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guto_okamoto

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Sobre guto_okamoto

  • Data de Nascimento 24-01-1985

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    Austrália, Fiji, Chile, Argentina, México, Bolívia, Peru, Tailândia, Indonésia e 14 estados brasileiros.
  • Próximo Destino
    Japão
  • Meus Relatos de viagem
    http://www.mochileiros.com/peru-bolivia-e-chile-um-mochilao-de-mendigo-macho-videos-fotos-jan-2013-t79934.html

    http://www.mochileiros.com/tailandia-e-indonesia-um-mochilao-de-mendigo-macho-videos-fotos-jan-2015-t109439.html
  • Ocupação
    Empresário
  • Meu Blog

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  1. thamini, que bom que o post inspirou teu mochilão. Boa viagem e dissemine o espírito de mendigo macho por aí Naacalixto, acho que o vídeo ta normal. Pelo menos aqui ta rodando direitinho. Se não conseguir ver me da um alo que tenho outro link. Fala, Thiago. Boa trip aí e bora mochilar mais. Tamo junto! :'> Fala, Dudu. Acho que vale a pena sim, cara. Isla del Sol e Chacaltaya são passeios legais mas não são de encher os olhos. Isla del Sol você perde muito tempo de deslocamentos, a paisagem é legal, tem muita história lá mas eu trocaria fácil pela trilha. Chacaltay é legal. A experiência de estar a 5.400 metros é surreal, eu ficava assustado de dar 3 passos e nao conseguir respirar. É um frio do cacete, neva, tem neblina, mas é uma experiência legal. Sei lá, em Salkantay você vai passar perrengue pra caralho mas garanto que vai voltar com a mochila cheio de histórias pra contar. A brise de chegar em MP indo por trilha é muito diferente. Eu recomendo mas deu pra perceber que eu curto um perrengue né? se você é desses tambem, fecha a trilha e vai que vai!
  2. Esqueci de falar uma parada lá de Koh Phi Phi! O Guéli e o Chico fizeram uma tattoo no bambú e ficou irada. Os caras do estúdio que eles escolheram eram muito bons mas não lembro dos valores. O Guéli depois pode postar mais detalhes aí pra quem tiver pensando em fazer tattoo lá. Tem muitos estúdios lá em Phi Phi. Voltando a Bali! Apesar de termos ficado no hostel, a noite anterior foi muito boa! Ainda tenho saudades daquele deck que ficamos tomando Bintang e falando sobre tudo da trip e da vida. Fora que essa noite proporcionou boas cenas, como essa do Guéli e do Lucas dormindo no deck abraçadinhos, sendo devorados por pernilongos e roncando feito Javalis. Acordamos e resolvemos ir para Nusa Dua, que é do outro lado da ilha, na parte sul. Não é tão longe assim, juntamos a galera, que agora já eram 10 pessoas pegamos nossas motocas e vamo que da-lhe! Andar de motoca na Indonésia não é uma tarefa muito complicada, você vai passando por cada visual que nem vê o tempo passar. Sério, nem sei quanto tempo levou pra ir até Nusa Dua, eu chutaria uns 40 minutos, mas é uma tripzinha bem agradável pra fazer de motoca :'> Nusa Dua é uma praia irada, principalmente pra quem curte surfar, o Guéli e a Bruna alugaram prancha e falaram que foi animal. Tem duas praias lá em Nusa Dua, uma é mais popular que é onde a galera surfa e tem uma faixa de areia pequena. A praia em si não é tão bonita mas o lugar é bem legal de passar o dia, tem um gramadão lá, quiosquinhos e tudo mais. Do outro lado tem a parte da playboyzada, que fica os resorts e a gente não pôde nem ficar na areia ãã2::'> os seguranças dos resorts ficaram enchendo o saco, acho que é meio que privada a praia. Essa é a praia dos resorts. A água é quente pra cacete! Essa é a praia da gentalha, onde ficamos Recomendo a visita? Sem dúvidas, Nusa Dua é um lugar bem legal pra conhecer e passar o dia. Por volta das 17:00 resolvemos voltar pra evitar pegar a estrada no escuro. Ah, acho que demorou mais de 40 minutos mesmo porque quando chegamos em Padang Padang já estava noite. Quando voltamos, perguntamos pro cara do Ayu Guna se tava rolando ir pra Gili Trawagan e pra nossa sorte as condições do mar melhoraram e poderíamos ir no dia seguinte O puto do Newman, que era o guia que levou a gente pros rolês no primeiro dia de Bali, tinha falado pra gente que custava 1 milhão de rúpias E que esse era um preço bom porque ele conhecia não sei quem e blá blá blá. Sabe por quanto fechamos? 500.000 rúpias, metade do preço. Conseguimos esse valor porque fechamos em 10 pessoas, aí deu pra chegar num valor melhor. Depois de fechado, fiquei feliz para caralho! Tava doido pra ir pra Gili Trawagan porque um professor de mergulho que a gente conheceu em Phi Phi falou que lá é o melhor lugar pra mergulhar! Tomamos banho e fomos jantar de novo um belo bife acebolado na Mama acompanhado de uma Bintang. Estava decidido que iríamos pro Single Finn, era um domingo, e era o melhor dia pra ir pra lá. Dizem que a galera sai de várias partes da ilha pra ir pro Single Finn que fica em Uluwatu. Tem muita gente que sai de Kuta só pra ir pro Single Finn. Na hora eu nem criei muita expectativa, pra mim ia ser só mais um rolê de tantos outros que a gente já tinha feito na trip mas mal sabia eu que aquele lugar tem uma VIBE INCRÍVEL! Por quê? Não faço ideia. Talvez seja porque você vai tá numa trip irada, cheio de amigos, celebrando a vida, tomando bintang, conhecendo gente nova, numa balada em uluwatu de frente pro mar na porra da Indonésia! Talvez seja por isso Paramos no mercadinho lá, compramos umas coisas pra fazer o esquenta, pegamos um táxi e bora pra Uluwatu! Pra mim essa noite foi o ápice da viagem. Não tinha como ficar melhor que aquilo. Ter vivido dias incríveis na Tailândia e Indonésia com seus amigos e pessoas muito fodas que você conheceu na trip e estar lá na frente do mar, em uma baladinha muito irada de frente pro mar. A energia era muito boa! Ah, se vocês forem pro Single Finn, cheguem cedo! Lá começa cedo e termina cedo, uma hora da manhã já acaba o rolê! Quando deu uma hora em ponto o DJ parou a música e logo depois caiu uma puta tempestade! Todo mundo saiu do Single Finn e nós paramos em um boteco pé sujo que tem logo na frente. Lá tava vazio, sem ninguém mas como a gente não queria que a noite terminasse ali, resolvemos animar aquele lugar. Começamos a cantar umas músicas brasileiras lá e começou a lotar o lugar. A gringaiada começou a curtir e lotou o botecão pé sujo Não preciso nem falar do Lipe, que foi um showman, subiu na mesa, dançou e cantou como se não houvesse amanhã. Foi de Jorge Ben até os funk e sertanejo que os gringos conhecem. Foi impagável a cena A galera escutava de longe os berros (porque não era cantoria) e se juntava no boteco, principalmente os brasileiros. No dia seguinte a galera ainda comentava dos idiotas que fizeram um carnaval na saída do Single Finn Deu pra dar umas boas risadas! Pegamos um táxi e voltamos pro Ayu Guna porque logo pela manhã, por volta das 6:00, a van ia passar no hostel pra pegar a gente e levar pra Gili Trawagan. Poucas horas de sono mas com o sorriso de orelha a orelha. Essa noite foi FODA! No próximo post conto sobre Gili Trawagan!
