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Fabiano Gauss

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Tudo que Fabiano Gauss postou

  1. DIA 8 – CHEGADA À KRABI Às 4:50 da manhã chegávamos no aeroporto de Chiang Mai, nosso voo para Krabi era às 6hs. O check-out no Thana Hotel foi rápido e tranquilo, e o taxista que fechamos no dia anterior por 300 Bahts nos buscou pontualmente para nos levar ao aeroporto. Na noite anterior, fizemos o check-in do voo para Krabi no site da Air Asia. Tudo online pelo celular. Todas as Low Costs que voamos nos enviaram email no dia anterior ao voo com link para fazer o check-in. Facinho, facinho! As especificações da Air Asia em relação as bagagens eram as seguintes: Somente bagagem de mão, 7 quilos por pessoa. Diferente da Nok Air e da Thai Lion Air que permitiram despachar 15 quilos além dos 7 quilos de bagagem de mão. Todas as tarifas que adquirimos foram as básicas. Como nossas malas estavam, uma com 9 quilos e outra com 10 quilos, tivemos que comprar o direito de bagagem extra. Pagamos 300 Baht para poder despachar 15 kilos. Tudo feito online também pelo site da Air Asia, pago com cartão de crédito. Atenção, esse preço da bagagem extra só conseguimos comprando antecipadamente, comprando na hora do check-in teríamos pagado 900 Baht. O voo da Air Asia foi pontual e tranquilo. De Chiang Mai para Krabi levamos cerca de 1h45. Nada foi servido no voo, até a água era cobrada. Achei um absurdo! No aeroporto de Krabi, fomos para Ao Nang (região litorânea de Krabi onde ficava nosso hotel) em uns tipos de Mini ônibus que tem por lá. Custa 150 Baht por pessoa. É tabelado e já no saguão do aeroporto você verá as placas dessa opção de transfer. Um táxi do aeroporto até Ao Nang estava saindo por 600 Baht. Eles esperam o ônibus encher para sair. Isso não demora muito, pois provavelmente muitas pessoas do seu avião irão para a mesma região. As bagagens são amontoadas na frente do ônibus e a viagem até Ao Nang dura cerca de 45 minutos. Veja que os ônibus não te deixam na porta do seu Hotel, a não ser que esteja na rota do ônibus. Peça ao motorista te deixar o mais próximo. O P.K. Mansion, foi o hotel em que ficamos. Diria que seu ponto forte é a localização, fica a uma quadra da praia. Pagamos cerca de 420 reais em 4 diárias. Bom preço para um Hotel que nos proporcionou tudo que precisávamos. Além da ótima localização o hotel tinha um bom ar-condicionado, bom banheiro privativo, tudo funcionava, tinha varanda com vista para a praia. O nosso quarto ficava no 2 andar, mas foi tranquilo. Apenas um porém em relação a esse Hotel. Todas as noites havia seres correndo pelo forro do teto do nosso quarto. Não era constante, mas cheguei a acordar uma noite com o barulho. Não sei se eram gatos, mas não havia barulho, eu arriscaria que eram ratazanas das grandes. Não senti medo de o teto desabar, pois o mesmo parecia bem firme. Mas foi estranho! Chegamos ao Hotel por volta das 9 horas, e gentilmente nosso quarto já foi liberado bem antes do horário de check-in que era às 14hs. Cara que delícia colocar a roupa de praia e saber que em instantes iríamos estar com os pés na areia e nadando naquelas águas verdes Tailandesas que antes só víamos nas fotos. Iriamos para Railay Beach, hoje passaríamos o dia por lá. Ao Nang tem uma avenida principal chamada Khlong Hang Rd. Muitos hotéis e comércio em geral ficam nessa avenida ou próximo dela. Ela termina, ou começa sei lá, na praia. Então se for ficar nela, fique o mais próximo da praia possível. No encontro dessa avenida com a avenida da praia fica um balcão que vende o ticket para Railay Beach, custa 200 Baht por pessoa ida e volta e os barcos saem de 10 em 10 minutos na praia em frente. Se não me engano eles te dão dois papeizinhos, um para você embarcar e outro para você poder voltar. A praia de Ao Nang não é bonita, ela até tem alguns paredões daqueles característicos Tailandeses, mas a cor da água realmente decepciona. Já Railay Beach, é show!! A viagem de Ao Nang para Railay dura cerca de 10 minutos, é pertinho. Railay não é uma ilha, mas é separada em 3 praias: Railay West, Railay East e Pranang. Railay West é a praia aonde o barco vai te deixar neste transfer de Ao Nang. É uma praia badalada, com vários resorts tops e com uma “walking street” com boas opções de comida. Nessa praia vimos duas garotas de top less jogando vôlei bem à vontade. Railay East você acessa atravessando a walking street através da Railay West. Quando eu fui lá só vi mangue, mais nada. Mais próximo da Railay East ficam os hotéis mais em conta. Pranang Beach é a quarta praia a ser visitada pelo passeio das 4 Islands, um dos passeios mais vendidos por lá. Bem bonita e tem uma pequena caverna (falo mais no relato do passeio das 4 Islands). Chegando na Railay West você já começa a sentir o gostinho do paraíso. Praia não muito grande, com aqueles paredões rochosos típicos do país, Long Tail Boats ancorados e muita gente bonita tomando sol. O mar é esverdeado e transparente. Tem poucos peixes. Praia ótima para você passar o dia relaxando. Na Walking Street, comemos um ótimo Kebab por 100 Baht, lembram que na Khao San paguei 60 Baht né ?! Nas regiões das praias os preços sobem em relação a Bangkok e Chiang Mai. Por volta das 15hs fomos embora, o tempo deu uma fechada, mas não choveu. Foi bem comum nos dias em que fiquei por lá, o sol ser encoberto por volta das 15/16hs. O resto do dia foi de descanso no hotel e passeio pela orla de Ao Nang à noite. Passamos em uma agência também e fechamos passeios para os três dias seguintes. As opções para comer por lá são muitas. Tem várias pizzarias por lá com preço tabelado, 150 baht a pizza individual. Nesta noite comemos pizza em uma pizzaria frente a praia. Depois comemos uma Pancake de banana com Nutella por 40 Baht e um crepe de nutella por 40 Baht também em barracas de rua. Depois disso fomos dormir, pois pelos próximos oito dias estaríamos conhecendo as praias mais bonitas que já vimos em nossas vidas. CONTINUA...4 ISLANDS!
  2. Imagina, Dilbert.rj!! É um prazer falar dessa viagem maravilhosa. Vá sim não perca tempo. Abraço!!
  3. DIA 7 – WHITE TEMPLE E BLACK TEMPLE EM CHIANG RAI. Na noite passada fechamos o passeio ao White Temple. Queríamos muito conhecer esse templo. As fotos que víamos de lá eram sensacionais. Este é mais um dos principais passeios vendidos em Chiang Mai. As agências não fazem somente a visita a esse templo, ele sempre vem acompanhado de outros pontos de visita. Os dois passeios vendidos para o White Temple tem os seguintes cronogramas (pelo que sondei nas agências em que fui): Tour 1 (Das 08 às 19hs) -Hot Spring (tipo um gêiser que lança água pro alto) -White Temple -Triângulo Dourado ( Divisa da Tailândia, Birmânia e Laos) - Aldeia das Mulheres Girafas. Tour 2 (Das 08 às 16hs) - Hot Spring -White Temple -Black Temple Na agência em que fechei o passeio, os preços eram os mesmos, 2300 Bahts por pessoa para qualquer um dos tours citados acima. Como não tinha interesse de ir nas Mulheres Girafas, pois na fazenda de elefantes que fui já tinha visto algumas dessas mulheres, além disso a visita ao triângulo dourado não me chamou muita atenção quando li em outros relatos. Por esses motivos fiquei com o Tour 2. Joguei sobre a mesa da mulherzinha 4000 Baht para eu e esposa irmos no Tour 2. Ela hesitou, mas acabou aceitando. Economizei 600 Baht em relação ao preço original. Às 8 da manhã, após café da manhã no Seven Eleven, já estavamos em frente ao hotel esperando a van que nos buscaria. Deu 8h30 e nada dessa van aparecer. Haviam esquecido da gente, acreditam?! Quando fechamos o passeio, a atendente nos deixou o número de celular dela e disse que caso o motorista não aparecesse até às 08h30 era pra ligar pra ela. Esse procedimento é meio padrão das agências por lá. Às 08h31 ligamos para a mulher, ela disse que ia ligar para o motorista e retornava. Cinco minutos depois ela retorna e nos conta que realmente o motorista cometeu um engano e esqueceu-se da gente, mas, que um outro fulano nos buscaria de carro e alcançaria a van. E foi isso que aconteceu, por volta das 08h55 um cara com um carro nos busca e a idéia é o cara correr que nem louco para alcançar a van. Meu Deus que medo!! Resumindo, a van estava bem adiantada em relação a nós, mesmo o motorista tendo corrido como se não houvesse amanhã, não alcançamos a van e ele teve que nos levar até o White Temple. Chegamos quase junto da van que havia chegado fazia 5 minutos. Perdemos 5 minutos de visita ao White Temple e perdemos também a visita à Hot Springs, pois essa visita pelo que fiquei sabendo era só uma parada para ir ao banheiro no caminho e durava 15 minutos. Falaram que era bem bobinha essa Hot Spring, tipo um gêiser espirrando água. A viagem até Chiang Rai dura cerca de 3 horas, longinho mesmo. Mas é uma viagem bonita, passamos por regiões bem de interior Tailândes, com templos bem bonitos. O Wat Rong Khun, ou simplesmente White Temple, é muito lindo mas também bizarro. Imagine que tem a cabeça do Batman por lá, até o Hellraiser eu vi. Ele tem toda a representação budista normal, mas tem também símbolos hindus e inúmeras referências pop. Que louco!! Nós tínhamos 1 hora para ficar por lá. Quando estivemos por lá, o templo estava com muitas reformas e não podemos entrar, somente vê-lo por fora. A entrada deste templo é gratuita e apesar dele ser um templo todo moderninho as regras de vestimenta continuam as mesmas: ombros e joelhos cobertos. Após o tempo estipulado no White Temple, encontramos o guia que deu um voucher para cada pessoa do grupo. Ele tinha 80 Baht de créditos para serem gastos no restaurante em frente ao White Temple. Todas as opções por lá eram bem Tailandesas: arroz com frango, macarrão com frango, ou ao invés de frango carne de porco, além de legumes. Os pratos custavam em torno de 50 Baht, sobrando assim um troco pro refri ou suco. Ficamos por ali cerca de 45 minutos. Após o almoço, agora sim na van com o resto do grupo, dirigíamos para o tal de Black Temple, que pra mim era quase que totalmente desconhecido. Lembro de já ter lido algo à respeito em algum relato, mas não lembrava nada. Quinze minutos depois, chegamos a um parque com muitas árvores, um local em meio a natureza e cheia de templos e casas no estilo asiáticas, todas negras. Estávamos no Black Temple. Ficamos por ali mais 1 hora. O local é bonito, não tem como falar o contrário, mas não tem visita indispensável. O calor era grande, por isso aproveitamos para tirar algumas fotos e depois sentar em uma sombra de árvore, beber uma água de coco por 40 Baht e descansar. Após a 1 hora estipulada, voltamos para a van e seguimos viagem de volta para Chiang Mai. Chegamos por volta das 16hs no nosso hotel. Depois de um banho e uma descansada no hotel, voltamos a falar com a mesma mulherzinha que fechamos os passeios para ver se ela nos achava um taxista que nos levasse ao aeroporto no dia seguinte bem cedinho. Nosso voo saia as 6 da manhã, queríamos um táxi que nos buscasse as 4h30 da manhã. Essa hora não tem táxi nas ruas. Ela achou um taxista disposto, mas como já imaginava, tudo tem seu preço. Normalmente essa viagem custaria 150 Baht, mas como o cara ia ter que madrugar para nos levar até o aeroporto, nos cobrou 300 Baht. Fazer o que né! Depois disso era hora de curtir nossa última noite em Chiang Mai. A tristeza começava a surgir viu. Cidadezinha tão gostosa! Na recepção do nosso Hotel, vi um folder de um lugar lá em Chiang Mai chamado The Castle. A atendente nos explicou que era uma casa de terror ao estilo parque de diversão de Orlando, e que era muuuito legal, tudo super bem produzido, tipo Hollywood. Mas o preço da entrada, 450 Baht, mais tuk tuk até lá, me desencorajou. Acabamos indo conhecer o Night Baazar, como já era programado. Após caminhada de 6 minutos estávamos no Night Baazar que nada mais é que um mercado noturno que abre todas às noites, exceto domingo. Na verdade a rua do Night Baazar já é uma feira, a região toda é cheia de barracas que vendem de tudo. Muitas lojinhas, barraquinhas, muitas bugigangas que você vai se acostumar por lá, tudo com bons preços. Paramos em um tipo de praça de alimentação dentro do Night Baazar para jantar algo. Kebabs, Pad Thais e lanches, eram algumas das opções para comermos por lá. Resolvi comer um Pad Thai, pedi também uma coca mas me informaram que havia acabado. Fui na barraca da frente pedir uma coca. Nessa barraca uma criança dormia em um colchãozinho no chão. Enquanto o dono da barraca pegava minha coca, avistei uma enoooorme, uma big ratazana comendo algo no chão. Me assustei e apontei a bichona para o atendente: HEEEY, RAT, RAT!!! O cara deu uma espantada no rato que foi diretamente para a criança que estava no chão, deu umas duas rodadas em cima da criança e depois sumiu atrás de uns engradados. A criança continuou dormindo e o cara sorridente me deu a coca. Aí já sabe né, eu pensando duas vezes se comia o Pad Thai, pensando na limpeza dos alimentos, se haviam pelos de ratos no macarrão, e por aí vai. Dormimos essa noite com o coração apertado de estarmos partindo, mas pensando que logo mais estaríamos na PRAAAIA!!!! CONTINUA...VOO NA AIR ASIA. KRABI E RAYLAY BEACH.
