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afonsosolak

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Sobre afonsosolak

  • Data de Nascimento 27-12-1989

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    Brasil, Holanda, Itália, Alemanha, Inglaterra, França, Espanha, Malta, Marrocos, San Marino, Vaticano, Suíça, Argentina, Chile, Bolívia, Peru, Luxemburgo, Áustria, Liechenstein, Bélgica, Turquia, Hungria, República Tcheca, Dinamarca, Noruega, Suécia, Finlândia, Irlanda, Escócia, Lituânia, Russia, Egito, Israel, Jordânia, Grécia, Singapura, Malásia, Tailãndia, Camboja, Chipre, Polônia, Emirados Árabes Unidos,
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  1. ATENÇÃO!!! Este artigo está absolutamente cheio de links que tem por objetivo informar o máximo possível sobre como viajar na América do Sul. Sinta-se na Wikipédia, guarde este link nos seus favoritos e vá abrindo todos os links em novas abas para não esquecer de nada! Espero que seja útil! Entre no contexto... Quando tomei a decisão de realizar esta viagem, vivia um momento importante da minha vida. Estava prestes a defender meu TCC, meu estagio já havia acabado e eu não sabia exatamente em qual dos processos seletivos que eu havia participado seria aprovado. Por mais que o ano letivo terminasse em dezembro, minha formatura estava marcada somente para a primeira semana de março. Nesse meio tempo, eu não podia nem fazer mais estágio e nem atuar como engenheiro. Depois de todos aqueles anos de muito esforço na escola de engenharia, este momento viria muito bem a calhar. Era hora de me desafiar em algo novo, de esclarecer todas as ideias e por todos os pingos nos "is". Fazer um mochilão sozinho pela América do Sul parecia uma ótima ideia! O único problema é que meu salário da época de estagiário não era lá muito alto, então precisava de algo bem barato! Dentro das possibilidades de uma viagem pela América Latina, a única que realmente cabia no meu bolso exigia que eu viajasse o TEMPO TODO DE ÔNIBUS, e assim decidi fazer! Compartilho convosco hoje meu roteiro, algumas dicas e inclusive alguns custos que tinha guardado nos meus arquivos. O roteiro inclui - nesta ordem saindo pelo Rio Grande do Sul - 5 países: Uruguai, Argentina, Chile, Bolívia e Peru. Carinhosamente chamei essa viagem de “Circuito Andino”. Viajei durante pouco mais de um mês. Inicialmente meu objetivo era conhecer a região do norte do Chile, a Bolívia e o Peru, mas naquela época, de todas as combinações que eu fiz, viajar via Uruguai e Argentina de ônibus acabava ficando mais barato que voar diretamente ao Chile ou ao Peru. De quebra eu conheceria algumas cidades destes países e o mais legal: subiria e desceria a Cordilheira dos Andes pela “Ruta 7 – 40”, aquela dos “Caracoles” e que passa ao lado da maior montanha da América, o Aconcágua. Bem, sem mais delongas, este aqui foi o meu roteiro: Roteiro detalhado De PONTA GROSSA para PORTO ALEGRE O trajeto de PONTA GROSSA para PORTO ALEGRE, era apenas um trajeto de passagem, ou seja, não estava nos meus planos conhecer uma destas cidades. Viajei de ônibus, com a companhia BRASIL SUL (www.brasilsul.com.br), a viagem durou 13 horas e custou R$ 137,00. De PORTO ALEGRE para MONTEVIDÉU De PORTO ALEGRE para MONTEVIDÉU, viajei de ônibus, com a companhia TTL (www.ttl.com.br), a viagem durou 11 horas e custou R$ 172,30. Neste trecho parti da rodoviária de Porto Alegre, no fim da tarde. A TTL não é uma das melhores companhias deste roteiro, mas deu pra quebrar bem o galho! Lembro que oferecia um lanche a bordo, até então nunca tinha visto isso numa companhia de ônibus. Neste trecho cheguei ao extremo sul do Brasil, a cidade de Chuí, e dela cruzei a fronteira do Uruguai e avancei noite à dentro sempre mirando o Sul. Na manhã seguinte despertava ouvindo espanhol na capital Uruguai. Gostei da rodoviária de Montevidéu, dispõe de um guarda volumes que me pareceu seguro, onde acabei deixando minha mochila. Montevidéu é legal, organizada! Me lembrou muito Barcelona, melhor dizendo "uma versão latina de Barcelona". Aqui já comecei provando os alfajors - que na verdade são mais famosos na vizinha argentina - e a