  3. Caralho, que fita. Pode cre, to lembrado! Ainda tem falado com o Mau? No que puder ajudar com dicas pra trip avisa aí. Abs! Oi. Vou postar mais um dia. Sdds, Guélão! hahahahahahaha nóis! Mal pela demora, Gaby! Vou tentar postar com mais frequencia! Valeu por acompanhar
  4. Fala, tafarelo! Maya Bay é foda! Irado teu blog Ju, no final das contas a gente conseguiu ir pra Gili Trawagan! Eu também tava nessa brisa de que se desse uma merda no dia da volta de Gili ia perder o vôo mas deu tudo certo! Tailândia e Indonésia dá pra aproveitar bem tanto solteiro quanto namorando, lá é muito foda! :'> Comprei Bangkok > Koh Tao na NokAir, tem um pacote que faz o vôo, mais transfer pro porto mais o barco pra ilha. Botei no começo do relato o valor, não lembro de cabeça agora. Só que ele sai do aeroporto de DMK. Valeu por acompanhar o relato! Sem pressão, Barbara! Desculpa a demora pra postar, mas tá osso! Vou postar mais um dia!
  5. Eu, Lucas e Léo tínhamos descido antes para Padang Padang e dormimos em um hostel que não era ruim mas não era o Ayu Guna. Acho que pagamos algo em torno de 100.000 rúpias, menos de 10 dólares e fomos procurar o Ayu Guna, que era em torno de 120.000 rúpias. Eu recomendo bastante o Ayu Guna, o quarto é bom, camas boas e ar condicionado funciona bem. O banheiro é um pouco precário, mas nada que interfira muito. Mas o mais legal do Ayu Guna é tipo de um deck de madeira que tem lá, que não sei qual é o nome em Balinês, mas que juntava toda a galera pra tomar uma Bintang e conversar a madrugada inteira. Dá uma olhada em como é o Ayu Guna: Deixamos nossas coisas no hostel, alugamos uma motoca cada um - em torno de 70.000 a 100.000 rúpias por dia - botamos uma gasosa e fomos conhecer melhor Padang Padang e Uluwatu. Teve uma galera que deu um choque na gente, falando que tinha muito policial que parava os gringos e pedia a habilitação. Obviamente que quase ninguém tem e eles pedem propina. Felizmente não fomos parados em nenhum dia, mas lá tem que usar capacete, diferente da Tailândia, a terra sem leis. Cara, uma das melhores lembranças da Indonésia é cruzar Bali de moto de uma praia pra outra. Que VIBE boa! Só de ficar passeando de moto já valia a pena! O Ayu Guna é bem do lado da entrada pra Padang Padang. Eu achei a praia bem sem graça, acho que é mais legal pros surfistas que caem na água. A praia é bem pequena e um pouco suja. Vou dar um desconto porque nos dias anteriores tinha chovido e o mar estava bem mexido, aí a água estava um pouco escura e não favoreceu muito pra deixar a praia bonita. Em dias bonitos a praia fica assim: Ah, acredita que tem flanelinha na entrada de Padang Padang? Pegamos nossas motocas e fomos procurar Uluwatu, que é ali pertinho de Padang Padang. Não deve dar nem 10 minutos de motoca. Chegamos no templo de Uluwatu e resolvemos entrar pra dar uma olhada, o preço é irrisório, não lembro quanto era mas era bem baratinho. Vale a visita, o visual lá do templo é irado. O templo de Uluwatu fica bem na beira de um penhasco gigante, dá pra perder um bom tempo lá admirando a paisagem. Nesse dia minha GoPro ficou sem bateria, então vou colocar umas fotos que não são minhas só pra ilustrar o rolê. Depois de conhecer rapidinho o templo, voltamos para almoçar e trombar o resto dos mongolóides estavam chegando de Kuta: Guéli, Chico, Lipe e Betuca, que tinha acabado de chegar da Austrália. Encontramos um restaurante simpleszinho lá perto do Ayu Guna pra dar uma pratada e quando abro o cardápio tá lá escrito: BIFE ACEBOLADO. Hein? Como assim BIFE ACEBOLADO? É isso mesmo, a Mama até falava um pouco de português! Era incrível, depois de comer tanta comida horrível de 2 dólares, finalmente iríamos comer um BIFE ACEBOLADO com FRITAS e OVO FRITO. Putaquemepariu, era um sonho! Não lembro direito quanto era, acho que morria uns 50 mil rúpias, uns 4 - 5 dólares. Vale muito a pena Encontramos com a galera, eles alugaram umas motocas e fomos de novo pra Uluwatu mas dessa vez não no templo, na praia mesmo. Começamos a descer umas escadas, subir outras e acabamos parando dentro de um bar lá. Não sabíamos qual caminho tinha que ir e as garçonetes no bar eram um bando de otárias e ficavam falando "se não for consumir, pode dar o fora daqui". E ficavam dando risada. Babacas não? No final das contas achamos a praia e depois demos um pulo pra conhecer o Single Finn , que é a balada com a MELHOR VIBE DO MUNDO. Pelo menos pra mim Saindo de Uluwatu, voltamos pra Padang Padang. Nessa segunda parada pra Padang Padang foi mais engraçado, assim que pisamos na areia escutamos um balinês falando com sotaque carioca: "Aí moleque, compra um óculos polarizado.". Sim, ele estava falando em bom português de tanto brasileiro que vai pra lá! Começamos a mijar de rir na hora Do outro lado de outro balinês: "Aí moleque, quer chupar meu picolé? Compra aí um picolé baratinho" Em Padang Padang acabamos encontrando a Naty e a Bru. A Naty tinha estudado com o Lucas na FEI, e aí ela se juntaram nas nossas aventuras pela Indonésia. Tínhamos começado a viagem em 6, agora já eramos 9. Como a Bru já tinha ido pra Bali, ela conhecia uns lugares e falou pra gente ir pra Bingin. Ficamos rodando um tempinho até achar a praia mas te garanto, VALE MUITO A PENA passar um final de tarde lá pra ver o por do sol. O Sol não se põe no mar, ele se põe atrás dos penhascos de Uluwatu. Melhor pôr do Sol da vida, só isso que tenho pra dizer! Pôr do Sol no meu IG: Ficamos umas duas horas em Bingin. É uma praia grande, com alguns bares e hostels no pé da praia. O clima de Bingin é bem legal, das três praias que visitamos no dia, essa foi disparado a que eu mais gostei. Estávamos evitando tomar cerveja porque estávamos dirigindo a motoca mas teve que rolar uma só Bintang pra celebrar aquele final de tarde épico! https://youtu.be/dnOEKFuzJvw Com o entardecer, resolvemos voltar porque pegar as estradas a noite de motoca não é tão agradável assim quanto de dia. Além disso, queríamos fechar nossa passagem pra Gili Trawagan e precisava planejar toda a logística. O puto do Newman, aquele nosso primeiro guia, tinha falado que custava 1.000.000 de rúpias, isso mesmo, UM MILHÃO DE RÚPIAS e precisavamos ver quanto conseguiriamos negociar. Chegando no hostel, perguntamos pro cara da recepção quanto era e ele não conseguia fechar um valor porque o mar estava agitado e não estavam saindo barcos para as ilhas Gili. Cara, nesse momento fiquei triste. Gili era a nossa última opção para fazer o mergulho. Quando não fizemos em Koh Tao eu tinha ficado triste. Aí em Koh Phi Phi um cara que conhecemos, professor de mergulho, falou que o melhor lugar para fazer era em Gili. E agora vem essa? Putz, tava foda fazer esse mergulho! Beleza, ficamos um pouco decepcionados e ficamos na esperança de que no dia seguinte as condições do mar melhorassem. Resolvemos então sentar no nosso deckzinho de madeira, comprar umas Bintangs e ficar falando besteira a noite inteira. Rolaram vários drinking games, risadas e de repente chega uma menina inocentemente perguntando se alguém tinha pasta de dente. Era a Débora, o décimo elemento da galera e que ficou conhecida como suicida. Não me pergunte o por quê Horas e horas de risadas no deck, lembrando de histórias da trip, de lugares que conhecemos e que sonho estávamos vivendo. Essa é uma noite que deixou saudades! No dia seguinte tínhamos planejando ir para Nusa Dua e conto como mais uma vez o mar estava mexido, não conseguimos comprar nossa passagem pra Gili Trawagan e acabamos indo pra uma das melhores, se não a melhor, balada da vida. SINGLE FINN!
