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Vimeney

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    Parque Estadual Três Picos
    Parque Nacional de Itatiaia
    PARNASO - Serra dos Orgãos
    Serra da Mantiqueira
    Visconde de Mauá
    Campos do Jordão
  1. Vimeney

    BOTAS: quais comprar?

    Lamentável isso, ainda mais em se tratando de um modelo que é o carro chefe da Vento, nós consumidores perdemos com isso porque ficamos sem opção no mercado nacional, já havia acontecido com a Snack, Bul Terrier e agora a Vento perdendo a credibilidade, com a palavra o Fábio... Penso que no dia que tivermos melhor acesso as melhores marcas gringas, não vai ter condições da indústria nacional competir com marcas como a La Sportiva ou Asolo (só para citar as italianas), a não ser que melhorem muito a qualidade de construção e de materiais utilizados. Eu como sempre tenho que comprar para três (família incluída), fica proibitivo o acesso a gringolandia, porque não adianta nada comprar uma bota sensacional para mim e a minha esposa e filho ficarem descalços no meio da trilha, assim como já aconteceu comigo e com a minha esposa. Estou até pensando em partir para uma bota blaqueada, mesmo que entre agua, melhor que ficar descalço no meio do mato. Neste caso eu tenho como indicação a marca Airstep (botas militares), mais ainda estou pesquisando afinal a conta é de três, tem também as de EPI da Marluvas, mas tem a questão de que são coladas, com a diferença que o solado é bicomponente e a entressola é feita de EVA mais resistente a descolagem. Sim, ambas nacionais...
  2. Vimeney

    BOTAS: quais comprar?

    Na verdade pelo que me lembro ele falou que era quase impossível de descolar....
  3. Vimeney

    BOTAS: quais comprar?

    Eu acabei de comprar uma exatamente igual, baseado no comentário do Fábio aqui no fórum de que a microfibra é bem mais resistente a descolagem, a minha por enquanto está boa, mas agora vou colocar a barba de molho com essa informação, até agora ainda não havia nenhum relato de descolagem da Finisterrre em microfibra (nanox).
  4. Vimeney

    BOTAS: quais comprar?

    Samlima, a sua Finisterre e a de seu marido são de microfibra ou couro?
  5. Vimeney

    BOTAS: quais comprar?

    Samlima, vai no site da Vento e solicita a colagem da bota que eles fazem o serviço, mesmo após o vencimento da garantia, a Vento tem a tradição de ter um bom atendimento pós venda. Eu mesmo estou solicitando o mesmo tipo de serviço e ainda estou aguardando a resposta do SAC até o momento.
  6. Vimeney

    BOTAS: quais comprar?

    Judice Rocha, uma dica de bota nacional que me foi bem recomendada, além de leve e barata, é a da nova linha PREMIER PLUS da MARLUVAS, onde tem o modelo DRY WP CNV, que é totalmente impermeável. O único porém dela é o fato de ser uma bota de EPI, sendo que neste modelo só existe na cor verde musgo, tem um outro modelo interessante de couro nobuk parafinado na cor marrom, só que este é somente resistente a água. Tem um vídeo no YOUTUBE do pessoal da LIGA RAPEL indicando ela para trekking. Se você não tiver preconceito com botas do tipo EPI vale apena conferir...
  7. Vimeney

    BOTAS: quais comprar?

    Então, comprei a Finisterre Nanox e testei na Serra Fina há duas semanas, apesar de que fui somente até o Quartzito, deu pra dar uma testada na sua resistência principalmente porque aquele trecho é bem íngreme e com bastantes pedras, só não dei uma nota 10 na bota, por causa de alguns arranhões, sendo um mais feio na biqueira, aliás, não sei por que a Finisterre não possui proteção de borracha na frente como a sua irmã, a GS3000, seria ótimo para evitar esses tipos de danos ao cabedal, no mais é ela é bem leve e o novo material em Nanox parece mais macio que o couro, não sendo necessário amaciar, porém é uma outra bota, tem um centro de gravidade diferente e não te dá àquela sensação de firmeza da antiga, mas em compensação a sensação de leveza é bem maior, não senti diferença no grip do novo solado, mas só testei no terreno seco, também não sei se a palmilha é a mesma da anterior, que me pareceu ser mais macia, mas pode ser apenas uma impressão inicial, no geral a nova Finisterre está aprovada, apenas achei que o cabedal em couro nobuk da antiga era mais resistente a arranhões que o atual Nanox, embora o Fábio tenha dito o contrário aqui no fórum, mas pode ter sido apenas um azar meu, fica a dica para que a VENTO incorpore a biqueira de borracha da MILIPOL GS3000.
  8. Vimeney

    BOTAS: quais comprar?

