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voluti

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Sobre voluti

  • Data de Nascimento 16-07-1983

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    Argentina (Buenos Aires)
    Uruguai
    Peru (Lima, Arequipa, Cusco, Aguas Calientes e Machu Picchu)
    México (Cidade do México)
    Chile (Santiago e Ilha de Páscoa)
    ______________________________________
    Recife
    Olinda
    Belo Horizonte
    Santo Antônio de Pádua
    Teresina
    Juiz de Fora
    Porto Alegre
    Florianópolis
    Caxambu
    Pelotas
  • Próximo Destino
    Buenos Aires (novamente)
    Lago Titicaca
  • Meus Relatos de viagem
    Ilha de Páscoa - 06/2013
    http://www.mochileiros.com/ilha-de-pascoa-06-2013-t85706.html
  • Ocupação
    Professor
  1. voluti

    Ida Santa Cruz - Sucre de avião, ônibus ou trem

    Ana, Estou montando o meu roteiro de viagem para Janeiro e também pretendo fazer o percurso Santa Cruz - Sucre de avião. No entanto, não consigo abrir a página da Amaszonas e nem fazer algo além do que ver a disponibilidade de voos da TAM. Pelo visto, terei que ficar com a BoA. Ela apresentou o melhor custo x benefício? O preço variou muito? Conseguiu comprar aqui mesmo ou apenas na Bolívia? Obrigado, Guilherme
  2. Está aí algo que não imaginava. Obrigado, vou testar os três modos para ver a diferença.
  3. voluti

    Mochilas QUECHUA

    Companheiros/as, Estou interessado em comprar blusa (http://migre.me/jkyes) e calça (http://migre.me/jkyh0) térmicas da Quechua. Não sou adepto a esportes radicais, quero apenas peças que me permitam uma boa viagem de férias em Junho, no deserto do Atacama. Para este perfil de viagem, estas peças devem atender às necessidades? Vocês que possuem mais experiência, o que acham? Já fui recomendado a comprar roupas de frio em Santiago, mas tenho minhas dúvidas se acharei peças com preços melhores do que o das peças acima: R$ 59,00 cada peça. Ademais, não teria tempo de bater perna em busca de melhores preços. Se puderem me auxiliar, fico grato. Um abraço, Guilherme
  4. Fotos incríveis... Estou montando o meu roteiro também, pegando dicas. Infelizmente não terei tanto tempo, apenas 7 dias.
  5. Obrigado. Bom saber que alguns tiveram mais sorte que eu. Ainda assim, foi a melhor viagem do ano! Já estou pensando em qual será o destinho marcante de 2014. Passagens para Tailândia já estão compradas.
  6. Vá! É super legal, vale muito a pena. Muito mesmo!!!
  7. Obrigado! A vivência foi fantástica. E creio ter feito parte do que queria: fotografar. Só agora consegui colocar o restante das fotos que havia planejado. Um abraço.
  8. voluti

