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Luiza Oliveira

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  1. Eu não sei porque o link do vídeo não funcionou, mando de novo:
  2. Vai ser fantástico. Dá pra fazer sozinha tranquilamente, eu acho. Só lembra de ter o celular sempre carregado caso você precise em alguma emergência. Ótima travessia pra você, querida!
  3. Para fazer essa trilha o melhor é ficar em São Jorge. Pra mim, aliás, o melhor lugar da Chapada pra ficar é em São Jorge mesmo. É maravilhoso aquele lugar. Mas como você vai ficar muitos dias, pode se dividir e passar alguns dias em Cavalcante também.
  4. Enfim, o meu primeiro trekking: a Travessia das Sete Quedas, no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (GO). Há muito tempo que queria realizar essa travessia, mas acabamos adiando, adiando, até que dessa vez conseguimos! A ideia de fazer trekking é antiga e, ao longo dos últimos anos, fui comprando alguns equipamentos (sempre com a ajuda dos fóruns do Mochileiros), e fazendo trilhas curtas. Mas foi só no feriado de Corpus Christi que concretizamos essa experiência incrível. Nos dois dias de caminhada cruzamos paisagens belíssimas, tomamos banhos deliciosos nas águas do Rio Preto e uma noite perfeita na área de camping, que é super organizado e muito agradável. Apesar de ser nosso primeiro trekking e nenhum no grupo ter feito qualquer preparo físico especial para a travessia, todos realizaram a caminhada com tranquilidade. É linda e acessível para muitas pessoas. Não tem porque adiar o plano. Basta agendar a trilha, planejar e organizar o que for levar e ir mergulhar na imensidão do cerrado. Pra inspirar, o registro em vídeo que fizemos do nosso trekking: Descrição da trilha: A travessia das Sete Quedas foi aberta no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros em 2013 e é uma trilha autoguiada e super bem demarcada. O ICMBio fez um excelente trabalho no planejamento e sinalização da travessia. No total, são 23km que podem ser percorridos em dois ou três dias. No primeiro dia são 17km e no último, 6km. Caso a travessia seja realizada em três dias, o segundo é um dia livre, sem caminhada, apenas para aproveitar as Sete Quedas. Não recomendo a realização da trilha em apenas um dia (muito cansativo e com pouco tempo para aproveitar as águas do Rio Preto). O primeiro dia é de uma trilha bem plana. Nos três primeiros quilômetros, deve-se seguir as setas vermelhas (que levam para a trilha dos Cânions). A partir da bifurcação para a Travessia das Sete Quedas, deve-se seguir as setas e marcações laranja. Com cerca de 8km de trilha, atravessamos o Rio Preto e depois de mais 9km chegamos na área de camping. Lá tem um banheiro seco, super tranquilo de usar e bastante higiênico. A trilha da volta se inicia cruzando novamente o Rio Preto, depois se seguem três quilômetros de subida até a torre de observação dos incêndios, e por fim os últimos três quilômetros, novamente em terreno plano. A travessia termina na beira da estrada, entre o Morro da Baleia e São Jorge. Na portaria é entregue um cartão de identificação para o grupo, o qual deve ser depositado em uma caixinha de correio no final da trilha para que o ICMBio saiba que todos terminaram sãos e salvos. Planejamento da travessia: 1º) A primeira tarefa foi definir se íamos fazer a travessia em dois ou três dias. Reservamos com antecedência e, como tínhamos dúvidas se todo o grupo conseguiria dispensa do serviço, decidimos reservar dois pernoites (travessia em três dias). Caso não fosse possível para todos, faríamos em apenas dois dias, com um pernoite (que foi o que aconteceu). Pagamos a Guia de Recolhimento à União (R$18,00 por pernoite e a data de pagamento é de até um dia antes do início da travessia) e guardamos o comprovante de pagamento da GRU, bem como o voucher (é preciso apresentá-los na entrada do parque). É importante realizar a reserva com antecedência, porque rapidamente as vagas (30 de pernoite por dia) são preenchidas. Porém, muitas pessoas reservam e não fazem a trilha. Então, se você não conseguiu vaga, vale à pena entrar na lista de espera. Como reservamos para dois dias, tentamos ver se era possível gerar uma nova GRU para um dia só, e assim não ter que pagar pelo segundo pernoite que não usaríamos. Fomos informados pela Ecobooking (empresa que faz as reservas) que isso não é possível. O que é possível é apenas trocar os nomes das pessoas que vão participar da travessia. 