  6. Irado, Quintino. Com certeza você vai curtir muito por lá. E fica tranquilo que aventuras e festas louconas é o que não falta por lá Fala, Gustavo! Cara, concordo com você. Inclusive se você quiser me financiar, eu vou pra Colômbia e faço um relato E aí, Ju! Po, num mochilão perrengue com orçamento apertado tá tudo longe de ser flores mas tem que sempre lembrar que não tem coisa melhor que viajar e não tem motivo nenhum que estrague uma trip. Positividade sempre! Esse final de semana eu posto mais coisas sobre a Indonésia, ops, Indodream
  7. Leticia, chamava Agência Chaski mas não recomendo eles muito não. Pisaram na bola com a gente na hora de reservar a entrada pra Wayna Picchu. Pagamos algo em torno de 90 dolares se nao me engano. Mas fizemos a Inca Jungle e não a tradicional Trilha Inca. Bjs!
  8. Depois do Sleepabord em Maya Bay, nossa estadia na Tailândia estava acabando. Foi tudo muito FODA! Tomamos saraivadas de fogo em Koh Tao, desbravamos a ilha motoca, passamos a virada de ano na famosa Full Moon Party em Koh Phangan, enfrentamos mocorongos, conhecemos Koh Phi Phi, dormimos em Maya Bay. Tem história que não acaba mais! Saimos de Koh Phi Phi e teríamos que voltar pra Krabi pra pegar nosso vôo e ir pra Indonésia. Chegamos em Krabi a tarde, por volta de umas 15 horas e teríamos que ficar enrolando porque nosso vôo era umas 6 horas da manhã. Como a filosofia de "mendigo macho" já estava dentro de nós, não iríamos pagar um lugar pra dormir e não queríamos pegar táxi no porto porque nem sabíamos o que iríamos fazer. Botamos no Google Maps um lugar onde tinhas hostels porque sabíamos que teria algum BAR pra gente ficar tomando umas e falando besteiras durante a noite até o vôo. Imagina a cena, 5 mongolóides (Chico tinha ido antes porque ia pra Indonésia em outro vôo) andando no meio da Tailândia a pé, sem destino definido. Os lugares onde a gente passou não tem absolutamente nada a ver com o que a gente vê quando pesquisa sobre a trip, era a Tailândia real ali. Subúrbio de Krabi! Roots pra caralho. Andamos a pé uns 30 - 40 minutos até achar um bar legal e resolvemos sentar lá. Bom, eu conheço meus amigos e não existe essa de "vamos tomar uma de leve". Lembro que um dos assuntos da mesa do bar era: mochilão na América do Sul vs mochilão no Sudeste Asiático. Na época eu cheguei a cravar que até aquele momento, o da América do Sul foi mais irado. Hoje eu me nego a comparar os dois, são trips tão FODAS que não podem ser comparadas. Crie a oportunidade e faça os dois mochilões. Foda-se qual o melhor, o importante é viver essas experiências Ficamos lá tomando uma, duas, três, quatro, cinco....torres de Chang, e jogando pebolim e sinuca no bar, que por sinal tocava música brasileira! Ficamos lá do comecinho da tarde até o bar fechar, expulsarem a gente e tivemos que ir até o aeroporto pra dormir por lá mesmo. Pra chegar até lá foi uma saga, porque ninguém sabia onde era e teríamos que botar nossas fichas em um motorista de Tuk Tuk, que é a pior coisa que você pode fazer enquanto estiver na Tailândia. Quanto deu a corrida? Não faço a menor ideia, só sei que minha mochila rolou pela estrada durante o trajeto do aeroporto e o Léo fez o Tuk Tuk parar e foi correndo atrás pra recuperar meus pertences. Valeu, Léo Chegando no aeroporto, encontramos um canto lá pra dormir e nos jogamos nas cadeiras pra tentar cochilar antes do vôo. Obviamente que não deu e ficamos mortos, de ressaca no aeroporto de Krabi até chegar a hora do nosso vôo. Iríamos sair de Krabi, fazer uma ponte na Malásia até chegar em Bali. Por incrível que pareça, o vôo da Malasya Airlines foi o melhor de todos. Pagamos por volta de 7.500 bahts na passagem, que dava uns 230 dólares ou 620 reais na época. O avião foi vazio e deu pra ir dormindo em três poltronas cada um. Obviamente que pegar um vôo da Malasya Airlines dá um frio na barriga pelo histórico de quedas da companhia. Lembro que entramos no avião e todos capotaram, só acordamos com o pouso "tranquilo" do avião. Não sei como o cara não quebrou o trem de pouso com a pancada que ele deu no chão, lembro que o Lucas acordou até assustado na hora Passamos umas 4 horas no aeroporto da Malasya e finalmente iríamos chegar na Indonésia. Lembro que antes de embarcar pra trip, a Tailândia era meu sonho. Tudo que eu lia da Tailândia era bom, as praias eram FODAS, a galera era gente boa, era tudo barato. Minha expectativa pra Indonésia era baixa, ia passar uma semana só. Mal sabia eu que em 7 dias eu teria um novo país favorito nesse mundão . Nosso primeiro destino na Indonésia era Bali, chegamos no aeroporto internacional já existe uma taxa pra pagar na entrada. Não lembro quanto era, se não me engano algo em torno de 30 dólares. Se alguém souber por favor me corrija. Na saída também existe uma taxa mas é menor. A ilha de Bali é grande. Em 7 dias é impossível conhecer tudo, então tentamos escolher alguns lugares pra conhecer. Você vai chegar em Denpasar, que é mais no centro da ilha e fica perto de Kuta, o centro mais comercial de Bali. Os lugares que nós queríamos ir ficavam no lado sul da ilha: Padang Padang, Uluwatu e Nusa Dua. Pegamos um táxi e nos hospedamos a primeira noite em Kuta, que é onde tem mais comércio, restaurantes, baladas, etc em Bali. Jantamos em um restaurante muito bom com um preço razoável e tomamos nossa primeira Bintang . Cervejinha de Bali é excelente A cotação em Bali era 1 dólar = 12.500 rúpias e quando