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Felipe Arruda

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Sobre Felipe Arruda

  • Data de Nascimento 21-11-1982

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  1. Felipe Arruda

    SACO DE DORMIR - MONTE RORAIMA

    Usei um quechua de 0 a 5º quando fui. Na vila indígena passei calor, dormi só de cueca. Já no acampamento base e em cima do monte passei um pouco de frio, precisei por um flete pra ficar confortável. Custo benefício só se pegar o mais barato nessa faixa de temperatura. PS: Leve um isolante melhor que o EVA pois a gente dorme na pedra. Quem levou os de 3cm de espessura ou maiores se deram bem.
  2. 11º dia, Sábado, 04/06: Cambará do Sul/RS > Bento Gonçalves/RS - 190km Roteiro do dia: Sair bem descansados de Cambará (10h20), abastecer o carro (sendo assaltados pelos postos do sul) e ir para Bento Gonçalves. Abastecidos e com pneus calibrados, pegamos estrada. Fomos via Lajeado Grande. Nenhuma novidade sobre a estrada. Uma pista de mão dupla. Pneu Furado: Para garantir um combustível mais barato resolvemos abastecer em Caxias do Sul. Eis que o frentista nos mostra que o Pneu dianteiro esquerdo estava murcho. Resumo: Furo lateral e o borracheiro do posto não estava. Trocamos pelo estepe e fomos procurar um borracheiro no google. Depois de 3 telefonemas achamos um aberto. Preço do reparo reforçado: R$20 (Era 15, mas pedi pra reforçar). Consertado em 20 minutos. Deu até para almoçar do lado da borracharia. Considerando os km de estrada de terra rodados e o carro ser um Fit, ainda me sinto no lucro. Bento Gonçalves: Tínhamos duas vinícolas pra visitar hoje e o contratempo do pneu não atrapalhou. Começamos pela Don Laurindo(Recomendação da colega de minha noiva). Degustação grátis se você levar um vinho. Degustamos e levamos uma garrafa do que mais gostamos. Em seguida fomos para a Miolo. Super Mega lotada. Gigantesca. Tours todos cheios. E daí? A loja estava liberada(mas não compramos nada) e o “jardim” deles é um parque imenso que estava cheio de gente passeando, fotografando, comendo e bebendo. Vale muito o passeio. Pena que não pudemos degustar o vinho. Por fim fomos para a Cave de Pedra. Já gostei do lugar só de parecer um castelo. Eles fazem um passeio por R$30 que é revertido uma parte em compras. Eu não entendo nada de vinhos e aprendi muito sobre todas as etapas. Pudemos degustar os vários tipos e o valor era bem atrativo. Foi ela que escolhemos para presentear a família. Pousada Villa Delfiori: Uma pousada grande e barata. Só que por causa de algum duplo evento, estava superlotada. A TV não funcionava, o wifi não pegava e o quarto parecia mofado. Pelo menos conseguimos pedir uma pizza para jantar e foram solícitos nos dando pratos e talheres para comer no quarto. É uma pousada barata mas acho que não estavam preparados para uma superlotação. Daria uma segunda chance mas a avaliação dessa vez não foi muito boa pra eles no booking. 12º dia, Domingo, 05/06: Bento Gonçalves/RS e Gramado/RS Depois de um café rápido e check-out, saímos às 9h da manhã e fomos para a única vinícola aberta a essa hora: Cooperativa Aurora. Um quarteirão inteiro. O Tour muito bom e degustação inclusa (gratuita). Recomendo pelo tour e pelo suco de uva. Mas depois de degustar outros vinhos no dia anterior, os da aurora não desciam de jeito nenhum. Não somos bom entendedores de vinho. Mas com várias degustações pela cidade você encontra o seu gosto e aprende a diferenciar os bons dos ótimos e começa a rejeitar os ruins. Contudo, se você quer presentes baratos e lembrancinhas, essa é a loja. Só um detalhe, praticamente tudo deles você encontra em São Paulo. Casa Madeira e Casa Valduga: Ambas são do mesmo dono. A casa madeira fomos pela geléia de uvas viníferas que encontramos na Cave de Pedra. Valeu a visita. Levamos várias, deliciosas, diferentes e ainda uma Cerveja IPA Leopoldina. Do lado dela entramos na Casa Valduga. A visitação tinha acabado (a gente ganha uma linda taça de cristal pagando a visita, vale o preço) mas a degustação é liberada. Sem taxa! Só digo uma coisa, visitar a degustação na Casa Valduga é obrigatório! Eles tem uma seleção enorme de vinhos. Não da pra provar todos. Eu testei as variantes de Cabernet Saugvinon na ordem de preço. Foi nessa hora que entendi a diferença dos vinhos! Minha cunhada amou o Villa Lobos 2010. Tanto que o pessoal bobeou e ela na maior cara dura fez “refill” na taça dela umas 4x. Sim, ela saiu bêbada. Bêbada com vinho de R$120,00! Levei um cabernet abaixo. Muito bom também. Hoje me arrependo e deveria ter levado o Villa Lobos! Dal Pizzol: Outra que nos recomendaram. Vinhos leves, frutados, deliciosos. Não são mas parecem envelhecidos no carvalho. Um preço muito convidativo pela qualidade também. Além disso o suco de uva deles, chamado “Do Lugar”, é o melhor suco de uva que já tomei. Além de delicioso tem uma textura aveludada quando tomado. Levamos uma caixa com 12! Cantina Strapazzon: Era 13h50. Muito cedo para seguir viagem. Então descobrimos uma rota chamada “Caminhos de Pedra”. Lá minha noiva lembrou que passou nesta cantina. Super receptivos, fomos recebidos para uma visita na casa original onde também foi usada para cenário do filme “O Quatrilho” e degustação de alguns vinhos deles. Não lembro o nome do senhor que contou a história mas chega a ser comovente pois ele viveu tudo que aconteceu. Dica: Faça fotos nos parreirais e olhe além dos vinhos. Eles tem muitos produtos caseiros como queijos e salames. O Suco de Uva deles também é excepcional! O favorito de minha noiva. Bento Gonçalves > Gramado: Saímos umas 15h20 via Caxias do Sul. Os 115km foram feitos em quase 2h. Muito transito e estrada de uma pista. Tem uma rota via Garibaldi mas não sei se é melhor. Por Caxias o Waze que recomendou. Mas acho que daria na mesma. Chegamos na cidade e passeamos por ela a noite para conhecer. Lá tem parquímetro. Você precisa achar um, depositar umas moedas de acordo com o tempo que precisa, paga, pega o ticket e coloca no painel do carro. Nada complicado, não é caro mas não pode esquecer de fazer. Ou seja, fique atento às placas. Depois de passear um pouco, fomos rapidamente ao hostel para descarregar as malas e ir Jantar na. Casa das Sopas: Fica anexa ao Sul Serra Hotel. Foi indicação de minha noiva quando ela foi a primeira vez. Por R$30 você tem a vontade um buffet de saladas e 5 sabores de sopas (de um total de 25 que podem alternar durante a noite). Ambiente aconchegante de meia luz, ótimo atendimento e muita sopa! Sopas deliciosas, visivelmente caseiras, com ingredientes naturais. Saí ja pensando em voltar no dia seguinte! Gramado Hostel: Pegamos o quarto triplo mas minha noiva já conhecia as acomodações coletivas. Muito boas, com equipe hospitaleira e um café da manhã bem variado. Recomendado pela localização, custo-benefício, limpeza e café! 13º dia, Segunda, 06/06: Gramado/RS e Canela/RS Mini Mundo: Primeira atração do dia. Achei a entrada cara pelo que é mas imagino que as crianças adoram e o valor é para continuar com a (eterna) ampliação da minicidade. Só voltaria se tivesse criança no grupo. Destaque para o Museu do Ipiranga. Ficou muito fiel! Rasen Bier: Sim, mais uma cervejaria artesanal. Cervejas boas mas acho que estão superfaturadas na loja. Recentemente encontramos uma em SP por apenas 2 reais mais caro. Catedral de Pedra: Praça em Canela com lojinhas. Dia frio e ensolarado que rendeu boas fotos. Entramos em uma chocolateria para ir ao banheiro. Encontramos uma placa nada amigável de “banheiro só para clientes, exceto ‘clientes de R$2,00’”. Estávamos meio desesperados e acabamos almoçando e deixando a alma lá. Só para informar, o nome da chocolateria é Caracol. Detalhe, a comida apesar de cara era muito boa. O que me irritou foi a grosseria da placa com os turistas. Passeamos pelo Lago Negro até dar o horário de minha cunhada pegar o ônibus. Fim