    Ilha de Páscoa - Roteiro Resumido

    Excelentes mapas, Fellipe! Não consegui ir ao Poike, a chuva não deixou... rs!
  9. Fellipe, A cada dia que passa mais tenho convicção que o mundo está aí para ser vivenciado, independentemente do que recomendem os guias turísticos e os pacotes fechados. Quero tanto mochilar na Europa quanto quero conhecer os vilarejos do Cambodja. E assim a gente vai conhecendo o mundo dos homens no que mais belo há: a diversidade. Excelente comentário! Compartilho da sua opinião!
  10. Putz! Eu estou para postá-las no Flickr, mas queria editá-las antes. No entanto, estou apanhando para fazer isso. Acabei postando-as sem editar.
  11. Reflexões posteriores Quanto mais eu conheço a America Latina, mais vontade eu tenho de conhecer. Eu acho incrível como nosso olhar está sempre muito voltado para fora, para além do nosso continente. Muitos de nós, brasileiros, nem nos apercebemos que temos um universo a descobrir com nossos vizinhos. Alguns tratam as viagens para a América Latina como um destino menor, desqualificando os locais e as experiências. É uma lástima. Temos tanto a vivenciar em Paris como temos em Cuzco. Londres é tão especial quanto a Cidade do México. Natal é tão encantadora quanto Varadero. Temos um mundo a desvendar e a viver. Estabelecer fronteiras e hierarquias é apenas expressão de um colonialismo que insiste em manter a distância entre as Metrópoles e as Colônias.
  12. Viagem de volta Diferentemente da minha última viagem, feita para o México em dezembro de 2012, desta vez eu voltei plenamente realizado. Tinha concretizado um sonho de infância: ver os famosos Moais. Havia aprendido um pouco mais sobre mochilar, esta difícil e gostosa arte. Também havia aprendido com a simpatia dos moradores da ilha, aos quais são muito grato pelo carinho. Também aprendi um pouco sobre como alguns brasileiros agem no exterior, um tema que ainda vou amadurecer para postar aqui no http://www.mochileiros.com. Decolamos às 12:15. Após um pouco mais de 4 horas de um voo tranquilo, chegamos ao Rio às 17:30, hora local. Fim de viagem! Início de novos sonhos e planos de mochilar pelo mundo.
  13. 7º dia Malas arrumadas. Hora de seguir para o mercado de artesanato e comprar coisas. É agora ou nunca. Como deixei para última hora (estratégia de sobrevivência, não queria gastar com presentes recursos que eu poderia precisar na ilha), fui muito pragmático nas minhas escolhas. Já sabia qual loja vendia o Moai de pedra que desejava, assim como os demais presentes. Comprei tudo em menos de uma hora. Retornei ao hostel, me despedi das proprietárias e segui em direção ao aeroporto de taxi. *Não taxímetro na ilha e nem exclusividade no uso do taxi. Assim sendo, você pode ter que dividir involuntariamente o seu taxi com outro passageiro. Os valores também são sobrados segundo a sua cara. CL$ 1000 é o preço padrão para moradores. Já o preço padrão para o deslocamento de viajantes em Hanga Roa é o dobro, mas é negociável. Centenas de pessoas embarcando em direção a Santiago. Foi a primeira vez que encontrei o grupo de brasileiros com os quais, inicialmente, faria a viagem. O voo foi super tranquilo. Embarcamos às 13:10 e chegamos ao destino às 20:00. Um frio cortante em Santiago. Peguei o serviço de deslocamento da Transvip (http://www.transvip.cl/), por US$ 12, e segui em direção ao Andes Hostel (http://www.hostelworld.com/hosteldetails.php/Andes-Hostel/Santiago/16290?source=googleadwordshostelsbynamebroadbff&KID=478648&AID=2&sub_keyword=andes%20%2Bhostel%20santiago&sub_ad=b&sub_publisher=ADW&gclid=CPKKltD1hrkCFVCf4Aod1CwA_Q). Hospedagem excelente, preço ótimo. Devidamente alojado, fui ver um pouquinho de Santiago já que retornaria ao Brasil na manhã seguinte. Não me distanciei muito da região de Museu de Belas Artes, mas gostei do que vi. Jantei em um restaurante chinês e tomei sorvete numa noite seca de inverno andino, por volta de 8ºC. Estava achando tudo barato depois de uma semana na Ilha de Páscoa. Retornei ao hostel e fui dormir satisfeito pela jornada que chegava ao fim.
  14. 6º dia A minha semana já se aproximava do fim, iria embora no dia seguinte. Era preciso otimizar o meu tempo e ainda não havia visitado um dos locais que mais desejava conhecer quando planejei a viagem: Orongo e sua via cerimonial. Como já havia sacrificado à autonomia no dia anterior, contratei os serviços da mesma empresa de turismo no dia seguinte. Comprei dois produtos distintos. O primeiro faria o percurso Puna Pau, no interior da ilha, o local no qual se fabricavam os Pukões, os chapéus utilizados na cabeça dos Moais; seguido do Ahu Akivi, a única plataforma de Moais no interior da ilha, referente aos primeiros viajantes, localizados na direção da Polinésia; e, por fim, Ana Te Pahu, uma caverna utilizada como residência e também como área de plantio, uma estratégia bastante interessante. Desse percurso, o menos interessante foi a visita a Puna Pau. Além do dia não estar ensolarado como o anterior, não há muito que se ver por lá. O Ahu Akivi e o entorno de Ana Te Pahu são mais