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vivicet

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Sobre vivicet

  • Data de Nascimento 19-07-1978
  1. Letícia, compre por lá. pesquisei por aqui e sai mais caro. Beijos Viviane
  2. Obrigada! Agora está completo! Inclusive com a história do Thailandes feladap*** de Phuket! Beijos
  3. Dia 15: Acordei as 2 am, fiz check out, peguei meus 1000 bth e fui atrás de um táxi para o aeroporto. Meu voo sairia as 5:40. Como a bagunça na Khao San Road acabava próximo as 3 am, preferi pegar o horário do táxi na rua, para não ter que pagar muito caro. Parei o primeiro que não quis taxímetro, mas o segundo topou. Demorei em torno de uns 40 minutos pra chegar. 1 pedágio. A corrida deu 400 bth com o pedágio. Comprei demais e acabei tendo que despachar as malas. Como tinha sobrado dinheiro tailandês, pus proteção nas duas bagagens que despachei. Cada uma por 150 bth. Com o resto do dinheiro comprei umas pomadinhas tailandesas no próprio aeroporto. O voo saiu as 5:40 em direção a China. Fui dormindo. Na hora da refeição optei por “chinese food” e veio uma porção de arroz branco, grudento e sem sal, com uma salada de picles com castanhas. Horrível! A maioria dos filmes em chinês e sem legendas. 4h35 de voo, pela Air China. Dessa vez estava com um jaquetão de frio e não congelei no embarque do avião, também estava mais quente. Espera de 2h30. Lanche no Starbucks. Não esqueçam de desbloquear o cartão de crédito nos países onde você fará as escalas, para poder fazer as compras. Mais 10h20 de voo, escala em Frankfurt de 4h. Aqui acabei indo para outro terminal onde haviam as lanchonetes e comi um sorvetinho com fritas no BK. Passeie um pouco e voltei para o terminal de embarque para finalmente regressar ao Brasil. Mais 12h05 de voo e chegada a Guarulhos. Minha bunda estava quadrada. Já estava quase sem posição, mas como estava cansada, dormi muuuuiiittooooo..... Relendo o relato, percebi porque fiquei tão cansada nessa primeira semana de retorno. A viagem foi incrível, inesquecível, conheci vários novos amigos, enfrentei vários desafios e digo que amei tudo que fiz. Não deixem de ir por falta de coragem ou companhia. Eu fui sozinha, planejei, programei e fiz tudo que quis. Faltaram alguns outros locais a visitar, mas já decidi que na próxima, levarei meu filho. É muito interessante esses choques culturais, a gente volta fortalecido! A Tailândia e o Camboja são países muito seguros. Algumas vezes que estive perdida, pedi informações e fui atendida. Se fosse no Brasil... Não tive medo de comer as comidas de rua. Experimentei tudo o que pude e repeti o que gostei. Tomei Floratil 2 dias, mas mais como preventivo. O melhor transporte da Tailândia e mais barato é o boat pelo Rio. Dependendo de onde estiver você irá economizar bastante, mas funciona só até 19:30. Produtos de beleza, shampoo, creme são caros. Assim como calçados. O barato são as roupas. As lembranças já vem empacotadas em embalagens com uns 4 e tem preço bom. Não usei repelente nenhum dia, mas protetor solar, passava direto. Na maioria dos estabelecimentos só aceitam dinheiro, então sempre é bom estar precavido. Retirei dinheiro do caixa uma vez e foi tranquilo. A história de pechinchar é cansativa. Eu não tive muita paciência, então se você achar algo que gostou, compre, afinal, tudo lá é barato. “Tudo que é bom, dura o tempo suficiente para ser inesquecível” Fernando Pessoa. Viva seu sonho e boa viagem! Beijos.
