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VitorFTM

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Posts postados por VitorFTM

  1. Comprei para fazer o Circuito O de TdP por conta própria. Comida para 4 dias que durou 9.

    Vantagens:
    - Tabela nutricional relativamente boa para o tipo de comida;

    - Absurdamente leve;

    - Textura e gosto muito bom;

    - Praticidade (basta despejar água fervente, mexer e aguardar. Pouco sujeira e dá pra fechar caso queira comer mais tarde também);

    - Diversas opções de sabores/comidas;

     

    Desvantagens:

    - Não se acha pra vender em qualquer lugar;

    - Preço elevado;

    - Necessidade de possuir bastante água disponível nas trilhas devido à quantidade de sódio elevada;

    - Complementação de calorias.

    O que eu fazia? Fazia o café da manhã e comida metade na hora, metade mais tarde.

    Mesma coisa com almoço, sendo que complementava com alguns doces de alto valor calórico (paçoca, bananada, etc. Isso ajuda moralmente também hehehe)

     

    Acho que é isso.

     

    abraço

  2. Em 10/09/2018 em 12:36, sareki disse:

    Compraram salame e essas coisas lá mesmo, ou levaram do BR?

    Compramos la. O que levar daqui, vai perder.

    Em 10/09/2018 em 14:34, norma.soto disse:

    @VitorFTM teve problemas pra entrar com comida no Chile? sei que são bem exigentes. Estaremos levando uns pacotes de comida liofilizada mas queria comprar por lá tb, pra não carregar tanto a mochila rsrs

    Comida liofilizada eh tranquilo. Soh explicar para o rapaz da aduana. 

    O que nao pode eh comida in natura, enlatados, etc.

  3. 13 horas atrás, Rafael Matricarde disse:

    Ouvi falar que eles liberam uma parte meio xexelenta lá pra cozinhar kkkkkk...vou levar meu macarrão e fazer...surreal pagar o jantar, muito caro!! ou na pior das hipóteses, como você disse, frutas secas e biscoitos...de buenas pois será minha última noite...

    Cara, lembro que paramos lá quando fizemos a base das torres.

    Um alfajor xexél que tinha lá custava em torno de 7 reais! 

    Como havia sobrado um dinheirinho e estávamos no último dia do circuito "O", resolvemos mandar bala ehehe

  4. Em 30/08/2018 em 11:06, infdantas disse:

    @VitorFTM falei com a empresa recentemente e eles confirmaram que no chileno não tá podendo cozinhar.

    vamos ter que jantar fruta seca?????? ou comprar ($$$$$) deles?

    Olha, sendo que eles já falaram, eu levaria uma comida seca só pra suportar esse dia nesse camping. Lembro que lá tinha lugar pra fazer comida. Frescura tirarem :/

  5. Em 22/08/2018 em 10:05, schitini disse:

    Muito legal seu relato Vitor. Obrigado. Eu estarei indo para TDP em novembro para fazer o circuito W. Irei ficar 01 noite em refúgio (Paine Grande) e 03 em camping (Los Cuernos e Torre Central), Eu tenho uma preocupação em relação à água para beber. Você encontra água para beber nos campings e refúgios sem custo, ou tem que comprar tudo? A água é potável? E em relação às pernas do W (as que vc souber, pelo menos). Quais a que a gente tem que carregar mais água e quais se encontra água pelo caminho?

    Obrigado.

    Água você encontra em todo lugar! Eu bebia de qualquer água corrente que visse. Mas lembre-se, sempre corrente!

    Eu sugiro uma garrafa de 1 litro. A cada uma ou duas horas você encontra água! 

    Em 30/08/2018 em 10:10, infdantas disse:

    @canandes vc ainda vai em outubro? to indo de 12 a 24 (TDP, calafate e chalten)

    Coragem ir em outubro! hahaha Depois relata aí pra saber pelo que passaram!

    7 horas atrás, norma.soto disse:

    Não lembro se li no teu post mas vc comprou comida liofilizada na zona franca la? Tem bastante opção? pelo valor vale realmente a pena? Estaremos levando comida liofilizada daqui mas se la estiver mais barato.... arroz, feijão etc etc

    Não. Fui para os EUA e aproveitei para comprar. Na verdade eu já tinha desistido, mas apareceu uma promoção que não deixei passar rsrs.