das férias dela mas a nossa continua! Parque Estadual do Caracol: Fomos visitar o parque que fica a uns 15min de carro. Estava bem vazio. Imagino ser melhor na primavera ou verão. Tem muitas trilhas para cachoeiras, mirantes e no final umas lojinhas. A melhor trilha, mais longa e o motivo principal da ida estava desabada e interditada. Compensa ir mas verifique se já consertaram. Detalhe, esta trilha que desabou é uma longa escadaria, então reserve fôlego para voltar e vá primeiro nela. Sequência de Fondue - Chateau Dos Plátanos: Este dia também foi aniversário de minha noiva. O presente era a sequência de fondue. Fizemos uma pesquisa de preços e tínhamos uma idéia do valor. Uns R$50 por pessoa. Pesquisamos no Foursquare os melhores e descobrimos que o Chateu tinha desconto no Groupon (R$85 o casal)! Compramos e usamos na hora o cupom. Fomos a pé do hotel e aguardamos uns 30min até vagar uma mesa. Ótimo atendimento. Pedimos um vinho que conhecíamos pelas degustações e começou. Começam com fondue de queijo bem servido. Depois vem uma chapa de pedra com 2 fogareiros para grelhar carne ou frango com vários molhos a escolha. Eu não comia o de carne e serviram mais uma bandeja só com frango. Lado ruim: Por causa das duas bandejas sobrou pouco espaço pro fondue de chocolate com frutas. Comemos, mas sobrou. Tudo delicioso. Restaurante recomendadíssimo e vale até sem Groupon. 14º dia, Terça, 07/06: Gramado/RS > Joinville/SC - 604km Hotel Sky: O booking as vezes me surpreende. Como concentramos todas as nossas reservas em uma conta só, sou Booking Gold. Não sei se por isso conseguimos transformar uma diária de R$1000 em R$150. Então a dica é: Concentre s reservas em uma pessoa só. O hotel realmente é de alto padrão e tem um café da manhã GIGANTESCO. Só pra não dizer que tudo é perfeito, o hóspede não pode estacionar/trancar o carro. Só com manobrista deles. Pense na nossa tensão com o carro lotado de compras de todos os dias de viagem(Brasil né…). A estrada: Saímos bem descansados 10h30 para chegar em Joinville. 12h já estávamos na BR-101. Nosso objetivo era abastecer na BR pelo preço mais baixo do combustível. Mas a região da BR estava sem luz e passamos tensos por uns 3 postos até acharmos um (que tinha gerador). Comemos um lanche e continuamos viagem. A BR-101 é uma estrada maravilhosa com duas pistas duplas. Dava pra andar sem problemas a 110km/h na esquerda até chegarmos em Joinville lá pelas 18h30. Algo interessante é que 3 dias atrás em um posto de Cambará encontramos duas ciclistas mochileiras e um cachorro. E quando passávamos por Florianópolis as vimos na BR. Só fico curioso com o roteiro delas. Shopping Mueller: Fomos jantar no Shopping e aproveitamos para ir no cinema. Cinema ruim, 2D mas tudo bem. O problema é… O filme TRAVOU. E perto do final! Não resolveram e ainda deram desculpa de que em São Paulo também tinha esse problema. Depois de muita briga devolveram o dinheiro (queriam dar outro ingresso…). Hotel Mattes - Joinville: Reservamos no dia anterior pelo booking. Bom preço, simples, bem localizado, bom café e com estacionamento. Ótimo para viajantes. 15º dia, Quarta, 08/06: Joinville/SC > Curitiba/PR - 129km Joinville: Como bebemos boa parte do estoque de OPA Bier na viagem, voltamos para a Opa Store para reabastecer antes de seguir viagem para Curitiba. Chegamos em pouco mais de 1h30. Tour Curitiba: Chegamos 11h50 em Curitiba. Fomos primeiro caminhar no Bosque Alemão, que é um parque de mata fechada muito tranquilo. Depois fomos para a Universidade Livre do Meio Ambiente - Unilivre conhecer a área aberta a turistas. Neste dia estava tudo fechado, sem aulas. Almoçamos em um Subway pelo caminho e seguimos para o Parque Tanguá onde caminhamos bastante e deitamos um pouco. Tem dois estacionamentos por lá, um em baixo e outro em cima. De lá fomos visitar a Opera de Arame e a parte externa do Museu Oscar Niemeyer. A idéia era entrar no museu mas ele parecia gigante e estávamos cansados. Mesmo assim, do lado de fora já vale a visita. Saímos do Museu umas 15h25. Tempo suficiente para fazer checkin no Curitiba Casa Hostel(voltamos, lógico) e caminhar até o Jardim Botânico para conferir a famosa estufa e o pôr do sol. O lugar é lindo e vale como um dos cartões postais de Curitiba. A estufa é aberta a visitantes com entrada liberada. Recomendo deitar na grama e curtir o pôr do sol. 16º dia, Quinta, 09/06: Curitiba/PR > Iporanga/SP (PETAR) - 189km Estrada: Samos do Hostel 8h10 da manhã. A rota é pegar a BR-116(Régis) e pegar a entrada para Iporanga após Jacupiranga. Acabei errado a entrada enquanto procurava um posto e avancei uns 5km. Abasteci, fiz o retorno e ja estava a caminho do PETAR via Eldorado > Iporanga. Até Jacupiranga pela BR fizemos em 2h. De Jacupiranga até Iporanga são 96km de estrada “Asfaltada”, ou seja, MUITO ruim, com muito buraco e uma pista de mão dupla. Detalhe que marcamos horário com o guia e estava tentando ir o mais rápido dentro do possível pois íamos levar mais tempo que o esperado. Chegando em Iporanga ainda faltava 13km de estrada de terra até chegar no bairro Serra, onde ficava o chalé e o guia. Chegamos no PETAR: Bairro Serra 12h20, totalizando mais de 4h para rodar 189km por causa da estrada. Lá não pega celular e em Iporanga só pega se tiver VIVO ou TIM. Não achamos a agência mas fomos para a Ouro Grosso Chalés para ver se nos indicavam onde era. Descarregamos o peso do carro no quarto e fomos procurar a agência com as dicas do pessoal. Cave Atlântica: Aqui vou falar da agência. Reservei para mim e minha noiva depois de pesquisar bastante. Em grupo sai mais barato mas os grupos saem de fim e semana, durante a semana é guia particular. A agência é composta pela Creusa (que foi meu contato e super atenciosa) e pelo marido dela, Cateto, que é o guia. Só tenho elogios e recomendo a agência, que agora está fácil de achar pelo Google e GPS em https://goo.gl/maps/LwBwhDcxNxA2 Pegamos um pacote de dois dias pelos Núcleos Santana e Ouro Grosso,que vou descrever mais pra frente mas fica aqui meu agradecimento pela enorme paciência deles com alteração de roteiro e atrasos que tivemos. Para cada um, incluso entradas, guia, seguro e equipamento de segurança saiu R$186,00. Mas já adianto que para conhecer o PETAR “inteiro” você deveria reservar no mínimo 4 dias. Núcleo Ouro Grosso: Era 13h e saímos da agência com o o Cateto, nosso guia, dentro do carro. Detalhe que deixar o carro sem a carga ajudou muito na estrada de terra. Começamos pela Caverna do Ouro Grosso. É uma caverna pequena e termina (na parte para turistas) em uma cascata interna. Muito bonita, com água corrente até o tornozelo em dias normais ou até acima do joelho se derem a mesma sorte que a gente. Detalhe que fora da caverna estava frio mas a água não estava. O percurso de ida e volta levou 40 minutos. Pegamos o carro e fomos para a Trilha do Alambari por 20 minutos até chegar na entrada da Caverna do Alambari de Baixo. Uma caverna que você entra e chega na saída 40 minutos depois. Uma caverna bonita, com grandes formações e água até o pescoço (dependendo da sua altura, nem da pé). Não se preocupem que o guia ficou com a máquina fotográfica e tirou fotos nossas! Nas partes mais críticas tem uma corda para ajudar os mais baixinhos a passar. Emocionante para alguns(meu caso) mas talvez assustador para outros. Saindo da caverna paramos para secar, colocar uma camisa seca e voltar para o carro. Como estávamos perto nosso guia se despediu e foi a pé para casa. Pegamos o carro e fomos para o chalé. Ouro Grosso Chalés: Pesquisamos muitas acomodações e os preços variam pelo tamanho do grupo, época, dia da semana e se tem café da manhã. O contato com eles começou via WhatsApp e terminou por email. No nosso caso, duas diárias para duas pessoas ficou R$200. Para achar é super fácil. Chegando no Bairro Serra, continuando em frente você acha a placa deles, não tem erro. Os chalés tem cozinha, então compre sua comida antecipadamente. Local simples mas dava para descansar. Ótimo custo benefício. No bairro tem bar, mercado e restaurante. Então se esquecer alguma coisa não precisa voltar para Iporanga. 