  4. Dia 14: Acordei, café da manhã no hotel e conhecer o templo do Buda de Ouro localizado na China Town. Você pega o barco no pier 13, bandeira laranja, até o pier 5 por 15 bth. Faz uma caminhada pela China Town, até chegar ao templo. Em China Town também tem muita coisa pra comprar. Achei até que as coisas que vendiam eram diferentes dos outros lugares “same, same, but different". Aqui tinha muitas ervas, cogumelos e produtos da China, fora as comidas e frutas vendidas nas ruas. Templo do Buda Dourado A caminhada do barco até o Templo do Buda Dourado dá uns 15 minutos. A entrada para o templo é 40 bth e vale as mesmas regras de vestimentas. Você sobre umas escadas até o topo e lá em cima está a belíssima imagem de um buda de ouro maciço sentado. Além dele ser lindo, a decoração das paredes e teto são incríveis. Não é possível filmar lá dentro. Fiquei passeando por China Town até dar a hora do meu passeio, que começaria as 13h. Voltei de barco, píer 5, bandeira laranja até píer 13. Cheguei uns 10 minutos antes das 13h. Deixei algumas compras no hotel e voltei para esperar o passeio, sem ter almoçado! A van veio buscar e fomos em direção ao Train Market. Dá umas 2h de viagem. O cara para no posto para abastecer e fui comer uma frutinha pra não morrer de fome. Melancia no saquinho 20 bth. Train Market Chegamos nos trilhos as 15h e as 15:30 que o trem passa. É impressionante onde os caras resolvem fazer a feira. Tem de tudo, frutas, legumes, frutos do mar, rã, roupas, temperos... O trem buzina em 2 tempos e depois vem andando, e quando ele vem, eles apenas recolhem os toldos para o trem passar. Eles arrumam as mercadorias o suficiente para o trem não encostar em nada. O trem passa e a vida volta ao normal, como se nada tivesse acontecido. De verdade, eu adorei! Mais uma da cultura deles. Floating Market Saindo de lá fomos ao Floating Market. Há diversos mercados flutuantes em Bangkok. Alguns mais tradicionais ocorrem aos fins de semana em Bangkok e vi que é possível ir de barco. Esse era em outra cidade: Amphawa. Chegamos as 16h e ficaríamos até as 18:20. Outra coisa impressionante é como os tailandeses utilizam os rios. Eles souberam aproveitar para tudo. Montaram comércios ao redor deles e através dos barquinhos, vem oferecer seus produtos a população. Eu estava com fome e acabei indo na feira do lado externo do mercado flutuante. Comi bolinho de siri 20 bth, pouco picante e bem gostoso, suco de milho 20 bth, parecido com os do Brasil, bolo de peixe 30 bth, picante, água de côco 50 bth, milho 20 bth que tinha um leve sabor adocicado e coconut ice cream 30 bth. Aqui consegui comprar camiseta que me servisse. As de Bangkok ficavam largas. Comprei algumas lembrancinhas e cerveja sem gelo, para trazer para amigos, já que no mercado de Bangkok não havia. Os barcos do mercado eram poucos e estavam oferecendo comida. Tinha uns camarões enormes para comer, mas acabei não comendo. Chegando próximo da hora combinada, voltamos ao local de partida, pois agora pegaríamos um barco para ver os vaga-lumes. Tem que esperar escurecer para irmos. O barco roda uns 10 minutos e para ao redor de umas árvores e aí vemos os vaga-lumes. De verdade, eu dispensaria essa parte do passeio. Parecia árvore de natal com pisca-pisca. Eu quando criança já vi vaga-lume de perto e foi muito mais legal. E o cara fica por volta de 30 minutos mostrando as árvores piscando... Voltamos de van, mais 2h de estrada e o cara nos deixa próximo da Khao San Road as 21h. Voltei ao hotel, deixei minhas coisas lá e fui fazer mais comprinhas, afinal iria embora na madrugada. Comprei o que o dinheiro deu. Comprei uma mochila, para ajudar a despachar minhas coisas e jantei outra vez o Tom Yum, dessa vez comprado na rua 40 bth, 1 spicy. O cara pôs tanta pimenta, que joguei fora a pimenta antes de comer e mesmo assim ficou picante e estava uma delícia. Voltei pro hotel, dei uma descansada, arrumei as malas, pus despertador para despertar as 2 am.
  5. Obrigada! Graças a muito planejamento!!! Beijos
  6. Dia 13: Como queria fazer compras, resolvi inverter meu passeio e ir aos shoppings de Bangkok antes. Peguei o Barco, bandeira laranja no Pier 13 e fui até o píer 1, valor 15 bth. O Pier 1 possui interligação com o metro. Você caminha um pouquinho e chega até a estação. A compra da passagem equivale ao que você vai andar. Eu falei para a atendente shopping e ela me deu 2 opções. Escolhi a 34, que foi o preço que paguei pelo bilhete 34 bth. Se você estiver de mochila, após passar pela catraca, eles revistam. Desci na estação ao lado do Siam. Eu maior maloqueira e o shopping de luxo. Tem detector de metais na porta. Só procurei por uma saída e fui embora. Atravesso a passarela e chego ao Siam Paragon, que também passei rapidinho. O mais lindo foi a loja da Hello Kitty, um mixto de restaurante com produtos dela. Mas só vi e sai. Andei um pouco mais até o MBK shopping. Esse estava bem mais cheio e tinha produtos com preços mais interessantes, mas como diz o ditado deles: “same, same”, é meio tudo igual. Além das lojas de roupas, eles tem um andar só com eletrônicos e uma feirinha dentro do shopping que vende as lembranças que existem na Tailândia. Creio que os preços eram mais baratos, mas como não havia pesquisado na Khao San Road, acabei não comprando nada, exceto a jaqueta de frio, pois teria que fazer escala na China e em Frankfurt. Na parte externa inferior desse shopping, também havia barraquinhas de comidas e uma área externa imitando uma praia, com areia e tudo. Almocei no shopping e fui provar a tal do Tom Yum, uma sopa característica da Tailândia. O ar do shopping estava frio o que calhava comer algo quente. A sopa é uma delícia! Pedi com siri e vieram algumas garras também. Amei. Sempre pedi as comidas “no spicy” e vinham sem pimenta. Já estava cansada de tanto andar e acabei voltando para o hotel. Comprei o passeio para o dia seguinte: Floating Market e Train Market 550 bth. Esse passeio por ser na parte da tarde, era menos cheio e ainda tinha a visita ao lugar onde víamos vaga-lumes. Fui fazer massagem a tal da Thai Massage e foi a que eu mais gostei. 1h por 300 bth. Essa fiz deitada num colchão. Até dormi...
