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Sobre alineac_sp

  • Data de Nascimento 07-08-1987

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    Florianópolis, Chapada dos Guimarães, Rio de Janeiro, Buenos Aires, Genebra, Lisboa, Coimbra, Barcelona, Florença, Cinque Terre, Roma, Amsterdã, Londres, Paris
  • Próximo Destino
    Bangkok, Siem Reap, Koh Phi Phi
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    Mudança Visto Entrada Egito

    Pessoal.... alguém tem alguma notícia de como está essa história do visto por lá? Vamos num grupo de 4 pessoas, até tiramos o visto por aqui no consulado do Rio de Janeiro, mas pegamos os passaportes hoje (em São Paulo) e vimos que um dos vistos está com a data de entrada incorreta (chegamos dia 24/07 e a data está 26/07). Liguei no consulado e eles informaram que eu teria que voltar lá para arrumar, mas viajo amanhã - vamos para outros lugares antes. A dúvida é: será que dá para arriscar dessa pessoa entrar com o visto na data errada e/ou tentar tirar um novo visto lá? Se alguém tiver alguma informação de como está eu agradeço... pois estamos perdidos em relação ao que fazer com isso. Obrigada!!
  2. Cinque Terre A princípio tínhamos cogitado duas coisas que desistimos no meio do caminho: pararmos em Pisa e dormimos em La Spezia. A parada em Pisa foi cancelada para ficarmos um pouco mais em Florença, e não me arrependo nem um pouco disso. Compramos a passagem de trem para La Spezia (12,50 euros) no mesmo dia da nossa partida e foi bem tranquilo. Aproveitamos e deixamos nossas mochilas no locker da estação de Florença (7,5 euros), para podermos aproveitar o dia na cidade. Mudamos a idéia de dormir em La Spezia depois do hostel de Barcelona. Como eram apenas duas diárias, resolvemos nos dar um pouco de conforto no paraíso. Ficamos no La Dolce Vita Rooms (46 euros por pessoa) em Riomaggiore. Chegamos lá no final da tarde, ao pôr do sol e foi apaixonante. Pegamos a chave do quarto com o staff (que fica em uma casa em frente) e fomos ver o entardecer. Jantamos por lá mesmo e fomos dormir. Se fosse fazer de novo as terres, faria do mesmo jeito. Chegar no dia anterior e sair na manhã seguinte permite que você aproveite um dia por lá que já satisfaz. Mais do que isso acho que não é necessário. No dia seguinte saímos cedo e compramos o Cinque Terre Card (10 euros), que dá acesso livre aos trens, ao Sentiero Azzurro (incluindo a Via dell’Amore) e também permite usar o serviço de ônibus interno do parque. Nossa primeira parada foi em Corniglia, na minha opinião é a terre que tem a melhor vista, vale muito a pena subir todos aqueles degraus (para quem não curte tem um serviço de ônibus saindo da estação de trem - incluso no Cinque Terre Card). De lá partimos de trem para Monterosso, onde tem a melhor praia. Não sou tão fã assim de praia, mas confesso que não resisti de ficar um pouco por lá. Só teve um porém, era alta temporada e a praia estava lotada, o que resultou em uma grande luta para achar um cantinho para estender a toalha e aproveitar. Almoçamos por lá mesmo e fomos pegar um barco para as outras terres. O plano era ir de barco de Moterosso até Vernazza e depois ir de lá até Manarola. De Manarola faria a trilha da Via dell'Amore até Riomaggiore. Deu tudo errado!! Para começar, não ande de barco se você tiver acabado de se atolar em um prato de macarrão ao pesto genovês e estiver o sol rachando na cabeça. Logo após o almoço, pegamos o barco com direito a duas paradas (10,5 euros). O problema é que ficamos dentro do barco (e debaixo do sol) esperando a partida, enquanto o mar resolvia se revoltar. Com muito custo chegamos a Vernazza e jurei para mim mesma que não entraria naquele barco de novo! rs Em Vernazza aproveitamos um pouco mais do mar no pier e depois fomos conhecer o vilarejo, que como todos os outros é muito lindo. Como eu tinha desistido do barco, fomos até Manarola de trem. Aproveitamos o fim de tarde por lá, as terres te fornecem uma paz inexplicável e a melhor coisa para fazer por lá é relaxar e aproveitar a paisagem. Até ai, tirando o incidente do barco, nada na Cinque Terre tinha me decepcionado. Até a hora que fomos para a Via dell'Amore e ela estava fechada!!! Foi o único pedaço que me programei para ir a pé de uma terre a outra e estava fechada!! Programei o horário para andar por ela durante o pôr do sol, e estava fechada!! Depois disso, não me restou outra alternativa a não ser voltar de trem para Riomaggiore. Faria diferente se pudesse voltar, teria aproveitado mais as trilhas entre as terres, acabei não fazendo nenhuma e me arrependi. Mas de qualquer forma esse dia nas Cinque Terre foram memoráveis.