17º dia, Sexta, 10/06: Iporanga/SP (PETAR) > São Paulo - 330km Café tomado, combinamos de sair da agência 8h30 com destino ao Núcleo Santana. Mirante e Caverna de Santana: Começamos pelo mirante onde o Cateto nos mostrou algumas formações, inícios e fins de cavernas que na verdade eram uma só e outras informações. De lá fomos para a caverna. Ela é bonita e tem diversas formações com muito sobe-desce e caminhos estreitos. Nela há passagens no começo feitas para facilitar os turistas. Facilitar a não se molharem porque são bem estreitas. Levamos cerca de 1h30 para entrar e sair da caverna. Caverna do Morro Preto: A vista da entrada desta caverna é fabulosa. Ela possui bastante espaço interno e de acordo com o guia ela foi habitada por humanos. Ficamos nela cerca de 1h. Caverna do Couto: A última caverna que é um enorme corredor. Entramos por uma ponta e saímos por outra. De acordo com o guia ela foi escavada pela passagem de água. É uma caverna bonita e no final saímos em um riacho. Ficamos nela 1h10 e ainda aproveitamos a margem do rio uns minutos antes de voltar. Mudança de Planos: Deixamos o Cateto na agência umas 14h. O plano inicial era descansar para no dia seguinte voltar bem cedo pra casa. Eu estava com força para dirigir então resolvemos voltar no mesmo dia e chegar na Régis antes do anoitecer. Voltando para os chalés minha noiva cuidou do almoço e eu de carregar o carro com tudo. Até aí tudo bem, exceto pelo fato de que precisávamos pagar o restante do valor e não tinha ninguém no local! Estávamos prontos para sair as 16h40 mas ainda não havia voltado ninguém. Separamos o dinheiro das diárias bem a mostra junto com a chave no meio do chalé e um bilhete pedindo desculpas pela mudança de planos. Fechamos a porta e pegamos estrada. Quanto pegamos internet avisamos por WhatsApp. A estrada a noite: Quando chegamos na Régis ja tinha anoitecido. E esta estrada de Iporanga>Jacupiranga a noite é ainda pior pois fica difícil ver os buracos. Mas passamos, entramos no primeiro Graal, nos comunicamos com todo mundo, abastecemos e seguimos viagem. Chegamos em casa as 22h30 após quase 6h de estrada, exaustos mas felizes pela jornada concluída. Agradecimentos e Resumo de Gastos ESTE RELATO ficou maior e levou mais tempo para fazer do que imaginei no começo. Foram muitos lugares em poucos dias e tivemos pouquíssimas mudanças de planos. Pegamos informações em diversos lugares, principalmente no mochileiros.com mas muitas rotas não achamos dicas nem nada. Então se você for fazer uma parte do que fizemos aqui, espero que ajude. Segue abaixo nosso resumo de gastos da Viagem: Quilômetros Rodados: 4.918Km (Média de 289/dia) Litros de Combustível: 461L (Média de 10,6km/l de mix Gasolina/Etanol) Gasto de Combustível: R$1362,84 (R$2,95 por Litro) Gasto de Pedágio: R$277,40 Gasto com estacionamento e borracharia: R$90 Gasto com Hospedagem: R$2740,20 (Média de R$68 por dia/pessoa) Gasto com passeios/comida/uber: R$3504,00 (R$82,44 por dia/pessoa) Total de da viagem(exceto presentes): R$7.974,44 (R$3.189,77 por pessoa ou R$187 por dia/pessoa)
  3. 5º dia, Domingo, 29/05: Trem para Morretes/PR e Hard Rock Cafe Trem para Morretes: Reservamos em São Paulo. Imprimimos o Voucher no Hostel (R$3) e fomos até a rodoviária de Uber. Demos sorte porque no nosso vagão a guia parecia ter feito parte da história de Curitiba, não parava de falar e contar causos. Mesmo com tempo nublado, a ferrovia e a paisagem são os atrativos do passeio. Valeu pela somatória do trem/ferrovia/guia. E tem lanchinho incluso. Um passeio muito bom para se fazer uma vez. E só. Morretes: Pra mim, Morretes é a Paraty do Paraná. Só que com Barreado. Não sou fã de carne mas as duas que estavam comigo sim. Depois de passear pela cidade toda (que andando devagar leva menos de 1h) fomos atrás de um restaurante que sirva um Barreado típico mas não muito caro. Doce ilusão. Aparentemente tem um Cartel do Barreado então a diferença dos valores não chega a ser gritante, mas o principal desse cartel é: O Barreado é cobrado por pessoa. Então esqueça isso de um prato grande serve bem 2 a 3 pessoas. Na verdade serve, só que o preço não é rachado. Uma pena. Mas falando do Barreado, escolhemos o Restaurante Terra Nossa. Ou não fomos felizes na escolha do restaurante ou o prato não é grande coisa mesmo. Talvez eu dê uma segunda chance em uma próxima vez, mas não nesse restaurante. Estrada Graciosa: Não estava nos planos. Íamos voltar de ônibus e já tínhamos as passagens compradas para as 17h30. Mas acabamos morretes bem antes e adiantamos para um ônibus de turismo que passava pela Estrada Graciosa. Uma estrada histórica com boa parte em paralelepípedo e curvas que termina em um mirante (que não se via nada pelo tempo). Demora 1h a mais. Mesmo assim chegamos na rodoviária antes da partida prevista incialmente de Morretes. E valeu a atração extra. Hard Rock Cafe Curitiba: Queríamos conhecer o único Hard Rock Café do Brasil. E fomos lá. O Uber custou um pouco mais, quase R$20. Esse HRC está dentro dos padrões Hard Rock (conheço os de Tokyo e de Buenos Aires). Ambiente incrível e preços de Outback (esperava o quê?). Mas se comparar o preço com os HRC de fora do brasil, está praticamente o mesmo. Como esperado tem exposições originais de alguns artistas, você pode passear a vontade e pedir drinks enquanto aguarda sua vez (que no nosso caso, levou 1h). E enquanto aguardávamos ainda tivemos a sorte de ver o show dos garçons dançando ao som de Bruno Mars =D Uma vez na mesa, estávamos com fome descobrimos ser comemoração de 1 ano deles. Com isso os sanduíches estavam com preço fixo de R$28,00! Se você não estiver com o orçamento apertado: Vá pelo menos uma vez! 6º dia, Segunda, 30/05: Curitiba/PR > Joinville/SC > Rota do Enxaimel > Blumenau/SC Após o Checkout e o Café, 9h pegamos a BR101 para Joinville. Não necessariamente para a cidade mas para conhecer a OPA Bier. Pegamos um pouco de trânsito e chegamos quase 11:30. Nossa meta era ir na OPA que fica no Pórtico mas estava fechada. Em uma busca rápida no google achamos a OPA Store no centro da Cidade e fomos lá. OPA Store: O pórtico estar fechado nos deu uma vantagem: Na OPA Store as cervejas custam menos. Estocamos IPAs, Old Ales, Pale Ales… pois bem. Já adianto que a IPA deles é excelente. Rota do Enxaimel: Cerveja estocada, partimos para Pomedode pela Rodovia do Arroz. Já aviso que a estrada é de mão dupla, lenta e com pouco espaço para ultrapassagem. Enfim, estava no roteiro conhecer as casinhas de tijolos. Chegamos pouco depois das 13h. Tem muitas casas para alugar, portas abertas, ar extremamente bucólico. Fomos para conhecer mas pretendo voltar e passear de bike por lá. Pomerode: Chegamos quase 15h e não comemos nada. No pórtico compramos umas lembranças e fomos procurar um lugar para almoçar. Achamos uma padaria chamada Torten Paradies. Lá estava sendo servido um café colonial gigante e por quilo e a um preço justo. Até me criticaram por escrever “melhor lugar pra comer em Pomerode” no Foursquare (porque foi o único que fomos). Mas estava MUITO gostoso mesmo. Juro! Porcelana Schmidt: Fomos na loja de fábrica em Pomerode. Tem muita coisa em conta mas precisa vasculhar. Algumas tem defeitos de queima que não alteram nada a qualidade mas muito no o preço. Vale a pena. Minha cunhada fez um jogo de pratos de primeira. Se você tem espaço sobrando, passe lá! Loja de Fábrica Karsten: Não me critiquem. Todos precisam de toalhas. Ainda mais quando a linha anterior está com 40% de desconto e com uma parte que você paga pelo peso! Blumenau: Chegamos em Blumenau umas 17:30. Muito trânsito! Levamos mais de uma hora pra chegar na Pousada. Antes paramos rapidamente em um mercado para