você sacava uns 100 dólares se tornava um milionário Kuta está longe de ser o pico onde a gente gosta de mochilar mas lá tem um balada gigante que conhecemos que chama Sky Garden. São 8 baladas em um prédio e você pode ficar rodando por essas 8 baladas. O foda é que nesse dia que a gente colou lá, estava todo mundo moído por causa da ressaca de Krabi e noite pessimamente dormida no aeroporto. Não aproveitamos direito O que tem de nego vendendo droga nas ruas de Kuta não é brincadeira. Fiquem espertos porque aquela região de Kuta é sim um pouco perigosa. Imagina um lugar cheio de turista australiano cheio da grana, ruas pequenas e escuras e traficantes em toda esquina. Na volta do Sky Garden, um maloqueiro roubou uma corrente do Chico. Fiquem espertos! Voltamos cedo pro hostel. Guéli, Lipe e Chico iam esperar o Betão chegar em Kuta, ele estava vindo da Austrália encontrar a gente. Eu, Lucas e Léo já iríamos descer cedinho pra Padang Padang porque nosso tempo era curto, teríamos só 7 dias na Indonésia e queríamos fazer muita coisa. Pagamos por volta de 100.000 rúpias pra ficar em um hostel bem razoável, ar condicionado, piscina mas chuveiro frio Mas de boa, 100.000 rúpias não dá nem 10 dólares! Os preços na Tailândia e na Indonésia são bem parecidos no quesito hospedagem, alimentação e cerveja. Hospedagem por volta de 10 dólares, rango roots 2 dólares e cerveja 2 dólares. Acordamos cedo, tomamos nossa café da manhã e pedimos um táxi pra descer pra Padang Padang, que é um dos picos de surfistas que tem em Bali. Quando entramos no táxi, o cara fez uma proposta pra gente. Iríamos pagar 200.000 rúpias pra ir pra onde a gente quiser durante a tarde e no final do dia o cara nos levaria para Padang Pagang. Por que não dar um rolê ali por Ubud, conhecer os arrozais, ir até o Monkey Forest e fazer outros passeios e terminar o dia em Padang Padang? Ia ser mais proveitoso. Pagamos 400.000 rúpias e fechamos esse tour com o guia, Newman, que parecia ser gente boa mas se mostrou um grandissíssimo fidiputa. Mas até que foi um bom negócio. O Lucas queria comprar umas pratas pra dar de presente, o Léo queria comprar umas lembrancinhas e meu pai tinha pedido pra comprar uma camisa horrorosa de Bali, então viria a calhar esse rolê. O primeiro pico que ele parou foi numa casa de prata, lá é mais barato que aqui no Brasil e é bem famosa a prata de Bali. Obviamente que ele deve ter parado em uma que ele ganhava comissão. O pessoal da loja era muito gente boa, tavam cagando de rir com as merdas que a gente falava. Os dois caras tavam caguetando a menina que tinha gostado do Lucas e a gente ficou enchendo o saco dela, toda envergonhada. Se eu e o Lucas botássemos as camisas verdes, nem ia dar pra saber que a gente era brasileiro. Me senti em casa em Bali Depois das pratas, falamos pro Newman, "aí malucão balinês, encosta no pé sujo mais local que tiver aí pra gente bater um rango". maaano, ele parou num buteco roots e foi ali mesmo que a gente bateu um dos rangos mais locais da trip. Em Bali, faça como os Balineses. Comemos a comida local, bebemos a bebida horrível local. Só faltou a Bintang e o Gudan Garam que são definitivamente os melhores representantes de Bali . Ah, os rangos mais simples lá em Bali custam por volta de 25.000 rúpias, que dá uns 2 dólares. Dá pra encarar tranquilo os rangos de dois dólares! O rolê ainda incluiu o passeio na Monkey Forest, é uma mixaria pra entrar lá e é legalzinho o passeio. Os macacos ficam soltos ali no parque, loucos pra roubar bananas. Você compra uns cachos de banana lá, levanta os braços e os bichos começam a te escalar pra pegar a banana. Nem adianta esconder, os fidiputa metem a mão no teu bolso se você deixar lá. Monkey Forest fica bem perto de Ubud, que é o lugar ideal pra quem gosta de comprar tranqueiras e lembrancinhas da viagem. Depois do Monkey Forest ainda fomos conhecer o famoso café Kopi Luwak, que é o café mais caro do mundo. E nem é tãaaao bom assim ãã2::'> . Kopi Luwak é um café diferente porque ele é fermentado de uma forma diferente. Tem o bichinho, Kopi Luwak, que faz a seleção dos melhores grãos de café pra comer. O grão do café é fermentado no estômago dele e depois ele faz o cocozinho com o grão, os caras coletam esse grão cagado, limpam e fritam pra fazer o pó de café. ãã2::'> Acho que é isso, foi o que eu entendi. Pesquisa aí no wikipedia depois Enfim, esse tour é de graça. Ele explicam o processo e fazem uma rodada de amostra grátis de vários tipos de café. Café tradicional Kopi Luwak, café com gengibre, café com coco, com ervas, com tudo que é mistura. É bom mas é só uma isca pra te levar na loja e comprar o café mais caro do mundo. É o típico engana-trouxa. E nós caimos nessa Compramos lá uns cafés e trouxemos pro Brasil. Lá é muito melhor, se pá não sei fazer saporra de café cagado Kopi Luwak. Depois de tomar esse cafezinho de merda (literalmente) , fomos conhecer um dos templos mais antigos de Bali e depois descemos para Padang Padang. O templo era legal mas já estávamos MORTOS! Pedimos pra ele nos deixar no Ayu Guna, que é um hostelzinho irado, mas o PUTO do Newman deixou a gente em outro hostel, falando que era lá o Ayu Guna. Na real nem percebemos, porque já era noite e só queríamos dormir porque o dia foi cheio. A ideia era acordar cedo e já conhecer Padang Padang e Uluwatu! No próximo post começo a contar porque todos nós nos apaixonamos por esse lugar tão foda chamado BALI / INDONÉSIA!