cerveja Patrícia, que na economia de mochileiro veio bem à calhar com um sanduíche no banco da praça! O Uruguai foi o meu país número 16 e na espera, antes de partir para Buenos Aires escrevi este artigo aqui sobre Montevidéu. Plaza Independencia, em Montevidéu. Atrás o Palávio Salvo, considerado por muitos anos como a segunda maior torre da América do Sul. Bem, mochileiro em ritmo de economia! Comer sanduíche no banco da praça é típico, pra acompanhar uma Cerveza Patricia. De MONTEVIDÉU para BUENOS AIRES Esperei no Terminal Trés Cruces até as 2 da manhã, para enfim partir de MONTEVIDÉU para BUENOS AIRES, viajei de ônibus até COLÔNIA DEL SACRAMENTO, onde fiz os trâmites imigratórios e embarquei no famoso BUQUEBUS (www.buquebus.com), a balsa que atravessa o Rio de la Plata para chegar à capital argentina pela manhã. A viagem durou 5,5 horas e custou R$ 143,48, incluindo o ônibus de Montevidéu a Colônia. A Argentina foi o meu país número 17 e neste artigo aqui dou mais detalhes sobre esta travessia e sobre os serviços do BUQUEBUS. No mesmo artigo conto mais detalhes sobre Buenos Aires. No momento que precisei, deixei o mochilão num guarda volumes no Terminal Retiro, de onde também partiria meu ônibus da seguinte etapa. Buquebus, antes da travessia do Uruguai para a Argentina. Casa Rosada, sede do goverdo da Argentina. De BUENOS AIRES para MENDOZA De BUENOS AIRES para MENDOZA, viajei de ônibus, com a companhia CHEVALLIER (www.nuevachevallier.com), foi uma viagem noturna que durou 14,5 horas e custou R$ 238,43. Paramos em algum posto de gasolina onde comi pela primeira vez o tal "Choripan", um cachorro quente feito de chorizo. Gostei mais de Mendoza que de Buenos Aires, conto sobre ela neste artigo aqui e inclusive fui visitar algumas vinícolas com um tour que consegui no Hostel. Num futuro estas vinícolas viriam a pertencer à minha lista de "8 destinos "etílicos" pelo mundo". Aqui também aconteu um dos maiores infortúnios da minha viagem, algo que se converteria numa chateação e num custo fora do previsto: na correria para sair para o tour, fui sacar dinheiro e esqueci o meu cartão dentro do caixa eletrônico. Notei somente bem depois, e o pior é que na mesma noite embarcaria para o Chile, onde precisaria daquele cartão para sacar dinheiro novamente. Por sorte em Santiago há uma agência do Banco do Brasil e eu também levava cartões reservas que pude habilitar. Visita à Bodega Lopez, na região de Mendoza. De MENDOZA para SANTIAGO O trajeto de MENDOZA para SANTIAGO é simplesmente a minha rodovia preferida no mundo todo, uma viagem que fiz questão que fosse durante o dia, também de ônibus, desta vez no andar de cima, no primeiro banco, lado direito: faça isso, você entenderá o porquê no próximo parágrafo! Usei a companhia ANDESMAR (www.andesmar.com), a viagem durou 7 horas e custou R$ 94,30. Constantemente durante meu planejamento eu me imaginava cruzando esta rodovia que "sobe e desce a Cordilheira dos Andes". Que emoção ver o letreiro dizendo "Bienvenidos a Uspallata" - eu nem chegaria a parar ali, mas sentia uma emoção imensa ao passar por este mítico lugar - e claro, sem contar a beleza daquela paisagem de cinema! Além de dezenas de túneis simplesmente escavados na rocha, em grande parte do caminho nos acompanhavam as ruínas da antiga ferrovia do Trem Transandino. Quase chegando na fronteira chilena atingimos o ápice da viagem: de dentro do ônibus - por isso recomendo o primeiro assento do lado direito - avistamos o Aconcágua, o pico mais alto da América com 6962 metros de altura! Atrevessei a fronteira do Chile, meu país número 18, descemos pelos "Caracoles" e logo fui surpreendido pela sua capital Santiago! Metrô novinho e com Free Wi-Fi, naquela época isso era luxo! Uma cidade extremamente ordenada, moderna e de quebra coroada pela magnitude dos picos nevados da Cordilheira dos Andes lá atrás! Ficou claro! Quando cheguei, já disse e repito: "Santiago é a minha capital preferida na América do Sul". Lembro de sentar na janela do hostel naquela tarde, abrir uma "Austral" e assistir o pôr do sol pensando "graças à Deus as passagens de avião estavam caras e eu pude vivenciar tudo viajando por