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DanielFloresta

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Sobre DanielFloresta

  • Data de Nascimento 01-11-1987

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  • Lugares que já visitei
    Andorra, Alemanha, Argentina, Áustria, Bielorrússia, Bélgica, Belize, Bolívia, Bósnia e Herzegovina, Brasil, Bulgária, Camboja, China, Colômbia, Costa Rica, Croácia, Cuba, Czechia, Dinamarca, Equador, El Salvador, Estônia, França, Gâmbia, Guatemala, Guiné, Guiné-Bissau, Guiana, Honduras, Hong Kong, Hungria, Indonésia, Itália, Japão, Quênia, Kosovo, Laos, Letônia, Lesoto, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Macau, Macedônia, Malásia, Mauritânia, México, Moldova, Mônaco, Montenegro, Marrocos, Moçambique, Myanmar, Namíbia, Holanda, Nicarágua, Noruega, Paraguai, Peru, Filipinas, Polônia, Portugal, Romênia, Rússia, Ruanda, Senegal, Cingapura, Eslováquia, Eslovênia, South Africa, South Korea, Espanha, Suriname, Suazilândia, Suécia, Suíça, Taiwan, Tanzânia, Tailândia, Trinidade e Tobago, Turquia, Ucrânia, Reino Unido, Estados Unidos, Uruguai, Vaticano, Venezuela, Vietnam
  • Próximo Destino
    Quatar, Coreia do Norte, Angola e Gabão
  • Meus Relatos de viagem
    [url=http://www.mochileiros.com/leste-africano-kenya-tanzania-rwanda-dr-congo-e-o-monte-kilimanjaro-t80830-30.html]Leste Africano - Kenya, Tanzânia, Rwanda, DR Congo e o Monte Kilimanjaro[/url]
  • Ocupação
    Engenheiro Florestal
  • Meu Blog
  • Localização
    SQS 207, Brasília, Distrito Federal, 70253060, Brasil