comprar comida já que na pousada tinha cozinha. Pousada do Galdino: Reservado pelo Booking. Bem avaliado com um único porém de ficar afastada da cidade em uma ladeira imensa. Por causa do trânsito perguntamos como fazem na Oktoberfest e responderam que o próprio Galdino faz o leva e traz dos hóspedes. A pousada é um puxadinho bem feito (e esta ampliando) com bom café e muitas acomodações com cozinha. Pelo valor e localização, é uma excelente opção custo-benefício. Obs: Reservamos pelo booking e o Galdino entrou em contato comigo para adiantar a reserva por depósito, sendo que ele tinha acesso aos dados do meu cartão pelo Booking… E no final da viagem qualificamos em 7,1. E ele veio querendo uma explicação do porquê da nota “tão baixa”! O que não achamos, já que ficamos em uma pousada ruim que avaliamos em 5 e uma outra que também era Pousada mas nos atendeu com uma estrutura de hotel e ganhou mais que 9. Lógico, sem compará-lo com Hoteis e Hostels que ficamos na viagem por se tratar de outra categoria. Mesmo assim, achei meio rude da parte dele a forma como perguntou do “Por quê” da nota. Uma pena, pois ele estaria nas minhas opções para a Oktoberfest. Depois disso, não mais. 7º dia, Terça, 31/05: Tour por Blumenau/SC e viagem até Urubici/SC Saindo da pousada as 8:30 fomos para as atrações de nosso roteiro. Começamos pelo Museu da Cerveja que é pequeno e rápido de se ver. Vale a pena assistir o filme que eles passam. Depois fomos ver a Prefeitura de Blumenau, o Castelo Havan(só por fora) e andamos na margem do rio. Para estacionar precisa comprar o vale da “Area Azul”. Compramos na prefeitura depois de procurar bastante. Então tente pegar estes vales antes. De lá fomos estocar cerveja na Bierland. Eles tem um restaurante aparentemente bom então compensa planejar o almoço lá. Não comemos porque era cedo, mas degustamos alguns chopes. O preço da garrafa é cerca de R$16. No nosso roteiro tivemos uma falha, pois a maioria das cervejarias só abrem de tarde para note. Então fomos direto para: Parque Vila Germânica: É lá que acontece a Oktoberfest. Muitas lojinhas e restaurantes, mas falarei de três que se destacaram pra mim. Bier Vila: Muitas variedades, o atendente explicou muito bem e ainda não deixou a gente levar o que a gente encontra fácil em São Paulo. Após uma longa conversa, levamos algumas e ficamos tentados a encaixar em nosso roteiro o Open Tap que eles estariam fazendo no final da viagem. Empório Hemmer: Não sabia que a Hemmer tinha tanto produto que não vem pra São Paulo. Inclusive uma cerveja IPA. Também estocamos muitas coisas como Mostarda de Bacon a R$5. Park Blumenau Restaurant: Almoçamos lá. Buffet a vontade com 1 Pint de Chopp de Trigo (500ml) saiu R$31 (inclusos 10%). Achei barato por ser um local totalmente turístico. Tomara que pratiquem esse valor durante a Oktoberfest também. Caminho para Urubici: Samos do parque lá pelas 15:30. Pegamos a BR-101 até Palhoça onde entramos na BR-282 sentido Bom Retiro. Chegamos em Palhoça as 18h e já estava escurecendo. Fizemos uma parada neste trecho pois estava um transito pesado e a estrada voltou a ser de mão dupla em pista única. Seguindo a estrada tivemos um problema com o Waze que pegou alguma entrada errada e tivemos que recalcular com o Here Maps(offline). Ficamos meio perdidos nessa hora por uns 15min pois o GPS e a realidade não batiam e as placas não ajudavam. Achando o caminho e seguimos pela estrada a noite. Tinha alguns caminhões bem lentos e muitos carros no outro sentido então a ultrapassagem estava bem limitada. Se você tem problemas com estradas assim, não vá de noite. A estrada é bem fechada pela mata e sua visão fica bem limitada, mesmo com farol alto. Perto das 20h já estávamos perto de Urubici e a estrada era bem deserta, muito tranquilo de se andar. Tão tranquilo que paramos o carro e apagamos as luzes para observar as estrelas. Estava incrível. 8º dia, Quarta, 01/06: As atrações de Urubici/SC! Urubici é uma cidade pequena mas tem muita coisa pra se fazer aos arredores. Reservamos a Pousada Aconchego pelo Booking e acho que é a melhor pousada que já fiquei na vida. Muito bem localizada, instalações novas, café da manhã delicioso, quarto limpo e camareira diária para arrumar o quarto! Melhor que muito hotel! Mas a dica de ouro é: O atendimento. Não só por serem extremamente prestativos mas por nos darem um mapa detalhado com as atrações (já que o 3G não ajudava). Esse mapa que a pousada nos deu foi melhor que nosso guia planejado pois até fizemos mais coisas. Mas vamos falar de cada atração na sequencia. Antes de sair da cidade não esqueça de passar no ICMBIO para retirar gratuitamente a autorização para entrar no Morro da Igreja. E fique atento com o horário da sua autorização. Por poucos minutos nós perdermos o horário. Morro do Campestre: Primeira atração do dia. Pegamos um pouco de estrada de terra e chegamos na entrada. Tinha um aviso de taxa de R$5 por pessoa. Sem ninguém a vista fomos até uma casa na frente. Buzinamos, batemos na porta e nada. Resolvemos continuar. Passamos outra porteira que dava pra uma subida. Esta parte estava bem irregular. Se tivesse chovido acho que o carro não passaria. Mas conseguimos e estacionamos o carro no na parte de cima da montanha onde só se dava pra ir a pé mesmo. O tempo estava alternando entre muita e pouca névoa. Porém conseguimos seguir as trilhas, escalar, tirar fotos, escalar mais… Ficamos com o morro só pra gente. Satisfeitos nós descemos, pegamos o carro e… a porteira estava fechada com uma corda. Imaginamos que foi colocada para não sairmos sem pagar. Tiramos a corta e fomos para a casa pagar. Estava trancada. Buzinamos e nada. Nem os cachorros se importaram com a gente entrando. Bem, tentamos pagar. Talvez estejam no portão de entrada. Fomos para lá e encontramos outro carro do lado de fora e um casal tentando abrir a cerca. Motivo: O PORTÃO ESTAVA TRANCADO! Isso mesmo, o caseiro saiu e trancou a gente lá! Tentei abrir o cadeado mas não teve como. Fomos na cerca e pregos seguravam tudo. Bom, ficar preso não é uma opção e sou uma pessoa prevenida que anda com um canivete Leatherman. Nunca testei ele pra cortar arame farpado até este dia. Fui testar logo em um fio duplo. Cortou “de boas”. “Não tenho orgulho do que estou prestes a fazer, mas quem me trancou aqui que me obrigou a isso”, pensei. E CORTEI mesmo. Só que de uma forma que pudesse colocar de volta depois. Sai com o carro e fechei a cerca. O casal não quis arriscar e foi a pé. Primeira atração cumprida… PS: O casal estava na mesma pousada que a gente e nos contaram que foram, voltaram e NINGUÉM apareceu. Seriamente, depois disso qualquer arrependimento que me restou de ter cortado a cerca foi embora. O caseiro mereceu! E contei o que fiz para o dono da pousada. Serra do Corvo Branco: Não se iluda pelo asfalto. Até chegar lá é 10km de muita estrada de terra e cascalho. Chegando lá e vimos os paredões. Fotos e próxima atração. Morro da Igreja: Estrada asfaltada mas cheia de buracos. Então cuidado. E não esqueça da autorização no ICMBIO. Chegando no topo tínhamos uma ótima vista panorâmica e a vista da Pedra Furada. O tempo estava aberto. Ah, e vá agasalhado, lá venta MUITO. Cascata Véu de Noiva: Nome nada criativo, mas o local é bem estruturado. Não almoçamos mas tem um restaurante lá. E conhecemos a Lohn Bier lá (mais detalhes depois). Cachoeira do Avencal: Uma cascata em um desfiladeiro. O local possui Rapel (R$200) e Tirolesa (R$30). Fizemos a tirolesa. Valeu muito a pena tanto pela emoção (alto pra kct) como pela vista. A gente não esperava muito do local até pegar a tirolesa. Inscrições Rupestres: O local estava com muita cara de abandonado. Se tem importância histórica, está tão mal preservado que só posso recomendar tirar a “atração” do seu roteiro. De volta pra cidade passamos em um mercadinho/padaria pra pegar algo pra jantar e dormir. 