terra". Ruta 7, atravessando a Cordilheira dos Andes. Fronteira entre Argentina e Chile. Paso de los Caracoles, logo depois da fronteira. Na época em processo de reabilitação do pavimento. Panorama da minha capital preferida na América do Sul: Santiago! De SANTIAGO para SAN PEDRO ATACAMA Até a data de publicação deste artigo, a viagem de ônibus mais longa da minha vida - a mais longa por terra foram as 34 horas ininterruptas num dos trajetos da Ferrovia Transiberiana - foi trajeto de SANTIAGO para SAN PEDRO ATACAMA, viajei de ônibus, com a companhia TUR-BUS (www.turbus.cl), a viagem durou 23 horas e custou R$ 107,07. A maioria dos ônibus deste roteiro são modelos semi-leitos de dois andares. Neste caso, me dei ao luxo de viajar no andar debaixo, onde as poltronas são mais espaçosas. Realmente o trajeto é cansativo e minha sugestão é que você tenha contigo um livro, bateria auxiliar para o seu telefone ou qualquer coisa para passar o tempo. Não esqueça de contemplar a paisagem, que pouco à pouco irá mudando drasticamente! Minha dica: escolha o lado esquerdo do veículo, em algum momento verás (pela primeira vez, ou não) o Oceano Pacífico! San Pedro de Atacama, a paisagem é totalmente diferente. Em San Pedro, alugar uma bike é uma boa ideia! De SAN PEDRO DE ATACAMA para UYUNI De SAN PEDRO ATACAMA para UYUNI, viajei num 4x4 da companhia CORDILLERA (www.cordilleratraveller.com), a viagem durou 3 dias e custou R$ 375,00. Na época não haviam tantas companhias que reservassem tours online, então deixei para pesquisar e reservar em San Pedro. Se você decidir fazer isso, deixe alguns dias para San Pedro, pode ser que você não consiga o tour de Uyuni exatamente no dia que você planejava. Aproveite e explore a região, tem muitas coisas legais! Este trajeto e Macchu Picchu são os dois grandes momentos de toda a viagem! Se você já se surpreendeu muito lá no trajeto entre Mendoza e Santiago prepare-se para este! Do meu ponto de vista é o tramo mais lindo da viagem! Neste caso a viagem é fora das rodovias, atravessando desertos, ao lado de vulcões e dirigindo à beira de lagoas de todas as cores. A maior parte do trajeto é na Bolívia, meu país número 19, e um dos 5 que mais gosto no mundo todo. Neste link estão mais algumas fotos, na minha lista de Top 10 Fotos do Altiplano Andino e neste outro explico como ele foi parar na minha lista de Top 10 experiências mais intensas que vivi viajando. Mais detalhes sobre o trajeto e todas as dicas que você precisa saber sobre ele no artigo Do Atacama ao maior espelho do mundo. Se não bastasse tudo isso, minhas fotos e meus relatos sobre este lugar foram parar no Jornal Zero Hora, do Rio Grande do Sul, no Jornal A Notícia, de Joinville e no Jornal da Manhã, de Ponta Grossa. Não vai deixar este lugar de lado! Toyota Land Cruiser, o veículo adotado pela maioria das operadoras de turismo da região. Hora do almoço! Viajando no teto na imensidão do Salar de Uyuni. De de UYUNI para LA PAZ De UYUNI para LA PAZ, viajei de ônibus, não me lembro como se chama a companhia, mas consegui facilmente quando cheguei a Uyuni, a viagem durou 10 horas e custou em torno de R$ 40,00. Se o trajeto anterior tinha sido o mais mágico de toda a viagem, certamente este foi o mais difícil. Lembro de um ônibus fechado, com as janelas lacradas e ar condicionado quebrado, viajando por estradas cheias de curva e algumas vezes de rípio. Vários mochileiros sem banho que também haviam chegado da travessia de três dias do Salar de Uyuni e uma comida servida a bordo que não estava em boas condições. Tentei dormir pra passar o tempo e lembro que era noite de lua cheia. Em algum momento acordei com ônibus sacolejando enquanto atravessava por dentro de um rio. Foi tenso, mas cheguei bem a La Paz na madrugada do dia seguinte. Uma aventura e um perrengue a mais para o currículo! Panorama de La Paz, carinho especial por esta cidade! De de LA PAZ para COPACABANA De LA PAZ para COPACABANA, viajei de ônibus, também não me lembro do nome da companhia, mas consegui facilmente na rodoviária de La Paz (comprar no dia anterior), a viagem durou 3 horas e custou R$ 25,00. Lembro de estar dividindo poltrona com uma