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leprechal13

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  1. leprechal13

    relato Havasupai Falls com fotos e coordenadas

    Como Chegar Saindo de Las Vegas você pega a US-95 até pouco antes de Bouder City ela vira US-93. Seguindo direto até Kingsman, cidade que faz parte da ROUTE 66. Dali vc pega a US-66 passando por cidades desertas como Antares, Truxton e Peach Spring. Algumas milhas depois de Peach Spring vc entra na Indian Road 18 até seu fim. São 221 milhas e 5:30 horas. Para que vai primeiro para o Grand Canyon a entrada é em Seligma. Recomendo dormir em uma dessas cidades e sair pela manha bem cedo, cerca de 4 ou 5 da manha, para chegar no estacionamento entre 6 e 7 horas, ou passar a noite no próprio carro montando barraca no estacionamento ou dormindo no mesmo. A partir daí tem inicio a trilha. São 10 milhas (15 km) até o camping de uma trilha em constante decida que podemos dividir em três partes: a grande descida em zigue zague e o planalto, a trilha no leito seco do canyon e por fim as estradas na vila. Outras opções para o caminho são: pegar um helicóptero e contratar uma mula para levar a bagagem. A trilha especialmente na ida é bem bonita e saindo cedo quase não pega sol por entre o canyon. O terreno é plano e regular na maior parte e desce suavemente até a vila, mas é de cascalho e na vila de areia fofa, cansando mais que o normal. Após chegar a vila ainda são duas milhas até o camping onde você passará por 3 cachoeiras das 4 cachoeiras. No total, com algumas paradas o trecho leva cerca de 5 a 6 horas. Para a volta o índice de cansaço é muito maior, e o trecho final extenuante, não há paradas para descanso que diminuam o impacto do trecho final, então espere mais de 6 horas de caminhada ou pense em ir sem as malas. Onde ficar Só há duas opções: camping ou Lodge. Para acampar você precisará levar toda sua comida pois as únicas opções no local são duas barracas que vendem tacos, um pão local, frutas, bebidas e snacks. Há uma bica de água no começo do camping. O que fazer Alem do desafio de superação que é atravessar o canyon o maior prêmio são as cachoeiras que possuem um visual diferente de tudo que você já viu. Suas águas são límpidas e azuis de maneira incomum, as paredes rochosas tem um aspecto tão peculiar que não há igual no mundo (fruto do que parece ter sido uma catarata), as piscinas que se formam parecem ter sido feitas a mão e você pode entrar em todas sem medo. As águas são geladas mais a partir de maio o clima é bem tranqüilo e dá para curti-las. Maiores informações: http://www.nps.gov/grca/planyourvisit/havasupai.htm http://www.havasupai-nsn.gov/tourism.html http://havasuwaterfalls.net/havasu.html
  2. O Mundo mágico das cachoeiras azuis Antes de visitar qualquer lugar é comum pesquisar, ver fotos, roteiros, para ter uma noção do que virá. Mas e se no meio dessas pesquisas, assim por surpresa você se deparar com um lugar surreal, que nunca tinha visto? Claro que qualquer pessoa colocaria ele no roteiro, certo? E se você tivesse que rodar uns 100 km a mais? Sem problema! E se você tivesse que escolher entre acordar às 4 da manhã ou dormir no carro para chegar a esse lugar? Bom, ainda vale a pena. E se este lugar ficasse a 15 km por trilha de um estacionamento e as únicas opções de hospedagem fossem um camping (ai você teria que levar barraca e todos seus apetrechos) e um Lodge (preços proibitivos), e sem restaurantes nem chuveiros? Mesmo assim, eu não tive dúvidas e pra dizer a verdade não considerei a distancia...nem a da volta (com direito a extrema subida) na hora de realocar um espaço no roteiro para Havasupai Falls. Depois de pegar muito frio e neve no Grand