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candoiano

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Sobre candoiano

  • Data de Nascimento 30-08-1989
  1. Uau! Gostei da forma como vc preparou teu relato, May. Deu até um arrepio ao pensar em tdas essas possibilidades. Dúvidas: você já saiu do Brasil com os trabalhos voluntários acertados? Pagou algo do tipo taxa de inscrição ou contribuição voluntária? Quais eram as condições oferecidas pelas organizações (ex: alojamento, almoço, transporte até a cidade)? Abração!
  2. Poxa, Thiago, saiu até gota dos olhos quando vi teu gorro no meio daquela neve. Semo Goiás, Goiás até morrer. \o/\o/ haha! Então, no teu relato você diz que tem de atravessar um rio. Minha dúvida é se dá pra fazer de moto (CGzinha). Sou goianiense mas moro em Brasília. Em 2014 vou conhecer as redondezas de Pirinópis, pois até hoje só fiquei na cidade. Tuas fotos ficaram bem legais. Valeu!
  3. Oi, Sonia! No teu último post você mencionou uma parada de dois dias nos portos africanos pela Grimaldi. Você poderia explorar um pouco mais essa questão? Quando você para nas Ilhas Canárias, pelas companhias europeias, fica quanto tempo? Dá pra passear pela cidade ou fica restrita à área do porto? E quanto ao passaporte? Sei que a Europa não precisa de visto, mas fico imaginando que o ingresso de estrangeiros via porto seja mais flexível em outros países que não precisam de visto. É? E quanto à grana pra ingressar na UE via porto, pedem os mesmos euros? Por fim, uma curiosidade muito pessoal: no meio do oceano rola aquelas tempestades horríveis com ondas gigantescas e chuva cortante? Obrigado pela sua contribuição, você me inspirou. Um abraço!
  4. Grande Xaliba, sempre presente. Me diga uma coisa, como você fez pra entrar nessa de marinheiro? Precisa de experiência? Já olhei alguns veleiros/navios que vão pra Antártica, mas ou você é técnico em algo e vai como pesquisador ou você é experiente e vai como tripulante da companhia. Não encontrei o meio termo. Qual foi tua experiência? Abraço!
  5. Salve Salve Mochileiros! Este é meu primeiro relato, mas não é a primeira vez que venho pelas bandas do fórum. Antes de qualquer viagem que eu penso fazer, dou uma conferida aqui no site pra ver se tem algo legal para fazer no lugar. E sempre dá certo. Minha última viagem foi pra Maceió, escolhi o destino porque queria ir pro Nordeste e foi pra onde consegui uma passagem mais barata (R$ 200 ida e volta de Brasília). Fui desarmado: sem informações, locais turísticos nem nada pois só queria descansar. Mas quando eu vi aquela orla, aqueles tons azuis, não aguentei, fui festar. Quem vai sem informação não se arrepende pois os roteiros são bem conhecidos e divulgados. Há uma série de agências de turismo que vendem pacotes na praia de Pajuçara com fotos e folhetos, se você quiser fazer um passeio, basta parar ali (ou se deixar parar) e conversar com um dos vendedores. Eles dizem o que tem pra fazer no local, quanto você vai gastar e os horários de ida/volta. Só que eles tão vendendo, então, cuidado, guarde suas expectativas e vá cabreiro pois o passeio pode não ser o que você imaginou (como foi comigo em um deles). Cheguei na segunda a noite, fiquei no albergue da HI de Ponta Verde. Ele é muito bem localizado, 10 minutos de Pajuçara e 30 de Ponta Verde. Nesse dia eu fui inaugurar o Pavilhão do Artesanato e os quitutes da orla de Pajuçara. Ali mesmo já fechei um passeio para o outro dia: 9 Ilhas, por R$ 60 (com transfer, passeio de barco e almoço,na Das Alagoas). O almoço é buffet e bem