  3. Florença Florença não estava em nossos planos iniciais, íamos direto para Cinque Terre. Mas depois que fizemos uma revisão nos dias, achamos que tinha tempo demais na Cinque Terre e em Roma, foi aí que Florença entrou no roteiro. Pela sua entrada tardia, não encontrávamos mais uma passagem que compensasse, nem de trem. Então fomos de avião de Barcelona para Milão (€123,23) e de lá pegamos um trem. Saímos de Barcelona bem cedo, pegamos um taxi até a Praça Catalunya e de lá o Aerobús (€5,50) até El Prat. Chegando a Milão, tínhamos 3 horas de conexão para pegarmos o trem. Tentamos ir então até Santa Maria delle Grazie para ver a Última Ceia de Leonardo da Vinci, mas fomos amadores nisso, porque chegamos lá e era óbvio que precisava comprar o ingresso com antecedência. Pegamos então o trem de Milão para Florença (€ 19,00) que tem duração de 1h40 e a paisagem da viagem é compensadora. Em Florença ficamos no hostel 7 Santi (€11,00 quarto duplo com banheiro privativo) e não temos do que reclamar. Quarto limpos e grandes, staff muito gentil, ótimo café da manhã (€4,00) e o pessoal super animado à noite. Bom, nesse ponto da viagem eu finalmente tinha chegado à Itália – meu objeto de desejo. E Florença deveria ter entrado no nosso roteiro desde o princípio. Falar sobre arte nesse país é até desnecessário, você não precisa nem se esforçar muito para encontrar uma grande obra. As cidades emanam cultura em cada esquina, e Florença, por ser berço renascentista e graças à excentricidade da família Médici, está em um ranking elevado nesse quesito. Ande a pé! É meu único conselho nesse lugar. Ande a pé e respire Florença. Reparem nos seus habitantes, nos estudantes estrangeiros, nas suas casas, igrejas, vielas e até placas de rua! Parem para escutar todos os artistas de rua, eles merecem. Florença oferece tudo que há de melhor! Tínhamos dois dias em Florença, sendo que um deles era picado em tarde do dia que chegamos e manhã do dia que saímos. Sendo assim, conseguimos fazer o seguinte: Dia 1 tarde – Caminhada pelo Centro Histórico, Ponte Vecchio Dia 2 – Museu do Duomo, Duomo, Batistério, Museu Galileu, Piazza della Signoria, Palacio Vecchio Dia 3 manhã – Uffizzi Chegamos em um domingo, próximo à hora do almoço e demoramos para entendermos como chegar no hostel. Com isso demoramos um pouco mais do que prevíamos para começar a bater perna, e a idéia de ir até a Accademia teve que ser cancelada. Na segunda, nem a Accademia nem Uffizzi abrem, então aproveitamos para irmos ao Duomo e Batistério e entrarmos em cada porta que achávamos na rua. Logo no início da manhã fomos ao Museu do Duomo, que ainda tinha uma parte fechada para reforma, e lá compramos um bilhete que dava direito a entrada no Museu, Duomo, Batistério e Torre do Duomo (€10,00). Como uma parte do Museu ainda estava fechada, não havia filas por lá. No último dia tivemos que escolher entre ir ao Uffizzi ou a Accademia e bom, entre o Nascimento de Vênus e Davi, a Vênus ganhou a batalha. Seguimos logo cedo para lá e aqui vai uma dica: quando chegamos, a fila para a compra de ingressos dava uma volta gigantesca e tinha uma fila menor. Quando perguntamos o que era essa fila menor, nos informaram que é para a compra de ingressos com horário agendado. Não sei se demos sorte ou se é sempre assim, mas compramos ingressos para uma hora depois e não precisamos enfrentar a fila, mas tivemos que pagar a mais por isso (€4,00 – reserva / €6,50 – entrada). Além de toda a sua arte, outro ponto de Florença que merece um destaque são os seus gelatos. Não consegui escolher o meu preferido e tive que experimentar muitos!! Rs Acho que com um dia a mais na cidade eu teria conseguido fazer tudo que queria, mas tudo bem, pretendo voltar muitas vezes lá ainda....