    Na real não precisa de comida liofilizada. Ela só eleva o moral! Se quiser economizar mais ainda, leve bastante comida calórica. Chocolate, salames, macarrão instantâneo, etc

    Eu cheguei a comer ovos mexidos com leite condensado! hahahahaha Naquele momento, pra mim, estava uma delícia!

  6. Em 24/07/2018 em 09:50, Rafael Matricarde disse:

    Pelo que entendi e estou pesquisando, lá no Chileno não pode cozinhar/acender o fogareiro...chegou a ver isso também? Li que alguns cozinharam mas relatos antigos...outros li que isso nos obriga a contratar o pacote deles completo (ou fica sem comer kkkk)...viu algo sobre isso?

    Balela... pode cozinhar sim. Tem umas mesas de piquenique lá. Só proteger a chama do vento e manda bala! 

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  7. Pessoal, sugestão:

    1º Tracem um Plano B (El Calafete, El Chalten, Ushuaia, etc). Essas 3 "empresas" são ABSURDAMENTE enroladas e problemáticas. Palavras de quem passou perrengue.

    2º: Fiquem calmos e vão tentando ligar, mandar msg no FB, e-mail. Se não conseguirem nenhum retorno, levantem a possibilidade de fazer um trecho maior num determinado dia.

     

  8. 8º dia: Camp Francês - Camp Central

    Esse dia foi um dos mais tranquilos. Acordamos sem pressa, pois sabíamos que a variação de altura ao longo do trajeto seria tranquilo e a distância seria de apenas 15 km.

    Pegando um bom dia ensolarado, esse percurso é absurdamente bonito! Com a maior parte do tempo margeando o Lago Nordenskjold, fomos fazendo várias paradas para fotos e descansos. O objetivo era chegar no Camp Central para passar a noite, com tranquilidade. Não iriamos tentar subir até a Base das Torres no mesmo dia. Não valia a pena e a chance de pegar o céu nublado aumenta da metade do dia em diante. Além do mais, é uma subida cansativa e vale a pena pegar o nascer no sol na trilha.

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    Mas voltando à parte do Francês ao Central...

    Durante a trilha, tem um trecho que chega praticamente na água. Aproveitamos para encher as garrafas, mas não aconselhamos isso. 

    A maior parte de todo o circuito, a natureza oferece água corrente vindo do degelo das montanhas. Água muito mais limpa que essa do lago. Inclusive, ouvimos relatos de pessoas que tomaram essa água e ficam com diarreia todo o resto do período (ninguém vai querer ficar assim acampando né? rsrs). Felizmente não tivemos nenhum azar desse tipo.

    No circuito W, como já falado, mais estruturado, tem até uns chalés com vistas para o Lago. Não sabemos o preço. No dia que passamos não havia nenhum atendente por conta da greve...

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    Chegando no Camp central, começamos a observar o glamour daqueles que vão só passear no fds por lá. Nem quisemos saber o preço kkkk

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    Assim que nos apresentamos e fizemos o check-in para a área de camping, fomos comer e tomar um banho.

     

    Nesse lugar o banheiro é MUITO bom! Chuveiro quente e bem gostoso. O único problema era que algumas pessoas deixavam a porta aberta e acabava circulando um vento absurdamente gelado. Ah, nesse lugar NÃO TEM LUGAR para cozinhar. Chegamos ao ponto de fazer um "castelo" de pedras em volta do fogareiro porque o vento castigava sem parar!

     

    :D 

     

     

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  9. Em 06/08/2018 em 10:29, norma.soto disse:

    @VitorFTM No nosso caso, garantimos o próximo camping após o da conaf e caso não consigamos vaga, teremos que andar uns 18 km nesse dia... estou ferrada pra caminhar td isso. Em Puerto Natales, chego a ficar em algum hostel? Estamos vendo a possibilidade de ficar em casa de familia hehehe mas nao sei se compensa.

    @norma.soto Então, 18km num dia está tranquilo! Só saírem bem cedinho que a quantidade de horas com sol vai ajudar muito! Sem contar que quanto mais cedo, mais tranquila pode ser a caminhada e mais pontos de descanso.