    Falando somente de botas nacionais, tenho uma SNAKE TRILOGIA que já comprei a algum tempo e ainda está nova, principalmente porque acho um pouco desconfortável (forma apertada nos dedos) e por não ter muita confiança para por em trilhas, então não posso opinar, pois só teve uso urbano, porém tenho uma coleção de botas da Vento que comprei pra mim e para a minha família, todas muito confortáveis (tanto pela palmilha quanto na forma larga), porém com exceção da CAOS que está novinha, tive problemas anteriores com as de modelo Titã e uma da GS2000, as TITÃ minhas e de meu filho descolaram com pouco uso, porém já foram consertadas após envio para a fabrica (ao qual prestou um bom atendimento). Agora a TITÃ de minha esposa e a minha GS2000 (MILIPOL) também descolaram a TITÃ totalmente e a GS2000 parcialmente, ambas no meio da trilha!!! Entretanto ainda confio na marca e também no Fábio que atende a todos aqui no Fórum com muita presteza e fidalguia, tanto é que já encomendei uma FINISTERRE NANOX para testar em campo, tendo em vista os relatos do Fabio sobre a capacidade de colagem deste material, sobre as botas que foram recoladas ainda estão novas e funcionais e assim que puder enviarei as outras duas para recolagem também. Todavia o objetivo deste relato é que gostaria de uma opinião técnica do Fabio a respeito do motivo pelo qual as botas da VENTO não possuírem o sistema de blaqueamento (costura do solado), que acredito traria muito mais solidez ao conjunto (cabedal, palmilha de montagem e solado), principalmente no quesito que acho principal a confiabilidade para terminar uma trilha com o calçado inteiro. Não adianta ter tecnologias como a dessorção de transpiração ou de impermeabilidade do calçado se ele se desfaz quando você mais precisa dele, isto é no meio de uma trilha. Não sei se é uma tendência atual da indústria na técnica de construção dos calçados ou se isto impede a impermeabilização dos mesmos, o fato é que não vejo situações de descolagem acontecerem com coturnos militares que utilizam esta técnica por exemplo.
  9. Otávio, esta indecisão é pior do que mulher em loja de sapato! Uma coisa que limita muito é a escassez de oferta de artigos importados para quem compra pela internet. O site da Rei não entrega os modelos da TaR, somente da BA, a Amazon tb não entrega os modelos mais interessantes da TaR, restando somente o Ebay com todas as suas limitações entre modelos e tamanhos. Cada vez mais me convenço de como é fundamental escolher bem o saco de dormir e isolante térmico! É uma coisa básica, tão pessoal quanto a escolha de uma mochila ou mesmo um sapato, entram em consideração vários elementos de caráter subjetivo, de acordo com a personalidade de cada um, mas que isso, devem também atingir nossas expectativas em relação ao seu desempenho em nossas aventuras. Abs
  10. Uma outra questão a ser discutida neste tópico seria a viabilidade ou não da utilização do footprint com a função de potencializar o isolamento térmico. Seguindo a teoria do uso de várias camadas como forma de aumentar a retenção de calor, isto em princípio ocorreria devido a introdução de uma camada de proteção entre o solo e o chão da barraca, raciocínio mais o menos igual ao da utilização de um sleeping liner num saco de dormir para aumentar a sua capacidade térmica.
  11. Bullseye,quando o tema da discussão sobre isolantes térmicos se resume aos modelos da TaR e BA, acho que a resposta para esta questão tem um nome: BA Q Core SL, desde que este ganho a mais de peso não ultrapasse os 480 g do tamanho R, se tivesse do LW, seria perfeito para mim. Com relação a segunda questão: Tenho sim como trocar facilmente este peso e ainda saio ganhando, se comparar com os equipos que utilizava a pouco tempo atrás. Somente o conjunto de cozinha é que não é tão leve, devido ao material de titânio do spork e panela ambos da Snow Peak. Não fiz a medição mais deve ser mais pesado que o seu, porém este tema pertence a outro tópico. O meu luxo mesmo seria um isolante térmico mais confortável que o EVA. Como bem disse o Otávio, neste quesito estarei muito bem servido com qualquer um dos modelos em questão. Eu