senhora Quéchua, com sua vestimenta bem colorida e com a cartola típica que as mulheres usam nessa região! A viagem é curta - se comparada a todas as demais - e com um visual agradável, em algum momento o ônibus embarca numa balsa para cruzar o estreito de Tiquina, este será provavelmente seu primeiro contato com Lago Titicaca! Recomendo que saia na primeira hora da manhã que ainda dá tempo de aproveitar do dia em Copacabana. O Lago Titicaca é atração principal, e facilmente você consegue um passeio para a Isla del Sol e para a Isla de la Luna. Lembre de provar a Truta, em algum restaurante local. Não esqueça de provar a Truta! Panorama do Lago Titicaca, visto da Isla del Sol De COPACABANA para PUNO De COPACABANA para PUNO, viajei de ônibus, outra vez não me lembro o nome da companhia, mas consegui facilmente com o Hostel onde me hospedei (comprar no dia anterior), a viagem durou 3 horas e custou em torno de R$ 32,00. Escolha o lado direito do veículo, que em alguns momentos verás os Lago Titicaca. Neste tramo fazia meu último trâmite imigratório e entrava no meu vigésimo país, o quinto nesta viagem, e do meu ponto de vista "o país mais turístico da América do Sul". O Peru está bem preparado, tem bastantes atrações e recebe bem os turistas! Em Puno a principal atração na verdade fica fora da cidade, no meio do Lago Titicaca: As Ilhas flutuantes dos Uros. São sensacionais e valem a visita! Bem vindos ao Peru! As incríveis ilhas flutuantes construídas pelos Uros De PUNO para CUSCO De PUNO para Cuzco, viajei de ônibus, com a companhia CRUZ DEL SUR (www.cruzdelsur.com.pe), a viagem durou 6,5 horas e custou R$ 51,00. Veja que aqui no Peru as comapanhias voltam a ser maiores e mais organizadas, e da mesma forma nota-se uma melhora nas rodovias também. Cusco tem uma infinidade de atrações e é a porta de entrada para Macchu Picchu. Espere uma cidade cheia de estrangeiros e hostels com mochileiros do mundo todo. A Plaza de Armas de Cusco está cheia de agências de turismo que vendem as entradas e o tranporte para Machu Picchu, se você ainda não organizou o seu, esta é uma boa oportunidade. Plaza de Armas de Cusco De CUSCO para MACCHU PICCHU (AGUAS CALIENTES) com volta à CUSCO De CUSCO para MACCHU PICCHU (AGUAS CALIENTES na verdade), consegui uma van na Plaza de Armas de Cuzco que me levou até a cidade de Ollantaytambo. As entradas para Macchu Picchu eu também negociei nas agências desta praça, e na época fechei o transporte com a mesma agência. De lá embarquei para ÁGUAS CALIENTES num trem da PERU RAIL (www.perurail.com), a viagem durou 5 horas e custou (IDA/VOLTA) R$ 116,92. Dormi no povoado e no dia seguinte, ao nascer do sol, já caminhava o último pedaço do trajeto até a Montanha Sagrada dos Incas. Machu Picchu, dispensa comentários... De CUSCO para NASCA Antes de destinar-me ao fim da viagem, queria ver com os meus próprios olhos o mistério das linhas de Nasca. De Cuzco para NASCA, viajei de ônibus, com a companhia EXPRESSO CIAL, a viagem durou 14,5 horas e custou R$ 110,00. Hora de sobrevoar as Linhas de Nasca. Que perrengue voar num aviãozinho destes! De NASCA para LIMA De NASCA para LIMA, o último trajeto dentro do Peru, viajei de ônibus, outra vez com a companhia CRUZ DEL SUR (www.cruzdelsur.com.pe), a viagem durou 7,5 horas e custou R$ 107,00. Fim de trajeto em Lima, pôr do sol numa praia do Oceano Pacífico. Inesquecível. De LIMA para GUARULHOS - CURITIBA De LIMA para GUARULHOS - CURITIBA, voltei de avião, com a companhia TAM (www.latam.com), a viagem durou 7 horas e paguei com o programa de milhagens. O Circuito Andino havia terminado, eu estava mais moreno e mais magro que nunca, feliz e decidido da vida, e prestes a me formar. O que ninguém sabia, e que eu guardava como segredo, é que durante a viagem eu tinha sido aprovado num Programa Internacional da AIESEC e que pouco tempo depois eu estaria me mudando para viver na Espanha, onde estou até hoje! Mas esta história fica pra outra oportunidade... Abraço maior que o Atlântico! Fon Conheça o THE WORLD BY FON NO YOUTUBE. Facebook - The World by Fon Instagram - @afonsosolak Twiter - @afonsosolak Google Plus - Afonso Solak
  2. afonsosolak

