Neste dia, fiz o 1° de dois day tour que contratei com a empresa Scottish Tours, ainda quando estava no Brasil. Contratei, pois não estava com carro e os lugares que queria visitar eram mais afastados da cidade. Esse 1° day tour foi operado pela parceira da empresa, a Jacobite tours e era um mini cruzeiro pelo Lago Ness com parada no Loch Ness Centre and Exhibition, uma espécie de museu dedicada a famosa e querida Nessie e visita ao belissímo Urquhart Castle que fica as margens do lago ness e merece uma visita de todos os que visitam essa região das Highlands. O tour foi ótimo, sem incidentes, recomendo! 22° dia: 2° day tour que fiz em Inverness, agora no estilo full day, pois percorerriamos uma distancia maior até Isle of Skye. O tour começou em frente ao centro de informações turísticas da cidade, passando por alguns pontos interessantes e seguindo na direção de mais um castelo, desta vez o Eilean Donan Castle, que fica numa pequena ilha que agora não lembro o nome, mas que possui um dos mais belos cenários da Escócia, inclusive serviu de locação para diversos filmes, entre eles, Elisabeth: A Era de Ouro e Highlander. Depois de ter dado a sorte de ter pego somente belos dias na Escócia, que apesar do frio e do vento, não chovia o suficiente para atrapalhar nenhum dos passeios, neste dia acabei conhecendo a verdadeiro e louco clima da Escócia. Depois de uma parada para o almoço em um charmoso pub que ficava no meio do nada, saímos em direção a tão esperada Skye e foi só entrar na van que o mundo resolveu desabar. Seguimos o caminho debaixo de muita chuva, mas até aí não foi tão ruim, pois a guia era bem divertida e ia contando um pouco sobre a história dos reis e rainhas da Escócia e como eu adoro o assunto, gostei. Claro que esperávamos que o a chuva desse uma amenizada e em determinado ponto até deu para descer da van e tirar algumas fotos da ilha, porém com um frio congelante. Mas em questão de minutos a chuva voltou a cair, desta vez mais forte, e com ela uma espécie de neblina que nunca tinha visto antes. Ventava tanto que parecia que a van ia virar, e aí, com a visibilidade cada vez menor, não teve jeito, tivemos que voltar a Inverness já que continuar seria perigoso. Adeus Skye!!! Dicas Hospedagem: Fiquei hospedada no Inverness Hostel e gostei, apesar de ser um dos mais simples que fiquei. Não tinha café da manhã e nem lavanderia e os banheiros era compartilhados, mas paguei 10 pounds por noite num quarto com 4 camas. Acho que o melhor foi a localização, literalmente ao lado da rodoviária. Outra dica é que se você não vai alugar um carro para visitar essa região, contratar um agência para day tour não é tão ruim, quer dizer, para Skye você pode ir de ônibus, mas os locais mais interessantes não são tão próximos e aí vai valer mais a pena se você dormir por lá mesmo. De Inverness vc tbm tbm a opção de visitar Fort Willian, que acabei não indo, mas fiquei arrependida depois. Ficará para a próxima vez! Passeios: Na cidade de Inverness existe o Ness Walk que é um tipo de faixa circular exclusiva para pedestres que contorna o Lago Ness, nas imediações da cidade, e tem uma duração total de 2h a 2h30. Fiz a caminhada na manha do dia que tomei o ônibus para Glasgow, mas como eu não tinha todo esse tempo, caminhei por cerca de uma hora e retornei por meio de umas das várias pontes do trajeto. Vale a pena, pois vc encontra belas vistas da cidade e do famoso lago.