também gosto de dormir preferencialmente de lado e somente acampo em barracas, foi por este motivo que pensei em "trocar" o peso do isolante, comprando um de comprimento menor para me dar ao luxo de ter uma largura maior, mantendo a mesma altura e R-value, sem perder a leveza! Sobre a sua sugestão referente ao modelo Z daTaR, acho que seria um up em relação ao EVA, porém acho que o custo para trazer um destes pagando imposto de importação + frete, acabaria por não valer a pena. Se é para investir em equipo na gringolândia, que seja um de ponta! Além do mais a dona patroa não gostou do jeito dele, acha este modelo tipo casca de ovo incômodo, prefere colchão de ar mesmo. Abs
  12. Otávio, o Big Agnes na configuração LW seria perfeito caso existisse na versão feminina com 1,68 m de comprimento, de forma a compensar o seu peso. Já o TaR NeoAir XLite na versão feminina também seria perfeito se existisse numa configuração LW (1,68x0,63x0,063). Mas como nem tudo é perfeito nesta vida, vou estudar qual deles tem o melhor custo X benefício. O que vc acha do TaR Xterm para uso no nosso clima tropical?
  13. Ok Otávio, sempre leio os seus posts, todos muito bons e instrutivos. Foi por este motivo que ilustrei o meu comentário utilizando uma citação vinda de uma pessoa experiente como você. Vou aproveitar a sua sempre valiosa participação, para me ajudar a dirimir algumas dúvidas. Pelo seu relato ficou claro que a melhor alternativa é comprar lá fora mesmo! Então vou afastar este cálice da tentação pela compra mais fácil, em favor de um produto que agregue mais por um preço semelhante. O que me deixa confuso na hora de decidir é principalmente: o peso em contra ponto com o tamanho (largura e altura), não me preocupo tanto com o comprimento, acho que preferiria em termos de conforto usar um modelo menor que 1,83 m de comprimento, porém com maior largura. Acho que li tantos relatos dos gringos reclamando da largura dos seus colchões que fiquei meio cismado com isto! O Bullseye afirmou que se sente confortável utilizando o modelo regular com 51 cm, esta informação foi relevante para tirar esta dúvida sobre a largura ideal de conforto. Na verdade o que estava pensando em termos de medidas e de peso ideais, seriam: comprimento de 1,83 m ou menos, largura preferencialmente de 63 cm e altura podendo variar, desde que não sinta os ossos baterem no chão, dentro do peso máximo estabelecido por mim de até 500 g, para que possa andar “relativamente leve”. Após pesquisa no site das lojas Rei e no Ebay, dentro dos parâmetros que estabeleci, foi apurado o seguinte: 1- Big Agnes Q Core SL: a sua configuração mais interessante é a regular c/ peso de 480 g, a opção petite não compensa, pois o peso é de somente 30g a menos. O R-value = 4,5 é muito bom e a altura é excelente = 9 cm. 2- modelo da Therm a Rest - Neoair Xtherm, com medidas de (1,96X0,63X0,063m) e peso de 560g (60 g a mais do que estabeleci como peso máximo e 80g a mais do que o modelo BA Q Core SL no tamanho regular). Este modelo é usado em ambientes mais frios, talvez não seja conveniente a sua utilização aqui no Brasil, todavia não tenho maiores referências sobre isto, porém o preço dele nesta configuração pareceu-me compensador em comparação com os demais. 3- modelo Therm a Rest NeoAir XLite: se enquadra no limite estabelecido de peso, nas medidas LW (1,96x0,63x0,063m) e peso de 460 g, ou o modelo regular (1,83X0,51X0,63m) com o peso melhor ainda de 350g, ambos com o R-value = 3,2. O único senão seria a aparente fragilidade do seu material em relação ao Xtherm, também li vários relatos sobre os ruídos do tipo sacos de batata frita que ele emite devido ao tipo de material térmico empregado. Também tem na sua opção com (1,19mX0,51X0,063), com peso excelente de 260 g! mas com desvantagem no comprimento e na largura. 4- Therm a Rest NeoAir XLite (modelo feminino): com a configuração de 1,68x0,51x0,063m, com valor de R = 3,9 e peso ultraleve de 320 g. Boa opção, caso não tenha preconceito com o fato dele ser rotulado como modelo feminino, basta ajeitar um travesseiro, colocando roupas no saco de material ou a mochila nos pés, se a sua largura fosse de 63 cm já teria me decidido por ele! 5- Therm a Rest NeoAir Trekker: na configuração regular, mais a sua vantagem em relação aos outros se resume somente ao preço. 