    relato 9 dias no Marrocos - Série de VLOGS

    Quem um dia imaginaria que eu dormiria na cabana de um Beduíno no meio do maior deserto do mundo? Se o entardecer e o amanhecer por si só já são os momentos mais bonitos do dia, imagine contemplar estes momentos potencializados pelas cores e pela imensidão do Saara! Sem mencionar, que esta foi a noite que mais contei estrelas cadentes na minha vida!
  3. afonsosolak

    relato 9 dias no Marrocos - Série de VLOGS

    Chegou a hora de deixar Marrakesh e percorrer a Rota das Caravanas sentido Deserto do Sahara! O caminho por si só já é surpreendente: O Alto Atlas com seus picos nevados, os povoados Berberes e as grandes Kasbahs de Ait Ben Adou e Ourzazate garantem imagens cinematográficas. Não é pra menos, grande sucessos como Game of Thrones e O Gladiador foram gravados aqui! Abraço maior que o Atlântico! Fon
  4. O Golden Circle é o passeios mais popular entre os turistas na Islândia. As Cataratas de Gullfoss estão entre as 10 mais belas do mundo!
  5. afonsosolak

    relato 9 dias no Marrocos - Série de VLOGS

    A medina de Marrakesh é um dos maiores labirintos urbanos do mundo e está repleta de atrações interessantes, basta saber onde elas se encomtram! Neste vídeo continuamos explorando este incrível lugar, passando pela maior mesquita da cidade, a Mesquita Koutobia, pelas Tumbas Saadianas, pelo Palácio Bahia e pela Madraça Ben Youssef. Pra finalizar, que tal uma porção de caracóis no fim de tarde da Jeema El Fna? Nojento né?
  6. As Cavernas de Gelo estão entre as principais atrações da Islândia no Inverno! Chegou a hora de conhecê-las! Abraço maior que o Atlântico! Fon
  7. afonsosolak