  9. A noite anterior em Koh Phi Phi tinha sido uma das melhores da viagem. Muitas histórias pra contar numa mesa de bar e pra marcar essa trip épica. Acordamos e tínhamos que nos preparar para fazer o passeio de Sleep Aboard em Maya Bay. Ficamos sabendo desse passeio por uma indicação de uma amiga do Lucas, que tinha acabado de fazer e disse que a gente precisava fazer isso. Maya Bay talvez seja o ponto turístico mais disputado na Tailândia, pelo menos em Koh Phi Phi. É onde foi filmado aquele filme "A Praia" Se você ainda não reconheceu, é esse lugarzinho meia boca aqui: A maioria das pessoas vai até Maya Bay e só passa o dia lá. O problema é que quem passa o dia divide aquele paraíso com centenas ou milhares de pessoas e tira um pouco da magia do lugar. O irado seria ficar lá sozinho com tua galera...e é exatamente isso a proposta do Maya Bay Sleepaboard. Esse é um passeio agendado, restrito a 30 pessoas por noite. Funciona assim, você paga cerca de 3.000 bahts (~90 dólares) e tem direito a dormir lá Dormir lá mais ou menos, porque você não dorme na ilha, você dorme no barco, que fica ancorado ali. Mas mesmo assim é foda. Deixa eu repetir, FODA. FODA PRA CARALHO! Se você vai até Koh Phi Phi, agende esse passeio com um pouco de antecedência porque nós tivemos que esperar uns 3 dias até conseguir vaga. Apesar de caro, vale a pena. Tem alimentação inclusa nesse passeio, com direito a um churrasquinho a noite em Maya Bay. A gente saiu em direção a Maya Bay acho que depois do almoço, passamos em alguns pontos e depois paramos em Maya Bay. Conforme você vai chegando lá, você vai se tocando de quão FODA é aquele lugar. E olha, eu já dei uma pernada nesse mundão, Maya Bay é um dos lugares mais lindos que pode existir nesse pedaço de pedra que voa no espaço chamado planeta Terra O passeio já começa bem, porque os dois guias são muito gente fina. Deve ser somente uma empresa que opera esse passeio, então se você der sorte os mesmos guias irão com você, eles se chama Coco e Chow Chow. Obviamente que não é assim que escreve o nome deles mas a pronúncia é mais ou menos esssa. Ah, e tem o capitão POTATO que é o cara mais bonzinho do universo, mais pra frente explico o por que. Conforme o barco vai chegando em Maya Bay, você vai falando. "Caralho, que lugar irado.", aí ele vai se aproximando e você pensa: "Puta que pariu, que lugar IRADO" e quando você chega, você grita "VTNC, que lugar FODA do KCT" e se joga na água e explode de alegria. Tá, to exagerando. Mas lá é foda! Quando chegamos lá o Chow Chow falou em tailandês: "Aí seus puto, quem quiser pular lá de cima do barco fique a vontade, só não quebre a costela por que senão vai foder o rolê". Também não foi isso que ele falou, mas a ideia era essa e aí todo mundo foi lá se jogar e agradecer por estar em MAYA "FUCKIN" BAY! À tarde os caras deixam a gente livre pra ficar mergulhando com snorkel ou passeando com os caiaques por lá. Não tem tantos peixes quanto em outros lugares que a gente mergulhou mas mesmo assim vale a pena dar um queda lá pra curtir a paisagem e a vibe do lugar! Depois do mergulho, os guias levam a gente pra conhecer a praia e dar uma volta por lá. Não tem muita coisa pra rodar por lá, porque a maior parte da ilha é formada por rocha e não dá pra ficar pernando muito por lá. Tem a praia da frente, o lugar que eles fazem o churrasco e mais uma parte lá pra trás que não tem muita coisa. Quando chegamos, a praia tava BOMBANDO. Muita gente! Mas a gente tava tranquilo porque sabíamos que todo mundo ali ia sair fora e a praia ia ser só nossa! Ficamos lá batendo uma bolinha, jogando conversa fora e aproveitando aquela tarde INSANA! Era irado ver todo mundo indo embora da praia e ficando só você e tua galera lá. Lembro muito bem de uma hora que a gente tava na água, só nós 6 e eu falei pros mongolóides: "Cara, nessa porra de planeta tem 6 bilhões de pessoas e hoje tem só 6 pessoas aqui em Maya Bay. Quantas pessoas não queriam estar aqui onde a gente tá agora?" Tem que aproveitar PARA CARALEO a ida pra lá! Por volta das 18:00 já não tinha mais quase ninguém na praia e o Coco juntou a galera pra começar a fazer o churrasco. Pra ajudar a socializar a galera, eles ainda oferecem um bucket de graça e uns joguinhos lá. Sabe quem estava encarregado de fazer o churrasco? Capitão Potato! Esse cara era muito loco, tomava as cervejinhas dele e ia fazendo o churrasco. Uma hora a gente percebeu que tava demorando MUITO pra sair as carnes e o cara tava uma hora com o carvão na brasa há horas, sem nenhuma carne na grelha! Tudo bem, tudo bem. Capitão Potato era muito louco mas gente fina. A gente ficou trocando ideia com ele, dando risada, contando histórias e ele acabou dividindo as cervejas dele com a gente e não cobrou nada, disse apenas: "Pague com o seu coração!". O cara realmente tinha gostado da gente! Porra, Capitão Potato, assim eu choro O cara era demais. A gente não queria gastar muita grana com cerveja porque lá era caro demais e o Léo aproveitou para tentar fazer um escambo, assim como os portugueses fizeram com os índios. Pegou uma lanterninha que ele tinha que não usava pilhas, era só na fricção e negociou a troca no bar por mais duas cervejas. G-Ê-N-I-O. Churrasco rolando, buckets, cervejas e a noite foi caindo. Saímos da área onde rolava o churrasco e fomos dar uma volta na praia. Cara, quando a gente chegou lá, a Lua iluminava tudo e parecia que tinha holofotes lá. O céu estrelado, aquela praia deserta e uma das melhores vibes que eu já senti na vida! Muito FODA, o passeio de Maya Bay Sleepabord vale cada centavo! Depois do churrasco, cervejas, conversas, roda de viola e risadas, vai todo mundo pro barco dormir. A gente escolheu por dormir na ponta do barco e eu fiquei a noite inteira no DANGER com medo de cair no mar. Fora que fez um frio a noite e foi meio osso dormir, apesar de eles darem uns colchões lá. Mas cara, você tá na Tailândia, dormindo em Maya Bay, tá tudo lindo! Acordamos, eles serviram um café da manhã, fomos mais uma vez pra praia, novamente TOTALMENTE deserta, tiramos mais algumas fotos e quando a galera começou a chegar, nós vazamos. Obrigado, Maya Bay, por proporcionar um dos melhores dias da minha vida. VIBE INCRÍVEL!
