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VitorFTM

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  1. Compramos la. O que levar daqui, vai perder. Comida liofilizada eh tranquilo. Soh explicar para o rapaz da aduana. O que nao pode eh comida in natura, enlatados, etc.
  2. VitorFTM

    Torres del Paine

    Cara, lembro que paramos lá quando fizemos a base das torres. Um alfajor xexél que tinha lá custava em torno de 7 reais! Como havia sobrado um dinheirinho e estávamos no último dia do circuito "O", resolvemos mandar bala ehehe
  3. Hahahahaha o pior que é que estava muito bom (ou eu estava com muita fome kkkkk) Levem sim. salame é uma boa, para quem come carne, claro
  4. VitorFTM

    Torres del Paine

    Se for comprar no quiosque deles, vai pagar uma paulada! rs
  5. VitorFTM

    Torres del Paine

    Olha, sendo que eles já falaram, eu levaria uma comida seca só pra suportar esse dia nesse camping. Lembro que lá tinha lugar pra fazer comida. Frescura tirarem
  6. Água você encontra em todo lugar! Eu bebia de qualquer água corrente que visse. Mas lembre-se, sempre corrente! Eu sugiro uma garrafa de 1 litro. A cada uma ou duas horas você encontra água! Coragem ir em outubro! hahaha Depois relata aí pra saber pelo que passaram! Não. Fui para os EUA e aproveitei para comprar. Na verdade eu já tinha desistido, mas apareceu uma promoção que não deixei passar rsrs. Na real não precisa de comida liofilizada. Ela só eleva o moral! Se quiser economizar mais ainda, leve bastante comida calórica. Chocolate, salames, macarrão instantâneo, etc Eu cheguei a comer ovos mexidos com leite condensado! hahahahaha Naquele momento, pra mim, estava uma delícia!
  7. VitorFTM

    Torres del Paine

    Balela... pode cozinhar sim. Tem umas mesas de piquenique lá. Só proteger a chama do vento e manda bala!
  8. VitorFTM