  8. Inverness 19° dia: Nesse dia meus amigos decidiram me levar de carro a Inverness, pois de lá iriam a Skye para uma semana de férias. Acabei perdendo os 6.50 pounds da passagem de ônibus, porém ganhei fazendo um dos trajetos mais lindos da viagem, pois fizemos o Tourist Route to Inverness, uma rota por qual o ônibus não passaria. Paisagens belíssimas! Chegamos em Inverness, a “capital” das Highlands, por volta do 12h, me despedi dos meus amigos e segui até os hostel que era ao lado da rodoviária, só para guardar minhas coisas e sair para bater perna pela cidade. Nesse dia conheci dois irmãos sul africanos que me acompanharam até o Castelo de Inverness (que não é aberto a visitação) nas margens do famoso Lago Ness onde fica a parte mais bonita e rica da cidade. De lá caminhamos um pouco em direção a Catedral de Inverness, que neste dia só tirei fotos por fora, passamos por um lugar muito bonito onde há um monumento em homenagem a soldados que morreram na 2° Guerra, uma cruz celta enorme e muito linda. 20° Dia: A manhã deste dia foi dedicada a visitar alguns lugares citados no livro que eu comentei algumas vezes no relato (se eu consegui deixar alguém curioso com o livro, saibam que agora foi lançada uma serie de tv baseada nessa obra). Os dois lugares que eu queria conhecer eram a Clava Cairns, um circulo de pedras datado de muitos e muitos anos atrás, e o Culloden Battlefield, local que hoje abriga uma espécie de memorial em homenagem aos milhares de escoceses que morreram na Rebelião Jacobita. Como tinha pesquisado que a distancia entre os dois lugares era de aproximadamente 3km, resolvi que percorria à pé e que começaria por Culloden,pois no dia anterior descobri que havia um ônibus local que saia do centro de Inverness até lá. O problema é que acordei atrasada e quando cheguei no ponto descobri que o ônibus já tinha saído e que o próximo demoraria uns 45 min. Confesso que estava muito ansiosa para conhecer esse lugar então resolvi me dar ao luxo de pegar um taxi, que me custou uns 12 pounds, uma das poucas extravagancias dessa viagem, mas enfim, mudei a ordem e comecei pelo circulo de pedras. O taxi me deixou na entrada e como ainda era cedo, quando cheguei na havia absolutamente ninguém no lugar. A Clava Cairn, como disse é uma área composta por exatos três grandes círculos de pedras e mais algumas pedras postas estrategicamente ao redor do local, sendo que uma dessas pedras “soltas” chama a atenção por possuir uma fenda que a divide ao meio. Esse é um local repleto de mistérios, há quem diga que serviu como cemitério celta e várias histórias são contadas a respeito. Bem interessante para conhecer e foge do obvio circuito turístico. Como disse, minha intenção era caminhar os 3km de distância da Clava Cairn até o Culloden Battlefield, porém antes de ir resolvi confirmar a direção com o guia e motorista de um ônibus turístico que tinha acabado de chegar. Ele me indicou a direção, mas quando viu que eu ia caminhando, me ofereceu uma carona, pois disse que era o próximo ponto do seu tour e que não gastaria nem cinco minutos se eu fosse com ele e com a excursão. Sendo assim, aceitei a oferta, esperei o pessoal de o tour voltar ao ônibus e segui com eles até Culloden. Depois que voltei desses passeios, resolvi ficar pelo hostel mesmo e só sai a noite para tomar umas pints com os colegas do hostel em um dos pubs mais famosos de Inverness, o Hootananny
  9. Aberdeen 17° dia: Sai cedo de Edimburgo e cheguei em Aberdeen por volta das 11h30 com meu amigo já me esperando na estação de ônibus. Confesso que Aberdeen entrou no roteiro pq além de ser um belo caminho para as Highlands, era onde encontraria esse casal de amigos escoceses que me convidaram para passar o final de semana em sua casa. Meus amigos moram em uma região de Aberdeenshire chamada Banchory, uns 25 minutos do centro de Aberdeen, ou seja, não parei no centro da cidade e não poderei dar muitas dicas de lá, somente que me pareceu bacana pela janela do carro! Neste dia, fiquei somente com eles e não tenho nada muito interessante para contar em relação a viagem em si, porém o dia seguinte foi um dos melhores da viagem... 18° dia: Ainda na casa dos meus amigos Scottisch, acordamos cedo e eles resolveram que passariam o dia me levando para conhecer o maior número de castelo próximos da região. Nossa primeira parada foi no castelo mais lindo que eu conheci e só pela paisagem que vi, já valeu todo centavo gasto na viagem. O nome do castelo é Dunnottar Castle e fica nos arredores de Aberdeen, gastamos uns 20 min para chegar até lá e foi maravilhoso. Este castelo foi um antigo forte medieval, fica voltado para o mar com uma das vistas mais impressionantes que eu já vi na vida. Não lembro agora o quanto paguei, mas mesmo estando em ruinas (por isso achei mais legal) é relativamente bem preservado. Sei que parece contraditório, mas vc consegue visitar todos os cômodos do castelo e imaginar o quão grandioso ele foi um dia. Sem contar que a vista...sem palavras...é de tirar o folêgo!!! Depois saímos para almoçar numa vilinha de pescadores e finalmente experimentei um fish and chips decente! Neste dia paramos em mais dois castelos, um eu não me lembro o nome, era bem bonito e segundo meus amigos, muito usado para casamentos, pois não chegava a ser tão antigo e era bem conservado. O outro castelo era o Fraser Castle, que eles me levaram pq tem muito a ver com o livro que comentei no inicio do relato e que me fez ficar apaixonada pela Escócia (comentarei mais posteriormente). Esse último castelo apesar de antigo, foi transformado em museu, então era bem conservado. Paguei 10 pounds para entrar e meus amigos ficaram me esperando, pois segundo eles já tinha visitado o castelo antes, na época do colégio (imagina que tudo). O interior é lindo, nada de muita ostentação, mas interessante e conta a história do clã Fraser e de todos os proprietários do lugar. Eu gostei, mas mais uma vez, sou suspeita para comentar qualquer coisa relacionada ao que vi na Escócia, gostei de tudo! Dica: Se você estiver pensando em visitar as Highlands escocesas e tiver como alugar um carro, eu super indico que vc passe antes pela região de Aberdeenshire, não tanto no centro da cidade, pois parece que não há tantos atrativos assim, mas pelos arredores, são milhares de castelos e sítios interessantes e a estradas na Escócia são simplesmente surreais de tão lindas. Dunnottar Castle deveria ser parada obrigatória para quem passa pela região, é incrível!