Canyon em plena primavera de Maio, eu e minha companheira de viagem, resolvemos mudar o roteiro e acrescentar lugares mais quentes e esperar um certo calor antes de partir para Havasupai, afinal são cachoeiras e um calor vai bem. Ficamos hospedado em uma cidade daquelas de filme, com a estrada cortando ao meio duas partes de lugar nenhum. Arrumei a mochila com tudo que precisaria pelos próximos dois dias, incluindo comida, apetrechos para cozinhar e montar acampamento mais um litro de água. Saímos de Seligman lá pelas 4 da madrugada, preferimos ter poucas horas de bom sono do que algumas horas a mais dormindo no carro, pois o começo da trilha é apenas um grande estacionamento, nada mais. Ainda fazia muito frio quando chegamos ao ponto de partida, estava cheio, algumas barracas montadas no chão duro, dezenas de pessoas se preparando. O lugar é alto, bem alto, o topo de uma colina rochosa sem vida vegetal. O caminho é largo, aberto nas pedras, e íngreme. A descida forte dura uns quarenta minutos, e quando se olha para trás fica difícil ver o ponto de partida, tamanha a altura. Durante uma hora o espaço é aberto e então rochas vermelhas começam a subir, dos dois lados, o leito pedregoso de um riacho seco é o caminho. São duas horas caminhando pela fenda que só cresce até que uma placa (única) indica o caminho. É o encontro de várias fendas, o céu se abre, e algumas árvores aparecem, um pequeno riacho dá as caras e é ele quem nos mostra o caminho. Depois de algum tempo chegamos a vila, lugar amplo e plano. O registro é feito por conta, ninguém o aborda e não há portaria. A atendente indígena, com cara amarrada, me pergunta pela reserva, no site é dito que é necessário fazê-la porem não exclui aqueles que não tem (as reservas geralmente são para 6 meses), apenas diz que o preço será em dobro. Mas a atendente é cruel, nos diz para dar meia volta, pois tudo está lotado! Voltar no mesmo dia é condenar a morte qualquer ser humano. Depois de muita choradeira conseguimos entrar (mesmo por que não voltaria de jeito nenhum) mas ainda restam 3 quilômetros de areia fofa até o camping. Aos poucos começo a ouvir o som das águas, caindo incessantes ao longe e logo avisto a primeira queda New Navajo Falls, verde, clara como a do ovo, com um imenso lago para banho e vazia. Logo em seguida, corredeiras formas degraus d’água qualhados de algas e logo outra queda, Rock Falls, onde podemos caminhar por detrás do seu véu. A visão dessas quedas revigora, a vontade é deitar a mochila e se perder nas águas, mas ainda temos mais 1 quilômetros até o camping e até Havasu Falls. Sua visão a direita do caminho de areia é tão grandiosa quanto inesperada, a água corre entre rochas vermelhas e despenca por 30 metros de uma parede com formas bizarras, fruto da passagem de antigas águas. A imensa piscina natural em forma de cumbuca tem as bordas tão perfeitas que podemos sentar na beira ou mesmo pular de cabeça no seu meio. Dali o rio segue para outras piscinas igualmente lindas. Chegando ao camping não há lugar marcado, qualquer lugar será sua casa pelos próximos dias. Entre uma vegetação baixa e muita areia, centenas de barracas se espalham ao longo do rio. Seguindo o fluxo do rio está Money Falls, a maior de todas com 57 metros. Avistar sua imensidão do mirante é um convite a duvidar da própria natureza tamanho o tom azulado que assume o lago que a recebe. Porem descer a seus domínios não é fácil, requer um mini rapel e uma passagem por entre as rochas, terminando em escadas de madeiras onde o fluxo sobe e desce sem qualquer regra. Avistar o gargalo por onde ela despenca, assim de baixo, chega a oprimir, seu spray umedeci o ar e lança correntes de vento, uma visão eloqüente.
  3. leprechal13