  4. DIA 6 – UM DIA COM ELEFANTES EM CHIANG MAI Este foi mais um dia incrível em Chiang Mai. Passamos o dia no ChangYim Elephant Farm. Uma fazenda com 8 elefantes, se não me engano, parte deles recuperados de maus tratos. Fechamos esse passeio na noite anterior. O preço inicial era de 2800 Baht por pessoa. Ofereci 2200 Baht por pessoa. A mocinha Tailandesa pensou, pegou uma calculadora para fazer alguns cálculos, possivelmente de quanto ela lucraria aceitando minha oferta, pensou, pensou e no fim aceitou. O cronograma da fazenda que visitei, foi resumidamente o seguinte: 8hs - Uma van te busca no hotel. No caminho vocês compram comida para alimentar os elefantes. 9hs - Chegando na fazenda você alimenta os elefantes e em seguida aprende os primeiros comandos. Sobe no Elefante e da uma volta pela fazenda 12hs - Almoço (incluído no valor que você pagou) 13h30 - Você sobe no elefante e vai com ele até um rio e dá banho nele. 15:30 - Hora de ir embora. Esse foi o programa do ChangYim Elephant. E boa parte dos “one day tour” com elefantes segue essa mesma linha. Se você optar por fazer o passeio de meio dia, será isso aí de forma mais resumida. Ou você pode optar por aquelas visitas à fazendas de elefantes onde eles fazem show, pintam quadros, usam cadeirinhas nas costas, enfim, não foi esse o tipo de interação que queríamos com os elefantes. Pontualmente o motorista nos buscou em frente ao Hotel e seguimos rumo à fazenda. No caminho, houve uma parada em uma tal de “Orquídea Farm”, 15 minutos. Provavelmente os motoristas ganham um bônus do local para dar uma paradinha com os turistas por ali. Não tinha nada demais no local, somente muitas orquídeas. Seguindo viagem, alguns minutos depois o motorista, que era super simpático e fluente no inglês, parou em uma barraca de frutas e comprou um cacho gigante de banana. Arriscaria que tinha aproximadamente uns 10 kilos de bananas. Após uma viagem de mais ou menos 45 minutos, chegamos na fazenda. Já podíamos avistar os elefantes, nenhum deles acorrentado, eles estavam totalmente soltos. O local é bem bonito, passava uma paz incrível. Era um espaço meio que num vale, com várias cabanas onde vivem algumas daquelas “Mulheres Girafas” ou “Long Neck Womans”. Só um detalhe, nesse dia estávamos só nós na fazenda. Isso mesmo, não tinham fechado com mais ninguém naquele dia, ou seja, a fazenda estava privativa para nós haha. Tanto que esse valor que paguei normalmente é para um elefante por casal. Mas devido a pouca demanda no dia podemos em alguns momentos ficar cada um com seu elefante. Uma família toma conta do lugar. Dois dos filhos tiram fotos sua o dia inteiro, caso queira, pelo valor de 300 Baht. Achei o valor bem em conta até porque eles tinham câmeras e lentes de boa qualidade o que resultaram em lindas fotos. As fotos são entregues em um CD. Eu pedi para passarem as fotos para o cartão de memória da minha câmera porque ainda tinha muita viagem pela frente, e já pensou se esse Cd me quebra e eu perco as fotos desse dia?! Ao chegar, nos entregaram roupas especiais para este dia. Estavam lavadinhas e se fez necessário usar essas vestimentas para você não sujar ou estragar suas roupas, e também porque eles já estão familiarizados com o cheiro dessas vestimentas. Alimentamos dois elefantes, eles amam essa hora. Depois aprendemos alguns comandos, como por exemplo: Bon-Bon, que serve para o elefante abrir a boca para você alimentá-lo, entre tantos outros comandos que você aprende. Depois subimos no elefante e demos a primeira volta sobre eles. Que experiência sensacional. Depois nosso almoço foi servido pela própria família que mora por lá. Foi um Pad Thai que veio envolto em uma folha de bananeira. Super rústico o negócio. Eles vendiam sucos e refri por lá. Comprei uma coca por 20 Baht. Nos serviram abacaxi de sobremesa, servido todo cortadinho e decorado. Eles adoram decorar as frutas na Tailândia. Depois do almoço subimos nos elefantes novamente e dessa vez seguimos rumo a um rio que fica próximo. Chegando lá é aquela festa. Acredite, eles se jogam no rio, levantam e se jogam de novo. Eles adoram banho, adoravam que nós os esfregássemos. Foi uma bagunça. E é mais ou menos isso, nos despedimos dos elefantes, nos trocamos e pé na estrada. Na volta, o motorista parou em um local que faz papel à partir do côco do Elefante, a parada é rápida, enche um pouco o saco pois já estava cansado e não tava nem aí para o fato do côco do bicho virar papel. Chegando lá o cara te explica como funciona o processo e depois te guia até a lojinha que é cheia de produtos feitos de papel de côco. Fiquei meio que sem graça de não comprar nada e levei um cartão de Natal que custou 20 Baht. Creio que perdemos uns 15 minutos nesse local. Chegamos de volta ao nosso hotel era umas 16hs e pouco. Quem se interessar em ir nessa fazenda especificamente, pode tratar pelo face deles https://www.facebook.com/changyim.tour.7?fref=ts . Eu indico!! Nesse dia minha esposa ainda queria muito passar em uma grande loja de cosméticos que ela tinha visto na rua do Sunday Market, próximo à um templo chamado Wat Phra Singh. Era uma loja enorme de cosméticos e produtos de beleza, como essas muitas que temos pelo Brasil. Lá na Tailândia, na verdade na Ásia, existem muitas lojas de cosméticos e também centros de tratamento de beleza e derivados. A mulherada por lá piram nessas coisas. Você homem, que tem sua namorada, noiva, esposa, provavelmente vai se identificar comigo. A minha mulher quando entra em uma dessas lojas de cosméticos, de coisas de beleza, se perde. Ficamos por volta de 1 hora por lá, para mim pareceu 1 semana. Centenas de produtos Asiáticos e coisas que minha mulher nunca tinha visto, na verdade muitos ela nem sabia pra que servia. Moral da história, ela disse que por motivo de consumo investigativo, teve que comprar algumas coisas. Algumas coisas???? Olhem a foto abaixo!!! A conta foi de 2000 e poucos Baht. Até que não achei tanto pra porrada de coisas que ela comprou. Nesta noite comemos em uma esquina em frente o Tha Phae gate, não me lembro o nome do local, comemos hamburguers com fritas, 180 Baht cada lanche. Voltando para o hotel, passamos no Sixty Hotel onde tínhamos fechado o passeio dos elefantes e fechamos o passeio para o White Temple, que fica na cidade de Chiang Rai, quase 3 horas de Chiang Mai. Voltamos para o Hotel e antes de dormirmos assistimos um pouco de novela Tailandesa. Tem muuuitas novelas na tv por lá. Não entendíamos nada, mas eram muito engraçada, com efeitos especiais toscos, proposital pra fazer humor mesmo. E ahhh, nada de safadeza nas novelas, no máximo beijinho na boca haha. CONTINUA...WHITE TEMPLE E BLACK TEMPLE EM CHIANG RAI.
  5. Hickmann, obrigado!!! Continuarei, na verdade estou continuando. Logo posto um pouco mais. Fico feliz de ver pessoas acompanhando. Abraço.
  6. Obrigado Luiz Gatti !! Comece a pensar seriamente em ir para a Tailândia. Como eu disse no começo desse relato: provavelmente será a melhor viagem da sua vida! Abraço!!