    relato 9 dias no Marrocos - Série de VLOGS

    Quem sabe uma das coisas que mais me assutou nesta Expedição pelo Marrocos, foi quando vi pela primeira vez as tais "serpentes encantadas" soltas na Djeema El-Fna, a maior praça do país. Num primeiro momento quase não acreditei, mas depois vi que nem tudo eram "encanto". À parte deste detalhe, Marrakesh é uma cidade incrível e cheia de atrações interessantes. Nem parece que o Marrocos fica tão perto da Europa, as diferenças são abismais. ENTENDA MELHOR O CASO DAS SERPENTES LENDO ESTE ARTIGO QUE ESCREVI: http://www.theworldbyfon.com/2017/03/serpentes-encantadas-marrocos.html Um abraço maior que o Atlântico, Fon
  8. afonsosolak

    relato 9 dias no Marrocos - Série de VLOGS

    Marrocos: tudo que você precisa saber antes de viajar! - Marrocos TWBF #1 Neste país estiveram os árabes, os franceses os espanhóis e os portugues, mas mesmo com a influência destes grandes povos, esta nação conseguiu manter a essência dos Amazigh, o povo Bérber que aqui sempre esteve. Do Atlântico ao Sahara, passando pelo Alto Atlas e por cidades singulares, chegou a hora de conhecermos a porta de entrada para África! Bem vindos ao Marrocos! ✈✈✈✈✈✈EMBARQUE NESTES DESTINOS TAMBÉM✈✈✈✈✈ Islândia: https://goo.gl/m2or0J Vietnã: https://goo.gl/8RpKde Dubai: https://goo.gl/UNPpX2 Myanmar: https://goo.gl/p25eBF Inglaterra: https://goo.gl/CZWx1t Inscreva-se através do link: https://goo.gl/95qFDE . ✈✈✈✈✈✈✈MEUS VÍDEOS SÃO FEITOS COM✈✈✈✈✈✈✈✈ Go Pro HERO 4 Silver - https://goo.gl/QQZGD8 Nikon D3200 DJI Phantom 3 Standard Manfrotto Compact Action Aluminum Tripod E muita, muita dedicação! ✈✈✈✈✈✈✈✈✈✈✈✈✈✈✈✈✈✈✈✈✈✈✈✈✈✈✈✈✈✈ Um abraço maior que o Atlântico, Fon
  9. afonsosolak

    relato A Transiberiana precisa continuar...