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  1. DanielFloresta

    Turismo à Coreia do Norte (DPRK) na Prática

    Com a proximidade da data da viagem, a Lupine Travels encaminhou email com diversos detalhes sobre a viagem, como recomendações sobre vestimentas e comportamento, possíveis alterações de roteiro devido a clima e ponto de encontro em Beijing. Sem dúvidas, esse documento fornece um insight interessante sobre o que esperar da viagem e ajuda a reforçar, atualizar ou mesmo quebrar entendimentos que possamos ter sobre o que de fato é proibido ou permitido naquele país. Em geral, é uma lista com observações bem razoáveis, que traduzo abaixo. A lista é extensa, e o pior: Vermelha! Tenha certeza que possui o visto de duas entradas na china para facilitar sua re-entrada. Devido à natureza da Coréia do Norte, os locais às vezes podem ser fechados sem aviso prévio. Portanto, o itinerário está sujeito a alterações. Em ocasiões em que os locais estejam fechados, serão oferecidas opções alternativas. As mudanças geralmente são apenas pequenas alterações. Informe-nos antecipadamente de quaisquer requisitos alimentares. Câmeras de até 250 mm são permitidas, mas muitas vezes permitem até 400 mm. Tudo é de acordo com o oficial de plantão no momento em que você atravessa a fronteira. A Coréia do Norte recentemente relaxou as restrições nos telefones celulares, então pode levá-lo com você (embora seu SIM não funcione). Laptops, Ipads, ipods, câmaras de vídeo, etc, agora podem ser trazidos. Por favor, note que se trazer laptops ou telefones, é possível que eles sejam vistoriados por autoridades aduaneiras. Certifique-se de que não possui material sensível, como artigos ou ebooks que contenham conteúdo crítico da Coréia do Norte, e também pornografia. Por favor, não tente trocar nenhuma moeda estrangeira pelo Won da Coreia do Norte durante sua viagem, pois tentar exportar a moeda ao sair é considerada uma ofensa criminal. Por favor, não use escadas de incêndio ou tente andar em torno dos andares que estão fora dos limites. O não cumprimento deste conselho pode causar problemas para você e seus guias. Durante as nossas excursões de verão, alguns locais exigem que você esteja usando sapatos e não sandálias. Se possível, carregue ambos no ônibus para que você possa mudar se for o caso. Esta regra se aplica principalmente a locais relacionados aos líderes, como as duas grandes estátuas, ou Mangyongdae, a casa da infância de Kim Il-Sung. Nos passeios para visitar o Palácio Kumsusan do Sol (mausoléu), você é obrigado a usar um vestido formal. Os homens devem usar calças (sem jeans) e camisa com gola enquanto as mulheres devem manter seus braços, pernas cobertos e usar sapatos fechados. Calças de esporte não são permitidos. Roupas masculinas e femininas não podem ter nenhum desenho alegre, como estampas florais. As roupas brilhantemente coloridas também foram problemáticas, como rosas vivas e laranjas. Os marrons e azuis estão bem. Em caso de dúvida, traga roupas adequadas para um funeral. Respeite os desejos dos guias e evite as críticas ao regime norte-coreano. O debate é encorajado, mas as críticas não ajudarão a mudar suas opiniões e podem levar à deportação. Pedimos que você dê gorjeta os guias no final do passeio, já que a maior parte da taxa de turismo vai diretamente para o governo e os guias dependem fortemente delas. O valor usual é de cerca de € 7 por dia, então € 35 para uma turnê de 5 dias. O pessoal da Lupine que lhe acompanha irá juntar essas gorjetas e compartilhar igualmente entre os guias. Nossos guias do Lupine não esperam gorjetas, mas se você quiser orientá-los, então, sinta-se livre. O papel do líder da Lupine é ajudar a logística do passeio e ser um ponto de contato para qualquer problema que surja. O seu principal papel não é um guia, embora os nossos líderes turísticos conheçam a RPDC. Na maioria dos nossos passeios, visitaremos o palácio das crianças da escola para ver uma performance. As crianças que estudam realmente apreciam presentes, como bolsas de doces, canetas e lápis, etc. Não traga nenhuma literatura de língua coreana, material religioso, pornografia ou filmes como "The Interview" ou "Team America" com você! Medicação pode ser difícil de encontrar na Coréia do Norte, então traga consigo o que você achar que pode precisar. É aconselhável trazer frutas frescas e chocolate para se comer enquanto as sobremesas não são servidas dentro da Coréia do Norte e comer apenas comida coreana a cada dia pode ser um pouco demais para algumas pessoas! Os desinfetantes de mão são recomendados, pois nem sempre é possível lavar as mãos antes de comer. Por favor, não publique nenhum blog após a viagem sem verificar primeiro (opa!). Artigos negativos no passado levaram a grandes problemas para os guias da Coreia do Norte, que perderam seus empregos e possivelmente pior. O yuan chinês é a melhor moeda para trazer consigo, mas Euros e Dólares podem ser usados na Coreia do Norte. Recomendamos trazer pelo menos 2500 yuan chinês (~ £ 275), pois isso irá cobrir mais o seu custo de visto, dicas, lanches, bebidas e lembranças. Você provavelmente deixará a Coreia com a maior parte desse dinheiro, mas, como não podemos acessar o dinheiro no país, é melhor trazer um extra. Se você traz Euros ou USD, então tente trazer trocados, pois grandes notas normalmente não podem ser trocadas. Além disso, as notas devem ser novas e inteiras. Qualquer nota com marca (não importa quão pequena) não será aceita. Não