  7. Dia 12: Eu tinha intenção de fazer o passeio de Hong Island e depois ir para Bangkok, mas todos os passeios acabam as 15h e meu voo era as 16:20h. Inviável. De Ao Nang até o aeroporto são 1h de van. Resolvi passar a manhã na praia Nopparat Thara Beach, pra vê-la com água e é impressionante ter água! Fui para a praia de Ao Nang. Essa não tem o mar maravilhoso, mas é uma praia agradável. Dela é possível acessar a praia de Railay Beach por caminhada, mas dessa vez, arreguei. Tinha que voltar ao hotel as 12h para tomar banho antes de viajar. Tirei umas fotos, fiz umas compras e voltei para o hotel. Fiz check out e deixei minhas malas lá, para dar uma volta até as 14h. Almocei na feirinha ao lado do hotel e fiquei aguardando a van no horário combinado. Paguei U$ 45,73 no voo da Air Asia até Bangkok somente ida. 1h10. Chegando em Bangkok (17:30) desembarquei no aeroporto de Don Mueang. Fui atrás de uma van para Khao San Road, mas demoraria 1h para sair. Nessa altura do campeonato estava tão cansada que toparia pegar um taxi de lá. Esperei um pouco e apareceram duas irmãs com cara de brasileiras atrás da van. Esperei falarem entre si e confirmei que eram brasileiras. Sugeri rachar um taxi até Khao San Road. Elas foram bem espertas. No aeroporto há um local que você pega uma senha, e vem um taxista com taxímetro. Deu 110 bth para cada, incluindo o pedágio. Fiquei novamente no Rambuttri, mas peguei quarto com cama de casal. Localizado no 1º. Andar, mas tem elevador. O ar não tinha controle remoto e era necessário levantar para desligá-lo. Outra coisa importante é que tem um botão para arrumar o quarto, que se você não apertar, eles não arrumam. Caução de 1000 bth, mesmo tendo pago o hotel totalmente. (R$117,03 diária) com café da manhã. Me arrumei correndo e fui para o Asiatique. O transporte pelo rio Chao Phraya é muito fácil, mas só funciona até 19:30. Cheguei no píer 19:40 e desencanei de esperar. Peguei um táxi com taxímetro por 120 bth que me deixou na porta. O Asiatique é um shopping a beira rio muito charmosinho. Abre das 17 até 24h, mas as lojas fecham as 22h. Tem alguns restaurantes por lá, e por lá provei a Papaya Salad com seafood 400 bth. Estava extremamente azeda, realmente não gostei. Passeie por lá e voltei para o hotel. Não andei na roda gigante, pois achei caro 300 bth. Do próprio estacionamento saem táxis, mas para você pegar um com taxímetro, você paga 20 bth. No final, estava com pouco trânsito e saiu 100 bth até a Khao San Road. Fiz massagem de rua comi, frutinha de janta e fui dormir.