6- Therm a Rest Prolite: tem um bom desempenho em relação ao peso no geral, (menos na medida LW), tem bom preço, porém o valor R dele é muito baixo = 2,2. As melhores opções são no tamanho regular c/ 460 g ou na versão S (119cmX 51cmX2,5cm) com 320 g. Sua maior vantagem está no fato de ser auto inflável. 7- modelo Prolite Plus: somente interessa no tamanho S, para um peso de 430 g. tem um bom valor de R = 3,8 e altura excelente de 3,8 cm, os demais tamanhos não compensam pelo seu peso. Vou reproduzir um trecho de um relato sobre ele na Rei: “Se você está procurando ser leve e com economia de espaço, este é um grande caminho a percorrer. Se você está procurando conforto e inflação mais rápida, continue procurando”. Então eu continuo procurando, mas já tenho os meus favoritos que são os modelos Big Agnes Q Core SL e o Therm a Rest NeoAir XLite (modelos unissex ou feminino), estes encontram-se somente no Ebay. Obs: Não conheço outras marcas gringas, mas aceito sugestões! Abs
  14. Estive hoje na loja da Equinox e vi de perto o Light Mat da Camp, infelizmente não pude experimentar, mas outro dia testei um auto inflável da Quechua na Decathlon e gostei do conforto, só que a espessura dele acho que era de 3,5 cm e o peso então nem vou falar ... Fiquei tentado para comprar os LM da Camp, tanto pelo preço de aproximadamente R$ 360,00 a vista, como pela facilidade de poder sair com eles embaixo do braço e já poder usá-los neste FDS. Na loja tinha somente dois e estou precisando de três! De qualquer maneira segurei as pontas, pois não tinha dinheiro no momento para isto, também estava aguardando a sua opinião sobre os auto infláveis, visto que penso parecido com vc, gosto de andar o mais leve possível, a minha coluna agradece! Todavia também tenho em consideração o que o Otávio Luiz disse aqui neste tópico, sobre estar chegando aos cinquenta anos e já está por merecer um pouco mais de conforto. Então pensei, bem eu já passei dos cinquenta anos acho que também mereço noites de sono melhores nas montanhas da vida. Eis a dúvida cruel para encontrar um equilíbrio entre peso x conforto! Achei o Big Agnes no tamanho regular, uma proposta bem equilibrada dentro desta temática, tem bom peso (480g), o conforto imagino que também seja bom, pelos relatos que já li e também pela sua excelente altura (9 cm) e R-value (4,5). O Therm a Rest Z tem uma proposta bem interessante, é uma espécie de meio termo entre os infláveis e os EVA, pena que a Rei não entrega aqui no Brasil, talvez possa encontrá-lo por um preço razoável no E-bay. Se tivesse que escolher um isolante térmico entre o Z da Therm a Rest e o Q-Core SL Big Agnes, para fazer uma travessia tipo Serra Fina, qual vc levaria, considerando que ambos são ultralights?
  15. Ok bullseye, entendi as suas considerações relativas as condições que são enfrentadas na montanha. A minha experiência em campo se resume aos EVA, deste posso dizer que é incômodo tanto na espessura quanto na largura, entretanto sou um neófito em matéria de colchões infláveis e as vezes fico imaginando chegar de uma jornada cansativa em montanha, ter que montar barraca, as vezes mais de uma e ainda precisar ficar enchendo colchão de ar, não somente um, mas vários para toda a família! Embora concorde contigo que é uma incoerência gastar uma fortuna com um modelo "ultralight" e depois ter de carregar vários penduricalhos que acabam aumentando o seu peso. Acho que o "pad pump" não influiria muito neste caso, devido ao fato dele pesar somente 1,5 onças, equivalente a uns 42,5 g, além do que poderia ajudar a tornar mais fácil e rápida a tarefa de enchimento dos colchões. Com relação aos auto infláveis, experimentei um modelo da Quechua na Decathlon e o achei bem prático, por este motivo é que me interessei pelo Light Mat da Camp que parece ser o que temos de melhor por aqui, apesar dos seus 670g. Qual seria a sua opinião a respeito dos auto infláveis?
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