    Em P.Natales ficamos num hotelzinho que achamo no booking. Nada de mais... café fraco. Como provavelmente você vai sair cedinho no dia que for para TdP, qualquer um que tenha uma cama e chuveiro quente será suficiente rsrs

    Era uns 50 reais a diária nesse hotel. De boas até

  10. 9 horas atrás, norma.soto disse:

    @VitorFTM Então estamos justamente nessa página e eu estou acessando diariamente pra saber se liberaram. Na dúvida garantimos o camping seguinte (pago) mas é que sem um desses grátis, a pernada será muito longa kkkkk com quanto tempo antes vc conseguiu fazer a reserva no camping grátis, tipo quanto tempo antes da tua viagem, foram liberadas as reservas na CONAF? pq até o momento nada

    Olha, foi tudo em cima da hora, tudo. É tudo uma bagunça, pra ser sincero. Foi questão de poucos dias antes, mas o site funcionava numa boa, apenas não tinham vagas mesmo. Já deixamos um segundo plano pronto também, caso nao conseguíssemos. 

  11. 2 horas atrás, norma.soto disse:

    Vc precisou fazer a reserva em todos os campings ne? Como foi pra fazer nos grátis? Demoraram a liberar a reserva? Estamos justamente tenta do fazer reserva nos campings pagos sem contar muito com os grátis pois ainda não liberaram e pretendemos fazer o O em novembro. Está beeeem difícil conseguir datas pra nossa programação. Pra ter ideia, pretendíamos iniciar dia 01/11 e já tivemos que adiar pra dia 04/11 o início

    Nos grátis você entra no site da CONAF ( http://www.parquetorresdelpaine.cl/en/sistema-de-reserva-de-campamentos-1 ).

    A reserva, quando fizemos, sai na hora. Você recebe no e-mail a confirmação. Detalhe: tenha sempre impresso e impermeabilizada. Nós só tivemos que apresentar uma única vez, que foi pra conseguir continuar a trilha entre o Serón e o Refugio Dickson, mas pode  ser que te cobrem em todos os lugares.

    É uma quizumba essas empresas, incluindo a CONAF, que é governamental. Vale a pena ter tranquilidade e paciência. No pior dos casos, faça como nós: apareça direto na empresa lá no Chile ou tente ligar. E tenha até um plano B, do tipo seguir para El Chaltén e não perder a ida até a Patagônia...

    ;) 

  12. 7º dia: Paine Grande - Camp Francês

    Esse foi outro dia bem tranquilo. Fizemos uns 10km apenas.

    O dia começou bem frio e com o vento relativamente calmo. Assim que abrimos a barraca, uma vista magnífica com as montanhas ao fundo e o lago Pehoé em frente:

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    Esse é um trajeto bem plano, o que permitiu que economizássemos energia para a subida ao Vale Francês. A maior parte do trajeto é assim, sem[re contornando as montanhas:

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    Essa noite iríamos pernoitar no Camp Francês e não compensava ir até lá para deixar as mochilas e subir o Vale Francês. Mas não tem problema!!! No próprio Camp Italiano, ao lado da Guarderia, tem um lugar que todos deixam as mochilas. Apesar de não ter quem fique olhando ou de ficarem abrigadas, não sentimos insegurança, tendo em vista que a maioria das pessoas que por ali passam, já estão com uma mochila.

    IMG_20171120_124627527.thumb.jpg.7d57d9388e3de0a8abfe7ae44c86dff8.jpgA Infraestrutura do camp italiano é bem fraquinha. Tem um lugar para se acampar (um pouco mais retirado do caminho que todos os turistas tem que fazer para subir ou não o Vale Francês), uma ou duas mesinhas para cozinhar e um abrigo do vento, que não é fechado, para se aquecer/cozinhar:

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    Após fazermos a refeição, guardamos tudo nas mochilas que ficariam ao lado da guarderia e seguimos apenas com a mochila de ataque e uma refeição dentro.

    Vale ressaltar que essa subida castiga um pouco devido à grande diferença de altura que se tem em poucos metros de trilha e de que no começo o trajeto é todo em cima de pedras soltas. A quantidade de turistas também atrapalha, já que existem muitos idosos e as trilhas são muito estreitas.

    Aqui, já deixo a dica para quem fará a subida no mesmo dia que sair de Paine grande: Saiam bem cedo de Paine Grande ou então podem ter problemas para chegar até o final. Nós, por pouco, não estouramos o horário limite para sair da trilha do Francês. Não sei como, mas quando estávamos descendo, havia gente subindo ainda. Provavelmente, se chegaram até o final, na volta tomaram alguma bronca dos Guarda parques rsrs. Uma sugestão de tempo que leva para se fazer a trilha e os horários que o caminho se fecha:

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    Em poucos km de trilha, já se pode olhar para trás e ter uma vista maravilhosa (pena que o sol sempre deixa a desejar no vale):

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    No final do vale, no mirador, tomem MUITO cuidado com a neve e a lama. Fica MUITO escorregadio e a chegada até o mirador é um pouco íngreme. Vimos muitas pessoas caindo. Nessa hora o bastão ajuda bastante!