  7. DIA 5 – TIGER KINGDOM, WAT DOI SUTHEP E ZOO CHIANG MAI Neste dia acordamos por volta das 8hs, tomamos o café da manhã no Seven Eleven, mais uma vez tinha um perto do nosso hotel, na verdade difícil será você se hospedar em um hotel que não fique perto de um. Depois nos arrumamos e fomos para frente do Tha Phae gate onde passam vários Red Cars, táxis e tuk tuks, com propósito de achar um transporte para o Tiger Kingdom, e depois Doi Suthep e Zoo. Se você, assim como eu, desejar fazer esses 3 passeios, saiba que o Tiger Kingdom fica para um lado e o Templo Doi Suthep e Zoo ficam para o outro. Esses dois últimos são próximos. Dá para você fazer esses 3 em um mesmo dia tranquilamente. Você pode fazer como eu fiz, fui no Tiger Kingdom, voltei, peguei outro transporte e fui para o Templo e Zoo. Bom, a idéia era usar os Red Cars para ir aos 3 locais, abordei dois motoristas e me deram o preço de 120 Baht por pessoa, mas se o carro enchesse ficaria por 100 Baht. Como funcionam esses Red Cars? Eles tem capacidade máxima de 10 pessoas, pelo que vi. Eles esperam um pouco para ver se enche de gente o carro, não enchendo, vão do jeito que está, quanto mais gente no carro, mais barato você paga. Como eu disse, já havia abordado 2 motoristas, vi que a faixa de preço seria essa mesmo, já estava prestes a fechar com o próximo Red Car que aparecesse, e eis que um Tuk Tuk surge pedindo 300 Baht para levar eu e minha esposa no Tiger Kingdom. Eu disse 200, ele disse 250, eu disse 200 de novo, ele aceitou e lá fomos nós de tuk tuk mesmo. O trajeto é rápido, não me lembro exatamente, mas chutaria uns 20 minutos. Chegamos por volta das 9 hs, o local tinha aberto à pouco. O Tiger Kingdom é um lugar super organizado, bem estruturado e com funcionários simpáticos e uniformizados. Na recepção fomos informados dos preços: Ticket simples -Big Tiger – 800 Baht por pessoa. -Medium Tiger – 800 Baht por pessoa. -Small Tiger – 900 Baht por pessoa. -Smallest Tiger – 1000 Baht por pessoa. -New born - 1000 Baht por pessoa. Pacotes Big ou Medium + Small ou Smallest – 1400 Baht por pessoa. Big ou Medium + Small + Smallest – 2300 Baht por pessoa. Big + Medium + Small + Smallest – 2800 Baht por pessoa. Big + Medium + Small + Smallest + New born – 3500 Baht por pessoa. Eu e minha esposa fechamos o pacote Big ou Medium + Small ou Smallest – 1400 Baht por pessoa. Fomos ver os Big Cats e os Smallest que tinham cerca de 3 meses. Ficamos tentados a ir nesse New born. É um tigrezinho recém nascido, se não me engano menos de 1 mês. Vi uma pessoa que foi visitar esse New born, e vi que fiz o melhor em não ir, pois, como ele é muito jovem, você não pode nem tocá-lo, para não correr risco do bichinho pegar doença e tal. Você só poderá tirar foto ao lado dele. Dentro do Tiger Kingdom os tigres são separados por Big, Medium, Small, Smallest e New born, cada qual na sua jaula. Você entra na jaula que escolheu pagar e fica cerca de 15 minutos em cada. Sempre há um domador que te dá algumas orientações como: não pegar na cabeça do animal, não passar na frente dele, não falar alto, nada de movimentos bruscos. Ele é quem te dá as dicas de poses pra fotos. Esses domadores são bacanas, eles mesmos tiram fotos pra você com sua máquina. Não achei que os Tigres estavam dopados, muito menos mal tratados, mas como já disse no início do relato, só acho, certeza não tenho. Eles dormiam, mas até aí, sei que são animais noturnos então é normal eles estarem dormindo de dia. Quanto aos Big cats, por vezes tive a sensação que queriam me devorar. Alguns momentos se incomodavam com o fato de eu estar na traseira deles e despertavam com certa cara de raiva, mas logo o domador vinha com uma varinha acalmando a fera. Enfim, eu achei uma experiência maravilhosa estar ali tocando aqueles animais, até então intocáveis. Finalizada a visita, retornamos com o tuk tuk ao Tha Phae gate. Era por volta de 10h30. Fizemos um lanchinho no Mc Donalds que tem em frente o gate e depois fomos atrás de um Red Car para nos levar ao Doi Suthep e Zoo. Foi meio difícil achar um bom preço, os Red cars estavam todos vazios. Os tuk tuks não vão até o Doi Suthep que fica no alto de um morro, só os Red Cars e táxis sobem lá. Acabamos fechando com um Red Car por 250 Bath eu e a esposa. Ele nos levaria no Doi Suthep, nos esperaria por 1h20, depois nos levaria ao Zoo e só. Teríamos que nos virar para ir embora do Zoo. O caminho para o Templo é uma subida, com muitas curvas, de um morro. Creio que esse percurso deve ter levado uns 35 minutos. Ao chegar no topo do morro, você deverá subir ainda mais para acessar o Templo. Você escolhe: uma escada com 300 degraus ou pagar um troco para subir em um tipo de elevador. O calor era infernal, o preço do elevador era barato, não pensamos duas vezes. A entrada do Doi Suthep custou 40 Baht por pessoa e o elevador mais 30 Baht por pessoa. Tinha uma filinha para o elevador, mas foi rápida. A subida mais rápida ainda, dele ter levado 3 minutos. Chegando, você deve tirar o calçado para entrar no templo. Esse é mais um lindo templo Tailandês. Tem o dourado como sua cor predominante. Vi por lá vários Tailandeses que rezavam e faziam oferendas, além de monges fazendo o mesmo. Uma hora é tempo suficiente para você ver o templo e tirar umas fotos. Descemos mais uma vez de elevador e lá embaixo estava nosso motorista nos esperando. Descendo o morro chegamos ao Zoo Chiang Mai. Ele fica no pé do Morro do Doi Suthep. A entrada para este Zoológico custou 150 Baht por pessoa, pagamos mais 100 Baht por pessoa para poder ver os Pandas, além de mais 40 Baht por pessoa para ter acesso ao ônibus que circula dentro do Zoo e te leva aos pontos de interesse. Para você que vai no Zoo, penso que esse ticket para o ônibus é bem necessário. O Zoo é grande, além de ter subidas e descidas. Andar aquele Zoo todo a pé é embaçado. Pagando essa taxa do ônibus, você pode andar nele de forma ilimitada. Ele para em 8 diferentes pontos, esses são os pontos que você pode embarcar ou desembarcar. Você pode ver todas as atrações do Zoo no site deles http://www.chiangmaizoo.com . Lá tem também os horários dos shows com os animais, eu não fui em nenhum. Esse Zoológico é disparado o melhor que já fui na minha vida. Lá você interage de verdade com alguns animais. Você pode alimentar hipopótamos. Abusado que sou, cheguei a passar a mão no focinho do bicho. Alimentamos também Girafas, Veados, Ovelhas. Você também pode alimentar os Tigres colocando um pedaço de carne em uma vara e dando na boca dele. Vi um Coala realmente de perto. Esse Zoológico também tem um aquário bem grandinho, daqueles tipo túnel, sabe. Para ir neste aquário paga-se um valor à parte. Eu não fui, pois já pretendia ir ao aquário de Dubai que é no mesmo estilo. E claro, a principal atração do Zoológico, os Pandas. Que animais realmente bonitos! Ficamos por lá até o fechamento, 17hs. Na saída do Zoo, havia um Red Car juntando passageiros. Pagamos 100 Baht por pessoa e em 15 minutos estávamos no Tha Phae gate. Fomos para o Hotel, tomamos um banho, descansamos e saímos para jantar. Escolhemos um Italiano na rua do Sunday Market. Eu comi uma pizza de Marguerita, que na verdade é de mussarela. Ela é de tamanho individual, vende bastante por lá essas pizzas e o preço é meio que tabelado, 150 Baht. Minha esposa comeu um Espaguete à Bolonhesa também por 150 Baht, a carne bovina parecia bovina mesmo, falo isso porque carne bovina é algo difícil de se encontrar por lá. Devemos ter tomado um refri cada um que normalmente em restaurantes custavam 20 Baht cada. Nesta mesma noite, achamos um hotel chamado Sixth House, ficava na rua do nosso hotel, mas esse tinha lan house. Esvaziamos nossas máquinas fotográficas para um HD que levamos. Por acaso vimos um folheto de passeios que esse hotel oferecia e acabamos fechando nossa visita à uma fazenda de elefantes para o próximo dia. CONTINUA...UM DIA COM ELEFANTES!
  8. DIA 4 – CHEGADA EM CHIANG MAI E SUNDAY MARKET. Depois de mais um café da manhã no Seven Eleven, perdemos algum tempo arrumando as malas pois nosso voo estava marcado para o meio dia com destino à Chiang Mai. Combinamos com o mesmo taxista que nos levou no dia anterior para o Floating Market de nos levar para o aeroporto Don Mueang, de onde saia nosso voo. Apesar de estar um pouco magoado com esse camarada, aceitei ir com ele, pois prometeu fazer a viagem com o taxímetro ligado. Check-out feito com rapidez no hotel, e o taxista já nos esperava sorridente pontual às 10hs da manhã, horário combinado. Taximetro ligado, partiu aeroporto. Depois de aproximadamente 30 minutos, chegamos ao nosso destino e pagamos os 220 Baht que o taxímetro marcou. Curiosidade quanto aos taxis: a “bandeirada” dos táxis Taillandeses é de 35 Baht, e todos sempre estão com ar condicionado ligado. O aeroporto Don Mueang, os Tailandeses falam Dan Muan, é o “segundo” aeroporto de Bangkok, menor que o Suvarnabhumi. É do Don Mueang que saem os voos das companhias Low Cost. O aeroporto é organizadinho. Chegamos 1h30 adiantados, não há necessidade de tanta antecedência para voos domésticos. Logo identificamos os guichês da Nok Air, entramos na fila de quem já tinha feito o chekin online (fizemos o mesmo pelo celular) e rapidinho despachamos as malas e fomos liberados. Em relação a franquia de bagagem da Nok Air: É permitido 7 kg de bagagem de mão para cada passageiro além de 15 kg para despachar, isso era o básico. Já tinha ouvido falar que essas Low Cost eram baratas mas que por outro lado você não tinha direito a despachar nada. Na Nok Air podíamos despachar sim, sem valor adicional, tanto que despachamos nossas malas, pois já estavam com mais de 7 kg cada. Futuramente viajaríamos com a Thai Lion e Air Asia. A Thai Lion Air, tem a mesma franquia de bagagem que a Nok Air, já a Air Asia...uma porcaria viu, só era permitido os 7 kg de bagagem de mão. O Voo foi tranquilo e rápido, menos de 1 hora. Eles serviram um saquinho com um pãozinho de feijão doce e uma água. No aeroporto de Chiang Mai, o translado de táxi para a cidade era tabelado, 150 Baht, não por pessoa, o carro. Ainda saímos do aeroporto para ver se tinha van, ou ônibus, mas não vimos nada. Acabamos pegando um táxi mesmo que nos deixou na porta do nosso hotel. Estava desconfiado com o Thana Hotel pois foi muito barato, 4 noites 220 reais. Mas não tenho o que reclamar, tivemos o que queríamos. Quarto com banheiro privado, ar condicionado, tudo funcionando. O quarto foi limpo diariamente, toalhas de banho trocadas diariamente, funcionários atenciosos. Só um porém em relação a estrutura do quarto, a pia que em uma casa normal é dentro do banheiro, ficava na varanda do quarto. O Hotel tem uma piscina bonitinha, mas que nem usamos. Não foi cobrado nenhum valor de caução. A localização do hotel também é boa, em uma ruazinha super calma, e apesar de não ficar dentro do quadrado murado da cidade, que muita gente diz que é uma boa região para ficar, ele ficava à 4 minutos de caminhada do Tha Phae gate, uma das entradas desse quadrado murado. E ficava também a uns 7 minutos do Night Baazar, mercado noturno em Chiang Mai. Eu falei no início do relato sobre onde ficar em Chiang Mai, tem um mapa inclusive. Mas resumindo, creio que se você se hospedar dentro do quadrado, ou na região dos gates, você estará bem localizado. O clima em Chiang Mai é bem mais fresco do que em Bangkok. A cidade tem uma vibe totalmente diferente que a metrópole Bangkok, o clima por aqui é mais de interior. Era domingo, e já sabendo disso, programamos para este dia apenas a visita ao Sunday Market, feira de rua que acontece apenas aos domingos em Chiang Mai, das 15hs até tarde da noite. Caminhando em direção ao Sunday Market começamos a perceber que os preços em Chiang Mai eram melhores que em Bangkok: 1 kg de roupa na lavanderia, em Bangkok 40 Baht, em Chiang Mai 30 Baht. O câmbio em Chiang Mai estava com melhor cotação. Agora atenção!!! Meia hora de Foot Massage por 80 Baht, 1 hora por 150 Baht, na rua do Sunday Market. Foi o melhor preço de massagem que vi em toda a Tailândia. O Sunday Market começa no Tha Phae gate e termina no Templo Wat Phra Singh, ou vice e versa. Cara, que feira animal, gigante, muitas coisas baratas e diferentes. Vende de tudo. Muitos artistas de rua. Muuuuita gente, muita, muita gente. Você anda trombando o tempo todo, principalmente conforme vai anoitecendo. Havia muito turista por lá, mas o negócio é que tinha muitos locais também. Vi muitos casais tailandeses passeando na feira por exemplo. Por lá você encontra uma porção de comidas diferentes que você não terá idéia do que é. Essa rua onde acontece o Sunday Market me impressionou pela quantidade de bares e restaurantes com decoração arrojada e moderna, dava vontade de sentar e comer em todos. Na verdade nesta rua a oferta de opções para comer é imensa, e acaba sendo triplicada no domingo com as opções das barraquinhas do Sunday Market. Esta rua também me impressionou pela quantidade de templos, pequenos, como se fossem igrejas de bairro sabe, mas bonitos. Nem me lembro exatamente o que comemos, sei que experimentei um pouquinho de muitas besteirinhas alimentícias que vendia por lá. Dei uma moeda de doação para uns ceguinhos que cantavam e tocavam músicas locais e no meio da rua. Tinha também uma Tailandesa ousada cantando Celine Dion. Comprei algumas camisetas regatas com estampas divertidas, já me preparando para as ilhas, por 90 Baht cada. Fiz meia hora de foot massage por +- 8 reais. Foi uma tarde/noite incrível. Voltamos destruídos para o hotel de tanto andar para lá e para cá no meio de tanta gente. A primeira impressão da cidade foi maravilhosa, e já posso adiantar que fiquei apaixonado por Chiang Mai. Paixão daquelas de querer morar por lá, pelo menos por uns meses.
  9. Faala, Profernando, tudo bem? Rapaz, você vai em Junho, tá pertinho heim. Aproveite! Antes disso termino esse relato, se Deus quiser, aí o que eu tiver para compartilhar, já estará por aqui. Abraço!!!