  8. Dia 11: Acordei cedo e tomei meu café 7 eleven no quarto: banana, iogurte, lanche de siri e suco. A Van te pega no hotel e te leva até uma agência. De lá você conhece seu guia e sua turma. Tudo que mais desejava é que tivessem brasileiros no passeio. Não só chineses, indianos e muçulmanos.... e felizmente havia um casal brasileiro no passeio. Colocam uma pulseira de plástico em você identificada com uma cor pra saber com quem irá. Nosso guia era um palhaço, o Jimmy. Simpático, mas com piadinhas bobas. Phra Nang Beach e Phra Nang Cave A praia fica ao lado de Railay Beach. É tão bonita quanto as praias de Phi Phi. As pessoas fazem escaladas. Há uma caverna com diversas imagens de pênis, agradecendo a uma promessa realizada. Tup Island Depois descemos em uma ilhota linda, com areia branca. Dá para ir andando até uma outra ilhota próxima, mas fiquei com medo de não dar tempo e de a maré subir. Uns 30 minutos de parada. Chicken Island O barco apenas para do lado para fotografarmos uma pedra em formato de pescoço de galinha. Poda Island Enfim a última parada do passeio. Servem almoço! Frango com vagem, frango frito, arroz e legumes refogados. Estava bem gostoso! Depois você tem o tempo livre para ficar na praia. Creio que programam os passeios de acordo com a maré. De repente me aprece um macaco, atrás de comida e foi meu modelo nessa ilha. Nesse local, no canto esquerdo da ilha, bem no raso, havia um cardume de peixes listrados amarelos, que me encantou. Fiquei um tempão tirando foto deles. Eles são curiosos e vem na frente da câmera. Muito legal. Voltamos a Ao Nang as 15h e eu fui para o hotel curtir uma piscina e tirar uma soneca... Vi que não haviam arrumado o quarto, mas tudo bem porque iria embora no dia seguinte. Resolvi tomar um banho e dormir na cama e de repente, chegam as arrumadeiras, batem na porta e tentam abri-la. Sorte que eu havia colocado o trinco na porta. Não costumo fazer, mas fiz... Acabei o banho, fui deitar e lá vem as loucas de novo bater na porta e já era meu sono. Pus um biquine e fui para a praia de Ao Phra Nang Beach ver o pôr do sol, mas me encantei mesmo com as ermitões e caramujos da praia. A maré estava bem baixa e formava poças de água e nelas havia diversos ermitões e caramujos, andando, carregando casa e brigando por elas. Fiquei encantada. No fim das contas, o céu estava fechado e não deu pra ver pôr do sol. Voltei ao hotel, quarto arrumado e cama! Tirei um belo cochilo e resolvi ir até Ao Nang. Minha intenção era ir a algum barzinho ou baladinha. Tem muito comércio na região e os preços são bons pra compra, mas o que irrita é ter que pechinchar. Você sabe que aquilo custa 100 bth e os caras te cobram 250 bth... eu desistia e iá embora. Eu já estava enjoando do Pad Thai e parei em um restaurante italiano que servia pizzas e outros pratos e pedi lulas e camarões, acho que era chips de abobrinha. Foi o mais caro que comi, 600 bth com shake, mas estava muito bom! Só sei que estava cansada e fui para o hotel dormir.
  9. Letícia e Rodrigo Nem imaginem.... Chegou uma hora que pensei: "eu não volto por esse caminho, não... nem que tenha que ir nadando, mas eu chego na praia..." Totalmente louca. Se tivesse visto o dragão de Komodo antes, jamais teria me aventurado dessa maneira... Beijos
  10. Pois é. As fotos não ficam tão bonitas. E ainda há umas escadas para acessar a parte superior que não dá pra ir. Pagar pra vê-lo assim não foi tão legal, mas ao redor desse templo tem outros locais muito lindos!
  11. Dia 10: Agora sim o dia de maior aventura... Juro que estremeci, queria chorar, mas não desisti. Hoje estou rindo da situação... Queria acordar cedão para ver o nascer do sol, mas não consegui. Tomei café, fiz check out no hotel. A saída era 11h e sabia que iria para longe e não conseguiria fazê-lo na hora. Deixei minhas bagagens por lá e fui até o View Point. É uma boa caminhada para o alto da ilha. Passei pela praia de Loh Dalam Bay que agora estava com a maré baixa, sem sol e estava muito feia. É impressionante como o mar regride nessa região. Creio que uns 100m. Cheguei no topo do View Point antes da 9h. Paga-se 30 bth. A vista lá de cima é realmente muito linda! Você vê de um lado o píer Ton Sai e do outro lado a praia Loh Dalam Bay, além das montanhas de Maya Bay. É uma propriedade particular, muito bem cuidada e decorada. Tem um restaurante no topo. De repente vejo uma plaquinha “Bon Voyage” do lado oposto pelo que subi e resolvi ir por ali. Saíndo dessa propriedade, você cai numa estrada de terra e há placas indicando Runtee New Beach e Phak Nam Bai. Optei por ir na Runtee New Beach Graças a Deus pois olhando o mapa o lugar era mais longe. A trilha é em mata fechada. Creio que poucas pessoas passam por lá porque tinha muita teia de aranha no meio do caminho . Creio que perdi uns 40 minutos descendo, mas cheguei a uma belíssima praia, que na hora que cheguei era só minha! Praia de Runtee New Beach. Lá tinha uma balança e fiz diversas fotos com a SJ7000 