    relato Travessia dos Lençóis Maranhenses - Fotos + Preços

    Não vou saber te dizer a distancia, o próprio guia não soube, ele sempre falava em horas mas acredito que no 1º dia perto de 10 km, no 2° uns 5 e no último mais de 10 km
  4. leprechal13

    relato Travessia dos Lençóis Maranhenses - Fotos + Preços

    3º Dia – Baixa Grande x Atins Dia longo. Acorda se bem cedo novamente pois a distancia é muito grande. Aqui se possível outra carona cai bem, pois não há interesse nem luz na saída da Baixa. Caminha se pelas dunas até certo ponto e depois o trajeto é beirando a praia que não é convidativa para banhos. O visual continua bonito, mas nem tanto e a areia é mais fofa. Como não há lagoas no trecho tome banho nas cachoeiras, rios que desembocam no mar e formam pequenas quedas de 30 a 50 centímetros com poços rasos para se entrar. O trecho final pode ser em terreno bem pantanoso e dá no canto do Atins, de lá para a vila ainda se tem uma boa hora de caminhada, cogite pegar carona nesse trecho também. Atins Vilarejo simpático e bem simples, para quem gosta alguns dias serão bem vindos para descansar e fazer amizade. Aqui muita gente off society gosta de passar um tempo, seja para continuar viajem seja pra se afastar do mundo. O lugar tem um belo encontro do rio com o mar e algumas lagoas não muito perto. Se você vir da travessia não verá muitas novidades, o interesse está mesmo na vila. A noite todos se encontram em um restaurante que vira bar e depois partem para um incrível bar todo decorado em madeira que faria certos locais da Vila Madalena chorarem de inveja. E o tempo que ficar lá irá encontrar as mesmas pessoas que logo virarão seus amigos. Há passeios de barco para o outro lado do rio onde fica Caburé, outro vilarejo, agora de frente para o mar, Mandacaru, onde fica o farol que pode ser visitado, Vassouras, parada pra ver macacos, etc...é possível avistar as revoadas de guarás, ave vermelhinha símbolo da região, porem há períodos para isso e não faça o passeio se não for a época correta senão irá encher o bolso do barqueiro. A saída da vila se dá pelo rio. Bem cedo partem as voadeiras, lanchas semi cobertas para Barreirinhas, são chamadas de linha aquelas que levam os locais e vão direto rio acima. Se não quiser gastar no passeio de barco vá de voadeira de linha direto para Barreirinha.
  5. leprechal13