  10. Escócia Antes de iniciar o relato desta parte da viagem, gostaria de explicar o porquê da escolha das cidades e de alguns passeios. Na verdade, como disse, adoro literatura e a cerca de sete anos acompanho uma serie de livros chamado Outlander, sendo que esses livros retratam um pouco da história da Escócia e descrevem vários lugares das Highlands que eu tentei meio que “segui-los” foi por isso dediquei 4 dias para Inverness que é uma cidade pequena e numa viagem “normal”, dois dias já seriam suficientes. Já Aberdeen entrou na lista devido a amigos que vivem lá e acabou sendo uma grata supresa. Mas vamos ao que interessa, começando com a capital... Edimburgo 14° dia: Finalmente Escócia. Estava muito ansiosa por essa parte da viagem e acabei não conseguindo dormir nada na trajeto noturno de Liverpool a Edimburgo tamanha a expectativa. Mas como nada nunca poderá ser perfeito, eis que meu grande perrengue aconteceria justo na chegada ao país que eu mais ansiava em conhecer. Cheguei à rodoviária de Edimburgo por volta das 7h da manhã e fui de taxi para o hostel. Quando cheguei, vi que o mesmo estava fechado, não tinha me atentado que justo este hostel (BELFORD HOSTEL, nunca se hospedem neste lugar) não tinha recepção 24 horas. Acabei tocando a campainha duas vezes (uma vez e depois de uns 5 min, outra vez) e sou atendida por uma louca varrida, que abre a porta para mim, GRITANDO, e dizendo que eu não devia ter tocado DUAS vezes, brigando comigo pq não tinha recebido nenhum e-mail e etc. Bem, eu sei que foi uma terrível distração minha não ter me atentado a esta questão, mas imagina minha cara ao ser recebida desta forma? Td bem que foi mal, mas atender um hospede daquele jeito? Bom, fiquei em estado de choque e decidi que não ficaria mais nenhum segundo naquele lugar, sai de lá furiosa (e chorando, mas de raiva mesmo) peguei outro taxi (ai meu bolso ) e fui para um hostel que uma garota que conheci em Liverpool me falou, o Kick Ass. No final, esse se saiu um dos melhores que me hospedei, bem em frente ao castelo de Edimburgo. Ótimo! Apesar do ocorrido, acabei encontrando novamente a colega que tinha me falado do hostel, uma chilena super bacana e que se tornou uma ótima companhia para os passeios e algumas baladinhas que se seguiriam. Nesse primeiro dia, visitei pela parte da manhã o castelo de Edimburgo e adorei, pois além da vista que se tem do alto, com a ajuda do áudio guia, foi possível conhecer mais da história desse país que é uma história riquíssima. A tarde fiz junto com a colega chilena o free tour da SANDEMANs, novamente, recomendadíssimo! Nesta noite fui dormir cedo, pois como comentei, não tinha “pregado o olho” na noite anterior. 15° dia: Acordei neste dia disposta a fazer a caminha por toda Royal Mile, a rua mais charmosa da cidade e que lugar é aquele... Toda cidade de Edimburgo parece saída de um conto de fadas, é como se tivéssemos viajado no tempo, todas aquelas construções medievais, um sonho! Apaixonei-me pela cidade, pelo país, pelo povo! Tudo isso no segundo dia! Além de caminhar pela rua mais famosa da cidade e que liga a Old Town com a New Town, fiz uma paradinha no Scotch Whisky Experience, bem interessante, onde é possível ter uma aula sobre a produção da mais famosa bebida escocesa. Tbm na Royal Mile,visitei o Writte’s Museum, dedicado ao mais famosos escritores escoceses: Robert Burns, Sir Walter Scott and Robert Louis Stevenson. O lugar é pequeno, mas interessante (mas sou suspeita para dizer) e o melhor, gratuito. A noite fiz um dos famosos Ghost tours da cidade, mas como era com a Sandeman’s, foi melhor pq a guia se preocupou em contar somente fatos reais, ligados as história da cidade, sem nenhum juízo de valor. Recomendo, pois o tour ainda nos levou até o topo do Calton Hill, uma colina super famosa e cheia de mistérios, com uma visão perfeita da cidade. 16° dia: Esse dia me dediquei a conhecer a New Town, visitei o Museu Nacional da Escócia (gratuito) onde vc encontra entre outras coisas, a ovelhinha Dolly, a Galeria Nacional Escocesa tbm gratuita e caminhei pelo Princes Gardens, um jardim lindo no inicio da Princes Street e que tem uma das vistas mais interessantes do Castelo de Edimburgo. No final da tarde, fiz uma visita ao Mary King’s Close, uma empresa que faz um tour de 1h pelos subterrâneos da Royal Mile, onde há muitos anos atrás existia uma espécie de outra cidade embaixo da principal. Vc conhece mais da história, de como a peste dizimou grande parte da população e como vivam a população mais pobre, naquela época. Passeio muito, muito bom!!! Esta noite, como era a última, resolvi junto com a chilena, fazer uma espécie de Pub Crawl por conta própria, visitamos vários dos muitos pubs da cidade, encontramos um com musica ao vivo e lotado de irlandeses loucos, mas que infelizmente não lembro o nome, pois apesar de ter sido o melhor depois de tantas pints fica mesmo difícil lembrar. Dica: Para quem vai a Edimburgo, minha única dica é se hospedar perto da Royal Mile ou da Princes Street, pois a cidade é pequena e os principais pontos se concentram nesta area Vc não precisara de transporte público, pq caminhar nesta cidade é quase uma obrigação!!! Edimburgo,linda! Visitem que não irão se arrepender!!!