    Nessa foto panorâmica não dá pra perceber muito, mas é uma visão 360 de todo o vale. Se tivesse sol, seria outra beleza à parte!

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    Durante a descida, foi a hora que os joelhos começaram a gritar. A descida foi MUITO tranquila/lenta pra tentar poupá-los o máximo possível, sabendo que ainda tinha a subida até a base das torres daqui dois dias.

    **Tínhamos programado para subir o Vale Francês apenas no dia seguinte, mas como vimos que  chegamos cedo, acabamos adiantando a nossa subida. Com isso, ganhamos um dia de tranquilidade :D

    Após a descida, pegamos nossas mochilas e prosseguimos para o pernoite no Camp Francês. Teríamos que andar uns 2 ou 3 km ainda, mas era um trajeto bem plano, o que ajudou nas dores.

    Chegando no acampamento, era uma decepção atrás da outra:

    Não havia atendentes. Devido ao baixo valor do salário, os trabalhadores estavam fazendo greve. Vale ressaltar que nesse acampamento são raros os lugares para instalar a barraca no chão. A maioria é em cima de plataformas, pois o terreno é bem inclinado. Por isso, se sua barraca usa estacas apenas, sugerimos levarem vários pedaços de Paracord ou qualquer tipo de corda para que consigam amarrá-la. 

    Depois disso, saímos procurar um lugar para cozinhar: Praticamente não existia lugar abrigado do vento. O que achamos batia muito vento e tínhamos que ficar em pé (isso meio que é o de menos, mas todo mundo quer, depois de um dia de caminhada e com o joelho estourado, comer num lugar abrigado do vento e sentado né? rsrs). Infelizmente, no dia seguinte, achamos uma mesa entre os banheiros. Ajudava na questão de comer sentado, mas não no vento kkkk

    O banheiro ficava muito longe do acampamento. Então cada ida tinha que ser o mais eficiente possível. Na hora do banho, ao abrir a torneira, senti que a água havia esquentado um pouco... nessa hora comecei a ficar feliz. Pra quê... em 30 segundos a água esfriou. Mais 15 segundos a água esquentava, e assim foi, até que desisti do banho quente. Maaaaaas já que estava cheio de shampoo na cabeça, tomei na água gelada mesmo. Pra ajudar a esquentar, ficava pulando de baixo do chuveiro hahahahaha. Foi o tempo suficiente pra tirar o shampoo e colocar uma roupa quentinha! 

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  13. Em 27/07/2018 em 07:10, norma.soto disse:

    me deixou beeem animada kkkkk 

    E kd o restante do teu relato??!

    Tá seguindo abaixoooo! hahahaha

     

    Bom pessoal, continuando então! Desculpem pelo  vacilo...

     

    6º Dia - Grey - Paine Grande

    Depois de termos sobrevivido ao pior dia do parque, demos continuidade no trajeto...

    Como já dito, esse acampamento era relativamente bom. Como já havíamos passado boa parte do circuito em acampamentos piores, nem nos importávamos mais com isso. Tendo abrigo do vento pra poder comer com tranquilidade, já estava suficiente para nós!

    É no Camp Grey que se faz possível chegar com o Catamarã! Não sabemos o preço, mas provavelmente não deve caber num bolso mochileiro hahahaha 

    Como faz parte do circuito "W", o Camp Grey já possui algumas facilidades, como loja de conveniências, loja para aluguel de barracas, sacos de dormir e isolantes térmicos. Enquanto tomávamos café da manhã para poder seguir na caminhada, vimos uma raposa passeando tranquilamente próxima ao refeitório:

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    Depois do café, hora de por o pé na estrada!

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    Nesse trajeto existia um mirador que era possível olhar parte do Glaciar Grey, mas como estava muito frio e ventando, acabamos desistindo de tirar fotos. Apenas contemplamos a paisagem :)

    O interessante dessa parte é a quantidade de árvores queimadas que havia. Alguns quilômetros de floresta destruídas faziam com que o vento castigasse a maior parte da caminhada:

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    É nessa parte que se começa a encontrar muitos e muitos turistas fazendo o circuito W.