    relato Travessia dos Lençóis Maranhenses - Fotos + Preços

    2º Dia – Queimada x Baixa Grande O trecho mais curto do percurso. Acorda se pelas 6 ou 7 da manhã e o caminho vai em grande parte por vias alagadas. O perigo de contrair doenças é maior aqui. O chinelo vai ser bem vindo mas as constantes travessias molhadas o tornam pouco eficaz na prevenção. As dunas diminuem um pouco e os banhos são em lagoas de águas escuras ou rios, como o rio negro, que pode inclusive estar fundo o suficiente para ter que atravessar a nado, tornando a travessia das mochilas bem difícil. Aproveite e peça para conhecer as vilas que fazem parte dos oásis, no mapa aparece apenas a Queimada dos Britos, mas há outras duas, então com um dia curto de caminhada aproveite pra conhecer mais o modo de vida isolado dessas pessoas, é uma oportunidade que você dificilmente terá novamente. A estadia aqui é na beira do rio, mas ruim de se banhar, as redes ficam em um galpão e há espaço para um passeio nas redondezas e uma duna bem grande de onde se tem um por do sol insano, provavelmente o mais bonito que vi. No local tem gerador, cerveja semi gelada (o gerador não fica ligado direto então qualquer cerveja vai estar choca uma dezena de vezes), almoço (feito na hora, inclusive a morte da galinha) e mesa de bilhar (os locais adoram ganhar dos visitantes)
  6. Bom Galera vou postar um trip incrível que fiz agora em maio e apesar de ser meio puxado vale muito a pena, é um dos lugares mais incríveis que estive. Minha trip foi até Jericoacoara mas vou detalhar a travessia que é o ponto alto da Rota das Emoções sem dúvida alguma. Trecho Santo Amaro x Atins Como fazer: Antes de sair consiga um guia e feche antes de partir o preço por dia. A travessia é feita em 3 dias e duas noites de caminhada forte. Sai de Santo Amaro e chega em Atins ou vice versa. É necessário pagar a parte as estadias e refeições em Queimada e em Baixa Grande. Preço Médio: diária guia 120 reais Preço estadia: 25 por noite com café básico. Dorme se em redes. Preço por refeição: 25 reais Guia: Biziquinho (fácil achar pelo Face) Como chegar: Do aeroporto de São Luis tome uma das vans que saem por volta das 3:00 da manhã com destino a Sangue (entroncamento onde há a troca de carro) o trajeto final já está incluso no preço Preço: 50 reais Contato: Idenilson 0xx98 82807939 Em Santo Amaro: Chegue um dia antes pra conhecer a cidade, o rio, fazer um passeio de barco ou visitar uma lagoa próxima enquanto arruma a mala, mas nada que vá lhe cansar pois o primeiro dia é puxado. Antes de sair: Prepare uma mochila bem leve só com duas trocas de roupa. Dá pra mandar para Barreirinhas o excesso de bagagem se você vai continuar a viagem, o próprio guia faz o envio. Não esqueça protetor, camisa de manga comprida e calça leve, se você se queima fácil, meia para andar na areia que apesar de não ficar quente irá esfolar seu pé. Chinelo para a chegada na vegetação. Água pode ser consumida nas lagoas, como disse o guia, mas acredito que pouca gente irá fazê-lo. Não leve potes grandes de shampoo, creme, etc, transfira o conteúdo para frascos pequenos. Repelente é indispensável, pois nem sempre há mosquitos mas quando há são cruéis. Não esqueça uma capa de chuva dessas baratas pois a chuva quando chega é muito forte e qualquer equipamento ou documento irá ensopar. A região de Queimada e Baixa Grande são infestadas de fezes de animais que podem abrigar o bicho geográfico, o número de ocorrências é grande então vá preparado para emergências. Roteiro dia a dia: 1º Dia – Santo Amaro x Queimada dos Paulo (no mapa dos Britos) Acorda se bem cedo, antes das 4 da manhã para fugir do sol forte do meio do dia. Se possível pegue uma carona para fora da cidade já que o trecho só vai te cansar e não tem nada pra ver. Na lagoa Azul começa a verdadeira caminhada. O dia começa a aparecer, as dunas mudam de cor e qualquer rastro de civilização some. Espere o sol nascer em cima de uma duna com uma lagoa em baixo, é indescritível a sensação de isolamento e beleza. Há diversos locais paradisíacos que parecem ter sido esculpidos, se o dia estiver com algumas nuvens melhor ainda, elas emolduram o céu e trazem um alivio ao calor. A chuva está sempre no horizonte se der sorte passara longe, se te pegar de frente apesar de curta, o vento e a areia dificultam em muito a caminhada. O final do trecho já se avista a vegetação e como por mágica o lugar vira uma espécie de mangue com áreas alagadas de águas escuras. Ao chegar por volta das 14 hrs o cansaço é grande e no caso de ficar na casa do guia, na época de chuva há uma lagoa dentro do quintal onde inclusive pode se tomar banho. O lugar é mágico, sem luz elétrica, sem qualquer tecnologia, ali se vive com muito pouco, mas ninguém quer sair, possivelmente um dos lugares mais isolados do país, aproveite a estada na rede, o almoço feito pela mulher do guia, o por do sol e a noite o silêncio e as estrelas, esse dia será o ponto alto de muitas pessoas que gostam de mochilar, provavelmente um dos mais altos da sua vida.
  7. leprechal13

    Sul da África - 30 dias

    Estava contente por ter feito um roteiro entre Africa do Sul, Namibia e Victoria Falls, mas tive que desistir...prestem atenção no valor das passagens aéreas! Ida e volta para Victoria Falls: saida 25/03/2014 volta 28/03/2014: preço: R$ 420,00 nada barato...agora prestem atenção nos encargos e taxas: R$ 682,00! como é possivel manter um orçamento de mochileiro viajando de avião pelo continente? impossivel...
  8. leprechal13