  4. oi Rodrigo, não tive nenhum problema não. Por ser alta temporada tudo ficava aberto o dia todo e até mais tarde também. Acho que é bom já dar uma olhada no hostel, eu tentei reservar mais ou menos em maio e já estava lotado.
  5. Barcelona Portugal com certeza merecia mais dias, diria até que uma viagem inteira, mas o que mais me fez arrepender pelos poucos dias foi a hora de me despedir da minha família. Não os via há 6 anos e não sei quando os verei de novo. Talvez minha paixão por aqueles lugares que passei tenha sido incrementada pela companhia deles, ou talvez esses lugares são apaixonantes por si só mesmo... rs O dia foi gasto inteiro em trânsito. Por mais que tentamos planejar não gastar dias assim, tem horas que isso é impossível. Saímos de Coimbra em torno das 11h e pegamos um trem em direção a Lisboa (19 euros). Chegando a Lisboa, fomos de metrô até o aeroporto. Tínhamos levados alguns lanches feitos em casa e esse foi o nosso almoço no aeroporto. O voo saiu de Lisboa às 15:20 e chegou em Barcelona às 18:10. Fomos de TAP e pagamos 69 euros a passagem. Confesso que a chegada a Barcelona não foi muito animadora. A região do aeroporto não é nada atraente, estávamos cansados e com calor e foi difícil entender para onde íamos. Depois de muito estudar o mapa do metro e perguntar para várias pessoas, ficamos esperando pelo trem que nos levaria até uma estação de metro. Aqui abro um parágrafo à parte. Ficamos no Barcelona Homes (30 euros o quarto duplo) na Av. Diagonal. A localização é excelente, mas não recomendo o hostel de forma alguma, que nada mais é do que um apartamento em um prédio da avenida. Os lençóis pareciam que não eram trocados há anos, o ventilador do quarto não funcionava em pleno verão europeu, e sobre o banheiro então... melhor nem comentar. Meu namorado já viajou para diversos lugares (incluindo Bolívia, Peru, China, Índia e Jerusalém – locais mais “hard” como ele mesmo diz), sempre ficando em hostels e ele disse que nunca ficou em um tão ruim. Quando chegamos ao nosso próximo destino tivemos uma reação alérgica insuportável, nos dando várias pequenas bolas pelo corpo, febre e uma coceira interminável – apesar de parecer catapora, conseguimos que uma farmacêutica visse e ela disse que era alergia a ácaro, possivelmente de algum hotel que tínhamos passado e nos receitou uma pomada e um sabonete que foram nossos salvadores. Nosso plano inicial era ficar no Kabul, mas como era alta temporada não tinha mais vaga, por isso meu conselho é que se tratando de Barcelona, toda antecedência é necessária. Esquecendo agora o péssimo hostel que ficamos (e não conseguimos achar vaga em nenhum outro depois que chegamos), Barcelona com certeza foi um grande acerto na viagem!! Que cidade linda, atmosfera contagiante, que vontade de vender açaí na praia e morar lá... rs Como demoramos a sair do aeroporto e achar o hostel, no primeiro dia nos restringimos a comer no Mc Donalds do lado do hostel e dormir para aproveitar o dia seguinte. A idéia era a seguinte: Dia 1 – Camp Nou, Sagrada Família, Quadrat d’Or Dia 2 – Bairro Gótico, Catedral de Barcelona, Museu Picasso, Palau Reial, Monumento a Colombo, Las Ramblas Dia 3 – Praia e Montjuic Mas, devido ao calor, sugeri ao meu namorado que trocássemos o dia 1 pelo dia 3, e quando chegamos a praia resolvemos que seria um dia de férias das férias e ficamos o dia inteiro por lá!!  