9º dia, Quinta, 02/06: Urubici/SC > Serra do Rio do Rastro > Cambará do Sul/RS - 235km Partimos de Urubici 8:30 rumo à Serra do Rio do Rastro via Vacas Gordas/Bom Jardim da Serra. Estrada pequena mas asfaltada e de pouco movimento. Canion da Ronda: Atração antes da descida da Serra. Boa vista e ainda tem um parque eólico. Estrada de terra/cascalho. Mas em boas condições. Serra do Rio do Rastro: Já tinha ido de moto em 2013 mas o tempo não colaborou. Desta vez o céu estava totalmente aberto e pudemos curtir o mirante e os mini-mirantes no meio da estrada. Sempre com cuidado nas curvas pois tem caminhões maiores do que o permitido circulando. Se encontrar um deles no meio da curva não vá junto pois ele VAI invadir sua faixa. Lohn Bier: A Serra do Rio do Rastro termina na cidade de Lauro Muller. Uma grata surpresa é que descobrimos que no meio da estrada depois da cidade fica essa cervejaria artesanal com diversos tipos e, além disso, eles são um PUB também. Vontade de pernoitar na cidade só pra degustar os sabores disponíveis dentro do PUB não faltou. Pelo menos pudemos estocar os tipos que eles tem, entre eles Trippel Envelhecida, Quadruppel, IPA… E tudo pela metade do preço que encontramos em Urubici. Cambará do Sul: Seguindo a BR-101 há dois caminhos pra se chegar lá. O normal, asfaltado tem 80km a mais e é via Terra de Areia/Tainhas. O outro, via Praia Grande/SC, que já fui de moto, cai no Cânion do Itaimbezinho antes de chegar em Cambará. É uma serra de terra bem irregular com pedra solta que só recomendo se você tiver muita coragem e pouco tempo(nosso caso...). Às 14:30 estamos na entrada do acesso para Praia Grande. Visitar o Itaimbezinho neste dia não estava nos planos mas decidimos arriscar. Cânion do Itaimbezinho: O risco valeu a pena. Foi uma estrada de terra sofrida mas chegamos pouco antes das 16h. Se chegar até as 15h você pode fazer a trilha do Cotovelo e até as 16h a trilha do Vértice. Fizemos a do Vértice, que é uma trilha bem tranquila. Terminada pegamos mais uns 10km de estrada de terra até Cambará. Cabanas Brisa Dos Canyons: Cambará é um lugar difícil de reservar pelo booking pela falta de opções cadastradas. A maioria é por telefone/email/depósito. Reservamos as Cabanas e foi tudo ótimo. Tem opção de lareira ou ar condicionado no quarto, estacionamento, Café da manhã soberbo e muitas cobertas. Precisamos pois estava muito Frio. Zuppa Sopas: A cidade não tem muitas opções. Quando fui a primeira vez adorei a Pizzaria Retro. Tinha lanchonetes a um preço meio salgado e a casa de sopas estava fechada. Desta vez estava aberta e depois de rodar a cidade inteira a Zuppa foi a escolhida pelo ambiente. O lugar é aconchegante, mas a sopa, além de parecer pré-pronta/congelada demorou bastante para chegar. Então fica a dica: Vá na Pizza Retro que já comi e é boa. E esqueça as sopas. 10º dia, Sexta, 03/06: Cânions Fortaleza e Itaimbezinho O roteiro estava fácil: Começar pelo Fortaleza, ir para a Cachoeira do Tigre Preto/Pedra do Segredo, Ir para o Itaimbezinho e fazer a trilha do Cotovelo antes das 15h. Spoiler: Deu e foi tranquilo. Reforçamos o café da manhã, separamos água(você vai precisar) e saímos 8h30. Cânion Fortaleza: Saindo de cambará basta seguir em frente. Tem placa. O Cânion não tem taxa de entrada, nem estrutura de segurança, nem estrada asfaltada (a saída de cambará ainda é). Mas da pra chegar bem. A estrada de terra da pra ir com carros comuns que não queiram correr. No final tem um “bolsão" que da pra parar os carros e os impede que avancem. Não tem erro. Esse Cânion é enorme e com muitos pontos para olhar e fotografar. Quando fui a primeira vez não ventava nada mas desta vez além de ventar MUITO estava muito frio. Levem corta-vento. Não há barreiras ou limites mas reserve uma manhã com uma caminhada de 2h30 a 4h se não quiser se afastar muito. Vai do ritmo de cada um. Levamos umas 3h Cachoeira do Tigre Preto/Pedra do Segredo: Cada lugar é único e tem suas belezas. Mas se eu estiver que escolher o que mais me marcou foi esta cachoeira de dois níveis. Ela fica no caminho para o Canion fortaleza. Se você não prestar atenção é capaz de passar batido. Fica difícil estacionar o carro perto da entrada então, em dias cheios, se estiver com um lugar livre, vá nela primeiro. Em uma caminhada de 30min você chega na cachoeira (a primeira vez que foi errei a entrada e levei 1h). São pedras rasas que você vai pulando sobre elas. As duas vezes que fui dava pra fazer isso mas falam que tem dias que não tem como ir sem ensopar o pé. Uma vista maravilhosa além da sensação de estar em cima de uma cachoeira. Atravessando a cachoeira continua uma trilha de uns 10 a 20min onde você pode vê-la de frente e encontrar a perda do segredo. Quando fui você só podia ver a pedra de um ângulo mas agora a outra trilha está liberada. Depois de ver, voltamos para o carro e para Cambará para pegar um lanche. Era cerca de 13h30, ou seja, fizemos duas atrações bem aproveitadas em 5h. Cânion do Itaimbezinho: Hora de fazer a trilha do cotovelo. A parte ruim é que lá paga-se entrada novamente, mesmo que a gente tenha ido no dia anterior. A parte boa que não mencionei antes é que assim que se entra a estrada é asfaltada. Essa trilha você anda em “mata fechada” de 40min a 1h. Uma ótima hora para conversar com os amigos(catar pinhão é proibido). No final você tem acesso a uma vista fantástica de todo o Cânion através de vários mirantes e a Trilha do Rio do Boi (que pretendo fazer em uma próxima visita). Resumo: Tem muitas atrações por lá, mas se pudesse resumir o dia, recomendo o seguinte roteiro: Trilha do Vértice depois Trilha do Cotovelo de manhã. Almoço. Cânion Fortaleza e por último a cachoeira do Tigre Preto + Pedra do Segredo. Se você der sorte, pega este último no por do sol como peguei a primeira vez que fui. Reserve os outros dias para outras atrações. Voltamos para Cambará e a janta foi cachorro quente com molho alemão e cerveja artesanal em frente a lareira =) Continua...
  4. O Roteiro completo: São Paulo > Foz do Iguaçu > Curitiba e Morretes > Joinville/SC> Pomerode/SC > Blumenau > Urubici/SC > Serra do Rio do Rastro e Lauro Müller/SC > Cambará do Sul/RS > Bento Gonçalves/RS > Gramado e Canela/RS > Joinville/SC > Curitiba/PR > PETAR > São Paulo Aqui começa um longo relato desta viagem com vários destinos pelo sul do Brasil. Emendamos o feriado de Corpus Chrysti com mais duas semanas de nossas férias para fazer essa viagem gastroaventureira. Estava no carro eu e minha noiva. Minha cunhada ficou com a gente entre Curitiba e Gramado. O roteiro foi montado pela minha noiva e pegamos muitas informações pelo mochileiros.com Logicamente muita informação faltou e com este relato pretendo ajudar quem for pegar um dos trechos que fizemos, além do óbvio: Passar uma ideia do custo da viagem, do que vai encontrar de estrada, o que fizemos, recomendações e o que não deu certo. A tabela total de gastos está no final do relato. Antes da Viagem: Reservamos quase todos os Hotéis, Pousadas, e Hostels pelo Booking, o que recomendo pois ao contrário do Tripadvisor, os relatos são 100% de Hóspedes reais. Fora que se reservar 5 você vira Booking gold, ganhando alguns descontos extras. As exceções foram o hotel em Foz que foi via Groupon e o Chalé em Cambará que foi por e-mail pois o quarto triplo deles não funcionava bem pelo Booking de acordo com eles. Fiz a revisão completa do carro um mês antes e conferi as reservas antes de partir. 1º dia, Quarta, 25/05: São Paulo > Londrina/PR(pernoite) - 542km Neste dia a gente trabalhou e acabamos saindo de SP umas 20h. Seguimos pela Castelo até Ourinhos. Da primeira vez que fui para Foz fui no caminho mais curto. E passamos “no meio” de muitas cidades. O caminho via Assis é mais longo, mas com uma estrada MUITO melhor e mais segura. Detalhe: Se você seguir placas, você vai para Londrina via Assis. Na minha opinião, mesmo com a distancia maior o tempo acho que seria o mesmo se não mais curto. O plano era sair as 18h de SP e dormir rapidamente em um Motel às 23h. Só que chegamos no Motel às 2h da manhã. Ficamos no Platinum Motel em Londrina. A gente pesquisou alguns antes da viagem e este estava em uma região estratégica e tinha bom custo-benefício: R$124. 