interessantes. Voltamos a Hanga Roa. Segui direto para o museu da cidade. Simples. Numa ilha em que o patrimônio histórico está nas ruas, a céu aberto, ser um museu é uma tarefa impar. O museu se propõe a organizar as informações, montar uma narrativa histórica e geológica da formação da ilha e de sua cultura particular. Com pequenos objetos cerimoniais e da vida cotidiana, o museu talvez deva ser o primeiro local a ser visitado em um roteiro menos conturbado como foi o meu. Ele ajuda a entender melhor o que se verá a frente. Esse lacuna foi suprida nas minhas visitas com o auxílio de um livro que conta a história da ilha adquirido ainda em Santiago e devorado nas minhas noites no hostel. *Uma prática recorrente dentre os visitantes da ilha é carimbar o passaporte em diversos locais. O museu tem o carimbo mais bonito, mas é possível carimbar o passaporte em Orongo, na biblioteca, nos Correios (o carimbo mais legal) e na entrada de Rano Raraku. Retornei a Haka Honu, o meu restaurante favorito para tomar sorvete, voltaria adiante para jantar. Após o sorvete, recebi uma carona do simpático gerente do Haka Honu e fui aos mercados de artesanato. Era hora de fazer pesquisa de preço para comprar lembranças. Confesso que numa viagem de custo tão elevado, não tinha a pretensão de fazer compras. No entanto, como sempre faço quando viajo, era preciso comprar um presente para mim, algo que fizesse com que eu revivesse aqueles dias quando retornasse. Eu queria um Moai de pedra. Os preços variavam muito, a qualidade também. Vi preços, mas não comprei nada naquela tarde. Tinha que voltar ao hostel, a guia ia passar para me pegar e irmos visitar Orongo. Como estava uma tarde quente, o grupo que iria para Orongo desistiu e resolveu seguir para Anakena. Cabe o registro positivo quanto ao fato da Kia Koe Tour não ter cancelado o serviço contratado por ausência de público. Na verdade, fomos apenas eu e Ana (a guia) para este tour. :'> Ficaria mais feliz se estivesse com o grupo, mas tudo bem. Não é tão ruim ter uma guia particular. A primeira parada foi em Ana Kai Tangata, uma caverna repleta de pinturas rupestres, a beira-mar, escondida do visitante mais distraído. Os motivos desenhados na caverna referem-se a Tangata Manu, ou homem pássaro, uma referência às competições clânicas pelo governo da ilha já no declínio do modelo monárquico tradicional. Logo após a caverna, seguimos em direção a Rano Kau e Orongo. Assim como em Rano Raraku, para acessar Orongo é preciso do bilhete comprado no aeroporto. Leve o passaporte, o carimbo do parque é bem simpático. A vila cerimonial de Orongo é uma preciosidade. Restaurada com um erro grosseiro no número de portas, as casas de pedra utilizadas nos cerimoniais de Tangata Manu são lindas. Perfeitamente inseridas na paisagem. Recobertas por grama verde, na borda de um vulcão e em frente ao oceano, Orongo é um espetáculo a parte. A cratera de Rano Kau, utilizada durante décadas ou séculos como fonte de água potável e terra fértil para a o plantio, é outra referência de beleza. Do alto da cratera, uma vista deslumbrante do Pacífico e, ao mesmo tempo, uma cratera recoberta de árvores frutíferas e um lago profundo com água doce. Saímos de Rano Kau em direção ao Ahu Tahira. Este sítio arqueológico inspira as mais variadas especulações. As pedras da base do Ahu são polidas, a única estrutura deste tipo na ilha. Esta estrutura é semelhante a utilizadas pelos Incas nas suas edificações sagradas, o que gera a especulação de que o império cuzquenho tenha chegado ao meio do Pacífico e estabelecido contato com os Polinésios de Rapa Nui. Apesar de improvável que o império andino que não conseguiu avançar para além das proximidades da atual Santiago e que tinha dificuldades em manter controle sobre as tribos do litoral chileno, além de pouca expertise em navegação, tenha chegado à ilha distando mais de 4000 quilômetros em mar aberto. Torçamos para que a arqueologia nos surpreenda com mais este feito incano algum dia. Seja como for, as estruturas produzem uma série de hipóteses a respeito de um eventual contato dos polinésios com o Tawantinsuyu. Retornamos ao hostel. Banho, descanso e rua novamente. Queria jantar no Haka Honu e depois sair para dançar em um dos locais da ilha. Era quinta-feira à noite, última noite em terras Rapa Nui. Não me recordo qual tenha sido o prato, não anotei no diário de viagem. Menos ainda os valores. Mas não preciso fazer referências adicionais ao restaurante é bom e caro! Após o jantar, já tarde da noite, fiquei conversando com o gerente e a garçonete. Na verdade, apenas com ele, que havia visitado o Rio de Janeiro (e odiado), já que não entendia nada do que ela falava. Fiquei conversando com eles e bebendo. Até os ajudei a fechar o restaurante. Saímos e fomos beber. Ficamos conversando por mais algumas horas, até que a noite nos dispersou. Fim do dia em Rapa Nui. Não rolou a planejada ida a boate, mas valeu a pena passar horas conversando com os moradores locais. Nutro um super carinho por estes dois.