Ficamos um tempo em Barceloneta e depois alugamos uma bicicleta para irmos às outras praias, não tinha como ser mais perfeito. Lógico que na hora de abrir mão de algo, o meu escolhido foi o Camp Nou.. rs Então ficou assim: Dia 1 – PRAIA!!!! Dia 2 – Catedral de Barcelona, Bairro Gótico, Museu Picasso, Las Ramblas, Monumento a Colombo e Montjuic Dia 3 – Dia de Gaudí – Casa Milá, Casa Batlo, Sagrada Familia e Parque Guell Pontos de destaque: - Museu Picasso: se você espera ver somente suas maiores obras – não vá! O museu é muito interessante incluindo o local em que está instalado, mas possui as primeiras obras de Picasso e outras menos famosas. Mesmo assim aconselho a visita, o cara era um gênio. - Montjuic: o plano era Castelo, Jardim Botanico e Museu Nacional de Arte Catalunia. Demoramos demais e não conseguimos chegar ao museu no horário de funcionamento. Se pudesse fazer de novo, trocaria o castelo pelo museu, mas é porque gosto de museu de arte. Fomos de funicular partindo da estação de Paral.lel e depois de teleférico (9 euros ida e volta). O teleférico já sai próximo ao castelo e a entrada é gratuita. Do castelo é possível ter uma vista linda da cidade. Na volta fomos até o Museu e sentamos na escadaria para ver o por do sol. Logo depois começou uma aglomeração e foi ai que percebi que ao final da escadaria era a Praça Espanha, onde tem apresentação de águas da fonte. A vista da escadaria é linda, o pôr do sol maravilhoso e o show impressionante (que me rendeu uma torção no pé com dor por 20 dias). - Casa Milà e Casa Batlo: não entramos devido ao valor da entrada (Casa Batlo – 21,50 euros e Casa Milà – 16,50 euros). Barcelona não é uma cidade muito barata e no nosso último dia lá precisávamos economizar para não estourar nossa cota diária. Eu queria ter conhecido por dentro, mas confesso que parar algum tempo para admirar a arquitetura externa não deixou nada a desejar também. - Sagrada Família: Ah..... o melhor de Barcelona!! Que lugar lindo! Ficamos mais de 1 hora na fila para comprarmos as entradas (19 euros com o Parque Guell), mas valeu cada minuto. Não gosto muito de guias, preciso do meu tempo para visitar cada lugar, então sou fã de áudio-guias, e para mim, o da Sagrada Família é indispensável. Não tem como descrever aquele lugar, só visitando para entender. - Parque Guell: depois da Sagrada Família fomos até o Parque Guell, é muito bonito e agradável para uma visita no final da tarde (mas se prepare para subir a ladeira que o leva até lá!!), mas confesso que depois da Sagrada Família, nem me animei muito com o parque.. rs Acho que os três dias que ficamos foram suficientes para conhecermos o principal, talvez aumentasse um quarto dia para as coisas que deixamos em segundo plano. Barcelona merece atenção em cada detalhe, por isso, andem bem atentos na rua, podem encontrar pequenas coisas que façam valer a pena!