programada para tirar fotos a cada 3s. Havia uns 3 restaurantes grandes na beira do mar. Acredito que alguns barcos devem parar lá para almoçar. Como não queria pagar o taxi boat (acho que nem existia), e nem voltar subindo para o View Point, resolvi continuar a trilha a beira mar. Fui caminhando e encontrei o hotel Rantee Cliff Beach Resort, hotelzinho pé de areia numa prainha particular lindíssima. Nessa havia uma rede e também me acabei com as fotos. Passei pelo Rantee View, uma barraquinha com sombra construída para ver o mar maravilhoso desse local e resolvi continuar andando. Como ainda havia trilha, continuei andando beirando a praia. Foi muito triste ver diversos locais abandonados. Não sei o que houve, se maré alta ou pelo tsunami, mas vi muitos bangalôs a beira mar abandonados. Fiquei até com medo de aparecer alguém por ali, pois eu estava sozinha. Caminhei e cheguei até a praia Tohko Beach e a maré estava mais alta e já nem tinha mais faixa de areia. Como ainda vi trilha, resolvi continuar o caminho mata a dentro. Andei, andei, andei e vi uma placa perdida para o View Point. Como a trilha já estava começando a sumir, optei por subir e voltar ao View Point. Comecei a subir e vi uma placa “Jungle Spirit”, deve ter sido de algum resort por ali, pois havia um bangalô enorme no meio da mata e bem grande. Eu até cheguei até ele, mas a mata estava fechando, não via mais trilha, muitas teias de aranha e começou a me dar medo. Comecei a tremer e resolvi voltar beirando a praia. Continuei caminhando e de repente, cade a trilha? Não tinha mais trilha. Imagine meu desespero. Teria que voltar tudo que havia andado, subir até o view point para voltar para o hotel ou tentaria fazer a trilha pelas pedras, chegar numa praia próxima e pegar um taxi boat até o píer . De verdade, acho que já havia caminhado umas 2h e me recusei a voltar atrás e fui pelas pedras. Estava com aqueles sapatos de mar emborrachados. Comecei a caminhar pelas pedras e como precisaria estar as 15h no píer, parei de fotografar. Estava bem amedrontada. Fui indo, o mar não estava bravo, fui rezando, pois se acontecesse alguma coisa comigo ali, morreria sem saberem que eu existia. Até que em um local, não tinha pedra para eu cruzar o caminho. Ou teria que ir nadando, ou escalaria uma rocha grande que havia lá. Minha preocupação era com as minhas câmeras. Estava com 3 e não queria molhá-las. A SJ tem capa e o cel estava naquelas capas plásticas. Pus minha câmera junto com o cel, mala nas costas e escalei a pedra. Cara de verdade, foi Deus quem me ajudou! Depois dessa pedra, Deus mandou até chuva. Caminhei mais um pouco e avistei uma praia.... Graças ao Bom Deus! Loh Moo Dee Beach. Fiz umas fotos, comemorei e fui pegar o taxi boat. Precisava ainda almoçar, comprar o Ferry das 15:30 para Ao Nang e pegar as malas no hotel, mas.... nessa praia não tinha táxi boat! Era uma praia muito bonita, quase deserta, mas com diversas cadeiras de praia para aluguel. O cara que vendia côco, indicou uma rota para ir pra outra praia e pegar o taxi lá, e aí continuei a caminhada. Aqui a rota era o caminho de um hotel de luxo, que ligava as praias de Long Beach a Loh Moo Dee Beach. Finalmente cheguei a praia de Long Beach. Linda! Mar tão lindo como os outros. Já que sabia que estava próxima, relaxei e fui tomar um banho de mar. É nessa praia que tem o Shark Point, um local para ver tubarões. Sabia que estava do lado do píer e minha mão de vaquisse me impediu de pegar um taxi boat. Atravessei a praia, subi a trilha e fui voltar para o píer. Caiu aquela chuva, tirei minha saída de praia e tomei um belo banho de chuva, para lavar a alma. Só que ao invés de virar para a esquerda, virei para direita. Cheguei até um local onde armazenam água, creio que para tratamento. O local estava bem aberto e estavam construindo provavelmente mais um resort por lá, já que haviam diversas casinhas iguais. Continuei andando, um pedaço de estrada asfaltada e depois terra. Como tinha trilha, achei que o caminho era por lá, ainda mais que tinha placa falando View Point. Continuei meu caminho e ouvi um barulho nas árvores... eram macacos, mas como estavam no alto não me preocupei. Vi uma antena alta, cercada e com placas de cuidado e ao continuar meu caminho, eis que vejo um lagartão. Creio que um Dragão de Komodo, no meio da minha trilha. O bichão olhou pra mim e entrou na mata, no caminho que eu iá seguir. Aí bateu o desespero, como iria voltar se no meu caminho tem um lagarto que come gente. Sempre tive vontade de encontrar com um dragão de Komodo, mas em Komodo, nunca imaginei encontrar um por aqui, ainda mais sozinha e no meio do mato. Resolvi voltar à tal praia pra pegar o boat. Liguei o maps do cel e percebi realmente que estava indo pro caminho errado! Descobri que tem 2 View Point na ilha e um bem longe do outro. Aí fui com o maps aberto, num caminho de terra. Fui andando e de repente.... civilização!!!! Graças a Deus de novo!!! Estava na parte turística da