  11. Obrigada,Claúdia! Acho que está ficando gigante este relato, mas acabei editando um pouco e colocando alguns dos principais gastos que tive. Espero que seja útil!
  12. Liverpool 12° dia (cont.): Cheguei a Liverpool, a terra dos Beatles, à tarde. A viagem foi bem tranquila e os ônibus da National Express, apesar de mais caros, são bem mais confortáveis que os do Megabus. Aproveitei esse dia para dar só uma volta pelos arredores do hostel sem nada muito programado. O hostel que fiquei (Hatters Hostel, muito bom) era enorme e tinha um bar bem legal onde acabei ficando e assistindo alguns jogos da Copa, conversando com um pessoal que conheci. 13° dia: Nesse dia fiz o free tour da mesma empresa que comentei antes, foi umas 4 horas de caminhada por diversos lugares interessantes da cidade, passando pela região do cavern club, reduto dos Beatles com direito a algumas anedotas contadas pelo guia. Durante o percurso houve uma breve pausa para o café. O tour terminou no bairro de Albert Dock e foi lá que eu resolvi parar para almoçar. Este bairro parece mesmo o berço cultural de Liverpool e nesse mesmo dia aproveitei para visitar o Merseyside Maritime Museum (que conta com uma ala dedica ao Titanic), o International Slavery Museum(Liverpool, infelizmente, teve um papel importante na história da escravidão), uma passagem rápida pelo Museu de Liverpool e algumas fotos com as divertidas Bananalamas. Acho que o lugar mais procurado nesta área é o Beatles Store, mas não fui, pois achei a entrada caríssima! Como já tinha feito o check out, voltei para o hostel para buscar minhas coisas e segui para a parte da viagem que eu mais esperava. Scotland!!!!
  13. 10° dia: Nesse dia peguei um ônibus da National Express e fui visitar a cidade Bath. Sai as 7h30 da manhã com o objetivo de chegar a tempo de fazer um Jane Austen Walking tour, que além de mostrar alguns pontos da cidade, conta com algumas anedotas referentes a vida da escritora e de explicações sobre os lugares citados em alguns dos livros. Contei com a pontualidade britânica e não me decepcionei, cheguei 30 min antes do tour começar e mesmo me perdendo um pouco pelo caminho, consegui fazer o tour e simplesmente amei (coisa de fã, não sei se todo mundo curtiria). Depois me encontrei com uma amiga que vive em Bristol e foi para Bath (bem pertinho) para me encontrar. Caminhamos mais pela cidade, visitamos o Pump Room fechei o dia no Jane Austen Centre (o Walking tour é patrocinado por eles). Eu adorei a cidade de Bath, é uma graça, linda, não é longe de Londres, se quiser tem a opção do trem (não fui pq era mais caro) e é uma ótima pedida para um day tour por conta própria, principalmente com o dia ensolarado que peguei. Perfeito! 11° dia: Nesse dia, eu optei por um day tour contratado por uma agência, pois era meu último dia em Londres ( eu teria mais um antes de voltar ao Brasil) antes de Liverpool e imaginei que seria bom ter já tudo organizado, pois queria poupar minhas energias. Pois bem, contratei ainda no Brasil a agência Evans Evans Tour e fiz minha day trip para Windsor,Stonehenge e Oxford. O tour começou pontualmente, mas na primeira parada optei por não entrar no Castelo de Windsor e fiquei caminhando pelo vilarejo que é lindo. Acho que fiz uma boa escolha, pois gostei muito do lugar e se tivesse entrado no castelo, além de ter gastado uma quantia razoável, não teria tido o tempo necessário para visitar os arredores, mesmo pq meu objetivo nesse dia era Stonehenge. Confesso que depois de ter conhecido Machu Picchu, Stonehenge pode ser um pouquinho decepcionante, principalmente pq vc não pode chegar perto das pedras. De qualquer forma, foi o ponto alto do dia, encontrei até um grupo que devia ter alguma licença especial, pois estavam todos vestidos de branco em algum tipo de ritual dentro no monolítico. Não Faço idéia do que era (vejam a foto abaixo). Já a última parte do tour foi decepcionante, fizemos um free tour por Oxford, mas muito curto e pouco explicativo. Como era final de tarde, todos os colleges e universidades estavam fechados para visitação. Fiquei com muita vontade de voltar, vai ficar para a próxima viagem. 