2º) No planejamento é importante também definir se será utilizado serviço de resgate ao final da trilha (fechar com alguém para buscar o grupo) e aonde será a hospedagem no dia anterior ao da trilha. Quando contratado serviço de resgate, é possível ligar para quem vai te buscar próximo ao final da trilha. Tem sinal de celular (Vivo, ao menos) na maior parte do trajeto. É preciso acordar cedo para começar a travessia, então vale a pena estar hospedado nas proximidades do parque. O que nós levamos: Fomos em um grupo de seis amigos e decidimos levar as coisas de forma mais coletiva possível para evitar peso desnecessário nas costas. Isso foi um grande acerto. Levamos UMA pasta de dente, UM protetor solar, UM desodorante, e por aí vai, para todo o grupo. Vi alguns relatos de pessoas que fizeram essa trilha com mochilas pesando 22kg. Desnecessário. A minha pesava entre 7 a 8kg, e as mais pesadas, no máximo uns 10 ou 11kg. O espaço para montar as barracas é grande, então levamos uma barraca maior (porém leve: 2,4kg) pra dividir com outro casal. Peso da barraca compartilhado na mochila de todos, foi muito tranquilo. Além disso, o básico: isolante térmico, saco de dormir, kit de primeiros socorros (como tinha um médico na equipe ele fez de questão de levar um kit bem completo e nunca antes se viu trilheiros tão seguros por essas bandas), mochila, roupas leves, lanterna, sacos de lixo pra levar tudo no final (lembre-se de colocar o saco de dormir num saco pra não molhar), canivete, isqueiro, panelas, pratos, copos e talheres. Blusa de frio porque nessa época pode esfriar bastante. Dica: se tiver faltando algum equipamento e a grana for curta, já tem serviço de aluguel de equipamento para trekking em Brasília (telefone: 61 98383 - 9179). Alimentação: Cada um levou uma garrafa de 1,5 ou de 2 litros de água. No primeiro dia tem muitos pontos pra reabestecer e no segundo, a trilha não é longa. Foi o suficiente. Levamos clorin para purificar a água, fogareiro à gás e a alimentação foi um super acerto. No primeiro dia até chegar ao camping, cada um levou 200g de frutas secas e castanhas (que ficou pro segundo dia também), dois sanduíches de pão integral com presunto/mortadela e queijo e um chocolate. Alguns no grupo ficaram com medo de passar fome, mas foi super suficiente pra todos. À noite, de 1 pacote a 1 pacote e meio de miojo para cada um. Preparei um molho com frango desfiado da Vapza, cebola, alho, molho de tomate, milho, sal e temperinhos. Nada em latas, as embalagens foram de plástico pra pesar menos. No café da manhã, fervemos água para chá e café. Fizemos um sanduíche com pão tipo Rap10, salaminho e queijo provolone. Uma delícia. No restante da trilha do segundo dia, ficamos nas frutas secas e maçã. Mais uma vez, alguns acharam que pudesse ser pouca comida no total e levaram uma ou outra coisa a mais que acabou voltando pra Brasília. Orientação: Foi muito simples. Apenas seguimos setas e bastões laranjas sinalizando a direção. Imprimimos também o guia de bolso e o mapa elaborados pelo ICMBio e foi tudo. Não precisa de nenhum conhecimento especial, apenas um pouco de atenção. A travessia das Sete Quedas: Todo mundo iniciou a trilha morrendo de medo de morrer de cansaço. Estávamos enganados. As paisagens são tão belas e por termos ido fazendo paradas para lanchar, tomar banho e tirar fotos, não sentimos tanto os 17km do primeiro dia. Iniciamos às 08:30 (um horário bom, mas poderia ter sido um pouco antes). O parque abre às 07:00 para quem vai fazer a Travessia e outra informação importante é que quem vai pra Sete Quedas não precisa pegar aquelas filas enormes que formam na entrada do parque nos feriados. Logo estávamos na bifurcação que dá pro Cânion 1. Deixamos nossas mochilas escondidas no mato pra pegar depois e fomos tomar banho e lanchar. Voltamos, pegamos a mochila e caminhamos até o ponto de atravessar o Rio Preto (tem bastões laranjas sinalizando onde é seguro). Atenção para não escorregar. Todos precisaram tirar os calçados, mas não é fundo. Mais um banho delicioso. Nessas paradas gastamos de 40 minutos a 1 hora. Chegamos no local do camping por volta das 16:00. Tomamos um bom banho nas Sete Quedas, que ficam bem próximas do camping. São uma delícia. Montamos as nossas barracas e voltamos pra ver o por do sol confortavelmente alojados no meio das pedras da cachoeira. Indescritível! Fomos preparar o jantar e cada casal havia levado uma garrafa de vinho (que antes da trilha colocamos em garrafas de plástico pra pesar menos e não prejudicou em nada o sabor dos vinhos). Um sucesso! Acordamos depois das 08:00 e tomamos um café da manhã preguiçoso. Mais banho nas Sete Quedas e uma deliciosa massagem nas costas, feita pelas quedas d'água. Não se esqueçam do analgésico/relaxante muscular pra dor e dos esparadrapos pros calos, porque no dia seguinte todo mundo amanhece meio quebrado. Por volta de 11:30 iniciamos a caminhada rumo ao final da Travessia. Os três primeiros quilômetros do segundo dia são uma subida cruel. Enfim, chegamos à torre e os últimos três quilômetros são incrivelmente belos, com o Morro da Baleia e o Buracão no horizonte. Chegamos às 14:00 na rodovia e nosso amigo que ia nos buscar e nos levar até onde estavam os carros (estacionamento do parque), não aparecia - graças a um desencontro na hora de combinar. Problema rapidamente resolvido porque eu pedi carona e na segunda tentativa deu certo. Os motoristas dos nossos carros foram até São Jorge, pegaram os carros, nos encontraram e terminamos a trilha comendo a tradicional matula do seu Waldomiro. Mais umas cervejinhas pra comemorar e os primeiros planos para novos trekkings que devem vir por aí. Foi um grande primeiro trekking e recomendo essa travessia pra todo mundo! É muito linda. No mais, só tenho a agradecer a todos desse fórum. As informações, relatos e dicas de vocês além de terem nos ajudado bastante, foram de muita inspiração pra nos jogar no mundo. Gostamos e queremos mais. Um abraço grande, galera!
  5. Luiza Oliveira