    Venezuela - Roteiro, Rotas e Meios de Transporte

    Olá pessoas! Estou retornando agora da Venezuela e vou repassar meus destinos para vcs. A Venezuela foi sem dúvida o destino mais difícil até agora mais despreparado que a Bolívia, mas isso tambêm se deve ao fato, creio eu, de ter entrado por Santa Helena. Em Santa Helena vc entra tranquilarmente vindo de Boa Vista (que não vale mais que uma tarde) pelo taxi coletivo que te deixa em Santa Helena na maioria das vezez. Na cidade, bem feia e cheia de brasileiros, a Posada Michele e a Backpacker tem acomodações iguais de $ 80 (indivicual) a $ 180 (coletivo), os quartos não tem TV, ar, água quente e dependendo nem janela, há outras opções com ar e TV por $ 180 a $ 250, há wi-fi em ambas, lembrando que o cambio pra mim foi de 10x1. Em Santa Helena comer tambem é dificil há poucas opções, não há bares e só uma padaria de brasileiros. Trocar dinheiro é na 4 esquinas nas ruas msm. Os tours se concentrar nessa época de seca no Monte roraima, eu não fui, teve gente que foi e achou lindo e outros nem tanto então para gastar 6 dias preferi conhecer a Gran Sabana. O passeio é feito em jipes e quanto mais gente melhor, esqueça as anuncios, vc não dorme nas aldeias, volta pra santa helena todos os dias e o roteio dependo do guia. Como tinha pouca gente na cidade contratei um guia particular por $ 1400 ou R$ 140, saiamos as 9 hrs e retornavamos somente a noite. A Sabana tem lugares mto legais, na maioria cachoeiras, o melhor preço foi do Francisco na pousada Michele e o guia foi o Máximo, mto legal. Para sair de Santa Helena só ónibus, alias essa região não tem avião comercial, nem em Ciudad Bolivar, antiga capital do pais, então tem diversas saidas durante o dia, de manhã, a tarde e de noite, por $ 180 bolivares em média. Se quiser ver o Salto Angel, tem que ir para Ciudad Bolivar. Ali vc arruma sobrevoo na época de seca e outros passeios como o Delta do Orinoco. Fiquei na posada do Don Carlos, mas existem duas ! uma bem chique e outra mais popular. Fechei o Delta com ele mas em cima da hora uns europeus desistiram então ele me fez o Angel pelo msm preço quase, $ 4000 com sobrevoo e parada em Canaima mais um passeio de bote, mais as refeições. O sobrevoo é ótimo, vc voa sobre uma represa mto linda e a entrada do avião na região dos tepuys onde está o salto é incrível, então vale a pena. Canaima é sensacional, mto linda e tranquila, foi o lugar mais bonito que vi. Em Ciudad Bolivar o unico ponto de interesse é o centrinho historico, minúsculo e o mirador onde tem um restaurante que vende cerveja a $ 5 bolivares ou R$ 0,50 centavos !!! dali se ve o por do sol na ponte, que é uma replica da Golden Gate, é lindo, fora isso mais nada, o lugar é meio suspeito pra andar a noite e tudo fecha. Por último fui a El Paují, a duas horas de 4x4 de Santa Helena é uma comunidade de hippies, mto interessante pelas pessoas que vivem ali, de várias nacionalidades, fiquei na casa do Marcos um suiço que me levou para conhecer como se minera no fundo de um rio e até conheci seus pais que vivem sem TV, nem rádio, só de natureza...Lá tem o El Abismo, um morro (1:30 hrs de caminhada) que dá pra fezer sozinho, a trilha é bem demarcada, e do topo temos uma visão incrivel da Amazonia brasileira. Bom é isso, qualquer coisa me perguntem. A situação geral na Venezuela não é das melhores, hj mta coisa legal que o Chaves fez se perdeu na demagogia e o país está a beira de uma crise, não há alimentos, a gasolina é importada como quase tudo, o país não tem industria ou agricultura e há uma divisão mto grande entre pró e contra a revolução. Mas quanto mais diferente melhor tambêm né rs. até mais galera
  9. leprechal13

    ARQUIVO POSTAGENS REPETIDAS E/OU ANTIGAS

    Ahhh agora eu vi... é dificil dizer pelas fotos e cada um tem um nivel de fobia diferente rs lá em cima não teria problema algum, só nas ribanceiras msm, não me parece tão ameaçador, se tiver um bom gui melhor. Valeu !
  10. leprechal13

    ARQUIVO POSTAGENS REPETIDAS E/OU ANTIGAS

    Galera, gostaria de saber de quem foi se a subida para o topo do Monte é sinistra ou tranquila. Digo isso por que não tenho problema com trilhas, faço sempre e estou bem preparado, só não gosto mto de altura, do tipo ribanceira, sem corrimão nem nada. Pra quem conhece não passei da 1º curva da subida ao Monte Waynapicchu em Machu Picchu e não subi mais do que uma dúzia das escadas da Pedra do Baú em Campos do Jordão... é ai ? que me dizem ?
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