há caixas eletrônicos na Coréia do Norte. Não há internet disponível na Coréia do Norte, mas você pode fazer chamadas internacionais, enviar cartões postais e e-mails do hotel. Podemos ter a sorte de ter a oportunidade de visitar o circo e o parque de diversões à noite. Você deve discutir isso com seus guias na chegada, pois dependerá do agendamento e se eles estiverem abertos. O circo seria um custo adicional de € 20, enquanto o parque de diversões custa € 5 para entrada e € 20 adicionais para acesso a todas as atrações. Os usuários do Gmail observam - O Gmail está bloqueado na China para que você não consiga verificar o correio enquanto estiver ausente. Preparação para a Viagem Além de leitura das constantes notícias sobre o contexto geopolítico atual da DPRK, também estudei a história da formação do país e da ideologia Juche - especialmente do período da Guerra da Coreia que levou à divisão do país. Documentários como o russo Under the Sun e o espanhol The Propaganda Game e matérias completas como da BBC Panorama são fundamentais. Filmes de comédia como A Entrevista e Team America nada acrescentam, mas dá pra rir. Relatos de viajantes, como do pessoal do Não Conta lá em Casa e os canadenses do Departures representam perfeitamente a perspectiva de turistas nesse tipo de roteiro. Em um patamar à parte, o livro Escape from Camp 14, do Blaine Harden, e o Nothing to Envy, da Barbara Demick oferecem compreensões surreais e em primeira mão sobre a dura realidade do povo Norte Coreano. Pode parecer clichê, mas é muito mais visceral e brutal do que eu pudesse imaginar, já que o primeiro retrata a história do ÚNICO prisioneiro nascido no pior campo de concentração do país, que conseguiu escapar para a Coreia do Sul. Antes de partir Aproveitei para postar este "relato" antes mesmo de iniciar a viagem, em função da necessidade de abordar um roteiro tão vasto, e com tão poucas informações publicadas em português pela internet. Ainda que possa não haver uma demanda do que apresento aqui, por colegas viajantes, pode ser uma ótima fonte para curiosos sobre o processo de viagem àquele país, para jornalistas e, quem sabe, fomentar a vontade de alguém a se embrenhar por lá, desmistificando um dos lugares mais fechados e isolados do mundo. Retorno ao fim de novembro/2017 com material produzido e o relato completo da viagem. Durante o período de viagem, estarei - sempre que possível - postando stories e fotos no meu instagram, no www.instagram/dacfloresta Até já, se o Líder Supremo me deixar voltar! Referências: EUA se prepara para o passo final da Coreia do Norte - http://edition.cnn.com/2017/10/19/politics/north-korea-officials-mash-up/index.html Coreia do Norte atrai milhares de viajantes todo ano. Quem são eles? - https://www.cnbc.com/2017/07/25/north-korea-vacations-heres-whos-visiting-the-dictatorship.html Morte de Otto Warmbier pode causar o fim do turismo americano na Coreia do Norte - http://time.com/4824670/north-korea-otto-warmbier-kim-jong-un-torture/ Estes são os últimos americanos a visitarem e Coreia do Norte - https://www.nationalgeographic.com/photography/proof/2017/08/north-korea-last-tourists-ban/ Governo Americano: Aviso de Viagem à Coreia do Norte - https://travel.state.gov/content/passports/en/alertswarnings/north-korea-travel-warning.html Calendário Norte Coreano - https://en.wikipedia.org/wiki/North_Korean_calendar Passagens para Coreia do Sul por apenas R$1510 - http://www.melhoresdestinos.com.br/promocao/passagens-coreia-do-sul-seul Recomendações de Agências de Turismo - https://www.tripadvisor.com/ShowTopic-g294443-i9734-k3782350-o10-Tour_Operators_any_recommendations-North_Korea.html Lupine Travel Tour à Coreia do Norte 19 de Novembro - http://www.lupinetravel.co.uk/north-korea-tour-november-19th-2017.html EUA confirma lançamento de míssil intercontinental da DPRK - https://www.nytimes.com/2017/07/04/world/asia/north-korea-missile-test-icbm.html DPRK lança segundo míssil sobre Japão - http://www.telegraph.co.uk/news/2017/09/14/north-korea-files-another-ballistic-missile-japan-residents/ Teste Nuclear da Coreia do Norte: Bomba de Hidrogênio pronta pra mísseis - http://www.bbc.com/news/world-asia-41139445 Governo Inglês: Aviso de Viagem à Coreia do Norte - https://www.gov.uk/foreign-travel-advice/north-korea Você ousaria visitar DPRK? Isso é ético? - http://www.telegraph.co.uk/travel/destinations/asia/north-korea/articles/is-it-a-good-idea-to-visit-north-korea/ Turismo na Coreia do Norte: Certo ou Errado? Refugiados comentam - https://www.theguardian.com/world/2014/may/01/tourism-north-korea-right-wrong-ethical-defectors Site Oficial de Turismo na Coreia do Norte - http://dprktoday.com/index.php Embaixada da China - http://br.china-embassy.org/por/ Ideologia Juche - http://www.korea-dpr.com/juche_ideology.html Under the Sun - http://www.latimes.com/entertainment/movies/la-et-mn-under-the-sun-north-korea-doc-20160705-snap-story.html The Propaganda Game - http://www.imdb.com/title/tt4206218 BBC Panorama - http://www.bbc.co.uk/programmes/b07n7211 A Entrevista - http://www.imdb.com/title/tt2788710 Team America - http://www.imdb.com/title/tt0372588 Não Conta lá em Casa - https://globosatplay.globo.com/multishow/nao-conta-la-em-casa Departures - http://www.departuresentertainment.com/about.html Escape from Camp 14 - https://www.amazon.com/Escape-Camp-14-Remarkable-Odyssey/dp/0143122916 Nothing to Envy - https://www.amazon.com/Nothing-Envy-Ordinary-Lives-North/dp/0385523912
  2. DanielFloresta