    Em 2016 cruzei o mundo à bordo dos trens da maior ferrovia do mundo, a Transiberiana. Somando todas as horas de viagem, seriam quase seis dias ininterruptos sacolejando sobre aqueles trilhos, inúmeras e inusitadas situações, centenas de histórias. A jornada foi de São Petersburgo, na Rússia europeia, até Pequim, na China. Parti daquele entorno europeu, razoavelmente familiar e conhecido, para embarcar nesta jornada com o intuito de identificar, registrar e sentir esta transição continental rumo à Ásia. Primeiro o colorido e as extravagâncias das grandes cidades Russas, logo a imponência dos Urais, a magnitude do Baikal, os rituais da Buriácia. Imerso num ar de mistério e apreensão, de cortinas fechadas, esperei ansioso pela entrada dos oficiais mongóis no meu vagão. Inspeção aqui, documentação ali, silencio e seriedade a todo instante. Passaporte retido, trem parado e eu imaginando o que havia por trás das cortinas fechadas: “O que eles tanto escondem aí atrás? ”. Minutos de agonia, juro que pareciam eternos, até que entra a oficial mongol – belíssima por sinal – chama meu nome e com um singelo sorriso me traz a resposta final “Bem-vindo à Mongólia”. A terra das longas planícies, dos cavaleiros, do Grande Gengis Khan! Um dos meus lugares favoritos desse mundo! Que momentos incríveis passei neste lugar! Fiz amigos e por alguns dias inclusive deixei o trem para explorar as planícies de carro. Cavalos selvagens, aquela imensidão de pasto verde, as tendas brancas dos acampamentos nômades. Vi poucas pessoas durante aqueles dias, já era esperado, a Mongólia possui uma das menores densidades populacionais do globo. Hora de embarcar outra vez, já sentia falta do sacolejo do trem, parecia um bebê acostumado com o balançar de um berço, se o trem parasse, despertava! Cruzamos o Deserto de Gobi para logo encarar fronteira Chinesa: a fronteira mais legal que já fiz! Aos poucos nossos vagões foram sendo desencaixados uns dos outros, separados, levantados e como se fosse um pneu furado, suas “rodas” foram sendo trocadas: a bitola mongol é diferente da bitola chinesa, portanto para que o trem possa seguir viagem, precisávamos realizar aqueles ajustes. Um detalhe: tudo isso conosco dentro! Lembro quando amanheceu, de todo o percurso chinês da viagem, cheio de túneis e pontes, em um único quilômetro havia a possibilidade de avistar a Grande Muralha da China. Lembro de “grudar na janela” para tentar avistá-la! Para o meu infortúnio, isso não foi possível. Seguimos viagem, arrematando o que havia sobrado da “comida de trem” que havia estocado nos últimos dias na minha mochila. Era o último trajeto e precisava dar conta de tudo! Um ambiente incrível, cheio de outros aventureiros como eu, de diversas nacionalidades e de diversas idades! Desembarquei em Pequim naquela estação que parecia um formigueiro humano. Era um estado de êxtase total! Embora fosse a minha primeira vez na China, ela não seria percorrida naquela ocasião, a capital era o último destino da viagem. Mas foi aquele pequeno aperitivo saboroso o suficiente para saber: “Preciso voltar pra cá num futuro”. Voltei da viagem já planejando como seria a continuação dessa jornada. Pesquisei, comprei guia e acompanhei outros viajantes nos seus relatos. Hoje venho contar para você que acabado de comprar meus bilhetes para dar continuidade a esta história. Voarei para Pequim (via Moscow por coincidência) dentro de dois meses e de Pequim seguirei nos trens chineses cruzando o país até o Cantão. Aproveitarei também para uma visita rápida a Hong Kong. Tudo isso vem sendo gravado e documentado. Te convido para conhecer meu conteúdo, bastante material já foi publicado neste link aqui: http://www.theworldbyfon.com/2016/09/indice-ferrovia-transiberiana_2.html . No http://www.youtube.com/afonsosolak este material ainda não está disponível (10/06/2017), mas logo estará, assim que terminarmos com a série do Marrocos. Quando a Rússia começar lá no canal, a história vai acabar só lá em Hong Kong! Sinceramente espero vocês viajando comigo, interagindo e compartilhando este material. Me esforço bastante expondo todas estas coisas que acabo descobrindo e faço de tudo para te mostrar que investir em viajar é sempre uma opção inteligente! Abraço do Fon!
  10. Enfim as luzes nórdicas deram o ar da graça!
  11. Partimos em direção ao extremo sul da Islândia, e viajando por estradas totalmente congeladas passamos por incríveis cachoeiras e paisagens de tirar o fôlego! O fim do dia, ficou para uma praia de areia negra!
  12. Depois de um tornado estragar meus planos para explorar o glaciar em trenó, tive a sorte de conseguir um tour para visitar a atração mais popular da Islândia, a Blue Lagoon! Confesso que me arrependeria se não tivesse visitado este luagar! Pra complementar vivenciei a incrivel experiência de caminhar pelos surreais campos de lava e enfrentei um prato típico dos Vikings: cabeça de ovelha!
  13. Começamos explorando a Islândia por Reykjavík, a capital mais ao norte do mundo. A torre da catedral de Hallgrímskirkja é um bom ponto para ter uma ideia do panorama da cidade. No antigo porto se concentram os restaurantes e cafés e no verão é de lá que partem os tour para observação de baleias. O Saga Musuem é ideal para voltar ao tempo dos vikings e entender um pouco mais da história da Islândia. A Harpa, com suas dez mil janelas, uma referência em centro de eventos e pavilhão cultural. Por fim, conheça o Sólfar e símbolo esquisito de Reykjavík, que mais parece o chifre de um cervo que um "barco iluminado". Outros destinos Vietnã: https://goo.gl/8RpKde Dubai: https://goo.gl/UNPpX2 Myanmar: https://goo.gl/p25eBF Inscreva-se através do link: https://goo.gl/95qFDE . Um abraço maior que o Atlântico, Fon
  14. afonsosolak