12 dia: Fiz o check out bem cedo e fui mais uma vez a Victoria Coach Station para pegar meu ônibus para Liverpool (umas 5h de viagem) me despedindo com belas paisagens pela janela do ônibus. Dicas Hospedagem: Fiquei as 7 noites no hostel Astor Quest, e gostei. Uma acomodação para 6 pessoas, com banheiro privativo e café incluso, na região de Bayswater, ao lado do metro e do Hyde Park. Paguei 17 pounds por noite e não me arrependi, mas por não ser tão conhecido, não encontrei nenhum latino hospedado por lá, o que fez falta já que fiquei por lá na época da Copa do Mundo. Passagens de ônibus, London Pass e mais: Como comentei no relato, a empresa Megabus é a mais barata e consegui viajar com ela por preços baixíssimos, mas a National Express é mais confortável e dependendo do trecho, a diferença não é tão grande. Já o tour que fiz foi pela Evans Evans Tour, apesar da pontualidade, achei o serviço somente razoável. Em relação ao London pass, depende dos lugares que vc quer visitar, há muitos museus gratuitos em Londres e deixei para visita-los na volta a cidade, pois tive um dia livre antes de pegar o voo para o Brasil.Eu comprei o passe ainda no Brasil,pelo site deles.Se vai valer a pena é essa a questão: faça as contas, veja o período da viagem, pois o passe te dá fast track para a entrada de várias atrações e, acredite, faz uma diferença enorme em alguns casos.Como muito dos lugares q visitei, eram pagos, valeu a pena, ou seja, eu usei e não me arrependo.
  14. 7° dia: Para essa viagem eu adquiri um London Pass para 3 dias e que funciona como o Museum Pass de Paris. É mais caro, mas eu fiz as contas e valeu a pena. Como nesse dia eu iria começar a utiliza-lo (ele é por dias consecutivos e se ativa no primeiro uso) resolvi começar visitando o Shakespeare's Globe , logo no horáro de abertura do lugar. Lá eu fiz um tour guiado que falava sobre a construção do lugar, sua ligação com o escritor e sobre o como era o teatro elisabetano. Bem legal! Depois aproveitei para visitar lugares que estavam próximos, fui ao London Bridge Experience (divertido, mas não teria pagado se não estivesse incluído no Pass) e por fim a Tower Bridge que é linda demais, porém não curti muito a exibição em si. A partir do primeiro lugar, fiz todos os passeios a pé e neste meio tempo aproveitei para almoçar o famoso fish and chips inglês que é exatamente igual ao que comia na NZ, ou seja, puro óleo. Depois fui de metro até a West End e consegui comprar um ingresso mais barato para O Fantasma da Ópera para o dia seguinte. 8°dia: Ainda com o London Pass, comecei o dia visitando a Abadia de Westminster e acho que foi o lugar que eu visitei em Londres que mais me encantou, saí de lá extasiada com toda beleza e história do lugar, cheguei até mesmo a me emocionar, mas aí foi algo bem particular pq eu sou louca por histórias de reis e rainhas e o Poets' Corner, uau!!! De lá, fui tirar as tradicionais fotos no orelhão inglês com vista para o Big Ben e o parlamento. Fiz tbm um ótimo rock and roll Walking tour incluído no London Pass (adorei) e a tarde dei continuação à peregrinação literária e visitei o Charles Dickens Museum, pequeno, mas ótimo! À noite fui a West End novamente para ver o musical que havia comentado. 9°dia: Acordei um pouco mais tarde e fui direto para a Torre de Londres. Saindo de lá, minha grande bobagem, resolvi almoçar lá perto pq não tinha comido quase nada no café e depois fui a Camden Tow, uma besteira, pois em Candem vc encontra comidas de tudo com que é jeito e de vários países e com um preço mais em conta. Claro que acabei extrapolando, provei um monte de comidinhas diferentes, mas sai de lá super pesada e sem vontade de fazer mais nada. Entre um quitute e outro, perambulei pelas diversas feiras e markets da região, comprei algumas bugigangas e me apaixonei pelo bairro. Vale a pena a visita, mesmo sendo numa sexta tinha bastante gente por lá (parece que no final de semana é uma verdadeira loucura). Recomendadíssimo! Dormi cedo nesse dia, pois no seguinte faria minha primeira day trip e teria que acordar bem cedo.