  10. Acordamos daquele jeito depois de mais uma longa noite em Koh Phi Phi. Mas pelo menos dessa vez a gente conseguiu acordar melhor já que não dormimos no colchão de pedra dos dormitórios do The Rock. Levantamos, tentamos lembrar das histórias que aconteceram na noite anterior, rimos das cagadas uns dos outros e fomos pro Freezer Eleven tomar aquele café da manhã reforçado de 40 bahts. Nos programamos para subir até Pee Pee View Point, que é lá em cima da montanha e tem um visual IRADO da ilha. Compramos umas garrafas de água e fomos enfrentar uma subida um pouco cansativa até o topo. Fazer esforço físico de ressaca, de manhã, não é algo recomendado pelos médicos tailandeses mas mesmo assim fomos lá pra conhecer. Deve ser uns 20 a 30 minutos de subida, de escadarias bem íngremes e um Sol fidiputa pra ajudar. Existem umas taxinhas lá pra entrar, não lembro quanto era, mas era bem pouco. Existe um view point intermediário, que não dá pra ver nada, e o oficial, que é lá em cimão: Lá em cima você encontra um tiozão Tailandês com o sorriso mais feio do mundo mas gente finíssima. O cara sabe um pouquinho de cada língua, é simpático pra cacete e não para de sorrir. Depois de apreciar o visual animal de Phi Phi, resolvemos descer em outra praia chamada Long Beach pra conhecer. Ouvimos falar que era uma praia mais deserta e tal mas quando chegamos lá era bem sem graça e de deserta não tinha nada. Tem que pegar uma trilha fidiputa que parece que a qualquer momento vai aparecer uma cobra e pular no seu pescoço. Fora as pedras soltas, penhascos e tudo de ruim que uma trilha pode ter. Um conselho? Desencana de descer pra Long Beach Chegamos lá, nos decepcionamos mas resolvemos ficar um pouco pra dar uma relaxada, afinal lá tinha umas espreguiçadeiras e pude fazer uma das coisas que mais gosto na praia: dormir no sol. Ficamos lá umas 2 horas e tinha um restaurante local lá, com a qualidade da comida um pouco questionável, já que alguns locais metiam a mão nas panelas tipo self-service e o garçom era um grandissíssimo fidiputa mal humorado. Como de costume, mandamos um Fried Rice e zarpamos de lá. Ao invés de pegar a trilha e voltar tudo, resolvemos pagar um Long Boat até a nossa praia. Quanto era? Não lembro, se fosse chutar diria uns 200 bahts. Chegando na praia em que estávamos hospedados, resolvemos fazer um wakeboard, já que estávamos malucos pra fazer desde Koh Tao! Era um pouco carinho, em torno de 40 dólares pra cada, mas resolvemos fazer porque com aquele visual, ia ser surreal ! Se você curte wakeboard, já aviso que a estrutura é bem precária, a bota da prancha é toda zuada, a corda arrebentava e o mar é mexido, mas valeu o rolê: Depois de quase 2 horas de wakeboard, uma subida até o view point e uma tirlha até long beach, estávamos quebrados e precisávamos dar uma descansada porque ainda tinha a noite de Phi Phi pela frente. Mal sabíamos o que estava nos aguardando a noite. Iniciamos os trabalhos no nosso bar favorito de Phi Phi: Blanco Bar. Dessa vez resolvemos fazer uma disputa interna no Beer Pong. Chico, Lipe e Lucas x Guto, Léo e Guéli. A aposta era a seguinte, quem perdesse, além do próprio bucket do jogo, teria que comprar mais um bucket e virar tudo. Se não aguentassem em um gole, teriam que deixar o restante para o time adversário. A porra ficou séria e a rivalidade ficou a flor da pele. Cada arremesso era uma tensão e ninguém queria perder. No final das contas tomamos 3 buckets em frações de segundos e já dava pra perceber que isso não ia acabar bem. Não satisfeitos com o Blanco Bar, fomos para em outro bar pra tomar outros buckets e começar a escrever a nossa própria versão do "Se Beber Não Case" na Tailândia. Era cerveja pra cá, bucket pra lá e de repente cruzamos pelo famoso Reggae Bar, onde tem um ringue no meio do bar e os clientes podem desafiar uns aos outros pra uma luta de Muay Thai e quem ganhar leva um bucket. Ou seja, você pode perder um dente, quebrar uma perna, destruir uma costela por um simples bucket. Mas beleza, esse bucket foi o suficiente pra convencer o Guéli a lutar contra um negão da canela fina. O cara era bem maior do que o Guéli, e ele tava treinando uma hora e deu pra ver que o cara sabia lutar. O cara era marrento mas do nada ele desistiu da luta. Falou que tinha visto uns vídeos do Guéli lutando no YouTube e saiu correndo Quase que a luta miou, até que um francês se ofereceu pra lutar contra o Guéli. O cara também era bem mais alto e dava pra ver que ele lutava mas aí o Guéli lembrou de um ditado muito famoso que diz: FODA-SE, e vamo que vamo Depois de vários buckets, vários mesmo, o Guéli não estava nas melhores condições mas a luta foi muito FODA! Mas no final das contas o Guéli ganhou, levou o bucket e uma bela história pra contar! Esse negócio de subir no ringue tá virando uma tradição em nossos mochilões, na América do Sul foi a mesma coisa. Guéli subiu no ringue pra dar uma voadora na cara do Liba: Depois da luta, o Guéli tava fedendo macaco morto a tapa e voltamos pro hostel pra ele tomar um banho antes de voltarmos pros bares. A partir daí foi só comemoração e risadas desse dia/noite épico em Koh Phi Phi.
  11. Valeu, Felipe. Mendigo Macho já virou estilo de vida em mochilão Oi, Sara. Transforma esse sonho em realidade aí porque é uma trip que vale cada centavo :'> Aline, desculpe pela demora em escrever o relato! Vou voltar a postar com mais frequência! Porra, e aí? Pode cre, pegamos o mesmo avião no dia 24 e por sorte evitamos sentar perto daquele gringo fedorento Bota a mochila nas costas e vai pro Sudeste Asiático, cara. Que lugar incrível!
  12. Depois de uma noite mal dormida no colchão de pedra do The Rock, acordamos para conhecer melhor a ilha. O visual do The Rock é muito bom, você acordar e ver aquela praia na tua frente é de animar qualquer um. Acho que ali que eu comecei a ver as praias que eu tanto queria ver na Tailândia. Em Koh Tao e Koh Phangan elas eram bonitas, mas não tinham aquelas formações rochosas que a gente vê em fotos. Já em Koh Phi Phi a história é diferente, você já acorda vendo uma visual foda! Parabéns, papai do céu por fazer um lugar tão foda quanto Koh Phi Phi! Assim que acordamos, fizemos o checkout do dormitório para ir para um quarto privado, aliás 3 quartos pra duas pessoas. O quarto privado era 50 bahts mais caro e muito melhor, recomendo Olha o visual do quarto privado, tinha uma sacadinha exclusiva ali e o banheiro logo do lado. Não tem água quente mas já aviso que nem precisa ter. Ah, a água era salgada e só descobri isso quando fui escovar os dentes Fomos até o Freezer Eleven tomar aquele tradicional café da manhã com misto quente por 40 bahts e um achocolatado por mais uns 30 bahts e já estávamos prontos para desbravar a famosa ilha de Koh Phi Phi. O que fazer? Não sabíamos já que não tínhamos programado absolutamente nada. O Lucas foi encontrar um casal de amigos que estavam na ilha e iriam embora, eles deram uma dica preciosa pra fazer sua visita em Maya Bay ser inesquecível, mas isso eu conto depois. As ruas de koh Phi Phi são mais ou menos assim, bem estreitas e cheia de comércio e tailandês passando de bike gritando "Pee Pee" pra você sair do caminho. Enfim, eu, Léo, Guéli, Chico e Lipe decidimos ir pra praia ver o que poderíamos fazer e tinha um cara lá que alugava Caiaques. Parecia ser uma boa ideia, dava pra chegar em umas praias legais remando e resolvemos fechar. Acho que era 150 bahts uma hora e 100 bahts a hora adicional para um Caiaque de dois lugares. Em umas meia hora de remada, você consegue chegar em outra praia de Koh Phi Phi que eu não sei o nome. Cara, caiaque é um esporte que fica muito legal nas fotos mas é uma MERDA fazer. Cansa pra caralho, haja braço! Tava um sol muito foda e remando