gostosinho, valeu a pena, comi muito camarão pra inaugurar a temporada. Daí veio o passeio. Minha expectativa é que fossem ilhas grandes ou pelo menos distantes entre si. Goiano do cerrado, só ouço falar de ilha nas fotografias. Mas não. Quando o passeio começou o guia já apontou três ilhas: Ilha de Santa Marta, Ilha do Almirante e Ilha das Cabras. Virando a embarcação, eis que avistamos mais duas ilhas: do Fogo e de Bora Bora. Ao lado as ilhas das Andorinhas e de Um Coqueiro Só. Nossa primeira parada (de uma hora) foi na Ilha do Carlitos. Cada ilha tem uma história bacana mas sempre ligada ao porque de ter aquele nome. Nesta ilha tem uma piscina (1,20 m de profundidade) e uns barzinhos. A entrada já está inclusa no valor do pacote. Como a água da lagoa não é boa para o banho, resta a piscina, pegar sol, curtir o vento gostoso que faz na ilha ou ver os caranguejinhos na beira da lagoa. Seguindo passeio a próxima parada já é no município de Marechal Deodoro na Ilha de Santa Rita. Ela é que faz a divisa entre a lagoa de Mundaú e o mar (essa divisão some, de acordo com a maré). Não dei sorte, aparentemente teve uma enchente e a praia estava abarrotada de lixo. Mas tipo, muito lixo. Lixo doméstico de todos os tipos. A vista é linda mas isso estraga qualquer passeio. Ficamos ali uma hora até o pôr-do-sol. E que poente.. de dentro da lagoa o barco vai indo enquanto o sol se põe. É um espetáculo a parte e só por ele já vale o que foi pago. Acho que a trilha sonora também ajudou.. não esqueço a música que ouvi enquanto o sol se punha: "m de mar, a de amor, c de carinho, sol e mar de Maceió, e de eterno, i de ilusão, ó de Maceió, você roubou meu coração". =) Na quarta eu fiquei pela cidade mesmo. Com uma ótima companhia do Hostel fui andando para a praia de Ponta Verde, dali pra Jatiuca, chegamos até a Lagoa das Antas (divisa com Cruz das Almas), daí voltamos andando até Pajuçara, encerrando o dia na maravilhosa sorveteria bali, que é um ponto turístico próprio. Rsss. Gordinho feelings. A noite fomos pra noite do turista na Maikai, uma casa de dança muito legal (peguei a dica aqui no fórum). Foram R$ 25 pra entrar e R$ 6 por cada breja. Mas valeu a pena. Eles têm dançarinos e UMA dançarina (pelo menos no dia), então, se você não for de galera, não dá viagem perdida. Depois do forró rolou música pop e por volta de meia-noite a festa toda acaba. Portanto, chegue cedo (20h) para aproveitar mais. Ah, o Maikai tem o serviço de transporte, leva e traz, basta ligar e agendar um ponto de encontro (se teu hotel for nas principais avenidas, eles te pegam lá). Na quinta fui conhecer a famosa praia do gunga. O passeio saiu por R$ 20 com o Tenório. Primeira parada: praia do Francês. É a praia que mais gostei do passeio, ela é de tirar o fôlego, a água é calma e morna, não tem onda forte, a arrebentação é nas paredes de rocha lá na frente, então é bem piscininha (e a areia demoooora a afundar). Tem bastante bar e pousada ali em volta, mas a praia é limpa. 20 minutinhos para tirar foto, seguimos para a praia da Barra de São Miguel. Desta praia você pode pegar um barco para a praia do Gunga que para nos corais, tem como nadar com os peixinhos e tomar um solzinho nos bancos de areia do trajeto, por R$ 25. Se não, curta os 20 minutinhos para tirar foto e siga passeio rumo ao Gunga de van. No Gunga a primeira impressão é de que coqueiro brota do chão. Pleonasmo a parte, o lugar é lindo. De um lado tem um lago bem calmo de água morna e areia fina, do outro tem o mar aberto com ondas fortes e tombo bem próximo da praia. A areia é