  15. Londres/Bath/Stonehenge e Liverpool 5°dia: Cheguei bem cedo em Londres, mais precisamente na Victoria Coach Station, não confundir com a Victoria Tube Station, ambas são próximas, mas vc precisa sair da estação de ônibus para então chegar na estação de metro. Como cheguei cedo, aproveitei para comprar meus Oyster Card, nosso melhor amigo em Londres! Ja que ficaria 7 dias na cidade, pedi o cartão com o 7 day travel card, funciona como um bilhete que vc usa ilimitadamente no metro e ônibus (esse último eu não usei), super útil! Como não dava para fazer o check in no hostel, somente guardei minha mochila, tomei um demorado café da manhã e fui fazer o Free Tour da Sandmans, que eu tbm super recomendo, tanto que acabei fazendo o mesmo free tour em outras cidades por qual passei. Como o nome diz, é gratuito, mas é legal se vc deixar uma “caixinha” para o guia. Para um primeiro dia é ótimo, conheci alguns pontos legais da cidade bem como histórias interessantes, vi a troca de guarda e muito mais. Acho que durou umas 3h30. Voltei para o hostel cansada depois da caminhada e da viagem da noite anterior então, não teve jeito, fui “obrigada” a dormir cedo. 6° dia: Nesse dia resolvi que ainda não ativaria meu London Pass (já explico sobre ele) e que aproveitaria para fazer os passeios que o mesmo não incluiria. Como comprei um ingresso combinado do Madame Tussauds+ London eye pela internet (mais barato), resolvi começar pelo primeiro. Cheguei 30 min antes da abertura do lugar e foi a melhor coisa q poderia ter feito, pois aproveitei para tirar várias fotos com as estátuas de cera antes da “muvuca” se instalar. Saindo de lá comecei minha primeira peregrinação literária em solo inglês, visitei o Museu do Sherlock Holmes, bem pertinho do Madame Tussauds. Depois, almocei perto do hostel, dei uma descansada básica e no final da tarde fui ao London Eye, ótima vista da cidade!
  16. 3° dia: Neste dia, tbm acordei cedo (dormir é uma perda de tempo) e fui em direção a Versalhes. A viagem de trem foi super agradável, inclusive essa linha de RER é toda temática, com o teto todo decorado imitando o próprio palácio, lindo! Cheguei relativamente cedo e fui direto para a fila que já estava grande. O passeio durou a manhã inteira e parte da tarde, foram umas duas horas no interior do palácio, ostentação pura aquele lugar! Como no dia anterior tinha excedido minhas forças com toda aquela caminhada, resolvi visitar o Grand e o Petit Trianon com o trenzinho que fica logo na saída do palácio que leva aos jardins (que eu acabei vendo muito pouco). Esse trenzinho é um valor a parte que não estava incluso no meu Museum Pass, mas achei que valeu a pena, pois ele faz um circuito com três paradas e você pode descer e ficar o tempo que quiser é depois é só seguir viagem. Almocei em Versalhes mesmo, perto da estação de RER e como a conexão que eu faria para chegar ao hostel era justamente na mesma linha que fica o Arco do Triunfo, resolvi sair e, desta vez, consegui subir até o topo do Arco, com direito a mais uma visão panorâmica da cidade agora com fotos de toda a extensão da Champs Elysees. Linda! A noite fui assistir o jogo do Brasil com os amigos brasileiros do hostel, em Montmartre mesmo, aproveitei para tirar umas fotos da frente do Moulin Rouge e conhecer um pouco da fama boêmia do bairro. 4° dia: Esse era meu último dia em Paris, mas deu para aproveitar bastante, pois meu ônibus para Londres(sim, ônibus, já conto como foi) só sairia por volta das 22h. Como era domingo, fui com os amigos brasileiros do hostel até a cinemateca francesa que neste dia tem a entrada gratuita. Ótimo passeio, sem nem sombra de turistas, o lugar é super interessante e se vc gosta de cinema francês, vai se realizar no lugar. Depois de almoçarmos, voltamos para Montmartre. Fui até o espaço Dalí (bem legal), caminhei um pouco pela Place du Tertre, fiz algumas comprinhas básicas e fui fazer o check out no hostel. Como