    Havia um lago bem bonito que não consegui traduzir na foto pela falta de luz. Observem o tamanho das ondas/marolas devido à força do vento:

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    O lago no fundo já era o Lago Pehoé, próximo do Camp Paine Grande:

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    Chegando em Paine grande, fizemos nosso check-in, necessário para entrar na zona das barracas. Eles entregam uma etiqueta com a sua data de entrada e a de saída daquele acampamento. Apesar disso, não vimos ninguém verificando as tais etiquetas.

    Como já dito, a infraestrutura do circuito W era infinitamente melhor do que do "O". Para quem não consegue se desligar e esquecer o mundo por alguns dias, existe até a possibilidade de acessar o Wi-Fi a uma preço pouco acessível hehehehe

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    E para quem vai fazer um bate-volta, seguem os preços do aluguel de equipamentos e refeições para a época que fomos:

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    O local de refeições era muito aconchegante. Dispunha de muitas mesas e era uma excelente local pra bater um papo com pessoas diferentes :D

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    Nesse refeitório, um guia havia feito diversas torradas com geleia que mais pareciam as nossas tapiocas, mas abertas. Entretanto, para a nossa felicidade, as turistas que eles acompanhavam não gostavam e ele saiu oferecendo para as mesas ao lado. Como estávamos mais próximos, nos ofereceu várias vezes, mas como estávamos sendo "educados" pegamos apenas uma vez e não parávamos de ficar secando a bendita torrada hahahahaa. Era MUITO boa.  Acho que foi o maior arrependimento da viagem kkkk. ::lol4::::lol4::

    Ou seja, quando oferecem, comam mesmo! kkkkk

    Depois de comermos, fomos montar nossa barraca. Existe um cercadinho que apenas as barracas deles poderiam ser montadas, mas como não atrapalharia e era um dos únicos locais abrigado do vento, montamos a nossa ali dentro também:

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    Vale lembrar que no Camp Paine Grande o vento castiga muito! Vimos várias barracas "se desfazendo" (quebrando, envergando, rasgando). Como disse anteriormente, procurem um local mais abrigado possível e não permitam que o vento entre por baixo da barraco ou ela dificilmente resistirá! Na nossa, cercamos as saias laterais com essas pedras da foto!

     

    Lição aprendida desse dia: Se alguém está te oferecendo algo porque "sobrou", aceitem e não fiquem com vergonha!! kkkk Ou vocês também se arrependerão quando bater aquela fome antes de dormir.... kkkkk

     

    To be continued.... (Dessa vez eu JURO que não haverá esquecimento rsrs)

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  14. Em 01/07/2018 em 20:00, LíviaLA disse:

    Você considera que levar para consumo nas trilhas é um bom argumento? ( pretendo levar o atum para comer durante 9 dias) 

    Sugiro comprar por lá! 

    Indo para TdP, meu amigo perdeu uns 4kg de salame. Apesar de ser alimento processado, oferece riscos e o Chile é beeeem chato com isso.

    É basicamente o mesmo preço do Brasil, fica traquila

  15. Em 16/07/2018 em 22:51, norma.soto disse:

    Olá!! Ao mesmo tempo q estou amando sua viagem, estou ficando com medo dessas subidas e desse vento horroroso kkkkkkk meeeeeedo! Já pensei em comprar protetor de joelho já que estou com eles já rangendo kkkkk

    Pretendemos começar o O em 01 novembro deste ano. Li uns relatos que mais cedo começar o trekking, menos vento se pega...será?

    Olha, o vento vai ter sem parar, mas com um corta vento qualquer já resolve a vida.

    Lembre de se vestir em camadas! Acho que em novembro estará mais frio ainda do que dezembro/janeiro. 

    hehehehe

  16. Em 15/01/2018 em 13:07, Ane Lee disse:

    Puxa vida, estou curiosa agora hahaha. Enfim, estou escolhendo meu destino para outubro. Minha ideia a princípio era contratar uma agência para fazer algum circuíto...mas de acordo com seu relato, não parece o fim do mundo ir por conta. Meu único receio é que a princípio, irei sozinha. Isso sim me preocupa em termos de segurança, pois não terei nenhum apoio durante o percurso caso aconconteça algum imprevisto qualquer que sempre acontecem. Mas entendi que, falando de percurso, é suficientemente sinalizado para desconhecidos, certo? 

     

    Olha, tranquilo ir solo... não tem estresse nenhum. Trilha muito bem sinalizada. A ideia de contratar alguma equipe seria apenas para levar seus equipamentos, coisa que eu particularmente não gosto. Mas isso é gosto. Precisar não precisa :)

    Só aconselho que, se pegar uma nevasca igual pegamos, regresse e não complete o trajeto sozinha. Qq coisa até se junte a algum outro grupo que esteja passando, mas em hipótese alguma vá sozinha.