2º dia, Quinta, 26/05: Londrina/PR > Foz do Iguaçu/PR - 487km Acordamos as 6:30. O pernoite do Platinum Motel tem um café da manhã muito bom, recomendadíssimo! Saímos as 8h na esperança de aproveitar o lado brasileiro das cataratas. Chegamos em Foz as 16h, suando frio com pouco combustível e desanimados por causa da garoa. Mesmo assim fomos. Parque Nacional Iguaçú (Lado Brasileiro) O parque fecha as 18h mas a entrada fecha as 17h e custa R$34,30 por pessoa. Estacionamos no próprio parque. Preço fixo mas era prático e estávamos sem tempo. Deu pra fazer em 1h todo o lado brasileiro e valeu muito a pena, minha noiva não conhecia e adorou. Terminamos as 17h. Ainda tínhamos 1h dentro do parque mas já estava começando a escurecer. Ou seja, ganhamos o dia. Das Cataratas, abastecemos (pagando uma fortuna no álcool) e fomos para o Mirante Hotel Foz, reservado com cupom do Peixe Urbano. O hotel é grande, mas as instalações são bem antigas. Pelo menos o café da manhã é bom e fica em um salão grande. Ou seja, sem filas. Janta: Vó Bertila Pizza & Pasta Depois da longa viagem e de andar nas cataratas, fomos atrás de Carboidratos! Quase entramos em uma Pizza Hut. Antes fizemos uma pesquisa rápida e o FourSquare nos indicou a Vó Bertila. Pizza maravilhosa. As bruschettas de entrada são uma ótima pedida. Uma jarra de suco de uva dá muito bem para 2 pessoas. Só aguarde uma fila de uns 30min. Mas vale cada minuto de espera. As bruschettas, suco, pizza de 6 pedaços (sobrou e levamos) e serviço saiu R$85,25 para 2 pessoas. 3º dia, Sexta, 27/05: Cataratas (Argentina), Duty Free e Ice Bar Reserva dos passeios Primeiro de tudo. No hotel tem uma agente de turismo que cuida de tudo. Reservamos os traslados pro lado argentino na hora sem problemas e fechamos um pacote com as Cataratas do lado Argentino, Duty Free e o Ice bar. Pelo Groupon, só estava incluso o traslado até o Duty Free. Pagamos a diferença na hora. A única coisa que não se compra com antecedência é a entrada pro parque argentino, que deveria ser paga em pesos no local. Para 2 pessoas o traslado pro parque(sem ingressos) e pro Ice Bar (com ingressos) saiu R$258,00. Reserve mais uns R$150 por pessoa para comprar pesos(o motorista vai levar o grupo para a casa de câmbio). Para terem noção, a entrada custa 250 pesos por pessoa (uns R$65), a Aventura Náutica 220 pesos e o que sobrar em comida no parque. Pegue lanches somente. Tudo é meio caro e não achamos gostoso. O motorista passa de hotel em hotel de quem fechou o pacote e leva para o parque. Chegando lá ele da as instruções iniciais e marca o local e horário de saída. Parque Iguazu (Argentina) Já sabíamos que o parque era grande. Vai uma manhã e o começo da tarde ou, se você for devagar, um dia inteiro. Queríamos finalizar com o “Macuco Argentino”, chamado de Aventura Náutica. Agora veja a besteira que fiz. Confundi (e acabei pagando mais caro) com a Gran Aventura, que inclui um "safari" ridículo após o passeio aquático. Pior de tudo, o horário é mais limitado. Ou seja, a gente poderia ter aproveitado mais do parque. Portanto, Dica 1: Pegue a Aventura Náutica e FUJA da Gran Aventura. Detalhe, MOLHA! Molha muito. Recomendadíssimo no verão. Já no inverno que nós fomos… E sabe as capas de chuva. Não adianta(quase) nada. Dica 2: Quando o barco sai, tire fotos a vontade. Quando for a hora de guardar as câmeras eles avisam. Dica 3: Na volta pro hotel nos pararam na argentina para cobrar uma taxa de preservação da prefeitura. Ela custa 20 pesos ou R$5. É tipo uma blitze aqui. Ou te pegam ou não. E o motorista nos avisou pra ficar com o comprovante porque se pararem a gente novamente, quem não tiver vai pagar outra vez. Duty Free Argentino + Ice Bar Quase não deu tempo de chegar no hotel e pegar a Van pro duty free. Fora que não almoçamos. Comemos a sobra da pizza de ontem que deixamos no quarto e estava muuuuito deliciosa! Detalhe, nesse dia estava tendo algum embargo de caminhões e só havia uma faixa livre deixando um trânsito ABSURDO até a aduana. Levamos uma hora e meia pra chegar, isso porque o motorista da van foi parte do caminho pelo acostamento(não sei como não tomam multa). Duty Free: Ja fui nele em 2011 e ficou maior, MUITO maior. Ainda está lotado de coisas caras. Compramos algumas coisas que valiam a pena: Chocolates, doces e bebidas. Traslado: Deve ser comum um motorista levar grupos com pacotes diferentes. Fomos pegos por outra van com um grupo em que uma parte ia para compras em Puerto Iguazu e outra, como nós, ia para o Ice Bar. Ainda tínhamos que passar pela aduana que, por causa do embargo dos caminhões, demorou mais 1h. Mesmo assim, ganhamos cerca de 1h na cidade, algo não planejado. Comemos umas empanadas baratas e muito boas no La Mamma por só R$15 (nós dois) até o horário reservado para o Ice Bar. O motorista da van mudou o horário algumas vezes por causa do atraso. Ice Bar: Hora marcada, já entramos e nos vestimos com os casacões. Fomos para a uma câmara intermediária de 5ºC. Ficamos 10min ouvindo instruções e entramos no bar, que é a -10ºC. O frio você nem sente com a roupa toda. Exceto se você estiver de rasteirinha e legging, como algumas pessoas lá… Começou a contar 30min!!! O Ice bar mais parece um container enfeitado, mas é espaçoso. Logo de cara fui perguntar o que tem e me apontaram o cardápio na parede (gente sem paciência pra turista perdido). Provei 4 =D~ Lá dentro você nem sente o álcool subir… até ir pra fora. Dá tempo de beber, curtir e fazer fotos. Recomendo deixar a máquina/celular no bolso enquanto não usar para o calor do seu corpo evitar que a bateria congele e o aparelho pare de funcionar. Mesmo assim minha Fuji XQ1 ficou pendurada no braço o tempo todo e aguentou. Terminados os 30min (queria ficar mais tempo), ficamos mais 10min na câmara de 5º até poder devolver o casaco e sair. Se valeu a pena? TOTALMENTE! E volto na próxima! Bêbados/Alegres voltamos pro hotel ouvindo histórias do motorista da van sobre gente que além de sair se arrastando, pagou taxa de limpeza da Van porque sujou… Então se você pretende sujar algo depois do bar, que não seja a van. 4º dia, Sábado, 28/05: Foz do Iguaçu/PR > Curitiba/PR - 587km Dia reservado para a viagem. Saímos umas 9:30 e íamos Sentido Cascavel > Laranjeiras > Guarapuava > Curitiba. Estrada de pista dupla com pouco espaço para ultrapassagem até Guarapuava e requer bastante atenção. Ainda tivemos a "sorte" de ficarmos parados por motivo desconhecido uns 40min e depois sofrer para ultrapassar muitos caminhões. Passando Guarapuava a estrada continuou pista dupla, mas totalmente aberta e reta, o que facilitou para ultrapassar caminhões. Chegamos em Curitiba por volta das 18:30. Fomos buscar minha cunhada na rodoviária e de lá fomos para o Hostel. Curitiba Casa Hostel: Reservado pelo booking por causa do ótimo preço, localização e avaliações. Um hostel recomendadíssimo. Tinha alguns estudantes chatos por por causa do feriado mas nada que gritar “Silêncio Porra!” umas 2x (porque não sabem voltar de madrugada da balada e ficarem quietos) não resolva. A estrutura do hostel é ótima e a equipe muito atenciosa também. Tanto é que voltamos no final da viagem. Outro lado bom é que o hostel está perto do Jardim Botânico e da saída pra BR-101. Trapista Cerveja Hambúrguer: Achamos pelo Foursquare. Estávamos cansados da viagem, com fome e eu cansado de dirigir. Pedimos um Uber que está funcionando muito bem em curitiba e nos custou R$11! Eles tem cervejas e chopes artesanais da região pra escolher. Há uma área externa e outra interna. Gostamos bastante e variamos entre os tipos disponíveis. =D Continua abaixo...
  5. Felipe Arruda