  6. Seguindo com o relato.... Fátima – Batalha – Nazaré – Alcobaça Fizemos o roteiro do dia de carro e, portanto, não sei dizer em relação a ônibus ou outros transportes. Saímos de Coimbra bem cedo em direção à Fátima. O objetivo do dia era conhecer os arredores de Coimbra. Em Fátima fomos somente ao santuário. É enorme, não sou católica e tenho algumas opiniões fortes sobre religião, mas mesmo assim a fé das pessoas naquele lugar me impressionou. O calor estava insuportável e nem por isso se deixavam de formar filas de pessoas andando ajoelhadas por conta de suas promessas. A Basílica de Nossa Senhora do Rosário é a primeira do santuário e apresenta uma linda construção neo-barroca. Em compensação a Basílica da Santíssima Trindade oferece um conforto maior aos fiéis, mas não a mesma emoção da primeira. Vale a visita às duas. Saímos de Fátima e fomos para Batalha, onde tem o Mosteiro da Batalha (ou de Santa Maria da Vitória) construído ao longo de dois séculos (e não terminado). Se tiver algo que me fascina durante minhas viagens são grandes feitos arquitetônicos, e a única palavra que consegui emitir quando cheguei a este mosteiro, foi “Uau” – seguido por longos minutos de silêncio. Eu poderia ter ficado ali por horas só observando cada detalhe da construção, teve horas que eu não sabia mais em que prestar atenção. Na escala Aline de obras arquitetônicas, o Mosteiro está empatado com a Sagrada Família (que também me tirou o fôlego)... rs Bom, teve uma hora que tive que dizer adeus ao mosteiro e partir para nosso próximo destino – Nazaré. A cidade é linda e a praia estava lotada. Fomos só para conhecer a cidade e não tínhamos intenção de ficar na praia. Portanto, almoçamos no sítio de Nazaré aproveitando a brisa fresca vinda do oceano, fomos ate o mirante que tem próximo ao elevador e passamos pelo Santuário de Nazaré. A idéia era descer até a praia pelo elevador, mas como era alta temporada, estava muito lotado e mudamos de idéia, fomos de carro mesmo. Por fim, nos dirigimos a Alcobaça, onde se encontram no mosteiro de mesmo nome os túmulos de D. Pedro e D. Inês de Castro. Talvez por causa de ter perdido todo o fôlego no Mosteiro da Batalha, ou pelo cansaço de toda a peregrinação em um dia de muito calor, não vi tanta graça assim no Mosteiro de Alcobaça. Mesmo assim a visita valeu a pena, inclusive com o adicional de uns doces maravilhosos que tem em uma doceria em frente ao Mosteiro. Além de tudo o que vimos nos locais que visitamos, o caminho entre eles é espetacular, um misto de paisagens naturais e castelos da idade média. Eu recomendo o passeio. Além das que fizemos, existem muitos outros vilarejos digno de uma visita na região.
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    Tailândia - Lua-de-mel de mochila

    Próxima viagem definida: Lua-de-mel na Tailândia!!! A idéia inicial era descansar na praia, sem nada para fazer, em bons hotéis e com mala de rodinha... mas não deu e tivemos que acrescentar algumas coisas e trocar por uma mochila mesmo. Então o roteiro está assim: 17/11 - SP - Doha (pernoite em Doha) 18/11 - Doha- Bangkok 19/11 - Bangkok 20/11 - Bangkok 21/11 - Bangkok 22/11 - Bangkok 23/11 - Bangkok - Siem Reap 24/11 - Siem Reap 25/11 - Siem Reap 26/11 - Siem Reap - Bangkok- Krabi 27/11 - Krabi 28/11 - Krabi - Koh Phi Phi 29/11 - Koh Phi Phi 30/11 - Koh Phi Phi 01/12 - Koh Phi Phi 02/12 - Koh Phi Phi 03/12 - Koh Phi Phi - Krabi - Bangkok 04/12 - Bangkok - SP O que acham do roteiro? E a divisão dos dias? Será que dá para incluir algo mais (alguma praia, talvez Puket)? Sugestões por favor!!!!!
  8. Coimbra Chegamos em Coimbra no final da tarde e meu primo foi nos buscar na estação. Minha família é de Almalaguês e esse primo mora em Pereira, ambas vilas próximas a Coimbra. Ficamos na casa do meu primo, e por isso não tivemos gastos com hospedagem nessa parte da viagem. No primeiro dia tivemos um jantar familiar e depois fomos a um pub junto ao rio Mondego. É um espaço que tem vários restaurantes e pubs e lotado pelos universitários à noite. No dia seguinte fomos passear por Coimbra. A cidade é encantadora e no meu ponto de vista não perde em nada para Lisboa. Quando estava planejando a viagem, não encontrei muitas informações de atrações em Coimbra, até mesmo o guia da Folha não tinha muito detalhe. Mas dei muita sorte de meus primos serem historiadores, nativos e artistas plásticos. Eles sabiam cada detalhe daquela cidade e não precisei de mais nenhum guia impresso para saber sobre a história (que não é pouca). Fomos a Sé Velha, onde acontecem a Serenata Monumental durante a Queima das Fitas (é a maior festa estudantil da Europa, segundo eles). Próximo há uma casa de fado, interessante entrar e conhecer a diferença entre o fado de Coimbra e o de Lisboa. Depois fomos a monumental Universidade de Coimbra, e reservem algumas boas horas por lá, há muito que se conhecer, principalmente a Biblioteca Joanina. Saindo de lá, descemos para a baixa Coimbra, passando pela Rua do Quebra Costas (tomem cuidado ao descer, a ladeira faz jus ao nome.. rs), onde existem várias lojas com artesanato local. Na baixa fomos ao Mosteiro de Santa Cruz e a Portugal dos Pequenitos. A visita à Coimbra vale muito e um dia foi suficiente para conhecermos boa parte da cidade. Há muitas vilas ao redor que guardam interessantes histórias.