daquele jeito dava um cansaço que não tinha como não parar pra dar um mergulho naquele marca INCRÍVEL. Pedi pro Léo dar uma paradinha e desci do caiaque, a água lá é quente! Na hora de subir no caiaque de volta foi foda, eu e o Léo estávamos só um pouco estabanados. A gente deve ter demorado uns 10 minutos e foram umas 20 tentativas, toda hora o caiaque virava e eu acabei até perdendo meu óculos, ficou lá no fundo do mar Depois de muita remada e os braços esfarelados de cansaço, chegamos na praia que queríamos. Vale o esforço :'> Aliás, se você não tá afim de se cansar muito, vale pagar um Long Boat pra ir até lá, os caras devem cobrar uns 200 bahts por pessoa. Mas o passeio de Caiaque, apesar de cansativo, é legal! Chegando lá, você tem que arrastar o Caiaque até a praia. O que ninguém conta é que em muitas praias de Koh Phi Phi o mar é cheio de pedra/cascalhos/qualquer coisa capaz de furar seu pé. É bom você ter uma bela crosta na sola do pé pra aguentar essas pedras ou então comprar uma bota de neoprene ou algo do tipo. Puta que pariu, como nós fudemos nossos pés nessas praias ãã2::'> Depois pra voltar, tivemos que aniquilar nossos braços de vez, remando mais umas meia hora pra devolver os caiaques. O mais impressionante foi ver como o mar recua durante o dia. Baixa muito, muito mesmo, chega a ser um pouco assustador. Se você já viu uns videos de tsunami e viu como o mar baixa, você fica no DANGER sem saber se é normal ou não, já que lá tem placas de Tsunami pra tudo quanto é canto Aliás, quando a gente chegou lá, eles tinham algumas coisas lembrando os 10 anos daquele Tsunami que atingiu o sudeste asiático. E não foi só isso, estávamos na Indonésia na época que o brasileiro estava pra ser executado e pegamos alguns aviões bem na época que sumiu um avião da Air Asia. Tava óh, uma bosta: https://www.youtube.com/watch?v=LdsCquSrPpo Devolvemos os caiaques e fomos procurar um restaurante da mama pra gastar os 60 bahts em um Pad Thai/Fried Rice. Restaurante local, preços baixos e comida de qualidade questionável. Quando a mulher trouxe a coca, pedimos um gelo porque a latinha tava quente e quando botei o refri no copo, surgiu uma parada que parecia ser óleo, gordura, sei lá o que era. Enfim, não peça gelo nas suas bebidas. Intoxicação alimentar ali é fácil fácil de rolar. A noite anterior no Blanco foi tão boa que tivemos que repetir na dose, voltamos lá mas dessa vez sem ficar pelados e tomamos os nossos buckets pra começar a noite. O que posso dizer é que Koh Phi Phi é tão bom de dia quanto de noite. Foda, muito foda Koh Phi Phi! ::love::
  13. Madrugamos em Phangan. Tivemos que acordar por volta das 05:00 porque um táxi iria nos buscar às 06:00 para nos levar até o porto. Só deu tempo de arrumar as malas, passar no "Freezer" Eleven pra tomar aquele café da manhã: Misto quente, achocolatado e mais alguma coisinha por 80 bahts e subir no carro. Tchau, Phangan. Sua ilha linda no norte e cheia de mocorongo no sul! Pegamos o boat e depois de duas horas de viagem já estávamos no continente, acho que em Surat Thani. Dali teríamos que pegar um busão que nos levaria até Krabi. Sabe o que é overbooking? É quando uma empresa vende mais passagens do que tem de capacidade em um busão/avião. Pois é, aconteceu isso. Descemos do boat, pegamos nossas coisas e fomos em direção do ônibus e pegamos o terceiro que saiu do porto, os dois primeiros a sairem pegaram o boat pra Phi Phi no horário certo, o nosso que teve overbooking teve um atraso de umas 2 horas Então fica a dica, mesmo que você esteja com a passagem comprada, fique esperto pra tentar sempre pegar os primeiros lugares nos deslocamentos. Bota aí mais umas 3 horas de viagem na conta e chegamos na rodoviária de Krabi. Rodoviária? Aquele moquifo lá parece tudo menos uma rodoviária. Banheiro sem condições de uso e um buteco com poucas opções pra comer. Assim que descemos, todo mundo já foi pro boteco comer alguma coisa. Eles vendiam um sanduiche lá com salada, presunto, queijo, cebola, tomate, etc, bem completo. Não lembro quanto era, devia ser uns 90 bahts. O problema é que tinha tanta gente descendo do busão que foi acabando as coisas, eu e o Guéli ficamos por último e quando fomos pegar a tiazinha nos deu um belo sanduiche de pão com maionese e salada, basicamente. Até então não sabíamos do overbooking, só fomos percebendo que tinha algo errado quando nossa saída começava a atrasar. 10 minutos, 30 minutos, 1 hora, 2 horas. Ninguém da rodoviária queria ou sabia informar o que estava acontecendo. Só depois de muito tempo anunciaram esse overbooking e que outro ônibus estava vindo pra pegar a gente. Por causa disso, chegamos me Koh Phi Phi no final da tarde, quase anoitecendo e foi FODA achar um lugar pra se hospedar. Procuramos, procuramos, até encontrar o The Rock, que é um hostel bem legal e recomendo O problema é que a primeira noite tivemos que ficar em um dormitório compartilhado com mais umas 10 pessoas. Mas sem problemas, uma noite só não teria problema, na noite seguinte conseguiríamos um quarto MUITO melhor com um preço um pouquinho acima. No dormitório pagamos cerca de 250 bahts e no privado pra 2 pessoas, 300 bahts. A localização do The Rock é sensacional também! Botamos nossas malas no quarto e quando subimos na cama soubemos porque o hostel chama The Rock: o colchão era tão duro como uma pedra Na verdade é porque o hostel fica num morro, mas o colchão do dormitório era uma merda. O do quarto privado era bem razoável! Deixamos as tralhas no dorm e fomos comer uma parada. Lá em Phi Phi tem comércio pra caralho e a comida é um pouquinho mais caro que nas outras ilhas. Lá tem uns pedaços de pizza que eles vendem por 80 bahts mas é um SENHOR pedaço de pizza, e é bom! Vale a pena, comemos várias vezes lá porque era uma refeição bem rápida e substituia bem a dupla econômica Pad Thai e Fried Rice. Depois da "janta", fomos pra praia ver como era a noite em Phi Phi. Deve ter uns 10 bares na praia que rola festa mas dessa vez não queríamos nada com fogo. Escolhemos um bar lá no cantão da praia que chama Blanco, rola uns drinking games. Uma gringa chamou pra jogar Beer Pong e a partir de então as coisas começaram a desandar Beer Pong é aquele jogo que você tem que acertar a bolinha dentro do copo do adversário e conforme o outro time vai acertando, você vai virando seus gorós. Era bolinha pra cá, bucket pra cá e a primeira noite em Koh Phi Phi ia começando. Depois a gringa agitou pra jogar JENGA. É aquele jogo da torre que você vai tirando as peças, só que cada peça tinha uma ação. Digamos nenhuma das ações envolvidas deixariam sua mãe orgulhosa. Nada melhor que imagens para ilustrar o jogo: Enfim, fique a vontade pra jogar Jenga no Blanco Depois disso fomos rodar o resto da praia, conhecer os outros bares e experimentar de outros buckets. Noite em Phi Phi aprovada muitas histórias pra contar na mesa de bar! No próximo post mostro o passeio de caiaque que fizemos até outra praia perto de Phi Phi e histórias de outra noite nessa, que é disparada a melhor ilha da Tailândia que conhecemos. :'>
  14. Depois de 6 horas tomando soro, o Guéli ressurgiu das cinzas mesmo. Em Phi Phi ele já tava 100%! Valeu por acompanhar, Luiza :'> Se quiser dicas da América do Sul tamo aí! Aline, tem lugares que tem bastante lixo em praias lindas. É um pouco frustrante, o quanto antes você for pra Tailândia melhor, eu acho que esse país tá se prostituindo no turismo. Dá muita dó ver uma praia daquelas com lixo! Tem umas coisas que me irritaram bastante lá, mais do que lixo foi o comportamento de uns turistas. Em Koh Phi Phi vi um cara dando Coca Cola pra um macaco Enfim, lixo você vai encontrar em algumas praias sim, não espere que todas serão praias intocáveis e paradisíacas.