ilha, pertinho do píer. Iria almoçar e comprar o ferry para Ao Nang, isso já era 14h, mas quando fui ver... não tinha dinheiro suficiente para comprar, o ferry custava 450 bth. Tive que ir até o hotel, pegar o dinheiro guardado. Queria trocar os dólares, mas o lugar mais em conta o cara não estava. Comprei o Ferry, e fui almoçar. As 14:30 estava aguardando meu almoço. Como pedi um Pad Thai, chegou rapidinho (Comi no Italiano e foi o pior que comi na viagem!). Caiu o maior toró e entrei no ferry ainda com chuva. Enfim... deu tudo certo! Não recomendo essa aventura a ninguém! Realmente fiquei muito apavorada com medo de acontecer algo e ninguém saber, porque estava sozinha, mas vi lugares maravilhosos!!! O ferry até Ao Nang saiu as 15:30 e demorou 2h para chegar. Você deixa as bagagens na parte de trás do ferry. Como estava chovendo bastante a maioria das pessoas ficou na parte interna do ferry. Nem precisa falar que desmaiei. Estava tão cansada... Da mesma maneira, colam adesivos em você para identificar onde você irá parar, se ida e volta, etc. Só que eu já havia lido relatos e pude comprovar. O maior medo que eu tinha em levar mala grande na viagem é que havia lido que descíamos com água nos joelhos, mas não foi bem assim. O ferry para no meio do mar e vem os long boats e te transportam até a praia. Gente é inacreditável a capacidade de peso desses barquinhos. Foi lotado de gente e de malas e enfim, nos deixa no píer ao lado de Ao Nang, Nopparat Thara Pier, e desembarca sim na praia. Você tem que carregar sua mala na areia. Não levem mala grande! Achei tudo bem eficaz. Os caras fazem esse trabalho e a gente nem dá caixinha, nem nada. Ao chegar num estacionamento você diz seu hotel e pega um ônibus que te deixa na porta dele. Isso já está incluso no valor do ferry de retorno. Muito bom! Cheguei no hotel, fiquei hospedada no Alisea Boutique Hotel (R$198,50 a diária, reservados e pagos pela Hoteis.com, quarto amplo, cama king, ar condicionado com controle, sacada que dava pra obra, baixa iluminação e 2 garrafas de vidro de água com sabor horrível e piscina com borda infinita! Fui até o 7 eleven comprar meu café da manhã. Precisava trocar dinheiro, comprar o passeio do dia seguinte e jantar... No final, deu tudo certo. Comprei o passeio 4 islands com speed boat por 550 bth e o transporte hotel aeroporto por 150 bth para o outro dia. Estava com medo pois havia chovido muito. Imagine um passeio desses com chuva, mas felizmente a chuva parou. Ao lado do meu hotel tinha uma feirinha de comidas e nem pensei muito e comi por ali. Os preços bem em conta e comida boa. Voltei ao hotel e dormi, agradecendo por estar viva!
  12. Boa Noite Leticia, Obrigada... ainda tem mais por vir. Eu levei uma mala de mão e uma mochila pequena. Levei pouca roupa e combinei. Lá vc pode lavar suas roupas por acho que 40 bth para pegar depois, por 1 kg de roupa. Não lavei roupa, mas comprei camisetas que complementaram a viagem 5. Gastos totais incluindo passagens, hospedagens, passeios, comidas, presentes R$ 8500. Lá não faz frio, portanto, só fui com a calça do corpo e jaqueta. Foram 4 shorts, 2 saida praia, 2 short praia, 7 blusas, 1 sandalia, 1 tenis, 3 biquines, 1 canga, 1 sapato de mar, 3 tops, 4 meias, 1 pijama, 1 vestido, chapeu, bone, bolsa praia, remédios, protetor solar, maquina foto. Aprendi a fazer enrroladinho com as roupas e couberam direitinho... Beijos Vi
  13. Dia 9: Acordei cedo, tomei café e fui até o porto pegar o private boat. Nosso “motorista” o Koko quem nos guiou até o paraíso. Primeiro fomos a Maya Bay pela manhã. Chegamos próximo as 9h. De Phi Phi até Maya Bay demora uns 30 minutos. Paga-se uma taxa de manutenção da ilha de 400 bth(!). Chegamos e havia apenas uma parte da ilha iluminada pelo sol, onde você via aquele mar maravilhoso, com aquela água azul turquesa incrível! Agora sim! Estava no paraíso! Ficamos umas 2h, no mar e na praia. Ela fica lotada, mas pra quem tá acostumada com a Praia Grande de São Paulo, estava tranquila... Agora seguimos em direção à Bamboo Island. Nosso barqueiro ainda passou por alguns lugares: Wang Long Cave, Nui Beach, Loh Lana Bay, Wang Long Cave Uma baía localizada dentro das porções rochosas. Lindo! Nui Beach Loh Lana Bay Bamboo Island fica ao lado da Mosquito, mas essa estava fechada. Com a mesma entrada que você paga em Maya Bay, você entra na Bamboo Island. Esse lugar é paradisíaco. É maior que Maya Bay e tem o mar aberto azul turquesa. Vale muito a pena conhecer esse local. Tem até estrutura de restaurante e local para fazer um lanche com mesinhas. Imperdível! Ficamos umas 2h. e depois voltamos à PhiPhi. Descansei e resolvi dar uma volta pela ilha de Phi Phi. Fui ver como eram as tais Pool Party, mas rodei, rodei e achei apenas no Hotel Ibiza. Achei engraçado, mas não entrei. Gente sozinha e que não bebe é complicado. Jantei uma pizza sem graça. Depois fui no Regaee Bar assistir as lutas de Muay Thai. Adorei! Se houvesse uma amiga eu subia no palco para lutar.