  10. Fala Ita_castilho, blz???? Caramba, que invejinha de você que vai pra lá em Outubro haha. Eu to de olho nos voos pra Janeiro de 2017, se aparecer alguma promo compro e vou conhecer o resto do Sudeste Asiático. Então, na minha opinião, eu diria para você arriscar e reservar uns dias em Phi Phi sim. Ja vi tantos relatos de gente que foi nessas épocas de monções e pego sol. Grande abraço!!
  11. DIA 3 – FLOATING MARKET E SHOPPINGS EM BANGKOK Neste dia acordamos por volta das 7 da manhã, fomos ao Seven Eleven, tomamos nosso café da manhã e às 8 horas pontualmente o taxista que nos levaria ao Floating Market estava em frente ao nosso hotel conforme o combinado. Antes de entrar no carro confirmamos se o Mercado flutuante o qual ele nos levaria era o Damnoen Saduak, e ele nos confirmou que sim. Deixe eu explicar isso. O passeio ao Floating Market (Mercado Flutuante), é um dos passeios mais tradicionais de Bangkok, você encontrará várias agências oferecendo este tour por lá. Existem vários mercados flutuantes em Bangkok, mas o maior, o “verdadeiro” é o Floating Market Damnoen Saduak que na verdade não fica em Bangkok, e sim em uma cidade vizinha chamada Kanchanaburi, há 1h30 de Bangkok. Portanto atente-se a este detalhe na hora de fechar o seu passeio. A viagem foi tranquila até a Kanchanaburi. Paramos em um tipo de píer onde você embarca em um barquinho que te leva até o Mercado. Ao chegar veio a surpresa. Um camarada que cuida dos barcos veio falar com a gente, e como fomos de táxi, só eu e minha esposa, não tínhamos ninguém para dividir o barco com a gente, o preço pedido foi de 2000 Bahts para um barco que obrigatoriamente teria que ser privativo, pois só tinha a gente por lá. Cara que isso! Se fossemos de van nos passeios das agências da Khao San Road teríamos pago 150 Baht por pessoa por um lugar no barco. Como só estava a gente por ali e não sabíamos que horas chegavam as outras pessoas para os passeios e de repente dividir o valor do barco, resolvemos negociar. Após muito choro, muito mesmo, e ameaçarmos ir embora, conseguimos pagar 1000 Baht pelo barco. Havia ainda a opção de visitar juntamente com o Floating Market uma tal de Coconut Sugar Farm, por alguns Bahts a mais. Eu já estava doido da vida por pagar caro no passeio, então nem passou pela minha cabeça adicionar este local ao nosso tour. Resumindo... Se eu fosse ao Floating Market através de alguma agência da Khao San, teria pago: 400 Baht por pessoa, mais 150 Baht por pessoa pelo lugar no barco. Total de 1100 Baht. Quanto eu paguei? 1000 Bath do táxi, mais 1000 Baht do barco, 2000 Baht no total. Cacete viu!!!! Só lembrando que você não é obrigado a pegar este barco. Você pode ficar somente no mercado, e não andar pelo rio que passa no meio do Mercado, que é o que dá a graça do local na minha opinião. Creio que não compensa ir até lá, e não rodar o mercado de barquinho que é o diferencial do local. Bom, já que pagamos caro pra caramba, vamos curtir o barquinho privativo só pra gente. Foi legal poder tirar fotos à vontade, sem cabeças de outras pessoas. Quanto ao passeio em si, eu achei legal pela situação em que você se coloca. Que situação? De você estar em um barquinho Tailândes, percorrendo um riozinho cheio de casas humildes em sua margem. Vendo a simplicidade do povo que mora ali, crianças de dentro das casas que te acenam e ficam felizes quando você dá um oi. Isso é legal. Você percorre uma parte do rio onde tem casas e vegetação antes de chegar no Mercado propriamente dizendo. O mercado em si é bem turístico e não é barato. Você encontra por lá desde frutas, comidas típicas, artesanato, até animais exóticos para tirar foto. Tudo isso sendo vendido na margem do rio ou nos próprios barcos. Quando avistei as cobras e os Slow-Lóris, resolvemos ir tirar as fotos. O primeiro preço que o cara me pediu para tirarmos as fotos com os bichinhos foi absurdo, 3800 Baht, quase 400 reais. Nem ferrando!! Negociando, fechei por 500 Baht, o que já foi caro. De resto só gastei com um coco gelado que custou 45 Baht, mais caro que na Khao San que estava 35 Baht. O passeio todo durou por volta de 1 hora. De volta ao mesmo píer que chegamos, nosso taxista nos esperava para retornarmos à Bangkok. Antes, perguntei se ele poderia nos levar até a feira no trilho do trem. É uma feira que fica no trilho do trem, e quando o trem passa, os vendedores retiram as barracas e depois recolocam. Sabia que era pertinho do Daenmon Saduak. O taxista vira para mim e diz que infelizmente essa feira havia fechado há 3 meses. Olha, eu até pesquisei depois para tentar descobrir se essa feira tinha fechado mesmo e não consegui achar nada no google. Mas apostaria valores altos de que ele mentiu. Enfim, pedi para ele nos deixar no MBK Center em Bangkok, pois ainda era cedo, ele nos deixou lá sem problemas. A região de Siam em Bangkok é onde ficam os Shoppings. Entre eles: MBK Center, Siam Center, Siam Paragon, Pantip Plaza, Platinum Fashion Mall, Central Word, entre outros. Todos esses que citei são próximos um do outro. Há uma estação de Skytrain próxima aos Shoppings, a Siam Station. Era por volta das 13 hs quando chegamos ao MBK Center. Um trânsito bárbaro pela região. No MBK, assim como em todos os shoppings que fui na Tailândia, há um detector de metais na entrada. Caso acuse algo na sua entrada, você terá que abrir sua mochila ou bolsa para o segurança dar aquela olhadinha básica. Esse shopping tem 7 andares. Este não é um shopping onde você encontrará grandes franquias de roupas ou jóias, diria que é um shopping do povão. Cheio de muambas asiáticas, cosméticos, falsificações...é bem legal esse shopping. Os preços por lá são bons, mas não melhores que no Chatuchak Market, o qual fui outro dia. Comprei no MBK duas camisas polo da Tommy Hilfiger por 250 Baht cada, falsificação claro. Mas olha, já lavei várias vezes e continua ótima hahaha. Falsificação das boas mesmo. Há várias opções para você comer no shopping. Comemos uma pizza no “The Pizza Company”, cerca de 300 Baht, foi a melhor pizza da viagem. No 7 andar há um espaço com vários tipos de estandes vendendo comidas típicas de vários países: Vietnã, Indonésia, Índia, Japão, China entre outros, por bons preços. Há também no MBK uma franquia do MaiDreamin. Já havia visto em um programa de tv uma dessas lanchonetes em Tóquio. Ela é toda temática, as garçonetes são vestidas de empregadas e a decoração é toda legalzinha no estilo kawaii. A garçonete deixa claro, assim que você entra, que você pode tirar foto da sua comida, do local, mas não delas. Para tirar fotos com elas você tem que pagar, acredita? Essas garçonetes são muito estranhas. A maquiagem faz com que elas pareçam bonecas e não humanas. Elas não usam sua voz normal, fazem voz de personagem de desenho japonês. Pedimos duas taças de sorvete. O negócio é todo cheio de frescura, o sorvete mais parecia um brinquedo de criança, coisa de menininha. Juro que foi minha esposa que fez questão de ir nesse lugar. A conta foi de doer, 600 Baht em duas taças de sorvete, o que dava direito a uma foto polaroide com uma das “empregadinhas”, grande merda. Há também uma área gigante só com fliperamas, máquinas pra você tentar pegar bichinhos de pelúcia...normal como há em vários lugares aqui do Brasil, mas lembre-se que você está na Ásia, então o nível dos brinquedos é animal, e as pessoas que frequentam o local também são animais. O camarada vai jogar um jogo de tiro lá, até aí tudo bem, mas ele vai com uma roupa do exército kkk. Saindo do MBK, atravessando um viaduto interligado com o Shopping chegamos ao Siam Center, que foi o shopping mais fashion que já vi na vida. Que shopping bonito, cheio de telões com propagandas. As principais franquias de moda estão por lá, nem me atrevi a ver preços. Passando por este Shopping você chega ao Siam Paragon. Não tenho muito a falar sobre este shopping. Muito bonito, várias franquias famosas. Um show musical de Natal estava acontecendo por lá o que deixou o Shopping um formigueiro. Resolvemos ir embora, estávamos cansados de tanto Shopping. Pegamos um táxi de volta à Khao San por 200 Baht, nada de taximetro. À noite, descemos do hotel para jantar. Comemos um Kebab de frango que vende na Khao San por 60 Baht cada. Fizemos também nossa primeira Foot Massage. Custa 150 Baht por 30 minutos. Você pode escolher em fazer massagem nos pés, nuca, costas, cabeças, corpo todo e com óleo sueco. No mesmo local da massagem tem a Fish Massage que consiste em você colocar seus pés em um aquário com vários peixinhos que se alimentam das suas células mortas. E nesse mesmo local são oferecidos também vários tipos de tratamento estético, facial e corporal. Esses não fizemos. Já pensou se os caras passam alguma química no meu rosto e acabam com minha pele, sei lá kkkk. As massagens custavam 150 Bahts, meia hora e 250 Baht por 1 hora. A Fish Massage custava 150 Baht por 15 minutos. E eles anunciavam um tratamento fácial com “8 passos” por 300 Baht. A foot massage é realmente revigorante, eles não pegam leve não. Chega a doer um pouco, nada insuportável. E no fim da foot massage eles ainda nos davam um bônus de 5 minutos de massagem na nuca e costas. Depois disso meu amigo, dormimos como crianças. CONTINUA...IDA PARA CHIANG MAI/ SUNDAY MARKET
  12. Olá Rafaelrpaiva!! Imagina, só tenho a agradecer a todos que já escreveram sobre a Tailândia e me possibilitaram viajar para lá de maneira tão econômica. Continuo em breve prometo haha.
  13. Obrigado, Sol!!! Suuuper trip mesmo, não vejo a hora de voltar. Vou escrevendo esse relato e dá vontade de chorar de saudades haha. Vá para lá o mais rápido possível!! Abraço!!