    Problemas com as reservas em Torres del Paine

    Pessoal, sugestão: 1º Tracem um Plano B (El Calafete, El Chalten, Ushuaia, etc). Essas 3 "empresas" são ABSURDAMENTE enroladas e problemáticas. Palavras de quem passou perrengue. 2º: Fiquem calmos e vão tentando ligar, mandar msg no FB, e-mail. Se não conseguirem nenhum retorno, levantem a possibilidade de fazer um trecho maior num determinado dia.
  9. 8º dia: Camp Francês - Camp Central Esse dia foi um dos mais tranquilos. Acordamos sem pressa, pois sabíamos que a variação de altura ao longo do trajeto seria tranquilo e a distância seria de apenas 15 km. Pegando um bom dia ensolarado, esse percurso é absurdamente bonito! Com a maior parte do tempo margeando o Lago Nordenskjold, fomos fazendo várias paradas para fotos e descansos. O objetivo era chegar no Camp Central para passar a noite, com tranquilidade. Não iriamos tentar subir até a Base das Torres no mesmo dia. Não valia a pena e a chance de pegar o céu nublado aumenta da metade do dia em diante. Além do mais, é uma subida cansativa e vale a pena pegar o nascer no sol na trilha. Mas voltando à parte do Francês ao Central... Durante a trilha, tem um trecho que chega praticamente na água. Aproveitamos para encher as garrafas, mas não aconselhamos isso. A maior parte de todo o circuito, a natureza oferece água corrente vindo do degelo das montanhas. Água muito mais limpa que essa do lago. Inclusive, ouvimos relatos de pessoas que tomaram essa água e ficam com diarreia todo o resto do período (ninguém vai querer ficar assim acampando né? rsrs). Felizmente não tivemos nenhum azar desse tipo. No circuito W, como já falado, mais estruturado, tem até uns chalés com vistas para o Lago. Não sabemos o preço. No dia que passamos não havia nenhum atendente por conta da greve... Chegando no Camp central, começamos a observar o glamour daqueles que vão só passear no fds por lá. Nem quisemos saber o preço kkkk Assim que nos apresentamos e fizemos o check-in para a área de camping, fomos comer e tomar um banho. Nesse lugar o banheiro é MUITO bom! Chuveiro quente e bem gostoso. O único problema era que algumas pessoas deixavam a porta aberta e acabava circulando um vento absurdamente gelado. Ah, nesse lugar NÃO TEM LUGAR para cozinhar. Chegamos ao ponto de fazer um "castelo" de pedras em volta do fogareiro porque o vento castigava sem parar!
  10. @norma.soto Então, 18km num dia está tranquilo! Só saírem bem cedinho que a quantidade de horas com sol vai ajudar muito! Sem contar que quanto mais cedo, mais tranquila pode ser a caminhada e mais pontos de descanso. Em P.Natales ficamos num hotelzinho que achamo no booking. Nada de mais... café fraco. Como provavelmente você vai sair cedinho no dia que for para TdP, qualquer um que tenha uma cama e chuveiro quente será suficiente rsrs Era uns 50 reais a diária nesse hotel. De boas até
  11. Olha, foi tudo em cima da hora, tudo. É tudo uma bagunça, pra ser sincero. Foi questão de poucos dias antes, mas o site funcionava numa boa, apenas não tinham vagas mesmo. Já deixamos um segundo plano pronto também, caso nao conseguíssemos.
  12. Nos grátis você entra no site da CONAF ( http://www.parquetorresdelpaine.cl/en/sistema-de-reserva-de-campamentos-1 ). A reserva, quando fizemos, sai na hora. Você recebe no e-mail a confirmação. Detalhe: tenha sempre impresso e impermeabilizada. Nós só tivemos que apresentar uma única vez, que foi pra conseguir continuar a trilha entre o Serón e o Refugio Dickson, mas pode ser que te cobrem em todos os lugares. É uma quizumba essas empresas, incluindo a CONAF, que é governamental. Vale a pena ter tranquilidade e paciência. No pior dos casos, faça como nós: apareça direto na empresa lá no Chile ou tente ligar. E tenha até um plano B, do tipo seguir para El Chaltén e não perder a ida até a Patagônia...
  13. 7º dia: Paine Grande - Camp Francês Esse foi outro dia bem tranquilo. Fizemos uns 10km apenas. O dia começou bem frio e com o vento relativamente calmo. Assim que abrimos a barraca, uma vista magnífica com as montanhas ao fundo e o lago Pehoé em frente: Esse é um trajeto bem plano, o que permitiu que economizássemos energia para a subida ao Vale Francês. A maior parte do trajeto é assim, sem[re contornando as montanhas: Essa noite iríamos pernoitar no Camp Francês e não compensava ir até lá para deixar as mochilas e subir o Vale Francês. Mas não tem problema!!! No próprio Camp Italiano, ao lado da Guarderia, tem um lugar que todos deixam as mochilas. Apesar de não ter quem fique olhando ou de ficarem abrigadas, não sentimos insegurança, tendo em vista que a maioria das pessoas que por ali passam, já estão com uma mochila. A Infraestrutura do camp italiano é bem fraquinha. Tem um lugar para se acampar (um pouco mais retirado do caminho que todos os turistas tem que fazer para subir ou não o Vale Francês), uma ou duas mesinhas para cozinhar e um abrigo do vento, que não é fechado, para se aquecer/cozinhar: Após fazermos a refeição, guardamos tudo nas mochilas que ficariam ao lado da guarderia e seguimos apenas com a mochila de ataque e uma refeição dentro. Vale ressaltar que essa subida castiga um pouco devido à grande diferença de altura que se tem em poucos metros de trilha e de que no começo o trajeto é todo em cima de pedras soltas. A quantidade de turistas também atrapalha, já que existem muitos idosos e as trilhas são muito estreitas. Aqui, já deixo a dica para quem fará a subida no mesmo dia que sair de Paine grande: Saiam bem cedo de Paine Grande ou então podem ter problemas para chegar até o final. Nós, por pouco, não estouramos o horário limite para sair da trilha do Francês. Não sei como, mas quando estávamos descendo, havia gente subindo ainda. Provavelmente, se chegaram até o final, na volta tomaram alguma bronca dos Guarda parques rsrs. Uma sugestão de tempo que leva para se fazer a trilha e os horários que o caminho se fecha: Em poucos km de trilha, já se pode olhar para trás e ter uma vista maravilhosa (pena que o sol sempre deixa a desejar no vale): No final do vale, no mirador, tomem MUITO cuidado com a neve e a lama. Fica MUITO escorregadio e a chegada até o mirador é um pouco íngreme. Vimos muitas pessoas caindo. Nessa hora o bastão