    Turismo à Coreia do Norte (DPRK) na Prática

    Com a atual escalada nas discussões e provocações entre o presidente Donald Trump e o ditador Kim Jong-Un, é admirável e curioso constatar que a possibilidade de realizar turismo na Coreia do Norte foi muito pouco afetada em todos esses anos. Para todos os efeitos, o turismo lá continua possível e relativamente simples - deve ser feito sempre por meio de agências, e saindo da China. Cerca de 4.500 turistas ocidentais vão à DPRK anualmente, e apenas em 1º de setembro - em resposta à morte do americano Otto Wambier, é que os Estados Unidos proibiram seus cidadãos de realizarem tal viagem - sob risco de terem seus passaportes retidos. Rocket Man vs. President Evil - who wins? Planejando minha Viagem Em junho do ano de 2017 - também conhecido como 106º ano do Juche no Calendário Norte Coreano, em uma promoção relâmpago da Qatar Airways, comprei uma passagem Florianópolis-Seoul para meio de novembro, por apenas R$1.510. O trajeto de ida levará 40 horas e 10 minutos para chegar à capital Sul Coreana. Assim, vislumbrei a oportunidade de finalmente ir à segunda melhor Coreia. Daí então, adquiri o trajeto Seoul-Beijing-Seoul por R$850 pela Southern China Airlines, visto que os Tours saem exclusivamente da capital Chinesa. Eu havia tentado ir à Coreia do Norte em 2016, mas meu voo BSB-GRU arremeteu por duas vezes em São Paulo, cheguei atrasado e perdi à China. Em 2015, tive um congresso na Capital Sulcoreana, e não tive um dia livre nem pra visitar a Zona Desmilitarizada, na fronteira. entre as duas Coreias Desta vez, o planejamento é o seguinte: 14 a 16/nov - Rio / Floripa / Buenos Aires / Guarulhos / Doha / Seoul / Beijing 19/nov - Beijing / Pyongyang 19 a 24/nov - Tour pela Coreia do Norte 25 a 29/nov - Beijing / Seoul / Doha / Guarulhos / Buenos Aires / Floripa / Rio / Brasília Diversas agências os realizam, em diferentes datas, durações e por diferentes preços. São mais de 10 empresas, com base em diversos países (UK, Alemanha, China, etc.). Com as data de voos definida, busquei uma agência que oferecesse um período que encaixasse perfeitamente no meu itinerário. Encontrei o tour de inverno da Lupine Travels, de 19 a 24 de novembro. Coincidentemente, eu havia visitado Chernobyl em 104º ano do Juche 2014 com esta empresa, e me sentia à vontade para fazer qualquer pagamento adiantado necessário. Turismo em Tempos de Crise Com a compra das passagens e o início das contato com a Agência, a situação diplomática na região deteriorou muito rapidamente, com testes de mísseis intercontinentais em 4 de Julho, dois deles sobrevoando o Japão em 29 de agosto e 15 de setembro. Ainda, em 3 de setembro, houve um teste com uma bomba de Hidrogênio. Na data deste teste, o governo Inglês elevou a recomendação de viagem à Coreia do Norte para "Recomendação contra toda viagem não-essencial". Parece seguro Enquanto há um intenso debate sobre a moralidade de se visitar um país que utiliza recursos advindos do turismo para financiar suas ações contra Direitos Humanos e Democracia em seu território, e desenvolver tecnologias que ameacem a paz mundial, há opiniões divergentes mesmo entre refugiados norte coreanos. Na minha opinião, não há país no mundo que não deva ser visitado. Tem até mesmo um Site Oficial de Turismo da Coreia do Norte. Simpáticos e convidativos, não? Programando os demais ajustes da Viagem Entrando em contato com a Lupine Traves por email e definida a data do roteiro que você deseja participar, é solicitado adiantamento do valor de R$960 (de um total de R$2.600 para um roteiro de 5 dias - 649 Libras Esterlinas), a serem pagos via Paypal. Depois de algumas semanas, a agência enviou por a comprovação das passagens de trem dos trajetos de ida e volta de Beijing à Pyongyang, juntamente a uma declaração da realização de turismo na Coreia do Norte. Se prefere ir de Avião, pela Air Koryo - empresa Norte Coreana - o preço aumenta em 100 Libras. Uma vez compradas as passagens até Beijing, foi possível realizar a solicitação do visto chinês de turismo para duas entradas, que pode ser tirado na Embaixada em Brasília, ou nos Consulados no Rio e São Paulo, por R$240 reais. Para a Coreia do Sul, não é necessário visto para estadias a turismo de até 90 dias. Para o visto chinês, são necessárias declaração de renda, reserva de estadia e passagem, preenchimento de Formulário, páginas em branco no passaporte, Seguro Viagem, foto 3x4 e aqueles documentos fornecidos pela agência.
  3. DanielFloresta

    relato Leste Africano - Kenya, Tanzânia, Rwanda, DR Congo e o Monte Kilimanjaro

    Pra quem acompanha o tópico em busca de informações sobre a ida a estes países, sou colaborador do blog OutsideHome.net, continuando o relato da nossa viagem lá, no post http://www.outsidehome.net/tanzania-subindo-o-monte-kilimanjaro/ assim como em outros. Excelente blog feito por uma colega de trabalho e viagem, nos vemos lá!
  4. DanielFloresta

    Ásia no Carnaval de 2014 e mais 30 Dias! 12 Países!

    Olá galera! Dia 01/03 estarei partindo rumo a Bangkok! De lá, um roteiro no melhor estilo pinga-pinga pela Birmânia, Malaysia, Macau, Hong Kong, Filipinas, Brunei, Singapura e Indonésia até 19/03 (9 países em 18 dias, numa corrida frenética atrás dos pontos mais interessantes de cada cidade). Depois, mais 17 dias pelo Camboja, Templos de Siem Reap, Vietnã, Caiaque em Ha Long Bay, Sangue de Cobra, Luang Prabang no Laos, Vietniane e Bangkok, até o dia 07/04! Já encontrei excelentes companhias aqui pelo Mochileiros, um Carioca ixpierto para uma viagem para o Monte Kilimanjaro e uma Goiana muito gente boa para Machu Picchu. Quem vai estar por lá nesses dias ou topa se juntar a essa empreitada, vamos conversar e apreciar o roteiro!
  5. DanielFloresta

    relato Leste Africano - Kenya, Tanzânia, Rwanda, DR Congo e o Monte Kilimanjaro

    Oliv.ph, essa sua indicação do Ert'Ale na Etiópia simplesmente resolveu minha vida! Já tava pensando em ter que voltar pro DRC, agora só tenho que pensar em outro roteiro que obrigatoriamente inclua a Etiópia! Valeu!!!
  6. DanielFloresta