  9. brunnoml, o trem que eu peguei foi o Leonardo Express, é bem fácil encontrar o guichê no aeroporto. O trem sai do próprio aeroporto de Fiumicino e a viagem até Termini dura 30 min. Paguei 16 euros por trecho e o trem sai com intervalos de 30 min.
  10. Walkyria, você vai viajar sozinha? Se sim, é bom se armar de documentos. Quando fui sozinha à Genebra, fui a única parada na imigração e a primeira pergunta que fizeram foi se eu estava sozinha. Minhas primas também foram paradas em Lisboa. Então creio que esse mito de que mulher viajando sozinha ou acompanhada de outra mulher é barrada para questionamentos, é verdade. Mas não se assuste. É só manter a calma e explicar o que vai fazer. Na última viagem levei impressa todas as reservas de hostels (mesmo que ainda não estivessem pagos, eles não olham isso), as passagens internas, um mapa com meu roteiro e uma carta da empresa avisando que eu estava de férias e que tal dia eu voltaria a trabalhar. Isso foi suficiente. Só na Inglaterra que a imigração foi um pouco mais chata e perguntou quais lugares eu ia visitar e se eu tinha os bilhetes comprados (mas não encrencaram por eu não ter). Acho que o segredo é manter a calma e dar respostas firmes, assim eles não vão achar que tem nada errado.
  11. Lisboa Ficamos apenas dois dias em Lisboa, mas foi o suficiente para nos apaixonarmos pela cidade. Acho que fui para Portugal com um pouco de preconceito, principalmente por ser um país que geralmente fica fora de muitos roteiros na Europa. Os lugares são maravilhosos, a educação é visível em toda a parte, uma cultura invejável e uma receptividade digna de nos querer ir morar lá. É possível comer bem e barato nos restaurantes, fazer vários passeios sem custo e conhecer toda a história que vemos somente nos livros. No primeiro dia fizemos o centro: - Praça do Comércio - Igreja da Sé* - Miradouro de Santa Luzia - Castelo de São Jorge* - Praça do Rossio - Praça dos Restauradores - Elevador da Glória* - Largo do Carmo A Igreja da Sé, Castelo de São Jorge e o Elevador da Glória cobravam entradas. No segundo dia fomos para Belém, e além de comer os deliciosos pastéis (que virou um vício), pudemos ver: - Mosteiro dos Jerônimos - Padrão dos descobrimentos - Parque do Tejo - Torre de Belém Nesse dia não gastamos com entradas, pois era um domingo e as atrações estavam abertas para o público. Tínhamos comprado o Lisboa Card (31,50 euros) que dava acesso às principais atrações e ao transporte público. Mas no final das contas não valeu a pena, pois a maioria (e mais caras) das atrações pagas que iríamos utilizar, estavam em Belém no dia que era aberto ao público. No final do dia pegamos o trem (22,80 euros) e fomos em direção à Coimbra. Achei que Lisboa merecia alguns dias a mais, pelo menos mais dois, e com certeza irei voltar lá!