grossa e quente. MUITO QUENTE. Tentei ir andando até as falésias mas desisti no meio do caminho. Conheci gente que foi, mas esse pessoal não deve ter sola no pé. A areia é muito muito quente. Você pode alugar um quadriciclo (R$ 70) ou um bug e ir até as falésias ver as areias coloridas. Eu fiquei só na praia. Leve sua comida e sua bebida pois tudo ali é muito caro. 15h30, hora de voltar. O Tenório parou no Mirante do Gunga (R$ 1 pra subir) que proporciona uma visão linda de toda a plantação de coqueiros, da Barra de São Miguel, do Gunga e dos confins visíveis. Vale a pena desfrutar da visão por 5 minutinhos. A noite eu fui pra Beira-Mar, tava rolando jazz ao vivo no Lopana (cada dia é um estilo diferente), mas começou a chover. Daí eu fui pro Le Hotel (dica aqui do fórum), mas a energia acabou (apagão do nordeste 2012, #euFui). Daí voltei pro albergue. =( Mas também já era meia-noite. =) Sexta era meu último dia em Maceió e resolvi fazer algo diferente: desbravar o litoral norte por conta própria. Destino: Paripueira. Peguei informações no albergue (eles sempre ajudam) e ônibus na Praça Lions rumo ao último ponto da linha Ipioca-Ponta Verde (o último ponto não é em Ipioca mas sim em Sauaçuhy). Meu trajeto era praia de Guaxuma, praia de Ipioca, praia de Paripueira e depois praia da Sereia. Não segui essa ordem mas são quatro praias que eu recomendo. A praia de Guaxuma é onde fica o SESC, é dentro da cidade, tem mangues por perto e não me pareceu muito limpa. Mesmo cenário na Praia da Sereia (que tem mais turistas que Guaxuma). Logo depois da praia da Sereia, rumo a Ipioca, tem um bar de pescadores (é muito fácil identificar, tem um mangue e um monte de barcos logo atrás, visíveis da rodovia) que é recomendadíssimo: comida fresquinha e bom papo. Seguindo, fui pra Paripueira (você tem que pegar um transporte de Sauaçuhy, R$ 2). A praia é linda, me lembrou muito a praia do Francês, mas sem as rochas: água morna, areia fina e ondas medianas. Fiquei ali umas duas horas e voltei pra Sauaçuhy, de onde fui andando para a praia de Ipioca. Peguei um caminho no meio da rodovia e sai numa praia deserta, limpa e linda. Tipo, deserta mesmo: só eu nuns 10 km de praia. Me esbaldei. A volta é bem simples, peguei o Ipioca-Ponta Verde na rodovia e desci em Ponta Verde. Na volta descobri uma rua cheia de barzinhos chamada Gomes de Barros. Se forem a Maceió, visitem essa avenida: cheia de jovens, bares e boa comida. De Ponta Verde fui andando pra Pajuçara e me despedi das tapiocas lindas e deliciosas daquele cantinho (sempre com coco, nhami!). Nesse dia a noite tinha jazz no Orákulo (outra dica aqui do fórum), em Jaraguá (bairro mais antigo de Maceió), mas tava cansadão, não dei conta de mais nada. No sábado só curti nostalgia e abstinência. Pra ir pro Aeroporto eu peguei um busão na Praça Lions. Ele demora pra passar e leva uma hora e meia pra fazer todo o trajeto. Mas é bacana pois você vai conhecendo um pouco mais da cidade para o lado continental. Bem, esse foram meus cinco dias em Maceó. Impressões gerais: tem muito coqueiro, muito mesmo; as praias da cidade são sujas (eles jogam esgoto descaradamente); turista tem que aprender a levar lembranças e também o seu lixo; comida deliciosa; forró não é muito comum mas dá pra achar; cidade é de fácil acesso, dá pra ir andando a maior parte dos lugares; centro não tem muitos atrativos; calor é úmido (pessoas da rinite, não encontrei problemas em outubro); cada praia tem um azul próprio; o céu é lindo; vale super a pena.
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