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Ngeru

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  1. Oi Talita tudo bom? Eu reservei tudo com antecedência porque tinha pouca flexibilidade de tempo e roteiro. Fiz pela agência NZEGA e deu tudo certo, só o rafting perto de Christchurch foi cancelado porque um grupo maior de pessoas que ia no mesmo tour desistiu de última hora. Me reembolsaram valor integral. Se inglês for preocupação pra você, a agência é de uma brasileira e isso pode ajudar. Acredito que dê para comprar aqui mesmo, mas procure saber se a atividade é muito popular. Geralmente o site da companhia tem uma recomendação pra reservar antecipado se a procura for alta. Janeiro é verão e alta temporada! Mas se você tem inglês e tempo pode reservar por conta própria, os valores são praticamente os mesmos comprando por agência ou direto com operador. No www.bookme.co.nz sempre tem promoções, conheço gente que fez Milford sound por nzd 30, mas é sempre meio de última hora e acaba bem rápido. Tem descontos muito bons mas precisa ficar sempre monitorando e ver se as datas servem pra você. Esse relato é antigo, algumas coisas devem ter mudado. Dê preferência pra relatos mais recentes, se quiser me manda mensagem porque voltei pra NZ e viajei um pouco mais.
  2. Oi Annie, faz tempo que não entro no mochileiros, sua mensagem me trouxe de volta Na época eu comprei todas as passagens adiantado, então paguei nzd 1.00 em quase todos os trechos, salvo um ou dois. Somando todos os deslocamentos de ônibus devo ter pago uns nzd 150, mas podia ter sido até mais barato porque fiz reservas separadas conforme ia pesquisando e cada taxa de reserva era nzd 4 (hoje em dia baixou pra nzd 1). Passagens de ônibus na NZ são como as de avião, aumentam com o tempo e demanda. No começo achava esquisito demais, pra quem é do Brasil e está acostumado a pagar sempre o mesmo valor em um trecho independentemente da antecedência de compra...
  3. Olá Lucas tudo bom? Sim ótimo lugar! Mergulho eu não fiz, e de acordo com o que eu vi lá na NZ as pessoas fazem mais atividades como nadar com golfinhos e observação de baleias, mas dá uma olhada. Mesmo nos i-sites eu não via material de divulgação sobre mergulho, mas talvez seja porque fui em baixa temporada. Tem este site por exemplo http://www.divenz.com/ . Mergulho por lá tem, só não tenho experiência pra dizer se vale a pena fazer lá ou esticar pra Austrália ou Fiji que estão pertinho. Sobre hobbiton, se quiser ir com agência é fácil encontrar quem opera, mas se quer ver como é o tour dá uma olhada nesse vídeo Boa viagem
  4. Olá Fred Moura e todos os membros que gostam de fotos: seguem algumas que tirei por lá, mas nada excepcional. Dando uma busca no google imagens dá pra se empolgar mais De Auckland não tenho fotos. Separei as fotos por cada cidade onde me hospedei pra ficar pareado com a sequência do relato, mas nem sempre a foto é da cidade, por exemplo as fotos de White Island estão em Rotorua porque foi de lá que saiu o transfer pra Whakatane. ILHA NORTE Rotorua Dentro da cidade dá pra ver atividade termal, não é tão grande ou tão colorido como em Wai o Tapu mas também é uma boa, e de graça. White Island, a ilha é bem pequena e a princípio me causou estranheza saber que é propriedade privada. Tauranga ILHA SUL Christchurch Punakaiki Franz Josef O guia de bermuda e camiseta dry fit... eu segurei aquela picareta, é pesadinha, imagina ficar quase 3 horas quebrando gelo Wanaka Queenstown Com mais neve deve ser bem bonito! Em frente a um outlet de equipo e roupas de trekking, lá tem muitas outras lojas e portanto oferece variedade. Preços não são sensacionais. Te Anau DE VOLTA À ILHA NORTE Wellington Detalhe de uma canoa maori exposta no museu Te Papa...a primeira coisa em que bati o olho foi nesse detalhe! Aqui tinha que ter um gif do beavis & butthead