    Argentina, Chile e Colômbia - 45 a 50 dias - 2017

    Olá, pessoal! Eu e meu noivo estamos organizando uma super viagem sabática para o ano que vem. Estamos nos organizando financeiramente para interrompermos nossos trabalhos no primeiro semestre de 2017 e passar seis meses viajando! É um mega sonho das nossas vidas e nesse momento estamos na fase inicial do planejamento. Dividimos nossa viagem em três meses pela América Latina (Argentina, Chile, Colômbia, Cuba e México) e três meses pela Europa (Portugal, Espanha, Grécia, Itália e França) e Marrocos. A fase inicial da viagem será a América do Sul e durante cerca de 45 a 50 dias queremos viajar pela Argentina, Chile e Colômbia. Como é uma super viagem, vai exigir muito planejamento e gostaríamos de pedir ajuda para quem já conhece esses destinos e pode opinar sobre nosso roteiro. Pra isso, achei melhor dividir por partes. Já estamos fazendo nossas economias e a partir do próximo mês queremos começar a comprar as primeiras passagens e pensar com cuidado a logística de transporte e hospedagem dos primeiros destinos. Queremos garantir 50 dólares por dia por pessoa (com gastos de transporte e hospedagem). Vamos ter uma gordurinha pra queimar a mais, mas queremos planejar uma viagem nesse patamar. O que vocês acham desse valor para uma viagem dessas? Na primeira parte da viagem, até agora estamos assim: CRONOGRAMA - 2017 (Destino - data prevista de chegada - número de dias que planejamos ficar) BRASIL Foz do Iguaçu - 09/01 - 02 dias ARGENTINA Puerto Iguaçu - 11/01 - 02 dias Buenos Aires - 13/01 - 06 dias Mendoza - 19/01 - 04 dias Salta - 23/01 - 04 dias Tilcara - 27/01 - 03 dias CHILE San Pedro de Atacama - 30/01 - 05 dias Santiago - 04/02 - 04 dias 1 dia de deslocamento – total de dias Argentina & Chile: 30 dias COLÔMBIA Bogotá - 09/02 - 03 dias Salento - 12/02 - 02 dias Medellín - 14/02 - 03 dias Barichara - 17/02 - 03 dias Cartagena - 20/02 - 03 dias Santa Marta - 23/02 - 03 dias San Andres - 26/02 - 04 dias Total de dias Colômbia: 21 dias Desses destinos, só conhecemos Buenos Aires, que adoramos e por isso planejamos ficar cinco ou seis dias. Optamos pelo norte da Argentina, que é uma região que muito nos interessa. Bariloche, região dos lagos e patagônia ficaria para uma próxima viagem, assim como Peru e Bolívia. Planejamos fazer os deslocamentos no interior dos países de ônibus, excetuando San Pedro de Atacama - Santiago e a ida para Cartagena, que queremos fazer de avião. A minha maior dúvida até agora está no planejamento da Colômbia. Como são poucos dias em cada cidade, tenho medo que numa viagem de tantos dias como a nossa isso se torne muito cansativo. Por outro lado, não gostaria de deixar de visitar a zona cafeeira (Salento) e as cidades coloniais do interior (Barichara, San Gil...). Mas não sei se esse roteiro aí seria muito viável e condizente com nossa necessidade de ter pausas pra descansar. A nossa ideia é completar os primeiros três meses de viagem dividindo o tempo restante entre Cuba e México. E depois, passar os três meses finais na Europa e Marrocos. Nunca planejei uma viagem tão gigante, então pessoal, agradeço muitíssimo quem puder ajudar! O que vocês acharam até agora? Muito obrigada e abraços!
  6. Luiza Oliveira