  14. Dia 8: A van do hotel vem buscar as 8:00. Passa em outros hotéis e te deixa no píer. Lá colam um adesivo indicando o que você irá fazer, se ida e volta, só ida, ida a Ao Nang. O ferry é bem grande. Tem a parte superior descoberta, a parte do meio com sala vip e a parte inferior. Você desce e deixa sua bagagem lá embaixo. O trajeto demora umas 2h. Venta bastante, portanto cuidado com as vestimentas. O ferry passa ao lado da praia Maya Bay, que fica a esquerda. Ele até vai mais devagar para apreciarmos a beleza do lugar. Depois diminui a velocidade novamente ao chegar a Pileh Bay, uma baia linda! Ao chegar em Phi Phi você paga uma taxa de 20 bth para entrar na ilha. Phi Phi Don é uma ilha cheia de comércio, restaurantes e lojas de turismo. Chegamos e fomos comprar o passeio do nado com plânctons. 1700 bth. Iria sair as 15h, com entrada à ilha inclusa. Fiquei hospedada no Phi Phi Hotel do lado do porto. Fiquei na parte externa e apesar de tudo, quase sem barulho. Bom quarto, ar condicionado com controle, piscina externa, bom café da manhã. Privada dentro do chuveiro. R$216,79 a diária, pagos em 2x no cartão pela Hoteis.com. O problema é que cheguei as 12h e o check in é as 14h. Me troquei no banheiro externo, deixei as bagagens com eles e fui pra praia de Loh Dalam Bay que fica do lado oposto ao píer. A praia já começa a ser paradisíaca... no meio dela forma um banco de areia que a deixa muito charmosa. O que deixa extremamente chateada é o descaso dos turistas. Vi latas, garrafas, embalagem no meio do mar. O povo é meio sem noção com relação a lixo! Voltei ao hotel, fiz check in, almocei Pad Thai e fui para o passeio dos plânctons. Além do pessoal dos plânctons, no mesmo barco estava a galera que iria dormir em Maya Bay, mas realmente não me animou mesmo. Só havia mulheres nesse dia. O passeio do Sleep aboard deve ser reservado com antecedência via net. Eu optei por não fazer porque quando cansada, eu realmente preciso de uma cama para dormir. Além disso li relato de uma moça que enquanto dormia, passaram a mão nela e também porque ficaria sem tomar banho. Dormir com água salgada no corpo, não é comigo! Primeira parada: Viking Cave, só para observar. Segunda parada: Snorkel em Pileh Bay. A maré estava baixa e o mar não estava tão bonito. Quem quiser pode usar caique ou pular de cima do barco. No passeio está incluso jantar, frutas e água. Bebidas alcoólicas são pagas a parte! Terceira parada: Maya Bay a praia do filme de Leonardio di Caprio. Na hora que chegamos, deveria ser umas 17h, a maré estava baixa e não tinha mais sol. Havia apenas alguns barquinhos e as pessoas já estavam indo embora da ilha. Quando olhei pra praia, me decepcionei. Nem de longe é aquela praia maravilhosa que tanto sonhei em conhecer. DICA: Ao visitar a praia de Maya Bay, fique atento a maré e a incidência do sol. A água não é tão linda quando não há sol! Ficamos um tempo na praia para conhece-la. Caminhei até o lado oposto que dá para LohSamah, muito bonito de se ver. Voltamos ao barco para ver o pôr do sol... Lindo! O sol descendo alaranjado no mar.... Choveu um pouco e aguardamos a janta. Frango frito, frango curry, arroz e legumes. Você com a maior fome e a comidinha vem bem a calhar.... Passa um tempo, os caras vão numa prainha, lateral a Maya Bay e preparam um lual. Levam os que farão o Sleep Aboard pra lá de barquinho e o resto fica no barco. Passado mais um tempinho, hora de entrar na água novamente para ver os plânctons.... é sensacional!!! Você começa a se mexer e tudo ao seu redor fluoresce! Eu achei imperdível! Não pode tirar foto. Voltamos ao barco e na sequência a Koh Phi Phi. Já compramos o passeio para o dia seguinte que seria retornar a Maya Bay pela manhã e conhecer a Bamboo Island. Alugamos um private boat por 1100 bth para cada, em 3 pessoas, por 5h, iniciando as 8:30 (passeio 3000 bth 5h, cada passoa que acrescenta +300 bth). Estava cansada, mas fui até a praia ver a bagunça das baladas e definitivamente: estou ficando velha!