me sobrava tempo até a partida do ônibus, fui até a Bastilha e depois visitei rapidamente a casa do Victor Hugo (cheguei 30 min antes do fechamento). A casa onde ele viveu é bem pequena e 30min pode parecer pouco, mas fui suficiente para visitar os três minusculos andares da casa. Saindo de lá têm uma praça bem legal que estava lotada de parisienses “lagarteando” pela grama, aproveitando mais um dia ensolarado de verão. Fiquei um pouco por lá e depois segui para o hostel para buscar minhas coisas e ir para a estação de onde saía o ônibus da empresa Megabus. Dicas Hospedagem: Fiquei Le Village Hostel e adorei o lugar. É bem simples, mas com um preço justo que não é comum em Paris onde toda hospedagem é cara. Inclui café da manhã, tbm simples, é limpo, um ambiente agradável e os funcionários super atenciosos ( dois deles, brasileiros).Tbm fica a 2 min da estação de metro de onde vc pode ir a qualquer lugar em Paris. Recomendo o hostel e o bairro. Passagem de ônibus: Viajei de ônibus de Paris a Londres por míseros 5 pounds pela empresa Megabus. A viagem dura umas 9h, mas fui à noite então economizei na hospedagem. O ônibus desta empresa não é muito confortável, mas pelo preço, confesso que achei que o serviço foi muito além das minhas expectativas. Nessa rota, o ônibus te leva até um porto que se não me engano fica em Calais, onde vc desce, faz o processo de imigração e embarca no ferry (esse sim, um luxo só) para a travessia que dura algumas horas e onde vc pode “cochilar” pois tem varias opções de entretenimento. Depois vc volta para o ônibus e segue viagem até a estação Victoria, onde cheguei por volta das 07h. Se eu recomendo? Claro, 5 pounds seria o equivalente a 20 reais, uma pechincha. Mas precisa comprar pelo site com certa antecedência.
  17. 2° dia: O dia mais “longo” da viagem. Acordei cedo e fui em direção (é claro!)a Torre Eiffel. Pensei até em subir, mas desisti assim que vi a fila enorme. A torre é uma das poucas atrações que não está inclusa no Paris Museum Pass, e sem fast track não dava para encarar aquela fila gigantesca. Segui então de metro até a Catedral de Notre Dame. Lá tinha uma filinha básica tbm, mas foi coisa de uns 30 minutos e de quebra ainda encontrei um casal de americanos super simpáticos que ficaram conversando comigo na fila e me acompanhando no longo e árduo processo de subir toda a escadaria que leva ao topo da Catedral e suas famosas gárgulas. Como sedentária (vergonhosamente) convicta, sofri horrores até chegar ao topo, mas valeu a pena, a vista da cidade de lá de cima é maravilhosa! Já era por volta do 12h quando resolvi almoçar por lá mesmo, perto da Catedral. Achei um restaurante em uma ruazinha que não lembro o nome que tinha uma ótima promoção dessas tipo “menu do dia”, e mesmo sem falar uma palavra de francês, fui bem atendida e a comida estava ótima, com direito ao um mousse de chocolate delicioso (poxa, eu merecia um desses depois de subir todos os degraus da Notre Dame ). Devidamente abastecida, resolvi caminhar em direção ao Louvre( neste dia,o museu fechava mais tarde). Todo trajeto foi lindo, tanto que nem me senti cansada mesmo depois de 4 horas andando pelo Louvre (claro que não deu para conhecer nem 5% do lugar, mas paciência!)tanto que resolvi que iria caminhar pela Champs Elysees até o Arco do Triunfo. Nunca, em toda a minha vida eu andei tanto e mesmo assim, nunca me senti tão feliz. Acho que Paris realmente opera milagres na vida de professoras sedentárias como eu! Quando cheguei ao Arco, fui informada que neste dia o horário de visitação acabou sendo reduzido (quando cheguei era por volta das 19h e normalmente o funcionamento para subir ao topo do Arco é até as 23h. Não nesse dia! ) Devidamente cansada depois de todas as “andanças”, voltei para o hostel, preparei meu jantar e fiquei por lá, assistindo ao jogo da Copa e conversando com o pessoal que conheci, uma australiana e dois brasileiros, super bacanas.