    relato Leste Africano - Kenya, Tanzânia, Rwanda, DR Congo e o Monte Kilimanjaro

    Grande David "Usura" Bungama! Não esquece de mandar um abração pra ele por mim, oliv.ph! O preço que se paga pro Usura é realmente serviço de primeira, ele até te carrega no colo e faz cafuné, aquele negão é uma fofura! Mas diferente do que o Victor vai dizer, eu não peguei esse serviço!!! Os preços realmente tão sinistros mesmo, melhor se guiar pelo que o Victor falou de preço e roteiro. Gilsi, só falar com o Bungama que quer companhia e ele cuida bem de você, mas tem que falar que é amigo do Daniel, senão ele te joga no buraco, ahahahaha. Galera que subiu comigo odeia o David, ele aprontou umas na descida... acabou que um que não falava inglês desceu por 11 horas com 2 guias que não também não falavam, no meio da noite... Sei que chegou num ponto em que ele tinha certeza que iam picotar ele e vender os órgãos. Mas do tipo certeza mesmo, e ele é um cara muito lúcido, quase pegou um canivete e saiu cortando geral. Enfim, longa história, no fim dá pra dar muita risada, tô contando só pra assustar mesmo! kkkkkkkkkkkkkk =) Victor, o Rasta das bugingangas ainda vive?
  7. DanielFloresta

    relato Leste Africano - Kenya, Tanzânia, Rwanda, DR Congo e o Monte Kilimanjaro

    Orelha do Victor deve ter dado uma esquentada de leve, hein? Era dele que eu falei sobre ter subido esse mês, Gilsi. Cadê o relato e a foto do topo??
  8. DanielFloresta

    relato Leste Africano - Kenya, Tanzânia, Rwanda, DR Congo e o Monte Kilimanjaro

    oliv.ph, aposto um bode que o preço que você encontrou foi numa média de $200 por dia, certo? Há muita concorrência por lá e os preços são amplamente tabelados. Em relação ao Kili, preços fora do padrão (muito abaixo) certamente incorrem em falta de segurança. Uma vez que há taxa fixa para entrada no parque, a margem de valor para negociação é curta. O mesmo ocorre com os Safáris, já que há taxa para carro e para visitante. Entretanto, se considerar qualquer outro safári pelo resto do continente (África do Sul principalmente), os preços são bem razoáveis e a diversidade e quantidade de animais que serão vistos é incomparável! Aquele canto do mundo é um paraíso, um sonho pra qualquer amante da natureza, de belas paisagens e de ricas culturas. Do jeito que for, vai ser incrível a viagem de vocês!
  9. DanielFloresta

    relato Leste Africano - Kenya, Tanzânia, Rwanda, DR Congo e o Monte Kilimanjaro

    Olá Gilsi! Como Brasileira, não imagino que você vá enfrentar problema algum, além da encheção de saco básica do pessoal em Arusha e Moshi. Nairobi é um pouco mais complicada, mas nada que uma carranca não ajude. Quanto a guia, recomendo fortemente o David Bungama, você já pode negociar daqui mesmo e é garantia de sucesso! Esse mês, um colega que entrou em contato comigo aqui mesmo pelo Mochileiros subiu até o topo também com o David. Além disso, ele faz todo tipo de safari pela região. Tem que dar uma negociada, mas o valor realmente é revertido em serviço e bem estar - fundamentais para o sucesso da expedição. Além disso há o respeito social pelos trekkers e toda a comunidade que vive da montanha. O contato dele é [email protected] e já pode começar dizendo que foi indicada pelo Daniel Castro, terá um tratamento excelente! Qualquer coisa me contate pelo face! facebook.com/dacfloresta Boa aventura!!
  10. DanielFloresta

    relato Leste Africano - Kenya, Tanzânia, Rwanda, DR Congo e o Monte Kilimanjaro

    oliv.ph, essa viagem levou apenas 18 dias. Foram 3 até a chegada em Moshi, 4 de subida e descida, 2 de Safari, 2 no Quênia, 5 em Rwanda, 1 indo pro Congo e mais 1 voltando por Johannesburgo. Quando chegamos na fronteira com DRC, não pudemos entrar. O pedido de visto deveria ter sido feito com muita antecedência e por alto preço, além de precisar de um novo pedido de entrada em Rwanda. Para quem vai ao Virunga ver os Gorilas ou subir o Nyiragongo, há um visto especial. Entretanto, o Parque estava com as atividades fechadas devido ao movimento dos rebeldes do M23. As notícias eu acompanhava pelo http://gorillacd.org/ e pelo http://www.facebook.com/virunga Chegamos em Kivu, demos de cara com a fronteira fechada, e voltamos. Dava pra ter ido pra Uganda ou Burundi...
  11. DanielFloresta