  14. DIA 2 – PRINCIPAIS TEMPLOS DE BANGKOK Na primeira dormida em Bangkok, acordamos tarde, por volta das 10hs. Para este dia tínhamos programado de conhecer os principais templos da cidade. Antes disso, fomos ao Seven Eleven comer algo. Em geral gastávamos para comprar o café da manhã no Seven Eleven de 7 à 15 reais o casal. Eu combinei muito um sanduiche de salsicha de frango com queijo cremoso por 28 Baht, com um copão de Ovomaltine que tinha de máquina por 15 Bath, ou seja, não gastava nem 5 reais em um gostoso café da manhã. Café da manhã tomado, solzão bombando lá fora, partiu templos!! Este dia 11/12/2015 era um dia especial na Tailândia, era inclusive ponto facultativo no país, muitos estavam de folga de seus trabalhos, mas o comércio funcionava normal. Este era o dia do “BIKE FOR DAD”. Eu não sabia que teria isso e nem o que era, mas perguntando descobri que esta semana era comemoração do aniversário do Rei da Tailândia, e esse BIKE FOR DAD na verdade era meio que um presente da população para o Rei, era um dia em que a cidade parava para fazer carreatas de bicicleta pelas ruas em homenagem ao seu Rei. Inclusive estava marcado para as 15 hs daquele dia, que o príncipe também pegaria sua bike e andaria com a multidão pela cidade. A cidade estava muito bonita, todos com a camiseta da campanha, muuita gente de bicicleta, vários postos pelas avenidas fornecendo Kits de alimentos e água para os participantes. Eles são tão gentis que até nós ganhamos um Kit desses com comidinhas. Para você que ficará na Khao San Road, não tem porque pegar táxi ou tuk tuk para ir aos templos, é perto, cerca de 10 minutos de caminhada. Em uma das extremidades da Khao San tem um Burguer King, não vá nessa direção, vá na contrária, no fim da Khao San vire a esquerda até chegar a uma avenida, em um grande cruzamento. Olhando adiante você já deverá ver um grande parque aberto, no fim desse parque está o Grand Palace. Meu Deus, que calor!! Lembra que eu disse que acordamos mais tarde nesse dia? Pois é, devia ser por volta do meio dia quando estávamos por lá. Estava lotado, todo mundo derretendo. Minha esposa disse que este foi o dia em que ela mais sentiu calor na vida. Atenção à vestimenta. De forma resumida você não pode mostrar as pernas, nem homem nem mulher, e as blusas devem ser de manga. Minha esposa estava de shorts, mas levou um lenço, o qual fez de saia e entrou de boa. Eu bonitão fui de bermuda, achei que ia dar um jeitinho Brasileiro e passar, ledo engano. O tiozinho da porta me parou e me indicou uma casinha para ir. Caso você não vá com a roupa adequada para entrar no templo, sem desespero, eles te emprestam uma roupa, só vai ter que pegar uma filinha a mais, e no calor que faz lá, enche o saco. Você deixa um valor em dinheiro de garantia, e eles te emprestam uma calça. Na saída você devolve a calça, e eles te devolvem o dinheiro, sem problemas. Se não me engano o caução era de 150 Baht. Lá dentro há banheiro disponível . Me lembro de ter visto água para vender na entrada ao lado da bilheteria, você vai precisar de muito líquido por lá. A entrada custa 500 Baht por pessoa, carinho, mas o local é sensacional, vale a pena. É aquele tipo de arquitetura totalmente da sua realidade no Brasil. Aqueles templos com tantos detalhes, muito dourado. Não tenho nem muito o que falar, o local é grandinho, lindo. O tempo que se fica por lá depende de cada um, do pique que cada um tem para rodar o local. Eu e minha esposa demoramos um tanto por lá pois como somos apaixonados por fotografia, lá foi um prato cheio. O horário de funcionamento do Grand Palace é das 08:00 às 17hs, e esta aberto todos os dias, informação essas disponíveis no local. Saindo do Grand Palace você pode ir ao Wat Pho. É pertinho, meio que atrás. Esse templo é onde tem o famoso Buda Reclinado, um enorme buda dourado dentro de um templo. A entrada é mais barata, custa 100 Baht por pessoa e te da direito a uma água de graça. Este conjunto de templos não é tão lindo e grandioso quanto o outro, mas vale a pena ir também. Ele fica aberto das 08 às 18hs. Saímos de lá às 18 hs. Este horário estava tendo tipo uma missa dos monges em um templo neste complexo onde pudemos entrar e acompanhar um pouco deles tipo cantando uma reza, ou algo do gênero. O Wat Pho fica quase na beira do rio Chao Phraya. Você pode atravessar este rio com um barco, há um píer bem próximo à saída do Wat Pho, e ir a outro templo que fica na outra beira do rio, o Wat Arum. Nós fomos a este píer e tentamos fazer a travessia nestes barcos, que são públicos, custa centavos, tem linhas e tudo mais. Mas estava uma confusão neste dia por lá, ninguém sabia informar nada, os funcionários não falavam inglês. Pegamos um barco qualquer e ele até nos levou a outro píer, mas na mesma margem haha. Resolvemos ficar por ali mesmo e ver o por do sol com o Wat Arun de fundo, já havia visto fotos disso. De noite o Wat Arun fica iluminado, parecia tão lindo... mas não foi assim, o Wat Arun estava com muita reforma, só víamos andaimes em volta do coitado e nada de iluminação, quando anoiteceu, já nem víamos mais nada do templo. De qualquer forma valeu ficar ali na beira do rio vendo o cair da noite e tomando uma água de coco que custa em média 35 Baht. Depois disso abordamos um tuk tuk e depois de alguma negociação pagamos 100 Baht para voltarmos a Khao San Road. Nossas pernas já não eram as mesmas da ida, não aguentaríamos voltar andando. À noite demos mais uma voltinha pela Khao San Road e acabamos comendo no Mc Donalds, tem dois Mcs na Khao San. Pedimos dois Duplo Cheseburguers com batata grande (a grande deles é a nossa Mega), ficou em 360 Baht tudo. Nesta noite também fomos atrás do passeio ao Floating Market para a manhã do dia seguinte. Nas diversas agências que há por lá, eles cobravam 400 Baht por pessoa e chegando lá mais 150 Baht por pessoa para rodar de barco o mercado flutuante(é opcional você andar de barco. Mas sem barco me parece meio sem graça, você só acompanha a feira de cima). Fazendo esse passeio pelas agências, eles te levam até o Mercado Flutuante de van. Mas, um taxista nos abordou oferecendo o passeio, nos viu na agencia negociando, e ofereceu nos levar até lá no táxi dele, o que seria mais rápido, privativo, por 1000 Baht o casal. Tanto pela agência, quanto pelo táxi, sairíamos às 8hs e retornaríamos por volta das 13:30hs. Pela agência sairia 800 Baht o casal, com o taxista 1000 baht. Como a diferença não era lá essas coisas, fechamos com o taxista. Essa decisão nos rendeu o primeiro pequeno perrengue da viagem. Cena dos próximos capítulos haha. CONTINUA...MERCADO FLUTUANTE, MBK...
  15. DIA 1 – ENFIM TAILÂNDIA! (Na verdade esse dia 1, será o resumo do dia 8 ao dia 10/12/15. Saída do aeroporto em SP, até chegada em Bangkok.) Aeroporto de Guarulhos SP, noite do dia 08/12/15. Nosso voo sairia de madrugada, às 1:25 hs e a ansiedade já quase não cabia no peito. Chegamos com a devida antecedência e experimentamos jantar no Olive Garden do aeroporto de Guarulhos, ótima comida Italiana. Assim que disponível, nos dirigimos ao guichê da Emirates, com todas aquelas funcionárias de roupinhas fofas e fizemos o check-in rapidamente e sem burocracias. Depois disso foi aguardar o horário do voo e tentar conter toda a ansiedade. O voo da Emirates foi tranquilo. Saiu pontualmente, e durou as 14 hs previstas. Logo depois de o avião levantar voo, foi servida a primeira refeição. Depois dessa refeição, muito boa e completa as refeições da Emirates, aliás, consegui dormir e acordei faltando 7 horas para a chegada em Dubai. Assim que acordei, outra refeição chegou, mais leve como um café da manhã. Depois ainda tive tempo de ver dois filmes e comer mais uma refeição. A Emirates dispõem de serviço completo de filmes, séries e documentários, boa parte legendado em português, muitos lançamentos. Você também pode acompanhar a viagem através de 3 câmeras externas instaladas no avião. Chegamos em Dubai era noite do dia 09/12/2015, tinha pela frente uma conexão de 13 horas que eu mesmo escolhi ter, por que? A Emirates tem o que eles chamam de Connect Dubai, que nada mais é que um serviço que te dá gratuitamente hotel, transfer, alimentação e visto de Dubai, para voos da Emirates com tempo de conexão maior que 8 horas. Se não me engano isso não é exclusivo da Emirates, mas toda companhia aérea te fornece hotel e alimentação para conexões longas com mais de 8 hs. Achei legal fazer o voo dessa forma pois não ficaria tão cansativo, voamos 14 horas de São Paulo à Dubai, dormimos e comemos em um ótimo hotel de Dubai, tudo de graça, e depois descansados encaramos mais 6 horas de voo até Bangkok. Os detalhes dessas 13 horas de conexão em Dubai contarei no relato de Dubai que farei após encerrar este. Resumindo, chegamos em Bangkok no horário programado, 19 hs do dia 10/12/15, o "bafão" ao descer no aeroporto Suvarnabhumi em Bangkok já era um cartão de visitas ao país. Saindo do avião seguimos o fluxo, não tinha outro caminho a seguir. Já tinha lido em praticamente todos os relatos sobre a Tailândia que antes de ir para o Passport Control, eu deveria ir no Helth Control. Há placas indicando o Helth Control, então foi fácil chegar. Você preenche um papel por lá, há exemplos do mesmo papel preenchido em várias línguas, o que facilita o seu preenchimento. Se não tivesse esses exemplos estaria lá até agora, impossível entender a escrita deles. Mostre o papel preenchido para um tiozinho do balcão, mais a sua carteira da vacina amarela, ele te dá um papel e aí sim você pode seguir em frente para o Passport Control. Nesse momento você provavelmente vai pegar fila, mas no meu caso não demorou muito não, mais rápido ainda foi passar pelo funcionário, ele praticamente só carimba seu passaporte e te libera sem perguntar nada. Só depois de tudo isso você vai pro setor das esteiras pegar suas malas. O Suvarnabhumi aeroporto de Bangkok é ótimo. Ali começávamos a ver a Tailândia como ela é, tudo bem mais colorido que o normal, muitas flores. Após a área de desembarque encontramos uma loja da True Move onde colocamos chips locais nos nossos celulares, os funcionários fizeram o serviço na hora, coisa rápida e já saímos conectados por 300 Baht cada. O Aeroporto também tem WiFI gratuito, se não me engano apenas por 1 hora. Fiz câmbio de 15 doláres no aeroporto (1 dólar = 34 Baht), só o suficiente para chegarmos na Khao San Road. Seguimos as placas do Skytrain e chegando, compramos a ficha de acesso em um guichê (nas outras vezes que compramos as fichas para o Skytrain, isso só pôde ser feito nas máquinas, com moedas de 5 e 10 Baht, caso não tenha moeda você pode trocar seu dinheiro nos guichês próximos à máquina). Depois disso foi aguardar o Skytrain chegar e seguir para a estação Phaya Thai. O Skytrain é como um metrô, mas não é metrô, existem ambos. Em Bangkok eles se interligam em algumas estações. O Skytrain é mais moderno e mais rápido que o metrô, mas no fim ambos tem a mesma funcionalidade, pelo menos foi isso que me pareceu na prática. Ali já podíamos ver alguns locais de máscara, pelo que li eles normalmente usam quando estão gripados, para não passar sua doença para alguém ou para simplesmente se prevenirem. Chegando na estação Phaya Thai, pegue a mesma ficha que você utilizou para acessar a catraca do Skytrain, e use-a para sair. Na estação é só seguir a placa “exit”, que me levou à algumas escadas rolantes abaixo, para fora da estação, em uma avenida meio que embaixo de viadutos, com cara não muito amistosa e uma aparência meio suja que Bangkok em alguns pontos tem. Por ali sempre ficam uns táxis e tuks tuks, abordei um taxista, e perguntei se me levaria à Khao San Road com taxímetro ligado, ele disse que sim, simples assim. Entramos e essa foi uma das poucas vezes que conseguimos um táxi com taxímetro. A viagem custou 75 Baths, sem taxímetro paguei outras vezes 150 Bahts. Em 5 minutos estavamos na Khao San. Nenhum carro entra na rua à noite, os táxis te deixam na entrada da Khao San o que não tem problema, pois a rua não é muito grande. Ver a Khao San Road pela primeira vez foi de outro mundo, é de arrepiar. Aquela bagunça legal, uma infinidade de coisas diferentes, cores e luzes a mil, música bombando, aqueles letreiros gigantes, galera dançando nos bares que acabam tomando parte da rua, pessoas sendo massageadas ali mesmo, os tailandeses chamando e te oferecendo desde cerveja até ternos, é ratazana passeando pelo meio fio, é a confusão de cheiros que seu nariz nunca sentiu e ainda tenta entender...uau, é surreal!! Quanto ao hotel que ficamos em Bangkok, o D&D Inn, digo que é um hotel honesto pelo que cobra, fica bem no meio da Khao San. Do quarto que ficamos não se ouvia barulho da rua, há uma bonita piscina no terraço, recepcionistas simpáticos e corteses, ar condicionado e quarto ok, o wifi funciona o suficiente para você dar uma olhada nas redes sociais...de modo geral, nada a reclamar. Não pegamos a tarifa com café da manhã incluso, fizemos nosso desjejum todos os dias no Seven Eleven, o que acho que vale a pena, é barato e tem variedade. No check-in, deixamos 500 Baht exigidos de caução, corretamente devolvidos no check-out. Subimos para o quarto, tomamos aquele banho, deixamos as malas por lá e saímos para rodar pela Khao San Road. Essa foi a noite em que experimentamos o primeiro Pad Thai (40 a 50 Baht), foi amor a primeira garfada. Eu, pobre que sou, comprava a Coca Cola no Seven Eleven por 18 Bahts a lata, e depois ia comer o Pad Thai. O refri na barraca de Pad Thai era 40 Baht. Barracas de roupas pela Khao San Road é o que não falta, por lá você encontra camisetas de 100 à 200 Baht. Comprei por lá uma calça estilo samurai por 250 Baht. Por lá tem também aquelas barraquinhas com bichos nojentos para você comer ou só tirar foto por 10 Baht. Eu só tirei foto, não encarei comer pois era início de viagem e fiquei pensando se de repente uma aranha não pudesse ferrar minha saúde para todo o resto dos dias. Há muitos carrinhos de Kebabs (60 Baht) também por lá, spring rolls e muitos tipos de sucos naturais. Neste dia foi isso, tínhamos acabado de chegar de uma viagem cansativa, demos ainda uma volta pela Rambutri, rua paralela a Khao San mas com outra pegada, mais calma, bares mais descoladas e tal. Voltamos pro quarto do hotel, ainda não tinha caído a ficha de onde estava, nessa noite fiquei assistindo tv, desde noticiários à novelas tailandesas até tarde, para só bem tarde da noite pegar no sono.