  17. PESSOAL, me perdoem pelo vacilo.

    Tive uns problemas pessoais e acabei esquecendo. Vou continuar o relato de acordo com as anotações!

    Novamente, desculpem-me :)

    vamos que vamos

     

    Em 19/04/2018 em 21:41, sareki disse:

    Lente 70-200 f/4? Levou tripé e filtros?

    Também! E elevei uma básica 18-55mm. Olha, tripé é muito trabalho e espaço que ocupa e o vento raramente vai deixar voce trabalhar bem com um tripé rsrs. Abraço

    Em 06/06/2018 em 16:02, LíviaLA disse:

    Você conseguiu passar com a comida liofilizada pela aduana no Chile sem problemas?

    Eu li que eles são bem rigorosos na fiscalização.

    Passei sim, tranquilo. O cara só parou e perguntou o que era. Eu disse que era tipo um "miojo" ou macarrão, só necessitando colocar água. 

     

  18. 5 horas atrás, Guilherme Pelomundo disse:

    Ola!!!

    pretendo fazer um mochilao saindo do sul do brasil passando por td a america latina e central ate o mexico e pretendo percorrer td tipw de terreno e grandes altura. Ja me decidi pela marca Azteq mas estou em duvidas sobre qual delas seria a melhor escolha. Alguem com conhecimento sobre essa marca poderia me ajudar? Muito obrigado.

    Tenho conhecimento da Nepal 2. Usei em TDP e ela aguentou de forma ABSURDA. Não condensava nada (talvez pelos fortes ventos), aguentou os ventos absurdos da patagônia, rapidinha de montar.

    Negativo: creio ser pesada demais para a necessidade de uma pessoa.

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  19. 16 horas atrás, MirlaV disse:

    Oi Thiago.

    Eu estou nessa mesma que você, porem vou em Abril/2018, 15 dias chegando por Santiago.

    Eu tenho pesquisado bastante e tentando encontrar um meio de chegar aos dois extremos sem perder muito tempo na estrada.

    A ideia e passar uns 3 dias no Atacama e 5 dias pra fazer o Circuito W no Parque Nacional Torres del Paine, e os outros aos arredores de Santiago entre Vale Nevado e o litoral que tbm e muito bonito.

    Enfim, as informações que consegui juntar ate agora lendo na net que para dar tempo teria q optar pelo transporte aéreo:

    Para o Atacama: Santiago para Calama (2h) e de bus ou transfer de Calama para San Pedro (105km)

    Para o Perque Nacional Torres del Paine: Santiago para Punta Arenas ou Puerto Natalis (não consegui achar certinho os voos) e de la já seguir pela agencia escolhida, algumas oferecem o transfer do aeroporto para o parque.

    Estou no inicio nas pesquisas ainda, tentando definir um roteiro e avilar tbm a real possibilidade financeira, haha, primeiro muchilão e isso envolve muitos gastos inclusive com itens mais básicos, como a própria mochila.

    Olha, no primeiro mochilão que fiz com a minha esposa, fizemos o Sul e o Norte do Chile. Sendo bem sincero, hoje vemos o quão amadores fomos (mas lógico que nunca achamos que foi tempo perdido hehehe. Foram cerca de 20 dias). Por que? Essa mudança do Norte para o Sul ou vice-versa, vai te fazer gastar MUITO mais (tempo - ônibus - ou dinheiro - avião). 

    Pela nossa experiência e pelo que vimos depois de fazer diversos mochilões, aprendemos que é bem válido tentar  conhecer as coisas mais próximas, por exemplo:

    Se você escolher ir para o Sul, pode chegar em Santiago e conhecer esta região já (alguns pontos mais conhecidos: Viña del Mar, Valparaiso, vale nevado, Cajon del Maipo, etc - mas existem MUITO mais escondido que também vale a pena). Após isso, segue para o SUL e faz TDP. Se achar que vai sobrar muito tempo, dá até para fazer El calafate e El chalten (Argentina) e não vai gastar tanto.

     

    Ou então faz a região central citada ali em cima e inclui o NORTE: Deserto do atacama e até um Salar do Uyuni.

     

    Essa é minha sugestão e você verá que não ficará com tempo ocioso, deixando de aproveitar ou gastando com deslocamentos gigantes :)

     

     

     

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