    relato Leste Africano - Kenya, Tanzânia, Rwanda, DR Congo e o Monte Kilimanjaro

    O Topo da África Após tomada a decisão, deixamos o Shira Camp no dia seguinte, o terceiro da expedição, logo pela manhã. Fomos em direção à Lava Tower e atingimos a base da Western Breach cerca de 17 horas. A mudança de planos fez com que o dia da subida coincidisse com o aniversário do Rogério, o que levantou a moral da galera e deixou ele mais animado ainda. Acima da gente, um paredão de mais de 1200 metros verticais se erguia vertiginosamente rumo a cratera do vulcão. Não víamos o que havia acima, nuvens abaixo cobriam qualquer visão de onde esperávamos que o resto da humanidade ainda estivesse presente. Naquela visão desértica, nossas barracas e amontoados de neve se destacavam por entre os entulhos de pedras, o vento implacável e um Sol cada vez menos presente. Enquanto isso, algo muito estranho acontecia dentro da gente. Não era a comida que se revirava, estávamos muito bem alimentados, com refeições diferenciadas e muitíssimo bem preparadas pela equipe de apoio. Não era saudade de casa, estávamos fora há somente 7 dias e ansiamos por estarmos ali. Acredito que somente naquelas poucas horas que teríamos de sono até nos levantarmos às 2 horas da madrugada para o ataque ao cume, é que nós percebemos a grandiosidade de tudo a nosso redor. Não a grandiosidade da montanha, que erguia solenemente indisputável como soberana nas terras mais selvagens do mundo, a pelo menos 10.000 quilômetros de distância de qualquer outra que fizesse jus a ser considerada sua rival em estatura. Mas a grandiosidade da empreitada de largarmos nosso conforto, edredons, automóveis e microondas, para irmos a lugares considerados os mais perigosos do mundo por consumidores de mídia padrão. Escolher não levar a carteirinha do plano de saúde, não lavar a roupa com MonBijou ou não poder escolher entre 150 canais para nos entretermos. Ali era a hora da verdade. Em instantes, saberíamos se estávamos preparados para enfrentar até então o maior obstáculo físico que já se impôs na nossa frente. Um desafio monumental, onde já não nos encontrávamos na melhor forma para enfrentá-lo e somente tínhamos nosso corpo para fazê-lo. Um acidente geográfico colocado ali por nós mesmos, para testar os nossos limites e nos mostrar o quanto somos capazes de enfrentar problemas que, ainda que se apresentam 300 vezes maior que nós, tudo o que precisamos é paciência, calma, foco, dedicação e afinco. Às 9 horas da manhã, com o Sol já começando a incidir sobre nós, e sem tanta grossura atmosférica pra nos defender da incidêndia Dele, atingimos o interior da cratera numa final explosão de força. Com a utilização das últimas gotas de energia que já pensávamos terem sido usados horas atrás - e ainda seriam cobradas várias "últimas gotas" - chegamos ao interior da cratera. Lá dentro há o famoso Gelo Eterno do Kilimanjaro. Permafrosts presentes há milhares de décadas e que, ano após ano, tem tido sua eternidade contestada, e que em 50 anos, não sustentarão mais o imponente adjetivo. Apenas uma íngrime subida de 110 metros em terreno arenoso nos levaria até lá encima, o Uhuru Peak - Pico da Liberdade. Levando em conta que essa "mera subidinha" nos tomou mais 3 horas, dá pra se ter noção da situação que nos encontrávamos e a característica vorazes do terreno. Subimos! "Contudo, em certas horas eu me perguntava se não teria vindo assim tão longe só para descobrir que aquilo que estava de fato procurando era algo que eu havia deixado para trás." Thomas F. Hornbein
  12. DanielFloresta