    Sacos de Dormir

    Fuganti e Lester, obrigada pelas informações. Super aprovei o saco de dormir da deuter. Outro nível de conforto! Acho que vai me atender muito bem pelas trilhas aqui do cerrado e quando for encarar uma trilha que seja mais fria, acho que vou atrás de outro saco de dormir pra temperaturas mais baixas. Obrigada!
  7. Luiza Oliveira

    Sacos de Dormir

    Pessoal, vou para um festival em Rio Negrinho (SC) e passarei seis dias em barraca. Já tinha um saco de dormir da Nautika, o Micron X Lite, que uso pra acampar no cerrado e me atende bem. Considerando o tempo que está fazendo no local do festival, achei que ele não bastaria e comprei um SD Deuter Orbit +5ºC. As próximas trilhas que penso em fazer são na Chapada dos Veadeiros e Chapada Diamantina. Porém, também planejo fazer Monte Roraima e Trilha Inca. Com esse saco de dormir seria possível acampar nesses locais confortavelmente (comprando um liner tb)? Não quis comprar o Orbit -5ºC por ele ser 500g mais pesado e por achar que na maioria das trilhas que eu costumo fazer não é tão frio assim. Mas agora eu estou na dúvida se fiz um bom negócio... =/
  8. Luiza Oliveira

    Isolantes Térmicos

    Valeu, Getúlio. Encontrei esse anúcio do A200 ligt no mercado livre. Vou comprar esse isolante, então. =***
  9. Luiza Oliveira

    Mochilas DEUTER

    Marcela, no site Orientista ( http://www.orientista.com.br/departamento/mochilas-de-viagem_mochilas ) a Deuter Traveller q vc quer está com desconto. Eu comprei a minha mochila nesse site (uma Air Contact Pro 55 + 15 SL), paguei R$ 700,00, sendo que na maioria dos sites o valor está entre 900,00 e 1100,00. Abraços!
  10. Luiza Oliveira

    Isolantes Térmicos

    E esse isolante aqui: http://www.ontherocks.com.br/camping/isolante-termico/isolante-termico-auto-inflavel-zzzleep-sister-outdoors.html Alguém conhece?
  11. Concordo completamente com vc, William! Eu não acho que em todos os parques o acompanhamento dos guias deva ser obrigatório. Mas no caso da Chapada dos Veadeiros, acho que o fim da obrigatoriedade tem sido um desastre pra região, além de colocar em risco a preservação do parque e a segurança de muitas pessoas. Só uma coisa: quem determinou o fim da obrigatoriedade dos guias foi o Instituto Chico Mendes (ICMBio), e não o IBAMA.
  12. Luiza Oliveira