    relato RELATO EM VÍDEO - INGLATERRA

    O Museu Imperial de Londres é a sede principal desta instituição que abriga a gigante coleção de artigos relacionados a participação inglesa em guerras de todo o mundo. Além dele, existem outras quatro sedes que estão distribuídas pelo reino unido. O museu foi criando lá na Primeira Guerra Mundial, com o intuito de homenagear os heróis participantes dos conflitos. Suas atuais coleções incluem arquivos pessoais e oficiais, fotografias, materiais cinematográficos, gravações, uma coleção de arte e uma enorme de seleção de veículos, artefatos e aeronaves militares. No átrio principal, remodelado em 2014 pela equipe de Norman Foster, está a exibição “Testemunhas da Gerra”. São nove objetos incluindo uma Jato Harrier e um avião Spitfire que estão suspensos no centro do museu e um foguete V-2 acima deles. Além disso, a seção mais chamativa do museu conta também um com tanque russo T-34, um carro-bomba usado num ataque em Bagdá e um Land Rover que foi afetado por um ataque de foguetes na Faixa de Gaza. Na remodelação de 2014, o museu ganhou uma seção inteira dedicada a Primeira Guerra Mundial. A seção retrata a história do conflito, os acordos e os tratados, e o lado daqueles que viveram a experiência tanto nas dificuldades das frentes de combate como na agonia da vida em suas casas. São vários aspectos da vida cotidiana das trincheiras, mostrando como os soldados viviam, onde dormiam e o que comiam durante o combate, e das suas famílias que tremiam com cada notícia que recebiam! A seção “Uma família em tempo de Guerra” complementa o tema, e mostra, desta vez na Segunda Guerra, como os cidadão de Londres enfretavam os desafios de uma vida em tempos de conflito. Detalhes como o racionamento de petróleo e comida e as evacuações, desde os tempos do primeiros ataques da London Blitz até o Dia da Vitória. A seção “Guerra Secreta”, explora o lado pouco conhecido da espionagem e o trabalho das Forças Especiais Britânicas. Aqui são reveladas as estratégias e técnicas dos homens e mulheres que estavam por trás das mais secretas missões de espionagem do último século! Mais veículos militares e muita informação sobre a Segunda Guerra Mundial estão na exibição permanente “Turning Points”, focada no período de 1934 a 1945. De todas as seções, foi a que mais me identifiquei. A exibição sobre o holocausto que é mantida no Museu Imperial de Londres é renomada a nível mundial. Retrata a horrenda perseguição e o assassinato dos Judeus Europeus pelos oficiais nazistas e explica como a mudança no cenário político permitiu que Hitler ascendesse ao poder com tanta popularidade e como suas ideias se espalharam pelo continente afetando a pessoas do mundo todo. Fotos, diários, brinquedos, vídeos e outros itens contam a história de pessoas que viveram o pesadelo do Holocausto. Os testemunhos de sobreviventes acabam dando mais ênfase ao significado de cada um destes objetos e o uma maquete de Auschwitz, o maior campo de concentração que existiu, nos dá uma ideia do tamanho da loucura e do poder de Hitler. Um abraço maior que o Atlântico, Fon
  15. Não confunda Islândia com Groelândia! Aqui começa a incrível jornada pelo país dos vikings, dos trolls, do gelo e do fogo! Uma nação singular, dona de paisagens incríveis, culinária exótica e destino perfeito para encontrar-se com a aurora-boreal! Bem vindo à Islândia! Outros destinos Inglaterra: https://goo.gl/eEFb1R Vietnã: https://goo.gl/8RpKde Dubai: https://goo.gl/UNPpX2 Myanmar: https://goo.gl/p25eBF Inscreva-se através do link: https://goo.gl/95qFDE . Nas redes sociais: Facebook: http://goo.gl/Uk8kFU Instagram: https://goo.gl/J7YfWl Twiter: https://goo.gl/OfPTsb Um abraço maior que o Atlântico, Fon
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