  5. As cidades por onde passei, em ordem: ILHA NORTE Auckland Na imigração a agente perguntou quantos dias eu ia ficar na NZ, respondi e ela disse que era muito tempo pra ficar viajando pelo país... pediu reserva do hostel onde eu ficaria, anotou o endereço e me liberou. Eu estava com tudo certo, reserva, grana suficiente, itinerário, por isso estava tranquila. Passar aperto na imigração por causa de algo tão pequeno como uma reserva de hostel não vale a pena. Auckland é uma cidade grande, organizada, deve ser muito boa pros baladeiros, mas pra mim só serviu pra comprar um adaptador de tomada e um simcard+celular baratinho. Rotorua Fui pra wai o tapu e waimangu em um dia, vi as hot pools, geyser, como todos que vão pra lá fazem, e achei o lugar meio surreal. No dia seguinte fiz white island, a cia que opera esse tour sai de barco de Whakatane. Quando comprei o passeio o transporte entre Rotorua e Whakatane estava incluso, mas o motorista me disse que logo interromperiam esse serviço, então imagino que quem quiser fazer o passeio terá que contratar transporte à parte ou ir de carro. White Island é bem louca, se entender inglês melhor ainda pois vai conhecer toda a história de mineração, as mortes, lendas, melhor do que sair zanzando pra tirar foto e atrasar o grupo! Este é um dos passeios que precisa de confirmação na véspera, e mesmo no dia se acontecer do tempo virar ou o vulcão entrar em erupção é cancelamento. Tauranga É uma cidade descolada pra galera mais jovem, fiquei no único hostel (entre todos onde me hospedei) que cobrava pelos cobertores e não deixavam usar saco de dormir, pra evitar infestações. Mas era bem localizado e com um ambiente bom (Harbourside backpackers). Fui pro mount maunganui de onde se tem uma bela visão da cidade e das praias, é um lugar frequentado pelos locais, então vi uns caras pescando, um senhor pintando um quadro, sossego total. De Tauranga voltei pra Auckland e peguei voo até Christchurch ILHA SUL Christchurch Quando fui ainda tinha muita coisa fechada e em reforma, fui nos jardins da cidade que são muito bem cuidados, passei no centro comercial onde as lojas foram montadas em containers. Eu tinha comprado um rafting em Rangitoto por impulso, já não estava animada a fazer, e por "sorte" ele foi cancelado porque muita gente do meu grupo havia desistido de última hora! Qualquer um xingaria nessa hora, eu fiquei aliviada rsrs, a cia estornou o valor pago mas antes perguntou se eu tinha disponibilidade pra remarcar a atividade, isso achei bem legal. Arthurs Pass Fiz a trilha Avalanche Peak, e perto do vilarejo tem várias outras trilhas menores e mais fáceis que entram na floresta e chegam a uns pontos de observação pra ver cachoeiras. Na Avalanche Peak as keas chegaram junto quando eu parei pra descansar. Pra quem tem pouca experiência precisa ter juízo de sobra, lá em cima o vento soprava tão forte que quase me derrubou algumas vezes. Eu subi até onde ainda havia as pedras maiores, onde a galera parava pra comer um lanche. Tem como subir mais um pouco, mas era por um caminho estreito, de pedrinhas pequenas que vivem escorregando pelos lados inclinados da montanha e eu com as pernas bambas não tinha como ir, nem se quisesse. Punakaiki É perto de Punakaiki que ficam as pancake rocks, já li muita gente falando que só tem isso pra ver lá, mas discordo, tem muitas trilhas lindas por lá. Fiquei só um dia mas dava pra ficar uma semana tranquilo, mesmo com o tempo fechado. Na maré alta as ondas batem forte nas pedras e dá um efeito mais dramático de se ver, tem um caminho circular construído pra observação. Pra quem só quer ver as pancake rocks, eu vi os ônibus da intercity e nakebus que sobem a costa oeste parando e deixando os passageiros descerem pra ver as pancake rocks por 20 ou 40min, não me lembro. Daí é só descer, ver o que quer ver e seguir viagem. Não sei se todos os ônibus fazem isso, deve depender do horário também. Franz Josef Fiz o passeio que sobe de heli até a geleira e tem uma caminhada. Fui na primeira turma do dia, e o nosso guia precisava parar o tempo todo pra quebrar gelo e abrir caminho, assim sobrou mais tempo pra todo mundo