    relato Leste Africano - Kenya, Tanzânia, Rwanda, DR Congo e o Monte Kilimanjaro

    TANZÂNIA - Moshi Moshi é uma cidade ao sopé do monte Kilimanjaro, a 890 metros de altitude, produtora de café de qualidade e com cerca de 160 mil habitantes. A maior cidade da região é Arusha, a 60 quilômetros, com mais de 1 milhão de habitantes. Em Arusha, se concentram a maioria das saídas para o Kili, para o Seringueti e outros parques na região (Ngorongoro, Tarangyre...). O mais curioso a se saber da Tanzânia é que grande parte de sua população é muçulmana. Logo, não é raro ver mulheres completamente cobertas por burca e mesquitas pela beira da estrada. Para a escalada, contratamos o guia David Bungama, recomendado por meu irmão, com quem subiu o Aconcágua em 2011. Apesar de mais tarde receber a justa alcunha de David "Usura" Bungama, é um cara muito honesto e trabalhador, verdadeiro líder de equipe e dono de imenso carisma, seu site é davidgoliathtours-safaris.com e a subida foi arranjada desde o Brasil, com o adiantamento de uma parcela do valor. A rota escolhida foi a Machame, para ser feita em 7 dias. A escolha da rota é de total liberdade do contratante. O valor combinado foi de $1250 cada, mais as gorjetas a serem dadas à equipe de apoio. Ainda que escolhemos rota Machame e os 7 dias para a subida, aclimatação e descida, mal sabíamos que o Kili guardava uma surpresa para nós, e nos cobraria um preço por isso. MORRO ACIMA Jambo, jambo wana Habari gani, zuri sana Brazilians, wakaribishua Kilimanjaro, Hakuna Matata Ok, o Kilimanjaro é uma montanha alta e tal, mas se a gente for devagarzinho, não tem como não chegar lá, né? Pô, o cara que não tinha pernas subiu no braço, então deve ser moleza! Olha aquele americano gordinho ali, se ele vai subir, então perdeu a graça! Aah, mas ouvi dizer de um atleta que não conseguiu, mal de altitude é raro, né? No segundo dos sete dias programados, quando chegamos no Shira Plateau vindos do Machame Camp, cantando e pulando, cheio de alegrias e já reconhecidos como a expedição dos Brasileiros animados, o Davi e o Guilherme se sentiram meio indispostos, com leves dores de cabeça, e foram às barracas dar uma cochilada. Assim, eu, Rogério e Lakshimi fomos dar uma volta pelo platô local. Enquanto isso, o Uhuru Peak, até então encoberto por uma espessa nuvem, finalmente se revelou, a 3000 metros acima de nós. Ao retornarmos, nosso amigo David Usura tinha uma notícia importante pra gente e que iria mudar toda nossa experiência dali pra frente: Davi e Guilherme apresentavam sintomas de início de mal de altitude. Caso continuássemos, a situação iria se agravar e comprometer toda a equipe. Se estivéssemos dispostos e assumíssemos o risco, havia uma única solução: uma rota lateral - a Western Breach, que sobe por um caminho aberto pela lava até a cratera do vulcão. Esta havia sido fechado por anos, após um deslizamento matar 3 turistas americanos. Indo por essa rota, conseguiríamos subir ao topo já na noite do dia seguinte, e estar lá embaixo em 2 dias. O problema eram só os 1600 metros em inclinação de 70 a 90 graus, a serem vencidas em 9 horas com técnicas de escalada básica, em um frio de -20ºC e que, uma vez inciada, não havia retorno. O mal de altitude quando bate, não tem volta. A pessoa vai ficando enjoada, ficando tonta e fraca pouco a pouco, até que seja baixada a uma área com mais oxigênio pra se recuperar, ou até ter um edema pulmonar ou cerebral e tchau. O Guilherme é médico, traumatologista de um grande hospital no Rio e estava preparado, com todos os remédios e procedimentos na ponta da língua. O Davi joga futebol como ninguém, tem um chute poderoso e corre muito dentro de campo, sendo o jogador referência de qualquer equipe. Entretanto, o Guilherme é também carioca, de vida ao nível do mar e repleto de oxigênio. Oito meses antes de viajarmos, o Davi pegou uma macumba braba, quebrou a clavícula no futebol, fez enxerto com osso da bacia pra ajudar, deu PT num carro e numa placa de titânio do ombro, fez enxerto no cotovelo pra ajudar e ficou de molho até o dia da viagem.
  13. DanielFloresta