    Isolantes Térmicos

    Otávio, falei com o Tiago. Lá também tá esgotado. Ele me explicou que os representantes da Camp no Brasil aumentaram muito os preços. Esse isolante que eu queria, que antes ele revendia no valor de R$207,00 pelo site, hoje tá com valor de custo bem superior a isso. Por isso que as lojas não refizeram o estoque dos isolantes da Camp, e mesmo se refazerem, o valor de venda dos produtos vai subir muito. =( Meu sogro volta dos EUA em junho, to pensando em pedir pra ele me trazer um Therm-a-rest. E até lá acho que vou comprar e usar esse A200 light da Quechua.
  13. Nossa, pessoal, eu tendo a discordar bastante de vocês em relação a obrigatoriedade dos guias nas trilhas do Parque Nacional! Até 1991, as pessoas da região mantinham como fonte de renda do local, os garimpos de cristal dentro do parque. O governo de então fez um acordo com essas pessoas para deixarem de extrair os cristais e portanto, degradar o ambiente, e se tornarem guias, ajudando na preservação do parque. Essa pessoas que trabalham com guias não são pobres coitados sem preparo, são um setor da população de São Jorge, Alto Paraíso e Cavalcante que é fundamental pra economia desses locais. Conversando com um guia que constumava ter uma renda mensal de R$2.800,00, após essa determinação absurda do ICMBIO, ele constuma atualmente tirar R$600,00 como guia. Além disso, ouve uma redução no número de guias. Isso é um desastre pra economia do local! Querem o quê, que essas pessoas voltem a garimpar o parque?? Os guias recebem preparo e fazem cursos. Conhecem o local melhor do que ninguém. São fundamentais pra segurança da maioria das pessoas. Houve um caso em que duas garotas cairam num canyon no Raizama, e o resgate dos bombeiros de Brasília demoraria mais de um dia pra chegar (e muito possivelmente não chegaria...). Se não fossem os guias da comunidades que fizeram o resgate das garotas, elas simplesmente teriam morrido... Eu vejo também muita gente reclamar de não poder acampar no parque. Todas as vezes que ele esteve aberto para acampamentos, foram retiradas toneladas de lixo de dentro do parque... Portanto, antes de pensar individualmente sobre essa questão da obrigatoriedade dos guias, é importante analisar as várias questões que estão em jogo. Não tem nada a ver com uma "máfia dos guias", a obrigatoriedade é importante porque garante o emprego e o foment à economia da região, porque garante a segurança das pessoas que fazem as trilhas e porque é um meio de evitar a degradação do ambiente.
  14. Luiza Oliveira

    Isolantes Térmicos

    Pessoal, preciso de mais uma ajudinha de vocês! Moro em Brasília e vou fazer uma trilha de dois dias na Chapada dos Veadeiros. Eu queria comprar um isolante Essential Light Mat CAMP - Inflável, que só pesa 315g. Mas TODOS os sites que eu entrei procurando (e foram muitos!) estão com esse produto esgotado. Será que alguém tem uma dica esperta de onde eu consigo encontrá-lo? Caso eu não consiga até a trilha, eu li algumas recomendações dos isolantes da Quechua. No site da Decathlon eu vi esse aqui: http://www.decathlon.com.br/montanha/camping/sacos-de-dormir-e-colchoes-inflaveis/aillant-autoinflable-a200_36941 . O preço é bom, mas não tem as informações que eu preciso: isso é mesmo um isolante? qual o peso? Daí eu vi esse outro isolante no mercado livre: http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-475297980-isolante-termico-auto-inflavel-quechua-a200-light-novo-_JM . É o auto inflável Quechua A200 Light no preço de R$150,00. Ele é mais pesado que o que eu queria: pesa 800g... Alguém saberia me dizer se vale a pena comprar esse isolante? Eu nunca comprei nada pelo Mercado Livre e daí fico meio insegura... Eu queria gastar até uns R$250,00 no isolante e que ele fosse leve. Além desses, qual seria uma outra opção? Obrigada demais pelas dicas de todos vocês, tem sido fundamental na escolha dos meus equipamentos! =***
  15. Luiza Oliveira

    Fogareiros... Qual comprar?

    Getúlio, obrigada pelas dicas! Acabei comprando o Júpiter, mas ainda não experimentei. Adorei a dica do para vento! Vou pesquisar esses conjuntos de panelas. Valeu, abraços!!!
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