  15. 5º dia Finalmente amanhece um dia lindo. Um sol gostoso. Ele e eu estávamos radiantes. Acordei cedo para visitar Rano Raraku (o vulcão de onde se retirava o material para a fabricação dos Moais) e Akena, a mais famosa praia da ilha. Cabe frisar que a ilha não é um paraíso tropical com praias lindas e coqueiros por todos os lados. A ilha tem origem vulcânica, só há duas praias, dois bolsões de areia. O carro com a guia chega cedo. Vamos com ele até um posto de gasolina onde a empresa marcou o ponto de encontro. Vários viajantes, diferentes países, dentro do ônibus. Este foi o melhor dia da viagem. A visita a Rano Raraku, ao Ahu Tangariki e ao Ahu Nau Nau, em Anakena, foi demais. Incrível pensar no modelo social, cultural e técnico que possibilitou a construção daquela civilização. Os antigos reis escolheram um local maravilhoso para viver, a região de Anakena. Fizemos, ademais, Aka Hanga, com um visual impar, contém as estruturas arqueológicas de uma vila cerimonial de outrora. O lugar é lindo, além de ser possível mapear a localização das antigas residências. Esta foi a primeira parada. *Em Aka Hanga há artesãos e comerciantes vendendo peças de pedra, muito bonitas, e com preço bastante convidativo quando comparado aos praticados nos mercados de artesanato no Hanga Roa. Se for visitar este local, faça pesquisa de preço antes nos mercados no centro para ver onde o custo x benefício é melhor. Logo em seguida, fomos para o Ahu Tangariki, a estrutura mais impressionante da ilha. O gigantismo surpreende. Os Moais restaurados são lindos. E, novamente, a paisagem envolta encanta. O mar atrás do Ahu e a sua frente à costa do Rano Raraku. Seguidos de lá em direção ao Rano Raraku, a fábrica de Moais. Confesso que achei alguma semelhança entre o visual do vulcão e o cenário dos Teletubbies, uma eventual viagem, mas achei. Ver os Moais ainda em processo de fabricação é ótimo, especialmente se você tive lido um sem número de bobagens com relação à origem alienígena das estruturas, como se não tivessem sido feitas ali. Foram! E as centenas de peças ainda em processo demonstram isso. Não conseguimos visitar a borda e o lago vulcânico, a administração do parque havia fechado o acesso por conta de um acidente ocorrido no dia anterior. Parece que um grupo desrespeitou as regras de segurança. Seguimos em direção ao Te Pito Kura, onde se localiza o maior Moai transportado do canteiro de fabricação até o Ahu. Peças maiores estavam em processo de fabricação ou se danificaram quando do transporte. Ademais, especula-se, que a guerra civil que pôs fim a era megalítica na sociedade Rapa Nui tenha se desenvolvido no momento em que a fabricação de peças de pedra chegava ao ápice. Ademais, nessa região se encontra o Te Pito o' TE Henua (O umbigo do mundo), uma pedra magnética gigante que, segundo a tradição, foi transportada desde a Polinésia pelos fundadores da sociedade Rapa Nui. Chegamos à região de Anakena. Um lugar lindo! O coqueiros, transportados para lá no século XX, tentam dar um ar de Polinésia Francesa ao local. Não funcionou e ainda produziu um perigo: a ameaça quanto à queda de cocos sobre as pessoas que caminham em direção ao Ahu ou a praia. Esse risco é tão sério que há guardas municipais muito avisando sobre isso aos visitantes, além de pedir que não toquem nos Moais. Isso deveria ser uma obviedade, mas não é. O Ahu Nau Nau, localizado na praia, é lindo. Não surpreende pelo gigantismo de Ahu Tangariki, mas pela beleza dos traços, o cenário praiano... Enfim, ele é lindo! Este foi um daqueles momentos em que não desejei estar com um guia em grupo. Passaria muito tempo lá do que passamos. Ficamos um pouco mais de uma hora. Eu queria mais. Tanto dias de chuva, aquele sol, praia, moais lindos e gente bonita eram um convite para admirar mais o local. Não foi possível. Ainda assim, estava satisfeito. *Em Anakena há quiosques com empanadas, saladas, peixes, carnes e massas. Uma opção mais barata que o restaurante na entrada do Rano Raraku. Logo, se você adquirir este serviço com uma empresa de turismo atente para isso. Elas vendem o pacote já com um adicional pelo almoço neste restaurante. No entanto, existe a opção de fazer um lanchinho e deixar para comer algo mais substancial quando chegar à praia. Retornamos a Hanga Roa. No caminho decidi contratar mais dois tours com a mesma empresa. Confesso que, como demonstrarei mais adiante, um deles não valeu a pena. Deixado na porta do hostel, fui descansar para sair mais tarde. Sai para ver o anoitecer no Tahai. Como foi o primeiro dia de sol intenso na semana, vários viajantes também queriam ver o mesmo. Sentados no gramado do que outrora foi uma praça cerimonial defronte aos Ahus, fiquei fotografando e vendo as lindas imagens que o pôr-do-sol pode produzir. O Pacífico estava mais lindo que nunca. O jantar foi no La Kalena, um restaurante a beira-mar, próximo ao Tahai. Atendimento excelente, como é comum nos restaurantes da ilha. Optei pelo Ceviche. Simplesmente fantástico! Terminei o dia deveras satisfeito, fazendo fotografia noturna.
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