curtir o lugar e tirar todas as fotos que queria. O legal é que a geleira está sempre mudando, cada grupo que sobe vê algo diferente. A Franz Josef Glacier guides providencia tudo, roupas impermeáveis, bota e crampons, luvas e toucas, e uma pochete pra guardar água, lanches, câmera, etc. É bom levar óculos escuros. Esse passeio dá direito a entrar numas piscinas termais na cidade também, estas aqui http://www.glacierhotpools.co.nz/ . Wanaka Aqui dá pra fazer skydiving e tem skiing/snowboarding no inverno. Eu fui só pra conhecer, fiz trilhas curtas, ver as árvores mudando de cor, o lago, é uma cidade bonita e tranquilona. Queenstown Outra cidade que fui só pra conhecer, outros relatos aqui no Mochileiros tem mais infos. Achei o lugar bom pra comprar roupas e equipamento de caminhada, tinha umas lojas que pareciam outlets ou ponta de estoque. Recomendo caminhar no jardim da cidade, fazer a trilha que margeia o lago, também tem outras trilhas por perto. Com a oferta de atividades na cidade, coisa pra fazer não vai faltar. Te Anau Vi as glow worms que normalmente as pessoas preferem ver em Waitomo na Ilha Norte. O grupo atravessa o lago (enorme) de barco até o acesso às cavernas, primeiro tem uma breve caminhada para ver o riacho subterrâneo, depois nos levam pra ver as glow worms, é bem louco. De Te Anau também tinha reservado Milford Sounds, o ônibus que me levou vai parando no meio do caminho pra ver a paisagem. Milford Sounds vale a pena em qualquer clima, se estiver ensolarado é mais agradável ficar do lado de fora no barco, se estiver chovendo surgem as cascatas, é bom de qualquer jeito. Esse passeio também sai de Queenstown, por isso até entendo porque muita gente nem passa em Te Anau. Mas lembro de ter visto muitas pessoas que desceram no depto de conservação de Te Anau pra acertar a Milford Track, essa eu ainda volto pra lá pra fazer. A cidade mesmo é minúscula, estive lá no ANZAC Day e assisti às solenidades. De Te Anau peguei um ônibus pra Queenstown e voo até Wellington DE VOLTA À ILHA NORTE Wellington Gostei muito da cidade, é moderna e tem muitas conveniências sem ser muito grande. O museu Te Papa é demais, pra quem gosta dá pra passar um dia inteiro lá. Cuba st é sempre mencionada, tem várias lojas e restaurantes, com obras interativas montadas no meio do calçadão. Lá tem uma loja grande da cosmic http://cosmiccorner.co.nz/, e um outlet com preços mais em conta também. Fui no underground market, onde tem vários expositores vendendo artesanato, os preços eram bons mas eu já estava com a cargueira estourando, e nos arredores tem cafes e barracas de comida. Na Manners st tem um sebo grande com livros e preços legais. Peguei o cable car pra subir até os jardins, lá de cima se tem uma vista boa da cidade, jardins também são bem cuidados, lá no topo tinha um canhão alemão da 2 Guerra Mundial, e um museu do bondinho. Esse cable car dá pra pagar subida e descida, ou só subida e descer a pé pelos jardins. Deu pra ver que fiz um caminho esquisito, o mais prático é ir de norte a sul e voltar de avião, ou descer tudo de avião e subir aos poucos. É o mais prático e o que eu sugiro, mas não servia pra mim, por motivos que não entram na parte mochileira dessa minha viagem. Eu penso que devemos estudar o destino e selecionar o que vai nos agradar, ao invés de nos obrigarmos a ir em tal cidade ou fazer uma atividade porque todos que já foram pra lá fizeram ou visitaram. Como falei antes, reservei o rafting porque enfiei na cabeça que pelo menos algum passeio desse tipo eu tinha que fazer, mas isso não existe. Nenhuma viagem vai ficar mais ou menos legal só por conta dos passeios ou das cidades. Evito dizer que não se deve visitar algum lugar, se transmiti essa impressão ao descrever algumas cidades não é isso não! Poderia ter escrito mais, só que deixei de fora as infos que são facilmente encontradas em outros relatos e na internet. Procurei mostrar os links que foram bem úteis pra mim. Se alguém tiver perguntas mais específicas pode mandar!