  16. Puxa Juliana, fico pensando em quantas vezes ainda vou ter que voltar para a Asia. Minha esposa é apaixonada pelo Japão, ainda teremos que ir pra lá haha. A Tailândia é um sonho mesmo viu.
  17. Faaala galera, viajantes, tudo bem?! Começo agora meu relato dessa maravilhosa e inesquecível viagem que fiz com minha esposa à Tailândia e Emirados Árabes (Dubai) em Dezembro de 2015 à janeiro de 2016. Esse relato que você começa a ler agora será só da Tailândia, farei posteriormente o relato de Dubai, separado. Fiz essa viagem 100% por conta própria. Acredito que devo ter lido a maioria dos relatos existentes na internet de brasileiros que foram à Tailândia. Viajei junto com esses escritores a cada relato que lia, mas nada como realmente colocar os pézinhos naquela terra maravilhosa, de povo de olhinho puxado e nariz redondinho e que falam estranho pra caramba. Portanto, meu papel aqui é retribuir e deixar conteúdo para outros sortudos que farão viagem similar a minha. Não está programando sua viagem pra Tailândia ainda?! Tá esperando o que, o país é surreal e provavelmente será a melhor viagem da sua vida. VÍDEO RESUMO DA TRIP! Nosso roteiro dia a dia. Tínhamos um mês de férias, como a maioria dos Brasileiros. Como não há voo direto para a Tailândia, e compramos nossas passagens pela Emirates que faz conexão em Dubai, decidimos por conhecer essa cidade também. Não tínhamos pretensão inicial de ir a Dubai, foi questão de oportunidade. É bem comum combinar a viagem à Tailândia com outros países da região chamada de Sudeste Asiático: Camboja, Vietnã, Laos, Indonésia e outros. Mas pesquisando, resolvemos dessa vez ficar só pela Tailândia e posteriormente fazer outra viagem só para estes outros países e ter mais tempo para conhecê-los. Bom, vamos lá! Nosso roteiro, e resumidamente o que fizemos dia a dia, ficou assim: 09/12/15 – São Paulo (Embarque no Aeroporto de Guarulhos/Emirates) 10/12/15 – Conexão em Dubai e chegada a Bangkok (Devido a conexão de 12 hs, usufruímos do “Dubai Connect” oferecido pela Emirates, explico melhor depois. Chegamos nesse mesmo dia a noite em Bangkok e fizemos um primeiro reconhecimento da área em que nos hospedamos, Khao San Road) 11/12/15 – Bangkok (visita aos principais templos de Bangkok) 12/12/15 – Bangkok (Floating Market e MBK Mall) 13/12/15 – Bangkok/Chiang Mai (Voamos no horário do almoço para Chiang Mai e como era domingo visitamos o Sunday Market) 14/12/15 – Chiang Mai (Tiger Kingdon, Templo Doi Suthep, Zoo Chiang Mai) 15/12/15 – Chiang Mai (Um dia com Elefantes) 16/12/15 – Chiang Mai (White e black Temple em Chiang Rai) 17/12/15 – Chiang Mai/Krabi (Voo bem cedinho para Krabi. Neste mesmo dia visitamos Raillay Beach) 18/12/15 – Krabi (Tour 4 Islands) 19/12/15 – Krabi (Tour Hong Islands) 20/12/15 – Krabi (James Bond Island) 21/12/15 – Krabi/Koh Phi Phi (Ida pela manhã para Koh Phi Phi. À tarde fizemos o primeiro reconhecimento da ilha) 22/12/15 – Koh Phi Phi (Private tour para Maya Bay, Monkey Island, Mosquito Island e Bamboo Island.) 23/12/15 - Koh Phi Phi (Private Tour para Wang Long e Nuy Bay) 24/12/15 - Koh Phi Phi (Voltamos em Wang Long) 25/12/15 - Koh Phi Phi/ Bangkok (Dia perdido só de translado para bangkok: barco e vôo) 26/12/15 – Bangkok (Chatuchak Market) 27/12/15 – Bangkok (Tour para Ayutthaya) 28/12/15 – Bangkok (Chinatown e depois Shoppings de Bangkok) 29/12/15 – Bangkok (Sirocco e nana Plaza) 30/12/15 – Bangkok/ Dubai (Bye bye Tailândia, partiu Dubai) 31/12/15 – Dubai - Relato: dubai-economico-6-dias-faca-uma-viagem-ostentacao-sem-gastar-muito-reveillon-2016-roteiro-fotos-custos-t130634.html 01/01/16 – Dubai 02/01/16 – Dubai 03/01/16 – Dubai 04/01/16 – Dubai 05/01/16 – Dubai/São Paulo Nosso roteiro inicial não previa tantos dias em Bangkok, alguns desses dias seriam para ir ao Camboja, mas como os voos para lá estavam salgados na a época da nossa viagem e resolvemos não encarar a viagem de ônibus que é possível fazer de Bangkok a Siem Reap no Camboja, acabamos ficando mais tempo em Bangkok. Realmente não há necessidade de ficar tanto tempo assim em Bangkok, eu te indicaria 4/5 dias por lá, mas nós ficamos e não nos arrependemos, tem muita coisa para fazer por lá. Quanto eu gastei? Preço dos passeios Grand Palace - 500 Baht a entrada por pessoa (fomos a pé) = 1000 Baht o casal. What Po - 100 Baht a entrada por pessoa (fomos a pé) = 200 Baht o casal. Floating Market – 400 Bath por pessoa o transporte + 150 Baht o barco por pessoa = 1100 Baht o casal. Tiger Kingdom - 1400 Baht por pessoa (pacote Smallest e Big cats) + 200 Baht de transporte ida e volta para o casal = 3000 Baht o casal. Templo Doi Suthep e Zoo Chiang Mai – 40 Baht por pessoa a entrada do templo +30 Baht por pessoa o elevador para subir no templo + 150 Baht por pessoa a entrada do Zoo + 100 Baht por pessoa para a área dos Pandas + 450 Baht o casal em transporte para ambos os lugares = 1090 Baht o casal. ChangYim Elephant Farm – 2200 Baht por pessoa (transporte e almoço incluído) = 4400 Baht o casal. Tour para o White Temple – 2000 Baht por pessoa (transporte e almoço incluído) – 4000 Baht o casal. Railay Beach – 200 Baht por pessoa o transporte de barco ida e volta = 400 Baht o casal. Tour para 4 Islands, Hong Islands e James Bond Island – 4000 Baht o casal com todo transporte e almoço incluído. Private Tour de 6 horas para Maya Bay, Monkey Island, Mosquito Island e Bamboo Island – 2800 Baht o casal (sem almoço incluído). Private Tour de 3 horas para Wang Long e Nuy Bay – 1500 Baht o casal (sem almoço incluído). Private Tour de 2 horas para Wang Long – 1000 Baht o casal (sem almoço incluído). Aluguel de Caiaque de 2 horas – 150 Baht cada hora = 300 Baht o casal. Tour para Ayutthaya – 500 Baht por pessoa (transporte e almoço incluído) = 1000 Baht por pessoa. Gastos com alimentação O gasto com alimentação é bem particular de cada pessoa, mas eu e a esposa gastamos em média 900 Baht por dia, logo: - 800 baht por dia o casal em alimentação. - 16000 Baht o casal em alimentação para 20 dias. Dava para ter gasto menos tranquilamente, comemos muitas vezes em restaurantes que não eram dos mais baratos. Preços das Hospedagens Todos os quartos escolhidos são para casal, com banheiro privativo e ar condicionado, essas eram nossas exigências pessoais. Todos reservados e pagos antecipadamente pelo Hotéis.com e Booking. Não tivemos nenhum problema quanto às reservas. É importante você observar ao pagar a hospedagens nesses sites, se haverá taxas adicionais a serem pagas no hotel, no nosso caso dizia que não, e realmente não nos foi cobrado nada a mais. Levamos impressos os comprovantes, na verdade nem precisava, eles simplesmente checavam o passaporte e era isso. Todas as vezes que chegamos adiantados no hotel, nos foi gentilmente liberado antecipadamente o quarto. Alguns dos hotéis nos pediram um valor "x" como caução (30 à 50 reais), que nos era devolvido no check-out. -D&D Inn em Bangkok (região da Khao san Road) – 8 diárias/ 762 reais (Hoteis.com) -Thana Hotel em Chiang Mai – 4 diárias/240 reais (Booking.com) -PK Mansion em Krabi – 4 diárias/420 reais (Hoteis.com) -Chao Koh Hotel em Koh Phi Phi – 4 diárias/1098 reais (Hoteis.com) Preços dos voos. -São Paulo para Tailândia (Emirates +- 3600 reais por pessoa. Voo com conexão em Dubai na ida e Stopover de 6 dias também em Dubai na volta. O Stopover na época não alterou o preço do voo) -Bangkok p/ Chiang Mai (Nok Air, 92 reais por pessoa. A idéia inicial era fazer esse trajeto de trem noturno, mas o preço da passagem de trem estava em torno de 100 reais na época, logo, preferimos o avião) - Chiang Mai para Krabi (Air Asia, 160 reais por pessoa) - Krabi para Bangkok (Thai Lion Air, 82 reais por pessoa) TOTAL DE GASTOS COM VOOS + PASSEIOS + ALIMENTAÇÃO + HOSPEDAGEM = aproximadamente 14.600,00 REAIS, O CASAL. - Fora isso houveram ainda gastos com tickets de metrô, táxis e tuks tuks pela cidade, jogaria mais uns 400 reais. (tem todos os valores de metrôs, táxis e tuk tuks no relato, só não fiz o levantamento). - Além de gastos pessoais como camisetas, souvenirs e etc.(Muitos desses gastos também citados no relato). Considerações iniciais Dinheiro e câmbio na Tailândia O dinheiro na Tailândia é o Baht, fala-se Bá. Na época em que fomos pagamos 3,89 reais em 1 dólar em certa casa de câmbio aqui no Brasil. A cotação nas casas de câmbio tailandesas estavam em torno de 1 dólar para 35,70 Baht. Um real equivalia a mais ou menos 10 Baht. Leve dólar para a Tailândia, e lá troque pelo dinheiro deles. Não vi na Tailândia nenhum lugar que trocava o nosso Real por Baht, logo troque aqui no Brasil seu dinheiro por dólar americano, ou claro, leve cartão de crédito, vtm ou o que preferir. Nós levamos todo dinheiro que pretendíamos gastar por lá em espécie, usamos aquelas “doleiras” ou Money Belt. Em tempos de crise levar o dinheiro em espécie, te faz escapar do IOF cobrado nos gastos com cartão de crédito. Mas claro que estávamos também com cartões para urgências ou se gastássemos mais que o previsto, mas no fim ainda trouxemos dólares de volta. Há casas de câmbio espalhadas por toda a Tailândia. Assim como em todos os países, o câmbio no aeroporto não é dos mais vantajosos. O que eu fiz?! Levei 15 dólares trocado para fazer câmbio,só disso, no aeroporto de Bangkok. Esse valor foi o suficiente para eu e a esposa pegarmos metrô e táxi, e ainda sobrou na verdade. Depois troquei mais dinheiro na região onde me hospedei (Khao San), a qual estava bem mais vantajosa. Mesmo em tempos de dólar nas alturas, a Tailândia ainda aparece como um país muito barato para nós brasileiros. Só não é barato chegar lá. Vou dar alguns exemplos de preços, já convertidos em real (DEZ 2015): Lata de coca cola 1,80 reais Lata da Pepsi 1,30 reais Est Cola (Um refri de cola deles que quebra o galho) 1 real Combo do Chesseburguer no Mc Donalds com batata grande e bebida muito grande, acho que uns 700 ml, 11 reais. Isso no Mc da Khao San e de Chiang Mai, Em Krabi o Mc já era mais caro, esse combo ia para 18 reais. Pad Thai. Um macarrão muito bom que você provavelmente vai amar, 4/5 reais. Camisetas com estampas super legais, de 7 a 20 reais. Trouxe algumas, lavei, deu uma leve encolhida, mas continuam em bom estado. E por aí vai... Como se comunicar na Tailândia Com o Inglês ou Tailandês, o que você preferir. Boa parte dos Tailandeses fala inglês. Não tivemos muita dificuldade com o sotaque deles, mas o sotaque existe e atrapalha um pouco. Outra boa parte dos nativos tem uma noção da língua inglesa, e o restante que não fala inglês vai usar de mímica e gestos para tentar te ajudar. Eles são bem corteses galera, não se preocupem. Você não precisa ser o “super fluente” no inglês, mas precisa ao menos saber o básico. E não custa nada também saber algumas palavrinhas em tailandês como: SÀWÀDDEE KRÁB/SÀWÀDDEE KÁ - Olá (como homem, como mulher) KOP KHUN KRUB/ KOP KHUN KRAP – Obrigado (como