    Mt Kilimanjaro

    Comecei um relato de viagem, no tópico: leste-africano-kenya-tanzania-rwanda-dr-congo-e-o-monte-kilimanjaro-t80830.html
  14. Como muitos aqui, cresci lendo National Geographics velhas e assistindo aos clássicos programas do Discovery Channel que reforçavam, ano após ano um desejo único: conhecer a parte mais selvagem do continente africano! Cena de Abertura do Rei Leão - Quem nunca sonhou? Mesmo tendo morado e trabalhado na Namíbia e África do Sul por um ano, e conhecer os países ao sul, ainda senti que faltava uma viagem pela parte mais interessante do continente e uma sensação de conquista - e o monte a 6000 metros de altura poderia me oferecer isso! Assim, o monte Kilimanjaro, no norte da Tanzania, próximo à fronteira com o Quênia, se tornou uma obsessão perseguida por um longo ano entre o planejamentos, cotações, contatos e o início da jornada. A intenção era teoricamente simples, subir o morrão, caçar uns animais com nossas câmeras, tomar umas brejas diferentes, conhecer pessoas diversas e dormir na beira de um vulcão ativo. Vulcão ativo? Numa das idas atrás de informação, um morador de Rwanda contactado pelo Couch Surfing me indicou um lugar do qual nunca tinha ouvido falar, e sequer sabia que existia algo no mundo. Com vocês, o Nyiragongo, na fronteira entre Rwanda e DR Congo: Então, para viajarmos em Setembro de 2012, convidei um colega do trabalho - Davi, que chamou um amigo - Rogério, e encontramos outro parceiro aqui pelo Mochileiros.com - Guilherme - e estava completo o grupo! Saindo de Brasília, passamos em São Paulo, encontramos o Gui Carioca Ixxpierto vindo do Rio, e partimos em direção a Johannesburgo. Ainda, quanto chegássemos à Tanzânia, nos uniríamos à Americana de origem indiana Lakshimi Partasaranthy, encontrada no Couch Surfing, para começar a subida do interminável Monte Cabeça Branca. As passagens de voo SP-JB-Kenya-Rwanda-JB-SP nos custaram cerca de R$3000, foram cotadas pelo Decolar.com e compradas diretamente no site das empresas - South African Airways, Kenya Airways e Rwandair. De JB iríamos a Nairobi de avião com escala em Rwanda. Desceríamos de ônibus até Moshi, na Tanzânia, no sopé do Kilimanjaro. Depois, voltaríamos a Nairobi, voaríamos até Rwanda, e de lá daríamos um jeito pra ir a Goma, em DR Congo. Quem sobrevivesse, voltava de avião para Johannesburgo e aí para casa. Seriam 18 dias pra lá e pra cá. SOUTH AFRICA - Johannesburgo Há milhares de outros relatos aqui no Mochileiros.com que podem dizer muito mais do que qualquer palavra minha sobre esse país. A África do Sul é culturalmente riquíssima, historicamente polêmica e socialmente caótica. Com apenas umas 8 horas entre a chegada e a partida para o Quênia, fizemos o arroz-com-feijão de alugar um carro, passar no Soccer City, Museu do Apartheid e em Soweto, nas casas do Desmond comedor de Tutu e do Nelsão Mandela - a famosa Vilakazi Street, única rua a abrigar dois ganhadores do prêmio Nobel. Chegamos de manhã cedo e saímos no mesmo dia a tarde. Já sabendo que o transporte público por lá é bem complicado e íamos cruzar a cidade, decidimos alugar um Picanto (eita carro feio!) - essa brincadeira nos gastou não mais do que R$70 pra cada, carro incluso. Brasileiros na África do Sul não precisam de visto por 90 dias. KENYA - Nairóbi e Namanga Já indo preparados com unhas e dentes afiados pra enfrentar Nairobbery, a monumental capital da África - e conhecida como a capital mais violenta do continente, nos deparamos com um centro urbano interessante, pessoas muito receptivas e um respeito vívido às tradições. Na verdade, nunca vi muita diferença entre qualquer cidade africana e as cidades brasileiras, o trânsito, limpeza e segurança são relativamente organizados. Apenas a maioria étnica fica latente, e viajantes não passam tão despercebidos, sendo mais alvos de abordagens por taxistas ou vendedores de rua. Nada que uma rispidez ou certo mau-humor bem encenado não ajude. O alto do Nairobi Keniatta Commercial Center, a Universidade de Nairobi e o Museu Nacional são paradas interessantes - escolhidas por mero interesse sobre o mapa de um Lonely Planet de 2003, aproveitamos em um dia inteiro e, pelo que conversamos com outros mochileiros por lá, os pontos mais interessantes da cidade não vão muito além destes visitados. Os maiores atrativos turísticos do Kenya são o parque Masai Mara e outras áreas de conservação mais ao sul, que não diferem muito do mesmo roteiro ao norte da Tanzania, país que tem uma estrutura muito mais preparada pra lidar com as demandas de diferentes orçamentos. O visto pro Kenya custa $50 o Single Entry, pode ser tirado na chegada no aeroporto ou qualquer fronteira. Como era de praxe, o quesito segurança para viajantes low-budget andava meio ruim das pernas no Quênia, com as tradicionais passadas de facão entre diferentes tribos, desta vez pouco mais a nordeste de Nairobi. Da capital, seguimos direto para Namanga, na fronteira, tiramos o visto e partimos rumo a Moshi, no norte da Tanzânia e no sopé do Kilimanjaro, pegamos um shuttle pelo preço de U$25 por pessoa, saindo do Aeroporto de Nairobbery e chegando em Moshi 8 horas depois. O visto pra Tanzânia custa $20 e pode ser tirado na fronteira ou no aeroporto.
  15. DanielFloresta

    Mt Kilimanjaro

    O Inglês lá é mais que o suficiente. Até mesmo em Rwanda, colônia belga, o pessoal fala inglês e francês... A guerra no Congo contra o M23 tinha estourado 3 semanas antes de chegarmos lá. O parque foi atacado, alguns rangers mortos e aí as atividades turísticas da região foram suspensas. Foi bem complicada nossa situação na fronteira, se você sair de rwanda e for voltar, ainda que no mesmo dia, tem que apresentar outro formulário já previamente aprovado de requisição de visto. Além disso, a entrada em DRC é complicada. O interessante do parque Virunga é que ele tem uma espécie de visto especial para quem vai lá só visitar, mas é necessário o duplo pedido de visto em rwanda, senão você não volta. Todas as informações eu acompanhava pelo blog do Parque de Virunga - http://gorillacd.org/blog/ - tem também um aplicativo pra Iphone/android e uma página no facebook. Não sei como está a situação atual, mas sem dúvida é um local único no mundo, vale a pena qualquer esforço pra conhecê-lo. Pra quem realmente vai pro Kili, valem algumas coisas: fique em Moshi - de maneira alguma Arusha! O melhor lugar é o albergue na rua principal - Kilimanjaro Backpackers, e obrigatoriamente, conheça a loja de artefatos do rasta na rua próxima, os preço são absurdamente inimagináveis. Compramos lanças, escudos e espadas de excelente qualidade por R$12 cada!! Para um Safari, pegue um onibus ou uma van até Karatu, um conjunto de vilarejos nos arredores da Cratera do Ngorongoro, e procure com os locais por um aluguel de 4x4. Negocie bastaaaante, conseguimos uma Land Rover é Fácil é Mole é Lindo por $150 por um dia e a entrada do parque é $50 por pessoa. O safari completo por um dia fica $200 por pessoa partindo de Moshi com guia, aí tem que ver se vale a pena ir com grupo ou sozinho mesmo.
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