  12. SP – Roma – Lisboa Saímos de SP no dia 15/08, no vôo das 14:55 da Alitalia com destino a Roma. Vôo atrasado, crianças chorando, muita turbulência, pessoas gritando com as crianças que estavam chorando, poltrona do meio esmagada por dois caras que não falavam nem português nem inglês... e chegamos a Roma. Ok, foi um vôo longo e cansativo, mas estávamos em Roma e tínhamos uma conexão de 6 horas. 6 longas horas dentro de um aeroporto. Era ansiedade demais para aguentar isso, então pegamos um trem do aeroporto de Fiumicino até a estação Roma Termini e de lá um metro até o Coliseo (32 euros ida e volta). Logo que saímos do metro, foi possível ver o Coliseu e eu chorei. Chorei de emoção por finalmente estar na Itália, terra dos meus avós e lugar onde toda a minha família gostaria de ir. Chorei por ver que consegui conquistar meus desejos. Chorei por toda a história que enxergamos naquele local. Como não tínhamos muito tempo, ficamos só ali apreciando a paisagem, tomamos um dos muitos gelatos da viagem e voltamos para o aeroporto. A viagem até Lisboa (TAP) foi tranquila, mas chegamos lá tivemos a nossa primeira surpresa. Quando embarcamos, o atendente nos orientou a embalarmos nossas mochilas. Como mochileira de primeira viagem, gastei meus R$40,00 no aeroporto de Guarulhos e enviei minha mochila embaladinha. Meu namorado, que já viajou pela América do Sul, Europa, Ásia e Oriente Médio, mandou a sua do jeito que estava, inclusive com a câmera dele dentro. Quando chegamos a Portugal, a mochila dele tinha sido arrebentada e levaram alguns pertences (sim, entre eles a câmera). Gastamos umas duas horas a mais no aeroporto, entre policia, guichê da TAP e balcão de informações. Saímos de lá com um boletim de ocorrência, mas com uma mochila rasgada e uma câmera a menos. Depois de tudo isso, fomos direto ao hostel para descansarmos. Ficamos no Mar dos Azores e apesar de não ser tão próximo do metro (15 min a pé), não temos nada a reclamar. O quarto era ótimo, o banheiro super limpo (compartilhado) e os atendentes muito simpáticos. Pagamos 25 euros a diária do quarto duplo e fizemos a reserva pelo hostelworld. Saímos à noite para comermos na Rua Augusta. O que mais tem por lá é brasileiro querendo agradar os turistas. A comida é ótima e gastamos 10 euros por pessoa a refeição e uma taça de vinho.
  13. Oi pessoal... resolvi fazer meu relato para contribuir com o fórum que tanto me ajudou a montar meu roteiro. Já planejei milhares de viagens, montei várias planilhas, estudei sobre vários roteiros, mas o conjunto de roteiro x tempo x dinheiro nunca estava a meu favor. Foi então que nesse ano consegui as minhas tão sonhadas férias e parti para o velho continente. O único lugar que eu conhecia lá era Genebra, que eu fui a trabalho, então não conta. O ponto de partida do meu roteiro foram dois locais que eu precisava ir: Portugal, para visitar alguns parentes que a saudade me consumia, e Itália, o país que sempre sonhei conhecer. Partindo disso e dos meus 30 dias de férias, montei o seguinte roteiro: 15/08 – Saída SP 16/08 – Lisboa 17/08 – Lisboa 18/08 – Coimbra 19/08 – Coimbra 20/08 – Coimbra 21/08 – Barcelona 22/08 – Barcelona 23/08 – Barcelona 24/08 – Barcelona 25/08 – Florença 26/08 – Florença 27/08 – Cinque Terre 28/08 – Cinque Terre 29/08 – Roma 30/08 – Roma 31/08 – Roma 01/09 – Amsterdã 02/09 – Amsterdã 03/09 – Amsterdã 04/09 – Amsterdã 05/09 – Londres 06/09 – Londres 07/09 – Londres 08/09 – Paris 09/09 – Paris 10/09 – Paris 11/09 – Paris 12/09 – Paris 13/09 – Volta SP Uma coisa que senti muita falta durante meu planejamento foi idéia de valores. Sei que isso é muito relativo, mas para uma idéia de uma viagem em alta temporada para uma pessoa que não come em qualquer lugar (sou muito fácil de passar mal), e perdeu a conta de quantas garrafinhas de água foram consumidas, seguem meus gastos (agosto/setembro de 2013 – Euro R$3,40 e Libra R$4,00): Passagem ida e volta (entrada Lisboa, Saída Paris): R$2.562,00 Passagens internas: R$1.765 Estadias: R$1.640 Gastos diários (refeições, passeios, transporte público e souvenirs): R$204/dia (60 euros) = R$6.120 Total: R$12.087,00 Vou tentar detalhar melhor os gastos durante o relato.
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