homem, como mulher) Golpes na Tailândia, segurança e pechincha. Em nenhum momento na viagem tememos pela nossa segurança, e realmente não tivemos nenhum problema com isso e nem vimos nada suspeito. Claro que não demos bobeira, sempre andávamos com nossos pertences de valor. Ouvimos alguns casos em que pessoas tiveram suas coisas desaparecidas do quarto do hotel enquanto estavam ausentes, mas não temos nada a reclamar sobre isso. Os golpes que vimos por lá, muitos vem de taxistas, que sempre tentam super faturar nas viagens. Por exemplo, uma viagem que honestamente custaria 20 reais, ele inicialmente vem te cobrando 80 reais. Por isso o lema para os turistas na Tailândia é pechinchar. Peça desconto em tudo, e nada de 10% de desconto não, jogue o valor para menos da metade e não se sinta mal por isso. Eles nunca irão te passar o preço real de início, esteja sempre preparado para uma negociação. Claro que isso enche o saco às vezes. Os táxis tem taxímetro e anunciam que tem taxímetro, mas na verdade eles não usam, se usassem o taxímetro as viagens ficariam absurdamente baratas. Na viagem toda consegui apenas por duas vezes táxis com taxímetro. Como se locomover na Tailândia Dependendo da cidade e aonde você vai na Tailândia, o seu meio de transporte deve variar. Em Bangkok, você pode usar: skytrain/metrô, táxis, tuk tuks e barcos. O Skytrain BTS te leva em alguns pontos da cidade e o metrô MRT a outros. São rápidos, te livram do trânsito infernal de Bangkok, são econômicos, custam em torno de 1,50 à 4,50 reais dependendo da distância, mas, não te levam a todos os pontos de interesse da cidade. Então depende de você estar por perto de uma estação e o local onde você for também estar perto de uma. O Skytrain e o metrô se conectam em algumas estações, aumentando o raio de atuação na cidade. Falarei mais pra frente alguns pontos da cidade onde você pode ir usando estes meios de transporte. Táxis e tuk tuks circulam por toda Bangkok, e na verdade antes de você pensar em chamar um táxi ou tuk tuk, já vai ter um cara na sua frente falando: Táxi?. Eles estão por toda parte, coloridos: rosa, azul, verde... Não sei precisar qual o mais barato, algumas vezes táxis foram mais baratos, outras vezes tuk tuks. Os táxis tem ar condicionado, que será um paraíso no calor infernal que faz em Bangkok. Achei os Tuks tuks mais ágeis no trânsito. Independente do transporte que escolher, não esqueça de negociar o valor da corrida antes da viagem. Tente sempre um táxi com taxímetro, mas a missão não será fácil. Barcos são bastante usados em Bangkok, eles vão e vem pelo principal rio da cidade, o Chao Phraya. Eles tem todo um sistema “organizado”, linha verde, laranja...mas, eu não achei nada fácil usá-los. Na verdade nós o usamos uma única vez só para testar. Primeiro que o píer, que são as estações onde se pega esses barcos são uma bagunça no sentido de não achar quem falasse inglês ou alguém disposto a ajudar. Já vi relatos de pessoas que usaram e gostaram. Eu achei bagunçado e não tive paciência. É barato, coisa de 50 centavos de real por trajeto. Em Chiang Mai não tem metrô, mas você pode usar táxi, tuk tuks e os famosos, por lá, Red cars ou Songkran. Os Songkrans, que são carros vermelhos com a carroceria aberta e que pode levar de uma vez cerca de 10 pessoas, geralmente é a forma mais econômica de ir a pontos de interesse em Chiang Mai, como Tiger Kingdon, Zoológico e Templo Doi Suthep. Eles estão por toda parte. Quando você avistar um, basta acenar, perguntar para onde vai e negociar o preço. Em Krabi e Koh Phi Phi você usará dois tipos de embarcação: Long Tails Boat (mais lento e mais barato) ou os Speed Boats (mais rápidos e mais caros) para ir às ilhas. Nos passeios às ilhas você poderá escolher se quer ir com um ou com outro. Com o Speed Boat os passeios ficarão mais caros, mas, você acaba ficando mais tempo nas ilhas. Prostituição Esse aspecto na Tailândia é bem aflorado, digamos assim. Por lá existem os Ladys Boys, que nada mais são que garotos que fazem a operação de mudança de sexo, ou não, e trabalham com “programas”. Existem 3 pontos específicos de prostituição em Bangkok, os Red Light Districts, que você pode ir para simplesmente turistar, ou não. São eles: Nana Plaza, Soi Cowboy e Patpong. Nesse último é onde você pode acompanhar os shows de pompoarismo, os famosos Ping Pong shows. Se você não sabe o que é isso, faz uma pesquisa rápida aí no google e descobre kkk. Nós fomos ao Nana Plaza, contamos a experiência mais pra frente. Seven Eleven Galera, Seven Eleven, guardem este nome, ele será sua salvação em dias de economia. Na minha opinião, você que está planejando sua viagem para a Tailândia, não deveria se preocupar em reservar hospedagem com café da manhã incluso. Muito provavelmente haverá um Seven Eleven perto de você (tipo, em cada esquina) com refeições baratinhas. Não só refeições, mas também itens de higiene entre outros. O Seven Eleven me lembra muito essas lojas de conveniência de postos de gasolina aqui do Brasil, mas muito mais completo. Diversos tipos de sanduíches (de 1,80 a 3,50 reais) à sua disposição que são esquentados na hora pelo simpático atendente. Diversos tipos de bebidas quentes ou frias em máquinas onde você mesmo se serve. Eu falei em café da manhã, mas você também pode comprar seu almoço por lá. Há diversos tipos de “pratos feitos” (em torno de 4 reais) e que também são esquentados na hora para você. Docinhos fofos, salgadinhos, sorvetes, iogurtes, muita coisa diferente e baratinha pra você ser feliz nessa viagem. O Seven Eleven não é uma loja exclusiva Tailandesa, também há lojas nos EUA, Japão, alguns países da Europa entre outros. Algumas delícias diferentes que encontramos na Tailândia. Yakult de 1 Litro, já pensou? Na Tailândia você encontra facilmente, em qualquer Seven Eleven. Sorvete, tipo esses cornetos sabem, de Kit Kat. Chocolate Kit kat de chá verde. Não imaginava, mas é bom. Tortinha do Mc Donalds de Abacaxi!!! Tem de milho também, mas eu adorei a de abacaxi. Pad Thai, um macarrão na chapa, isso mesmo na chapa, com frango, camarão, ovo, ou do jeito que você desejar. Pancake de banana com Nutella!! Uma massa tipo de crepe, na chapa, com banana cortada e nutella. A sobremesa perfeita por lá. Suco de Romã. Tem Romã no Brasil, nem é difícil de achar, mas nunca tinha tomado suco de romã. Cara, no calor que faz por lá, isso desce muito bem e é muito saboroso. Internet Móvel Caso tenha interesse de ter internet no seu celular desbloqueado para postar suas fotos e vídeos e etc, saiba que você pode ter tudo isso facilmente, e não por muito. No próprio aeroporto de Bangkok (Suvarnabhumi) procure pela lojinha da True Move. Assim que cheguei à loja, me apresentaram alguns planos de chips para turistas. Optei pelo mais barato, custou 300 Baht, uns 30 reais na época. Esse plano vinha com 1,5 GB de internet 3G/4G, duraria até um mês e caso eu a usasse toda, poderia comprar créditos adicionais. Lá na loja você entrega o celular na mão deles e em 3 minutos te devolvem já com o chip e a internet bombando. O que eu achei? Perfeita, funcionou em toda a Tailândia, inclusive nas ilhas. Humilha a internet móvel brasileira. Postei fotos, vídeos, fiz ligação pelo Whatsapp, Skype, fiz todos meus checkins de vôos online pelo celular e ainda tinha internet quando fui embora. Muitas vezes melhor que o próprio wifi fornecido pelos hotéis. Nesse plano você também ganha alguns minutos para ligação, mas não cheguei a usar. Moral da história, vale muito a pena!! Quando ir para a Tailândia A melhor época de viajar para a Tailândia é de Novembro a Abril, o tempo é mais seco, a probabilidade de chuva é menor. De Maio a Outubro, principalmente de Junho a Setembro é a época das monções, é a época que pode chover muito, veja bem, pode. Se você pesquisar um pouco vai ver relatos de pessoas que viajaram em julho e pegaram o tempo super bom, sol e tudo mais. Assim como teve gente que viajou em janeiro e pegou tempo ruim. Mas no geral a Tailândia é um pais quente, sol forte, calor infernal. Prepare-se para suar muito. Mas como foi o clima durante a minha viagem? Graças a Deus, não peguei uma chuva sequer, muito sol e calor, houve apenas uma manhã que estava meio nublado em um passeio às ilhas, mas na hora do almoço o sol abriu contrariando todos os sites de meteorologia que eu via na internet pois segundo eles meus dias em Krabi e Koh Phi Phi seriam de chuva e trovoadas, já tava quase chorando. O que levar? Preciso de visto, vacina? Informações gerais. Eu e minha esposa fomos com uma mala cada, dessas de rodinhas mesmo, do tamanho permitido para levar em cima do avião, sabe?! O que eu posso aconselhar aqui é que você leve o mínimo possível, roupas leves, um único sapatinho leve. Os barcos que fazem os passeios para as ilhas te emprestam, sem nenhum custo, snorkel. Nem com isso você precisa se preocupar. Outra coisa, esqueceu alguma roupa, ou levou pouca. Relaxa!! Você está em um país onde roupa é bem barata, compre camisetas e bermudas por lá. Leve seus remédios básicos. Eu não tive problemas com as toalhas e roupas de cama dos hotéis. Brasileiros não precisam de visto para entrar na Tailândia, você só vai precisar da vacina contra a febre amarela. Informe-se na sua cidade como tomar esta vacina e depois ter o certificado internacional da Anvisa. Normalmente é coisa rápida que você faz na hora. Resumindo seria assim: só não esqueça seu certificado de vacina e seu dinheiro, o resto você se vira por lá. Por lá a oferta de lavanderias é grande, você vai pagar cerca de 4 reais para lavar 1 kilo de roupas. As tomadas na maioria são como as nossas, as antigas, duas entradas arredondadas. Leve também uma maquina fotográfica para registrar as tantas belezuras que vai ver por lá, né. Eu levei uma Gopro Hero 3 Black, com acessórios e uma Nikon D5100 com duas lentes: 18-55 e a 50mm. Levei um Hd externo também, de vez em quando eu ia em alguma lan house e descarregava as fotos das máquinas. Brasileiros não precisam de visto para entrar na Tailândia, você só vai precisar da vacina contra a febre amarela. Informe-se na sua cidade como tomar esta vacina e depois ter o certificado internacional da Anvisa. Normalmente é coisa rápida que você faz na hora. Resumindo seria assim: só não esqueça seu certificado de vacina e seu dinheiro, o resto você se vira por lá. Leve também uma maquina fotográfica para registrar as tantas belezuras que vai ver por lá, né. Eu levei uma Gopro Hero 3 Black, com acessórios e uma Nikon D5100 com duas lentes: 18-55 e a 50mm. Porque eu fiquei em Krabi? Na verdade a primeira coisa que você tem que decidir é se você quer conhecer: 4 islands, Hong Islands, James Bond islands, Similan islands. Veja as fotos e vídeos, se gostou e decidiu ir nesses lugares, agora é hora de decidir aonde se hospedar para ir a estes lugares: Krabi, Phuket ou Raillay Beach. A distância desses passeios para Krabi