    Termos de Aceitação & Compromisso dos Colaboradores

    SIM, aceito!
  6. Felipe Arruda

    Análise Mochila Clio Track Explorer

    Bem diferente este modelo. Tem cara de ser uma linha mais barata (e menor qualidade)
  7. Felipe Arruda

    Análise Mochila Clio Track Explorer

    Pessoal, acabei de fazer 7 Dias no Monte Roraima com ela. 10 se contar hotel e aeroporto antes do início do trekking. A mochila chegou em casa suja mas inteira. Molhou, mas secou. Aguentou bem. Nada mal pra uma mochila que paguei menos de 200 reais (Agora o preço subiu). Ela é guerreira. E vi numa etiqueta interna "Fabricado na China, desenvolvido no Brasil". Bom, nada além do esperado. Não vou esperar a qualidade de uma Deuter para ajustes e conforto, mas esta ANOS LUZ a frente de qualquer uma de 90/190 reais que você pode pegar hoje. Pretendo pegar uma 50+15 ou por aí e tecnicamente reduzir o volume/peso. Nesses pego uma Deuter quando viajar fora hehehe Ah sim, sobre o aeroporto. Despachei ela na capa de transporte (que também é capa de chuva) da Deuter. 140 reais... Valeu a pena pela proteção de chuva, mas o aeroporto destruiu a capa, ta cheia de buraco... uma pena =/
  8. Felipe Arruda

    Botas HI-TEC

    Review da HI-TEC Total Terrain Mid WP Masc Comprei na promoção por R$134,70 pois tinha meu número ahhaha http://www.casadepedra.com.br/prod/1065/559/0/tenis-hi-tec-total-terrain-mid-wp-masc.aspx Bom gostei muito da bota. Leve, macia, impermeável e com umaproteção mínima, mas suficiente para o tornozelo. O "goretex" da HiTec funcionou muito bem. A única água da bota em 3 dias de longa caminhada foi do suor do pé e do sereno pois a esqueci no sereno, mas não encharcou. Amaciei por 2 semanas. Usei com meias Coolmax nestes 3 dias. Fiquei sem bolhas e com os pés secos atravessando lama, riachos, pedra, montanha. O estado que a bota estava no úlltimo dia (tal como a calça) era lastimável. "Lavou, tá novo" e assim foi. O conforto, a leveza e a impermeabilidade da bota valeram MUITO mais do que paguei por ela! Recomendadíssima pra quem vai passear em dias quentes.
  9. Felipe Arruda

    Análise Mochila Clio Track Explorer

    Entregaram certinho. A mochila é muito boa. Mas lógico. Se você comparar com uma de 400+ vai ver diferença (principalmente se a emprestada for dessa classe). Mas ela é TOTALMENTE melhor do que qualquer uma das baratas, que não tem estrutura em aluminio, um bom acabamento, um bom projeto, e muita regulagem pra tudo.
  10. Felipe Arruda

