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VitorFTM

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  1. Pessoal, boa noite! Estou querendo fazer esse circuito. Sem data definida ainda, mas no período de começo de novembro até final de janeiro estarei disponível! Caso a galera anime fechar um grupo pra fazê-la, vão comentando aí e se juntar um pessoal fazemos um grupo no Whatsapp! e vamos nos preparandooo heheh Abraço a todos!
  2. Pessoal, rolou mesmo essa viagem? Quais dicas podem dar?? Estou querendo fazer essa trilha no final de 2019 ou começo de 2020. Se puder dar umas dicas aí, ficaria grato! Ou se mais alguém quiser fechar também, manda uma msg privada! Abraços pessoal
  3. Compramos la. O que levar daqui, vai perder. Comida liofilizada eh tranquilo. Soh explicar para o rapaz da aduana. O que nao pode eh comida in natura, enlatados, etc.
  4. Cara, lembro que paramos lá quando fizemos a base das torres. Um alfajor xexél que tinha lá custava em torno de 7 reais! Como havia sobrado um dinheirinho e estávamos no último dia do circuito "O", resolvemos mandar bala ehehe
  5. Hahahahaha o pior que é que estava muito bom (ou eu estava com muita fome kkkkk) Levem sim. salame é uma boa, para quem come carne, claro
  6. Se for comprar no quiosque deles, vai pagar uma paulada! rs
  7. Olha, sendo que eles já falaram, eu levaria uma comida seca só pra suportar esse dia nesse camping. Lembro que lá tinha lugar pra fazer comida. Frescura tirarem
  8. Água você encontra em todo lugar! Eu bebia de qualquer água corrente que visse. Mas lembre-se, sempre corrente! Eu sugiro uma garrafa de 1 litro. A cada uma ou duas horas você encontra água! Coragem ir em outubro! hahaha Depois relata aí pra saber pelo que passaram! Não. Fui para os EUA e aproveitei para comprar. Na verdade eu já tinha desistido, mas apareceu uma promoção que não deixei passar rsrs. Na real não precisa de comida liofilizada. Ela só eleva o moral! Se quiser economizar mais ainda, leve bastante comida calórica. Chocolate, salames, macarrão instantâneo, etc Eu cheguei a comer ovos mexidos com leite condensado! hahahahaha Naquele momento, pra mim, estava uma delícia!
  9. Balela... pode cozinhar sim. Tem umas mesas de piquenique lá. Só proteger a chama do vento e manda bala!
  10. Pessoal, sugestão: 1º Tracem um Plano B (El Calafete, El Chalten, Ushuaia, etc). Essas 3 "empresas" são ABSURDAMENTE enroladas e problemáticas. Palavras de quem passou perrengue. 2º: Fiquem calmos e vão tentando ligar, mandar msg no FB, e-mail. Se não conseguirem nenhum retorno, levantem a possibilidade de fazer um trecho maior num determinado dia.
  11. 8º dia: Camp Francês - Camp Central Esse dia foi um dos mais tranquilos. Acordamos sem pressa, pois sabíamos que a variação de altura ao longo do trajeto seria tranquilo e a distância seria de apenas 15 km. Pegando um bom dia ensolarado, esse percurso é absurdamente bonito! Com a maior parte do tempo margeando o Lago Nordenskjold, fomos fazendo várias paradas para fotos e descansos. O objetivo era chegar no Camp Central para passar a noite, com tranquilidade. Não iriamos tentar subir até a Base das Torres no mesmo dia. Não valia a pena e a chance de pegar o céu nublado aumenta da metade do dia em diante. Além do mais, é uma subida cansativa e vale a pena pegar o nascer no sol na trilha. Mas voltando à parte do Francês ao Central... Durante a trilha, tem um trecho que chega praticamente na água. Aproveitamos para encher as garrafas, mas não aconselhamos isso. A maior parte de todo o circuito, a natureza oferece água corrente vindo do degelo das montanhas. Água muito mais limpa que essa do lago. Inclusive, ouvimos relatos de pessoas que tomaram essa água e ficam com diarreia todo o resto do período (ninguém vai querer ficar assim acampando né? rsrs). Felizmente não tivemos nenhum azar desse tipo. No circuito W, como já falado, mais estruturado, tem até uns chalés com vistas para o Lago. Não sabemos o preço. No dia que passamos não havia nenhum atendente por conta da greve... Chegando no Camp central, começamos a observar o glamour daqueles que vão só passear no fds por lá. Nem quisemos saber o preço kkkk Assim que nos apresentamos e fizemos o check-in para a área de camping, fomos comer e tomar um banho. Nesse lugar o banheiro é MUITO bom! Chuveiro quente e bem gostoso. O único problema era que algumas pessoas deixavam a porta aberta e acabava circulando um vento absurdamente gelado. Ah, nesse lugar NÃO TEM LUGAR para cozinhar. Chegamos ao ponto de fazer um "castelo" de pedras em volta do fogareiro porque o vento castigava sem parar!
  12. @norma.soto Então, 18km num dia está tranquilo! Só saírem bem cedinho que a quantidade de horas com sol vai ajudar muito! Sem contar que quanto mais cedo, mais tranquila pode ser a caminhada e mais pontos de descanso. Em P.Natales ficamos num hotelzinho que achamo no booking. Nada de mais... café fraco. Como provavelmente você vai sair cedinho no dia que for para TdP, qualquer um que tenha uma cama e chuveiro quente será suficiente rsrs Era uns 50 reais a diária nesse hotel. De boas até
  13. Olha, foi tudo em cima da hora, tudo. É tudo uma bagunça, pra ser sincero. Foi questão de poucos dias antes, mas o site funcionava numa boa, apenas não tinham vagas mesmo. Já deixamos um segundo plano pronto também, caso nao conseguíssemos.