e Phuket é praticamente a mesma, isso não é o ponto a se pensar, e sim o local. Krabi é mais família, menos agitada. Phuket é mais agitada e falam da prostituição por lá que seria bem disseminada. Não fui em Phuket, não posso falar, optei ficar em Krabi. A praia de Ao Nang em Krabi, de onde saem os passeios para estas ilhas não é das mais bonitas, bem feinha na verdade. Mas a cidade é bem equipada em hotéis e comércio para seus dias por lá. Outra opção que eu não poderia deixar de falar é Raillay Beach. Muitas pessoas tem optado tomar esta praia como base para estes passeios. Raillay Beach é uma praia que fica a +-10 minutos de barco de Ao Nang e também tem ótimas opções de Hotéis, mas um pouco mais salgados. É a opção mais calma e mais linda! Eu optei por Krabi por ter achado mais opções de hotéis e achar o comércio por lá mais amplo. Não tenho do que reclamar, acho que Krabi, Raillay ou Phuket é questão de perfil. O importante é que esses três lugares casam super bem no seu roteiro com Koh Phi Phi, uma das mais lindas ilhas da Tailândia. Em que região ficar em Bangkok, Chiang Mai, Krabi e Koh Phi Phi? Em Bangkok eu te aconselho a ficar na região da Rua Khao San Road, que é uma região dos mochileiros, independente de como é seu perfil. Pela região a ofertas de hotéis é bem diversificada, vai de albergues a hotéis tops de linha. A Rua Khao San Road em si, é bem bagunçada, depois das 21hs é uma balada a céu aberto, difícil de andar. Se preferir você pode ficar por perto da Khao San Road mas em um local menos barulhento, uma rua chamada Rambutri. Charmosa, mais calma, com restaurantes bem lindos e modernos, a Rambutri é paralela a Khao San. Pela região tem de tudo. Os preços de comidas, hotéis, roupas são muito bons. Não tem estação de Skytrain por perto, a estação mais próxima se chama Phaya Thai, da Khao San até a Phaya Thay você gasta algo em torno de 7,50 reais em um táxi com taxímetro e de 10 a 15 reais sem taxímetro. Da Khao San Road você também pode visitar a pé tranquilamente os principais templos da cidade, que inclusive são um dos passeios imperdíveis em Bangkok. A cidade de Chiang Mai me fez ter muitas dúvidas em relação a qual região ficar. Chiang Mai tem uma região que é cercada por um muro, em forma de quadrado, em cada lado desse quadrado há um portão (os gates). Na verdade antes de chegar em Chiang Mai achava que o quadrado era 100% cercado por muro, mas na verdade não é não, existe apenas algumas ruínas do muro em algumas partes. Eu fiquei em uma região que achei perfeita, é a região do “Tha Phae Gate”, próxima do Night Baazar (mercado que funciona todas as noites exceto domingo) e do Sunday Market (Feira gigante que ocorre aos domingos). O local também é rota de grande fluxo de transporte, além de ser lotada de comércio, restaurantes, e fast foods como: Mc Donalds, Burguer King, StarBucks e etc. No mapa abaixo, está circulada a região do Tha Phae Gate, área que indico você a se hospedar, não é que não tenha outras áreas boas, mas fiquei nessa e indico. A linha vermelha é onde ocorre a Sunday Market. Em Krabi, na hora que você for procurar hotéis, busque por Ao Nang, e não Krabi Town. Krabi Town é longe da praia, de onde saem os passeios. Já na região de Ao nang, que é a região praiana, é onde você terá várias opções de agências para fechar seus passeios, restaurantes, câmbio e etc. Talvez não seja essencial ficar tão próximo a praia, até porque a praia de Ao Nang não é linda, e no dias dos passeios as vans te buscam e te deixam no Hotel. Eu fiquei bem próximo a praia, foi legal, acho que a gama de comércio é melhor por lá, mas não é crucial ficar tão próximo a praia se não conseguir nenhum hotel interessante ($$) por lá. Koh Phi Phi é uma ilha não muito grande onde a base hoteleira fica entre duas praias: Tonsai e Loh Dalum Bay. Acho interessante você ficar nessa região. Tanto faz em qual das duas praias. Pra sair de uma praia e chegar a outra você vai caminhar uns 4 minutos. Elas são opostas e são ligadas por uma rua principal. A praia de Tonsai é a praia por onde os barcos chegam, você vai chegar por ela. A praia não é tão bonita quanto Loh Dalum Bay, que é onde a galera toma um sol e onde tem os bares mais movimentados a noite. Existem alguns hotéis que são afastados deste “centro” que eu não indico ficar, a não ser que você queira aquele sossego total, exclusão total. Tem hotéis afastados que só te permitem chegar no centro de barco, então pesquise direitinho isso na hora de fechar seu hotel. Não achei a ilha de Koh Phi Phi tão agitada, barulhenta. Tem uma parte específica em Loh Dalum Bay que é mais barulhenta com bares, shows de pirotecnia, baladas, Muay Thay e similares. Como é o contato com os animais na Tailândia. O turismo baseado em animais é grande na Tailândia. Por lá é possível você interagir com elefantes, tigres, cobras, macacos e mais uma porção de animais exóticos. Não quero iniciar aqui qualquer polêmica à respeito de possível abuso aos animais. De modo informativo digo que por lá, se tem algum tipo de IBAMA, é bem mais maleável que por aqui. Por lá existem fazendas de Elefantes e Tigres. Na minha opinião pessoal, achei que os Elefantes são bem tratados, acredito que estão melhores do que se estivessem soltos, quem sabe a mercê de caçadores. Quanto aos Tigres não me pareceram dopados como alguns dizem, mas não fiz um antidopping no bicho também. É bem comum por lá, você ver algum camarada pelas ruas, com algum animal exótico, oferecendo-o para você tirar foto, claro que por alguns Bahts. Por exemplo, quando fui tinha um cara que todas as noites ele ficava na Khao San Road com um camaleão gigante oferecendo-o para você tirar uma foto. No Mercado Flutuante havia comércio de fotos com cobras e Slow-Lóris, entre outros. No Zoológico de Chiang Mai, você pode alimentar livremente alguns animais como Hipopótamos, Girafas e Veados, além de ver, esses apenas ver, Pandas e Coalas. O comércio de animais no Chatuchak Wekeend Market em Bangkok também pode chocar alguns. Por lá você encontra a venda, em gaiolas, cães e gatos de raça, além de esquilos voadores, macaquinhos, ratinhos, coelhos entre outros. Até vender animais...ok, o negócio são as condições. Eles ficam no calor infernal que é aquele Mercado, em gaiolas muitas vezes pequenas para eles. Vi cachorros grandes à venda, em gaiolas onde eles mal podiam deitar. Deu peninha. Do aeroporto de Bangkok Don Mueang até a Khao San Road. Deixa eu explicar antes. Bangkok tem 2 aeroportos. O Suvarnabhumi, é o maior, é por ele que você chegará do Brasil. O Don Mueang é menor, é o que faz voos domésticos e alguns internacionais para países próximos: Vietnã, Camboja etc. Do aeroporto de Don Mueang até a Khao San você só tem uma opção: táxi. Por lá, nem o metrô e nem o Skytrain chegam. Não sei se tem ônibus, creio que não. Já vi alguns tópicos que comentavam que existiria um ônibus por lá que faz translado entre os dois aeroportos, mas não tenho certeza. Do Don Mueang até a Khao San o táxi levará em torno de 25 minutos e custará em torno de 220 Baht. Nesse aeroporto, caso você siga as placas “Táxi”, elas te levaram à um local regularizado no aeroporto para você pegar táxis com uso do taxímetro, mas, certa vez enfrentei uma fila de quase 1 hora para pegar um desses táxis. Fato curioso, por duas vezes peguei táxi deste aeroporto até a Khao San. Nas duas vezes o valor no taxímetro deu 220 Bahts, mas em uma das vezes o taxista nos levou por um caminho com pedágio, tive que pagar 50 Baht a mais. Se o taxista passa por pedágio, o passageiro que paga. Do Aeroporto de Bangkok “Suvarnabhumi” até a Khao San Road. Você pode ir de táxi ou Skytrain. Confesso que não sei passar a informação se tem ônibus que ligue o aeroporto a cidade. O aeroporto é um tanto afastado da cidade. Galera, eu não decorei caminhos, se é à direita do desembarque ou esquerda, eu diria para você seguir as placas, não tem segredo, achei o aeroporto bem sinalizado, placas em inglês e Tailandês. Caso queira ir de táxi, tente procurar um com taximetro. Se conseguir, deverá pagar algo em torno de 300 Baht. Caso não consiga, você deverá pagar algo em torno de 600 Baht. O trânsito em bangkok é terrível, dependendo do horário, você pode levar até 2hs do aeroporto à Khao San. Caso decida ir de Skytrain, o que eu aconselho, é simples. Siga as placas (Skytrain BTS. Lembro que desci umas 3 escadas rolantes, por aí). Chegando lá, você vá no guichê e compre sua passagem para a estação Phaya Thai, linha azul (você pode comprar na máquina também, mas se não me engano ela só aceita moedas). Esqueça a linha vermelha, ela não vai até Phaya Thai. O valor é de 45 Baht. Você ganhará uma ficha, que te dará acesso a área de embarque do Skytrain, guarde-a pois você precisará dela para sair depois. Comigo o trem demorou uns 5 minutos para chegar e 20 minutos até a estação Phaya Thai, essa linha vai parando em outras estações, fique atento à sua. Chegando na estação Phaya Thai, desça para rua e pegue um táxi ou tuk tuk até a Khao San. Se conseguir um táxi com taximetro, pagará +-75 baht, caso não consiga, por 150 Baht eles te levam, claro que eles vão te pedir mais de início. A massagem Tailandesa. Ahhh, esse é o país da massagem. Por lá você facilmente vê pessoas na rua oferecendo massagem, que em muitos lugares são feitos nas ruas mesmo em caminhas. Os preços das massagens diferem dependendo da cidade. Em Bangkok na Khao San Road, 30 minutos de massagem custa 150 Baht, em Chiang Mai, cheguei a encontrar por 70 Baht os mesmos 30 minutos. Nas ilhas de 200 Bahts para mais, dependendo do estabelecimento. A massagem mais comum é a Foot Massage, que promete recuperar seus pés após um dia cansativo de passeio, e recupera mesmo. Mas não é só massagem no pé não, o local do seu corpo a ser massageado você escolhe. Se você preferir, tem até massagem com “Happy Ending” kkkk. Tem por lá também a Fish Massage. Dão muita cosquinha, mas seus pés saem parecendo que foram lixados. Olha a foto!!!
  18. Muito bom relato, Paula. Estou indo para a Tailândia em dezembro, então sua planilha vai me ajudar muuuito. Agradeço se me mandar: [email protected] Bjão!!
  19. Se você também puder me dar uma idéia de como estavam os preços para alimentação, fast food, comida de rua, seven eleven e etc, agradeço.
  20. Fala Tiago, beleza? Que vídeo irado. Estou indo em dezembro pra Tailândia, a ansiedade só aumenta. Queria ver se vc sabe, lembra, dos preços dos passeios abaixo para ajudar no meu cronograma financeiro. - Passeio a Maya Bay -Passeio a 4 islands -Hong Island - Mercado flutuante ...E outros que vc tenha feito Obrigado!!!!
  21. Rapaz já vou colocar Wang Long aqui no roteiro. Quanto a mala eu me referia a que vc comprou no MBK Mall que vc citou ser mais barata que na Khao San Road. Era metalizada, 4 rodinhas e de que tamanho mais ou menos?? Obrigado!!!
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