  6. Acabei de ver que a NZ está entre os lugares com menos relatos disponíveis no Mochileiros, e recordando como foi minha etapa de planejamento da viagem resolvi postar minha experiência para quem pretende conhecer esse país que, pra mim, não dá pra descrever em palavras nem fotos, só indo mesmo! Resolvi postar o relato por aqui para agregar mais infos em um site só. Com paciência você acaba encontrando blogs pessoais com relatos de quem viajou a trabalho, turismo ou estudo, mas eu sempre começava procurando por aqui. Eu fui sozinha e com orçamento modesto. Vou escrever pensando nas dúvidas que tenho lido em outros tópicos, e pensando no que eu gostaria de ter lido nos relatos antes de fazer minha viagem. Provavelmente soará repetitivo para algumas pessoas, mas tenham em mente que para outros pode ser informação útil só não vou colocar link de absolutamente tudo pois muita coisa se encontra facilmente com o santo Google. Passagens aéreas: fui pela Emirates, paguei R$ 2.550 ida e volta, bilhetes comprados em novembro de 2012. É preciso comprar ida e volta, em Guarulhos ligaram pra NZ pra avisar que eu tinha o bilhete de volta e deixarem embarcar. Como é o caminho mais longo, passei várias horas dentro do avião, mas isso não foi problema nenhum. Pra quem tem algo que eu só consigo descrever como fetiche por aviões, é um evento voar pela Emirates. O atendimento deles é muito bom, só passei aperto na volta Dubai-São Paulo, faltando 7hrs pra aterrissar meu monitor pifou e só sobrou o "live entertainment" a bordo, que consistia em: um indiano figura alegre de whisky sentado ao meu lado, tentando a todo custo conversar comigo com um vocabulário mínimo de inglês, e um brasileiro mais do que bêbado dando trabalho pra todo mundo....o brasileiro tava muito alterado, foi tenso, mas o indiano era só simpatia! Comprei por uma agência, o visto de Dubai foi a agente que correu atrás pra mim, o visto de trânsito australiano eu providenciei e é muito simples, tem todo o procedimento no site da embaixada. Época do ano: fui em abril e era outono, a temperatura estava ótima pra mim pois não gosto de muito calor e as árvores estavam mudando de cor, em Wanaka era surreal as tonalidades. Nesta época acredito que ainda dê pra pegar praia no norte da Ilha Norte. Peguei poucas chuvas, todas bem fracas e nada que atrapalhasse a viagem. Hospedagem: fiz todas as reservas pelo https://www.bbh.co.nz/, antes de viajar comprei o cartão bbh por nzd 50 (com custo de envio p/ Brasil), com este cartão o preço das diárias em hostels credenciados cai em média nzd 3, dá pra reservar hostels online sem taxa e vem também com um código de nzd 20 pra ligações, tanto locais como internacionais. A tarifa pro Brasil era em torno de nzd 0,06/min. Em cerca de 15 diárias nos hostels o valor do cartão já se paga, eu achei que compensa muito, além de ter a opção de fugir dos hostels grandes e manjados (que não me agradam, mas pra quem gosta de festa/zona tem que ir nos manjados mesmo!). No site dá pra pedir um folheto com a lista de todos os hostels, enviam grátis p/ Brasil. Ônibus entre cidades: as empresas nakedbus http://nakedbus.com/nz/bus/ e intercity http://www.intercity.co.nz/ foram as únicas que eu encontrei vendendo passagens promocionais a nzd 1+ nzd 2.99 de taxa de reserva online. As empresas costumam liberar essas passagens de nzd 1 com mais ou menos 3 meses de antecedência, apenas um assento em cada viagem por esse preço. Com o meu orçamento modesto e minha pãodurice crônica, resolvi fazer o que muita gente não recomenda, engessar minha viagem. Mas não fiquei lamentando a "falta de liberdade", eu apenas li o máximo que pude sobre as cidades, defini em quais queria passar e a ordem, isso me permitiu comprar quase todas as minhas passagens de ônibus por esse preço promocional. Devo ter feito umas 10 ou 11 viagens por nzd 150, dessas apenas 3 trechos eu paguei o preço normal inteiro. Depois de ver empresas como a própria nakedbus e intercity ou a kiwiexperience e outras que vendem passes de ônibus por 4x ou mais desse valor, tomei a minha decisão. Conheci um rapaz que estava "preso" em Franz Josef porque tinha um desses passes, mas ele só podia embarcar no ônibus se houvesse lugar vago, ele já estava há 4 dias esperando esse lugar. Enfim, li pouco sobre esses passes, não curti o preço. O risco de ir com tudo comprado é maior nas atividades que dependem do tempo ou mesmo outros fatores, basta ver mais abaixo o que aconteceu comigo em Christchurch. Voos domésticos: fiz os trechos Auckland-Christchurch e Queenstown-Wellington pela air new zealand, pelo site deles dá pra encontrar boas promoções.Tem também a jetstar, mas não peguei nenhum voo com esta cia. Trem Tranzalpine: atravessei a Ilha Sul indo de trem de Christcrhuch a Arthurs Pass, depois de Arthurs Pass a Greymouth, cada trecho por nzd 89. Comprei antecipado pela