  15. No primeiro dia de 2015 eu acordei com um maluco que invadiu nosso quarto. Enquanto o Chico e o Lipe conversavam do lado de fora, um cara ensandecido achou que nosso quarto era banheiro e não queria sair de jeito nenhum. Um gringo maluco, não sei o que ele tomou, segurava nas beliches e não soltava mais. Acordei com ele berrando no nosso quarto. Pior foi o Lucas. Ele dormia na cama de cima e o cara segurou na barra do lado dele enquanto o Lipe e o Chico puxavam a perna do desgraçado. Ou seja, o Lucas acordou com o gringo doidão gritando na cara dele praticamente voando no quarto. O Lipe dava murros na mão do cara pra ele soltar a barra da beliche e ele não soltava, até entortou o ferro. O Guéli ainda estava com intoxicação alimentar e totalmente estragado mas ele juntou todas as forças do corpo, levantou da cama, deu uma BAIANA no cara, levantou ele e jogou no chão pra fora do quarto. Nunca tinha visto o Guéli puto daquele jeito! Eu só dava risada, era bizarro e engraçado. Depois dessa tive que levantar, fui dar uma olhada na praia e ainda restavam uns mocorongos na areia. Vi um gringo deitado no raso gritando "Help me! Please, help me!" e se debatendo na água. Era ridículo/hilário! Como acordamos tarde, resolvemos almoçar antes de voltar novamente pro lado norte da ilha. Geralmente a gente comia Pad Thai ou Fried Rice que são os pratos mais baratos mas depois de vários dias de bagunça, a gente precisa comer alguma comida descente. Eu e o Lucas pedimos arroz, bife e fritas. 300 bahts Dava pra comer 5 Pad Thais ou 5 Fried Rice mas valeu a pena Depois do almoço trombamos por acaso a Camila, que é nossa amiga aqui em São Paulo. Nós já sabíamos que ela viria mas não tínhamos combinado nada, cada um iria fazer seu próprio roteiro mas acabamos nos tormbando em Phangan e Phi Phi. Antes de ir pra trip, nós já estávamos citando um famoso ditado dos navegantes: "Se quando viaja faz o que quer, quando viajar não leve mulher" Desculpem mulheres, mas sabem como são homens quando estão juntos né? Não prestam. Chico já tava se recuperando da intoxicação alimentar enquanto que o Guéli já estava a caminho da morte, até que ele resolveu ir no hospital. Eu, Lucas e Léo resolvemos ir pro lado norte de novo da ilha pra explorar mais algumas praias e deixar o Guéli no hospital. Ele ficou lá tomando soro por muito tempo, algo em torno de 6 horas Foram mais 200 bahts e 40 minutos pra subir até Ao Chalok Bay. Ainda estávamos com esperança de fazer um wakeboard ou kite surf lá porque é nessa praia que o mar é mais calmo e rolam esses dois esportes. Chegando lá, demos uma caminhada e procuramos pelo cara que faz wake lá. Ele disse que o mar ainda não tinha condições de fazer e sugeriu pra gente ir ver se tinha kite na praia. Fomos andando até lá e também não estava rolando Pelo menos quando chegamos lá tivemos uma surpresa bem agradável, Ao Chalok Bay é lindo. Diferente de todas as outras praias que tinhamos visitado até então, foi uma das que eu mais gostei na Tailândia. :'> A praia é muito tranquila, muito diferente de Haad Rin Beach. Lá é uma baia, então não tem onda nenhuma. A água é quentinha, a areia branca e no fundo as montanhas. Deitamos lá e ficamos relaxando por um bom tempo. Sabíamos que tinha mais uma praia ali do lado, atravessamos a praia e fomos andando a pé até Coral Beach. É uma caminhada boa, até tentamos alugar umas bikes mas a tiazinha local disse que não dava e só entendemos o por que depois de subir MUITO algumas ladeiras. Mas uma coisa é boa de subir montanhas e ladeiras perto de praias, é sinal de que você vai ver coisas como essas: Após uma pausa pra apreciar essa vista, continuamos nossa caminhada até Coral Beach. Descemos um pouco as montanhas e caimos em uma praia pequena, bem simática, com um barzinho de canto. Depois de andar tanto, resolvemos dar uma dormidinha na praia. Depois do cochilo, perguntamos em um hostel que tinha ali perto se eles podiam nos levar até o último view point e depois nos levar de volta para Haad Rin Beach. Eles fizeram por 300 bahts, pelo menos foi dentro de um carro animal, com ar condicionado sendo que quem dirigiu foi um moleque que tinha no máximo, repito, NO MÁXIMO, uns 15 anos. Acreditem no Código Civil Tailandês... O moleque nos levou até o view point e vimos o pôr do sol mais bonito de Phangan. Ficamos lá por uns 15 minutos, parados, só olhando o Sol descer sem falar nada. Foi foda, muito bem Tailândia. De lá voltamos pra Haad Rin Beach, com um restinho de por do Sol. Aproveitamos que voltamos cedo pra já fechar a ida para Koh Phi Phi, seriam cerca de 9 horas de viagem porque temos que atravessar o continente de Speed Boat, Ônibus e Speed Boat de novo. Sairíamos bem cedo e chegaríamos a tarde em Phi Phi. Se não me engano, todo esse trajeto custava 900 bahts com todos os transportes inclusos. Como acordaríamos cedo, resolvemos experimentar pela primeira vez a famosa massagem tailandesa. Do lado do nosso hostel tinha um lugar para fazer, era 150 bahts uma hora e todos os mocorongos estavam indo para lá. Parecia um centro de reabilitação de mocorongo, depois de tanta bagunça a galera ia lá pra relaxar. Fomos Eu, Lipe, Lucas e Léo. Massagem Tailandesa é animal. As mulheres te quebram no meio, literalmente. Tem algumas coisas que elas fazem que dá até vontade de chorar de tanto que dói mas depois você sai leve de lá. Vale a pena, recomendo Depois da massagem, fomos jantar alguma coisa e dormir cedo porque no dia seguinte iríamos para a melhor ilha da Tailândia: Koh Phi Phi. Quinta-feira eu posto como chegamos em Phi Phi, os perrengues até chegar lá e a primeira noite que parecia que ia ser tranquila mas o Lucas e o Guéli acabaram pelados no meio da praia lotada.
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