  15. Dia 7: Existe um voo direto de Siem Reap para Phuket pela Air Asia e achei super vantajoso, pois a maioria dos voos fazem escala em Bangkok. U$62,28 apenas ida, comprei um pudim de refeição. Apenas bagagem de mão. Saída as 8:40 e chegada as 10:30. Ao chegar no aeroporto de Phuket, existe um balcão com venda de passagens de ônibus para diversas regiões: Patong, Karon, Pier, Old Town. Fui para Old Town, 150 bth, pois embarcaria cedo para o píer no dia seguinte, mas não aconselho. Eu deveria ter ficado em alguma região de praia, pois acredito que aproveitaria mais o lugar. A van espera a presença de 10 pessoas para ir embora, mas a maioria das pessoas não vai para Old Town, então você tem que esperar. Pegamos um motorista muito babaca. Primeiro fazia umas piadinhas num inglês lixo para nós. Colocou um som alto na van e dirigia meio louco. Ainda bem que dormi. Você para numa agência de viagem e anotam o nome do seu hotel. A van te deixa no seu hotel. Ai vem a feladaputisse... o cara me deixou no meu hotel e ficou me pedindo $$$. Fingi que não entendia e enquanto não dei o dinheiro ele não abriu o porta malas para eu pegar minha mala. Tive que dar a contragosto 50 bth. Ele pediu 150 bth !!! Eu estava com um colega aqui do mochileiros que desceu da van, pois viu que eu demorava. E eu expliquei que o cara queria $ e não queria abrir o porta malas. Ele insistiu para eu não dar e para ele abrir o porta malas. O motorista ficou tão puto com ele, que trancou a porta de entrada da van. A sorte é que a porta da frente estava aberta e sua mulher estava na van. O cara ia largar meu colega no nada e sem mala. Fiquei muito indignada (Minibus Service 24/fev 2559, placa 304819)! No final descobri que o pessoal que havia ficado na van, que era mais uma família, desceu na hora que o cara foi abastecer. E ele ainda jogou a van em cima deles. Affss.... Tomem cuidado! Duração de 1h30. Fiquei hospedada no hotel The Tint at Phuket Town, R$89,10 reservado pela Hoteis.com sem café e tudo pago, num hotel com cama king size! Uma graça! Limpinho, ar condicionado com controle, bem decorado. Tem escadas para subir. O hotel fica ao lado de um shopping, com Mc Donald´s. Comprei passagem de Ferry para PhiPhi com translado para dia seguinte por 400 bth. Na ida ao aeroporto conheci um alemão que me sugeriu conhecer a praia de Nai Harn, que era mais familiar e menos turistada. Me informei na recepção e fui de ônibus local. Próximo do hotel havia uma estação de ônibus, que ía para diversos locais por 40 bth e para não perder tempo, resolvi pegar esse ônibus, sem almoçar. Esperei o ônibus chegar e até ele sair demorou 1h... Ele vai parando nos locais e as pessoas pagam ao motorista, ao descer. Pra chegar nessa praia demorei mais 1h. Existe um registro atrás do banco do motorista, com nome e indicações dele. Caso haja reclamações, você já tem a informação dele. Estava cansada, com fome, mas feliz, estava na praia da Tailândia... Parei para almoçar num restaurante arrumadinho e pedi o melhor prato da viagem, que não sei se foi por causa da fome que estava, já que eram 16h, o tal do Khao Pad com shake 250 bth. Acabei de almoçar e fui para a praia. A praia de Nai Harn não é longa. É uma praia bem família, mar tranquilo, água agradável, sem vendendores. Bonita! Fiquei até o sol ir embora. Já sabendo que teria que pegar um táxi para voltar, já que o serviço de ônibus parava as 17h. Sai da praia umas 20h. Fui perguntar aos taxistas à respeito da volta à Old Town e eles me mandaram ao ônibus que eu vim. O primeiro motorista me pediu 700 bth e teria que esperar juntar 4 pessoas. Ai bateu meu desespero. Como arranjar 4 pessoas se eu estava sozinha? Esse motorista me indicou a outro que me pediu 600 bth e depois 500 bth. Coincidentemente foi o mesmo bus que eu cheguei a praia. Em Phuket não tem Uber. Aceitei. Chegaram mais 3 pessoas que iam para locais mais próximo e seguimos viagem. Estava tendo obra na estrada e havia muito trânsito. O cara desceu do bus e falou que demoraríamos umas 2h pq estava muito trânsito, mas pensa, eu não tinha como descer e pegar outro meio de transporte porque nem sabia onde estava. Passaram as obras e o trânsito fluiu. Cheguei após 40 minutos no meu hotel, exausta e cheia de areia. Fui no Mc e peguei nuggets. Lá não vendem hamburgueres sem ser de frango, mas servem também refeições com arroz e frango. Comi no hotel e desmaiei.
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