ajuda bastante! Nessa foto panorâmica não dá pra perceber muito, mas é uma visão 360 de todo o vale. Se tivesse sol, seria outra beleza à parte! Durante a descida, foi a hora que os joelhos começaram a gritar. A descida foi MUITO tranquila/lenta pra tentar poupá-los o máximo possível, sabendo que ainda tinha a subida até a base das torres daqui dois dias. **Tínhamos programado para subir o Vale Francês apenas no dia seguinte, mas como vimos que chegamos cedo, acabamos adiantando a nossa subida. Com isso, ganhamos um dia de tranquilidade Após a descida, pegamos nossas mochilas e prosseguimos para o pernoite no Camp Francês. Teríamos que andar uns 2 ou 3 km ainda, mas era um trajeto bem plano, o que ajudou nas dores. Chegando no acampamento, era uma decepção atrás da outra: Não havia atendentes. Devido ao baixo valor do salário, os trabalhadores estavam fazendo greve. Vale ressaltar que nesse acampamento são raros os lugares para instalar a barraca no chão. A maioria é em cima de plataformas, pois o terreno é bem inclinado. Por isso, se sua barraca usa estacas apenas, sugerimos levarem vários pedaços de Paracord ou qualquer tipo de corda para que consigam amarrá-la. Depois disso, saímos procurar um lugar para cozinhar: Praticamente não existia lugar abrigado do vento. O que achamos batia muito vento e tínhamos que ficar em pé (isso meio que é o de menos, mas todo mundo quer, depois de um dia de caminhada e com o joelho estourado, comer num lugar abrigado do vento e sentado né? rsrs). Infelizmente, no dia seguinte, achamos uma mesa entre os banheiros. Ajudava na questão de comer sentado, mas não no vento kkkk O banheiro ficava muito longe do acampamento. Então cada ida tinha que ser o mais eficiente possível. Na hora do banho, ao abrir a torneira, senti que a água havia esquentado um pouco... nessa hora comecei a ficar feliz. Pra quê... em 30 segundos a água esfriou. Mais 15 segundos a água esquentava, e assim foi, até que desisti do banho quente. Maaaaaas já que estava cheio de shampoo na cabeça, tomei na água gelada mesmo. Pra ajudar a esquentar, ficava pulando de baixo do chuveiro hahahahaha. Foi o tempo suficiente pra tirar o shampoo e colocar uma roupa quentinha!
  14. Tá seguindo abaixoooo! hahahaha Bom pessoal, continuando então! Desculpem pelo vacilo... 6º Dia - Grey - Paine Grande Depois de termos sobrevivido ao pior dia do parque, demos continuidade no trajeto... Como já dito, esse acampamento era relativamente bom. Como já havíamos passado boa parte do circuito em acampamentos piores, nem nos importávamos mais com isso. Tendo abrigo do vento pra poder comer com tranquilidade, já estava suficiente para nós! É no Camp Grey que se faz possível chegar com o Catamarã! Não sabemos o preço, mas provavelmente não deve caber num bolso mochileiro hahahaha Como faz parte do circuito "W", o Camp Grey já possui algumas facilidades, como loja de conveniências, loja para aluguel de barracas, sacos de dormir e isolantes térmicos. Enquanto tomávamos café da manhã para poder seguir na caminhada, vimos uma raposa passeando tranquilamente próxima ao refeitório: Depois do café, hora de por o pé na estrada! Nesse trajeto existia um mirador que era possível olhar parte do Glaciar Grey, mas como estava muito frio e ventando, acabamos desistindo de tirar fotos. Apenas contemplamos a paisagem O interessante dessa parte é a quantidade de árvores queimadas que havia. Alguns quilômetros de floresta destruídas faziam com que o vento castigasse a maior parte da caminhada: É nessa parte que se começa a encontrar muitos e muitos turistas fazendo o circuito W. Havia um lago bem bonito que não consegui traduzir na foto pela falta de luz. Observem o tamanho das ondas/marolas devido à força do vento: O lago no fundo já era o Lago Pehoé, próximo do Camp Paine Grande: Chegando em Paine grande, fizemos nosso check-in, necessário para entrar na zona das barracas. Eles entregam uma etiqueta com a sua data de entrada e a de saída daquele acampamento. Apesar disso, não vimos ninguém verificando as tais etiquetas. Como já dito, a infraestrutura do circuito W era infinitamente melhor do que do "O". Para quem não consegue se desligar e esquecer o mundo por alguns dias, existe até a possibilidade de acessar o Wi-Fi a uma preço pouco acessível hehehehe E para quem vai fazer um bate-volta, seguem os preços do aluguel de equipamentos e refeições para a época que fomos: O local de refeições era muito aconchegante. Dispunha de muitas mesas e era uma excelente local pra bater um papo com pessoas diferentes Nesse refeitório, um guia havia feito diversas torradas com geleia que mais pareciam as nossas tapiocas, mas abertas. Entretanto, para a nossa felicidade, as turistas que eles acompanhavam não gostavam e ele saiu oferecendo para as mesas ao lado. Como estávamos mais próximos, nos ofereceu várias vezes, mas como estávamos sendo "educados" pegamos apenas uma vez e não parávamos de ficar secando a bendita torrada hahahahaa. Era MUITO boa. Acho que foi o maior arrependimento da viagem kkkk. Ou seja, quando oferecem, comam mesmo! kkkkk Depois de comermos, fomos montar nossa barraca. Existe um cercadinho que apenas as barracas deles poderiam ser montadas, mas como não atrapalharia e era um dos únicos locais abrigado do vento, montamos a nossa ali dentro também: Vale lembrar que no Camp Paine Grande o vento castiga muito! Vimos várias barracas "se desfazendo" (quebrando, envergando, rasgando). Como disse anteriormente, procurem um local mais abrigado possível e não permitam que o vento entre por baixo da barraco ou ela dificilmente resistirá! Na nossa, cercamos as saias laterais com essas pedras da foto! Lição aprendida desse dia: Se alguém está te oferecendo algo porque "sobrou", aceitem e não fiquem com vergonha!! kkkk Ou vocês também se arrependerão quando bater aquela fome antes de dormir.... kkkkk To be continued.... (Dessa vez eu JURO que não haverá esquecimento rsrs)
  15. VitorFTM

    Aduana Chilena

    Sugiro comprar por lá! Indo para TdP, meu amigo perdeu uns 4kg de salame. Apesar de ser alimento processado, oferece riscos e o Chile é beeeem chato com isso. É basicamente o mesmo preço do Brasil, fica traquila
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