  14. Nos grátis você entra no site da CONAF ( http://www.parquetorresdelpaine.cl/en/sistema-de-reserva-de-campamentos-1 ). A reserva, quando fizemos, sai na hora. Você recebe no e-mail a confirmação. Detalhe: tenha sempre impresso e impermeabilizada. Nós só tivemos que apresentar uma única vez, que foi pra conseguir continuar a trilha entre o Serón e o Refugio Dickson, mas pode ser que te cobrem em todos os lugares. É uma quizumba essas empresas, incluindo a CONAF, que é governamental. Vale a pena ter tranquilidade e paciência. No pior dos casos, faça como nós: apareça direto na empresa lá no Chile ou tente ligar. E tenha até um plano B, do tipo seguir para El Chaltén e não perder a ida até a Patagônia...
  15. 7º dia: Paine Grande - Camp Francês Esse foi outro dia bem tranquilo. Fizemos uns 10km apenas. O dia começou bem frio e com o vento relativamente calmo. Assim que abrimos a barraca, uma vista magnífica com as montanhas ao fundo e o lago Pehoé em frente: Esse é um trajeto bem plano, o que permitiu que economizássemos energia para a subida ao Vale Francês. A maior parte do trajeto é assim, sem[re contornando as montanhas: Essa noite iríamos pernoitar no Camp Francês e não compensava ir até lá para deixar as mochilas e subir o Vale Francês. Mas não tem problema!!! No próprio Camp Italiano, ao lado da Guarderia, tem um lugar que todos deixam as mochilas. Apesar de não ter quem fique olhando ou de ficarem abrigadas, não sentimos insegurança, tendo em vista que a maioria das pessoas que por ali passam, já estão com uma mochila. A Infraestrutura do camp italiano é bem fraquinha. Tem um lugar para se acampar (um pouco mais retirado do caminho que todos os turistas tem que fazer para subir ou não o Vale Francês), uma ou duas mesinhas para cozinhar e um abrigo do vento, que não é fechado, para se aquecer/cozinhar: Após fazermos a refeição, guardamos tudo nas mochilas que ficariam ao lado da guarderia e seguimos apenas com a mochila de ataque e uma refeição dentro. Vale ressaltar que essa subida castiga um pouco devido à grande diferença de altura que se tem em poucos metros de trilha e de que no começo o trajeto é todo em cima de pedras soltas. A quantidade de turistas também atrapalha, já que existem muitos idosos e as trilhas são muito estreitas. Aqui, já deixo a dica para quem fará a subida no mesmo dia que sair de Paine grande: Saiam bem cedo de Paine Grande ou então podem ter problemas para chegar até o final. Nós, por pouco, não estouramos o horário limite para sair da trilha do Francês. Não sei como, mas quando estávamos descendo, havia gente subindo ainda. Provavelmente, se chegaram até o final, na volta tomaram alguma bronca dos Guarda parques rsrs. Uma sugestão de tempo que leva para se fazer a trilha e os horários que o caminho se fecha: Em poucos km de trilha, já se pode olhar para trás e ter uma vista maravilhosa (pena que o sol sempre deixa a desejar no vale): No final do vale, no mirador, tomem MUITO cuidado com a neve e a lama. Fica MUITO escorregadio e a chegada até o mirador é um pouco íngreme. Vimos muitas pessoas caindo. Nessa hora o bastão ajuda bastante! Nessa foto panorâmica não dá pra perceber muito, mas é uma visão 360 de todo o vale. Se tivesse sol, seria outra beleza à parte! Durante a descida, foi a hora que os joelhos começaram a gritar. A descida foi MUITO tranquila/lenta pra tentar poupá-los o máximo possível, sabendo que ainda tinha a subida até a base das torres daqui dois dias. **Tínhamos programado para subir o Vale Francês apenas no dia seguinte, mas como vimos que chegamos cedo, acabamos adiantando a nossa subida. Com isso, ganhamos um dia de tranquilidade Após a descida, pegamos nossas mochilas e prosseguimos para o pernoite no Camp Francês. Teríamos que andar uns 2 ou 3 km ainda, mas era um trajeto bem plano, o que ajudou nas dores. Chegando no acampamento, era uma decepção atrás da outra: Não havia atendentes. Devido ao baixo valor do salário, os trabalhadores estavam fazendo greve. Vale ressaltar que nesse acampamento são raros os lugares para instalar a barraca no chão. A maioria é em cima de plataformas, pois o terreno é bem inclinado. Por isso, se sua barraca usa estacas apenas, sugerimos levarem vários pedaços de Paracord ou qualquer tipo de corda para que consigam amarrá-la. Depois disso, saímos procurar um lugar para cozinhar: Praticamente não existia lugar abrigado do vento. O que achamos batia muito vento e tínhamos que ficar em pé (isso meio que é o de menos, mas todo mundo quer, depois de um dia de caminhada e com o joelho estourado, comer num lugar abrigado do vento e sentado né? rsrs). Infelizmente, no dia seguinte, achamos uma mesa entre os banheiros. Ajudava na questão de comer sentado, mas não no vento kkkk O banheiro ficava muito longe do acampamento. Então cada ida tinha que ser o mais eficiente possível. Na hora do banho, ao abrir a torneira, senti que a água havia esquentado um pouco... nessa hora comecei a ficar feliz. Pra quê... em 30 segundos a água esfriou. Mais 15 segundos a água esquentava, e assim foi, até que desisti do banho quente. Maaaaaas já que estava cheio de shampoo na cabeça, tomei na água gelada mesmo. Pra ajudar a esquentar, ficava pulando de baixo do chuveiro hahahahaha. Foi o tempo suficiente pra tirar o shampoo e colocar uma roupa quentinha!
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