internet, recomendo ver disponibilidade dependendo da época do ano. A viagem é agradável, imagino que no inverno com mais neve nas montanhas deve ser bem bonito. Existem ônibus (west coast shuttles) que fazem os mesmos trechos e custam nzd 53 (Greymouth a Christchurch), acho que só pego o Tranzalpine novamente se for inverno. Tem um vagão aberto pra quem quer tirar fotos, passar frio e correr o risco de perder gorros, toucas, óculos, etc! Vendem lanches e bebidas quentes. Eu confiei muito na pontualidade do trem, ele atrasou 20min e eu perdi o ônibus da nakedbus pra Punakaiki, mas na estação mesmo comprei outro pela intercity. Deslocamento dentro das cidades: a maioria das cidades por onde passei é pequena e dispensa ônibus ou táxi pra conhecer, eu andei muito. Em Auckland tem um ônibus vermelho que anda toda a queen st, custa nzd 0.50 e eu só peguei quando fui do hostel até o ponto de ônibus perto do britomart. Em Tauranga peguei ônibus pra ir até mount maunganui, não lembro o preço mas era barato. Airbus em Auckland e Wellington funciona (porém em Wellington não é 24/7, não me liguei nisso e gastei com taxi), mas em Christchurch estava complicado achar transporte do aeroporto pra cidade. Acabei indo com uma van que ficava na saída do aeroporto, primeiro queriam cobrar nzd 24 porque era só eu e mais dois caras, mas depois acharam um grupo grande e o valor caiu pra nzd 15. A van deixou todo mundo na porta dos respectivos hostels/hotéis, então é uma boa pra não ficar quebrando a cabeça, principalmente se estiver cansado. Cheguei a procurar linhas de ônibus em Chch antes de viajar mas nenhum passava perto do hostel, então larguei mão e deixei pra ver na hora. Alimentação e compras: calculei nzd 35 por dia e levei a grana, até sobrou mas isso porque como mal! Alguns dias nem jantava ou só comia uma fruta, simplesmente por costume meu. Fish&chips variava entre nzd 8 e 12, dos preços que me lembro. Alguns lugares vendem chips de kumara, tem gosto de batata doce. Pra mim era mais ou menos assim: Pak'n'save = Dia, Countdown = Carrefour, New World = Pão de Açúcar, mas não exatamente igual, quando o Dia for igual ao Pak'n'save tá ótimo. O foursquare é uma rede de mercados menores. É bom se informar sobre cidades muito pequenas ou vilarejos, em Arthurs Pass não tinha mercado, só cafes e restaurantes, e em Franz Josef só tinha foursquare, ou seja menor variedade de produtos se comparado aos mercados maiores. Se estiver preocupado com gastos com comida, é só entrar no site desses mercados e ver os preços de alguns itens pra ter uma base. Cada um tem hábitos diferentes, eu com 35 por dia passava bem e ainda sobrou grana pra comprar os supérfluos Atividades: não fiz bungee, nem skydive, nem jet boat, nada disso! Não pelo dinheiro, mas porque essas atividades não me atraem. Muita gente ao ouvir falar em NZ já pensa em pelo menos um desses três itens aí. Eu penso em montanhas e trilhas, e foi o que mais encontrei por lá. Usei muito este site http://nzwalksinfo.co.nz/ pra me informar, ele mostra no mapa as trilhas, traçado, distância, altimetria, ajuda muito a escolher ou mesmo conhecer quais trilhas existem nas cidades por onde vai passar. Pelo número de registros dá a impressão de que absolutamente todas as trilhas da NZ estão lá, desde as mais fáceis até as mais longas que exigem experiência. Dá pra usar esse site pra achar as trilhas e depois se informar melhor sobre elas no site do Department of Conservation. As atividades pagas eu reservei pela NZEGA. Para alguns passeios eu tinha que ligar um dia antes direto na cia operadora e confirmar, pois alguns deles podem cancelar por motivos diversos (mau tempo, desistência de parte do grupo são duas possibilidades). É bom sempre tentar reservar com antecedência, principalmente na alta temporada. I-site: tem em todo canto, sempre com vários folhetos e propagandas, e atendentes pra tirar dúvidas ou te mostrar o que tem pra fazer na região. Em aeroportos e cidades maiores se encontra folhetos e mapas de outras regiões do país (ex: em Queenstown dá pra achar mapas e livretos do norte da Ilha Sul ou até mesmo do sul da Ilha Norte). A estrutura para receber visitantes é enorme, e facilita a vida de muita gente. Eu pegava os folhetos para procurar feiras e eventos locais. Os guias mais divulgados lá são do http://www.jasons.co.nz/, que sempre vêm com cupons de desconto pra restaurantes, pub crawl, atividades, museus, tem de tudo. Internet: apenas em Auckland e Queenstown fiquei em hostels que tinham wifi grátis além de pc liberado. Em todos os outros lugares a internet era paga, ou por hora ou por dia. Em Auckland no terminal doméstico também tinha pc com internet pro pessoal usar. Eu não ficava grudada na internet todo dia, então não me fez falta. Alguns ônibus da nakedbus têm wifi, mas deve ser minoria.
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