  18. Olá pessoal, faz três semanas que cheguei da viagem que eu considero a “viagem da minha vida”, e gostaria de compartilhar com vocês um pouco dessa experiência incrível que foi visitar pela primeira vez o velho continente e conhecer a minha amada Escócia (depois vcs vão entender). Antes de começar meu relato, gostaria de agradecer ao AdrianoLB e a CrisB pelas dicas e ressaltar que como foi minha primeira viagem a Europa, me propus a visitar os pontos turísticos sem com isso deixar de conhecer lugares que tem muito a ver com a minha grande paixão: a literatura. Também ressalto que meu objetivo era economizar ao máximo com locomoção, alimentação, etc. Optei por fazer muito dos trechos de ônibus,pois devido ao tamanho e peso da mochila, não era possível contar com as companhias low cost e trêm era muito caro, então mesmo sendo mais longo, economizei noites de hospedagem e consegui encontrar algumas barganhas.Preparem-se, esse relato será longo! Lugares Visitados: França - Paris Inglaterra - Londres/Bath/Liverpool Escócia - Edimburgo/Aberdeen/Inverness/Glasgow Irlanda - Dublin Ideia de gastos gerais Passagens Terrestres Paris a Londres = Megabus £5,00 (R$ 20,00) De Londres a Bath (ida e volta) = National Express £15,00. (R$ 60,00) De Londres a Liverpool = National Express £6,00. ( de R$ 24,00) *De Liverpool a Edimburgo = National Express £35,90. (R$ 141,00) De Edimburgo a Aberdeen = Megabus £ 1,00 (R$ 4,00) De Aberdeen a Inverness = Citylink £ 6,50 (R$ 26,00) De Inverness a Glasgow = Megabus £ 1,00 (R$ 4,00) De Glasgow a Dublin = Arriva trains wales £38.00 (R$152,00) *De Dublin a Londres = National Express £35,00 (R$ 140,00) Valor total = De R$ 571,00 Acomodação Paris: Village Boutique Hostel; 3 diárias ( 8 camas, suíte) = R$ 215,05 Londres : Astor Quest; 7 Diárias ( 6 camas, suíte) = £110.70 ou R$ 444,00 Liverpool: Hatters Liverpool; 1 diária ( 4 camas, suíte) = R$ 68,53 Edimburgo : Kick Ass 3 diárias ( 6 camas, wc comp.) = £40,50 ou R$ 162,00 Inverness : Inverness Tourist Hostel; 4 diárias ( 4 camas, wc comp.) = £36.00 ou R$ 144,00 Glasgow: Euro Hostel Glasgow; 1 diária ( 4 camas, suíte) = R$ 76,15 Dublin : Ashfield House City Centre; 2 diárias ( 4 camas, suite) = R$ 95,76 Londres: Central Hostel; 1 diária ( 4 camas, suíte) = £11.90 ou R$ 48,00 Total = aproximadamente R$ 1.254,00 Passeios/ Tours Palácio de Windsor, Stonehenge e Oxford = £54.00 ou R$ 220,00 (Evans Tour) Urquhart Castle e Loch Ness Centre = £ 25.00 ou R$ 100,00(Scottish tours) Eilean Donan Castle and Isle of Skye = £49.00 ou R4 196 (Scottish tours) Total = Aproximadamente R$ 516,00 Passes e ingressos de atrações Paris Museum Pass 2 dias= € 42,00 ou R$ 139,00 *London Pass = £79,80 ou R$ 320,00 Madame Tussaud´s + London Eye = £39.96 ou R$ 160,00 Total = Aproximadamente R$ 619,00 Saí de São Paulo voando com a Tap, comprei a passagem no estilo “múltiplos destinos” Sp-Paris e Londres/SP com uns 8 meses de antecedência e paguei R$ 2.400 por todos os trechos, acho q valeu a pena e gostei muito do atendimento deles. Paris 1° dia: Cheguei na parte da tarde em Paris pelo aeroporto de Orly e logo na chegada procurei o central de informações turísticas onde já comprei o meu carnet 10 voyages(suficiente para os meus 4 dias na cidade) + o bilhete de trem para a estação Antony de onde segui em direção ao hostel. Aproveitei e comprei o Paris Museum Pass de 2 dias, que eu super recomendo, pois dá direito a entrada em vários museus e pontos interessantes, normalmente podendo escapar das longas filas que se formam por lá no verão(não confundir com Paris Pass, esse não vale a pena, muito caro). Desci na estação Gare Du Nord e me perdi um pouco visto que a estação é enorme e eu precisava fazer baldeação para ir à estação Anvers, mas depois de algumas idas e vindas consegui me localizar e segui para meu destino que era o hostel que eu escolhi em Montmartre. Aqui vai uma opinião que é bem pessoal e que muitos podem não concordar. Li muitas pessoas aqui dizendo que a região de Montmartre deveria ser evitada em relação à hospedagem, mas eu digo exatamente o contrário, eu simplesmente amei me hospedar por lá, não me senti nem um pouco insegura, mesmo viajando sozinha, fora que o lugar tem uma vibe diferente, eu adorei! É perto do metro, fácil para se locomover e com hostels com preços mais “atraentes”. Vale a pena! Aproveitei esse primeiro dia para caminhar pelo bairro, segui os passos do filme da Amélie Poulain, subindo os degraus da Sacré Cour, com uma ótima vista da cidade lá do alto. Aproveitei para me “perder” pelas ruelas charmosas do bairro, comer os deliciosos crepes de chocolate, enfim, o dia estava lindo e ensolarado, eu adorei o lugar. Como estava muita cansada pela longa viagem, comprei umas coisinhas no supermercado Dia que está ao lado do hostel e resolvi jantar por lá para me preparar para o próximo dia.
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