    Análise Mochila Clio Track Explorer

    Conforme prometido no tópico "Mochila... Qual comprar?", vou fazer um vreve review (com fotos) desta mochila anunciada na loja online "MegaDuck" : http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-465475141-mochila-camping-profissional-70-litros-c-capa-de-chuva-_JM Eu estava pra levar uma de 60L de 70 reais. Não queria gastar muito. Se durasse algumas saídas já estaria bom. Encontrei esta. E o que ela prometia, as mais baratas que encontrei nessa capacidade começavam em 400 reais... Pedi pra arriscar. Em último caso perdi pouco menos de 90 reais (achava difícil ela ser pior ou igual às de 70...) Muito bem, ela chegou. Logo de na etiqueta desbobri que a mochila "track" na verdade É uma Clio Track Explorer Obviamente não tem nada no site http://www.cliostyle.com.br/ Detalhe, na minha veio escrito 65, e não 55 como no anúncio. Vem com uma expansão que daria para uns +10L. Na real, ela é uma 55+10 ou 65+10. Só alguém que conhece muito mochila desse tipo (o que não é meu caso) pode afirmar. Bom, forrei com uns 10kg de tralha + o saco de dormir solto pra dar volume e ajustá-la. Regulagem pra quase tudo como da pra ver nas fotos. Tem até saída para camelback. Só não deslizam "macio" como modelos de primeira linha ou até as que sempre usei da LowePro pra equip pesado de foto. Ou seja, se quiser fazer algum ajuste no meio da caminhada, talvez tenha que parar. Possui barras de alumínio pra sustentar tudo, costura dupla nas principais partes. Mas eu não pretendo passar dos 15kg de carga até sair algumas vezes com ela. Ajustei a barrigueira quase no limite. E olha que não sou muito magro. Mas ficou bem confortável e o peso distribuiu bem. Meu problema veio no ajuste dos ombros. Este foi o modo mais confortável que ela ficou. Realmente estava. A carga ficou estável e fácil de andar. O que me incomodou foi este ângulo na alça. A força que fazia era mínima, mas esteticamente me incomodou. Farei mais testes, talvez melhore. Para se ter uma idéia de proporção, tenho 1,75m e 71kg. De qualidade, apenas uma costura interna do ziper que separa o compartimento de baixo com o do meio "errou o caminho". Mas não tem nada resgado e essa divisão nem irei utilizar. Porém vou atrás de uma troca se for fácil. CONCLUSÃO Certamente iria falar mal de uma mochila de 70$ Provavelmente mais do que desta. Me conhecendo, certamente eu teria coisa pra falar mal de QUALQUER mochila, de QUALQUER preço. Até das minhas, de fotografia, que adoro, não são perfeitas, e por isso tenho algumas... Talvez dure tanto ou só um pouco mais que uma barata. Não justifica pra mim no momento uma dessas. Mas também gostaria de ter uma "barata" com "firulas" das grandes. Acho que essa Track Explorer se encaixa nesse nicho. E como primeira mochila cargueira, acho que estou bem servido. Pois de ataque, tenho uma LowePro de "marromenus" 30/40L com tudo que se preza para conforto. Agora chega de falar de mochila e vamos atrás de alguma saída \o/
  11. Felipe Arruda

    Mochila... Qual comprar?

    A mochilinha "profissional" chegou. http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-465475141-mochila-camping-profissional-70-litros-c-capa-de-chuva-_JM Com nota, GARANTIA NACIONAL! A importadora é a Clio http://www.cliostyle.com.br Linha: Track Modelo: Explorer Código TR3101 Lógico, não tem no site. Uma pena... Linha nova ou site ignorado pelo adm ou ambos... Rapidinha antes do review: Tem tudo que "o papel" diz que uma boa mochila deve ter. Sustentaçnao por duas estrias de aluminio e regulagem pra quase tudo. Só não desliza "macio" como modelos de primeira linha ou até as que sempre usei da LowePro pra equip pesado de foto. Ou seja, se quiser fazer algum ajuste no meio da caminhada, talvez tenha que parar. Mas ta lá. Construção muito boa, costuras reforçadas. Da pra ver que aguenta pancada. No momento único azar que tive (e provavelmente é caso de garantia) houve um desvio de costura no ziper interno da divisoria da parte de baixo com a do meio da mochila. Nada demais. Algo como "se tiper que pagar o PAC pra enviar não vale a pena. Foi defeito de costura, mas a costura de tudo em si esta muito boa. No momento é isso. Não encontrei a "categoria" dela. Não esta na "sub-100" pois tem muita coisa "essencial" das "up-400". Ah sim. Como o anuncio tem muita coisa esquisita, ela tem cara de uma 55+15 ou 65 +10. Ainda vou forrar de peso e ajustar pra valer pra não estar equivocado.
  12. Relato Fantástico! Entrou nas minhas fontes de pesquisa pra esse roteiro. A estrada real é meu primeiro roteiro "grande" (+ de 10 dias). Não tem porque ir pra ushiaia, atacama, machu picchu, alaska se não conseguir sequer a estrada real. Estou aqui e no fórum da G650GS. Provavelmente julho formalizo a data que vai ser 15 dias em agosto ou outubro. Aos interessados, antes de julho iniciarei a chamada aqui no mochileiros e no : www.bmwg650gs.com.br/viewforum.php?f=24
  13. Felipe Arruda

    Mochila... Qual comprar?

    Sempre. Principalmente depois de trazer de fora dois rolos imensos de silver por 2,99 obama's cada!!! O que me chateia mesmo é não poder ver como ela "encaixa" em mim. Mas com certeza posso devolver se houver alguma disparidade da descrição. Mas como meu corpo é mediano (1,75m e 75kg), não chego a precisar de mochilas pra "curvas extras ou osso demais". Quase um "Tamanho universal".
  14. Felipe Arruda

    Mochila... Qual comprar?

    Bem por aí. Minha teoria é a seguinte, pois acontece muito. Deve ser uma mochila razoável de alguma empreza que fez mão de obra na china. Tal como uma empresa onde meu primo trabalha, o design deles é exclusivo para o país. Mas a empresa chinesa pode usar o projeto e revender em outros países. É o que acho que aconteceu. Um pessoal "cabeça" fez uma mochila com bom custo-benefício, mandou fazer na china e a fabrica chinesa esta revendendo com marca "própria" ou apropriada de uma importadora, aqui no Brasil. Deve ser linha nova, já que o Google e o TinEye não me deram NENHUM resultado semelhante. Aposto em algo quente. Longe do nível das mochilas de primeira linha, mas que não se compara em qualidade com as meia-boca. Assim que chegar, dou uma forrada, faço um videozinho, posto no tópico de reviews e, se o negócio for realmente quente, seria bom apressar. No camo de perguntas, a loja disse que quer chegar próximo de 300 com o preço quando tiver com um número bom de vendas.
  15. Felipe Arruda

    Mochila... Qual comprar?

    Esse era o plano inicial. Eu ia levar uma mochila do memso vendedor, de 65L por 79,00. Mas aí vi esta mochila e a descrição. Também o vendedor disse que pode devolver em até 7 dias se não gostar. Além da descriçnao ser muito boa (nas respostas ainda diz ser cordura 630). Se prometer as tecnologias que estão na descrição, vale fácil uma de 400 reais. E certamente é mais resistente e confortável que uma de 80. Assim que receber, faço uma review básico. Afinal, nem todos tem condições de pegar uma Deuter, Lowe Alpine, Curtlo... Mas podem pegar algo um pouco melhor que as sub-100$. Eu estou atrás dessa opção. Como procurei MUITO e não achei ninguém falando bem ou mal, nem site, nem nada... Então isto é uma aposta. Se "perder", ganhei uma mochila de uns 120 reais no mínimo. Se ganhar, economizei pelo menos 200. Divertido. Pelo menos pra mim.
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